EntreContos

Detox Literário.

O Marido que sumiu (Ricardo de Lohem)

“Moça, por favor, traz meu marido de volta,” implora Joana, entre lágrimas, “faz dois anos ele sumiu, morro de saudades!”

“Farei tudo que puder,” responde Kelly, a detetive, “mas preciso que a senhora me conte tudo que sabe.”

Kelly acabou de mudar pra cidade, seu primeiro caso: encontrar o marido de Joana.

“O Marcão queria mudar de vida, mudar tudo, não era mais o mesmo. Queria até mudar de sexo!”

“Então foi por isso que ele fugiu?” pergunta Kelly, surpresa.

“NÃO! O Marcão nunca ia fugir de mim; eu disse que aceitava tudo. O problema deve ter sido a memória: andava ruim da cabeça, esquecendo tudo. Deve ter perdido a memória, esquecido de mim!”

“Fale mais sobre ele. Era advogado, certo?”

“Era, mas isso ele também queria mudar, fazer outra coisa.”

“O que ele queria fazer?”

“Queria ser detetive.”

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58 comentários em “O Marido que sumiu (Ricardo de Lohem)

  1. harllon
    29 de janeiro de 2016

    Hahaha. A comicidade fica evidente apenas no final, o que possibilita um certo riso. Mas esperava mais.

    Boa sorte!!!

  2. Fabio D'Oliveira
    29 de janeiro de 2016

    ௫ O Marido que sumiu (Sirius)

    ஒ Estrutura: Texto em forma de diálogo. Abordagem interessante num microconto. O maior problema pode ser a aproximação do leitor. Ele precisa estar perto para sentir o microconto. E num formato desses, tão pequeno, pode ficar difícil.

    ஜ Essência: Uma estória cômica, que fica clara no final. Nada mais aleḿ disso. E acredito que o autor não tinha outras intenções além de divertir seu leitor.

    ஆ Egocentrismo: Não gostei muito, apesar de ter achado a abordagem interessante. Faltou alguma coisa…

    ண Nota: 8.

  3. Tamara Padilha
    29 de janeiro de 2016

    Não entendi o desfecho, realmente. O marcão tinha algo a ver com a detetive, ou foi apenas uma coincidência? Bem escrito mas não me cativou.

  4. Matheus Pacheco
    29 de janeiro de 2016

    HAAAAAAAHHAAAAA, Grande Sirius, o final desse conto foi realmente muito inesperado e sensacional ao mesmo tento, principalmente pelo final.

  5. Nijair
    29 de janeiro de 2016

    .:.
    O Marido que sumiu (Sirius)
    1. Temática: Investigação. Auxílio profissional.
    2. Desenvolvimento: O clima de suspense perdura até o fim.
    3. Texto: Trocaria algumas vírgulas por travessões – eles caracterizam melhor os diálogos.
    4. Desfecho: Queria ouvir a voz dessa ‘detetive’… Teria voz de Marcão? Rs.
    Desenrolado!

  6. Thales Soares
    29 de janeiro de 2016

    Poxa! Ideia sensacional! Mas achei que falhou na execução.

    Comecei a leitura muito empolgado! O autor é habilidoso e soube instigar a curiosidade no leitor. Eu estava realmente adorando, eu queria realmente saber no que ia dar esse caso. Gosto muito de histórias de detetive. Conforme as palavras iam se esgotando, minha ansiedade aumentava, pois cada vez mais parecia que seria impossível o autor resolver o caso com as poucas palavras que lhe restavam.

    E então……. acabou!

    Sim, acabou meio que do nada. Tipo uma queda de força, no meio de uma grande festa.

    Para mim, nada indica que Kelly é o marido perdido. Só porque ele queria mudar de sexo e ser detetive? Acho que devem existir milhares de detetives mulheres por aí. Não me senti nem um pouco convencido.

    Tudo bem que é só uma piada do autor (eu acho…), mas achei que o conto prometeu demais, e no final não conseguiu cumprir aquilo que prometeu.

    De qualquer forma, boa sorte no desafio!

  7. Wilson Barros Júnior
    28 de janeiro de 2016

    Hahaha. Um microconto piada, estava sentindo falta. O Marcão mudou o nome logo para “Kelly”? A autora escreveu corretamente no tempo presente, pela primeira vez eu vi sem erros. Observem que “Kelly acabou” de mudar para a cidade, pretérito perfeito, antes do presente. Se o conto fosse narrado no passado, seria “acabara de mudar”, mais que perfeito, porque seria antes do passado em que estaria sendo narrado o conto. Muito bem feito. Obs: respeito muitíssimo a opinião de quem não gostou das aspas e prefere travessão, mas isso obviamente é uma questão de gosto. Há grandes autores que usam aspas (Moravia), travessões (a maioria), nada (Cormac McCarthy) e nada mesmo (Saramago).

  8. mkalves
    28 de janeiro de 2016

    Não fosse a última frase, que pareceu uma solução muito forçada, eu teria gostado bastante desse conto, mas talvez um outro desfecho não fosse possível de se realizar em 150 palavras.

  9. Fil Felix
    28 de janeiro de 2016

    Adoro loops!! Sempre bom ter uma pegada diferente nos desafios, levando nossa atenção a pontos pouco explorados, como é o caso de personagens trans (mesmo que aqui só fique nas entrelinhas).

    Eu terminei o conto, dei uma pausa, e depois ri. Apesar de deixar no ar, acho pouco provável que Marcão seja Kelly, ele teria titubeado ao ver a ex-esposa. Mas isso num mundo real. O que criou é bem mais caricato e deixa essas verossimilhanças de lado, caindo nas alegorias. Começando pelo nome Marcão, que denota masculinidade. Por um momento pensei que esse seria a continuação espiritual de um conto que fiz para um desafio, Forrou a Cama e Matou-se, onde o protagonista larga tudo pra “mudar de vida”.

    Só não gostei muito de como foi narrado. As aspas indicando os diálogos, apesar de achá-las mais interessantes, deixaram meio “bagunçado”. Acredito que aqui os velhos travessões se sairiam melhores. Há alguns erros também, deixando a parte estética muito simples.

  10. Nijair
    27 de janeiro de 2016

    Queria ouvir a voz dessa detetive… Teria voz de Marcão? Rs. Desenrolado!

  11. Swylmar Ferreira
    27 de janeiro de 2016

    Conto simples e gostoso de ler. Despretensioso, inteligente, boa criatividade deixando ao leitor imaginar se o Marcão era a Kelly. Merecia um espaço maior.
    Boa sorte.

  12. Kleber
    27 de janeiro de 2016

    Olá.

    Este conto me fez imaginar um destes memes da internet em loop eterno. Simplório, mas engraçado. Só foi uma pena que ao lê-lo, fiquei com os sentimentos meio misturados. Um pouco de divertimento e um pouco de consternação.

    Sucesso!

  13. Tom Lima
    26 de janeiro de 2016

    Algumas ideias não cabem em 150 palavras, essa é uma delas.

    Essa história abre tanto espaço, que seria impossível colocar tudo aqui, então ficou algo leve e quase engraçado. Logo imaginei uma investigação minuciosa, levando Kelly ao seu passado e até essa revelação. Uma mulher trans que abandona tudo pra se tornar quem é e, no processo, acaba entrando numa “alucinação” onde inventa um passado novo e esquece daquele antigo, mas ele vem bater na porta da sua nova profissão.

    A forma de diálogo acabou não dando a profundidade que essas personagens mereciam.

    Enfim, uma ideia muito boa, com uma execução legal, mas que parece não fazer jus ao potencial que tinha.

  14. Daniel Reis
    26 de janeiro de 2016

    Sírius, digo o seguinte:

    TEMÁTICA: a premissa é interessante, um pedido de ajuda. Só que o fato de ser a um detetive particular lembra muito várias histórias, inclusive o “Coração Satânico”, filme que eu gosto bastante e que fica incomodamente perto da história apresentada.

    TÉCNICA: razoável, serve bem ao propósito da história, sem querer brilhar por si mesma.

    TRANSCENDÊNCIA: pela associação ao filme citado, traz uma questão de identidade muito interessante, só não tem tanta construção quanto a narrativa cinematógráfica, até pelo limite de palavras proposto no desafio. Boa sorte!

  15. Miguel Bernardi
    26 de janeiro de 2016

    E aí, Sirius. Tudo bem?

    Incrível coincidência hahaha achei um conto divertido. Não tão bom, ou forte, mas claramente divertido. O final é até certo ponto esperado (em termos de não surpreender tanto). Funciona bem, rs.

    Grande abraço. Boa sorte

  16. Mariana G
    25 de janeiro de 2016

    É um conto divertido de ler, com um fim inusitado. É bom ler um conto assim no meio de tantos outros mais dramáticos.
    Boa sorte!

  17. Jowilton Amaral da Costa
    25 de janeiro de 2016

    É um conto médio, na minha opinião, claro. Fica a dúvida se o Marcão virou a detetive(Ui). É bem humorado, mas, sinceramente, não achei nada de mais, pouco me impactou. Boa sorte.

  18. rsollberg
    24 de janeiro de 2016

    É praticamente uma esquete, em linguagem audiovisual, inclusive no presente. É dinâmica, leve e traz uma surpresa no final,
    Os diálogos funcionaram, mas poderiam ser melhor lapidados. Se Marcão tivesse Alzheimer, você, por exemplo, poderia limar todas as repetições de memória.

    Esse trecho não soou legal, “Kelly acabou de mudar pra cidade, seu primeiro caso: encontrar o marido de Joana.” já que o conto todo é construído por diálogos, porque não aproveitar isso e levar essa informação junto? Tipo, “sou nova aqui, mas farei tudo que puder”. Apenas sugestões.

    De qualquer modo, parabéns e boa sorte!

  19. vitormcleite
    22 de janeiro de 2016

    olá, obrigado pela boa disposição, o texto está bem escrito e deixa-nos a rir, parabéns e desejo-te a maior sorte neste desafio

  20. Pedro Henrique Cezar
    20 de janeiro de 2016

    Muito legal! Um conto muito divertido e com diálogos interessantes! Parabéns!

  21. Laís Helena
    20 de janeiro de 2016

    Gostei, foi bem criativo! Leve e divertido.

    Me incomodou um pouco a narrativa no tempo presente, quebrou um pouco a leitura no começo, mas creio que foi mais questão de gosto pessoal que outra coisa.

  22. Cilas Medi
    19 de janeiro de 2016

    Muito bom. Esclareceu corretamente o sumiço do Marcão. A detetive não vai ter trabalho de investigar, somente fugir da Joana. Parabéns!

  23. Antonio Stegues Batista
    19 de janeiro de 2016

    Uma ideia muito boa, com as informações necessárias no ponto certo e o arremate final surpreendente. O bom conto para um desafio como esse, tem que surpreender de algum forma, principalmente no final, para fazer o leitor pensar.

  24. Evandro Furtado
    19 de janeiro de 2016

    Fluídez – 10/10 – dinâmico e cadenciado;
    Estilo – 10/10 – basicamente um grande diálogo permeado por narração;
    Verossimilhança – 10/10 – bom desenvolvimento de trama, só fui pegar a coisa pouco antes da revelação;
    Efeito Catártico – 9/10 – belam reviravolta que imprimiu um tom de humor. Fico pensando se a personagem se tocou logo após dizer a última frase.

  25. Leonardo Jardim
    19 de janeiro de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto antes de ler os demais comentários:

    📜 História (⭐⭐▫): divertida, despretensiosa, inocente, criativa e bem fechadinha. A dica de que a detetive estava chegando na cidade foi sutil e essencial, não pareceu forçada.

    📝 Técnica (⭐▫▫): sustentada por diálogos, mas um pouco simples demais.

    💡 Criatividade (⭐⭐⭐): achei bastante criativo.

    🎭 Impacto (⭐⭐⭐): aquele sorriso no final do texto é um sinal de que gostei, uma reviravolta interessante e apenas insinuada 🙂

  26. Marcelo Porto
    19 de janeiro de 2016

    Terminei com um sorriso e isso é bom.

    Gostei da dinâmica e ter jogado a responsabilidade de fechar a história pro leitor foi genial.

    Parabéns.

  27. Piscies
    19 de janeiro de 2016

    Que doideira! rs rs rs.

    Uma ideia bacana, meio cômica, meio “misteriosa”. Curti… mas também não curti tanto assim. Acho que não me empolguei tanto com o fato da detetive ser o tal do marido. É tão inverossímil que fica difícil imaginar a situação.

    Ou talvez eu não tenha ido com a cara do conto por que o nome do vira-casaca é o mesmo do meu (rs rs, brincadeira).

    A escrita está boa. Sem falhas.

    Boa sorte!

  28. elicio santos
    19 de janeiro de 2016

    O texto é tão bobo que agrada. Fica a dúvida se a detetive é o Marcão, ou se a esposa anseia mesmo que ela o encontre. Boa sorte!

  29. Daniel
    19 de janeiro de 2016

    É uma piada muito bem contada, sem dúvidas. Mas senti a falta de elementos que aproximassem o texto de um conto. Mesmo assim, o autor mandou bem na escolha dos nomes dos personagens e em montar o clímax final.

  30. Catarina
    19 de janeiro de 2016

    O INÍCIO descompromissado e ESTILO bem simples não revelou o principal da TRAMA de um retrato do cotidiano até a última palavra. PERSONAGENS bem nítidos e o FIM impagável graças a esperteza do autor. Gostei.

  31. Marina
    19 de janeiro de 2016

    Diálogo bem humorado. Desfecho inesperado. Narrativa leve. Achei legal.

  32. Simoni Dário
    18 de janeiro de 2016

    O conto é uma piada? Sabe aquela revista antiga, Seleções? (sei lá se existe ainda) Pareceu-me uma das piadas daquela revista, um texto descompromissado, mas que acaba divertindo, e parou por aí. Como enredo, pra mim, deixou a desejar, prefiro outro estilo de conto que faz rir. Mas valeu a leitura.
    Bom desafio!

  33. Jef Lemos
    18 de janeiro de 2016

    Olá, Sirius.

    Não funcionou comigo, infelizmente. A trama ficou pouco cansativa, e os diálogos iniciais não foram muito convidativos. O desenrolar também não me chamou atenção, tirando um pouco do prazer da leitura. Está bem escrito dentro desse estilo, mas não é o que costumo gostar.

    De qualquer forma, parabéns.
    Boa sorte!

  34. Eduardo Selga
    18 de janeiro de 2016

    OS CONTOS ARQUITETADOS a partir do diálogo, praticamente sem narração, costumam ter a vantagem da dinamicidade, como é o caso deste, mas quase sempre se recusam à elaboração linguística em prol do coloquial. O que, em si mesmo, não se trata de nenhum defeito, afinal em literatura a validade deste ou daquele instrumento depende do modo como foi usado e da habilidade do autor.

    Este conto, por exemplo, ao se privilegiar o impacto da surpresa final, a sugerida mudança de sexo do personagem, não quer a minúcia, talvez pelo receio de que . o contrário pudesse diluir o choque.

    Mas acho que não necessariamente isso ocorreria se, mesmo sem narração, as falas fossem melhor elaboradas, menos evidentes. Se o assunto gênero não causasse tantos dedos nas pessoas, de um modo geral, esse conto poderia ser entendido como uma piada. De bom gosto, diga-se.

    Nem tudo está entregue, contudo. Se Kelly é Marcão, a mudança não está apenas no corpo: também a “memória masculina” é apagada. Ou tudo não passa de um disfarce para que a personagem não perceba.

  35. mariasantino1
    18 de janeiro de 2016

    Oi, autor (a)

    Lembrei de um miniconto de um colega, mais ou menos assim:

    “De tanto apanhar da mulher mudou de sexo e pegou ela com a lei Maria da Penha .” (Putz, o dele era muito mais legal que isso).

    Pois bem, é bacana imaginar o que houve com o Marcão. Confesso que sou chata (no geral) com textos cômicos, mas esse eu gostei. Entretanto, não cabe uma interpretação mais pormenorizada, não tem visões relevantes, metáforas (algo que gosto bastante), é texto pra fazer rir – e ele cumpre esse papel. Bem, queria ter curtido mais.

    Sorte.

    Um abraço!

  36. Thata Pereira
    18 de janeiro de 2016

    Ah, para mim infelizmente não funcionou. Os diálogos logo no início não me agradaram, porque li o conto em um tom mais sério. Então esse estilo, diria, mais “jogado” na fala foi me incomodando. Eu eliminaria a frase “queria até trocar de sexo”, pois entrega o fim. Mas por outro lado, é com ela que compreendemos a história. “Ele andava meio ruim da cabeça”, será que Marcão reconheceu a esposa ou não?, foi a pergunta que realmente ficou para mim.

    Boa sorte!!

  37. Rubem Cabral
    18 de janeiro de 2016

    Olá.

    Achei o conto bem simpático e inteligente. O final deixa a dúvida no ar: teria a esposa procurado a detetive pq desconfiava que ela poderia ser o Marcão? Ou foi apenas coincidência que ele gostaria de ser detetive?

    Abraço e boa sorte.

  38. Andre Luiz
    17 de janeiro de 2016

    Bem, eu gostei do texto como um todo, da preocupação que o autor parece ter guardado ao escrever este conto. Preocupou-se em contar a história e omitir o grande final do conhecimento do leitor, o que acabou funcionando. Para muitos, isso foi suficiente, mas para mim, o desenvolvimento acabou deixando a desejar, pois destoou do início e do fim do conto, quando Kelly, a detetive/marido, revela não saber de nada, e ao final a esposa revela ao leitor que talvez possa ser mesmo o marido quem está na pele de Kelly. Colou, mas eu esperava mais. Boa sorte!

  39. Ricardo de Lohem
    17 de janeiro de 2016

    Começo, meio e fim; um plot twist, um mistério surreal (que doença é essa ?). Enfim, tudo que um microconto precisa ter e ser. Parabéns!

  40. Bia
    16 de janeiro de 2016

    Engraçado, eu ri, rs… Mas fiquei com uma pulga atrás da orelha: o micro conto foi baseado em uma piada já existente? Porque piadas do tipo são bem comuns, então aí a dúvida. Nada contra aspas nos diálogos. Rubem Fonseca usa aspas, assim como outros. Nas publicações de língua inglesa acho que é quase regra… Enfim, gostei do texto como um todo. E fico feliz pelo Marcão! =P

  41. Claudia Roberta Angst
    16 de janeiro de 2016

    Que coincidência é o amor, diria Cazuza – A moça procurou um detetive para encontrar o marido sumido e não é que o dito cujo estava ali na sua frente?
    Marcão que agora era uma mulher exercendo funções investigativas. Mudou de sexo e de profissão, realizando seus sonhos.
    Foi engraçadinho,não cheguei a rir, mas valeu a leitura. O autor soube contar a piada sem entraves.
    Boa sorte!

  42. Rogério Germani
    15 de janeiro de 2016

    O humor foi a base do conto, ainda que o final da “piada” seja previsível. Só não achei graça no excesso de aspas aplicado em tão curto espaço.

  43. Bruno Eleres
    15 de janeiro de 2016

    Uma leitura leve e interessante, que nos faz detetives (não muito bons). Para uma leitura rápida, este é um texto interessante; mas para uma leitura mais cuidadosa, surgem problemas na sugestão pretendida.

  44. Murim
    15 de janeiro de 2016

    É bom! Entre os contos que se pretenderam mais humorísticos, esse foi um dos mais engraçados da competição. Diverte e, sem entregar tudo, trata o leitor como adulto e deixa a ele a tarefa de ligar os pontos — embora o desfecho já vá ficando meio óbvio a partir da metade. No português, em regra, usa-se o travessão para marcar as falas, não entendi por que vc usou aspas.

  45. José Leonardo
    15 de janeiro de 2016

    Olá, Sirius.

    Seria óbvio demais para ser verdade, mas o flerte com a ideia (quando finalizamos a leitura) já vale meio conto. É um texto redondo, fechado em si, objetivo, anedótico. Não necessita ser destrinchado como algo hermético. O sorriso surge quando imaginamos a solução do caso. Agradou-me.

    Sucesso neste desafio.

  46. Pedro Luna
    15 de janeiro de 2016

    Kkkkk… lembrei do filme Coração Satânico.

    Achei uma leitura engraçada e leve. Para um micro conto, funcionou bem, pois teve ritmo e uma surpresinha no fim, apesar dela ser um pouco previsível. Acho que até o nome do personagem, MARCÃO, foi bem escolhido. Nome de machão, mas que queria virar mulher.

  47. Brian Oliveira Lancaster
    15 de janeiro de 2016

    BODE (Base, Ortografia, Desenvolvimento, Essência)

    B: Uma pegada cômica muito boa. Estava levando a sério, mas a frase final me fez sorrir. Simples, mas transmite bem as ideias. – 9
    O: O excesso de aspas, mesmo sendo necessárias, trava um pouco a leitura. Algumas frases precisavam de um pouquinho mais de revisão. – 7
    D: Apesar de se focar apenas em diálogos, gostei do resultado final. Consegue estabelecer o cenário sem dizer muito. – 8
    E: O impacto e aquela coçada de neurônios ao chegar ao final, se faz presente. – 8

  48. Sidney Rocha
    15 de janeiro de 2016

    Eu achei hilário. Mas, dentro da competição, me parece que ele fica mediano diante dos outros que já li. Nada contra, mas o uso das aspas não me agrada muito.

  49. Leda Spenassatto
    15 de janeiro de 2016

    Para mim, esse conto tem ares de piada.
    Relato bem humorado, ganhou minha graça, só não se perpetuou.
    Escrita leve e fluente.
    Abraços!

  50. Sidney Muniz
    15 de janeiro de 2016

    Eu ri!

    Foi muito legal, inocente, mas legal e realmente descompromissado.

    Para o limite de palavras até que ficou interessante e cheio de reviravoltas. O final é óbvio, sim, e dá até para perceber já quando fala que ele queria trocar de sexo.

    Mas mais fácil que matar a charada-piada é saber quem é o autor… hehe, a não ser que alguém tenha nos pregado uma peça!

    Num, geral achei bem eficiente.

    Parabéns e boa sorte!

  51. Gustavo Castro Araujo
    15 de janeiro de 2016

    Olha, bacana a ideia de transformar uma piada num conto. Nesse aspecto, o resultado ficou bem interessante. O problema é que a piada é ruim, telegráfica, e antes da metade já dá para sacar o desfecho. Quanto às aspas nos diálogos, não vejo problemas. Eu mesmo gosto de usar o recurso, até porque um travessão equivale a uma palavra no contador do word e isso, num desafio de limite exíguo, pode fazer muita diferença.
    Enfim, não curti muito, não.

  52. Fabio Baptista
    14 de janeiro de 2016

    Vou falar uma coisa, espero que não leve a mal… sabe aquelas piadas tão bobas que a gente acaba dando risada? kkkkkk

    Então, foi o caso aqui. Marcão vira Kelly e realiza o sonho. rsrsrs

    Totalmente inocente, descompromissado e inverossímil, mas…gostei! 😀

    Abraço!

  53. Davenir Viganon
    14 de janeiro de 2016

    O final surpreendeu e eu achei até engraçado. Marcão será Kelly? é a pergunta obvia. Na verdade a resposta não importa o objetivo (acredito eu) era simples e os diálogos construirão bem a situação, sem entregar tudo antes.
    Esteticamente acho o travessão mais bonito e fácil de ler, mas isso é o de menos.
    Muito bom seu conto!

  54. André Lima dos Santos
    14 de janeiro de 2016

    Bem poluído visualmente mesmo. Embora com diálogos bem leves e prazerosos, achei um pouco clichê.

    Boa sorte no desafio!

  55. Anorkinda Neide
    14 de janeiro de 2016

    Olá! Achei as frases um tanto simplórias… mas como diálogos se imputa isto aos personagens, tudo bem.. hehe
    por falar em diálogos, não costumo achar nem ruim nem estranho o fato das Aspas… porém num microconto, acredito que elas dominaram o texto, sabe? Meio que ficou poluído visualmente…
    neste detalhe: ‘aspas’, acho que deduzo quem é o autor 😛
    .
    Gostei do enredo e do clímax final.
    Parabéns.

  56. Daniel Vianna
    14 de janeiro de 2016

    Caraca! Agora eu fiquei com a pulga atrás da orelha. Será que Marcão é Kelly? O conto me deixou com essa dúvida e eu achei divertido. Se foi essa a intenção, parabéns. Se não, aguardo os esclarecimentos e outros comentários, e, então, complemento o meu. De todo modo, boa sorte.

  57. Renata Rothstein
    14 de janeiro de 2016

    O marido que sumiu estava ali o tempo todo? rs inteligentíssima a forma com que o conto foi conduzido.

E Então? O que achou?

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Informação

Publicado às 14 de janeiro de 2016 por em Micro Contos e marcado .