EntreContos

Detox Literário.

Cadela (Cilas Medi)

— Vem cá, Vera, o que você acha, vou anunciar assim, mostrando.

Oferecemos o serviço de cópula para cães infernizados pela falta de companheira. O valor é de acordo com os exemplares caninos ofertados. O tamanho não é documento. Tanto deles como delas. Tratar aqui.

Lembre-se: o seu cão agarra o estrado ou a almofada todos os dias?  Quantas vezes?

Ele não incomoda? E se for à frente das visitas?

Portanto, o serviço é completo, total satisfação. Somos lindas, quatro patas, pelo lustroso e bem tratado, com xampu de ervas e afrodisíaco.

Trate bem o seu cão.

Cadela. Serviços de acompanhamento e treinamento sexual. Estamos com a ala feminina, para as afoitas e sempre no período de cio. Ótimos garanhões.

Acertamos a possibilidade de contrato mensal. Aproveite a oferta. Descontos progressivos.

— Engraçadinho, retrucou. Somos um pet de respeito. Riram os dois.

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57 comentários em “Cadela (Cilas Medi)

  1. Miguel Bernardi
    29 de janeiro de 2016

    E ai, tudo bem?

    Não gostei do tom empregado e do humor negro presente… O texto não tem erros, ao menos pelo que notei, mas a temática e o desenvolvimento não me agradaram. Desculpe.

    Abraços e boa sorte.

  2. Nijair
    29 de janeiro de 2016

    .:.
    Cadela (Osso Amado)
    1. Temática: Humor negro
    2. Desenvolvimento: Não agradou.
    3. Texto: Sem deslizes significativos.
    4. Desfecho: O texto ‘desrespeita’ a liberdade canina e se autodenomina de respeito? Estranho, contrassenso.
    Sem muita graça… Humor negro, penso.
    Boa sorte!

  3. Tamara Padilha
    29 de janeiro de 2016

    Não gostei!
    Acho que o autor tentou fazer um conto bem humorado mas… não me atraiu. Foi bem escrito, parabéns.

  4. Thales Soares
    29 de janeiro de 2016

    Meu…….

    Desculpe, mas acho que não entendi nada. Não entendi a proposta do autor, e muito menos a história que me está sendo contada.

    Esse conto na verdade não passa de um anúncio. É uma forma estranha e diferente de se elaborar um texto. Mas, pelo menos para mim, isso não funcionou.

    Mais sorte na próxima vez.

  5. Wilson Barros Júnior
    29 de janeiro de 2016

    Hahahahahahahah, que legal. Viagens, viagens, viagens… Eu acho que os cães é que infernizam a vida do dono, esfregando-se nas almofadas, constrangendo-nos quando as tias idosas vêm nos visitar.

    Cadelas afoitas no cio…

    Muito bem dito, muito bem escrito. Aliás, a ideia é excelente, eu estava mesmo procurando um negócio para montar. Diferentemente da Vera, não vejo desrespeito nenhum nisso. Como eu citei no conto da “Cumplicidade”, Manoel Puig falou a coisa mais certa do mundo: “Cada vez me convenzo más de que el sexo es la inocencia misma.”

    Conto cheio de insinuações, talvez role alguma coisa entre o dono do pet e a vera…

  6. Tom Lima
    29 de janeiro de 2016

    Me parece que errou no formato. Talvez se o conto fosse o anúncio em si ficasse melhor. O diálogo soou estranho e sem propósito.

    Chega a ser engraçado, mas não agrada como conto.

  7. Fil Felix
    28 de janeiro de 2016

    “Procura-se cadelas ambiciosas, pagamento em dinheiro, ótimas comissões.”

    Não entendi muito bem se há uma história propriamente dita. Me pareceram aqueles adesivos que vemos nos orelhões da vida, só que ao invés de mulheres, temos cachorras. Não sei se a comparação foi das melhores (acho que gatas seria mais interessante), mas me fez rir em alguns momentos. Então, como conto cômico, já ganhou alguns pontos!

  8. mkalves
    28 de janeiro de 2016

    Buenas…. Parto do princípio que piada que tem que explicar, não é boa. Aliás, era mesmo piada!? Sei lá, não convenceu nem entreteu.

  9. Nijair
    28 de janeiro de 2016

    Sem muita graça… Humor negro, penso. Boa sorte!

  10. rsollberg
    28 de janeiro de 2016

    Infelizmente não gostei.

    Não achei graça no tal “comercial”, as piadas não funcionaram comigo. Ficou parecendo aquelas esquetes do Casseta, na época do Tabajara,

    Achei que o final fosse trazer alguma coisa nova, que justificasse a ação do protagonista, Surgiu apenas uma personagem contestando a piada, e com um “Riram os dois”, no próprio diálogo, sem marcação.

    De qualquer modo, parabéns e boa sorte.

  11. Mariana G
    27 de janeiro de 2016

    Então… o humor não funcionou comigo, achei a idéia boa e a exposição competente, mas como texto humorístico não me fez rir. Sinto muito e boa sorte!

  12. Swylmar Ferreira
    27 de janeiro de 2016

    Penso que o autor tentou fazer um texto cômico.
    Não gostei do enredo e não vi tanta criatividade assim. Mas valeu a tentativa.
    Boa sorte.

  13. Jowilton Amaral da Costa
    26 de janeiro de 2016

    Não gostei muito. A escrita é simples, sem erros, mas, penso que deveria ser mais elaborada. Boa sorte.

  14. Daniel Reis
    26 de janeiro de 2016

    Amado, aí tens as minhas impressões:

    TEMÁTICA: interessante e inesperada – mais do que uma história, uma lição de empreendedorismo…

    TÉCNICA: firme, bem contada, a história mantém o interesse até a conclusão. Não apresenta um clímax, mas nem por isso deixou de ser interessante.

    TRANSCENDÊNCIA: acho que a limitação de palavras também impediu que a história se desenvolvesse, parece um argumento para uma história maior. De qualquer forma, a narrativa é bem original, a meu ver. Parabéns!

  15. Eduardo Selga
    25 de janeiro de 2016

    Contar um conto não é contar uma estorinha: é preciso elaboração estética, para além de uma boa ideia.

  16. Elicio Santos
    25 de janeiro de 2016

    O texto não apresenta um conflito nem delineia personagens. A ideia é criativa, mas parece mais uma crônica do dia a dia do que um miniconto, no sentido técnico do termo. Não gostei.

  17. vitormcleite
    24 de janeiro de 2016

    olá, viva o humor, obrigado por me fazeres rir, o texto está bem escrito, com uma ou outra falha de revisão, nada de mais, olha, boa sorte aí no desafio.

  18. Andre Luiz
    23 de janeiro de 2016

    Concordo com outros comentaristas quando dizem que o conto foi muito cômico. Pelo que entendi, a intenção maior do rapaz era satirizar estes anúncios fantásticos que prometem milagres e acabam não cumprindo nem 10%, além de criticar a própria sociedade ao vender algo com que não conseguem arcar. Enfim, uma crítica dentro de um conto bem-humorado. Boa sorte!

  19. Anorkinda Neide
    23 de janeiro de 2016

    Oi!
    Eu acho que sim, a primeira frase fica! haha Só não entendi a palavra ‘mostrando’… oi?
    Mas tudo bem, seguiu o rapaz se divertindo enquanto bolava o anúncio gozação, a gente se diverte junto.
    Terminou de forma simpática. ok.
    Acredito que antes da primeira frase, colocando o nascimento da ideia dele sobre o anúncio engraçadinho, poderia dar um de ser um conto mais completo.
    Mas sei do apertado do limite…
    No geral, eu gostei. 🙂
    Abraço

  20. Marina
    23 de janeiro de 2016

    Foi uma boa ideia e bem executada. O tom irônico deu vida à narrativa e a frase final me fez abrir um sorriso. Me ganhou no sorriso.

  21. Catarina
    22 de janeiro de 2016

    A frase no INÍCIO achei desnecessária. FILTRO está razoável, mas o ESTILO não passou a graça que pretendia. O que é TRAMA? Diz-se do enredo feito para dar sentido nas ações e criar emoção no espectador. Comigo não funcionou. PERSONAGENS fracos e o FIM me deu um certo alento em ter um desenvolvimento: saber que é uma pet.

  22. Simoni Dário
    22 de janeiro de 2016

    Texto divertido, sem maiores pretensões. Criativo com certeza. Parabéns!
    Bom desafio!

  23. Leonardo Jardim
    22 de janeiro de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto antes de ler os demais comentários:

    📜 História (⭐▫▫): é uma ideia divertida, mas muito simples. O anúncio ocupa praticamente todo o conto. Acho que poderia ter tido mais história.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): boa, sem problemas.

    💡 Criatividade (⭐⭐▫): seria um serviço útil. Achei criativo.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): não gostei muito, nem achei muita graça. Esperava um pouco mais depois de toda a apresentação feita.

  24. Pedro Henrique Cezar
    22 de janeiro de 2016

    Achei um conto divertido. Uma situação cotidiana com um ar cômico interessante. Parabéns!

  25. Antonio Stegues Batista
    21 de janeiro de 2016

    Bom texto cômico. No meio de tanta coisa séria é bom ler algo engraçado. Valeu! Original, sem dúvida.

  26. Gustavo Castro Araujo
    20 de janeiro de 2016

    Um conto divertido, engraçadinho, em que o autor se propôs a fazer rir. Nada mais que isso. Meio minuto de diversão. Valeu!

  27. Evandro Furtado
    20 de janeiro de 2016

    Fluídez – 10/10 – nada que trave o texto;
    Estilo – 10/10 – gostei da ousadia e do humor passados;
    Verossimilhança – 10/10 – foi uma trama bem construída;
    Efeito Catártico – 7/10 – não teve nada demais, mas deu pra divertir.

  28. Daniel
    20 de janeiro de 2016

    É uma piada bem escrita, sem dúvidas, mas não achei muito ideal ao formato de conto. O diálogo final, no entanto, é o ponto alto do texto todo. Boa sorte ao autor ou autora!

  29. Thata Pereira
    19 de janeiro de 2016

    Pensei que ia rolar uma espécie de zoofilia aí… o fim, infelizmente caiu em um ponto comum. Ruim? Não, mas o anúncio toma conta de praticamente todo o conto e ele não era o mais atrativo da história.

    Boa sorte!

  30. Matheus Pacheco
    18 de janeiro de 2016

    Cara, muito bom, no começo eu pensava quera um “Planeta dos macacos” com cães.

  31. Leda Spenassatto
    18 de janeiro de 2016

    Então, fique referenciando a sua história, buscando um
    pouco de surpresa, que não apareceu.
    Um Pet Shop diferenciado he he he he
    Sucessos!

  32. Rubem Cabral
    18 de janeiro de 2016

    Olá.

    A ideia de uma espécie de serviços de acompanhantes caninos para pets que vivem “à seca” é divertida. A escrita está ágil e algumas frases são engraçadas, embora outras tenham soado confusas, feito: “Estamos com a ala feminina, para as afoitas e sempre no período de cio”.

    Abraço e boa sorte.

  33. Kleber
    18 de janeiro de 2016

    Olá, Osso Amado!

    Sabe aquela velha pergunta do Chaves: “groselha, limão ou tamarindo?”
    Então, esta foi a minha sensação ao ler e reler seu conto. Diria que ele ficou com cor de groselha, sabor de limão e aroma de tamarindo.
    A cada frase a nuança mudava um pouco, apesar de seguir um roteiro linear. E no final ficou meio indefinido se o texto é de humor simples, irônico ou referencial.
    É interessante o tipo de abordagem que tentou, mas o resultado da experiência não trouxe a identificação do e com o leitor.

    Na minha humilde avaliação, ficou 50/50.

    Sucesso!

  34. Bia
    18 de janeiro de 2016

    Uma ideia que não me cativou pela falta de elementos. Foi quase só o anúncio, sei lá…Desculpe, mas não me conquistou. Talvez se elaborado de outra forma… Boa sorte!

  35. Renato Silva
    17 de janeiro de 2016

    Achei o texto bem bolado, de humor leve e bem feitinho.

    Senti uma insinuação sexual no meio de toda aquela fala. Parece um diálogo de casal, provavelmente jovem e bem ativo. Muito bom.

    Boa sorte.

  36. Sidney Muniz
    17 de janeiro de 2016

    Bastante descontraído, descompromissado mesmo, e isso é válido.

    Os diálogos são interessantes, mas o texto em si não causa um impacto, não tem sequer aquele momento de tensão ou aquela frase de efeito. Não cativa e isso [e um problema.

    No mais parece ter sido mesmo um conto escrito sem o compromisso de surpreender.

    Parabenizo ao autor(a) pelo talento e desejo boa sorte!

  37. Pedro Luna
    16 de janeiro de 2016

    Infelizmente não gostei. Acredito que o autor deve mudar a primeira frase. Aquelas vírgulas tão travando um pouco o andamento e já no início, o que considero um pequeno problema.

    Quanto a trama, não a enxerguei. Vi uma passagem que deseja fazer humor, mas que não funcionou. Por outro lado, o texto tem um aspecto que parece fazer uma crítica. Seria esse o caso?

  38. Sidney Rocha
    16 de janeiro de 2016

    A ideia é bem legal, mas você podia ter “lido menos” e dialogado mais em seu texto.

  39. mariasantino1
    16 de janeiro de 2016

    Hum… :/

    Pois é, não tenho muito o que comentar. Ao meu ver seu texto é como aquelas histórias em que o personagem se aventura e depois desperta, mostrando que tudo o que foi vivenciado não passava de sonho. Li e esperei por algo mais, que não veio.

    Dessa vez não funcionou comigo.

    Sucesso.

  40. Arthur Zopellaro
    16 de janeiro de 2016

    Achei o diálogo confuso.
    Assumo que o texto central seja o de um banner/poster, mas fiquei um pouco perdido por falta de descrição.

    Acredito que o texto tenha sido voltado pra um publico específico que não faço parte.

    Boa sorte!

  41. Rogério Germani
    16 de janeiro de 2016

    Uma piada interna para o setor de pets.
    Como não há uma trama maior, valeu pelo sorriso esboçado.

  42. Ricardo de Lohem
    16 de janeiro de 2016

    Humor sem graça nenhuma e sem sentido. Não tem enredo, nem nenhuma qualidade desejável em um microconto. Muito fraco,uma piada que não deu certo. Boa sorte, mas da próxima vez capriche mais um pouco.

  43. Fabio Baptista
    15 de janeiro de 2016

    Diálogo bom, mas a cena toda não me conquistou.
    Nem sei se era bem a intenção “contar uma piada”, mas provavelmente o impacto do conto depende da graça que o leitor vai encontrar na situação toda – se não graça para gargalhar, ao menos para se simpatizar.

    Não vi muita graça, infelizmente e acabei não me simpatizando o suficiente.

    Abraço!

  44. Bruno Eleres
    15 de janeiro de 2016

    Remeteu à escrita do Rick Moody, que construiu alguns contos como propagandas ou sinopses de livros a ser vendidos em um sebo fictício. Ao contrário do que muitos acreditaram, não achei que o conto tinha o intento de ser cômico, mas sim de fugir à norma de contar uma história com início-meio-fim, clímax, etc., e essa fuga do tradicional é interessante.

    Acho que a conversa entre os dois personagens atrapalha essa proposta (caso seja ela) e que a propaganda podia ser melhor construída.

  45. Laís Helena
    15 de janeiro de 2016

    Senti que o objetivo era mais contar uma piada do que uma história. A piada não me cativou, achei que faltou o elemento surpresa, algo que trouxesse o inesperado. O anúncio poderia estar destacado de alguma forma. No último parágrafo, é necessário separar a fala da narrativa.

  46. Davenir Viganon
    15 de janeiro de 2016

    Faltou o “Time” no conto humorístico para me fazer rir. Não funcionou comigo, talvez se fosse mais curto e menos contado funcionaria, mas não saberia dizer ao certo. Não gostei.

  47. Murim
    14 de janeiro de 2016

    A exemplo de outros deste mesmo concurso, esse é um conto-piada. Mas não funcionou, a piada é entre os protagonistas do conto, o leitor fica de fora, não vê a mesma graça. Também encontrei alguns problemas de pontuação que deixam a leitura um pouco confusa e atrapalha o ritmo (essencial para se fazer rir).

  48. Jef Lemos
    14 de janeiro de 2016

    Olá, Osso Amado.

    Devo dizer que seu conto não me prendeu. Talvez se você tivesse contado mais ao invés de só mostrar, tudo seria diferente. Não achei engraçado, tampouco. Infelizmente.

    De qualquer forma, parabéns pelo trabalho.

    Boa sorte!

  49. Jef Lemos
    14 de janeiro de 2016

    Olá, Osso Amado.

    Devo dizer que a história não me conquistou. Não consegui achar engraçado e nem vi muito sentido na leitura, infelizmente. Talvez se tivesse contado um pouco mais do que mostrado, o conto teria um pouco de consistência.

    De qualquer forma, parabéns.

    Boa sorte!

  50. Daniel Vianna
    14 de janeiro de 2016

    Bom humor. No entanto, achei que faltou o “timing” típico do “humorista, e o anúncio” podia ser menor. Pelo menos melhorou o astral do desafio. Boa sorte.

  51. harllon
    14 de janeiro de 2016

    Não vejo o encontro do seu texto com o gênero conto. A divisão em parágrafos apresentada em seu texto ficou massiva e um tanto entediosa.

  52. Claudia Roberta Angst
    14 de janeiro de 2016

    Então, autor, como direi isso a você? A brincadeira da propaganda de favores sexuais das cadelinhas não me pegou. Não vi muita graça ou originalidade no texto. Já sabia que se tratava de cachorros, então não fiz relação com possíveis tarados e carentes de atenção.
    Não está mal escrito, só achei sem graça. Longe de mim dizer que está morno. Só não me cativou.
    Boa sorte!

  53. Marcelo Porto
    14 de janeiro de 2016

    Esse não me pegou. Não achei nem engraçado.

    Dei o tempo regulamentar, reli e não adiantou.

    Boa sorte!

  54. José Leonardo
    14 de janeiro de 2016

    Olá, Osso Amado.

    Não tem como não se cativar. Um microconto sem compromisso com impacto; é leve e divertido. É gostar (no meu caso) sem consumir corriqueiramente textos com essa pegada. Estranhei uma crase num dos parágrafos, mas não posso cravar se está no lugar certo ou se poderia ser substituída por contração prepositiva.

    Sucesso neste desafio.

  55. Brian Oliveira Lancaster
    14 de janeiro de 2016

    BODE (Base, Ortografia, Desenvolvimento, Essência)

    B: Texto bem inusitado, mas divertido em sua abordagem. – 9
    O: Entendi a divisão pretendida, mas acho que na parte do anúncio caberia bem colocar aspas. Tive de ler duas vezes para captar o contexto. Na segunda leitura, entendi a parte do “jornal”. E aí tudo fez mais sentido. – 8
    D: Com seu jeito de fábula, cativa à primeira vista. A execução segue a linha de um dia a dia incomum, até entendermos quem são os protagonistas. Não teve tanto impacto o final, pois o anúncio já entrega algumas coisas, mesmo assim funciona como um todo. – 8
    E: É focado em apenas um evento, sem cenário específico – senti falta da ‘localização’ do enredo. – 7

  56. Renata Rothstein
    14 de janeiro de 2016

    Boa, a viagem na “propaganda de serviços sexuais para pets”, a descrição dos serviços poderia estar mais organizada, mas gostei!

  57. piscies
    14 de janeiro de 2016

    Uma piada do dia-a-dia. Deu para abrir um sorriso =)

    Achei a escrita um pouco confusa, mas sem erros significantes. Curti o tom cômico.

    Boa sorte!

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Publicado às 14 de janeiro de 2016 por em Micro Contos e marcado .