EntreContos

Literatura que desafia.

Sarjeta dos Robôs (Pedro Luna)

A porta do HOJO BAR se abriu e Bentley foi arremessado violentamente para fora. O dono do lugar, Hojo, um enorme robô modelo Nexus (com bigode), apareceu na porta e mandou o seu recado:

– A próxima vez que você voltar aqui sem dinheiro para pagar a bebida, afrouxo os seus parafusos de pancada.

A porta do bar foi fechada e Bentley levantou-se praguejando.

– Filhos da puta. Eu não bebo mais nesse lugarzinho. A cerveja tem gosto de óleo de foguete.

Estava frio ali fora, Bentley acendeu um cigarro e olhou para a noite sobre si. No alto, algumas naves coletoras de lixo faziam a sua ronda. Vê-las lhe despertava um estranho sentimento que ele preferia afogar com alguma bebida bem gelada. Se não era bem vindo ali, podia ir beber em outro bar. Afinal, ali na Sarjeta dos Robôs, só o que não faltavam eram bares pequenos e imundos, onde com um pouco de sorte, um robô duro podia beber algo de graça.

Abotoou o último botão do casaco e começou a caminhar pelas vielas escuras e mal iluminadas, deparando-se com alguns estabelecimentos fechados e com outros onde ele sentia cheiro de confusão: bares onde Cyborgs bebiam. Robôs e Cyborgs não se davam muito bem naqueles tempos de crise. Sabe como é, um tirando o emprego do outro. Mas no fim, todos cumpriam apenas o mesmo papel: trabalhar até ser substituído por outro modelo, mais moderno e eficiente

Em uma esquina, ele viu uma puta robô utilizando uma chave de fenda para apertar alguns parafusos de sua perna, provavelmente frouxos devido a uma recente sessão de Amor Robô. Bentley bem estava com vontade de um sexo mecânico, por isso apertou o botãozinho na lateral da sua perna esquerda e o compartimento de moedas se abriu. Estava duro. Nenhuma moedinha. Só uma embalagem de chiclete que ele esquecera de jogar no lixo na noite anterior.

– Vai querer, amor? – perguntou a puta, exibindo as pernas recém remontadas.

– Um cigarro paga?

A puta sorriu.

– Enfia o cigarro no cu – e dito isso, deu as costas e sumiu em alguma viela escura.

Desanimado, Bentley decidiu ir até o extremo norte do bairro, onde ele podia sempre contar com o LATA VELHA, um bar não recomendado para robôs industriais e outros tipos certinhos.

No meio do caminho, quando atravessava uma viela estreita que servia de atalho, viu que havia uma mulher sentada em um banco na frente de uma loja de parafusos fechada. O robô ficou surpreso, pois era bem raro ver um ser humano naquele bairro. Principalmente uma mulher. Ela não conseguiria reagir se algum robô quisesse lhe fazer algum mal. Ou pior, se um Cyborg frustrado quisesse descontar a sua demissão em alguém.

A mulher tinha longos cabelos ruivos e estava de cabeça baixa, abraçando o próprio corpo, provavelmente tremendo de frio. Enquanto se aproximava, o robô achou que ali estava uma excelente oportunidade. E se ela estivesse perdida? Ou com algum outro tipo de problema? Ele podia se oferecer para ajudar. Quem sabe ganharia alguma gorjeta? Um trocado suficiente para molhar a garganta? Valia a pena tentar.

– Moça? – disse o robô, se aproximando sem muito alarde.

A mulher levantou a cabeça e Bentley achou que já tinha visto aquele rosto em algum lugar. Decidiu ver se o seu sistema interno de busca ainda funcionava. Nem lembrava a última vez em que o utilizara. Em questão de segundos, o seu scanner presente nos olhos registrou a mulher e logo o seu ainda eficiente (uma surpresa após tanto álcool ingerido) sistema de busca encontrou um nome e um histórico.

HUNT, ALEXIA. ASTROFÍSICA. PILOTO DE ESPAÇONAVES.

– Eu sabia – disse. – Eu conheço você, moça. Eu já te vi na televisão.

A mulher, Alexia, deu de ombros. Os seus olhos estavam molhados, sinais de choro.

– Não dá para acreditar – ela deixou sair uma risada cansada. – Eu venho para esse buraco justo para não ser reconhecida e o primeiro ser que passa por mim já me reconhece.

Bentley achou aquela conversa estranha, mas decidiu insistir. Pensava em uma provável recompensa.

– Desculpe, senhora – ele tentava parecer educado. – Todos os robôs do meu modelo possuem sistema de busca e identificação.

– Tudo bem – ela disse e voltou a baixar a cabeça. – Eu não quis ser grossa.

– Mas não foi, madame. – Bentley fez uma careta, arrependido com aquele ‘’ madame’’. Não podia ter soado mais falso. – Bom… você está precisando de ajuda? Não é comum ver uma mulher nesse lugar. Está perdida?

Alexia negou com um gesto de cabeça.

– Já disse que vim para cá para não ser reconhecida. Bem… pelo menos não por pessoas.

Os dois, ser humano e máquina, ficaram olhando um para o outro, e o robô, pressionado pela vontade de continuar aquela conversa, fez uma óbvia pergunta.

– Porquê?

Alexia congelou. Abaixou a cabeça e fitou as mãos pálidas, e pouco depois começou a chorar.

– Porque eu não sei o que fazer… – ela sussurrou, em meio a soluços. – Eu… eu… preciso de ajuda.

Aquela era a deixa que Bentley precisava.

– Qual o problema, senhora Alexia? Talvez eu saiba como ajudá-la. Eu sou um robô administrativo, trabalhei muitos anos no setor de logística de uma empresa de coleta de lixo. Sou bom em resolver problemas.

A mulher tentou sorrir e olhou para o alto. O céu vermelho devido a poluição, escondia as estrelas, mas ela parecia ver além.

– Você sabe da missão ARTORIAS? – ela perguntou. – Sabe do que se trata?

Bentley assentiu com a cabeça. A missão ARTORIAS estava nos principais veículos de comunicação nos últimos, pelo menos, cinco anos. Tratava-se de uma missão que estava sendo preparada pela NASA 3, onde uma equipe de seis astronautas iriam fazer uma viagem para pousar no planeta Artorias. Um misterioso planeta que por milhões de anos ficou escondido sob um manto de poeira cósmica e que, apesar de vários cientistas e astrofísicos já tivessem provas de sua existência, somente nos últimos cinco anos deu o ar da graça. Libertando-se da poeira e surgindo magistralmente na escuridão do espaço.

Artorias era vermelho. Mas não como Marte. Artorias era de um vermelho opressor. Um vermelho sangue.

– Conheço a missão. E você é uma das astronautas, não é?

Alexia balançou a cabeça.

– Sim. Quer dizer, eu era… na verdade, não sei mais.

– Porquê? – perguntou, Bentley, acendendo outro cigarro e oferecendo a carteira para Alexia, que recusou. A mulher levou as mãos ao ventre e mordeu o lábio antes de prosseguir.

– Porque… eu estou grávida. É por isso.

Bentley não soube como continuar. Perguntas óbvias não era necessárias, e ele se esforçaria em não fazê-las. Astronautas grávidas não seriam permitidas em uma missão como a ARTORIAS. E se o robô lembrava bem, ela seria posta em atividade em pelo menos seis meses. E a barriga de Alexia não aparentava nem quatro meses de gravidez. Estava explicado o choro. A mulher vivia um dilema, e aquilo era algo que o robô conhecia bem.

– Fui descuidada – foi Alexia quem voltou a falar. – Eu e meu marido, fomos estúpidos. E agora eu corro o risco de não participar da missão. De não ser uma das primeiras pessoas a botar os pés naquele planeta.

– O seu marido sabe… da gravidez? – O robô perguntou, mas já tendo alguma noção de onde aquilo iria chegar.

– Não – Alexia sussurrou.

Bentley acertara em cheio. Até mesmo a vontade de tomar uma cerveja havia se atenuado. Estava com pena da mulher. O robô olhou para o céu e viu mais uma vez a nave coletora sobrevoando o bairro. Decidiu dizer o que pensava.

– Senhora… – ele começou. – Por favor, não tire o seu bebê.

Alexia o encarou com um pouco de surpresa, mas logo amoleceu novamente e duas lágrimas lhe caíram sobre as bochechas.

– Como sabia?

Bentley deu de ombros.

– Eu menti quando disse que era um robô administrativo. Na verdade, sou um modelo robô-lixeiro. Trabalhava em uma daquelas naves lá em cima. Fui despedido há dois anos por causa da bebida. Desde então vivo por aqui, na Sarjeta dos Robôs, bebendo e passando o tempo. Conheço tudo o que há de ruim nesse monte de merda. E sei das clínicas de aborto que existem por aqui.

Alexia não aguentou ouvir aquilo e caiu novamente no choro. Bentley esperou ela se recompor e sentou ao seu lado no banco, acendendo outro cigarro.

– Eu não tenho esperanças de voltar – disse. – Sei que existe um robô mais novo em meu lugar e que também não há um lugar para mim. Estraguei tudo por causa da bebida, e eu sei que esse é o maior clichê do mundo, mas funcionou para mim. Esse lugar, esse bairro, está cheio de máquinas que estragaram tudo de alguma forma. E, você, Alexia, se está aqui você sabe que o seu destino é estragar tudo, mas para isso precisa escolher.

– Como assim? – ela ainda soluçava.

– Se você ficar com o seu bebê, irá estragar a sua participação na missão. E se você está aqui, sei que a missão é importante para você. Já se fizer o aborto, irá estragar a sua vida e o seu casamento, mesmo que inicialmente não pareça e mesmo que volte a ter filhos um dia. Acredite, eu sei muito sobre arrependimentos. Eles sempre vem. Sua vida não será mais a mesma.

– Mas… mas você é um robô. Como pode saber sobre isso? Arrependimentos, escolhas?

Bentley sorriu e levantou o cigarro.

– Olhe para isso. Robôs fumando, bebendo, estuprando, realizando abortos, e sendo amotinados em um bairro escuro e sujo quando chegam ao fundo do poço? Bom, eu não vejo muita diferença entre eu e você. Entre nós e vocês.

Alexia ficou em silêncio e voltou a encarar o chão. Um minuto depois, ela suspirou e disse:

– Não sei se vou conseguir viver sabendo que no futuro eu falarei sobre a Missão ARTORIAS sem mencionar que eu também estive lá. Não sei se suportarei essa lacuna na minha história.

Bentley levantou-se e olhou novamente para as naves de lixo voando no céu.

– Bom, Alexia. Escolha a lacuna que vai fazer parte da sua vida. Mas eu continuo com a minha opinião. Não tire o seu bebê. Tenho a ligeira impressão de que isso seria o pior.

A piloto de espaçonaves acariciou levemente a barriga e assentiu com a cabeça.

– Bom – disse Bentley. – Eu estou com muita vontade de beber e preciso mesmo ir andando. Quer que eu te acompanhe para fora daqui?

– Não precisa – respondeu a mulher, que ainda acariciava o ventre. – Eu sei me cuidar sozinha, obrigado.

Bentley foi embora sem olhar para trás. Precisava apenas de uma bebida gelada para novamente esquecer qualquer tipo de problema.

****

Algum tempo depois, Bentley estava bebendo no balcão do HOJO BAR, quando parou para prestar atenção na televisão ao fundo e viu que era uma notícia sobre a Missão Artorias. O repórter dizia que os seis astronautas entrariam na fase final de preparação, que incluía exames médicos e um período na cápsula de isolamento. As imagens mostravam os seis membros da tripulação, e entre eles, estava Alexia. A mulher dos longos cabelos ruivos sorria bastante, acenava para as câmeras e parecia muito orgulhosa de si mesmo.

Bentley sorriu e deu um longo gole em seu Uísque.

Mas até quando, Alexia? Pensou.

Até quando?

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49 comentários em “Sarjeta dos Robôs (Pedro Luna)

  1. infoman32
    14 de dezembro de 2015

    Publiquei seu conto na minha timeline.

  2. Marcos Miasson
    11 de agosto de 2015

    O “Bentley” foi mesmo uma homenagem? rs
    Bom conto, mas tive um problema em aceitar a idéia de um robô fazendo coisas humanas demais… Minha suspensão de descrença não funcionou desta vez. MEa culpa, rs

    A narrativa em si, está bem executada, e acredito que você deve exercitar sua escrita já ha algum tempo. Obrigado pela estória!

  3. Renato Silva
    11 de agosto de 2015

    Olá.

    Vi um toque de humor neste conto; não dá para levar a sério um robô-bebum, não é mesmo? Achei curioso o texto citar que robôs e ciborgues eram comuns, mas não seres humanos. O conceito de ciborgue é muito amplo. Em essência, o ciborgue está mais para um ser humano do que para um robô, já que o mais importante, o cérebro, é orgânico, “portador de alma”.

    Apesar do humor na estória, é um humor ácido e crítico. Levantou, também, a questão do aborto, do dilema entre família e carreira. Tiro uma lição de moral de tudo isso, que o robô Bentley é muito mais humano que a humana Alexia.

    Boa sorte.

  4. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    O conto tem humor e erotismo bem trabalhados, o que é sempre agradável. A leitura é instigante e o etilo enxuto. Os diálogos são bem encaixados e o tema baseado na inversão, ou seja, o robô ministrando lições de moral ao ser humano é muito original. Muito bom.

  5. Thales Soares
    11 de agosto de 2015

    Puxa, Lorathiel…

    Quando comecei a ler este conto, parecia que seria a melhor história neste desafio! Começou com um climão bem politicamente incorreto. Porém, em seu desenrolar, ela caiu para o sentimentalismo e lições de moral…

    Ok… analisando tecnicamente o seu conto, ele está fantástico! Parabéns! A linha de narração está sublime, foi um conto extremamente prazeroso de se ler. O autor mostrou-se extremamente habilidoso na escrita!

    Quanto à história…. está boa. Sim, achei apenas “boa”, e não “ótima” como eu estava torcendo para que fosse. Vou até dizer a nota que te darei… nota 8! Foi um conto, com toda certeza, acima da média. A única coisa que me decepcionou foi que ele meio que ficou um pouco piegas da metade pro final. Eu estava adorando o robô safado… parecia o Bender, do Futurama! Mas depois que o robô deixou a malandragem de lado e abraçou o sentimentalismo, ele me decepcionou um pouco.

    Outra coisa que achei meio sem graça foi o final. Sei lá… achei que você poderia ter dado uma apimentada! Eu iria pular da cadeira, de tanta emoção, se na reportagem do lançamento da nave eles filmassem a nave explodindo em mil pedaços, devido à falhas técnicas, assim que ela saísse do solo! Dessa forma, a pergunta do robô seria respondida. O sorriso da mulher seria até breve, muito muito breve. Em seguida, o robô beberia mais um gole de seu Uísque, e desviaria seu olhar para as putas robôs, mostrando novamente seu lado safado, que supera tragédias de forma rápida e acha o sentimentalismo algo descartável. Putz, isso aumentaria minha nota pra 9, com certeza!!! Hahahahhaha. É que o jeito que terminou… hmm…. achei meio brega!

  6. Andre Luiz
    11 de agosto de 2015

    Gostei da questão da sarjeta dos robôs, tornando-os humanizados o suficiente para que sofressem das mesmas lástimas que nós. Achei interessante a questão dos conselhos dados por Bentley, mostrando claramente uma evolução da inteligência artificial. Boa sorte no desafio!

  7. Fabio D'Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Sarjeta dos Robôs
    Lorathiel

    ஒ Habilidade & Talento: A escrita do texto está muito boa, assim como a narrativa. Indicativo que a habilidade está um tanto refinada. Já no quesito talento, tive um leve vislumbre. Será?

    ண Criatividade: A ideia não me pareceu tão original, mas a roupa nova fez toda a diferença. O conflito, no entanto, não convenceu. Ficou superficial demais, principalmente o diálogo entre Bentley e Alexia.

    ٩۶ Tema: O clima de ficção científica não é uma constante, mas ela está presente. Irei considerar nesse caso.

    இ Egocentrismo:O texto não me agradou tanto. O enredo me pareceu um tanto sem graça, sei lá.

    Ω Final: A Habilidade brilha, junto com um possível Talento inato. A Criatividade prova, mais uma vez, que uma nova roupagem faz toda a diferença. O Tema está presente, apesar de não ter muita presença de espírito. E o Egocentrismo não apreciou completamente.

  8. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    Ótimo conto. Gostei do tom suburbano, dos bares e da atmosfera decadente, da humanidade de Bentley. Os diálogos foram bem elaborados, o que é difícil nessa situação, pois normalmente se resvala para o piegas. Gostei também do final, que deu ao conto um ar de realidade nua e crua – com um limite maior, certamente seria possível descer mais nos dilemas da mulher. O único senão é que há pouca ficção científica. O que quero dizer é que o conto funciona em qualquer cenário, não sendo a FC decisiva para o desenvolvimento. No entanto, ainda assim, é um trabalho muito bom. Parabéns.

    Nota: 8

  9. Fil Felix
    11 de agosto de 2015

    Conto bem desenvolvido, não deixa muitas lacunas. A leitura também é agradável. Gostei dessa coisa de robôs, da prostituta e do bairro, do dilema da mulher. Só acho que numa época tão avançada o aborto não seria visto desse jeito, principalmente por um robô, meio estranho.

  10. Kleber
    11 de agosto de 2015

    Muto bom!

    Um drama humano tendo como pano de fundo a ficção científica. Sobre as escolhas que todos temos de fazer na vida.
    Sobre como nem sempre se toma a decisão certa, no calor do momento, na ambição, na ânsia pelo prestígio e poder.

    Trágico e instigante.

  11. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 5/10

    → Criatividade: 4/10 – Não vejo muita criatividade aqui. É um enredo que aborda questões éticas e morais do presente com elementos de ficção científica frágeis e pouco trabalhados.

    → Enredo: 6/10 – Aspectos como o consumo de álcool por robôs e expressões como “filho da puta” e “enfiar o cigarro no cu” não fizeram muito sentido e me causaram estranhamento. Também senti que a história contada não é uma que valha a pena ler.

    → Técnica: 4/10 – Creio que haja espaço para aperfeiçoamento. Encontrei alguns erros de concordância e de pontuação. Particularmente, sugiro trabalhar o uso do “lhe”.

    → Adequação ao tema: 7/10 – Por mais que tenham sido introduzidos elementos de ficção científica, senti que eles não são essenciais à trama e que o enredo trata de dilemas contemporâneos mascarados para se adequar à temática do desafio.

  12. Lucas
    11 de agosto de 2015

    Olá,
    Uma história simples e muito bem ambientada, adorei a sarjeta dos robôs. Faz um paralelo muito interessante com pessoas sem perspectivas. E traz uma reflexão muito boa.
    O conto ficou redondinho, não tenho nada a adicionar. Parabéns!
    Boa sorte.

  13. Phillip Klem
    11 de agosto de 2015

    Boa tarde.
    Que conto surpreendente.
    Eu realmente não dei nada pelo título e nem pelo inicio. Pensei que seria mais um daqueles contos clichê sobre robôs. Mas afinal era um conto sobre escolhas e arrependimentos.
    Seus personagens são brilhantes. Bentley é amavelmente humano para um robô, seja por seus erros, vícios ou por sua visão extremamente cuidadosa sobre a vida.
    Alexia, como todos nós as vezes, pôs sua carreira e seu nome na história acima de sua família. E consequentemente irá colher os frutos amargos de sua escolha. Não pudemos ver isso no conto, mas Bentley o predisse com a brilhante indagação “Até quando?”
    Eu os amei. E amei os seus diálogos. Ameis as suas questões e amei a sua escrita.
    Meus parabéns amigo. Você sabe o que quer dizer e sabe como dizê-lo.
    Boa sorte.

  14. catarinacunha2015
    11 de agosto de 2015

    TÍTULO. Títulos com nomes de personagens e cenários são menos arriscados. Pessoalmente, não gosto, mas este é um cenário fortíssimo.
    TEMA. Imagine se o seu robô fosse um ex-soldado e a piloto de aeronave fosse uma enfermeira durante a 2ª guerra, seria FC? Acho que não, né? Bem, tem uma atmosfera noir apaixonante.
    FLUXO marginal, pesado, nem sei com qual adjetivo elogiar. Tenho uma queda especial por esse estilo largado.
    TRAMA toda costurada para um final diferente. Arrebentou.
    FINAL brilhante. Não traiu a essência do texto.

  15. Bia Machado (@euBiaMachado)
    11 de agosto de 2015

    Confesso que esperava mais desse conto quando eu li o título, dias atrás. Me decepcionou, por se mostrar um texto que no começo parecia querer ser engraçado, ter humor, mas que pra mim foi forçado, e depois partiu para o “drama bem dramático”. Desculpe, mas pra mim não funcionou, o que para outros já deu certo, pelos comentários que li, então… boa sorte no concurso!

  16. Laís Helena
    11 de agosto de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (4/4)

    A sua escrita é excelente, durante a leitura reparei em apenas dois erros leves de revisão. A narrativa envolvente me levou até o final do conto com muita facilidade.

    2 – Enredo e personagens (3/3)

    Seu enredo foi conduzido de forma muito interessante, dando destaque aos personagens em vez de a algum acontecimento, o que deu um tom diferente ao seu texto.

    3 – Criatividade (3/3)

    E toda a ideia de robôs desempregados foi muito interessante, dando uma nova roupagem ao tema que foi tão repetido nesse desafio. Certamente a narrativa e o bom enredo contribuíram muito para isso!

  17. William de Oliveira
    10 de agosto de 2015

    História louca, com direito a um ghetto de robôs onde acontece de tudo.

  18. vitormcleite
    10 de agosto de 2015

    O início pareceu-me muito, muito bom (robot com bigode) mas depois perdeu-se o gás, o que lamento. A história passou a ser normal e sem quase nada a dar uma identidade tão vincada como no início. De qualquer modo muitos parabéns pelo conto que me parece muito bem desenvolvido.

  19. Mariza de Campos
    10 de agosto de 2015

    Olá! o//
    Gostei da semelhança que teve entre robôs e humanos e, realmente, se os robôs já estavam fazendo tudo isso, eles não estavam tão distantes dos humanos assim. Gostei do jeito que mostrou a personalidade do robô e da conversa que ele teve com a Alexia, também gostei do fato dele ter deixado ela fazer sua própria escolha, mesmo que ela tenha feito uma da qual provavelmente irá se arrepender.
    Gostei do jeito que a história foi escrita, mesmo estando em primeira pessoa, deu pra sentir o que o robô sentia.
    É isso.
    Abraços! \\o

  20. mariasantino1
    10 de agosto de 2015

    Oi, autor.

    Esse foi mais um conto que se destacou aqui em minha lista. A proposta de falar sobre o imediatismo humano é perfeita e a forma que você expôs isso foi certeira. É nosso defeito mesmo, coisa de humanos. Mesmo com nossa capacidade de suposição, ainda assim agimos pensando somente no agora, nas consequências imediatas das nossas atitudes como se o amanhã e o depois não existisse. Você criou algo muito bom de cara, ao usar robôs com bigodes, cheios de vontades e vícios, e uma prostituta robô (meu Deus, eu ri demais!), então se percebe logo que você veio para quebrar paradigmas. No entanto… Sempre os senãos, né? O diálogo com a mulher fica uma gotinha piegas, mas isso não me fez desgostar inteiro do conto. Gostei da narrativa, da persona do Bentley e do universo louco que você criou. Parabéns.

    Nota: 8

  21. Evandro Furtado
    10 de agosto de 2015

    Tema – 10/10 – adequou-se à proposta;
    Linguagem – 10/10 – não encontrei problemas;
    História – 10/10 – inovadora, parece um modelo de sociedade bem interessante;
    Personagens – 10/10 – gosto de robôs humanizados, Bentley já entrou na minha lista de favoritos;
    Entretenimento – 10/10 – quase um filme, cenas claras, texto fluido;
    Estética – 10/10 – você conseguiu me deixar com raiva da Alexia, e isso só acontece quando você acredita na história e se importa com os personagens.

  22. Cácia Leal
    9 de agosto de 2015

    Acho que sua história faltou conteúdo de ficção científica. Está mais para um conto de personagens humanos, onde os personagens foram trocados robôs. Robôs com sentimentos e comportamentos humanos, sem nenhuma explicação adicional. Achei fraco o enredo, faltou conteúdo. No entanto, acho que está bem escrito o conto, só penso que para esse tema ele não se encaixou muito bem. Boa sorte.

  23. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    Uma bela abordagem. O conto foi muito bem construído, acredito eu. Gosto quando uma história foge do estereótipo, abrindo espaço à novas imaginações: robôs sentindo, bebendo, fumando. Coisas que raramente vimos em ficções científicas.

  24. Marcellus
    9 de agosto de 2015

    O conto tem algumas ideias interessantes, mas robôs copiando nossos “defeitos” parece forçado demais. Por que (separado, por favor) um robô precisaria de uma cerveja?

    Outra passagem exagerada foi a do “amor robô”. Jura? AMOR ROBÔ?

    Depois disso veio o moralismo contra o aborto… e ficou nisso. Um material a ser trabalhado, mas, por ora, frustrante.

    Boa sorte!

  25. Pedro Teixeira
    8 de agosto de 2015

    Olá autor(a). Um bom conto, muito bem escrito. Me diverti com as aventuras do robô e aquela parte do aconselhamento soou um pouco clichê, mas muito bem narrada. O Bentley me lembrou um pouco o Bender, de Futurama, hehe.

  26. Felipe Moreira
    8 de agosto de 2015

    Definitivamente é um bom texto. Não sei se a sua intenção era inverter os papéis do código de moralidade, fazendo dos humanos algo robotizado e dos robôs algo humanizado. A conversa entre Bentley e Alexia me deixou essa impressão. Também pensei nisso pela maneira “animada” que o cenário trata os robôs. Lembrou cartoons de universos em que outras espécies, animais e alienígenas possuem uma mentalidade basicamente humana, primata.

    E já considerando que os robôs do seu texto possuem um caráter mais humanizado, não estou certo de que um cenário futurístico como esse ainda trate questões como aborto um tabu tão grande a ponto de mantê-lo na categoria de “imoralidades” tal qual estupro e violência em geral.

    Parabéns pelo seu trabalho. O texto está bem escrito.

  27. Piscies
    7 de agosto de 2015

    Humm… estou em um dilema quanto a este conto. O tema que ele aborda é bem profundo e interessante de ser discutido, mas a forma como ele foi abordado não envolve Ficção Científica.

    O autor poderia muito bem substituir todos os robôs por seres humanos. É como se o ele quisesse colocar a ficção científica de forma forçada em um conto onde ela não existia, substituindo todos os seres humanos por robôs e androides. O problema é que os robôs não são mesmo robôs.

    Antes de listar as falhas que notei, eu gostaria de deixar claro que, para mim, o texto estava andando muito bem como uma sátira. Um texto comediante sobre robôs – até mesmo um texto que brinca com a quantidade exorbitante de contos de robôs enviados para este desafio. O problema é que no final percebi que a proposta do conto é séria, e que envolve questões profundas. Em outras palavras: não era a intenção do autor ser cômico. Tendo isto em mente:

    1) Robôs não deveriam “sentir vontade de beber”.
    2) Amor Robô?
    3) Robô com sentimentos?
    4) Robô FUMANDO?

    Tudo isso combina com um cenário cômico, mas não com o tema sério que você aborda aqui. Logo, achei estranhíssimo a inserção de robôs na história, ainda mais que eles não tem nada de comportamento robótico: são simplesmente seres humanos de lata, com todos os seus sentimentos e manias.

  28. Renan Bernardo
    7 de agosto de 2015

    Muito bom o texto! A simplicidade é um dos pontos positivos, além dos comportamentos quase humanos dos robôs. Curti o texto e sua escrita. Parabéns!

  29. Leonardo Jardim
    6 de agosto de 2015

    ♒ Trama: (4/5) a cena inicial prende logo de cara. O Bentley é um robô muito carismático, como o Bender, de Futurama (inspiração óbvia). A forma como uma máquina dá conselhos de vida para uma pessoa ficou muito legal. A trama se encerrou bem, com a mulher desistindo do filho pela carreira. Muito boa, mas não totalmente arrebatadora.

    ✍ Técnica: (4/5) não vi nenhum problema, já que minha imersão foi total desde as primeiras frases. Acima da média do desafio.

    ➵ Tema: (2/2) robôs (✔).

    ☀ Criatividade: (2/3) descontei um ponto pelas semelhanças entre o Bentley e Bender. A história, porém, foi original.

    ☯ Emoção/Impacto: (3/5) o texto prende e diverte, mas não há grande impacto. Não cheguei a sentir empatia pela Alexia, como ocorreu com o robô.

  30. Marcel Beliene
    6 de agosto de 2015

    Olá, você criou um belo conto. Parabéns! Achei bem original o protagonista ser um robô boêmio, sem grana, etc. Gostei bastante dos seus diálogos e da sua forma de narrar os fatos. A conversa entre Alexia e o protagonista foi muito bem tecida. Parabéns de novo e boa sorte 🙂

  31. jose marcos costa
    5 de agosto de 2015

    Muito bom, uma história fantástica, não posso dizer que seja exatamente uma ficção científica, mas está muito bem escrito e soube prender minha atenção, gostei muito. você será um escritor (a) de sucesso.

  32. Rubem Cabral
    5 de agosto de 2015

    Olá, Lorathiel.

    Um conto bem interessante, com bons personagens. Gostei do enredo, da doidice da mistura: robôs alcóolatras, planetas escondidos, aborto. Achei o texto bem escrito também, em especial os diálogos.

    Boa sorte no desafio e abraços.

  33. Anorkinda Neide
    4 de agosto de 2015

    Acho que foi o único texto que transformou uma história qualquer, digamos assim, vestiu ela de robôs e trouxe para participar.
    Porque não há nenhuma razão para que sejam robôs, esse povo ae do submundo, poderiam muito bem serem seres humanos.
    Os pensamentos do protagonistas são absolutamente humanos.
    .
    A questão levantada, do aborto, até que foi interessante, com a decisão dela pelo aborto não ficar clara até o finalzinho. Mas todo o julgamento em torno disto, tanto dela como do protagonista não está a contento, está banal, digamos assim.

    É uma pena mas não pude gostar muito do que li.

    Boa sorte.

  34. Fabio Almeida
    1 de agosto de 2015

    Um conto maravilhoso. Sucinto, direto e que aborda um tema atual e polêmico. Que mais se pode querer? Devo dizer também que, embora o caráter simplista de narração, a profundidade que o autor imprime na trama é genial! Os meus parabéns, de verdade! E o dialogo…bem, o diálogo é um trabalho onde se nota a diligência de esforço para o impacto no leitor. Nota-se que a bonificação foi posta de parte em prol da história, como aliás defendo que seja. Parabéns mais uma x!

  35. Anderson Souza
    1 de agosto de 2015

    Acredito que o grande prêmio deste concurso é a avaliação sincera dos textos, com críticas construtivas e opiniões de leitores que são apaixonados por Ficção Científica.

    Muito bom mesmo! Na medida certa! Parabéns. Bem escrito e desenvolvido. Você está no caminho certo e este conto ficou entre os meus favoritos no concurso. 😉

  36. Davenir da Silveira Viganon
    1 de agosto de 2015

    Um conto no melhor estilo noir. Fechaste muito bem a extenuante rotina de ler 56 contos. O final ficou bacana, consegui me sentir como o Bentley… Gostei.

  37. Daniel I. Dutra
    31 de julho de 2015

    Mais um conto falando sobre sexo com ginoides, parece que esse fetiche está ficando cada vez mais popular, rsrsrs

    https://www.facebook.com/AEvamecanicaeoutrashistoriasdeginoides?fref=ts

    Apesar da ideia de robôs como metáfora para minorias ou a degradação da condição humana ser uma ideia batida, a história cativa o leitor com o drama pessoal da protagonista feminina.

    O final melancólico e aberto é um ponto extra.

  38. Leonardo Stockler
    31 de julho de 2015

    Muito, muito bom. O fato de o conto ter como centro de sua história uma situação delicada dessas, e relativamente pequena se compararmos com o restante dos contos, que versam sobre o fim da humanidade e coisas do tipo, me deixou bem contente. Gostei demais do visual e do cenário, e consegui visualizar uma imagem bastante interessante, dessa espelunca robótica. Aliás, tendo me parecido tão atraente assim, é o caso de sugerir que você volte a trabalhar nesse pequeno universo que criou, deixando-o ainda mais denso, povoando com histórias. Você tem uma fonte imaginativa valiosa aí, aproveite. E sinceramente?, não tenho nenhuma crítica a fazer. O conto está bem narrado, tem o andamento ideal, as descrições e digressões certas na hora certa. Meus parabéns!

  39. Fabio Baptista
    30 de julho de 2015

    Caramba… conto muito bom, um dos melhores do desafio aqui no finalzinho.

    Gostei de praticamente tudo – a ambientação nesse lugar fodido para onde os robôs fodidos vão e eventualmente encontram pessoas fodidas, os diálogos do robô com a mulher, as reflexões sobre o aborto/casamento/carreira/sonhos…

    Parabéns!

    Apontamentos:

    – Porquê?
    >>> Por quê?

    – Perguntas óbvias não era necessárias
    >>> eram

    NOTA: 9

  40. Jefferson Lemos
    29 de julho de 2015

    Olá, autor (a).

    Gostei do seu conto. Esse clima de robôs me lembrou aquele filme (Robôs), e a vida dos carinhas lá e tal. O diálogo entre a maquina e o humano também foi muito bom, e no final, acabou por mostrar que o bom senso falta em alguns de nós, mesmo que de modo fictício. A personalidade forte de ambos deixou o texto verídico.

    A narração é muito boa. Os pensamentos se mesclando com a narração e diálogos ficaram ótimos, deixando o texto fluido. Terminei de ler e nem percebi. Fechou bem o desafio.

    Parabéns e boa sorte!

  41. Angelo Dias
    29 de julho de 2015

    A ambientação é boa e a escrita também. Só o tema que me deixa inquieto por razões pessoais.

  42. Brian Oliveira Lancaster
    27 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: Não consegui ler esse texto sem pensar no Bender. A atmosfera é bem descrita e atrai a leitura. >> 9.
    G: Não sou de textos muito diretos, mas aqui você conseguiu dar uma amaciada nos diálogos em geral. A situação retratada e a troca de papeis foram os pontos altos. Gostei do final imprevisto e tecnicamente infeliz. As motivações do robô ficaram bem claras também. É um cotidiano robótico, não muito explorado por aqui. >> 8.
    U: Os diálogos soaram bem naturais e não notei nada fora do padrão. Agradável e fluente. >> 8.
    A: Alterar o ponto de vista foi bem criativo. Não deixei de imaginar uma mistura da animação Robots com Futurama. >> 9.

    Nota Final: 8.

  43. Tiago Volpato
    26 de julho de 2015

    Você tem um ritmo bom, sabe construir as frases de modo que nos mantém interessados na história. Teve alguns deslizes, tenho certeza que gente melhor do que eu vai comentar. No geral é um bom conto. Não me interessei muito pelo problema de Alexia, mas é um bom tema a ser tratado.
    Abraços.

  44. Rodrigo Campos
    26 de julho de 2015

    Bem bolado. “Escolha a lacuna que fará parte de sua vida.”. Só quem tem coragem de escolher apesar dos pesares entenderá. Sem maniqueísmos, Embora não concorde muito com robôs emocionais, simular sentimentos não seria tê-los e robôs velhos seriam reciclados, entendi e adorei as metáforas e as mensagens. 10,0 com louvor.

  45. Antonio Stegues Batista
    25 de julho de 2015

    Robôs quase humanos, dando conselhos, bebendo cerveja, mentindo, escolhendo. Uma enredo bem escrito, mas o final ficou a desejar.
    “Cerveja com gosto de óleo de foguete!”, parece uma frase de Flash Gordon!
    Nota -8

  46. Rogério Germani
    24 de julho de 2015

    Olá, Lorathiel!

    Este cenário vivaz casou bem com o robô conselheiro. Em técnica apurada, você conseguiu criar um drama científico que merece aplausos.

    Boa sorte no desafio!

  47. Alan Machado de Almeida
    24 de julho de 2015

    Começou em uma ambientação bem fantasiosa, que lembrava até Megaman e a medida que foi evoluindo foi se tornando cada vez mais realista. Ri com a passagem do cigarro e achei muito interessante a personagem Alexia e seu dilema que aflige muitas mulheres. A moral da história particularmente não concordo, mas não usei ela para a pontuação, já que estou julgando um conto e não visão de mundo. Nota 8. Pelo que já vi do assunto, é injusto colocar todas as mulheres que desejam abortar no “mesmo barco”. Já conversei com uma que falava sobre o seu aborto com a emoção de quem relatava um escovar de dentes e já vi uma menina vítima de abuso que agia normalmente com os outros (era amorosa e nem parecia traumatizada), mas quando via seu próprio bebê ela queria meter a porrada nele. Resultado, tiveram que separar os dois e colocar o recém nascido para a adoção. O mundo é complicado, moralismo não ajuda.

  48. Claudia Roberta Angst
    24 de julho de 2015

    Alguns detalhes escaparam na hora da revisão, como esse “parecia muito orgulhosa de si mesmo – MESMA.
    O conto é bonitinho, com imagens fofas de robôs quase humanos, jogados na sarjeta de um mundo em um futuro estranho. Confesso que imaginar um robô bebendo algo além de óleo pareceu-me um tanto estranho, mas vale a licença poética aqui.
    Adequação ao tema proposto, sem dúvida alguma.
    O final ficou um tantinho lição de moral – Devemos arcar com as consequências de nossas escolhas. Sim, ficou bem claro isso.
    Mesmo assim, gostei das últimas frases, acho que fechou bem a narrativa com o questionamento do Bentley.
    Boa sorte!

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Publicado às 24 de julho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .