EntreContos

Literatura que desafia.

A Sistemática da Alvorada Humana (Fil Félix)

Bem-vindo aos Arquivos de Zion.
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Arquivo: Demanda Populacional #001

O 129º erro na Matrix, ocasionado por Laura Pauper e atualmente corrigido.

*

A quantidade de humanos na Terra como forma de energia para as máquinas era o suficiente e, durante um tempo, isso foi bom.

Com os avanços tecnológicos, novas necessidades e programas, a rede de baterias vivas recebeu uma leve curva de crescimento, espelhando-se na população do simulador Matrix. E isso também foi bom, durante um tempo.

Mas, assim como o que ocasionou a derrocada humana décadas atrás, a Cidade das Máquinas precisou de mais. E para isso foi criado o Programa de Demanda Populacional, cujo primeiro teste não foi concretizado.

Sou o Instrutor e te acompanharei nesta reconstituição.

nuiod

Dentro de uma kitnet escura localizada no segundo andar do Centro da Cidade, onde a única janela capaz de deixar alguma luz entrar estava fechada, uma mulher tem seu rosto iluminado pelo visor do notebook. Laura Pauper. Uma hacker conhecida por suas habilidades de infiltrar-se em sistemas bancários, recentemente contatada para inserir um vírus no novo programa do Banco Central. Sua fonte desconhecida informou que a organização estava implantando um novo mecanismo de financiamento, possivelmente um meio de se prepararem para o súbito crescimento populacional, que desconfiam tratar-se de uma manobra das máquinas.

Laura finalizou as últimas configurações do vírus Anti-Dem, criando um auto-run e compactando-o para poder transferí-lo à um cartão magnético através do periférico acoplado ao computador, capaz de gravar e clonar cartões. Inseriu a mídia e preparou a transferência de dados.

10% enviado… 15% enviado…

Algo vibrou no bolso, desviando sua atenção do computador para verificar o celular. Uma mensagem: “Homem de Preto a caminho, matriz ciente”. Como num reflexo, ficou de pé e aproximou-se da porta, com as costas colada na parede, atenta. Retirou do outro bolso um percevejo desestabilizador, escutando passos largos e pesados pelo corredor, seguidos de duas batidas na porta.

– Pauper? É a polícia, favor abrir a porta… Sra, Pauper?

Ofegou um pouco, mas continuou em silêncio. O visitante, não satisfeito, chutou três vezes até conseguir arrombar a maçaneta e ser pego de surpresa pela mulher, que o empurrou para cima de uma mesa próxima, caindo no chão com o invasor e entrando num embate.

60% enviado… 65% enviado…

O Agente, de terno bem alinhado e preto, com escuta telefônica no ouvido e óculos escuros, conseguiu revidar e atirar o corpo frágil de Laura Pauper em direção ao computador. Levantou de súpeto, recompondo-se e agarrando com força o pescoço dela, pondo-a contra a mesma parede em que o aguardava.

85% enviado… 90% enviado…

Laura Pauper possuía um contato em Zion, cujos dados continuam ausentes em meu sistema. Ela foi avisada. Os Agentes possuem como funcionalidade a de exterminar qualquer ameaça ao Simulador, como uma varredura, um anti-vírus. Apesar de suas potencialidades, respondem aos mesmos limites físicos impostos aos outros dentro da Matrix.

Envio concluído.

Com o corpo contra a parede, Laura conseguiu soltar-se de seu agressor com um tapa, acertando sua orelha direita e retirando a escuta telefônica, desligando-o do Sistema. Com a outra mão, aplicou o desestabilizador sobre o rosto pálido do homem, causando uma falha em seu funcionamento interno. Sua imagem programada passou a mesclar-se com seu código binário.

Laura cambaleou para alcançar o computador, mas conseguiu retirar o cartão magnético do leitor e sair do quarto. Ainda no corredor, andou com passos rápidos, apesar das dores no pescoço. Precisava concluir sua missão: dirigir-se até a agencia do Banco Central, de frente ao edifício em que ocupava, e implantar o vírus. Desceu os dois lances de escadas, conseguindo impulso depois de passar pelo porteiro. Atravessou a rua em desespero, fugindo dos carros que passavam e entrando na agência.

O segurança do local estranhou seu comportamento agitado, ficando atento, observando seus passos. Com o suor escorrendo sobre a testa, Laura parou em frente à um caixa eletrônico, inserindo o cartão e aguardando o auto-run ser ativado e propagar o vírus no sistema do Banco. Apoiou as duas mãos nas laterais da máquina e olhou para baixo, pensando em como sua vida como hacker tornou-se tão agitada após despertar do Simulador. Sua atenção foi desviada pelos novos dados que surgiram na tela da máquina.

REDE ANTI-DEM SENDO IMPLANTADA

Laura, um pouco mais relaxada, caminhou até a entrada da agência, estendendo o braço esquerdo e apoiando a mão sobre o vidro da porta. Observou um vulto saindo do edifício onde estava, parando na calçada. O coração dela disparou enquanto o Agente tirava uma arma do bolso e apontava em direção ao Banco, ela sentiu o vibrar do celular uma outra vez.

Laura atendeu. O Agente disparou.

A Demanda Populacional #001 foi sabotada, adiando o projeto da Cidade das Máquinas de expandir a raça humana e, consequentemente, a energia gerada por seus corpos. O vírus sobrepujou o script do programa. Laura Pauper não foi avaliada com um alto nível de periculosidade e o Agente, apesar de corrigir o erro, não bastou para impedir o atentado aos sistemas. Tal situação gerou uma nova conduta anti-terrorista no Simulador. Sou o Instrutor e ficamos por aqui, fechando a pasta 17-9: Programas Governamentais.

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48 comentários em “A Sistemática da Alvorada Humana (Fil Félix)

  1. Fil Felix
    12 de agosto de 2015

    Acho que confiei muito na mitologia de Matrix, do qual sou mega fã, e esqueci que nem todos podem conhecer pra inserir uma nova característica: para as máquinas adquirirem mais energia (e esta vem dos humanos presos à Matrix), precisam aumentar o número dos mesmos. E para não causar um bug na simulação, surgindo pessoas do nada, utilizam dos programas sociais dos governos para justificarem o nascimento e aumento populacional.

    Agradeço os comentários, percebi os furos que precisam ser melhorados. Algo que sempre comento nos outros (de estar atropelado) e eu mesmo seguir essa linha, na próxima vou com mais calma! Preciso aprender a colocar uma peça de cada vez. Mas não concordei, em partes, com algumas outras. O conto é uma fanfic, utiliza da mitologia da Matrix (que não é só os filmes, mas estendida em Animatrix, games e quadrinhos) classificar como ponto negativo isso ou por estar “Matrix” demais ou por ser baseado no baseado, não faz sentido, já que é uma fanfic o.O A Instrutor aparece em Segundo Renascer, e o modo dela apresentar a simulação é por um microchip e com as questões de análise “por um tempo foi bom”, como no GIF. Por isso o efeito depois do texto. Indico muito que assistem aos curtas de Animatrix, obra-prima ^^ E obrigado mais uma vez \o/

    • Davenir da Silveira Viganon
      16 de agosto de 2015

      Eu descontei da tua nota final por ser uma fanfic.
      Justifico minha decisão pelo fato de que o esforço para criar um mundo para teu personagem (e torná-lo atraente e minimamente crível) fica facilitado em comparação aos outros competidores que tiveram de criar, muitas vezes, a partir do zero.
      Em relação a Matrix, nada contra ele (daria o mesmo desconto para qualquer fanfic) eu também curto o universo.
      Este curta do link é o que mais gosto do DVD “Animatrix” (até resenhei ele para um blog). Também gosto do Neuromancer e do Ghost in the shell.
      Acho que poderia acontecer um certame só para fanfics e acho que nós garantiríamos ao menos dois contos sobre Matrix. 🙂
      Um abraço!

  2. Renato Silva
    11 de agosto de 2015

    Olá.

    Você fez uma fanfic usando o universo Matrix. Particularmente, nada contra fanfics, pois eu também gosto, mas para este concurso, entendi que os contos deveriam ser inéditos e originais.

    Boa sorte

  3. William de Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Gostei da escala de progresso durante a ação. Foi bem pensado e caiu bem com o momento critico do conto.

  4. Bia Machado (@euBiaMachado)
    11 de agosto de 2015

    Esse foi um conto que, não sei por que, me desagradou já no título, pelo fato de não me dizer nada, quando li há alguns dias. ao ler, dias atrás, vi que a maior parte foi rápida, não houve um tempo maior, necessário penso eu, para que eu me apropriasse de tudo o que eu precisava pra gostar do conto. Gostei da ação, contudo, e acho que, da forma como está, seria o início de um roteiro. Provavelmente o espaço foi curto para o que ele poderia ser!

  5. Thales Soares
    11 de agosto de 2015

    Morpheus….. seu conto é estranho…. muito estranho!

    Não apreciei muito o resultado. Na verdade, fiquei até um pouco perdido na leitura, e não consegui captar a essência da ideia do autor. A única coisa que entendi é que é baseado nas obras cinematográficas de Matrix… além disso… bom, lamento, mas estou confuso.

    Achei muito bacana a imagem no meio da história. O maior ponto fraco do conto fica por conta da estrutura mesmo, confusa e estranha.

  6. Marcos Miasson
    11 de agosto de 2015

    O início me lembrou os podcasts do “Escriba Café” (muito bons, por sinal), e o texto curto é interessante, apesar de deixar um ar de “capítulo” ao invés de conto. Boa sorte!!!

  7. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    Um bom episódio de Matrix, no mais puro estilo da Trinity. Perfeita a intertextualidade com o primeiro capítulo do Gênesis, “viu que era bom”, muito oportuna dentro do enredo. O autor escreveu um roteiro tão bom quanto o dos Wachowski.

  8. Andre Luiz
    11 de agosto de 2015

    Achei interessante você tratar o tema ficção científica pela ótica de um hacker, trazendo uma interação com a história do universo Matrix e dos Homens de preto. Gostei disto. O que talvez pareceu incompleto foi o clímax do conto. Você poderia ter explicado melhor o que seria o Programa da Demanda Populacional, bem como a própria interação entre Homem-Máquina. Enfim, achei que poderia ter sido mais, entrado mais no universo que você construiu. Boa sorte!

  9. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    O conto é um spin-off de Matrix. Temos Neo e aquele sujeito que já esqueci o nome, que sempre chama o herói de “Mr. Anderson”. Só que em vez do Keanu Reeves, quem aparece é essa moça chamada Laura. O texto está bem escrito, fluido e praticamente isento de erros, mas peca no quesito originalidade. Além disso, mesmo bebendo na mesma fonte dos irmãos Wachowsky, resulta muito tímido. Poderia o autor ter investido mais no desenvolvimento de sua protagonista. Poderia ter atrelado sua existência à de Neo, ou à de algum descendente de Morpheus. Enfim, o texto promete muito e entrega pouco, como o trailer de um filme bacana – só as partes legais é que aparecem. Isso, quando se trata de escrita é pouco. Com um limite de duas mil palavras, dava para fazer melhor – cacife para isso o autor tem.

    Nota: 6

  10. Fabio D'Oliveira
    11 de agosto de 2015

    A Sistemática da Alvorada Humana
    Morpheus

    ஒ Habilidade & Talento: O texto não está ruim. A narrativa demonstra que o autor tem certa habilidade refinada, enquanto o desenvolvimento revela um possível talento inato.

    ண Criatividade: Seria uma fanfiction? Não tem problema, mas está longe de ser original. Nesse caso, o fator importante é dar uma roupagem diferente para a situação, mostrando outros pontos do mundo explorado. Da forma como ficou, não impressionou. Sem mencionar que a protagonista não tem o menor carisma.

    ٩۶ Tema: Bem, sabemos que se passa num mundo pós-apocalíptico. Existe a intensa tecnologia no plano de fundo. Mas isso realmente transforma o texto em ficção científica? Não, não transforma. É necessário que a tecnologia e ciência tenham importância nesse mundo ou que a história tenha foco nisso. Foi impossível sentir o clima do real Matrix.

    இ Egocentrismo: Não gostei muito do texto. Sou bem mais exigente quando se trata de fanfiction.

    Ω Final: A Habilidade está presente, enquanto o talento permanece imerso na escuridão. A Criatividade é ousada, mas não acerta todas as vezes. O Tema praticamente não existe. E o Egocentrismo ficou decepcionado.

  11. Kleber
    11 de agosto de 2015

    Hum….

    Uma continuação de Matrix ou Animatrix. Interessante, mas sinceramente está mais com cara de fanfic. Não sei se é o ideal, mas enfim, não fugiu ao tema proposto, foi bem escrito e ficou com um formato interessante.

    Bom.

  12. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 4/10

    → Criatividade: 2/10 – Utilizou-se de um universo já construído e pouco adicionou a ele.

    → Enredo: 4/10 – Extremamente superficial, ocupou-se quase que exclusivamente de descrever cenas de ação.

    → Técnica: 5/10 – Há períodos com vírgulas que deveriam ser pontos e um excessivo uso do gerúndio. Os diversos trechos confusos por vezes dificultam a compreensão.

    → Adequação ao tema: 10/10 – Tal qual a história original, enquadra-se em ficção científica.

  13. Lucas
    11 de agosto de 2015

    Olá,
    Li duas vezes e não entendi muito bem a pretensão das máquinas. Elas queriam aumentar a “plantação” de seres humanos para poderem aumentar sua cidade?
    No meu entender foi isso.
    Achei a história fraca, o conflito não me convenceu e a solução pareceu não ter solucionado o problema. Acho que se desenvolvesse melhor o problema, o conto seria melhor.
    Parabéns e boa sorte.

  14. Laís Helena
    11 de agosto de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (4/4)

    Sua narrativa é boa e me prendeu, levando-me rapidamente ao final. Nenhum problema na revisão me saltou aos olhos.

    2 – Enredo e personagens (1/3)

    A história é interessante, mas creio que faltaram alguns detalhes, algo que deixasse a história mais empolgante. Por exemplo: qual o objetivo de quem contratou Laura, e da própria Laura (certamente que ela teria suas próprias motivações; será que ela aceitaria tão facilmente colocar sua vida em perigo devido aos objetivos de outros?). Nas cenas de ação, também senti falta de um pouco mais de tensão.

    3 – Criatividade (2/3)

    Achei a ideia interessante, mas certamente teria me impressionado mais se os detalhes que citei acima tivessem sido melhor trabalhados.

  15. Pedro Luna
    11 de agosto de 2015

    Infelizmente não gostei. A forma como foi narrado não me agradou: de começo, explicando muito rapidamente o palco da ação. Em seguida, jogando a personagem Laura Pauper para o leitor, mas sem fornecer sobre ela algo que nos faça se identificar com ela. A parte da pancadaria e o final demostra habilidade do autor com criação de cenas de ação, mas o todo ficou prejudicado porque não consegui torcer pela personagem ou ter vontade de entender mais por trás. Acho que posso resumir assim: o conto parece a cena inicial de um filme. Só que no caso nos iríamos assistir o resto e sacar mais. O que não vai acontecer aqui, a não ser que o autor trabalhe mais histórias nesse mundo que ele criou. kk.. é o caso?

  16. Phillip Klem
    10 de agosto de 2015

    Boa noite.
    Um conto curto e sem rodeios. Bem direto.
    A ação foi bastante legal. A ideia das máquinas expandirem a raça humana para os usar como bateria foi bem legal.
    Sua escrita é boa e fácil de ler, exceto nas partes onde quem narra é o Instrutor. Essas partes eu achei meio confusas e destoantes do restante do texto.
    No mais, é um bom conto. Não é o melhor, mas, sem dúvida, não é o pior.
    Boa sorte e não pare de escrever.

  17. vitormcleite
    10 de agosto de 2015

    Não gostei muito desta história, mas penso que foi por precisar de mais que as duas mil palavras. Parece que havia pressa em contar tudo, em transferir os dados. Parabéns e votos de muita sorte neste desafio e repito, reveja esta história num formato mais longo, a trama merece.

  18. catarinacunha2015
    10 de agosto de 2015

    TÍTULO. Na boa: Só gostei do título.
    TEMA. Talvez seja o que há de mais FC por aqui. Sei lá…
    FLUXO de um jogo on line sendo baixado. Foi a sensação que tive. Acho que estou ficando velha.
    TRAMA além de minha capacidade de encantamento ou compreensão. Lamento.
    FINAL. Não entendi.

  19. Mariza de Campos
    10 de agosto de 2015

    Olá! o//
    Primeiramente, não gostei muito da imagem do conto ser um gif, no começo eu até tinha achado legal, mas depois de vir na página várias vezes para comentar, acabou me incomodando.
    Não entendi muito o motivo de ter contado o caso da Laura e sinto que deveria ter tido mais explicações sobre o que estava acontecendo, sem contar que não falou muito sobre a própria Laura, além de ela ser uma hacker. Acho que faltou o conto ser mais longo e mais explicativo.
    É isso.
    Abraços! \\o

  20. mariasantino1
    10 de agosto de 2015

    Conto curto, rápido como engolir uma pílula. Gostei de imaginar o pano de fundo e as ações que ocorreram, mas, o conto poderia se estender mais, no entanto, foi um bom dentro do limite que você criou e manteve a minha atenção até o fim.

    Boa sorte no desafio.

    Nota: 6

  21. Evandro Furtado
    10 de agosto de 2015

    Tema – 10/10 – adequou-se à proposta;
    Linguagem – 9/10 – alguns probleminhas com a concordância;
    História – 5/10 – houve um momento em que as referências a um certo filme se tornaram suficiente, infelizmente você cruzou essa linha um pouquinho;
    Personagens – 10/10 – não houve tempo para grandes descrições, mas Laura foi apresentada o suficiente;
    Entretenimento – 7/10 – foi bastante dinâmico, e isso favoreceu a leitura;
    Estética – 7/10 – gostei da “voz robótica”, deu um tom legal ao texto.

  22. Cácia Leal
    9 de agosto de 2015

    O autor construiu um conto a partir do filme Matrix. Poderia? Acho que acabou pecando na originalidade. Poderia ter feito algo novo, um universo próprio, uma história própria. Não gostei do resultado. Faltou uma trama mais elaborada. Embora cumprisse com a tarefa de escrever dentro do tema, falhou em outros quesitos que também são importantes. A trama, no geral, não me agradou, por não ter sido sua propriamente dita.

  23. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    De tanto ler, comentar e avaliar os contos, chega um momento em que você já não sabe mais o que comentar. Você só termina de ler e diz para si mesmo: É, gostei. Ou: Não, não gostei. No caso desse conto, fico com a primeira opção. Quanto às características: a história não precisou ser extensa para prender a atenção, e o desfecho foi ótimo.

  24. Marcellus
    9 de agosto de 2015

    MTG?

    Bem bacana o conto explorar o universo de “Matrix”. Foi eficaz e talvez tenha faltado apenas uma pequena revisão, especialmente quanto às crases.

    Ah sim! Bancos Centrais têm agências? 😉

    Boa sorte no desafio!

  25. Felipe Moreira
    8 de agosto de 2015

    Acho que por uma questão de gosto, o texto não me agradou muito. Está bem escrito numa forma geral, é objetivo e curto, mas não me senti fisgado pela história, ou por Laura. Ela é a chave do que foi contado, mas não houve uma profundidade maior no seu ponto de vista. Porém no final eu entendi determinadas coisas que vinham sendo soltas ao longo do texto, que agora se encaixaram na construção desse cenário e seus eventos.

    Parabéns pelo trabalho e boa sorte no desafio.

  26. Pedro Teixeira
    7 de agosto de 2015

    Olá autor(a). Temos aqui um tipo de fan-fic derivada da mitologia do filme “Matrix”, que traz uma ideia boa que, entretanto, a meu ver, não foi tão bem desenvolvida. As descrições são interessantes e há certo suspense, contudo, o final acabou me decepcionando por não trazer nada de impactante. Acho que podia haver uma ênfase maior no psicológico e nos sentimentos da protagonista também, e uma descrição mais precisa da cena de luta.

  27. Piscies
    7 de agosto de 2015

    É uma cena interessante de uma fanfic… mas só. A explicação antes da cena é interessante também, mas não muito empolgante. Torci o nariz para o déjà vu que senti ao ver Laura colocando a mão no vidro, assustada, e atendendo o telefone pouco antes de uma bala atingir o local onde ela estava no momento anterior.

    O conto foi bem escrito, mas não gostei muito por ser uma fanfic curta e não muito inovadora.

  28. Marcel Beliene
    6 de agosto de 2015

    Conto muito divertido e instigante. Este enredo está bem legal, baseando-se num universo hacker. Sua narrativa flui bem e as cenas de ação estão bastante boas. Muito bom 🙂

  29. Rubem Cabral
    5 de agosto de 2015

    Olá, Morpheus.

    Gosto muito do universo Matrix e achei o conto muito bem escrito, com variações criativas àquele universo. Só achei a aventura um tanto curta: queria mais detalhes, mais reviravoltas.

    Bom conto!

    Abraços e boa sorte no desafio.

  30. Fabio Almeida
    4 de agosto de 2015

    Este conto respira ficção científica. Tanto que qualquer um que tenha visto e esteja familiarizado com o universo matrix facilmente entra na atmosfera. Infelizmente, na minha modesta opinião, o conto falha em imersão. A cena de combate, a corrida, a aparente urgência de toda a ação – tudo isso passou ao meu lado, mesmo tendo lido segunda vez. Talvez pela introdução um pouco leve, ou pela superficialidade da personagem de Laura, o que é certo é que me vi a gostar imenso bo inicio e a ter chegado ao final com aquela sensação de insatisfação. Fui para comer um delicioso bolo e acabei comendo carne. O que quero dizer é que o conto tem imenso potencial. E eu não me importo em nada com o universo, acho-o muito bom e imersivo. Pena não me ter arrebatado como gostaria 🙂

  31. Leonardo Jardim
    3 de agosto de 2015

    ♒ Trama: (2/5) achei muito simples, um recorte numa história maior em um universo já conhecido, um fan-fic. O problema de um texto assim é que, sem o conhecimento prévio do universo estabelecido, o leitor fica perdido. Não era o meu caso, mas ainda assim achei muito simples o desenvolvimento da história. A introdução e o fim ficaram muito explicativos para encaixar a cena de ação, meio perdida no meio.

    ✍ Técnica: (3/5) não encontrei nenhum erro e narrou a ação com eficiência. Na média do desafio, o que é muito bom! 🙂

    ➵ Tema: (2/2) universo de Matrix (✔).

    ☀ Criatividade: (1/3) reutilizou o universo existente e acrescentou muito pouco.

    ☯ Emoção/Impacto: (2/5) o texto se resume a uma cena de ação, mas ela não funcionou muito bem, pois não senti nada pela protagonista. Não fiquei tenso por ela, nem pelo objetivo dela. Isso aconteceu, principalmente, pela frieza em que esses dois elementos importantes foram introduzidos. Na próxima vez, tente nos passar mais a emoção por trás da cena que o texto ficará bem melhor.

  32. Anorkinda Neide
    2 de agosto de 2015

    hehehe nao sei se entendi o final
    mas tb nao entendi completamente o filme Matrix, então tá valendo… 🙂

    Eu gostei deste texto como um dos acontecimento lá do filme. tem nome isso mas eu não lembro.
    Achei tudo bem encaixado, inclusive no tema do desafio.
    Parabens!

  33. Anderson Souza
    1 de agosto de 2015

    Acredito que o grande prêmio deste concurso é a avaliação sincera dos textos, com críticas construtivas e opiniões de leitores que são apaixonados por Ficção Científica.

    Busco no concurso ideias originais. Quando li Zion, matrix… confesso que franzi o cenho para o conto. Em um universo infinito de possibilidades abordar Matrix…

  34. Daniel I. Dutra
    31 de julho de 2015

    Sou eu ou isso é uma fanfic de Matrix? De qualquer forma, achei interessante o uso do recurso “10% enviado”.

    Porém, não sou fã de fanfics. Mas creio que a história tem um certo potencial e poderia ser modificada e virar uma obra própria. Gostei da estrutura do conto. Isso, para mim, é muito importante.

  35. Leonardo Stockler
    30 de julho de 2015

    Humm… Não sei, gosto bastante do universo de Matrix, e adorei a linguagem aqui empregada, mas a coisa não ficou um pouco curta e fria demais? Claro, não que seja bom prolongar o que não há pra ser prolongado, um pouquinho de objetividade e crueza também é sempre bom – mas fiquei com aquela sensação de um sabor que só sentimos pela metade, sabe como é?, talvez justamente por ter gostado dessa breve demonstração que vi aqui.

  36. Tiago Volpato
    30 de julho de 2015

    Gostei. É um texto sem compromisso, pura ação. Ele é curto, o que ajudou, pois se você se alongasse muito, ia acabar ficando monótono, para mim ele está no tamanho exato. Você escreveu muito bem, boas frases, interessante combate. Como fanfic eu achei que ele funcionou bem, apesar de não ser um texto muito profundo, ele cumpriu o papel do desafio.

    P.S. O agente que enfrentou Laura era o Bob? 😛

    Abraços!

  37. Davenir da Silveira Viganon
    29 de julho de 2015

    Não tinha pensando em uma Fanfic para concorrer ao certame, ficou muito bom. Gostei mais desta história do que algumas que vi no Animatrix (de onde retiraste a tua imagem), e olha que eu curto todas daquela coleção.
    Gostaria de ler mais contos teus fanfic de Matrix.
    Parabéns!

  38. Fabio Baptista
    29 de julho de 2015

    Gostei.

    Usou bem o clima do Matrix e quem é fã dos filmes (quase todo mundo que conheço), certamente vai gostar.

    Só fico pensando se o conto funcionaria isoladamente, sem um conhecimento prévio dos filmes… acredito que não, pois todas as imagens que montamos na cabeça são baseadas nas imagens do cinema.

    Achei a escrita um pouco crua, senti falta de pelo menos uma construção de frase mais elaborada.

    Mas o texto conseguiu me entreter.

    NOTA: 7

  39. Angelo Dias
    29 de julho de 2015

    Não sou muito fã de adaptações de universos já conhecidos, já que isso requer do leitor um conhecimento prévio. Sei que em um concurso de ficção científica o prévio conhecimento de Matrix seja quase obrigatório, mas ainda assim não acho que textos baseados em outras obras —ainda mais em Animatrix, tornando o texto “baseado no baseado em Matrix”.
    Mesmo assim gostei do que foi escrito. A história segue bem o conhecido e talvez teria sido melhor desenvolvida com mais espaço para escrita. Achei a narrativa corrida demais e não gostei muito do jeito que o final foi descrito.

  40. Jefferson Lemos
    28 de julho de 2015

    Olá autor (a).

    Apesar de ter o sci-fi na história, eu não gostei.

    A narração não me agradou muito e a forma como a história correu também não. Foi apenas um pequeno trecho, e para mim ficou meio sem emoção. Não consegui me conectar com a personagem e nem entender direito o sentido de tudo, ao final. Mesmo o objetivo estando bem definido.

    Acho que outros irão gostar, mas não fez muito minha vibe.

    De qualquer forma, parabéns e boa sorte!

  41. Brian Oliveira Lancaster
    27 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: Matrix com certeza marcou época. Sua essência cyberpunk está na mente de muitos até hoje. >> 8.
    G: O texto me soou como uma grande fanfic. Tem muitos méritos, mas faltou um pouco de originalidade. Gostei do estilo professor-aluno, o que deu uma visão diferente ao protagonista (história dentro de história). É curto e direto ao ponto. Gostei da atmosfera. O autor mostra-se criativo, basta dar vazão a este lado, colocando as referências de formas mais sutis. >> 7.
    U: A escrita é bem cuidada, simples e fácil de ser compreendida. >> 8.
    A: Está e não está dentro do tema. Não sei como classificar este texto. Não me entenda mal, você tem bastante habilidade. No entanto, este enredo pareceu apenas mais um capítulo de um seriado já assistido. >> 7.

    Nota Final: 7.

  42. Antonio Stegues Batista
    24 de julho de 2015

    O prólogo não é muito claro, a explicação não ajuda e quando a ação engata, termina numa explicação desapontadora.
    Nota- 7

  43. Rogério Germani
    24 de julho de 2015

    Olá, Morpheus!

    Diante de seu conto, só posso reproduzir uma das falas do filme Matrix:

    “Cedo ou tarde, você vai aprender, assim como eu aprendi, que existe uma diferença entre CONHECER o caminho e TRILHAR o caminho.”

    Uma dica: a imagem em movimento atrapalhada a leitura do texto, tira a atenção nos primeiros parágrafos.

    Boa sorte no desafio!

  44. Alan Machado de Almeida
    24 de julho de 2015

    Sua fanfic de Matrix foi bem escrita, curta e direta. Infelizmente não me passou muita emoção. Nota 7

  45. Claudia Roberta Angst
    24 de julho de 2015

    Bom, os elementos de FC estão bem caracterizados e o ambiente apresentado nos leva a um futuro cheio de detalhes cibernéticos. Sim, já estou viajando com a tal Laura Pauper.
    Gostei do tamanho do conto e da linguagem empregada. Não encontrei lapsos de revisão.
    Tive de reler alguns trechos para entender melhor a narrativa. Não sei se consegui, de fato. É, sem dúvida, um conto bem fundamentado e desenvolvido com cuidado.
    Boa sorte!

  46. Renan Bernardo
    24 de julho de 2015

    Oi, Morpheus. Achei bem fraco o conto. Os elementos de ficção-científica foram facilmente escondidos por um elemento de thriller que não encaixou muito bem no conto. Além disso, não gostei do uso da Matrix, como se a história fosse uma fanfic (não lembro tanto dos filmes para ter certeza se realmente é ou não).

    A temática podia ser muito melhor aproveitada. Por exemplo, com menos ação. Em um conto curto assim, acho que a ação não funciona como parte central do enredo.

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Informação

Publicado às 23 de julho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .