EntreContos

Literatura que desafia.

Madeuza (Maria Santino)

madeuza

O INCREMENTO — Engano

 

Discutiam como poodles no cio. Alarido esganiçado de agressões suportadas sobre pilares de frustração. Ele, rosto congestionado, dedo em riste como quem sublinha uma sentença, bateu o martelo e se atirou noite afora para seu reduto na garagem.

— Está decidido. Decidido.

Ela, pezinho polido machucando a ridícula lã branca estendida sobre o piso, tranqueira dada pela mãe dele em comemoração aos três anos de casamento dos dois, cruzou os braços sobre os seios pequenos e ameaçou. Sobrancelha erguida e tom sarcástico.

— Pois eu destruo quando chegar. Não brinca comigo, ouviu?

Porta batida nas costas, mundo externo vedado. Grunhidos em medidas iguais de raiva e resignação. Gravata e terno jogados sobre caixas de revistas Quatro Rodas e Playboys. Não reconhecia mais a si mesmo. Como pôde deixar que a esposa o dominasse daquela forma?

Construiu aquele quartinho para fazer suas coisas Neandertais, como ela dizia. Ouvir Pink Floyd, ler Drunna, coçar o saco e acessar aqueles sites cheios de xis sem ter cuidado de apagar histórico algum depois. Sentia que a esposa tratava-o como um cão, e que era ali onde ele se via livre da focinheira.

Colou os olhos na tela do micro e digitou enfurecido o teclado. Primeiro o D, depois o R, O, I, D…

E então decidiu.

 

CABEÇA VAZIA OFICINA DO DEMÔNIO

 

Era um homenzinho muito justo, trabalhador e temente a Deus. Odilon, também chamado carinhosamente de Didi, pela esposa. Estrela cadente que se foi sem lhe deixar um filho. Casaram, pois, na igreja e prometeram fidelidade enquanto houvesse vida. Agora, enquanto olhava as ancas de uma cabrita muito aprumada e mansa, pensava naquela promessa. Uma vez que a mulher jazia sob sete palmos, não fazia sentido aquele celibato sacrossanto. Mas o homenzinho de voz fraca e pouco entendido das coisas do mundo, só conseguia se aproximar de alguém nas manhãs de Domingo, quando mastigava a hóstia sagrada e ouvia as palavras cheias de mistérios que o padre dizia nas missas, guardando algumas para si e recitando-as na procura de não se desviar dos bons caminhos divinos. Nas quintas de feira, vendia leite e queijo, e via os conhecidos de outras redondezas que aos poucos debandavam do campo e deixavam que suas terras fossem abocanhadas pelas construções de pedra e ferro da cidade. Nessas horas ele se sentia alegre e preenchido, mas no decorrer da semana, a solidão o fazia escutar e pensar no que antes não pensava. Agora, sentindo cada músculo do seu corpo tentado, forçava sua cabecinha chata para lembrar em que parte da bíblia dizia que Deus havia dado a Adão a missão de nomear todas as coisas do mundo e “dominá-las”. E, buscando pretextos para embasar sua atitude repetiu de si para si que não estaria fazendo nada além de seu direito.

Com esse pensamento, cessou o pastejo dos animais e tangeu-os de volta para o curral onde pôs os olhos mais uma vez na cabrita que, segundo ele, o observava cheia de malícia e pestanas. Estalou os lábios em beijos para acalmá-la, se pôs atrás dela e baixou a calça de bainha improvisada pelo corte de terçado que ele mesmo havia dado, procurou, procurou, e nas pontas dos pés alcançou. Mas já em vias da crise, a voz trovejante do padre soou de dentro para fora chamando a razão. Lembrou-se dos sodomitas e das iniquidades que provocaram a ira do Senhor. Então, envergonhado, correu para dentro da casa e não mais saiu o resto do dia.

 

SEPARAÇÃO

 

— Ridículo! Ridículo! Definitivamente ridículo!

— Vai, sai agora.

Pensou em cancelar tudo, mas não suportaria os amigos pegando no pé dele, afinal, era um dos poucos que não possuía aquele artigo de luxo. E, além do mais, não havia sido ela mesmo que dissera estar pronta para incrementar a relação? Calou-se. Ficaria escuso na garagem até que ela se acalmasse como das outras vezes. Segurou a alça da mala e caminhou até a porta.

— E nem pense que vai ficar aí, escondido nesse muquifo. Eu já troquei todas as fechaduras.

— Mas… meu bem… a casa é minha…

O dedo duro em direção à porta ainda estava erguido. Arfou sentindo que todos os ossos haviam abandonado seu corpo e, vencido mais uma vez, escorreu para fora.

 

O COCHILO DO CAMINHONEIRO

 

Queria chegar logo. Estava pesado, quase não contendo mais o sono. Se ao menos soubesse configurar a perua para navegar automaticamente como os colegas faziam, e não só fingir que o treinamento lhe fora suficiente para aprender a nova tecnologia… Mas não sabia e não queria ser substituído por alguém mais jovem.

Pegou as encomendas e colocou-as de qualquer maneira na perua. Aguentou enquanto pôde na ermidão do asfalto, mas o cochilo repentino derrubou suas forças e quando abriu os olhos, a manobra teve que ser apressada para que não viesse abaixo com o transporte. Deu alguns tapas em si mesmo e balançou a cabeça, fazendo sons altos semelhantes aos de um cavalo. Piscou os olhos sentindo-se desperto e mais uma vez pisou fundo no acelerador e seguiu viagem. Se naquele momento tivesse observado com atenção o retrovisor, veria o retângulo revestido de papelão liso rodando ladeira abaixo, mas ele não o fez.

 

CONTATOS

 

Odilon abriu a porteira, sisudo. E não ousou tocar nas ancas das cabritas para dar-lhes palmadas a fim de fazê-las correr pelo pasto. Tinha que evitar qualquer tentação.

Enquanto andava em meio aos animais, não percebeu o caixote estendido sobre o gramado naquela depressão onde acima, a rodovia passava. Só quando as cabras se aglomeraram naquele ponto, devorando o embrulho, é que a curiosidade o fez aproximar-se.

Levou a mão à boca e exclamou num desespero curto diante do que via.

— Pela’mor!

Dentro daquele caixote revestido de papelão fino, um ser com traços de mulher jazia deitada, muda e nua. Mas o medo se desfez deixando somente a surpresa no lugar assim que ele olhou um dos dedos dela. Lá, onde os animais tinham mordiscado, havia a exposição do ferro incutido no silicone, e mesmo sem saber como aquilo era possível, deduzia, pois, que aquela não era uma mulher “mulher”.

Se a altura era pouca, a força, por outro lado, era seu contrapeso. Grosseiro e resistente, o pequeno homem tratou de suportar o arremedo de mulher sobre os ombros, tendo cuidado de levar consigo, também, um livrinho pardo escrito por dentro e por fora que ali se encontrava.

Atravessou a porta suando em bicas e não pensou duas vezes, atirando a mulher sobre a cama. Exausto, sentou-se em uma cadeira e permitiu que os olhos esquadrinhassem aquele ser esguio, rijo e de uma beleza diferente da que havia na falecida esposa. Coçou a cabeça e então dividiu a atenção folheando as páginas do livrinho cheio de sinais que ele não conseguia identificar. Se soubesse ler, poderia encontrar, em seu idioma, instruções que revelariam botões a altura da nuca do autômato, veria ainda que poderia escolher funções multilíngue pressionando o lobo da orelha dela, e controlar contrações bem como fazê-la comprimir a estatura do corpo até exatos 1,50cm, dois centímetros a menos que ele, num tamanho ideal. Mas Didi soletrava arrastado, fechou o livrinho quando chegou na parte de acessórios que poderiam ser instalados: projetores de hologramas, óculos 3D, próteses penianas de tamanhos e formatos sortidos. O cenho franziu com as imagens a sua frente, sentiu um frio percorrer sua espinha e que a cabeça estava fora dos eixos. Apoiou o queixo no curto braço, e este, por sua vez, apoiou sobre as pernas cruzadas. Depois balbuciou, com muito esforço, as palavras do rodapé.

— MADE U.S.A.

Só levou algum tempo para que as memórias do Mobral fluíssem. A professorinha que usava as coisas próximas a ele para alfabetizá-lo havia dito que o “s” entre as vogais tinha som de “z”. Ficou feliz em chegar a aquela conclusão e repetiu mais uma vez as palavras, rindo sozinho com o sonoro nome que descobria.

— MADEUZA… MADEUZA…

“E ela não tinha mesmo algo divino?” Pensava.

 

ORDEM NO CAOS

 

Ele nem ligava mais para as brincadeiras dos colegas, que não conseguiam parar de falar das “maravilhas” que uma “Sexy Droid Nature” era capaz de fazer. Já estava farto daquilo. Nem parecia que estavam ali, naquela concessionária, que eram adultos, com responsabilidades, contas a pagar, mulheres e filhos.

Filhos…

Se epifanias tem ignições improváveis, aquela era a sua. Baratinado pegou o smarthfone lembrando-se das palavras da esposa dita há uma semana atrás. Havia entendido errado o incremento da relação?, porque lembrando de tudo naquele momento, percebia que a esposa não havia pedido nada dele, agia mais como se estivesse prestes a anunciar algo.

— Alô.

— Meu bem? Sou eu.

— É, dá pra ver aqui.

— …

— Ligou pra saber se a tua encomenda chegou, né? Ainda nã…

— Não, não. Eles extraviaram. Poderiam me mandar outra, mas… eu pedi o reembolso.

— …

— Meu bem?

— Eu… menti.

— Hã?

— Menti. Não… Não troquei as fechaduras.

Ele sorriu aliviado sentindo que tudo ficaria bem.

— Preciso te mostrar uma coisa.

— Certo, tou indo pra’í agora.

Catou as chaves da mesinha não dando importância se o fim do expediente só aconteceria duas horas depois. Dirigiu manualmente e passou numa floricultura. Eram tempos modernos onde o amor podia vestir novas fantasias e ornar-se com outros floreios, mas continuava sendo amor.

— Tá na mão. Pague no caixa.

Puxou a carteira, ser pai aos 32 anos não estava nos seus planos, mas… evitava pensar em todos planos fracassados que o trouxeram até ali.

— Quarenta e cinco e sessenta.

Concordou, colocou uma cédula de cinquenta reais sobre o balcão e deu uma piscadela.

— Aqui, pode ficar com o troco.

Ela retribuiu o gesto e completou docemente:

— Aproveite bem o seu dia.

— Obrigado.

Caminhou com molejo como embalado por uma canção, mas na porta, voltou-se para trás e percebeu. Não havia sido atendido por uma pessoa.

— Essas belezinhas vão dominar o mundo, meu chapa.

Olhou para o atendente sem concordar ou negar nada. Entrou no carro e então tudo voltou a ser sorrisos novamente.

Quando atravessou a porta e lá estava ela, vestida com um macaquinho escuro que realçava a pele clara. Deu-lhe as rosas e ela retirou um envelope de dentro do bolso frontal da vestimenta. Explodiram em risos. Já não eram mais só eles dois.

 

SATISFAÇÃO

Didi só saiu de casa pelo fim do dia. A chuva anunciada começava a cair em torrentes naquele momento. Não se importava em molhar-se, estava satisfeito e respirava fundo sentindo a vascularização no cérebro, há muito, afogado.

Bateu palmas e conduziu os animais para o curral, divagando.

“Tudo o que Deus faz, é bem feito. Cozido. Outra mulher de carne e osso podia me deixar de novo, mas… minha Madeuza não.”

E chapinhando os pés na água empoçada, fechou a porteira e voltou para casa lembrando-se de como podia jurar que sua Madeuza havia aberto os olhos e movidos os braços e pernas quando ele tocou no pescoço dela. Entrou assoviando e tratou de se enxugar antevendo novos momentos alegres. O homenzinho havia acionado, sem querer, a carga da bateria deixada para as primeiras configurações da “Sexy Droid.” Havia ferro e fibras nos membros para simular um abraço, o maior peso encontrava-se na cabeça.

Assim como o IMEI de celulares podem bloqueá-lo, a tecnologia daquele produto permitia fazer o rastreio. A carga duraria pouco, mas era tempo suficiente para deslocar uma equipe de “resgate.”

Odilon mergulhou outra vez nas cobertas, indiferente ao pouco tempo de amor que lhe restava.

 

===

 

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52 comentários em “Madeuza (Maria Santino)

  1. Evelyn Postali
    22 de junho de 2017

    Eu sorri do humor bem dosado desse conto. Eu ri com a história do Mobral e do som do z. Esse conto é leve e demais de agradável de se ler. Essa trama que você compôs, ligando as vidas desses personagens, me fez refletir também, não somente rir. Gostei de como ele nos conduz a pensar sobre nossos desejos, nosso egoísmo, nossa culpa, porque tudo trabalha, de certa forma, para nos fazer retroceder ou avançar. Gostei demais. Eu consegui ver todo o conto, cena por cena. Parabéns, Maria! É um conto ótimo!

  2. mariasantino1
    13 de agosto de 2015

    “há duas semanas atrás”. Puxa! Que horror! Queria esconder minha cabeça num buraco, a sério 😦
    Muito agradecida. Tudo relevante, chefe.

    Abraço!

  3. Renato Silva
    11 de agosto de 2015

    Olá.

    Achei o conto muito bom. Gostei da forma como você separou o conto em pequeno capítulos, tornando a leitura atrativa – charmosa – e agradável. Parece que as ginoides estão vindo para ficar; será a salvação do homens solitários, mas o fim de muitos casamentos estáveis. Parabéns pelo texto.

    Boa sorte.

  4. William de Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Muito bem bolado o conto, foi até o momento o que mais saiu do comum.

  5. Bia Machado (@euBiaMachado)
    11 de agosto de 2015

    Gostei! Um refresco para a cabeça, depois de tantas guerras e fim de mundos etc. etc… Gostei da estrutura e do estilo diferente, depois de vários textos “certinhos” demais, o seu foi um refresco! Parabéns!

  6. Thales Soares
    11 de agosto de 2015

    Escritor Anônimo, seu conto foi o último que li durante este desafio! Yeah!!! FInalmente…. já não aguentava mais ler sobre alienígenas, fim do mundo, robôs, etc. 56 contos… caramba, que maratona!!! Falta eu comentar alguns ainda, mas tudo bem…

    Seu conto foi diferente, e com um aideia bacana. A escrita está boa e prende o leitor. A divisão da história em capítulos contribuiu bastante para deixar a obra fluida e menos cansativa. Achei interessante os links postados no final do conto. Não li as reportagens, pois estou meio cansado de leitura por hoje. Mas no segundo link fiz uma leitura dinâmica e dei uma olhada nas fotos das gostosas.

    Boa sorte, Escritor Anônimo.
    Nem acredito que terminei de ler tudo… uhul!! Seu conto fechou bem o desafio para mim. Parabéns.

  7. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    Outro conto de mulher-robô, mas desta vez bastante sofisticado. Com essa propaganda, vão acabar me convencendo… Falando sério, esta ideia parece viver no imaginário popular. A questão fundamental está no fato do homem e a mulher, digamos assim, assimilarem a realidade de maneira diferente, o que requer paciência de ambas as “espécies” para interagir. O conto apresenta apenas as dificuldades, mas suspeito que deve haver algo de bom nos relacionamentos. Só experimentando para saber. No fundo, no fundo, as ideias aqui são boas, tais como um quartinho Neandertal e a mulher mulher. O conto é engraçado, gostei.

  8. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 7/10

    → Criatividade: 7/10 – Embora o conto aborde um ângulo diferente dos demais, não acho que os tenha superado.

    → Enredo: 6/10 – A história é bem trabalhada, mas não me envolveu muito. Acredito que o problema tenha sido o formato escolhido para narrar a história.

    → Técnica: 8/10 – Está muito bem escrito. Porém, o estilo não me agradou tanto.

    → Adequação ao tema: 10/10 – Está adequado ao tema do desafio.

  9. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    Muito bom o conto! Já me ganhou no primeiro trecho, com a descrição do casal discutindo. É isso que eu procuro num bom texto e não me decepcionei aqui. Excelente! Desde os diálogos até a frustração que sobressai da falta de paciência mútua. Os trechos sobre Odilon mantêm a pegada, tornando sua realidade verossímil, interessante, despertando um misto de comédia e, quiçá, melancolia – isso sem falar na atmosfera regionalista deliciosa muito bem desenvolvida. O ponto fraco do texto é que ele só resvala na ficção científica. Bonecas sexuais já são uma realidade, como se sabe, de modo que o texto não trata exata e especificamente de algo ficcional cientificamente falando. Isso, contudo, não tira o brilho do texto. Há, também, que se esmerar um pouquinho mais na revisão, evitando falar em “smathfones” ou “há tantos anos atrás”. Detalhes bobos mas que podem e devem ser evitados, especialmente por quem escreve tão bem como você, prezada autora.. Reforço, por isso, que li seu texto com gosto, sorvendo cada parágrafo com aquela sensação que só bons argumentos despertam. Parabéns.

    Nota: 8

  10. Fábio Almeida
    11 de agosto de 2015

    Um conto com uma absorvência muito forte. O leitor sente-se quase poetizado pela grande capacidade de escrita do autor. Nota-se que é muito diligente nas palavras, muito bom. Gostei da interacção do final do conto, dando um sentido mais abrangente e real à história, mas dei por mim desejando que tal não tivesse acontecido. Foi como se a criatividade do conto tivesse esmorecido. Ainda assim, dizê-lo o devo, achei este conto muito intrigante e bem construído. A divisão em capítulos ajudou o leitor a enquadrar as cenas.

    ps: o camionista pareceu-me ser um safadola =P

    Bem jogado =)

  11. Fil Felix
    11 de agosto de 2015

    O trunfo do seu conto é entregar uma boa história, fechada e bem narrada. Por um instante pensei que estaria fora do tema, mas terminou de uma ótima maneira. A visão de diversos personagens e momentos cômicos me lembraram os filmes do Almodóvar. Aquela tragicomédia do cotidiano. Não ficou entre os meus preferidos porque não me cativei tanto com as personagens, mas certamente é um ótimo conto. A sacada do Made USA foi genial.

  12. Fabio D'Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Madeuza
    Escritor Anônimo

    ஒ Habilidade & Talento: Esse texto é um exemplo de uma habilidade refinada. Simples, sem muito floreio, com narrativa natural e excelente. E isso indica um casamento perfeito e feliz com o talento. Parabéns!

    ண Criatividade: A criatividade está também nas pequenas coisas. Quando olhamos para esse texto, lembramos disso. A história não impressiona, realmente. Já vi contos, até filmes, baseados nesse assunto. Acredite! Porém, o desenvolvimento mostra o real poder criativo do autor. Mas poderia ter arriscado mais e colocado uma nova roupagem no texto, hein!

    ٩۶ Tema: A única coisa relacionada à tecnologia é a Madeuza. Mas ela não tem presença no texto. É um utensílio, apenas. Não é um conto de ficção científica…

    இ Egocentrismo: Por fora, gostei do conteúdo completo. No entanto, no fundo, esperava por algo mais.

    Ω Final: O Talento e a habilidade estão enamorados. A Criatividade é um pouco conservadora e não se arrisca. O Tema não está presente. O Egocentrismo se divide, mais uma vez. Arrisque mais, caro autor, sei que você consegue!

  13. Cácia Leal
    10 de agosto de 2015

    Muito criativo! Adorei! E com um belo toque de humor! Um texto agradável, que flui muito bem. Sem toda essa história de fim do mundo. Realmente diferente e inovador. Muito criativo. Essa de Made U.S.A. foi genial! Parabéns!

  14. Laís Helena
    10 de agosto de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (3/4)

    O título foi engraçado, e sua narrativa me prendeu. Como erros de revisão, reparei em apenas uma ou outra vírgula fora de lugar.

    2 – Enredo e personagens (1/3)

    O enredo, entretanto, não me agradou muito. Esperava que as histórias fossem interligadas por mais do que apenas a boneca, o que me deixou com a impressão de que seu conto serviu apenas para apresentá-la, sem se preocupar em desenvolver os personagens.

    3 – Criatividade (1/3)

    Já li diversas histórias com robôs neste desafio, e apesar de sua abordagem ser diferente, esperava algo mais do final, algo que fizesse o conto mais marcante.

  15. Pedro Luna
    10 de agosto de 2015

    Legal. Gostei do conto. Foi bem construído, alternando as cenas, e mostrou com os seus personagens que, tanto a Madeuza serviria para suprir as frustrações de um, como a solidão de outro. Achei a ideia bacana. Experimentaria a Madeuza de boa, sem nóia, e falo sério. Cerca de 10% do sexo na vida de um homem será com mulheres que mal irão abrir a boca. A famosa rapidinha e depois tchau. Não vejo diferença entre isso e um robô, se o robô manjar das artes sexuais. Depois que casar, encosta a Madeuza no canto (ou esconde para aqueles dias que o cara for dormir no sofá). Bom, viajei pra caramba já. Enfim, gostei do conto, bem escrito e deixa o leitor pensativo. Abraços.

  16. vitormcleite
    10 de agosto de 2015

    História bem contada mas parece-me que falta algo, não sei o quê, mas, cheguei ao fim da história e perguntei Então e agora? Talvez a história se tenha perdido com o limite de palavras. Parabéns mas devias pensar em fazer algo mais com esta história, é só a minha opinião.

  17. Marcos Miasson
    10 de agosto de 2015

    Perfeito! No começo duvidei um pouco, confesso. Mas vale a pena totalmente. Nota 10. Boa sorte

  18. Tiago Volpato
    9 de agosto de 2015

    Eu li a matéria falando sobre essas ‘bonecas’ e de como no futuro vai ser normal o sexo com robôs e pensei ‘Droga, devia ter escrito sobre isso’, mas já era tarde demais, já tinha mandado meu texto. Ainda bem, pois você criou um excelente conto que sem dúvidas nenhuma é infinitamente superior a qualquer coisa que eu tivesse escrito. Excelente construção do ambiente, você optou por uma versão mais moderna, o mundo futuro do seu texto é exatamente o nosso mundo o que deixou tudo muito mais real. O drama entre marido e esposa foi muito bem explorado e o reencontro do homem que perdeu a esposa com um novo amor também. Gostei bastante do texto, sem dúvida está entre os melhores do desafio.
    Abraços.

  19. Andre Luiz
    9 de agosto de 2015

    Curioso como as pessoas têm associado ficção científica aos robôs e à inteligência artificial em geral neste desafio… Mas você foi além. Você trouxe um android sem inteligência artificial, programado para ser um “Sexy Droid” e ponto. Você mostrou limitações da tecnologia que trouxeram um “quê” realista a sua história num cenário sci-fy. Aprecio sua construção da Madeuza e toda a problemática que você criou. Parabéns!

  20. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    No primeiro parágrafo tomei fôlego para ler, pois soube que a narração seria espetacular. E foi. O bom é quando ela te prende de cara, não é? E você vai até o fim embelezado pelo modo como o autor narra a história, querendo descobrir qual o fim daquilo tudo. Muito bom. A ideia, os poucos diálogos, a narração e o desfecho.

  21. Mariza de Campos
    8 de agosto de 2015

    Olá! o//
    Achei a ideia interessante, mas o jeito que foi escrito me incomodou um pouco. Fica meio confuso se são narradas as vidas de duas ou mais pessoas e no meio acabei me perdendo.
    Achei muito interessantes os links que você deixou no fim do conto, falando sobre essa tal de boneca erótica. Eu realmente não imaginava que estavam ao ponto de criar isso, acho que simplesmente por eu achar absurdo demais. Gostei também de você se inspirar em algo que está para acontecer, deu uma ideia de realidade no conto.
    Bom, é isso.
    Abraços! \\o

  22. Phillip Klem
    7 de agosto de 2015

    Confesso que não pensei que gostaria tanto deste conto, mas gostei. Apesar do tema ser de carisma sexual, a narrativa nada teve de erótica e obscena, o que eu gostei imensamente. Já estou cansado dessa banalização sexual existente hoje em dia.
    Você soube retratar com maestria os dois lados da moeda. O rico e o pobre. O consumista e o iletrado. Ambos com suas ambições, desejos humanos, necessidades e simplicidade.
    Meus parabéns pela narrativa e por seu talento inegável em conduzir uma história de maneira simples, respeitosa e profunda.
    Boa sorte.

  23. Evandro Furtado
    6 de agosto de 2015

    Tema – 10/10 – adequou-se à proposta;
    Linguagem – 10/10 – não encontrei problemas;
    História – 5/10 – senti que faltou aquele algo a mais que não veio;
    Personagens – 10/10 – muito bem construídos e consistentes;
    Entretenimento – 3/10 – faltou um clímax na trama, algo pelo qual se guiar;
    Estética – 7/10 – narrativa em terceira pessoa muito bem construída. Gostei muito das sentenças diretas que você colocou em alguns pontos.

  24. catarinacunha2015
    5 de agosto de 2015

    TÍTULO maravilho. Gosto de procurar no texto o título e este é uma pérola.
    TEMA. Por um cabelinho de sapo que podemos considerar FC, afinal a Madeuza poderia ser tranquilamente apenas uma boneca inflável. Ou não é FC? Bem, não tive coragem de te tirar um ponto por isso.
    FLUXO de estilo elegante, fugindo do lugar comum. Já estava com saudades de ler um estilo marcante. Grata.
    TRAMA muito bem arrumada na divisão de tópicos alternados. O autor manteve o controle da trama sem salgar a mão.
    FINAL inesperado com uma frase de efeito. Gosto de ver assim.

  25. Anderson Souza
    5 de agosto de 2015

    Acredito que o grande prêmio deste concurso é a avaliação sincera dos textos, com críticas construtivas e opiniões de leitores que são apaixonados por Ficção Científica.

    Gostei do modo que você apresentou o conto mas achei que ele somente pincelou, tangenciou, raspou no tema de ficção científica. Esperava uma abordagem mais profunda do tema. Você é talentoso. Continue.

  26. Piscies
    5 de agosto de 2015

    POXA VIDA.
    Era o melhor conto que eu tinha lido aqui. Sério. Na verdade continua sendo o melhor conto que li por aqui, mas cadê o desfecho? Curti muito a história do casal. Essa foi concluída bem. Mas a história de Didi não. Ela terminou como se houvessem mais uns três parágrafos depois daquilo e o autor simplesmente os apagou.

    De qualquer forma: que história boa de ler! Que escrita agradável!Gostei demais de tudo por aqui. Parabéns mesmo!

  27. Lucas Rezende
    5 de agosto de 2015

    Olá,
    A história não chama muita atenção, mas está escrita de forma primorosa. Achei muito legal a abordagem diferente dos demais contos, um tema diferente, com uma ambientação diferente sem fugir da ficção.
    Não tenho nada para sugerir na história, mais uma vez parabéns pela escrita.
    Boa sorte.

  28. Rubem Cabral
    5 de agosto de 2015

    Olá, Escritor Anônimo.

    Taí, muito bom o conto: bem escrito, com personagens simpáticos e tudo mais.

    O casal em crise é interessante, mas o matuto semianalfabeto é o melhor em sua inocência rústica.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

  29. Felipe Moreira
    5 de agosto de 2015

    Interessante o tema que você usou, mas o conto só passou a chamar atenção a partir da metade, quando ele é apresentado à “madeuza”. A relação com a mulher e ideia de ter um filho nesse cenário não tão futurístico é legal também. O melhor do conto é a originalidade.

    Parabéns pelo trabalho e boa sorte no desafio.

  30. Pedro Teixeira
    4 de agosto de 2015

    Olá autor(a). Ótimo conto, um dos melhores até aqui, pela excelente construção dos personagens, narração, ambientação, diálogos, adequação do enredo ao formato, enfim, está ótimo. Com um pouquinho mais de carga emocional, seria perfeito.

  31. Anorkinda Neide
    3 de agosto de 2015

    Texto muito bem escrito,num estilo já visto por aqui, mas não consigo lembrar de quem… hihihi teria q revisar os antigos desafios 😛
    Quem nao se enternece com o pobre do Didi? adoro essas pessoas simples!

    Claaaaaro que não gostei das madeuzas mas gostei do conto, gostei do relacionamento do casal e seu final feliz, do enlaçamento das historias e do final inteligente. vc está de parabens!

    só nao ganha dez por causa da madeuza… que concorrencia! não é justo isso!

    boa sorte ae!

  32. Renan Bernardo
    30 de julho de 2015

    Belo tema e conto escrito de forma excepcional. Não gostei muito da forma como foi aproveitado o tema, no entanto. Também acho que a ficção científica ficou um pouco em segundo plano. Ainda assim, gostei do seu conto. Parabéns.

  33. Marcel Beliene
    30 de julho de 2015

    Muito bom! Sua narrativa é muito boa e os diálogos também. Você abordou um tema bem original e cumpriu bem o papel de demonstrá-lo neste excelente enredo. Ah! E “Madeuza”, a forma como o Odilon deu o nome à boneca, genial!…

  34. Leonardo Jardim
    28 de julho de 2015

    ♒ Trama: (4/5) divertida e bem encaixada. Gosto desse tipo de trama separada com uma fina conexão. No início causa um estranhamento, mas depois tudo faz sentido. A partir do encontro do fazendeiro com a androide, porém, a trama ficou muito linear.

    ✍ Técnica: (4/5) muito boa, bem descrita e com bons diálogos.

    ➵ Tema: (2/2) androides (✔) com, vários usos 😉

    ☀ Criatividade: (1/3) utiliza elementos cotidianos e não vi nada que fosse muito diferente do comum.

    ☯ Emoção/Impacto: (3/5) o texto diverte, mas o impacto não é muito grande, muito em função foi final comum.

    PS.: a sacada do Made USA = Madeuza é muito boa 😀

  35. Kleber
    28 de julho de 2015

    Diferente…

    Proposta diversa do usual de ficção científica. O autor procurou inserir seu conto neste universo, mas ficou um pouco difuso na minha opinião.

  36. Angelo Dias
    27 de julho de 2015

    Bom hein! Ótima escrita, bem legal, demorei para entender quando o tema entraria na história mas deu super certo quando entrou.

  37. Leonardo Stockler
    27 de julho de 2015

    Perfeito. Excelente. A escrita é saborosa, cada palavra desempenhando um brilho específico na construção toda. A sintaxe quebrada do começo funciona em chamar a atenção. A história é sublime, uma banana pros grandes temas da FC, ao mesmo tempo que uma reverência com uma voz extremamente própria. E o título? Os meus mais sinceros parabéns pra quem escreveu essa pequena pérola.

  38. Brian Oliveira Lancaster
    27 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: Um conto bem diferente incorporando o cotidiano de forma bem humorada. >> 9.
    G: Não sou muito desses textos, mas a distribuição e o contexto prendem a atenção desde o início. A separação de histórias para se juntarem no final, ficou ótimo. A criatividade quanto ao nome também foi digno de nota. >> 8.
    U: Bem escrito e fluente. Notei apenas smartphone escrito errado. >> 9.
    A: Somente do meio para frente entendemos do que se trata, mas entendi que realmente precisava de toda aquela preparação inicial. >> 8.

    Nota Final: 9.

  39. Jefferson Lemos
    25 de julho de 2015

    Olá, autor (a).

    Você escreve muito bem. Gostei da história e achei tudo muito bem contado e dividido. No entanto, apesar da droide, senti falta de mais ficção científica. Ficou bem em segundo plano, enfatizando mais a vida do rapaz do interior do que o tema em si.
    Mas esse final foi bem satisfatório dentro do que me agradou.
    Quanto a narração, já falei. É um daqueles que sabe o que faz e isso conta pontos. Poderia te dar um 10, mas acho que o sci-fi ficou de lado um pouquinho, então vou dar um 9. 🙂

    Parabéns e boa sorte!

  40. Antonio Stegues Batista
    24 de julho de 2015

    Nota-5

  41. Alan Machado de Almeida
    24 de julho de 2015

    Gostei do seu personagem matuto (confundir Made In Usa com Madeuza foi foda) e da sua ambientação futurística discreta. Ao que deu a entender a robô não é muito mais evoluída do que uma boneca sexual que se tem hoje em dia, principalmente no Japão se não me engano. Ela não fala, não raciocina… A coisa mais tecnologicamente avançada da história foi a van que podia dirigir sozinha (e que o personagem não conseguia programar, provando mais uma vez o quanto era matuto). Parabéns se foi sua intenção fazer um Sci-fi mais realista. Merece 8.

  42. Daniel I. Dutra
    24 de julho de 2015

    Segundo conto do concurso sobre ginoides (outro nome para mulher robô).

    Muito bom o conto. Principalmenta a estrutura, foi uma boa ideia não revelar o que era o objeto de compra de imediato. Essa escolha instiga a curiosidade do leitor.

    A história lembra um pouco o meu conto “A Eva Mecânica”, publicado no meu “A Eva Mecânica e outras Histórias de Ginoides”.

    Não estou acusando o autor de me copiar nem nada, até porque eu copiei outros também, hehehehe. O que quero dizer é que, quando se aborda certos temas, é inevitável certas semelhanças (no caso seria toda a angústia masculina de desejar ter uma mulher perfeita, etc). Tema que está presente tanto no meu conto como neste do concurso e em diversas outras obras literárias e do cinema.

  43. Davenir da Silveira Viganon
    23 de julho de 2015

    Gostei da leveza e ousadia que tens na tua narrativa. É dificil ler algum conto e eu achar engraçado. Não sei se era a intenção, mas conseguiste tirar boas risadas de mim. Parabéns!

  44. Rogério Germani
    23 de julho de 2015

    Olá, Escritor!

    Nem preciso comentar sobre técnica e domínio de língua portuguesa: talento não lhe falta!
    A leve ironia do texto agradou, mas ficou forçada, já que qualquer produto americano viria com a identificação “MADE IN USA” e não “MADE USA”, só para justificar o nome Madeuza.
    Outra coisa que percebi, e isto ocorre diversos outros contos deste desafio, é a mania de escrever contos curtos como se fossem colchas de retalho, com diversas divisões. isto não é interessante para um concurso de contos com no máximo 2000 palavras.

    Boa sorte no desafio!

  45. Fabio Baptista
    23 de julho de 2015

    Meu, achei o conto sensacional… mas tenho sérias dúvidas quanto a adequação ao tema. Curiosamente estávamos discutindo justamente esse assunto (adequação) hoje lá no grupo do Facebook.

    Não fosse esse quesito, daria uma nota melhor, mas também não vou descontar tantos pontos. Foi a leitura mais agradável até aqui, o primeiro conto que realmente me prendeu o tempo todo, pela história e pela beleza da escrita. Parabéns!

    Chatice nossa de cada dia:

    – um ser com traços de mulher jazia deitada, muda e nua
    >>> Acho que aqui deveria ser masculino (deitado, mudo, nu)

    – havia aberto os olhos e movidos os braços
    >>> movido

    NOTA: 7

  46. Antonio Stegues Batista
    23 de julho de 2015

    Um conto bem escrito, humorístico, mas serve apenas para uma propaganda, que nem merece comentário aqui.

    • mariasantino1
      13 de agosto de 2015

      Tomara que dessa vez meu cel funcione. A resposta, na verdade é uma pergunta ao Antônio Stegues Batista. PROPAGANDA? Eu não entendi, não. Você quis dizer que eu estava fazendo propaganda de algo? Queria mesmo receber uma resposta aqui.

  47. Claudia Roberta Angst
    23 de julho de 2015

    A narrativa com suas divisões de realidades – rural e urbana – prendeu minha atenção. Nenhuma ideia mirabolante, mas talvez justamente por isso, o leitor identifica-se com a trama, pois parece verossímil. Não sei quanto à adequação ao tema, mas eu acredito que o autor alcançou o seu objetivo.
    Não encontrei deslizes na revisão feita.O MADE USA = MADEUZA ficou divertido e interessante. Mobral? Alguém ainda lembra disso?
    Gostei mesmo do conto, pois manteve um ritmo bem agradável sem lançar mão de recursos desnecessários.
    Boa sorte!

  48. José Marcos Costa
    23 de julho de 2015

    O tema é bem legal, eu gostei da forma que você apresentou a história e os personagens, mas ficou um pouco a desejar no fim. A ideia de relacionar o conto com matérias de jornal foi interessante, mas também dispensável se a história fosse realmente envolvente.

  49. mariasantino1
    22 de julho de 2015

    Pois é. Passei o dia todo me consumindo, porque havia mandando a versão não oficial 😦 . Acabei demorando demais com o texto aqui e fiz besteira. O tamanho do homenzinho é um metro e meio, 1,50m. A fala inicial era que ele se sentia um cão ADESTRADO e era ali que se via livre da COLEIRA. Tem outro erro ali ” Quando atravessou a porta e la estava ela… o “e” não existe.” Eu terminei esse conto há algumas semanas, mas desesti de participar com ele, porém, como vi que não vinha outra ideia e que o prazo estava acabando, revisei hoje e acabei mandando a outra versão.
    Mas, enfim, se alguém ao menos sorrir com meu texto, um pouquinho que seja, já va valer, porque a proposta e provocar risos.
    Abraços e obrigada pela atenção.
    Sucesso pra todo mundo.

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Publicado às 22 de julho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .