EntreContos

Literatura que desafia.

Inventores Invisíveis (Laís Helena)

A elfa foi empurrada contra uma cadeira e duas pessoas permaneceram ao seu lado, cada uma segurando um de seus braços contra a madeira lisa. Estranhamente, o assento estofado era confortável e o delicioso cheiro de um banquete passava através do pano escuro que cobria sua cabeça.

O ruído de uma porta sendo fechada chegou aos seus ouvidos apurados.

— Podem soltá-la.

Seus captores lhe soltaram os braços e se afastaram. Então não iriam amarrá-la.

Retirou o pano da cabeça e observou o aposento, atordoada. Quando fora capturada no meio da madrugada por dois brutamontes vestindo capas pretas com capuz, logo entrara em pânico, imaginando que os Altos Sacerdotes finalmente tinham descoberto sobre suas invenções.

Em vez disso, via-se em uma elegante sala de jantar, diante de uma mesa que exibia um banquete farto e abaixo de um lustre ostentoso, que exibia nada menos que treze lâmpadas. A mulher que estava parada diante dela na outra ponta da mesa, em pé, era ninguém menos que Janini Trezarade. Uma das inventoras mais prolíficas que se conhecia.

A humana sorriu. Com rosto pálido e magro e olhos e cabelos castanho-escuros, possuía uma fisionomia elegante e imponente. Ocupou seu lugar à mesa.

— Illuara. Sacerdotisa da Ordem do Espírito de Ellarein, mas com uma paixão secreta pela tecnologia. Uma herege, hein? Escondida bem debaixo dos narizes daqueles elfos detestáveis e antiquados.

Illuara abriu a boca, mas nenhum som lhe escapou. Bem debaixo de seus narizes, sim. E por cerca de doze horas acreditara que finalmente fora descoberta.

Janini fez um gesto indicando a comida.

— Sirva-se. E, por favor, me desculpe pelo convite um tanto… brusco. Teria feito de maneira diferente se não corrêssemos o risco de sermos descobertos. Mas que fique claro que este é um encontro amistoso.

As duas se serviram, e Illuara, repentinamente ciente de sua fome avassaladora, dedicou-se a apreciar a excelente comida nos primeiros minutos. Mas logo sua curiosidade se tornou maior que a fome:

— Sou sua admiradora, mas tenho de perguntar, minha cara senhora: por que me trouxe aqui de maneira tão… inusitada?

Os lábios de Janini se curvaram em um leve sorriso.

— Também sou sua admiradora. Você tem muita inteligência e conhecimento, Illuara, mas também tem algo muito importante: paixão. Seu trabalho é muitíssimo promissor.

Illuara ergueu as sobrancelhas, alarmada.

— Aprecio os elogios, senhora… Mas… Como…

Janini calou-a com um gesto.

— Não se preocupe, minha cara. Tenho meus métodos para descobrir as coisas, métodos estes que seus colegas elfos não possuem.

Ainda trêmula, Illuara indicou sua compreensão com um movimento da cabeça.

— Mas por que precisa de mim, senhora? Como eu disse, é de uma genialidade ímpar… Sem falsa modéstia, mas o que eu poderia lhe oferecer?

— Brinna Aveyara tem algo que eu quero, mas para consegui-lo preciso atravessar uma barreira mágica. — Janini tomou um gole de sua taça. — Você deve ter ouvido dizer que ela é também uma inventora. Quase (quase!) tão boa quanto eu. E também muito inteligente: ela projetou a barreira de modo que fosse instransponível por qualquer método conhecido. Não é possível atravessá-la fisicamente, o teletransporte mágico foi bloqueado, não existem feitiços conhecidos capazes de destruí-la. Tenho esperanças de que você tenha alguma resposta, pois eu não consegui pensar em nada que pudesse me ajudar.

Illuara ergueu as sobrancelhas, um pouco admirada.

— Bem, minha senhora, na verdade estive trabalhando em algo que poderia ajudá-la.

 

Chegaram ofegantes à base do morro. Porém, mesmo que não estivessem cansados, não teriam como prosseguir. Separando uma pequena área de todo o restante da floresta, havia algo que se assemelhava a um véu tremulante e quase transparente, que só era perceptível devido a casuais brilhos azulados que se manifestavam a depender da maneira como a luz do sol o atravessava. Ao longe, no topo do morro, havia uma enorme mansão, com um galpão ao lado.

— O Véu de Brinna — murmurou Niros. — Nunca em toda a minha vida ouvi falar de um nome tão piegas para uma proteção mágica.

Ele estendeu a mão na direção da magia, mas Janini o deteve.

— É idiota? Vai alertá-la se tocar no Véu (por mais piegas que seja seu nome).

Niros recolheu a mão.

— É. Brinna tem um péssimo gosto para nomes, mas não é nem um pouco idiota. Chegou a hora de você revelar seu plano brilhante, irmã.

— Sinceramente, irmão, esperava mais de você. — Ela fez um gesto na direção de Illuara. — Acha que ela está aqui por quê? Para nos fazer companhia em uma caminhada extenuante para floresta?

Niros olhou com ceticismo para a elfa; ignorara-a durante toda a viagem.

— Não podemos usar magia, esqueceu?

Illuara finalmente resolveu se manifestar.

— Não vamos usar magia. Foi por isso que Sra. Janini me contratou. Eu inventei um dispositivo capaz de nos teletransportar de um lugar a outro. Sem usar magia.

— Ah, é? — O tom de Niros era desafiador. — Bem, mostre-me!

 

— Chamo-o de Viajador. Ele é na verdade um encurtador de caminhos, baseado em uma magia antiga e proibida. É um dispositivo que direciona energia, criando um túnel que liga dois lugares diferentes. É muito útil para transpor longas distâncias, mas também pode ser usado para o que a senhora pretende. — Ela brincou de empurrar a comida com o garfo, nervosa; mesmo que ali, na mansão de Janini Trezarade, fosse seguro discutir aqueles assuntos, ela tinha receio. — Os Elfos Negros os usavam muito quando andavam por aí, e os chamavam de Atalhos. O Viajador na verdade é uma simplificação de um esquema antigo que encontrei, adaptado para funcionar com energia solar.

Janini a olhava, impressionada.

— Interessante, Illuara. Parece que é exatamente aquilo de que necessito.

 

Illuara deu um passo adiante, e de repente estava diante do galpão, entre Niros e Janini. Ambos os humanos encaravam a porta, embasbacados.

— Parece que funcionou — murmurou Niros. Ergueu os braços e tornou a abrir a boca, mas Janini o deteve antes que ele gritasse.

— Sim, funcionou. — Illuara recolheu sua engenhoca e guardou-a, satisfeita por constatar que ainda teriam energia suficiente para retornar. — Atravessamos a proteção; Brinna não deve ter percebido.

Janini assentiu para ela, então, com as mãos trêmulas de empolgação, trabalhou na fechadura, e logo a porta do galpão se abriu para eles, rangendo. Ali dentro, havia um carro.

— Um carro? — resmungou Niros. — Tudo isso por um carro? Você tem um monte de carros, Janini, por que…

Janini o silenciou com um gesto.

— Quieto, Niros! E este não é um carro qualquer.

— Não?

 

— Será que eu posso fazer uma pergunta, minha senhora?

Janini a olhou, interessada.

— É claro!

— O que pretende roubar de Brinna Aveyara?

— Ah! Uma pergunta interessante, sim! Preciso do carro de Brinna.

— O carro? Mas…

— Brinna é uma inventora, minha cara. Tem um carro muito interessante… que na realidade é um robô. Projetado para detectar as diferentes vibrações de magia e interpretá-las, decodificando os diferentes feitiços para que possamos entendê-los, replicá-los e, se necessário, desfazê-los. Os elfos (e também os humanos) não poderiam fazer nada sem que eu ficasse sabendo.

 

— Interessante, irmã. — Niros se aproximou e passou a mão pela pintura reluzente. — Um robô disfarçado. E, se for pega, pode alegar ser apenas uma mecânica excêntrica.

— Exatamente! — disse Janini.

— Muito bem. — Illuara se aproximou e tornou a pegar o Viajador. — Entrem no carro, eu vou…

— Vocês não vão a lugar nenhum.

Os três se viraram sobressaltados. Diante deles estava uma mulher loira e pálida, que só poderia ser Brinna. Ela deu um passo adiante e os encarou ameaçadoramente.

— Vocês realmente acreditaram que poderiam entrar aqui sem que eu percebesse? — Olhou para Illuara. — Ainda que tenham utilizado um truque engenhoso.

Os dedos de Illuara se moveram disfarçadamente pelo Viajador.

— Você é uma elfa — disse; reparara quando uma mecha de cabelo escorregara, revelando uma das orelhas pontudas de Brinna.

— Sim — Brinna respondeu, sem se abalar. — E você, como uma elfa, deveria entender a importância de manter minha invenção sob minha posse.

Illuara lançou um rápido olhar para Janini e, para o alívio da elfa, esta pareceu compreender seu intento.

— Eu entendo, senhora, mas… Não acredito que sua invenção possa nos ajudar. Os Altos Sacerdotes nunca compreenderão, nunca deixarão suas crenças de lado. Nós, aqueles que não se encaixam, sempre teremos de permanecer na surdina…

— Todos para o carro! — berrou Janini.

Escancarou a porta e entrou, sem esperar reações dos demais. Illuara entrou no banco de trás, já ativando o Viajador enquanto Niros entrava pelo outro lado e Janini ligava o carro.

Brinna estendeu a mão e lhes direcionou alguma magia, mas Niros conseguiu bloqueá-la.

— Rápido!

— Estou indo! — respondeu Illuara.

Realizou os últimos cálculos, acionou os interruptores corretos e girou a chave. Que assim seja.

Brinna voltou a atacá-los e Niros os defendeu; Janini pisou no acelerador no momento exato em que o Viajador criou o atalho e o rasgo se abriu, exibindo a floresta. O carro arrancou e eles atravessaram em alta velocidade, sofrendo com o impacto quando as rodas deixaram o chão e então voltaram a tocá-lo. Illuara provavelmente errara algum cálculo.

Janini freou depois de alguns metros — a tempo de evitar o choque com uma árvore. Quando olharam para trás, o portal tinha se fechado. Não havia sinal de Brinna.

Niros suspirou.

— Essa foi por pouco.

Janini caiu na risada.

— Esse foi o roubo mais rápido, e o melhor que já realizei!

Niros também desatou a rir, e Illuara logo os acompanhou.

— Ela vai atrás de nós depois — resmungou Niros.

— Não vai — rebateu Janini.

— Ah, é? E por que não?

— Ela também é uma criminosa. Se tentar me denunciar, sua identidade virá à tona. E então os elfos vão caçá-la, pois abominam o uso da tecnologia. — Janini se virou para encarar Illuara. — Ela é como nossa amiga aqui. Fugindo de seu governo para se dedicar àquilo que ama. Mas não sinto remorso, sei que logo ela construirá outra máquina.

O silêncio perdurou por alguns instantes.

— E o que vamos fazer agora? — Niros perguntou por fim.

 

— Imaginei que a senhora não estivesse interessada em fazer a guerra acabar, já que arrecada muito dinheiro vendendo armas mágicas.

— Ah, não tenho interesse algum em acabar com a guerra. Na realidade, meu intuito com esse invento é adquirir informações para poder vendê-las.

A compreensão iluminou o rosto de Illuara. Ela sorriu.

— Entendo, minha senhora. Um excelente plano. Mas, antes de fecharmos contrato, preciso saber o que eu vou ganhar com isso.

— Ora, Illuara, você não me decepciona. Estive pensando na possibilidade de formarmos uma sociedade. Eu, meu irmão e você. Uma inventora e dois vigaristas. Ganhando dinheiro com a guerra, caçando relíquias, descobrindo magias ocultas às quais apenas os elfos têm acesso. O que acha?

Illuara fez suspense por um ou dois segundos.

— Bem, seremos três vigaristas.

 

Seguiram pela estrada; Janini mantinha os vidros abaixados e o vento lhes agitava os cabelos e os fazia sentirem a velocidade.

— Para Enaradi, então? — indagou Niros.

— Sim. — Janini e Illluara trocaram um olhar pelo espelho retrovisor. — Ouvi dizer que os elfos guardam alguns segredos lá.

Os três sorriram; Niros conseguira superar seu receio infundado com Illuara.

— Sabe, acho que devíamos ter um nome — comentou Niros. — Para o grupo, sabe? Algo que nos fizesse uma lenda. Os Vigaristas Lendários, o que acham?

— É a mesma pessoa que estava reclamando da pieguice de Brinna? — zombou Illuara. — Acho que deveríamos ser Os Três Vigaristas.

— Não — disse Janini. — Não poderemos ser lendas. Só se tornam lendas aqueles que seguem os caminhos tradicionais (e nós não somos nada tradicionais). — Fez uma pausa. — Mas não tenho dúvidas de que contarão muitas histórias sobre nós. Ah, sim, produziremos excelentes histórias!

Um bom pedaço de estrada se passou enquanto eles apreciavam a ideia de serem não lendas, mas excelentes histórias.

— Seremos os Inventores Invisíveis — Janini anunciou de súbito.

— Parece um bom nome — opinou Niros.

— Não. É o nome perfeito para nós — disse Illuara. — Pois é assim que seremos. Teremos de agir sempre nas sombras, na surdina. — deu um sorriso. — É um nome devidamente inusitado.

— E, não sei vocês, mas essa ideia me agrada — disse Janini. — Invisíveis, agindo nas sombras inusitadamente, controlando o mundo sem que ninguém saiba…

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61 comentários em “Inventores Invisíveis (Laís Helena)

  1. Marcel
    11 de agosto de 2015

    Seu conto é predominante em diálogos, bons diálogos que me agradaram muito. Colocar uma elfa na história me surpreendeu Hehehe!

  2. Marcellus
    11 de agosto de 2015

    Elfos… magia… assim como “Krull”, isso não é F.C. Sinto muito.

  3. William de Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Gostei da mistura de ciência e fantasia e eu preciso muito de um viajador desses.

  4. Bia Machado (@euBiaMachado)
    11 de agosto de 2015

    Sinto muito, mas não gostei. A leitura foi arrastada, em algumas partes tive que voltar. Gramaticalmente parece estar bem escrito, mas não me cativou, e admito que isso pode ser devido ao cansaço de comentar vários contos de uma vez só. Espero que outros possam ter gostado, boa sorte!

  5. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    O começo é bom, instigante, a ação inicia imediatamente e prende o leitor. Os nomes próprios são muito bem inventados, ao estilo de Jack Vance. É um dos poucos contos de fantasia desse desafio, onde prepondera a magia e o sobrenatural. Os puristas inclusive não consideram ficção científica, mas claro que há elementos científicos na história, embora não totalmente visíveis, como os inventores. Aliás, aqui, a união da ciência com a fantasia produziu um conto inédito e original de ficção-científica-fantasiosa. Parabéns.

    • Laís Helena
      12 de agosto de 2015

      Fico feliz que tenha gostado, embora, como muitos apontaram, tenha fugido do tema.

  6. Cácia Leal
    11 de agosto de 2015

    Não gostei do conto, esse tipo de linha escolhida não faz o meu tipo. Creio que fugiu ao tema proposto, não encontrei elementos de ficção científica, apenas de ficção, de fantasia, de literatura fantástica. Não curti muito a trama, mas provavelmente porque esse tipo de narrativa não me atrai.

  7. Renato Silva
    11 de agosto de 2015

    Olá.

    Conto muito legal. Adoro fantasia e essa “historinha” me lembrou um pouco o universo dos jogos Final Fantasy, que une o mundo da fantasia medieval com a ficção científica futurista, o que resulta em cenários magníficos e únicos.
    O lado fantasia desse conto está “ok”, mas senti falta de melhores descrições dos equipamentos. Por ser um concurso de ficção científica, você poderia ter dado mais ênfase. O “Viajador” de Illuara, por exemplo, não foi explicado; que tipo de equipamento era e como funcionava?
    O diálogo final ficou bem divertido, com climão de RPG, da antiga revista Dragão Brasil e suas “lendas lendárias”.

    O conto ficou com cara de prólogo. Não vejo qualquer problema em escrever um conto que sirva como introdução para uma grande saga; na verdade, acho isso bem legal de se fazer. Se resolver continuar a estória, me avise.

    Boa sorte.

    • Laís Helena
      12 de agosto de 2015

      Na verdade, esse é um universo que venho idealizando há algum tempo, e escrevi outros 2 contos (um publicado no Wattpad e outro ainda guardado), mas com outros personagens. Sobre o Viajador, pretendia escrever mais detalhes sobre ele, assim como o carro robô, mas devido ao limite de palavras (acho que faltaram umas 3 para dar 2 mil), acabei tendo que cortar algumas coisas, o que acabou prejudicando um pouco as descrições dos equipamentos e ambientes.

  8. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    Texto bem escrito e com ideias bastante claras. Fluido, de fácil entendimento, voltado para o público adolescente. A abordagem da ficção científica me pareceu um tanto forçada, porém. O conto poderia sobreviver perfeitamente – arrisco a dizer que até funcionaria melhor – sem ela. Essa simplicidade na execução, talvez proposital devido ao público a que se destina, pode ser entendida como um defeito. Digo isso porque achei os personagens extremamente rasos. O fim, bem explicadinho, também foi desnecessário. Essa alusão ao nome do grupo me fez acreditar que o texto está mais para um prólogo do que para um conto fechado em si. De todo modo, o desenvolvimento é competente e me faz crer que a autora tem muito gás para queimar.

    Nota: 7

    • Laís Helena
      12 de agosto de 2015

      Minha ideia inicial não era deixar o conto voltado para o público juvenil; creio que isso ficou prejudicado por eu ter escolhido uma ideia que não cabia dentro do limite, o que acabou me deixando com pouco espaço para explorar os personagens e os equipamentos (tenho outras histórias idealizadas para este universo, que tem elementos suficientes para permitir que eu coloque meus personagens em situações que os façam revelar suas personalidades). E, de fato, este mundo é mais de fantasia que ficção científica, embora minha ideia seja abordar a magia e a tecnologia em conjunto. Bem, de todo modo, fico feliz que minha escrita o tenha agradado, e agradeço pelo feedback!

  9. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 6/10

    → Criatividade: 6/10 – Se fosse um desafio de fantasia, daria 10.

    → Enredo: 7/10 – A história é legal, mas vejo a necessidade de penalizar por não estar de acordo com o tema.

    → Técnica: 8/10 – Não encontrei erros ou períodos de difícil compreensão.

    → Adequação ao tema: 0/10 – O conto se enquadra em fantasia.

  10. Fábio Almeida
    11 de agosto de 2015

    Devo dizer que o autor deambulou demasiado. Em duas mil palavras, tamanho cenário peca por falta de profundidade e pela imposição que as regras impõem; seriam necessários pelo menos mais quatro parágrafos para incutir no leitor o sentido de familiaridade com o mundo mágico em questão. Isto por ser, na verdade, um mundo mágico, um mundo que aspira ao conhecimento e à imersão. Infelizmente, as duas mil palavras limitou o autor nisto e com isso a trama também sofreu. As personagens têm os seus traços mas (mais uma vez o digo), optar por usar de três num conto pequenino talvez não tenha sido a melhor das escolhas; sou da opinião que duas personagens são o limite máximo para um desafio como este. Ainda assim, gostei da incorporação de magia e tecnologia, ainda que a diferença seja esbatida e quase indistinguível.

    Boa sorte e bem jogado =)

  11. Kleber
    11 de agosto de 2015

    Diferente.

    Confesso que para mim a narrativa ficou um pouco confusa. Afinal, o conto é de fantasia ou ficção científica?
    Literariamente falando, há gêneros que são bem dsitintos uns os outros. Eles podem sim, se interconectar. Mas acho que o(a) autor(a) não foi feliz nesta forma de escrita. Pelo menos neste conto. Havia um tema central. Mas o desenrolar foi um tanto truncado, sem um objetivo aparente no final.

    Lamento pela sinceridade, mas acho que isto irá contribuir com o crescimento do(a) autor(a).

  12. Fil Felix
    11 de agosto de 2015

    Uma história divertida, se fosse num desafio fantástico. Por mais que tenham falado de invenção e tecnologia, não vi nada de científico. Pareceu um conto de fadas onde passado (elfos, florestas) e presente (carros, estradas) se misturam. Por isso não gostei muito. Em relação ao desenvolvimento, ficou um conto infanto-juvenil divertido, com toques clássicos como a vilã caricata, a insegura, o engraçado. Mas, pra mim, não é FC.

  13. Fabio D'Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Inventores Invisíveis
    Elysha

    ஒ Habilidade & Talento: De fato, a habilidade desse autor é muito boa. Refinada, diria. Talentoso, talvez. A narrativa não deixa a desejar, no entanto, a organização do texto não ficou excelente. Poderia ter sido melhor. Acredito que fragmentar a história não surtiu o efeito desejado, que seria impressiona ou impactar.

    ண Criatividade: Muito criativo. Personagens interessantes, clássicos em uma boa história de aventura. Cenário curioso e mágico. Infelizmente, porém, o autor não demonstrou ser capaz de realmente dar vida a tudo isso. Não é possível se simpatizar com qualquer personagem. A situação é um tanto, diria, superficial. Mais humanidade, ou “elfidade”, da próxima vez, por favor.

    ٩۶ Tema: Olha, essa é uma história de fantasia. Onde está a ficção científica? Seriam os inventores? Não, não vinga, desculpe.

    இ Egocentrismo: Gostei da história, em linhas gerais. Não impressiona, certo, mas não deixa de ser razoável!

    Ω Final: A Habilidade está presente. O Talento permanece oculto. A Criatividade tropeça um pouco. O Tema é como o vácuo. E o Egocentrismo apreciou com moderação. O autor precisa prestar mais atenção na autenticidade do mundo e dos personagens,

    • Laís Helena
      12 de agosto de 2015

      Muito obrigada pelo feedback. Realmente, vou trabalhar melhor a questão dos personagens e do cenário. Quanto à fragmentação, a ideia era atiçar a curiosidade do leitor e explicar os equipamentos de uma forma mais leve e natural, usando diálogos em vez de encher o texto de infodumps, mas talvez não tenha sido a melhor escolha para um limite de 2 mil palavras.

      • Fabio D'Oliveira
        12 de agosto de 2015

        Olá, Laís!

        Entendi a situação, Laís. Olhando dessa forma, realmente é mais viável! Acredito que você enfrentou quase o mesmo problema que o meu. O mundo é gigantesco e os personagens precisam de desenvolvimento para pegar. O limite realmente não ajudou!

        Bem, vamos melhorar nisso, né!

        Um grande abraço!

  14. Marcos Miasson
    11 de agosto de 2015

    Olá, tudo bem? Acredito que o tema se encaixa melhor no gênero de fantasia, não? É um texto bem criativo, mas em alguns momentos, deu pra prever os acontecimentos. Pratique sempre 😉

  15. vitormcleite
    10 de agosto de 2015

    Não gostei muito, pareceu-me um texto um pouco confuso, tentei, mas não consegui agarrar-me à história. Não sei dizer porquê. Penso que pode resultar da quantidade de nomes de pessoas e locais, mas não sei ao certo. Talvez o limite de palavras não aconselhe a recorrer a tantos nomes pois não temos tempo de nos identificar com ninguém. Mas isto é só a minha opinião. Peço desculpa e desejo-te as maiores felicidades para o desafio.

    • Laís Helena
      12 de agosto de 2015

      Obrigada pelo feedback. Sobre os nomes, creio que os próprios personagens tenham sido o problema, considerando o que foi dito acima: tenho 4 em um conto de 2 mil palavras, o que não me deu espaço para trabalhá-los muito bem. Ainda assim, talvez os nomes diferentes não tenham sido adequados para um conto tão curto.

  16. Thales Soares
    10 de agosto de 2015

    Hmm…

    O conto está bem escrito, muito gostoso de ler, e a narração está extremamente bem conduzida. Gostei dela ser separada em fragmentos, mas achei que você poderia ter colocado algum símbolo mostrando que estamos saindo de um fragmento e partindo para outro, pois só pular uma linha ficou ruim, já que todos os parágrafos dos textos do blog pulam linha… acabou ficando visualmente ruim.

    Mas Elysha, achei que você fugiu um pouco do tema proposto! Elfos? Magia? Poxa… só faltou aparecerem anões e hobits! Tudo bem, a elfa era uma cientista… mas ela criava os aparelhos dela com magia!

    Na verdade, os gêneros Ficção Científica e Fantasia são muuuito próximos, quase gêmeos, separados por uma tênue linha, que é bastante discutível. Na minha visão, as coisas funcionam da seguinte forma:

    Se a personagem:
    – criou um aparelho estranho usando ciência => Ficção cietnífica;
    – criou um aparelho estranho usando magia => Fantasia.

    Mas tudo bem, não vou lhe tirar pontos por causa disso. Talvez eu descontasse 0,5. ponto. Porém, como não dá para postar nota quebrada, dessa vez vai passar…

    Achei o nome do grupinho dos três (que dá nome ao conto) bem brega…. kkkk

  17. mariasantino1
    9 de agosto de 2015

    Olá, autora!

    Um conto de fantasia infanto juvenil, com algumas coisas de tecnologia, hum? Achei que daria um bom filme o seu escrito, os diálogos e as imagens de elfos+carro transpondo portais, funcionaria bem na telona. Não tenho muito o que comentar, acho que o conto ficou mais para o lado da fantasia e quase não houve ficção científica e, eu não consegui encontrar nada que coubesse reflexão, crítica ou visão. Foi um conto pra entreter e ele cumpre esse papel, mas não busco só entretenimento numa leitura.

    Sinto não ter nada mais palpável para colocar aqui.

    Boa sorte no desafio.

    Nota: 6

  18. Andre Luiz
    9 de agosto de 2015

    Achei interessante você ter se desviado da clássica sociedade humana/máquina para trazer a ficção científica para algo mais voltado à fantasia. Gostei disto. O que talvez eu não tenha apreciado foi a questão do tema elfos, que mesmo adaptado ao conceito de sci-fi, não chegou a me trazer muito de novo. Assim, dentro da ficção científica, você inovou, porém, dentro do novo tema adaptado, não chegou a sair dos elfos, magia e cidades élficas, como é comum na literatura fantástica. Boa sorte!

  19. Tiago Volpato
    9 de agosto de 2015

    Você escreve bem e criou um enredo bacana, contudo esse texto tem mais literatura fantástica do que ficção cientifica. Claro que tem uma máquina e eles se chamam inventores, mas a magia tá muito mais presente do que a ciência.
    Boa sorte!

  20. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    No princípio pensei que não iria gostar. Prossegui com a leitura e, rapidamente, fui me envolvendo. Por incrível que pareça não senti a necessidade de descobrir o que aconteceria no fim; eu poderia passar horas lendo sobre outras aventuras dos inventores invisíveis. Mesmo assim, gostei do dos diálogos e principalmente do desfecho.

  21. Pedro Luna
    8 de agosto de 2015

    Não gostei muito. Ao tem FC ficou deslocado, aqui rola mais fantasia. Fora isso, a trama é louca, barreiras mágicas, elfos, um carro robô, mas isso não soa uma loucura empolgante, surreal, e sim algo meio deslocado e um pouco forçado. Os personagens também não empolgam muito, e sinceramente, os nomes atrapalharam um pouco a leitura. Eu sugiro dar mais vida aos personagens e não tentar deixar tanto mistério assim nas paradas no texto, pois são ganchos que aqui não funcionaram.

  22. Mariza de Campos
    8 de agosto de 2015

    Olá! o//
    Achei interessante o enredo e a ideia em si, mas acho que deveria ter mostrado mais sobre o que estava acontecendo com o mundo nessa história, deu para perceber que acontecia uma guerra, mas acho que faltaram mais detalhes.
    Gostei de cada personagem ter a sua personalidade, embora eu não tenha gostado tanto deles, por tirarem proveito da guerra para vender armas. Gostei do estilo da escrita também.
    Bom, é isso.
    Abraços! \\o

  23. Evandro Furtado
    8 de agosto de 2015

    Tema – 10/10 – adequou-se à proposta;
    Linguagem – 10/10 – não encontrei problemas;
    História – 10/10 – achei arriscado de início, pelo tom fantástico, mas achei uma mistura muito bem feita;
    Personagens – 10/10 – extremamente cativantes, principalmente os três principais;
    Entretenimento – 10/10 – uma história muito divertida com fugas alucinantes e planos mirabolantes;
    Estética – 7/10 – você usou uma narrativa em terceira pessoa não linear com vários diálogos muito bem construídos.

  24. Phillip Klem
    7 de agosto de 2015

    Sabe que eu até gostei desse conto…
    No início não me agradou nada, mas à medida que fui avançando por suas palavras simples e sua narrativa rápida, não pude evitar. Gostei.
    Senti como se estivesse assistindo à um episódio piloto de uma série. E tive vontade de continuar acompanhando a história.
    Você tem talento. Continue escrevendo.
    Meus parabéns e boa sorte.

  25. Lucas Rezende
    7 de agosto de 2015

    Olá,
    Achei interessante o conto, criativo e brinca muito bem com a linha entre fantasia e ficção. O conflito é bem diferente e os personagens são praticamente vilões, isso deu um toque bem bacana na história.
    O que me deu um pouco de desconforto é que a história ficou meio “Disney” demais. Eu gosto muito das histórias da Disney, mas sei lá, ficou meio estranho. Parece que não casou. No mais a história não tem nada de errado.
    Parabéns e boa sorte.

  26. Felipe Moreira
    7 de agosto de 2015

    Quando li o título fiquei com a sensação de o texto abordaria algo com deuses. Depois iniciei a leitura, fui apresentado a uma aventura fantástica protagonizada por uma elfa – Illuara -, até que no final eu voltei a sentir a mesma impressão do início, talvez pela inclinação da narrativa no diálogo que encerra o texto, Mas eu vi elementos de FC, claro, mas não senti que o texto tenha caracterizado realmente o tema. Foi muito mais um texto de fantasia do que FC, na minha opinião. Não que você devesse colocar robôs ou coisas do tipo, porque eu esperava, mesmo já sabendo que se tratava de fantasia nos primeiros parágrafos, que o texto abordasse de uma maneira mais filosófica o tema. Mas, de acordo com a minha impressão de leitura, ele manteve-se na aura de fantasia.

    De todo modo, eu apreciei o texto. Tem uma narrativa interessante.

    Parabéns pelo seu trabalho e boa sorte no desafio.

  27. Piscies
    6 de agosto de 2015

    Não vi muita ficção científica aqui não.

    Tive que suprimir muitos preconceitos meus para fazer uma avaliação real deste conto. A historia é muito infantojuvenil, e infelizmente não consigo me ligar mais em textos infantojuvenis.

    Bem, tentando avaliar de forma neutra, a história é simples mas suficientemente complexa para agradar um público mais jovem. Não acredito que seja este o caso do público no Entre Contos, e com certeza muitos não irão conseguir fazer esta separação.

    A escrita está simplória demais. Mesmo para um texto infantojuvenil (é como estou classificando este conto, rs), ela está muito “jogada”, com descrições pobres e corridas.

    Também estou considerando que o conto não condiz com o tema do desafio.

    Algumas dicas:

    – Trabalhe melhor suas descrições e os seus personagens. Como leitores, nós queremos saber o que está passando na cabeça do personagem. Cada detalhe, cada processo de decisão.

    – Queremos ver as coisas acontecendo, não ver a narração delas acontecendo. Mais emoção!!!

    Boa sorte!

    • Piscies
      6 de agosto de 2015

      Ah, outra coisa: tente separar os atos de forma mais clara. A única dica que o leitor tem sobre o fim de um bloco é o espaço maior entre os parágrafos. Isso não serve. Tente colocar uma linha horizontal ou mesmo dar nomes aos diferentes atos.

      • Laís Helena
        12 de agosto de 2015

        Obrigada pelos apontamentos! Realmente, como muitos comentaram, o cenário e os personagens saíram prejudicados. Meus textos costumam ser bem mais descritivos (já chegaram a me dizer que eu precisava maneirar nas descrições para não perder o ritmo), mas, como dessa vez havia um limite bem pequeno, acabei deixando as descrições de lado para focar no enredo (e mesmo esse ficou corrido). Enfim, acho que tenho de encontrar um meio termo. E a ideia não era fazer uma história infanto-juvenil: eu pretendia adicionar algumas coisas sobre a religião e proibição de uso de tecnologia entre os elfos, e ainda assim tentar não tirar o clima divertido, mas acho que acabou restando apenas ele.

      • Piscies
        18 de agosto de 2015

        É fogo mesmo. Eu também sou vítima do limite de palavras: minhas ideias são sempre maiores do que cabem nos desafios. Mas acho que, depois de escrever quatro textos para o EC, estou tomando jeito. Hahahah!

  28. catarinacunha2015
    6 de agosto de 2015

    TÍTULO apropriado, já que foi a única conclusão do texto.
    TEMA. FC com fantasia. Os elfos de “Senhor dos Anéis”, os sacerdotes de “Padre” e “Nome da Rosa”, o carro de “De volta para o futuro”, os vigaristas “Guerra nas estrelas”, a dobra de “Jornada nas estrelas” … Esqueci alguma referência?
    FLUXO. Talvez seja um ensaio de roteiro de sessão da tarde. Ou quase uma sinopse de uma série de TV. Para mim não é conto.
    TRAMA. Fiquei meio perdida na colcha de retalhos. Mas não se preocupe, Hollywood adora isso.
    FINAL. O texto já estava concluído na frase “— Bem, seremos três vigaristas.” . O resto é espuma.

    • Laís Helena
      12 de agosto de 2015

      Achei curioso você ter visto tantas referências, sendo que das citadas só li “Senhor dos Anéis” (talvez eu tenha lido outros livros parecidos com os citados). De qualquer forma, não foram intencionais, mas meu processo criativo muitas vezes envolve inspiração não intencionada (criptomnésia). Quanto ao final, muitas vezes fico em dúvida sobre onde terminar, às vezes com medo de alongar demais, às vezes com medo de deixar com ar inacabado; desta vez, acho que acabei tendendo para a primeira opção. Obrigada pelo feedback!

  29. Pedro Teixeira
    5 de agosto de 2015

    Olá autor(a). É um bom conto, bem escrito, com personagens bem construídos. O enredo não tem nada de excepcional, mas não chega a comprometer. Os maiores problemas são alguns trechos em que não fica tão claro o que cada personagem está fazendo( como na fuga do carro em que Illuara diz que “está indo” e o fato de que a estória pende mais para fantasia do que para FC. Mas é uma leitura agradável.

    • Laís Helena
      12 de agosto de 2015

      Fico feliz que tenha gostado, apesar de tudo. A parte do “estou indo” foi quando Niros apressou Illuara para que ela ativasse o Viajador e eles pudessem fugir; percebi que não ficou mesmo muito claro.

  30. Rubem Cabral
    5 de agosto de 2015

    Olá, Elysha.

    Bem diferente e simpático o conto! Acho que foi um dos poucos a mesclar alta fantasia com FC.

    Achei bem escrito, mas gostaria de mais descrições do ambiente e dos personagens. Penso que também ficaria melhor se você usasse “***” ou algo similar para marcar as quebras do texto, pois somente com linhas em branco fica um tanto confuso.

    Bom conto!

    Boa sorte no desafio e abraços.

  31. Anorkinda Neide
    4 de agosto de 2015

    Hahahaha achei engraçado o final… achei o enredo meio que fraco… não ficaram bem claros os poderes dos personagens e a diferença deles para o uso de artefatos tecnológicos ou a interação destes… ou eu naõ soube captar.

    Mas uma coisa eu quero:um viajador! supimpa! pra usar um termo tão antigo quanto ‘na surdina’….kkkk

    Boa sorte ae!

  32. Anderson Souza
    2 de agosto de 2015

    Acredito que o grande prêmio deste concurso é a avaliação sincera dos textos, com críticas construtivas e opiniões de leitores que são apaixonados por Ficção Científica.
    Mais um conto fora do tema… Senhor dos Anéis, espada de Shannara, Bússula de ouro e etc são fantasias…

  33. Leonardo Jardim
    31 de julho de 2015

    ♒ Trama: (3/5) é divertida e conta uma história parcialmente fechada. O problema é que parece inserida em um contexto muito maior, como um prólogo de um romance envolvendo esse trio mostrado no conto.

    ✍ Técnica: (4/5) achei muito boa, diálogos eficientes, fiquei totalmente imerso e não encontrei nenhum erro. A nota máxima, porém, é guardada para quando ocorre isso e um pouco mais de beleza textual.

    ➵ Tema: (1/2) é um texto de ficção fantástica com alguma tecnologia. Ganhou um ponto por isso, mas não é FC.

    ☀ Criatividade (2/3) contém alguns elementos novos e interessantes, como o universo criado, mas reutiliza muita coisa já vista por aí.

    ☯ Emoção/Impacto: (3/5) o texto agrada, mas termina deixando uma sensação de que não acabou.

  34. Leonardo Stockler
    29 de julho de 2015

    A única coisa da qual vou reclamar, me perdoe, é a escolha pelos elfos, hahaha. Sério, o conto é bem escrito, e esse clima de ilegalidade, vigaristas, envolvendo magia, me atrai demais. Mas por que diabos elfos? Aliás, minto, vou fazer outra reclamação também. Acho que você poderia ter se dedicado mais a descrever as magias e os inventos, e a relação dos personagens com eles. Não ficar tanto nos diálogos e nas perseguições, que isso mata muito do espaço das 2 mil palavras. Outra coisa que eu vou sugerir, porque isso aqui me parece um ótimo pontapé inicial, é você dar continuidade a essa história. Ela é o começo de algo, afinal, não é?

  35. Daniel I. Dutra
    29 de julho de 2015

    Me agradou a forma como o conto joga com as expectativas do leitor. Quando comecei a ler “elfos” e “magia” fiquei me perguntando como (ou mesmo se) a história envederaria para a ficção-científica.

    Mas o conto em si não me convenceu. Talvez pelo excesso de diálogos no final, mas não tenho nenhum bom argumento para dizer que isto seja algo ruim em si, seria apenas uma questão subjetiva minha.

  36. Renan Bernardo
    27 de julho de 2015

    Conto interessante. Achei o enredo legal, conseguiu mesclar de forma razoável ficção-científica com fantasia (não é uma tarefa fácil) e você escreve bem. No entanto, considerei os diálogos um pouco artificiais. É mediano (mais pra bom que pra ruim).

  37. Davenir da Silveira Viganon
    27 de julho de 2015

    Não acho que esse conto se encaixe na Ficção Cientifica. É um conto bem legal de Fantasia, mas fiquei esperando a FC aparecer não vi nada. É uma história que eu passaria para meu afilhado que curte o essa literatura mais do que eu. (na verdade eu vou passar pra ele 🙂

  38. Angelo Dias
    27 de julho de 2015

    Mesmo com aparatos tecnológicos não acho que o texto combina muito com o gênero ficção científica. Não gostei muito, independente desse problema. Não gostei muito dos diálogos (como alguém fala o que está dentro de um parentese, por exemplo).

  39. Jefferson Lemos
    27 de julho de 2015

    Olá, autor (a).

    Não gostei muito não. Achei bem simples e a história não me chamou atenção em momento algum. As motivações não foram muito boas, e nem o desfecho. Em certos momentos, achei que o conto soou inocente demais,

    A narração não é ruim, mas a história não me convenceu.
    Espero que outros possam ter gostado.

    De qualquer forma, parabéns e boa sorte!

  40. Brian Oliveira Lancaster
    27 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: Diferente por abordar uma das fronteiras da FC Fantástica. Me senti lendo Terry Prachett e seu mundo Discworld, que possui a temática bem parecida. >> 8.
    G: A história tem vários pontos altos, mas a divisão não muito bem especificada incomodou um pouco. Troca de ponto de vista várias vezes, mas sem aviso. Talvez utilizar reticências (…) ajudasse. Gostei do tom e da temática, mas achei o desenvolvimento um tanto corrido. Os diálogos precisam soar um pouquinho mais naturais. Está no caminho certo. >> 7.
    U: O autor(a) escreve bem, tem cuidado com as palavras. Basta treinar a coesão de ideias. >> 8.
    A: Aqui o “transformer” foi usado como desculpa ao pano de fundo. No entanto, quanto menciona invenções desconhecidas e as atribui ao gênero mágico, por serem desconhecidas, permanece dentro do tema. Só que isso não foi muito bem explorado. >> 7.

    Nota Final: 7.

  41. Antonio Stegues Batista
    24 de julho de 2015

    Nota-6

  42. Fabio Baptista
    24 de julho de 2015

    Então…

    Esse é um daqueles textos que nos fazem pensar sobre adequação ao tema. Ficou bem mais puxado para o lado da fantasia, na minha opinião. Tem, sem dúvida, elementos de FC… mas eles entram na história de um jeito bem forçado e, ainda pior, acabam mais atrapalhando do que qualquer outra coisa.

    Em dado momento a história se tornou uma salada de frutas… muitos personagens, eventos, nomes, etc… nada se destaca no meio de tanta coisa.

    Alguns apontamentos:

    – logo entrara em pânico
    – reparara quando uma mecha de cabelo escorregara
    – Illuara provavelmente errara
    >>> acho que às vezes é exagero usar o mais que perfeito. Tipo aqui. Ao longo do texto têm mais exemplos.

    – ela tinha
    >>> cacofonia

    – encarou ameaçadoramente
    >>> Em alguns momentos o adjetivo poderia ser substituído por uma figura de linguagem.

    NOTA: 5

  43. Rogério Germani
    23 de julho de 2015

    Olá, Elysha!

    Mesmo o texto expondo seus argumentos para trocar magia por tecnologia, achei fora de propósito os elfos abdicarem de seus poderes.

    Boa sorte no desafio!

  44. Alan Machado de Almeida
    23 de julho de 2015

    Você pode até não saber, mas o estilo de conto que criou tem nome: Fantasia Científica (se bem que muitos preferem não se prender à rótulos). Achei muito criativa sua ideia de colocar folclore celta dentro de uma temática de Sci-fi. Só acho que suas descrições poderiam ser melhoradas, são muito simplistas. De qualquer modo, merece 9.

  45. Antonio Stegues Batista
    23 de julho de 2015

    Uma mistura de conto de fadas, de ficção fantástica com ficção científica, não achei legal. O motivo dos personagens para roubar um carro é meio tolo e os diálogos não são interessantes apesar de bem escritos. Esse argumento ficaria melhor num romance de 500 páginas.

  46. Claudia Roberta Angst
    23 de julho de 2015

    Conto com diálogos, o que sempre refresca um pouco a leitura. No entanto, não conseguiu prender minha atenção. Culpe o tema FC que não é do meu gosto, mas no seu caso, acho que misturou ficção com seres fantásticos.
    Tirando algumas repetições de palavras próximas, não encontrei problemas com a linguagem empregada. Poderia ousar mais, arriscar um pouquinho mais com as palavras, saindo do previsível. Boa sorte!

  47. José Marcos costa
    23 de julho de 2015

    Me pareceu uma aventura de RPG, não entendi estar numa categoria de contos de ficção cientifica, mas tudo bem, foi uma histórinha sem graça e eu realmente não gostei, mas valeu os dez minutos de distração

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Informação

Publicado às 22 de julho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .