EntreContos

Detox Literário.

Bye Bye Blue Sky! (William Oliveira)

Acordei assustado, o sol já invadia meu quarto e esquentava os meus pés. Justo eu, cão adestrado tão bem, que pulava ao ouvir o primeiro toque do despertador, como se antecipasse a velocidade do som, acordando nos dias que sempre eram noites, senti falta daquele grito desesperador no domingo, e como numa Síndrome de Estocolmo, me senti preso à escravidão.

Afinal sou engrenagem tão funcional de máquinas que nos comem ao meio dia, formulo novas embalagens para antigos interesses e as alimento de sentimentos densos, doando de mim o mais vital da minha existência. Meu tempo.

Vejo pela janela, um dia lindo como hoje, com várias nuvens retas no céu, como trilhos de um trem que ninguém vê passar sobre nós. O olho esquerdo não vê direito, mas ainda vai dar para tomar um pouco de sol.

O céu é a boca do inferno, esperando por nós. Sério! Olhe para cima!

Abduzem-me do sono, nem sei se ao menos meu sono me pertence, se meu sonho não é induzido, controlado como no coma de quando acordo e que sou direcionado ao destino previsto e planejado minuciosamente arquitetado nas Lojas dos Patronos.

Se submeta e morra. Consuma-se! Meu tempo não muda.

O clã iluminado, Supremo Conselho caído na Terra que traçou o trilho do que é plantado para o implantado. Em um amanhecer de âmbar, consigo identificar suas cores e seus valores. Uma investigação da verdade, apenas porque ouvi um dia, o grito sufocado de um paranoico condenado, pré-julgado. Mas eu prefiro acreditar nos malucos.  A quem os considere apocalípticos, mas eu os vejo como integrados, pois há quem tenha medo que o medo acabe.

Já somos todos vacinados para prevenir a morte para a vida. Essa droga batizada que me deixa em “stand by”. Mesmo assim, não consigo alcançar o grau 33 ou 66, tanto faz! Toxina que elimina. Corrói pele, ossos e caveiras. Mas minha alma não!

Eu estou acordado ou estou dormindo?

Sei que um dia, eu simplesmente apareci.

chemtrails-3

Anúncios

111 comentários em “Bye Bye Blue Sky! (William Oliveira)

  1. William de Oliveira
    12 de agosto de 2015

    Thales eu usei Odu por ser um termo atribuído a um contador de histórias africano e Anastácio referenciando a entidade de uma poetiza do candomblé.

  2. William de Oliveira
    12 de agosto de 2015

    Lais deixa eu tentar explicar um pouco da minha “pira” nesse trecho, é normal isso, eu sou confuso mesmo rsrs.

    “Justo eu, cão adestrado tão bem, que pulava ao ouvir o primeiro toque do despertador, como se antecipasse a velocidade do som, acordando nos dias que sempre eram noites, senti falta daquele grito desesperador no domingo, e como numa Síndrome de Estocolmo, me senti preso à escravidão.”

    Quando refiro ao personagem como “cão adestrado”, digo disciplinado.

    Quando digo “como se antecipasse a velocidade do som”, digo que ele acorda no horário programado toda manhã, por vezes, antes mesmo do despertador despertar devido a sua condição disciplinada.

    Quando digo “acordando nos dias que sempre eram noites” é porque o personagem é um trabalhador, e como bom trabalhador acorda de madrugada para sair para trabalhar e ainda não raiou o sol nesse horário.

    Quando digo “senti falta daquele grito desesperador no domingo, e como numa Síndrome de Estocolmo”, digo que mesmo na sua folga ele se sente condicionado a tarefa que ele cumpre normalmente, a sua rotina, o fato de atribuir a síndrome de Estocolmo é que a vitima sente-se ligada e até mesmo gostando do seu violentador.

    Esse é um texto de símbolos e códigos. Nada esta claro ali e evidente. Eu gosto de escrever para ler nas entrelinhas. Para ler e ficar curioso para procurar mais sobre aquilo. Eu trago isso da escrita poética e esses referencias teóricos são meus requintes de crueldade com o leitor.

  3. William de Oliveira
    12 de agosto de 2015

    Eu fechei o conto com uma frase de um dos maiores lunáticos que o Brasil já teve: – Sei que um dia, eu simplesmente apareci (Bispo do Rosário).

  4. William de Oliveira
    12 de agosto de 2015

    Obrigado pelas dicas e pontuações povo! Gostei muito da experiência.

    Passou desapercebido aquele a/há!

    Esse conto é o meu primeiro conto, acertou quem pontuou a falta de experiencia. Acertou também quem encontrou uma poesia revestida de conto, essa é a minha praia.

    Quanto ao tema, procurei representar um “paranoico” que se reconheceu como engrenagem da máquina de um sistema, atribui ele a FC por se tratar de uma revelação conspiratória envolvendo um esquema de teorias. O texto em si não tem trama, não tem começo>meio>fim, sem uma estrutura fechada, eu quis fugir disso e levar a reflexão. Ele um descritivo de uma sensação de descoberta do personagem, uma revelação, um grito dele. O Wilson entrou no feeling, foi direto na ferida desse referencial, realmente o texto é hermético e repleto de metáforas, contempla desde pensadores lunáticos como o Patrick Pasin a filosóficos como Humberto Eco.

    O conto foi escrito cheio de referencias a essas teorias da conspiração, desde os illuminatis aos repetinianos, juntei muitos elementos que gosto e que vejo sentido entre si. Entendi ele como FC por falar de uma conspiração que não é vista como real, ainda mais sodomizada por um grupo iluminado de alienígenas rsrs.

    O fato dele ser curto foi intencional, era pra ser um grito mesmo e ninguém tem forças para gritar por um longo tempo. Achei interessante o fato da maioria não entender, principalmente porque um “paranoico” como esse representado, quase nunca é entendido mesmo. Fez muito sentido!

    Fiquei com uma dúvida, Fábio Santos quem é o seu autor preferido?

    Ahhh a imagem remete aos “chemtrails”, que segundo alguns desses analistas conspiratórios seria uma carga de veneno distribuídas em doses homeopáticas para toda a sociedade no nosso céu por aviões de corporações dominantes do mundo que pretendem reduzir o numero da população e com isso reduzir o consumo de propriedades energéticas importantes para eles.

  5. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 6/10

    → Criatividade: 7/10 – A criatividade ficou a cargo da prosa poética.

    → Enredo: 6/10 – Não entendi muita coisa e sinceramente não me esforcei muito para entender.

    → Técnica: 8/10 – Escreve bem. Encontrei apenas alguns erros pequenos.

    → Adequação ao tema: 0/10 – Não é ficção científica. Ou pelo menos não deixou isso claro o bastante

  6. Fábio Santos Almeida
    11 de agosto de 2015

    Um poema debaixo do cobertor da ficção científica. Seria ótimo na sua categoria própria, mas receio que para conto fique um pouco aquém. No entanto, ressalvo a habilidade do autor no manuseamento das palavras, na cuidadosa arte de as juntar e sonorizar numa prosa poética que lembra alguns dos autores meus preferidos. Ainda assim, não consigo por este conto em par com outros mais “adequados” ao certame. Pena, mas porque gostei, leva mais uns pontinhos 😛

    Bem jogado! =P

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Acertou também quem encontrou uma poesia revestida de conto, essa é a minha praia.

      Fiquei com uma dúvida, Fábio Santos quem é o seu autor preferido?

  7. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    Um conto do dilema. Mais uma vez noto aqui a representação da condição humana através de um conto que eu chamaria de parábola científica. O conto é hermético, misterioso, e repleto de metáforas, no bom o estilo contemporâneo. O quer dá o valor literário ao contos são as imagens, bem elaboradas e sugestivas, parecidas com as do filme do Patrick Pasin e o clima (literalmente) de protesto persistente. Aprovado, pode enviar o conto para o “Bye Bye Blue Sky”, our weather is manmade.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Wilson entrou no feeling, foi direto na ferida desse referencial, realmente o texto é hermético e repleto de metáforas, contempla desde pensadores lunáticos como o Patrick Pasin a filosóficos como Humberto Eco.

  8. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    Não é um conto na essência do termo. Não se conduz o leitor de A para B, como classicamente ocorre. Por outro lado, convida à divagação, ao mastigar profundo das assertivas provocantes. “Há quem tem medo que o medo acabe”. “Não consigo alcançar o grau 33 ou 66”. Ambas ótimas, ambas instigantes. Não creio, porém, que o todo convença como abordagem de ficção científica. Na realidade, o texto me parece mais um grito de protesto, uma chamada à iluminação prestes a flertar com o panfletário. Gostei do jogo de palavras, das expressões bem sacadas e do clima subversivo. Mas, como conto, achei que ficou a desejar.

    Nota: 5

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado pelas dicas e pontuações povo! Gostei muito da experiência.

      O texto em si não tem trama, não tem começo>meio>fim, sem uma estrutura fechada, eu quis fugir disso e levar a reflexão. Ele um descritivo de uma sensação de descoberta do personagem, uma revelação, um grito dele.

  9. Bia Machado (@euBiaMachado)
    10 de agosto de 2015

    Não consegui gostar do texto, algumas passagens são boas, mas… O personagem é simpático. Mas podia ser melhor. Como? Não sei. Da forma como está, não me agradou da forma como eu gostaria que fizesse. Pouquíssima coisa a fazer no aspecto gramatical. Lembrete: Na parte “A quem os considere”, acredito que seja “Há quem os considere”.
    Finalizando: que loucura! Não sei se o que entendi é o que o texto devia me passar. Nem sei mesmo se entendi alguma coisa, mil desculpas. Gostei por ter sido curto, mas mesmo com esse tamanho, acho que perdi muita coisa no meu entendimento…
    Boa sorte pra você!

  10. Renato Silva
    9 de agosto de 2015

    Olá.

    Eu gostaria de entender qual foi o propósito deste conto? Foi tão curto e um tanto vazio, pois nada contou. O texto, em si, é belo, mas não tem sentido fora de contexto. Não tenho muito a comentar, apenas recomendo que procure elaborar melhor o conto da próxima vez. Penso que você correu em escrever um texto curto, improvisado, para conseguir os pontos na classificação. Você poderia ter esperado um pouco mais e elaborado um texto mais longo e contado uma bela estória. Talento não falta 😉

    Boa sorte.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado pelo feedback.

      O fato dele ser curto foi intencional, era pra ser um grito mesmo e ninguém tem forças para gritar por um longo tempo. Achei interessante o fato da maioria não entender, principalmente porque um “paranoico” como esse representado, quase nunca é entendido mesmo. Fez muito sentido!

  11. Cácia Leal
    9 de agosto de 2015

    Não entendi muito bem sua ideia. Achei o desenvolvimento bastante confuso. Cadê a ficção científica? Acho que faltou desenvolver melhor a trama, para compreendermos bem qual era sua verdadeira ideia. Você tinha bastante espaço ainda para escrever, por que parou? Encontrei alguns erros de português também.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado pelos apontamentos Cassia.

      O fato dele ser curto foi intencional, era pra ser um grito mesmo e ninguém tem forças para gritar por um longo tempo. Achei interessante o fato da maioria não entender, principalmente porque um “paranoico” como esse representado, quase nunca é entendido mesmo.

  12. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    Uma boa divagação, se assim posso classificar. Senti falta de algumas características que vejo em contos. Esperei mais para um melhor entendimento. Mas nada desprezível.

  13. vitormcleite
    7 de agosto de 2015

    História muito bem escrita e repleta de frases muito interessantes. O texto é pequeno mas muito interessante de ler, só tem um problema é pequeno, lê-se rápido e dá vontade de continuar a ler. muitos parabéns e por certo atingirá um lugar de topo, desejo-te as maiores felicidades

  14. Marcel Beliene
    6 de agosto de 2015

    Legal o seu conto, Odu Anastácio, é um daqueles textos bem reflexivos. A estória é curta e não tem trama, é mais, como posso dizer?…, um conflito existencial, não? Muito interessante. Há um errinho ortográfico em que você usa “a”, onde o certo é “há”, mas isso é quase irrelevante. No geral, é um bom conto. Gostei bastante 🙂

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado Marcel.

      O texto em si não tem trama, não tem começo>meio>fim, sem uma estrutura fechada, eu quis fugir disso e levar a reflexão.

      Passou desapercebido aquele a/há!

  15. Fabio D'Oliveira
    2 de agosto de 2015

    Bye Bye Blue Sky!
    Odu Anastácio

    ஒ Habilidade & Talento: Certo talento existe, porém, ainda não está despertado em toda sua potencialidade. Talvez, apenas talvez, seja consequência da imaturidade no universo da literatura. Não sei. Com o tempo, a habilidade também irá melhorar.

    ண Criatividade: Impossível definir. O conto não é realmente um conto. Não existe uma história concreta no texto. Vemos divagações. Seria lindo se soubéssemos do que o narrador está falando. Mas não sabemos…

    ٩۶ Tema: Não encontrei o tema no conto. Onde está? Dentro da mente do escritor, que não quis, ou não teve capacidade, de libertar a ideia por completo.

    இ Egocentrismo: Gostei da divagação. No entanto, não há solidez no conto. E isso inválida, por grande parte, o texto em si.

    Ω Final: Há Talento, em algum lugar, junto para crescer com a Habilidade. A Criatividade do autor está oculta. A inexistência do Tema é impactante. E o Egocentrismo adora divagações, mas também gosta de contos concretos. Ficou apenas um pensamento: o que acabei de ler? Diria para o autor liberar essa história por completo, sem se limitar dessa vez.

  16. Anorkinda Neide
    30 de julho de 2015

    Não deu pra sacar muito,não… Mas dá para parar e refletir.. disso eu gosto… hehehe

    Não acho que seja um conto propriamente dito. Quem sabe mais, há de fazer comentarios mais enriquecedores… eu posso apenas dar minha impressão de um bom texto mas que ficou literalmente no ar… muita coisa na cabeça do autor e pouca coisa nas letras do texto, dae há q se voar atrás de vc, mas sem o mapa de voo! 😮

    Te deixo um abraço pra quando vc pousar por aqui!

    • Anorkinda Neide
      11 de agosto de 2015

      Chutando autoria: (adoooooro 😛 )
      Catarina

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado Anorkinda! Minha companheira na galeria de poesias do Entrecontos. Agora sabendo que vim de lá tudo faz mais sentido né?

  17. Laís Helena
    25 de julho de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (1/4)

    Notei alguns problemas na construção de frases, muitas delas ficaram confusas, outras muito longas. Como por exemplo esta, logo no primeiro parágrafo: “Justo eu, cão adestrado tão bem, que pulava ao ouvir o primeiro toque do despertador, como se antecipasse a velocidade do som, acordando nos dias que sempre eram noites, senti falta daquele grito desesperador no domingo, e como numa Síndrome de Estocolmo, me senti preso à escravidão.” Você adiciona diversos assuntos diferentes em uma mesma frase, tornando-a desconexa e confusa.

    2 – Enredo e personagens (1/3)

    Seu conto não tem um enredo, senti quase como se ele fosse uma reflexão do personagem sobre o fato de ele ter acordado atrasado (ou pelo menos foi isso que inferi da leitura).

    3 – Criatividade (1/3)

    Nesse quesito, não tem muito o que avaliar, já que não há uma história e a apresentação de seu mundo ficou um pouco abstrata, com elementos desconexos demais para que o leitor possa traçar um panorama.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Lais deixa eu tentar explicar um pouco da minha “pira” nesse trecho, é normal isso, eu sou confuso mesmo rsrs.

      “Justo eu, cão adestrado tão bem, que pulava ao ouvir o primeiro toque do despertador, como se antecipasse a velocidade do som, acordando nos dias que sempre eram noites, senti falta daquele grito desesperador no domingo, e como numa Síndrome de Estocolmo, me senti preso à escravidão.”

      Quando refiro ao personagem como “cão adestrado”, digo disciplinado.

      Quando digo “como se antecipasse a velocidade do som”, digo que ele acorda no horário programado toda manhã, por vezes, antes mesmo do despertador despertar devido a sua condição disciplinada.

      Quando digo “acordando nos dias que sempre eram noites” é porque o personagem é um trabalhador, e como bom trabalhador acorda de madrugada para sair para trabalhar e ainda não raiou o sol nesse horário.

      Quando digo “senti falta daquele grito desesperador no domingo, e como numa Síndrome de Estocolmo”, digo que mesmo na sua folga ele se sente condicionado a tarefa que ele cumpre normalmente, a sua rotina, o fato de atribuir a síndrome de Estocolmo é que a vitima sente-se ligada e até mesmo gostando do seu violentador.

      Esse é um texto de símbolos e códigos. Nada esta claro ali e evidente. Eu gosto de escrever para ler nas entrelinhas. Para ler e ficar curioso para procurar mais sobre aquilo. Eu trago isso da escrita poética e esses referencias teóricos são meus requintes de crueldade com o leitor.

  18. Antonio Stegues Batista
    24 de julho de 2015

    Nota=5

  19. Thales Soares
    24 de julho de 2015

    Odu Anastácio (nossa…. o que significa esse pseudônimo? parece interessante)

    Seu conto está bem escrito e tudo mais…
    Porém, vou ser sincero com vc… não sei se eu realmente fui capaz de compreender a mensagem que vc tentou transmitir. Puxa… o curto é curtinho e td mais, eu li umas duas vezes… mas não entendi direito. Não entendi nem mesmo o significado da imagem no final.

    Por questão de gosto, seu conto não me atraiu.
    Desejo-lhe sorte neste desafio.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado Thales!

      Eu usei Odu por ser um termo atribuído a um contador de histórias africano e Anastácio referenciando a entidade de uma poetiza do candomblé.

      😉

  20. mariasantino1
    22 de julho de 2015

    Goodbye, blue sky, Goodbye, blue sky, Goodbye. Goodbye.
    Opa, lembrou o Pink Floyd 😉
    Curto, mas muito instigante. Tem um clima apocalíptico com esse lance de grau 33 (maconaria?), e eu gostei de imaginar o que há por trás. Queria mais, mas não sei se isso quebraria o impacto do texto.
    Desejo sorte
    Nota: 07

  21. Antonio Stegues Batista
    21 de julho de 2015

    Muito confuso o teu conto Odu. Filosofia incompreensível. Analogias desconexas.
    Problemas de concordância.”Vejo pela janela um dia lindo como hoje” (Vejo pela janela um dia lindo. Só pode ser hoje) Escreva com calma e faça uma boa revisão da próxima vez. Boa sorte.

  22. Andre Luiz
    20 de julho de 2015

    Nota parcial: 6

  23. Angelo Dias
    18 de julho de 2015

    O conto é complicado. Travei na leitura várias vezes. É ruim? Não, pois mostra os devaneios de alguém sob o efeito de drogas (lícitas ou não). Os pensamentos que parecem desconexos acabam fazendo sentido com o contexto certo. Infelizmente tive que reler alguns parágrafos e voltar para o início do conto para entendê-lo.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Valeu Angelo!

      Achei interessante o fato da maioria não entender, principalmente porque um “paranoico” como esse representado, quase nunca é entendido mesmo. Fez muito sentido!

  24. piscies
    18 de julho de 2015

    É um texto bonito de ler em voz alta: as palavras soam bem. Mas não fizeram sentido nenhum para mim.

    Eu li o conto três vezes tentando entender o tema e identifiquei diversas “dicas” de temas completamente diferentes uns dos outros. Como estamos falando de contos de ficção científica, acredito que este texto tenha pouco ou nada que ver com o objetivo do desafio.

    De qualquer forma, é um poema gostoso de ler.

    PS: O primeiro parágrafo quase não tem pausas. Foi um problema lê-lo.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado pelo retorno Piscies.

      Quanto ao tema, procurei representar um “paranoico” que se reconheceu como engrenagem da máquina de um sistema, atribui ele a FC por se tratar de uma revelação conspiratória envolvendo um esquema de teorias.

  25. Leonardo Stockler
    18 de julho de 2015

    Geralmente eu tendo a gostar de contos que nos oferecem mais interrogações do que certezas, que servem mais como exercícios do que qualquer outra coisa, mas esse aqui podia ter “voado” um pouco mais longe, por que não? Está tão bem escrito…

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado Leonardo!

      O fato dele ser curto foi intencional, era pra ser um grito mesmo e ninguém tem forças para gritar por um longo tempo.

  26. Mariza de Campos
    17 de julho de 2015

    Olá! o//
    Primeiramente vou falar o que acho que poderia ser melhorado: não deu para perceber em que século o narrador vive ou o que ou quem ele é, acho que faltou mais detalhes sobre ele próprio do que pela sociedade em que vive.
    Gostei do fato em que parece que ele vive em uma sociedade nazista e se sente sufocado com isso.
    Bom, é isso!
    Abraços! ^^

  27. Marcos Miasson
    17 de julho de 2015

    Olá!!! Precisarei reler algumas vezes, pois o achei muito interpretativo. No entanto, posso fazer uma observação quanto ao texto em si, onde você usa e abusa das vírgulas no mesmo parágrafo. Não que seja um erro, mas deixa a leitura um pouco confusa. Gostaria de ler mais textos seus.
    Boa sorte!!!

  28. Leonardo Jardim
    13 de julho de 2015

    ♒ Trama: (1/5) não há uma trama. Ganhou um ponto pela cena inicial que parecia uma. Contos devem contar alguma coisa, algum acontecimento. Reflexões são legais, mas devem servir para basear a história e não um conto todo nesse tom. Essa é minha opinião.

    ✍ Técnica: (4/5) muito boa, com boas reflexões e frases bem elaboradas. Se fosse usada para construir uma história, teria sido mais bem aproveitada. Perdeu um ponto pela prolixidade.

    ☀ Criatividade: (1/3) não vi muita coisa criativa na reflexão do personagem. Uma crise existencial já vista em muitos textos.

    ➵ Tema: (1/2) não há quase nenhum elemento de FC, exceto algumas citações. Ganhou um ponto por elas.

    ☯ Emoção/Impacto: (2/5) a reflexão do narrador não me envolveu, pois não cheguei a conhecê-lo a ponto de criar empatia. Se seguisse a linha do início, descrevendo as características do narrador, acho que teria sido mais eficiente.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado Leonardo!

      O texto em si não tem trama, não tem começo>meio>fim, sem uma estrutura fechada, eu quis fugir disso e levar a reflexão.

  29. Daniel I. Dutra
    11 de julho de 2015

    Gostei da prosa e a referência a Umberto Eco, mas para mim, esse conto soa mais como uma alegoria do que ficção-científica propriamente dita. Não que ficção-científica não possa ser alegórica, o conto soa mais como um comentário sobre a existência humana do que uma história de ficção-científica.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Olá Daniel! muito obrigado!

      Realmente ele é também é uma alegoria.

      O conto foi escrito cheio de referencias a essas teorias da conspiração, desde os illuminatis aos repetinianos, juntei muitos elementos que gosto e que vejo sentido entre si. Entendi ele como FC por falar de uma conspiração que não é vista como real, ainda mais sodomizada por um grupo iluminado de alienígenas rsrs.

  30. Anderson Souza
    11 de julho de 2015

    Acredito que o grande prêmio deste concurso é a avaliação sincera dos textos, com críticas construtivas e opiniões de leitores que são apaixonados por Ficção Científica.

    Muita viajem… Não consigo categorizar como ficção científica. O texto possui qualidades mas a ideia poderia ser complementada. Por exemplo: Pensei que o cachorro seria um sobrevivente de um mundo varrido por uma guerra química, ou deixado para trás após a humanidade partir para as estrelas e deixar seus animais híbridos no planeta e etc, etc..

  31. Pedro Luna
    8 de julho de 2015

    Texto interessante, mas a mim não fez sentido. : /

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Olá Pedro!
      Obrigado pelo retorno.

      Procurei representar um “paranoico” que se reconheceu como engrenagem da máquina de um sistema, atribui ele a FC por se tratar de uma revelação conspiratória envolvendo um esquema de teorias.

  32. Andre Luiz
    8 de julho de 2015

    Bom… o que dizer? Aprecio o tom lírico de seu conto, também a criticidade que você coloca em suas palavras nos entremeios, o que necessita de atenção para ser bem compreendido. Acredito, no entanto, que você acabou se perdendo no tema, porque a ficção científica é uma linha tênue em seu texto. Não fugiu ao tema, propriamente,mas deixou de explorá-lo mais em suas inúmeras perspetivas. Gostei também do título, bem chamativo, porém ainda desconexo com a obra no todo. Talvez uma alteração no conto, para torná-lo um pouco menos abstrato e mais imaginável dentro de um enredo e uma história possa contribuir para melhorá-lo no todo. Boa sorte!

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Olá André!
      São bem legais seus apontamentos e vejo importância neles.

      Quanto ao tema, procurei representar um “paranoico” que se reconheceu como engrenagem da máquina de um sistema, atribui ele a FC por se tratar de uma revelação conspiratória envolvendo um esquema de teorias. O texto em si não tem trama, não tem começo>meio>fim, sem uma estrutura fechada, eu quis fugir disso e levar a reflexão. Ele um descritivo de uma sensação de descoberta do personagem, uma revelação, um grito dele.

      Achei interessante o fato da maioria não entender, principalmente porque um “paranoico” como esse representado, quase nunca é entendido mesmo. Fez muito sentido!

  33. catarinacunha2015
    8 de julho de 2015

    TÍTULO. Referência bonita à bela música do Pink Floyd, que tem tudo a ver com o conto.
    TEMA. Parece mais uma viagem alucinógena do que ficção científica.
    FLUXO. Essa pegada intimista me fascina. Fácil de ler, bem descolado.
    TRAMA. Não encontrei a trama ou não entendi.
    FINAL. Foi um nascimento? Um suicídio? O que se passou?

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Olá Catarina! Muito obrigado!
      Na verdade foi só um despertar em vida ainda, um despertar da consciência.

  34. Ferreira Silvio
    8 de julho de 2015

    Veja bem, esse conto tem um tom psicodélico/onírico tão forte que o único fio de ficção científica que pude pegar foi ” O clã iluminado, Supremo Conselho caído na Terra que traçou o trilho do que é plantado para o implantado. Em um amanhecer de âmbar, consigo identificar suas cores e seus valores”.
    De resto, o visual surreal que você descreve é interessante mas carece de um conteúdo do tema requerido.
    Uma narrativa mais trabalhada fortaleceria muito o texto e envolveria bem o leitor nas suas boas descrições visuais.

  35. Sidney Muniz
    8 de julho de 2015

    Narrativa corrida demais.

    Senti que não senti, entende?

    Gosto de contos curtos, mas esse não me agradou, e dos três primeiro foi a narrativa mais fraca. Penso que isso pode ser trabalhado.

    Enredo também muito fraco, despretensioso.

    Não gostei, não, mas pode ser falha minha na percepção da ideia.

    Ainda assim desejo sorte no desafio.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado Sidney!

      O fato dele ser curto foi intencional, era pra ser um grito mesmo e ninguém tem forças para gritar por um longo tempo.

  36. Marcellus
    7 de julho de 2015

    Tive que tomar fôlego depois do primeiro parágrafo e… que viagem de mescalina com santo daime!

    Talvez eu não esteja num dia bom. Reli e continuei sem entender nada…

  37. José Marcos Costa
    7 de julho de 2015

    Olha, no começo achei que seria um bom texto, depois virou uma crônica do absurdo e terminou como começou. não consigo nem mesmo analisá-lo como um conto. realmente sem graça.

  38. Davenir da Silveira Viganon
    6 de julho de 2015

    Adoro esses “tetos”. Gostei de entrar na loucura, mesmo que por instantes. Belo conto!

  39. Felipe Moreira
    6 de julho de 2015

    Não sei. O problema pra mim não foi o fato de ser curto demais. Apenas não me senti envolvido com o narrador ou com o que ele pretendia passar com suas emoções. No final fiquei divagando entre várias frases soltas. Tive a impressão de estar lendo a letra de uma música, de alguma banda de rock progressivo. Provavelmente não captei a ideia do texto.

    De todo modo, parabéns pelo trabalho e boa sorte no desafio. =)

  40. Jefferson Lemos
    5 de julho de 2015

    Olá, autor (a)! Tudo bem?

    Confesso que não entendi muito bem o conto. As divagações são muito boas, a narração é bem redondinha, eficiente e ágil, mas ainda assim não sei se entendi. Vou ler novamente e tentar extrair algo melhor.

    A parte visual ficou boa até onde poderia ficar, pois não houver muitos cenários, ao meu ver.

    De qualquer forma, parabéns! Boa sorte!

  41. Pedro Teixeira
    5 de julho de 2015

    Olá autor! O texto é bonito, tem qualidade, mas não sei se poderia ser caracterizado como FC. Não consegui ver um enredo aqui, enxergo o resultado final mais como uma prosa poética.Gostei das referências às letras do Criolo e do título também. Boa sorte no desafio!

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado Pedro! Que legal que você pegou o trecho do Criolo.

      Eu atribui ele a FC por se tratar de uma revelação conspiratória envolvendo um esquema de teorias.

      O conto foi escrito cheio de referencias a essas teorias da conspiração, desde os illuminatis aos repetinianos, juntei muitos elementos que gosto e que vejo sentido entre si. Entendi ele como FC por falar de uma conspiração que não é vista como real, ainda mais sodomizada por um grupo iluminado de alienígenas rsrs.

  42. Rogério Germani
    5 de julho de 2015

    Olá, Odu!

    Conto introspectivo muito bem elaborado. Traz as dúvidas que fervilham sempre em nosso imaginário.

    Porém, isto é coisa minha mesmo, prefiro texto que tenham uma estória de fundo, um desenrolar de acontecimentos onde a trama nos puxe pelos olhos. Pena que, na maioria dos contos que li até agora neste desafio, os autores deitaram esforços apenas na descrição dos elementos de ficção científica, deixando o enredo de lado…

    Boa sorte no desafio!

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Olá Rogério, a intenção era essa mesmo.

      O texto em si não tem trama, não tem começo>meio>fim, sem uma estrutura fechada, eu quis fugir disso e levar a reflexão. Ele um descritivo de uma sensação de descoberta do personagem, uma revelação, um grito dele.

  43. Michel M.
    5 de julho de 2015

    Personagem caótico e trama caótica, que funciona como crítica a algum tipo de sistema. Gostei. Texto bem escrito.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Isso mesmo Michel!
      Ele é um paranoico que se reconheceu como engrenagem da máquina de um sistema

  44. Fil Felix
    4 de julho de 2015

    Acho que poderia ter estendido um pouco mais. Quando começamos a entender a personagem/ máquina, termina. Por um lado é interessante, de uma pancada só, mas por tratar de algo menos convencional, daria uma chance pra aprofundar melhor. Gostei da descrição do olhar, dos trilhos no ar e a rota pré-configurada.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado Fil!

      O fato do conto ser curto foi intencional, era pra ser um grito mesmo e ninguém tem forças para gritar por um longo tempo.

  45. Sandro Vita
    4 de julho de 2015

    O primeiro parágrafo chama atenção apesar do clichê “como numa Síndrome de Estocolmo, me senti preso à escravidão.” Este tipo de escrita precisa ser evitado em um primeiro parágrafo, uma vez que conta superficialmente algo que poderia ser mostrado de maneira mais consistente levando o leitor a se envolver com a história que está por vir. Seguindo o texto cheguei ao final com a sensação de que faltou alguma coisa e que não se tratava de ficção científica, mas sim uma poema narrado. A divagação do autor pelos olhos do que parece ser o personagem principal é profunda e me possibilita sentir isso, porém uma estrutura um pouco mais longa do texto, ajudaria a entender melhor o que se passa no contexto e assim, desvendar, mesmo com um ar poético, a mensagem entre as linhas.

  46. Felipe T.S
    3 de julho de 2015

    Alguns trechos são interessantes. Você é fã de rap?

    Vários trechos parecem ter sido retirados de músicas do Criolo. Provavelmente foi uma forma de homenagem, não? Já que esse cara constrói alguns versos incríveis.

    Bom, por mais que eu goste muito de contos mais experimentais, não considero o seu texto um. Desculpe… Ainda assim, boa sorte no desafio.

  47. rubemcabral
    3 de julho de 2015

    Olá, Odu.

    Então, não gostei do conto. Digo, ele parece ter potencial, mas o excesso de concisão resultou em hermetismo. Há muita coisa condensada e muito embora o texto não tenha que explicar tudo, deixar tanto a entender nas entrelinhas não é nada bom.

    Enfim, sugiro rever o texto, esticá-lo e que seja possível dar mais pistas ao leitor sobre o que o personagem está vivendo, senão tudo fica parecendo “atirado”: Lojas dos Patronos, grau 33 ou 66, etc.

    Abraço e boa sorte no desafio.

  48. Brian Oliveira Lancaster
    3 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: O tom melancólico é muito bom. É fácil captar a angústia do protagonista. >> 8.
    G: Acho que, na ânsia de publicar, o autor se perdeu um pouquinho. O enredo intimista sempre cria conexões de forma fácil e consegui entrar na história. Mas, perto do final, me desconectei um pouco pela mudança de tom. O corte súbito não caiu muito bem. O início nos faz raciocinar que tipo de ser está relatando e isso ficou bem legal. Uma pena que não me agradou como um todo, mesmo que tenha construções inspiradas. >> 7.
    U: Só uma frase me incomodou. De resto, a escrita é leve e fluente. >> 9.
    A: Infelizmente, está mais para um relato de desabafo, do que sci-fi, pelo menos em minha opinião. >> 6.

    Nota Final: 7.

  49. Tiago Volpato
    3 de julho de 2015

    Salve Odu.
    Um texto bem curto, nem por isso deixa de ser interessante. Gostei da fina ironia que você trouxe, coisas bem simples que achei bem legal, tipo a frase “O olho esquerdo não vê direito”. Achei muito bom.
    Contudo senti falta de história e um pouco de ficção cientifica, tem alguns elementos, mas achei pouco. Ainda assim é um texto que tem seus méritos.
    Abraços.

  50. L E Peret
    3 de julho de 2015

    Muito poético, lembrou-me da crítica marxista à semi-escravização do proletariado, que trabalha quase sendo ele mesmo uma linha de montagem. Uma linguagem altamente metafórica, remete a clássicos distópicos como THX 1138.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Peret ganhei o concurso lendo o seu comentário. Já valeu a pena! Muito, mas muito obrigado!

  51. phillipklem
    3 de julho de 2015

    “Ó coerência, onde estás?”
    Seria o que Shakespeare diria se lesse este conto.
    Eu li, reli, e li mais uma vez para tentar entender e juro que não consegui. Pensei até que tinha algo errado com a minha leitura, então dei para minha esposa ler, e ela também não entendeu.
    Começou muito bem. O primeiro parágrafo prometeu um texto bem elaborado e interessante, pois até não está mal escrito. Mas quando passei para o seguinte fui logo recebido pela frase “Afinal sou engrenagem tão funcional de máquinas que nos comem ao meio dia (…)”. Confesso, ainda estou buscando sentido.
    A partir daí a narrativa não tomou rumo, simplesmente foram surgindo frases e mais frases aleatórias que não completavam umas as outras e nos faziam voltar a lê-las inúmeras vezes para, infrutiferamente, tentar compreender.
    A impressão que eu tive foi de que você pegou parágrafos de textos diversos e foi copiando e colando para completar o seu conto, pois um não tem a menor conexão com o outro.
    Nos dois últimos parágrafos a técnica parece ter sido aplicada para cada frase, tornando o texto ainda mais ininteligível.
    Tenho certeza de que tudo fez sentido na sua cabeça, mas você não soube por para fora de forma compreensível.
    Minha dica é: Leia o seu texto em voz alta para outra pessoa, alguém que vai lhe dar uma opinião sincera, depois veja o que ela diz. Em seguida, apague todo o texto, menos o primeiro parágrafo e, a partir dele, reconstrua o seu conto.
    Peço perdão. Não se deixe abalar se o meu comentário não foi o que queria ouvir. Sei que você tem boas idéias e quer passá-las para o mundo através das palavras. Acredite, queremos ouvi-las.
    Você tem potencial, basta aprimorá-lo.
    Boa sorte amigo.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado pelos seus apontamentos Phillip!
      A frase que vc citou refere-se ao personagem se considerar ferramenta de um sistema, e a máquina é o sistema em si.
      Realmente o texto é hermético e repleto de metáforas

  52. Evandro Furtado
    2 de julho de 2015

    Tema – 10/10: adequou-se bem à proposta inicial.

    Linguagem – 10/10: usou a combinação de palavras certa criando certo efeito poético.

    História – 3/10: senti falta de uma narrativa mais palpável, com que pudesse me identificar.

    Personagens – 7/10: o narrador é bem construído, mas faltou um pouquinho de profundidade.

    Entretenimento – 6/10: bacana, o tamanho também ajuda, mas não é algo que eu recomendaria para uma sexta à noite.

    Estética – 10/10: escolha de um estilo muito preciso que transpassou uma atmosfera ao mesmo tempo robótica e sensível.

  53. Ed Hartmann
    2 de julho de 2015

    Texto diferente dos que li até aqui…

    Não sou um “expert” em analise literária, mas achei interessante a proposta. Baseia-se, creio eu, na “teoria da conspiração dos chemtrails”, que estariam supostamente combatendo o efeito estufa do planeta.
    Apenas um porém: Acho que o tema poderia ter sido melhor desenvolvido, devido ao fato que que tivemos 2000 palavras para “contar o conto”.
    Como disse, boa proposta, apenas poderia ter sido melhor aproveitado o limite de palavras.

  54. Claudia Roberta Angst
    2 de julho de 2015

    Conto curtinho, bom de ler. A preguiça impera por aqui. Parece a crise existencial de um robô … ou não.
    Achei bem escrito, um relato introspectivo que confunde o leitor em alguns pontos. Como não estou em busca de entendimento sobre o tema sci fi, gostei assim mesmo. Pela linguagem, ritmo da narrativa, senti um certo conforto na leitura. Boa sorte!

  55. Renan Bernardo
    1 de julho de 2015

    Bem legal.

    Pontos positivos: Bem escrito. Brinca com a linha tênue entre a ficção científica e o que é realidade para muita gente.

    Pontos negativos: Curto demais. Podia ser um pouco mais explorado.

    • William de Oliveira
      12 de agosto de 2015

      Obrigado Renan!
      Deixar ele curtinho foi intencional, justamente por ser um grito, ninguém consegue gritar por um tempo muito longo.

  56. Alan Machado de Almeida
    1 de julho de 2015

    Texto bem escrito e cheio de linguagem abstrata que desafia o leitor, é bem difícil de ler, o que não é uma queixa. Sinceramente não compreendi direito a trama do conto, mas não consigo pontuá-lo com menos de 8. Principalmente por causa da escrita.

  57. Fabio Baptista
    1 de julho de 2015

    Achei que o conto tem uma forte pegada poética, que infelizmente não costumo gostar muito. Mas sempre tento me desvincular dos preconceitos ao fazer as análises (quase nunca consigo, mas sempre tento).

    O começo foi promissor: ágil e cheio de reflexões sobre a condição humana atual. Mas o ritmo caiu do meio para o final, entrando num cenário meio distópico pelo que entendi.

    Ao término da leitura ficou uma sensação de “tá, mas e aí?”. Tipo, não teve muita história sendo contada aqui. 😦

    NOTA: 6

  58. Lucas
    1 de julho de 2015

    Olá,
    Creio que o conto seja uma grande metáfora. Não sei sei personagem é um robô ou um humano “controlado”. O que me ficou claro é que os maçons dominam tudo. Ficou confuso pra mim, li duas vezes e ainda estou meio perdido.
    Não entendi muito bem a história. É mais um conto de relato com os dois anteriores e isso não me agrada muito.
    Parabéns e boa sorte.

  59. William de Oliveira
    1 de julho de 2015

    Paranoicos! o FBI e já deve estar monitorando essa página. Cuidado para o Mel Gibson nem o Will Smith ler esse conto e filmar uma nova trilogia de FC. Muito bom, parabéns!

E Então? O que achou?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Informação

Publicado às 30 de junho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .