EntreContos

Literatura que desafia.

Paraíso (Miro Messa)

Num mundo bem distante você pode construir maravilhas, os seus sonhos ganham vida e lhe ensinam a soltar as travas de segurança que só pausaram as suas batalhas e adiaram sua evolução. Temos uma infinita e volumosa sorte, sem contar todo amor que nos faz crer, percebemos essas coisas extraordinárias quando olhamos os que soltam sorrisos pelos novos dias lá do lado de fora; isso fala aos nossos corações (ou qualquer outra parte) o quão eles podem ser felizes em aleatórios lugares, formas e fases.

Ficamos bem com todo sentimento, noção e vantagens, isto é, as dores montam uma energia fortificada e o alívio e tão intenso/extenso que não se pode negar uma renovação natural.

O sol copia em meus lençóis de cama os desenhos da grade de minha janela e eu sinto esse calor; o vento traz da cozinha um aroma temperado e eu sinto a previsão de um incrível sabor; os anjos soltam a força de seus dons, e eu ouço com deleite e necessidade em ser compreendido e incluído. Os traços são fortes e consideráveis, somos a perfeita obra; um artesanato adorado até pelo desconhecedor criterioso.

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3 comentários em “Paraíso (Miro Messa)

  1. Anorkinda Neide
    23 de junho de 2015

    Nao acho q seja auto-ajuda nem aforismo 😛
    hehehe

    O sentimento do texto é ótimo, é positivo, gosto de escrever essas coisas também…
    Mas,não tá bem construído.
    O primeiro parágrafo está todo atrapalhado, digamos assim…

    Tem uma mistura de tempo verbal já na primeira frase, que me travou ..fiquei um tempão ali tentando entender…rsrsrs
    Como falei, compro a ideia, mas me dá uma vontade de transformar isso em poesia, q vc não imagina!
    Vc não escreve poesia?

    Já o último parágrafo, ficou melhor q os anteriores e quis me parecer que ele poderia iniciar um novo texto.. Gostei da imagem do sol na cama, do cheirinho vindo da cozinha… queria saber mais sobre o dia desse autor/personagem.

    Abração

  2. Evandro Furtado
    22 de junho de 2015

    Fala, Miro

    Foi bem auto-ajuda esse, hã? E isso não é uma crítica, acho que é um gênero tão válido como todos os outros, mas enfim.

  3. Fabio Baptista
    17 de junho de 2015

    Olá, Miro!

    Não sei se entendi muito bem o recado, mas valeu a leitura!
    Ficou com cara de “aforismo”.

    Abraço!

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Informação

Publicado às 16 de junho de 2015 por em Contos Off-Desafio e marcado .