EntreContos

Detox Literário.

Morte (Leonardo Jardim)

morte

Dor

Dúvida

Angústia

Saudade

 

Uma dor intensa

Por não sabermos o motivo

Por não termos uma explicação

Para a perda que parece eterna

 

A dor nunca cessa

Apenas nos acostumamos

Apenas aceitamos

Aceitamos o inaceitável

 

A saudade é imensa

Não conseguimos esquecer

Precisamos acreditar que estaremos sempre juntos

Embora isso pareça impossível…

 

Saudade

Angústia

Dúvida

Dor

26 comentários em “Morte (Leonardo Jardim)

  1. mariasantino1
    9 de maio de 2015

    E tudo se vai, se esvai e nos mostra o quanto somos frágeis e impotentes. Sozinhos somos grão, mas juntos besuntados pela esperança, amor, amizade, podemos ainda nos manter firme ante o sopro da morte. Reflexivo. Gostei.

  2. Ricardo Gnecco Falco
    8 de maio de 2015

    Eu gostei! 😉
    Puro sentimento. Pura apatia.
    Paradoxo?
    Prazer: Poesia!
    . 🙂 .
    Parabéns!

  3. Jefferson Lemos
    7 de maio de 2015

    Fala aí, Leo! Gostei, cara. Isso me lembrou algum poema que já vi em algum lugar, tanto que li no mesmo ritmo. Gostei das últimas palavras, pois parecem sair sofridas, com mais sentimento. Muito bom!

  4. Claudia Roberta Angst
    7 de maio de 2015

    Vi uma asinha de anjo por aqui. Gostei da citação de sensações que foram desenvolvidas logo depois. Perder não é nada fácil, mesmo com o bater de asas angelicais. Gostei, simples e passou o recado (triste).Abraço.

    • Leonardo Jardim
      7 de maio de 2015

      Que bom que gostou, Claudia. Foi uma boa tentativa, né? 😉

      Se as poetizas do EC aprovaram, já posso considerar meu dever cumprido. 😀

  5. Sidney Muniz
    7 de maio de 2015

    Eu gostei, principalmente pelo formato, que me atraiu bastante.

    As estrofes estão ótimas, apenas algumas coisinhas me incomodaram um pouco, quando o autor da enfase para alguns sentimentos, repetindo ações, mas com artifícios que me pareceram inteligentes, sendo assim o incômodo foi mais por culpa minha que por sua, aliás sua culpa é tão somente de fazer um belo trabalho.

    Gosto quando o autor desenvolve algo menos usual, e enxerguei isso aqui.

    Parabéns e sucesso sempre nessa arte.,. que ela continue a crescer sempre!

    • Leonardo Jardim
      7 de maio de 2015

      Obrigado, Sidney. A repetição foi proposital, como uma forma de retomar os sentimentos da primeira e última estrofe.

      Que bom que gostou 🙂

  6. Anorkinda Neide
    6 de maio de 2015

    Já que vim espiar o tal do anjo de letras, então pulei os demais poemas e vim..
    Não vi anjo 😦
    Eu sou ruim pra enigmas deste tipo….huauhua

    O poema tá lindo, mesmo.
    Poesia moderna, desabafo, reflexão, angústia, melancolia. É isso aí, pra que mais?
    É a emoção que salta pelos dedos em forma de poema.

    Abração

    • Leonardo Jardim
      6 de maio de 2015

      Tem que abstrair muito, Anorkinda, pra ver o anjo. Não achei mesmo que alguém veria.

      Que bom que gostou. Acho que ler um tal livrinho de poesia pode ter me ajudado um pouco 😉

      Abraços

  7. Wender Lemes
    6 de maio de 2015

    Foi quase poesia concreta para mim. O formato das estrofes me pareceu o desenho da metade direita de um anjo.O anjo da morte? Talvez eu esteja abstraindo além do limite sobre o desenho rs, mas o sentido que passou já é muito forte por si só. Parabéns!

    • Leonardo Jardim
      6 de maio de 2015

      Wender, o desenho era realmente proposital. Eu tentei “desenhar” um anjo, sim, mas não achei que iam descobrir. Nem ficou bom, na verdade. Como vc descobriu? A imagem ilustrativa ajudou, né?

      Mas fiquei feliz que descobriu meu “easter egg” 🙂 Abs

      • Wender Lemes
        6 de maio de 2015

        A imagem ajudou sim, mas o formato ficou bom, Leonardo 😀
        Eu também gosto de fazer uns desenhos, de vez em quando, então foi uma experiência legal. Abs

      • Anorkinda Neide
        6 de maio de 2015

        só um aparte…
        tô observando q o Wender é um ótimo leitor de poesia!
        tem muita sensiblidade 😉

      • Wender Lemes
        6 de maio de 2015

        Bondade sua, Anorkinda. Obrigado!

  8. Fabio Baptista
    6 de maio de 2015

    Fala, Léo!

    Gostei da inversão das palavras no começo e final, mas infelizmente o recheio não conseguiu me despertar muitos sentimentos. 😦

    Abraço!

    • Leonardo Jardim
      6 de maio de 2015

      Tranquilo, Fabio. Foi uma tentativa. Talvez tenha focado muito na forma e pouco na emoção. Abs

  9. Jowilton Amaral da Costa
    6 de maio de 2015

    Ó o cara aí, cheio de estilo. Parece um poema sobre uma pessoa que perdeu alguém para a morte, mas, também pode ser só a constatação de que viver não é tão fácil. O texto me proporcionou boas reflexões. Abraço.

    • Leonardo Jardim
      6 de maio de 2015

      Jowilton, o sentimento passado é de perda, desilusão. Que bom que gostou. Abs 😉

  10. Neusa Maria Fontolan
    6 de maio de 2015

    Olha só o Leo! Gostei.

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Informação

Publicado às 6 de maio de 2015 por em Poesias e marcado .