EntreContos

Literatura que desafia.

Resultados do Desafio “Bruxas”

The Wicked Witch

Caros participantes, amigos e curiosos de sempre.

Definitivamente, este foi o melhor desafio se considerarmos o nível de empenho dos participantes. Trinta contos, mais de novecentos comentários. Jamais na história deste país tivemos uma dedicação tão profunda num certame literário. Sob o ponto de vista da moderação, dá para dizer que o sistema “no escuro” se revelou extremamente justo, evitando influências de parte a parte. Do mesmo modo, a votação por meio de notas tornou tudo mais interessante, já que todos os contos foram avaliados.

Bom, vamos ao que interessa!

A lista abaixo contém a relação dos contos, o pseudônimo, e o nome verdadeiro de cada um.

autoria

Também é interessante ver a relação de comentários. A tela coberta de “X” é algo que desejávamos há muito!

comentarios

É de se reparar que dos trinta participantes, apenas três deixaram de cumprir o previsto no regulamento e, por isso, infelizmente, tiveram seus contos desclassificados e deletados, juntamente com os comentários recebidos.

Prosseguindo, a tabela a seguir consolida as notas, com o total geral e a média obtida por cada conto (desculpe a cacofonia, Fabio Baptista) .

votacao.bruxas

Como se percebe, a votação foi muito apertada, com meros seis pontos separando o primeiro do quarto colocado.

Como vencedor,  com 196 pontos, média de 7,54, ficou “Lua Dora“, de Claudia Roberta Angst.

Por três vezes, seu ventre arredondara. Por três vezes, Dora sangrara em silêncio e escuridão. Seu desejo de ser mãe tornara-se oferenda devolvida à praia, desprezada pelos deuses. Suas intenções, suas esperanças e o querer bem àquele que agora mal reconhecia como marido, evaporavam com a fugacidade de um sonho. Quebrados sentimentos e estraçalhada magia contra as rochas dos ciúmes.  Ela percebia as mãos enrugadas pelo molhar constante na busca de bênçãos de outros dias.

Em segundo lugar, com 192 pontos, média de 7,38, ficou “Aquela Velha Inocência“, do estreante Fil Felix.

Em seu derradeiro suspiro, inspira para seus pulmões o pouco ar que lhe resta, sugando a vivacidade do inocente e estufando o peito. Guardando em si toda a sua alegria, desejos e anseios da vida, sua juventude. Deixando-a paralisada à sua frente, com os olhos vidrados.

E, por fim, completando o pódio, apenas um ponto atrás do segundo colocado, e somente um ponto à frente do quarto lugar, ficou “Por um Instante“, de Gustavo Araujo, com 191 pontos, média de 7,35.

Ao passo em que a leitura fluía, Bernardo pensava, no fundo, o quão ingrato pode ser o destino, que nos contempla com o maior dos presentes, que nos leva ao auge tão rápido e que, assim, devagarzinho, vai nos tirando tudo, deixando-nos apenas com as sombras e os fantasmas de dias melhores. E, o que é pior, por vezes tragando-nos para um fim desesperador de solidão e abandono. Talvez Zezinha tivesse sorte, afinal. Não tinha consciência disso.

Só para lembrar, a campeã faz jus a um exemplar de “Viagem a Pindorama”, do autor mineiro, orgulho de Manhu-Açu, Marcellus Pereira.

À vencedora será atribuída, ainda, uma página específica como Autora do blog EntreContos, na qual poderão ser publicados textos de sua autoria.

À vencedora e aos segundo e terceiro colocados, será oportunizada a reunião dos respectivos contos em um e-book a ser compilado pela moderação oportunamente e publicado pela Caligo Editora.

Com o intuito unicamente de valorizar a realização de comentários nos contos postados, promovemos a seguir a entrega de troféus honorários para aqueles que se destacaram:

– O Troféu “Feiticeira-Mestre” vai para o Fabio Baptista, cujas sugestões oportunas permitiram que chegássemos a este formato de desafio.

– O Troféu “Economia” vai para o Marquidones Morais e para o Walter Lopes, pela extrema concisão de suas impressões 😛

– O Troféu “Dura-Lex-Sed-Lex” vai para o Davi Mayer, que deixou de comentar apenas UM conto e, por isso, foi desclassificado. Mesmo tendo sido alertado pela moderação em três oportunidades, a postagem necessária não foi feita a tempo. Como resultado, infelizmente, seus votos foram desconsiderados e o ótimo conto “Golem”, desclassificado. Uma lástima.

– O Troféu “A Varinha Falhou” vai para o Felipe Rodrigues , que vinha comentando com regularidade e, no último dia, desapareceu 😦

– O Troféu de “Vassoura mais rápida de Hogwarts” vai para a Carmem Soares que comentou praticamente TUDO no último dia 🙂

– O Troféu “Bruxa Má” vai para o Pedro Luna, que amaldiçoou sem dó nem piedade os demais textos.

Brincadeiras à parte, queremos uma vez mais parabenizar todos os participantes pela preocupação que demonstraram em dar o melhor de si, tanto na elaboração dos próprios contos, como principalmente nos comentários realizados.

Por fim, lembramos que a partir de agora todos os comentários estão liberados.

Àqueles que sentiram falta dos debates, nada impede que se passe a eles a partir de agora. Não confiram apenas as impressões que seu conto recebeu, mas também se as opiniões passadas por vocês nos demais textos se assemelham às dos outros participantes. É impressionante como o mesmo conto pode gerar opiniões tão diferentes.

Até o próximo desafio.

Equipe EntreContos.

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49 comentários em “Resultados do Desafio “Bruxas”

  1. Fabio Baptista
    29 de agosto de 2014

    Claudia,

    Na verdade fui um pouquinho irônico. 😀

    Não acho meus escritos uma porcaria. Sendo bem sincero, na maioria das vezes tenho impressão que escrevi algo realmente muito bom, fantástico, não raro genial, assim que coloco o derradeiro ponto no texto. É um sentimento que desmorona numa segunda leitura, quando vejo os erros, as falhas, furos e imperfeições da minha criatura. Daí vou ajustando até que volte a enxergar naquelas linhas tortas algo que no mínimo não pareça vergonhoso.

    Até acho que muitas vezes consigo deixar as coisas num nível aceitável, mas aquele primeiro sentimento, aquele êxtase inebriante de contemplar a criação recém-concluída, aquela paixão arrebatadora… ah, Deus… essa perde-se para sempre. E o que fazer então? O que fazer se já nos acostumamos com essa sensação como quem se acostuma ao vinho, à morfina ou aos sussurros de “eu te amo” soprados pelo vento frio da montanha?

    Escrever de novo, oras bolas! Partir pra outra, buscar novas paixões, novos pontos finais!

    Igual a tudo na vida.

    Em verdade, igual a tudo que floresce pelos galhos sedutoramente ardilosos da árvore do bem e do mal.

    E o pagode… ah, o pagode! Foi só uma tentativa de colocar a música na cabeça da Marcela, para que ela ficasse pensando esse refrãozinho grudento pelo resto do dia (uma versão light do conto “Delirium Tropicalis”). Mas o feitiço acabou virando contra o feiticeiro e flagrei-me por diversas vezes tamborilando com os dedos “não vou desistir, nem desanimar…” aqui na mesa do trabalho.

    Tentarei terminar melhor dessa vez, com algo que resume tudo isso de um jeito muito mais bonito que eu poderia sonhar em escrever algum dia:

    “O poeta é um fingidor.
    Finge tão completamente
    Que chega a fingir que é dor
    A dor que deveras sente.”

    • Claudia Roberta Angst
      29 de agosto de 2014

      “O que fazer se já nos acostumamos com essa sensação como quem se acostuma ao vinho, à morfina ou aos sussurros de “eu te amo” soprados pelo vento frio da montanha?” = Foi contaminado pelo vírus da poesia? (ou foi irônico novamente?)
      Melhorou muito com os versos de Fernando Pessoa! 🙂

      • Fabio Baptista
        29 de agosto de 2014

        Os textos do sr. Pavlovitch me deixam assim… 😀

        Os do Fernando Pessoa também.

      • Ricardo Gnecco Falco
        29 de agosto de 2014

        Aproveitando o momento poético que resolveu pairar por aqui hoje…
        (aliás, Anfitrião, que tal um Desafio Poético? Hein, hein, hein? 🙂 )

        Do ‘Mestre’:

        Verbos

        Sofrer é outro nome
        do ato de viver.
        Não há literatura
        que dome a onça escura.

        Amar, nome-programa
        de muito procurar.
        Mas quem afirma que eu
        sei o reflexo meu?

        Rir, astúcia do rosto
        na ameaça de sentir.
        Jamais se soube ao certo
        o que oculta um deserto.

        Esquecer, outro nome
        do ofício de perder.
        Uma inútil lanterna
        jaz em cada caverna.

        Verbos outros imperam
        em momentos acerbos.
        Mas para que nomeá-los,
        imperfeitos gargalos?

      • EntreContos
        29 de agosto de 2014

        Sim, por que não?

    • Pedro Luna
      29 de agosto de 2014

      Acho curiosa essa sua relação de amor e ódio com o texto. Sinto isso em mim, mas em uma escala infinitamente menor. Talvez essa devoção ensandecida seja algo que me falta para melhorar na escrita.

  2. Marcela
    28 de agosto de 2014

    Acompanho o site há algum tempo, e gostei da ideia dos comentários fechados. É pena que alguns autores (até os mais “metódicos”) aparentemente “mudam” as avaliações de um conto após saber a autoria do mesmo. Há um super-metódico aqui que fazem isso, mas prefiro não citar nomes. Aproveitando: por que a avaliação de alguns é tão meticulosa, se seus escritos são pífios?

    • Fabio Baptista
      28 de agosto de 2014

      Oi, Mamá! Bom dia!

      Senti que essa mensagem carinhosa foi pra mim… não por ter “acusado o golpe”, “vestido a carapuça”, ou algo do tipo. É que esse expediente de se comunicar através de indiretas era muito utilizado pela minha ex-esposa, daí acabei ficando meio calejado, sabe?

      Então… deixa eu explicar melhor esse negócio de mudar a avaliação conforme o autor, porque colocando dessa maneira fica parecendo outra coisa… aliás, tirar as frases de contexto para usá-las com fins malignos também era outra coisa que minha ex costumava fazer (será que vocês estudaram juntas? :D).

      Vamos lá, deixando tudo bem explicadinho nos míiiinimos detalhes: Eu não mudei avaliação alguma. O caso que mencionei no comentário anterior foi referente ao conto “Perspectivus” do amigo Rafael Sollberg. Ao ler esse conto, sem saber a autoria (assim como todos os demais), achei muito ruim… pensei se tratar de um escritor iniciante. DEPOIS de toda votação feita, DEPOIS que os nomes foram revelados pelo Entre Contos no Facebook… DEPOIS de tudo isso… eu vi que era do Rafael. E, pelo pouco que havia lido do autor, sei que não se trata de um escritor principiante. Isso me instigou a curiosidade de ler novamente o texto. E… DEPOIS de ter feito essa segunda leitura, minha percepção sobre o TEXTO mudou. Não porque agora sabia de quem era, mas porque consegui ver nuances que não tinha visto na primeira vez. Não que tenha considerado o conto um primor, uma obra-prima, mas certamente mereceria mais do que o 3 com o qual o avaliei.

      Algo similar (aqui fui vidraça, não pedra) ocorreu no meu conto “Vento que Passa” no desafio “Fim do Mundo”. Veja os comentários da Bia Machado. E tenho certeza que acontece com outras pessoas também. Nossa percepção dos textos, dos filmes, lugares, etc. muda conforme nosso próprio estado de espírito. E isso é algo imponderável, algo que não se pode prever nas regras e que sempre vai conferir uma boa dose de aleatoriedade às avaliações.

      A primeira vez que assisti Oldboy (o original, não o remake do Spike Lee) achei horrível. Daí de tanta gente falar, acabei assistindo de novo… e achei genial! E não conheço nenhum dos envolvidos nas produções..

      Foi isso que eu quis dizer. Posso te garantir que minhas avaliações “meticulosas” podem estar completamente equivocadas, mas são honestas, independente da identidade do autor.

      Sobre meus escritos serem pífios… Sempre faço o máximo que posso para escrever textos de qualidade. Nunca é o suficiente e acaba ficando uma porcaria, mas continuo tentando mesmo assim. Acho que não levo jeito pra coisa mesmo. 😦

      Mas, como diz aquele pagode – “não vou desistir, nem desanimar, sei que a vida passa… se a gente para de lutar! Lá lá lá uê… não vou desistir…”.

      Abraço!

      • Claudia Roberta Angst
        28 de agosto de 2014

        Tudo ia tão bem na sua trajetória verborrágica, quando me deparo com essa finalização. Pagode, sério???
        Discordo que tudo fique uma porcaria. E vamos parando com esse mimimi “Acho que não levo jeito pra coisa mesmo. :(” Coisa feia, viu?
        Se os “metódicos” comentaristas escrevem textos pífios, vou começar a ficar deprimida e rever meus conceitos.
        Duas conclusões que me perseguem:
        1) Literatura não é uma ciência exata, portanto os critérios avaliativos esbarram na subjetividade.
        2) O ego dos escritores é feito de matéria inflamável. Mantenha distância por segurança.

    • Eduardo Selga
      28 de agosto de 2014

      Marcela,

      Como você disse que metódicos são “alguns autores”, sem identificá-los, e considerando que eu me considero metódico, gostaria de dizer que a análise literária não tem relação direta com a produção literária, ou seja, o analista não precisa ser um ficcionista. É preciso que ele domine ferramentas diferentes da criação ficcional. Se for bom analista e bom autor, ótimo para ele, pois domina duas vertentes bem diversas da produção textual.

      Quanto ao fato de ser pífio, aqui entra a questão da recepção textual. Esse adjetivo não diz muita coisa isoladamente, e o que é considerado “pífio” pelo leitor A pode ser considerado sensacional pelo leitor B e completamente indiferente a um terceiro. Ademais, gosto pessoal não é critério confiável de análise literária; é apenas um índice de satisfação do leitor. Mas há leitor que se contenta com pouco e há os muitos exigentes, porque há textos que são apenas ótimos passatempos e textos que são peças de arte. Irreconciliáveis, ambos? Não, é possível a presença de ambas as características num texto, mas são dinâmicas diferentes, por isso de um modo geral se apresentam separadas.

  3. eduardoselga
    28 de agosto de 2014

    Alguns colegas que postam contos no Desafio gostam do comentário em aberto e até o preferem, mas não todos. Assim, sugiro que o site disponibilize ao autor, quando da postagem de seu texto, uma ferramenta em que ele indique à página se quer os comentários em aberto ou não sobre seu trabalho. Tal opção seria visível a todos, é óbvio.

    • EntreContos
      28 de agosto de 2014

      Oi, Eduardo,

      Obrigado pela sugestão. Infelizmente não há como abrir ou fechar comentários individualmente. O WP não tem essa funcionalidade.

  4. Fabio Baptista
    27 de agosto de 2014

    Matutei um pouco sobre as regras do último desafio e agora, alguns dias depois do encerramento, venho aqui colocar em pauta minhas percepções, a quem puder interessar.

    ******* Limite de 2.000 palavras:
    Achei que foi uma ótima escolha. Um número em que se pode desenvolver tranquilamente uma boa trama e que ao mesmo tempo não fica maçante para o leitor, principalmente naqueles contos que não nos agradam em cheio.
    Eu gostaria ainda de ver um desafio de minicontos com tema livre (até 100 palavras, por exemplo), só pra relaxar. 😀

    ******* Comentários Fechados
    >>>>Vantagens:
    – Evitou spoilers (como bem observou o amigo José Geraldo em um dos contos – “se os comentários estivessem abertos, certamente viria um tolo para contar o final” kkkkkkkk)
    – Evitou o efeito “manada”: todas as opiniões foram as impressões “imaculadas” de cada leitor, sem se contaminar com as opiniões alheias.
    – Evitou “resenhistas de comentários”: aquele “leitor” que pega um fiapo aqui e ali e costura um comentário mal feito. Dessa vez tive certeza que pelo menos 90% dos comentaristas realmente leram o texto.
    – Motivou os concorrentes a continuarem comentando: aqui talvez seja o ponto mais polêmico. Pego o meu caso como exemplo – Eu tinha certeza que meu conto estaria entre os preferidos, afinal, um conto é quase um filho e nossos filhos sempre são mais bonitos que os filhos dos outros (aos nossos olhos de coruja ao menos :D). E eu comentava com entusiasmo os demais textos, curioso, em meus delírios de grandeza, para saber quais seriam os elogios que estaria recebendo lá no “Memórias de uma Bruxa”. Mal sabia eu que os camaradas estavam na verdade descendo a lenha, criticando a fuga do tema, dizendo que o final foi sem sentido, o conto foi morno, que faltou desenvolvimento, que as pontas ficaram soltas, etc.!!! kkkkkkk
    Enfim… se eu soubesse que meu conto não estava sendo bem aceito, TALVEZ me desmotivasse um pouco a comentar os demais (tipo… “ah, já perdi mesmo, vou largar mão disso aqui”). É feio e provavelmente quase ninguém age assim, eu sei… mas não descartaria essa possibilidade como fator motivador aos comentários.

    >>>>Desvantagens:
    – Agonia: ficar um mês “no escuro”, sem saber como seu texto foi recebido, é um tanto agonizante. Mas depois acostuma.
    – Falta de interatividade: Não é a mesma coisa, é verdade. Não senti tanta falta dos debates, que foram raros e em geral pouco edificantes (pelo menos nos desafios que participei). Mas uma coisa legal que se perdeu foi o lance de traçar o perfil dos comentaristas. O cara que comenta em uma linha só, a moça engraçada, o cara que sempre tende a ver “o lado bom da vida”, o outro que implica com o tema, o que faz uma análise dos simbolismos implícitos, o que parece um professor de gramática amargurado (eu), etc. Quando todos os comentários são liberados de uma vez, não é possível saborear essas nuances.
    – Dificuldade de organização (saber se já comentou ou não): Bom, mais de um colega citou esse ponto, então creio que é relevante. Porém, acredito que a solução seja extremamente simples: basta comentar logado (pelo wordpress) que o seu comentário ficará visível para você até o final do desafio, com a mensagem “aguardando moderação”. Também um balãozinho laranja indica quando seus comentários forem respondidos, o que é bastante útil.

    ******* Votação

    – Achei perfeita a regra de só valer o voto de quem comentar tudo. Não mudaria isso jamais.
    – Sistema de notas: achei que não ficou legal. Sei que sugeri isso, mas a prática acabou me fazendo repensar. O problema foi o (inevitável) estabelecimento de critérios individuais para as notas. Por exemplo: eu dei notas baseado em um critério “universal”, onde o conto “A Brincadeira” de Anton Tchecov seria um dos poucos a receber 10. Logo, a média das minhas notas foi baixa (pelo menos estava achando isso, até ver as notas do Pedro Luna :D). Já o amigo José Geraldo fez diferente, conforme explicou abaixo, considerando o melhor conto do desafio nota 10 e os demais categorizados com essa melhor nota como referência, ou seja… o universo considerado foi apenas o próprio desafio (um critério bem mais lógico que o meu, admito). E assim cada um utilizou-se de seus próprios critérios, gerando algo desbalanceado, que poderia levar a outros problemas, do tipo – o conto preferido de um avaliador generoso estaria em vantagem sobre o conto preferido de um avaliador sovina.
    No entanto, a possibilidade de avaliar da mesma forma contos que gostamos igualmente foi bacana. O que me levou a pensar um “meio-termo” para sugerir. Então lá vamos nós.

    SUGESTÃO:
    Dividir os contos eleitos em 2 grupos, sendo eles – “PREFERIDOS” e “MENÇÕES HONROSAS”.

    Em “preferidos”, poderiam ser colocados no mínimo 1 e no máximo 3. Em menções honrosas, quantos quiser (mínimo 2).
    Exemplo (como seria o meu voto nesse sistema no atual desafio):

    PREFERIDOS
    – Convergência
    – A Última Vanera

    MENÇÕES HONROSAS
    – O Sacrifício
    – Só as Bruxas são Felizes
    – Lua Dora
    – Por um instante
    – Dois por um
    – No Soy Bruja
    – Aquela Velha Inocência

    Preferido ganha 10. Menção honrosa ganha 6. Fim.
    O preferido do comentarista generoso ganha a mesma pontuação do sovina, sempre tendo como “universo de amostragem” o desafio.

    ******* Adequação ao tema

    Percebi, não apenas nesse desafio, que os colegas são um tanto severos nesse ponto. Dos 4 contos que já postei, o único que não recebeu críticas desse tipo foi o do desafio “Tema Livre” (e vejam… um outro conto desse mesmo desafio TEMA LIVRE -não me lembro qual agora -, foi criticado, alegando-se que não se enquadrava à proposta!).
    Sei que usei desse mesmo veneno algumas vezes (duas se me lembro bem, uma nesse desafio e outra no Faroeste), mas só onde vi pouca ou nenhuma relação mesmo (e, no caso desse desafio, fiquei me sentindo um pouco tolo depois que a autora contou o “segredo” do conto, que eu não havia notado durante a leitura).
    Levando a ferro e fogo, o argumento “a figura da bruxa (ou do cowboy, do viajante espacial, etc.) poderia ser mudada sem que a trama sofresse grandes impactos” pode ser usado em 80% dos contos.
    Onde quero chegar… nos outros desafios, não correrei mais esse risco (lembrando que sou um sujeito competitivo) e só escreverei algo que não dê margens à interpretação de fuga do tema (escreveria algo sobre uma bruxa maligna durante a inquisição no desafio atual, por exemplo, com gato preto familiar, ‘berruga’ no nariz e tudo mais). Evidente que o mundo não vai parar de girar, mas se outros assumirem a mesma postura, a tendência é que a criatividade seja tolhida e nos deparemos com uma abrangência menor de abordagens.
    Enfim… sei que isso é extremamente pessoal e sou voto vencido nessa questão, mas é só algo para refletir. 🙂

    ******* Considerações finais (ufa!)
    Sei que posso parecer um chato desocupado arrogante (e provavelmente seja mesmo :D) que quer reformular a teoria da relatividade nas regras do desafio… mas não é isso! São só elucubrações para passar o tempo, nada muito sério.

    Nunca as regras serão perfeitas, cobrindo todas as possibilidades. Algumas (a maioria das) variáveis são extremamente subjetivas e não há nada que se possa fazer em relação a isso. Por exemplo, critiquei muito um texto nesse desafio e quando foram revelados os autores não acreditei de quem era. Fui ler de novo e tive uma percepção bem diferente da primeira leitura… isso é algo que não se pode controlar. Seria impossível eliminar a variável “estado de espírito do leitor no momento da leitura” (a menos que implementássemos uma regra do tipo “só pode ler o texto do coleguinha quando estiver feliz”… mas acho que não daria muito certo). Mas existem variáveis que podem ser eliminadas, ou pelo menos atenuadas. Minhas sugestões são sempre nesse sentido.

    E se em algum desafio optar-se pelo sentido oposto e a coisa desande por meandros totalmente subjetivos e aleatórios… estou dentro de qualquer maneira! Quero ganhar pelo menos uma vez, sejam quais forem as regras!!! kkkkkk

    Enfim… acho (só acho!) que já escrevi demais 😀

    Abraço!

  5. Swylmar
    23 de agosto de 2014

    Prezados colegas
    Parabéns a todos os participantes, principalmente aos vencedores. Não consegui participar do desafio, mas tentarei no próximo.
    Abraço a todos.

  6. Pedro Luna
    23 de agosto de 2014

    Parabéns a todos. 😉

  7. Edivana
    23 de agosto de 2014

    Aos vencedores, parabéns! Toda dedicação é recompensada. Gostei do desafio, fiquei tensa também por não saber como seria a recepção do conto, mas foi muito bom participar! Aos administradores, deixo aqui minhas congratulações, impecável.

  8. Gustavo Araujo
    23 de agosto de 2014

    Como participante, quero também parabenizar a todos pela extrema dedicação. Especialmente a Claudia, com seu excelente conto “Lua Dora”.

    Pessoalmente, gostei muito do sistema “fechado”. Achei mais justo, já que evita aquele rastilho de pólvora que se forma depois dos primeiros comentários. Também preferi o sistema de notas, eis que permite que avaliemos da mesma maneira diversos dos contos de que gostamos.

    É interessante perceber como faz diferença a presença (ou a ausência) de um ou outro participante na hora de votar. Os resultados foram muito apertados. Se os três que faltaram tivessem postado suas notas, poderíamos ter uma classificação em nada parecida com esta.

    Ou seja, com este sistema, todo mundo faz a diferença. Todo mundo é importante.
    Obrigado a todos 😉

    • Claudia Roberta Angst
      24 de agosto de 2014

      Só posso agradecer, Gustavo! Realmente, todo mundo faz a diferença e espero que todos possam participar dos próximos desafios. 😉

  9. Carmem Soares
    22 de agosto de 2014

    Oba! Oba! Oba! A eu aqui erguendo meu troféu “Firebolt” ou “Nimbus2000”? Sei lá! Vou sair voando por ai agora com mais classe. rsrsrs

    Vamos as explicações: Eu salvei os textos e fui comentando no meu pc para aproveitar momentos de folga em locais onde a net não pega, e ontem a maioria dos comentários já estava no gatilho esperando apenas para ser postado. rsrsrs

    Opa! Vcs não vão pegar o troféu de volta né. rsrs

    Obrigada, adorei a imparcialidade desse desafio!!!

  10. Anorkinda Neide
    22 de agosto de 2014

    Oi gente! É uma pena que eu seja da opinião de que os comentários abertos com o ‘debate’ de ideias sobre as leituras durante o desenrolar do desafio era bem mais produtivo.
    E por isso, não estarei participando nestes moldes, também porque a votação com pontuação de 0 a 10 é bastante bizarra pra mim 😦

    Não acredito que a partir de agora se possa fazer uma interação a partir dos comentários que foram abertos hj, não só pq esfriou a dinâmica toda de leituras, postagens e escritas… mas tb pela estrutura do site que mostra as últimas respostas, ali à direita da tela e não podemos acompanhar realmente tudo o que foi postado!!
    Por exemplo, o Abreu levantou diálogos nas respostas dele aos comentários que recebeu e dificilmente os interlocutores perceberão isto (a nao ser q ele avise ou que a partir deste meu aviso, os amigos corram lá pra lhe responder).

    Intonci, como a maioria privilegiou a competição à interação.. lhes desejo boa sorte e bons contos!!
    Abração!

    • EntreContos
      22 de agosto de 2014

      Oi, Anorkinda, a ideia não é “congelar” o sistema. Ora será “aberto”, ora será “fechado”, para contentar todo mundo.

      • Davi Mayer
        24 de agosto de 2014

        Concordo com Anorkinda… o fato de ter postado os comentários umas três vezes no dito conto pelo qual fui desclassificado, e o site ter tido o problema de dados para incluí-lo, complicou ainda mais meu desempenho em participar do desafio. Teria que ler o conto pela quarta vez por erro de sistema?? É complicado isso.

        “A maioria privilegiou a competição à interação…” isso resume o meu sentimento também por este desafio. O fato de não saber se meu comentário foi aceito ou não, qual faltava, etc, influencia negativamente este tipo de desafio.

      • EntreContos
        24 de agosto de 2014

        Oi, Davi,

        Foi por isso que avisamos três vezes sobre a falta… Na última delas, você há de lembrar, oportunizamos que você enviasse o comentário por email. Sabemos que a modalidade “no escuro” apresenta certa dificuldade organizacional, e até por isso a moderação se preocupou em alertar não só você mas outros participantes que ficaram devendo. No fim, apenas o seu caso não foi solucionado, o que lastimamos.

        Como falamos antes, o sistema de desafio há de variar conforme a vontade do pessoal. Não é nossa intenção ficar presos a um só tipo de certame. Sabemos que jamais iremos agradar 100% da audiência, mas o que significa “desafio” senão aceitar condições que nos tiram da zona de conforto? De todo modo, esteja certo de que a moderação estará sempre a postos para ajudar.

        Um abraço.

  11. Juliano Gadêlha
    22 de agosto de 2014

    Bem louco esse desafio. Foi curioso poder observar que, apesar dos comentários invisíveis, as opiniões convergiam bastante sobre determinados pontos, pelo menos as que tive a oportunidade de ler. Sem dúvida, as regras tornaram a competição tão imparcial quanto era possível.
    Ficar a um pontinho do pódio parece um pouco frustrante, mas confesso que fiquei bastante satisfeito com o quarto lugar, ainda mais diante de avaliações tão diversas sobre o meu conto. Obrigado a todos pelos comentários, e principalmente ao EntreContos, que nos proporciona um espaço onde nos sentimos livres para escrever sem medo de ousar e errar. Até o próximo desafio!

  12. Martha Angelo
    22 de agosto de 2014

    Parabéns aos vencedores e participantes! Adorei participar e ler os comentários! Muito obrigada! Isso me animou muito a voltar a participar dos próximos desafios! Desenferrujando as canetas em 3 2 1 … eheheh Vlw ! 😀

  13. Marquidones Filho
    22 de agosto de 2014

    Parabéns aos vencedores e a organização do site pela iniciativa! Boas regras, bons contos, bons resultados =D

  14. rubemcabral
    22 de agosto de 2014

    Felicitações aos vencedores! Que pena que o meu favorito “Só as bruxas são felizes” não ficou dentre os 3 primeiros…

    Confesso que gostava mais do esquema antigo de votação e com os comentários visíveis.

    Agradeço ao pessoal que tenha gostado do “Convergência”. Eu, com minha mania de enfiar um elefante num dedal, coloquei muita informação e fiquei refém do limite de 2000 caracteres.

    Obrigado outra vez, e vamos ao próximo desafio!

  15. tamarapadilha
    22 de agosto de 2014

    Parabéns aos vencedores! Gostei muito do desafio, pena que não pude participar porque não flerto muito com a escrita desse tema e eu nunca li nada sobre isso então… fica difícil. Mas tentei comentar, só que a intenção era fazer isso um pouco ontem e um pouco no sábado, é, eu gosto bastante de deixar tudo para cima da hora, porque algo maluco na minha mente dizia que acabava dia 23 a votação, mas infelizmente ontem entrei e vi que era ontem mesmo que acabava então nem quis arriscar porque sabia que não daria tempo. Aguardando ansiosamente o próximo desafio. P.s: gostei muito dessas regras de votação. Confesso que senti falta de ler os comentários alheios mas foi muito bom, e agora posso ler todos.

  16. Claudia Roberta Angst
    22 de agosto de 2014

    Sabe quando você ensaia um discurso de agradecimento em frente ao espelho? Sabe quando você se prepara para subir ao pódio e emocionar a todos com as palavras certas? Sabe??? Pois eu não sei! Nem me passou pela cabeça ficar em primeiro lugar. (É uma pegadinha, né???) Não que eu seja modesta. Não sou. No entanto, o que eu aguardava era algo entre o sexto e terceiro lugar. Talvez, a quarta posição tão desprezada pelo querido (sádico competitivo) colega Fábio Baptista.
    Se eu fiquei contente? Claro! Satisfeita? Hummm… Não sei, talvez seja o eco imaginário “não mereceu”, “não é isso tudo”, “quem?” Aí, li todos os comentários e anotei as sugestões. Vou parar com o intoxicante “e”, ou pelo menos diminuir a dose. Quanto à prosa poética, sorry. Não há mais salvação para mim.
    Voltando aos comentários, no geral, foram bem equilibrados. Ricardo Falco, exagerou um tantinho na generosidade, não? 🙂 De repente, leio o comentário do José Geraldo. Olho para os lados, certa de que algum balde de água gelada viria em minha direção. Sério que não é pegadinha? “Um voto meu você já tem.” Penso logo: ele deve ter feito promessa, se convertido à seita das boas intenções, sei lá… Então, resolvo ler os comentários dele nos outros contos. Ih, é verdade. Existe aprovação do lado de lá.
    Agradeço a todos pelos comentários e notas. Foi ótimo, mesmo com toda ansiedade. Sem falar na curiosidade galopante.
    Ganhar um desafio com o tema Bruxas é um sinal?

    • JC Lemos
      22 de agosto de 2014

      Aquele “quiça” se tornou realidade, hein! haha

      Parabéns pelo merecido primeiro lugar! 😀

      • Claudia Roberta Angst
        22 de agosto de 2014

        Para mim, esse quiçá nem existia. Obrigada! 🙂

    • EntreContos
      22 de agosto de 2014

      Pensamos em dar um troféu de “bom samaritano” para o JG, mas isso talvez estragasse a conversão dele, rsss

      • JC Lemos
        22 de agosto de 2014

        Estou aqui a matutar o “10” que recebi dele.

      • José Geraldo Gouvêa
        22 de agosto de 2014

        Ora, gente, ao contrário do que dizem as lendas, eu não sou ogro. 🙂 Eu só não gosto de textos mal escritos feitos por pessoas que “se acham” perfeitas. O nível foi realmente muito bom e os comentários ocultos impediram que se criassem debates improdutivos. As regras ficaram perfeitas e facilitaram uma avaliação racional.

        Quanto às notas altas, isso se explica. Eu parti do pressuposto de que o melhor texto mereceria um 10 e os demais mereceriam notas na medida que se afastassem da qualidade do melhor conto. É um tipo de nota de desfile de escola de samba, mas eu achei melhor fazer assim para estimular os autores.

    • Ricardo Gnecco Falco
      22 de agosto de 2014

      Precisa mais de alguma outra prova de que eu NÃO exagerei em meu comentário (nem em minha nota), Claudia…?
      😉
      Conto bom é conto bom. E ponto.
      Parabéns (merecidíssimo!)! 🙂
      Abrax,
      Paz e Bem!

  17. Fil Felix
    22 de agosto de 2014

    Nossa, adorei participar do “campeonato”. Realmente as regras dão uma forçada no escritor/ leitor a dar seu melhor. Li coisas muito boas, que me encheram de ideias, outros contos que gostei menos, mas o importante é sempre o feedback que podemos receber. Já estou ansioso pro próximo, que continuem +- assim (pelo menos no limite de palavras).

  18. Fabio Baptista
    22 de agosto de 2014

    Pô, Gustavo… essa parada de “Feiticeira-Mestre” foi sacanagem… kkkkkk

  19. Caligo Editora
    22 de agosto de 2014

    Parabéns, pessoal! Acho que foi um formato muito válido! Estive acompanhando o desafio até o final das postagens, mas infelizmente não consegui nem participar, nem comentar, com tanta correria dos livros a serem lançados. Mas parece que os participantes se divertiram, e que bom que foi assim. Parabéns aos guerreiros e guerreiras! =D

  20. Marcellus
    22 de agosto de 2014

    Parabéns, pessoal! Aos vencedores e, claro, à organização!

    Não imaginava que os comentários ocultos funcionassem tão bem… mas contra fatos, não há argumentos.

    Um grande abraço e até a próxima!

  21. fernandoabreude88
    22 de agosto de 2014

    Parabéns aos vencedores, à produção e aos participantes!

  22. mariasantino1
    22 de agosto de 2014

    Parabéns a todos!

    Gostei bastante dos contos vencedores (embora estivesse na torcida, também, de outros). Aqui não só encontramos leituras agradáveis e impactantes, como também pareceres valiosos.
    Um abração a todos! Até breve. 😉

  23. Fabio Baptista
    22 de agosto de 2014

    Cuidado com o que você deseja… você pode conseguir!
    Queria sair do 4º lugar… toma 19º!!!

    Dá pra voltar as regras antigas? Acho que tava melhor do outro jeito! kkkkkkkk

    Claudia, parabéns! Você tirou um ponto da minha nota, mas não te odeio pelo resto da vida por isso!

    Nunca minhas previsões foram tão furadas… vou lá trocar minha bola de cristal na 25 de Março… 😀

    Agrande abraço e até o próximo desafio!

    • Claudia Roberta Angst
      22 de agosto de 2014

      Não me odeie porque sou Doralinda…:P

  24. Pétrya Bischoff
    22 de agosto de 2014

    Hey, curti muito esse desafio. Rendeu leituras maravilhosas!, e parabéns ao pódio \o/
    Infelizmente minhas tão singulares maneiras de sentir as coisas não foram tão aceitas no conto que, segundo maioria, não correspondeu ao tema proposto :/ E somente uma pessoa entendeu a ideia (taaaao? ) subliminar, de que hoje o chá era abortivo :/ Mas enfim, estou ensinando meu ego a não ferir-se tão facilmente.
    Mais uma vez, obrigada ao Entre Contos \o/

    • Claudia Roberta Angst
      22 de agosto de 2014

      Sentindo-me uma anta agora! Como não pensei nisso? Claro, chá abortivo. Daí a imagem tão forte. Deve ter sido o meu “poupem as criancinhas” acionado. 😦

    • Weslley Reis
      22 de agosto de 2014

      Estou sofrendo do mesmo mal, poucas pessoas entenderam as coisas que eu achei que eram óbvias no meu conto. E associaram a Supernatural(?). Mas sim, temos que aprender a aceitar as críticas.

    • Ricardo Gnecco Falco
      22 de agosto de 2014

      Pétrya, saiba que sou fã assumido de suas singulares maneiras de sentir as coisas! 😉
      Não desista (jamais)! Pelo contrário, “sublimine-se” cada vez mais!
      Abr@x!

  25. Thata Pereira
    22 de agosto de 2014

    Parabéns, Claudia!!!

    Parabéns para todos os outros vencedores e participantes. Esse desafio foi uma tortura, queria ler os comentários!!

    Ainda não acredito que consegui o oitavo lugar com todos aqueles “errinhos” rsrs’ Realmente não sei o que arrumei com aquele conto. Obrigada por todos os votos.

    Qual será o próximo tema, agora? Ou devo perguntar quais serão as regras? rsrs’

    Valeu, pessoal!

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Publicado às 22 de agosto de 2014 por em Bruxas e marcado .