EntreContos

Detox Literário.

É… Namorados! (Ricardo Falco)

Rick

http://www.clubedotaro.com.br/site/m32_06_enamorado.asp

 

Quando a Mila apareceu aos prantos na porta aqui de casa eu já imaginava do que se tratava…

Ela namorava o Léo, meu amigo e vizinho na época, que morava lá embaixo, no terceiro andar. Conheceram-se, inclusive, aqui em casa. Era o aniversário de meu irmão e ele havia convidado metade do colégio para a “pequena” reunião que havia me dito que faria aqui, sem ao menos me preparar para o grande evento do semestre, como ficou depois conhecida a festinha…

Foi chegando gente e mais gente e, de repente, não se conseguia mais andar aqui dentro. E foi nesta festa que o Léo conheceu a Mila, que era da sala do meu irmão, bem mais nova do que ele. Não demorou muito e já estavam namorando. Sempre os via por aí. No elevador, no play, no salão, corredores, escada… Não desgrudavam mais!

Não me lembro de nenhuma só vez em que tivesse visto qualquer um dos dois sem um sorrisão no rosto, abraçados, ou sem aquela troca cúmplice de olhares, quando flagrados em algum momento mais tórrido. Estavam sempre muito bem e tal. E ela sempre linda, impecável.

Muito diferente daquela menina chorosa que batera em minha porta.

Mas, qual casal que não tem lá os seus problemas e fases difíceis? O mais legal de tudo era saber que eles haviam se conhecido aqui em casa e, lá no fundo, eu adorava pensar que meu amigo e vizinho estava tão feliz e radiante, vivendo sua grande história de amor… “Por minha causa”.

O Léo era um cara muito legal e muito merecedor da alegria que via brilhar em seu rosto, desde aquela festa, quando conhecera Mila, colega de classe do meu irmão, e que também era, ou pelo menos assim mostrava-se, perdidamente apaixonada por ele.

E, quando digo perdidamente é porque era mesmo. Coisa de novela… A Mila e o Léo formavam o casal mais jovial e fofo que já tive a honra de “unir”. Por isso, ao ver a Mila ali na porta de casa, debulhando-se em lágrimas, senti-me mais do que na obrigação de tentar desvendar aquela atípica situação; entender o que tinha acontecido; o motivo de todo aquele choro e tristeza.

Mas ela não queria falar comigo. Não sei se pelo fato de eu ser amiga de seu namorado, ou se simplesmente não se sentia mesmo à vontade para se abrir e falar naquele momento. Só desisti de tentar, contudo, ao perceber que meu irmão, surgindo ao meu lado, havia instantaneamente conseguido fazer, com um simples abraço, o que eu não fora capaz até então: acalmá-la.

Mila ainda tinha o rosto todo coberto pelos rastros das abundantes lágrimas, mas já não soluçava mais. E agora também já se podia tentar alguma coisa mais parecida com o que se costuma chamar de diálogo.

Vamos, então, aos fatos…

Mila estava extremamente magoada com o Léo por causa da coisa mais ridícula dentre todas: meu querido e desatento amigo, simplesmente, não havia reparado em seu novo corte de cabelo e, pra piorar ainda mais a situação, tinha criticado a cor vermelho-vivo com a qual ela pintara as unhas.

Horríveis, por sinal…

Pronto. Isso fora o bastante para fazê-la sair de lá da casa dele, aos prantos, pegar o elevador e tocar a campainha aqui de casa, à procura de um conhecido ombro amigo que lhe permitisse colocar para fora todo seu inigualável pesar!

Realmente, não se pode mesmo esperar muito da cabeça desta juventude de hoje, mas confesso que consegui pensar em algumas coisas um pouquinho mais horripilantes do que o que fora exposto por aquela sofredora garota e que a deixara daquele modo.

No entanto, quisera eu já ter sido capaz de supor, ali, naquele momento, até que ponto minha indignação ainda naquela mesma noite chegaria…

A primeira coisa que me ocorreu, após a “bombástica” revelação dos motivos que levaram aquela jovem garota ao mais pesaroso pranto, foi uma destoante e, ainda bem, contida gargalhada. Ri por dentro da ingenuidade existente na visão de mundo dela. A exacerbação dos sentimentos, sempre mais intensos na juventude; os maremotos emocionais, os tsunamis hormonais…

Em seguida, fiquei com pena dela; tadinha.

Pensei em uma forma de terminar aquela triste história com um final-feliz. Inventando a primeira desculpa que me ocorreu, pedi licença aos dois para ausentar-me, dizendo que iria ao mercado comprar algumas coisinhas para a gente comer.

Dando continuidade ao meu plano, desci para o terceiro andar, com o intuito de conversar um pouco com o Léo e, após alguns pequenos toques femininos, trazer meu vizinho comigo para um então grand finale lá em casa, com a reconciliação do casal e a volta dos sorrisos em ambos os rostos, digno de fogos de artifício e balões.

Em minha ainda inocente e ultrapassada mente, visualizava os dois pombinhos fazendo as pazes e voltando de mãos dadas para a casa dele, eternamente gratos pelo infinito amor que eu faria renascer em seus corações e que a tudo provaria vencer…

Leda ilusão.

Abri a porta da cozinha e, tentando não fazer barulho para não estragar a surpresa para Mila, entrei com o Léo aqui em casa; ambos nas pontas dos pés.

Nem estranhei o fato da sala estar vazia, pois só fui sentir o primeiro arrepio ao avançar corredor à dentro e, com meu vizinho a me seguir, olhar através do espaço da porta entreaberta que revelava o interior do quarto do meu irmão…

E a estarrecedora cena que acontecia por lá.

Ele e a amiga estavam sentados na cama. Completamente nus. Mila, curvada ao seu lado, manipulava ensandecidamente uma rija parte do corpo de meu irmão, com suas unhas vermelhas, num vai e vem frenético que se alternava apenas com o balançar da cabeça dela, ora apenas observando-o de perto, ora aproximando-se ainda mais e agindo de forma mais voraz do que qualquer outra previamente vista em algum filme do gênero ali encenado; ao vivo e em cores.

Cores vívidas.

Mas ali era tudo real. Sem censura. Nítido. Assombrosamente ardente. E tudo acontecia bem ali, na minha frente. Meu irmão e… Mila… E o namorado dela — o coitado do Léo! — a poucos metros daquela inesperada, inesquecível e abominável cena.

Por trás da porta.

Mil coisas se passaram pela minha cabeça, mas num momento como aquele, diante de uma situação daquela, não há realmente muito tempo para se pensar. Muito menos para agir. Não há sequer o que fazer.

A não ser mesmo o que fiz…

O mais rápido que pude, bati a porta do quarto do meu irmão, centímetros antes do Léo conseguir enxergar o que acontecia lá dentro. Ele estranhou, é lógico; ainda mais com a cara que eu devia estar naquela hora, mas segurei-o pelo braço e praticamente o arrastei pelo corredor, de volta à cozinha, saindo de casa junto com ele.

Tentei pensar em algo para explicar minha atitude, enquanto fechava a porta, e na verdade nem me lembro da história que saiu, mas sei que consegui manter o Léo ali fora pelo tempo necessário para que meu irmão, sem saber ainda do meu — quase nosso! — flagrante, se vestisse e, alguns instantes depois, abrisse a porta de serviço da casa, dando de cara comigo e com meu amigo.

Eu sabia que meu irmão não tivera tempo suficiente para se recompor totalmente, mas só o fato de estar trajando uma bermuda e uma camiseta, mesmo que do avesso, já o livrava da associação imediata que eu temia que o Léo pudesse fazer.

Isso sem falar dos outros sentidos, além da visão.

Contudo, se eu não tivesse visto o que vi, com meus próprios olhos, certamente não iria jamais pensar que aquilo fosse capaz de acontecer. E em tão pouco tempo… Não devo ter demorado mais do que quinze minutos na casa do Léo. Mas foi tempo suficiente para meu irmão e a Mila irem para o quarto dele, se despirem, e chegarem ao ápice da libertinagem sexual, como pude, inadvertidamente, presenciar.

Um horror…

Uma cena que não saía de minha cabeça, principalmente porque nunca havia imaginado meu irmão daquela forma; naquela situação… E ainda mais com a namorada do meu amigo!

Enfim… O Léo perguntou pela namorada e ainda tive que salvar meu irmão de todo aquele caos que estava acontecendo. Pois, o idiota parecia o ga-ga-gaguinho do desenho animado e demorou horas apenas para dizer que ela estava “lá dentro”…

Lá dentro.

Entramos novamente em casa e eu tomei a dianteira, mas logo vi a Mila passar correndo do corredor para a sala, toda desgrenhada, indo sentar-se no sofá, afoita. Pelo menos, já estava também vestida…

Acho que neste ponto qualquer um poderia desconfiar que alguma coisa muito errada estivesse acontecendo ali. Mas, como fora eu a chamar o Léo para lá, dizendo que sua linda namorada estava mal, chorando e tal… Isso tudo realmente dava uma certa justificada no surreal clima ali instaurado.

Ou pelo menos o amenizava…

Clima bizarro. A safada da garota estava com a cara inchada, o olhão arregalado, tensa ao extremo; e só eu sabia que aquelas manchas no rosto dela não eram rastros de lágrimas por ali escorridas… Assim como a vermelhidão do rosto dela não se devia ao choro que, logo reiniciado, brotara novamente em seus olhos, provavelmente pelo nervosismo da situação.

E a encenação correu solta, depois.

Pior foi ver o Léo com pena de sua angelical amada… Correu para os braços dela, implorou por perdão, limpou as marcas do rosto da namorada e… Eca! Beijou Mila na boca, ali mesmo, com a garota tendo acabado de fazer o que estava fazendo…

Coitado do Léo.

Pelo menos, o namoro deles não durou muito tempo depois disso, não… A Mila acabou trocando oficialmente de par e se enrabichando de vez com o meu irmão. Sonsos… Mas, eu nunca contei nada do que presenciei naquele dia para o Léo. Até hoje ele não sabe que eu vi o que vi e, se depender de mim, nunca saberá.

Jamais.

Da mesma forma o malandro do meu irmão… Nunca me perguntou nada sobre aquela noite; o que eu tinha visto; se tinha visto ou não… É como se tudo nunca houvesse acontecido. E, se depender de mim… Não aconteceu nada.

Nada.

Serviu para eu aprender algumas boas lições… No mínimo, para eu ficar mais “atenta”. Sabe… Namorar, nos dias de hoje, acho tão difícil… Digo namorar sério; de verdade. Respeitando, sendo fiel e tal. Hoje em dia está tudo muito confuso, muito doido…

E falo isso principalmente com relação à mulherada, mesmo…

Qualquer discussão, desatenção, qualquer coisinha; por mais besta que seja… Qualquer onda em copo d’água já desestabiliza a base; o firmamento primordial de qualquer relacionamento sério, digno.

O respeito.

E a juventude de hoje está muito à mercê de todo e qualquer abalo. Pois falta o principal tipo de deferência: a própria. Sujeitar-se a uma situação daquelas! O meu irmão tinha namorada; a Mila sabia. Ela até conhecia a namorada dele! E ela também… Tinha o Léo. Um cara muito, muito boa gente. E que era loucamente apaixonado por ela.

Por ela.

Hoje eu e o Léo somos muito mais do que simples amigos. Somos os melhores amigos. Mais do que isso; somos parceiros! Confidentes. Companheiros. Amados; amantes. Formamos e somos, agora, um casal. É… Namorados!

E muito, muito felizes.

* * *

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21 comentários em “É… Namorados! (Ricardo Falco)

  1. Lucas Guimarães
    26 de fevereiro de 2014

    Olá, Sue! Sinceramente, não gostei. A sua escrita é, no geral, realmente boa e fluída, porém, a história foi, para mim, desinteressante, bem clichê e não conseguiu trabalhar o tema do desafio mais profundamente. Outra coisa que não me agradou foi os contornos para falar do tema sexo, eu realmente não gosto disso hahaha. Use o lirismo que quiser, os meios que quiser, mas não evite menções mais diretas apenas porque são palavras “sujas”, mas isso é apenas o meu gosto. Enfim, boa sorte!

  2. Pedro Luna
    25 de fevereiro de 2014

    Xii. Achei bem escrito, mas não rolou, não. Trama meio malhação que não decorreu como eu queria. Pior foi que, não sei porque diabos, fiquei esperando a trama dar uma guinada para o macabro e algo terrível acontecer. HUAHUHAUHA. No mais, só questão de gosto mesmo. Parabéns.

  3. Frank
    25 de fevereiro de 2014

    Na minha opinião não representou o arcano proposto; os enamorados implica em dúvida sobre uma escolha amorosa. A moçoila em questão trocou a desatenção do namorado pelo “pingulim” de um outro sem a menor dúvida…rs. De qualquer forma, a linguagem está muito convincente para quem é o narrador e a “sacanagem” infanto-juvenil ficou bem engraçada!

  4. Pedro Viana
    21 de fevereiro de 2014

    Também não fui muito atraído pelo texto. Questão de gosto mesmo. Me passou a sensação daquelas histórias que o “amigo falador” resolve contar numa roda de amigos de vez em quando. Aquelas histórias que te prendem, apesar de bobas, clichês e reviravoltas desanimadoras. Enfim, nada contra o(a) autor(a): escreveu até muito bem para este tipo de texto, mas infelizmente, pra mim não funcionou.

  5. Tom Lima
    19 de fevereiro de 2014

    Acho que o problema aqui é uma questão de público alvo. O alvo do conto é um, enquanto o alvo do concurso é outro. Isso não diminui o seu conto mas faz com que ele não seja do agrado da maioria dos leitores/julgadores. Me incluo nessa maioria.

    Foi bem escrito e acho que retrata bem os exageros dessa faixa etária.

    Parabéns pelo conto.
    Continue escrevendo!

  6. Eduardo Selga
    18 de fevereiro de 2014

    Ao que parece, o(a) autor(a) tem consciência de que usar uma linguagem simples, coloquial (em função do enredo e da ambientação pretendida) não significa pobreza textual e narrativa

    Temos aqui um conto que de despretensioso não tem nada. Utiliza um recurso muito bom que ao mesmo tempo é impactante e se adéqua ao universo juvenil das personagens: os parágrafos curtos. Alguns com até uma palavra. Esse laconismo é usado, em muitas passagens do texto, para reforçar ao leitor a emoção sentida pela personagem-narradora. Mas houve certo exagero; se usasse esse recurso de maneira mais econômica teria ficado perfeito.

    Não creio que o tema tenha ficado de todo ausente. Mas a simbologia da carta usada, Os Enamorados, parece-me ter sido pouco aproveitada. Ficou mais na relação material (quadrado amoroso) do que simbólica. Contudo, por outro lado, penetrar mais fundo nessa simbologia talvez soasse inadequado a uma personagem-narradora muito jovem.

    A cena de masturbação ficou bem feita (e talvez fosse interessante ter-se alongado mais), principalmente porque, a seguir, tem-se a impressão de que isso não houve “de fato”: poderia ter sido uma tentativa de desestabilizar o relacionamento da moça que, se não estava chorando, ao menos estava com o rosto úmido.

  7. Bia Machado
    18 de fevereiro de 2014

    Não achei bobinho não, foi uma leitura agradável, só não é o tipo do texto que me atrai. Boa sorte ao autor! 😉

  8. Gustavo Araujo
    15 de fevereiro de 2014

    Bacana, leve e despretensioso. Se fala sobre namorados, fala sobre o arcano, não é verdade? Gostei da trama simples, fluida, sem lições de moral. Por vezes parece um diário, dadas as confissões. Enfim, um bom conto.

  9. Felipe França
    15 de fevereiro de 2014

    Vamos lá… O texto até que está bem escrito. Algumas vírgulas e pontos e vírgulas ficaram soltos. O conto segue uma trama despretensiosa e eloquente… típica de um adolescente. Mas não consegui ver alguma relação ou passagem das quais pudessem se referir ao tema do concurso. Se houve… desculpe, mas não identifiquei. O texto pode ser melhor trabalhado, todavia flui de forma inocente e sem preocupações. Parabéns pelo o exercício! Ao inifinto… e além.

  10. Blanche
    14 de fevereiro de 2014

    Muito bem escrito! Uma linguagem simples, descontraída e eficaz na hora de entreter o leitor. A história em si não me surpreendeu e não vi muita relação com o arcano em si, mas o conto como um todo ficou bacana. 😉

  11. Anorkinda Neide
    13 de fevereiro de 2014

    Olá Sue! Gostei do conto e do universo teen! Embora a única relação com o tarot é o titulo.. tem um triangulo/quadrilatero amoroso, mas isso nao tem muito a ver com a carta em si.. enfim
    parabens pelo ótimo conto!

    • Sue Gorbufit
      13 de fevereiro de 2014

      Olá Neide! Que bom que gostou, amiga! Vim aqui agradecer sua leitura e o comentário fofo que deixou! 🙂 Aliás, de todo mundo!
      É verdade, tem mesmo um triângulo/quadrilátero amoroso nesta história (rs!). E, sobre a carta retratada (Os Enamorados), nossa… Eu vejo tanto dela nessa “trama” que não pude escolher outra figura para ilustrá-la! Principalmente essa representação aí de cima, da carta. Chego a “nomear” cada personagem nela ali… (rs!)
      Não se esqueça que a história é contada pela própria protagonista… Ou seja, os fatos/acontecimentos (e sentimentos!) são todos descritos por ela mesma, pela visão dela (ou será pela visão que ela quer/quis passar…? Hmm? Hmm?). 😉
      Te deixo uma dica, amiga… Não se iluda com ela… (rs!) Perceba que toda história tem diversos lados — principalmente num quadrilátero amoroso (rs!) –, e que talvez (apenas talvez… rs!) a protagonista não seja assim tão inocente e desprovida de segundas intenções para com o (ex-)namorado da amiga de seu irmão… (rs!)
      Mas, tudo isso é apenas um “talvez”, amiga… Pois, saiba que eu mesma, enquanto escritora destas linhas, não me senti totalmente convencida da versão ditada por ela.

      Por ela…

  12. Paula Melo
    8 de fevereiro de 2014

    O conto em si não me cativou não sei se pela escrita ou ideia,em certos pontos achei um pouco enrolado.Mas tenho certeza que é apenas uma questão de gosto.

    Boa Sorte!

  13. Leonardo Stockler
    8 de fevereiro de 2014

    Que delícia! Sério, mesmo! O conto simplesmente foi deslizando! Nesse desafio é talvez a coisa mais bem escrita com a qual me deparei até agora. Simplesmente cristalino! Num ritmo perfeito. Os parágrafos compostos apenas com uma palavra. Achei muito bem estilizado. Dá pra perceber que o autor se movimenta muito à vontade nesse estilo, que casou perfeitamente com a história. Eu mesmo não gosto muito dessa temática, mas acho que foi abordada de um jeito muito preciso, e leve, como deveria ser. Parabéns!

  14. Thata Pereira
    8 de fevereiro de 2014

    Eu gosto de contos com finais felizes (apesar de raramente escrevê-los), mas esse tipo de história não me chama a atenção. Li com gosto, recordando momentos da adolescência (como se eu fosse muito velha rs’), mas nunca passei por nada parecido, ouvirão? rs’

    Boa Sorte!

  15. rubemcabral
    7 de fevereiro de 2014

    Achei o conto bem simpático, bem escrito e engraçado. A emulação da narradora adolescente tbm ficou bastante real.

    Bom conto!

  16. Rodrigo Arcadia
    7 de fevereiro de 2014

    O conto e a narrativa foram escritos por algum(a) adolescente. foi mais uma discusão boba de jovens. não ha muito o que falar.
    Abraço!

  17. Ricardo Gnecco Falco
    6 de fevereiro de 2014

    Achei bobinho demais… Uma mistura de Meu Querido Diário com algum livro da série Vaga-lume. Contudo, vale como exercício narrativo.
    De qualquer forma, parabéns e boa sorte!
    😉
    Paz e Bem!

  18. Claudia Roberta Angst - C.R.Angst
    6 de fevereiro de 2014

    Será que essa confusão adolescente aconteceu de verdade? Tudo bem, há os namorados, enamorados, mas a simbologia do arcano perdeu-se na narrativa. Não há nem ao menos a indecisão, a escolha entre dois caminhos. Sei lá fiquei esperando um sinal, um número 6 da carta, qualquer coisa que relacionasse o conto com o arcano.
    Está até bem escrito, fácil de ler. Continue na busca, na escolha certa a cada encruzilhada da inspiração. Boa sorte!

  19. Pétrya Bischoff
    6 de fevereiro de 2014

    Bueno tchê, não sei mesmo. A escrita me pareceu correta, mas a história… Na verdade a impressão que tive foi de uma história real vivida pelo (a) autor (a) que foi somente contada aqui, sem nada além. Também não o senti exatamente com o tema do desafio. Não me agradou, mas de qualquer maneira há público para todos os tipos de leitura 😉 boa sorte.

  20. Jefferson Lemos
    6 de fevereiro de 2014

    Não consegui gostar do texto. Achei muito… Ingênuo. Os fatos que ocorreram e o estado em que os dois se encontravam, não teria desculpas para dizer que não estava acontecendo o que estava acontecendo. haha
    Não consegui me prender, espero que outros gostem.
    De qualquer forma, parabéns e boa sorte!

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Informação

Publicado às 6 de fevereiro de 2014 por em Tarô e marcado .