EntreContos

Detox Literário.

O Perdedor Profissional (Gustavo Micael Martins)

Era a primeira vez que a alguém a via. Não que antes não houvessem tido aqueles que, por um momento, como se percebendo uma estranha figura parada bem ali, tão perto deles, parassem e procurassem algo naquela direção, porém esses não ficavam por mais que alguns instantes e, de fato, não a viam. Apenas percebiam que havia algo ali e escolhiam ignorar esse algo. Era a solução mais simples. “Certas coisas não são feitas para ser vistas”, fora o que alguém lhe dissera certa vez.

Porém, naquela tarde chuvosa, aquele homem cujo rosto se escondia por trás de um guarda-chuva parou e realmente a viu. Ela também o viu. Ficaram desse jeito, se vendo, não dizendo nada um para o outro. E então o homem sorriu um Sol de tarde.

— Olá – ele disse.

— Oi – ela respondeu.

O primeiro contato não foi além disso. A garota, em seu vestidinho bordado, continuou sentada na sarjeta, enquanto o homem, em seu respeitável terno, continuou de pé sob o guarda-chuva. E se olhavam, naturalmente. Viam-se, ambos, provavelmente, surpresos por essa experiência.

A menina tentou articular mais umas palavras, construir uma frase, talvez até uma piada. Conhecia várias delas, não era? Mas não se lembrava de nenhuma. E se o homem não gostasse de piadas? Iria embora? Podia ser. Parecia mesmo um homem sério, não é? Do tipo que chega primeiro e sai por último. Conseguia imagina-lo até mesmo dirigindo um carro preto, todo sério e quadrado. Mas estava a pé agora, não? Será que não tinha carro? Ou talvez só estivesse acabando de sair do trabalho. Talvez fosse isso. Mas, se não falasse, ele iria embora também, não iria? Costumavam fazer isso. As pessoas apenas olhavam e iam embora. Como chamavam mesmo aquilo?

Ah, sim.

Medo. Era assim que chamavam. Medo do que mesmo? Nunca soube. Engraçado. Tanta coisa engraçada…

A menina continuou vendo o homem parado diante dele, e o homem a vendo de volta, como encarasse uma imagem distante, vinda de algum outro mundo, muito estranho, quase intangível. A menina, ela tinha olhos bonitos, curiosos, diferentes dos que as pessoas costumavam ter. Olhos de criança, era bem possível. O homem tentou falar com ela de novo, mas não lhe vieram à boca palavras quaisquer que fossem. Quando se lida com crianças, precisasse medir as palavras, era o que diziam os livros. Qualquer coisa e, assustadas, elas correriam. Bichos estranhos, as crianças.

As pessoas continuavam passando pelos dois que se viam, ignorando-os com toda sua indiferença. Quem poderia culpa-los? Para qualquer um, tudo que havia ali era uma pessoa encarando o vazio como se visse alguém ali. Entretanto, ninguém estava onde os olhos caíam. Ao menos não aos olhos das pessoas.

Pessoas normais não vêm os mortos, afinal. É apenas o normal.

Isso não mudava o fato de que os dois se viam, porém.

— Então… – o homem começou a dizer. – O que você está fazendo sentada na sarjeta meio dessa chuva?

Movendo a cabeça passarinhamente, a menina ponderou palavras de uma resposta, catando-as uma a uma, feito galhinhos para um ninho, até se satisfazer, estender as asinhas e gorjear o canto:

— Eu estou perdida – foi o que disse a passarinha.

Era uma passarinha perdida, uma pardaloca ou andorinha, molhada demais para poder voar. O homem se abaixou para olha-la nos olhos, esticou seu sorriso e levantou o guarda-chuva. A passarinha levantou os braços e piou muito surpresa. Nunca tinha visto olhos como aqueles, todos céu e mar, muito limpos. Podia até ver a si mesma neles. Eram olhos que vislumbravam alguma coisa diferente. Olhos que a viam.

— Perdida, é? – o homem perguntou. – E como isso aconteceu?

— Eu não lembro. Faz um tempão. Eu procurei minha casa e procurei e procurei, mas ela não estava aqui. Aí eu fiquei cansada.

— Eu entendo. Isso é muito ruim, não é? Ficar perdido num lugar desses por tanto tempo. Principalmente para uma criança.

A menina concordou muito plácida, muito jeitosa.

— Eu tentei pedir ajuda, mas ninguém respondeu – ela falou.

— Isso é porque eles não te veem. Talvez essas não sejam as melhores palavras, mas acho que você entendeu.

Como dissesse que não, a menina não disse nada.

— Não faz mal se não entende – o homem falou. – Isso não importa mesmo. O importante é que você precisa de ajuda.

— Você vai me ajudar?

— É o que eu pretendo fazer. Não sei se vou conseguir, mas posso te garantir que vou tentar. E no final tenho quase setenta por cento de certeza de que você não vai estar mais perdida que antes.

— Por que só setenta?

— Porque eu  não sou um mentiroso. Sou um especialista.

— Especialista?

— Em me perder. Pode me chamar de “perdedor profissional”.

— Isso soa bobo.

O homem simplesmente concordou sorrindo.

— É. Acho que soa mesmo. Mas é verdade. Acho que ninguém nessa cidade entende mais de estar perdido do que eu. E, portanto, ninguém entende mais de encontrar o caminho do que  eu.

Sem mais delongas, o homem estendeu seu guarda-chuva para a garota. Pouco convencida, porém definitivamente curiosa, ela aceitou. E lá se foram os dois. Nos primeiros minutos de andança, pouco se falaram. Tentaram evitar também os olhares desconfiados das pessoas que caminhavam a seu redor. Parecia até que elas haviam visto um fantasma. Chegou um momento, porém, numa bifurcação meio esquisita, entre duas ruas realmente muito parecidas, em que falar era a única opção que restava. E, assim sendo, o homem não teve outra escolha que não perguntar:

— E então, onde é sua casa?

A menina olhou ao redor feito criança a procurar sua casa, mordeu o lábio, cruzou os braços, bateu os pés, mas, no fim, só baixou a cabeça e com o rabinho do olho vendo o homem respondeu:

— Eu não lembro.

O homem riu de leve, quase um sorriso, abaixou-se e deu tapinhas de leve no cocuruto da menina, qual faria fosse ela um gatito perdido procurando casa.

— Não faz mal – ele disse. – Se procurarmos o bastante, vamos acabar encontrando. É o que eu aprendi estando perdido.

— Por que você se perdeu? Você é adulto.

— Adultos também se perdem, sabia? E nessas horas, igualzinho a crianças, o que mais queremos é que alguém nos ache e nos leve para casa.

— Sério?

— É sério. Não acredita em mim? Num “perdedor profissional”? Ninguém sabe tanto de estar perdido quanto eu sei, acredite. E se ainda acha que eu estou mentindo, olha ao redor. Essas pessoas parecem que sabem para onde vão?

A menina olhou para a multidão, a multidão não olhou de volta. Ela estava ocupada indo. Correndo ou andando, mas sempre indo a algum lugar. Cafés, trabalhos táxis. Iam indo, as pessoas, sem olhar para os lados, e depois de um tempo, como se não tivessem estado ali, sumiam numa curva para nunca mais voltar.

— Por que você não ajuda elas? – a menina perguntou ao homem.

— Eu não posso ajudar quem não quer ser ajudado, posso? E se alguém não sabe que está perdido, não tem motivo para um perdedor profissional ajuda-la. É assim que as coisas são.

Meio confusa, meio entendida, a menina acedeu. Aquele homem de olhos-céu era esquisito, quase que não estava. Parecia até coisa outra que não dava para dizer lá muito bem o quê. Mas ajudava, e mais que isso, via. Ao menos com isso podia contar.

— Vamos? – o homem perguntou.

— Vamos – a menina concordou.

E foram. E de tanto irem, de passarem por ruas lotadas e casas vazias, pontes, passarelas, pessoas, deu que chegaram a um lugar para lá de estranho. A essa altura, a chuva já tinha se ido. Pela bruma meio fresca da água dava para ver a casinha pequetita, magricela, chochinha entre tantos prédios e casarões, condomínios e mansões, mas até que bastante simpática. E quando viu a casa, a menina se virou em pássaro e voou para ela. Bicou a porta e cantou até a dona abrir e, com braços todos longos de agarrar o mundo, abraçou a passarinha e levou lá para o alto.

— Filha! – a mulher de braços longuíssimos disse. – Onde você estava? Eu estava louca te procurando! Chamei até a polícia, mas ninguém te achava!

— Eu estava perdida.

— Eu sei! Mas… como você chegou aqui? Como encontrou o caminho de casa?

— Ele me ajudou.

E dizendo isso apontava para o meio da rua. A mãe, porém, toda desentendida, não via nada ali, muito menos alguém.

— Mas não tem ninguém ali – ela falou.

Realmente, quando olhou de novo, a menina não viu. Tinha se ido embora? Ou outra coisa? Sujeito esquisito aquele. Via criança que ninguém via, levava para casa e depois sumia. Fazer o quê? Era assim que era um perdedor profissional, muito bom em achar caminho dos outros, mas quem podia achar o dele se ninguém nem o via? Ia continuar procurando, ajudando os perdidos sem nunca se achar. Sujeito estranho, ele. Sujeito muito estranho.

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29 comentários em “O Perdedor Profissional (Gustavo Micael Martins)

  1. Edson Marcos
    16 de janeiro de 2014

    Parabéns pelo conto. É um dos meus favoritos. Boa sorte!

  2. Caio
    15 de janeiro de 2014

    Olá. Eu mesmo não me envolvi tanto na leitura. Fiquei encontrando o autor por trás das frases e acho que o motivo é que faltou sutileza. A primeira vez que você comparou a menina com um passarinho eu imediatamente sorri e pensei que era um detalhe legal, mas aí logo em seguida você insistiu e discorreu sobre a comparação e eu achei que bastava a primeira linha. O mesmo com algumas metáforas que você usou, ficaram muito óbvias e fáceis de achar pra ter impacto, na minha opinião. Acho que mais desenvolvimento, ambientação e descrições fariam o texto uma obra menos pontual, no sentido de que vi o texto como está como apenas as metáforas e as brincadeiras que você quis fazer, sem o mundo em volta e as personagens terem sido construídas direito. Bom, de qualquer jeito é o que eu achei, espero que ajude de alguma forma. Abraços

  3. Frank
    15 de janeiro de 2014

    Gostei muito (mesmo) do perdedor profissional…um dos meus contos favoritos até o momento!

  4. Leandro B.
    14 de janeiro de 2014

    Acho que os erros de revisão prejudicaram muito a minha leitura… Me incomodou, particularmente, o excesso de repetições (intencional por se aproximar da perspectiva da garota ou um deslize?).

    O final, contudo, me surpreendeu (finalmente! rs). Também achei que a menina seria o fantasma. Além disso, o(a) autor(a) criou um personagem muito interessante. Quem sabe eu não o curta mais em outro texto?

    Parabéns e boa sorte.

  5. Paula Melo
    12 de janeiro de 2014

    Amei o conto, sereno e acolhedor.
    Não tenho mais o que falar sobre o conto,eu apenas senti e me deliciei com a historia.
    Parabéns para o autor e Parabéns pelo conto.
    Boa Sorte!

  6. Raione
    11 de janeiro de 2014

    O final é eficaz em fazer a torção, inverter os papéis. Mas isso não diminuiu a minha impressão de que o conto é uma situação que se arrasta um tanto, intercalando reflexões meio genéricas e brandas, e que por isso mesmo têm pouco impacto (tiveram pouco pra mim). Está bem escrito, com uma ou outra coisa que escapou da revisão, mas a própria escrita parece um pouco neutra, como se não tivesse nenhuma qualidade especial, quase uma conversa sobre o tempo (o que no fim das contas pode ter sido intencional, mas não me agradou).

  7. Marcelo Porto
    8 de janeiro de 2014

    Massa!

    Um bom conto, não entrega nada e ainda deixa a gente matutando depois que termina a leitura.

    Gostei muito do estilo do autor, a prosa é em alguns pontos poética, e como li num comentário dele, errada de proposito. O que, no meu ponto de vista, às vezes atrapalha a evolução.

    Um dos bons! Vale a leitura.

  8. Mariana Borges Bizinotto
    7 de janeiro de 2014

    Os erros do primeiro parágrafo quase me fizeram desistir de ler o resto, e por isso, eu quase perdi uma boa história. A ideia é ótima, uma boa revisão vai tornar o texto excelente.

  9. Bia
    4 de janeiro de 2014

    SPOILER!!!

    Que lindo! Esqueci os erros, ou nem me importei com eles… Fui lendo ao som de uma sonata, e foi perfeito! O final me surpreendeu, não sei por que motivo imaginei que ambos estivessem mortos… e esse trecho aqui:

    “— É sério. Não acredita em mim? Num “perdedor profissional”? Ninguém sabe tanto de estar perdido quanto eu sei, acredite. E se ainda acha que eu estou mentindo, olha ao redor. Essas pessoas parecem que sabem para onde vão?”, eu li com um sorriso nos lábios, só depois percebi que eu estava sorrindo. Deixei um ótimo conto para o final, fechando com chave de ouro as minhas leituras… Obrigada por sua simplicidade e parabéns!

  10. Pedro Viana
    28 de dezembro de 2013

    Sabe quando dois atores tem uma sintonia muito boa quando estão em uma mesma cena? Senti a mesma coisa com seus dois personagens. A história, desde o início, abusou da simplicidade, mas conseguiu me convencer! Alguns erros aqui e ali, mas não gosto de considerar isso. Parabéns pelo conto!

  11. Ryan Mso
    28 de dezembro de 2013

    O melhor texto que li até agora. E estou para dizer que um dos poucos que realmente senti com “gosto de conto”…

    Com isso eu deixo os meus parabéns, e espero ler outros!

  12. Tom Lima
    27 de dezembro de 2013

    Perfeito!
    Contém erros? Sim. São propositais? Talvez. Prejudicam o entendimento? Definitivamente não.
    Boa estória, bem executada.
    Parabéns!

  13. Weslley Reis
    24 de dezembro de 2013

    Ao contrários dos demais comentários, o final me surpreendeu, talvez por estar envolvido com a estória e a sutileza empregada nada.

    Parabéns pelo texto.

  14. Pedro Luna Coelho Façanha
    23 de dezembro de 2013

    Não gostei muita da história, e de certa forma já previa o final. A execução foi boa, leve e tranquila, tanto que nem me atentei para os erros. Parabéns.

  15. Gunther Schmidt de Miranda
    23 de dezembro de 2013

    Se o personagem está perdido (e parece até gostar), o escritor também me deixou! Onde estou? Quando estou? Eu não gosto de textos assim… Alguns erros… Enfim uma surpresa em ver quem é o fantasma. Mas, ficou faltando um susto, uma surpresa mais forte. Boa sorte.

    • Gunther Schmidt de Miranda
      24 de dezembro de 2013

      Revendo a observação acima não me resta outra ação que pedir desculpas por ter sido “quase grosseiro”. Peço perdão a este escritor pelo comentário por mim remetido. O texto tem a surpresa do fantasma, atingindo assim objetivo deste concurso. Boa sorte.

  16. Antero Magalhães
    23 de dezembro de 2013

    Apenas para deixar claro, a falta de complemento para “estava” e alguns outros erros são intencionais. Não todos. Provavelmente algo escapou, mas há muito que não é, de fato, erro.

  17. Inês Montenegro
    22 de dezembro de 2013

    Precisa de uma revisão que o livre de gralhas, palavras comidas, etc.
    O enredo e as personagens são simples, mas eficazes. O Gustavo falou de “candura”, e acho que essa é a palavra que define este conto. A “troca” foi um bom final.

  18. bellatrizfernandes
    21 de dezembro de 2013

    Perfeito!
    É doce, é gostoso, é simples de entender e o final é surpreendente!
    Muito bom! Merece o meu voto!

  19. Gustavo Araujo
    21 de dezembro de 2013

    Achei muito bacana. Há uma aura de candura que permeia todo o texto, tornando a leitura extramente prazerosa – para mim, em especial, já que aprecio tema assim. Embora eu tenha adivinhado o final ainda na metade, fiquei satisfeito com o resultado. O único senão foi o excesso de erros bobos, que poderiam ter sido facilmente evitados com uma revisão mais atenta.

  20. Thata Pereira
    20 de dezembro de 2013

    Atenção, Felipe e Ricardo, contém SPOILER! haha’

    Fui lendo com o nome de uma autora na cabeça… mas não sei, os errinhos de revisão me fizeram mudar de ideia. Vamos ver!

    Lindo. Simplesmente. Quando comecei a ler, imaginei que nenhum dos dois fossem fantasmas. Comecei a entender a história como uma critica social, em relação as pessoas que moram nas ruas e que algumas pessoas fingem não enxergar. Depois, imaginei que a menina fosse mesmo a fantasminha, já que as pessoas olhavam curiosas. Imaginei que o rapaz fosse um médium que a faria encontrar “a luz” (que clichê, mas não consegui nada para substituir rs’). Quando ela chega em casa, travei. Pensei “pera, tem coisa errada!” rs’. Até descobrir que, na verdade, ele era o fantasma… gente, que história linda! Amei!!

    Boa Sorte!!

  21. Claudia Roberta Angst - C.R.Angst
    20 de dezembro de 2013

    Alguns errinhos que escaparam da revisão, mas tudo bem. Também imaginei que o fantasma fosse outro, por isso valeu a surpresa. Achei a narrativa agradável, fácil, como um passatempo simples (e a criancinha foi poupada…rs.) Boa sorte!

  22. Marcellus
    20 de dezembro de 2013

    O título é espetacular! Condiz com o texto e, ao mesmo tempo, nos leva imaginar algo completamente diferente. Muito bom.

    O conto em si também não é ruim. Falta a revisão de praxe (com um detalhe: o MS Word remove os acentos das letras entes dos hífens), mas a “inversão de fantasmas” compensa. Parabéns!

  23. Ana Google
    20 de dezembro de 2013

    Gente!!! Que lindo! Apaixonei-me!

    Eu estava crente que o fantasma era a menina quando no final fui surpreendida pelo fato de que o fantasma era na verdade o homem!!!

    Só tem um detalhe: carece de uma BOA revisão! Faltam vírgulas, acentuações, tem erros em algumas passagens, como “na sarjeta meio dessa chuva” (correto: na sarjeta NO meio dessa chuva), dentre outros.

    Se a execução não tivesse pecados, creio que seria meu texto favorito! Parabéns, anyway!

  24. Ricardo Gnecco Falco
    20 de dezembro de 2013

    Um conto… “Médium”.
    Mas valeu a leitura! 😉
    Boa sorte!

  25. Jefferson Lemos
    20 de dezembro de 2013

    Gostei e não gostei, no começo foi bom, no final desanimei, achei fraco.
    Um pouquinho de revisão no texto e tudo certo!
    Parabéns e boa sorte!

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Informação

Publicado às 19 de dezembro de 2013 por em Fantasmas e marcado .