EntreContos

Detox Literário.

Dona Felícia – Conto (Eduardo Barão)

Ding. Dong. Antes de girar a maçaneta, deu uma espiada pelo olho mágico da porta e enxergou através da lente uma figura robusta trajando um conjunto amarelo e segurando uma … Continuar lendo

10 de janeiro de 2019 · 1 comentário

Tente um pouco de carinho (Eduardo Barão)

Western para adolescentes: era essa a proposta norteadora do musical “Purple Flame Saloon” organizado e apresentado pelos alunos do Chula Vista High School durante dois anos consecutivos. Tendo em vista … Continuar lendo

19 de agosto de 2015 · 2 Comentários

Scourge Me By Leaving (Eduardo Barão)

I I don’t want… “Twenty minutes? It’s only two blocks from here to the bakery, Lena.” “Genaro closed his store almost two weeks ago. I had to walk around until … Continuar lendo

12 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Eduardo Barão

Estudante de Direito, paranaense (com direito a sotaque carregado e todas as prendas sulistas imagináveis), paradoxal, perfeccionista e escritor ocioso. Começou novinho: com dez anos já redigia esboços que futuramente … Continuar lendo

6 de outubro de 2014 · 1 comentário

Mar dos olhos de Marcela (Eduardo Barão)

Sem ela. A cada passo dado, o vento se aproveitava da força concedida por Deus para converter cada rajada em navalha que lhe fatiava os sonhos. Vento transformado em navalha … Continuar lendo

9 de setembro de 2014 · 45 Comentários

Gaiola (Eduardo Barão)

Após titubear incansavelmente diante do futuro e das possibilidades, finalmente acordei. Não era um despertar comum, certamente. Meus olhos mareja-esbugalhados só expressavam o quão tétrico era aquele momento. Do talho … Continuar lendo

1 de setembro de 2014 · Deixe um comentário

Canela (Eduardo Barão)

Veio sem aviso prévio e de dentro pra fora uma vontade absurda de contrariar aquela velha máxima: o mundo não muda, e sim a forma como o enxergamos. O mundo … Continuar lendo

8 de junho de 2014 · 21 Comentários

3. (Eduardo Barão)

Não existo gratuitamente, Espontaneamente Ou coercitivamente. Apenas existo. E se não há faísca que lampeje sozinha Ou breu que cesse sem ingerência, Lanço ao vazio do destino uma – única … Continuar lendo

22 de março de 2014 · 35 Comentários

Açoita-me com tua partida (Eduardo Barão)

I.   Não quero… – Vinte minutos? São duas quadras daqui até a padaria, Lena. – Seu Genaro fechou a dele há quase duas semanas. Andei pelas redondezas até encontrar … Continuar lendo

13 de fevereiro de 2014 · 31 Comentários