EntreContos

Literatura que desafia.

#OndeEstaDora (Amanda Gomes)

Sempre acreditei que era uma mulher preparada pra tudo, não literalmente, claro. Mas tinha tanta fé nisso, que de fato nunca me vi em situações que não poderia lidar: até aquele momento.

Vestida de noiva, observei o semblante de choque no rosto de cada um. Pessoas desconhecidas faziam perguntas que eu não sabia responder e, falavam coisas que não queria ouvir – todos ávidos por registrar com detalhes o pior dia da minha vida.

Não lembro como, mas quando dei por mim não estava mais lá. Vaguei pelas ruas, ciente dos olhares curiosos. O céu cinzento e sem estrelas me fez questionar como acreditei que aquele seria um belo dia.

Observei um carro preto estacionando do outro lado da rua, um homem desceu apressado e seguiu em direção a farmácia. Atravessei e entrei no carro, agradecida pela pouca luz e o frio do ar condicionado.

Ele não demorou a retornar, falava ao telefone irritado, deu a partida e acelerou. Algum tempo depois desligou o celular e começou a murmurar palavras ininteligíveis.

  – Noite difícil? – perguntei.  

O som dos freios foi ensurdecedor, com a guinada meu corpo precipitou-se, por muito pouco não bati no para-brisa.

  – Mas, que… o que diabos está fazendo no meu carro?

  – Você quase nos matou – gritei.

Ele me encarou como se uma cabeça extra estivesse nascendo no meu pescoço. Seu olhar desceu até meu vestido, ficou ainda mais perplexo.

  – Me desculpe, não queria assustá-lo, apenas continue dirigindo, sim?

  – Você está louca? Isso não é um táxi!

  – Eu sei, é um uber.

  – Só pode ser uma brincadeira… tem uma câmera escondida aqui?

Diante de minha confusão, explicou:

  – Por Deus, isso não é um uber…é meu carro, não sou motorista.

Demorei para registrar aquela informação, não sabia o que dizer. O homem pediu que eu saísse, mas recusei, não tinha dinheiro e a última coisa que queria era voltar. Ele escutou meu desabafo pacientemente, porém, para minha decepção minutos depois estávamos em frente a um hotel.

  – Saia!

Analisei as possibilidades e definitivamente não iria sair, não em um vestido de noiva.

  – Vai mesmo me fazer tirá-la à força?  

  – Por favor, eu não vou incomodar, pode me deixar em qualquer lugar, mas longe daqui!

  – Desça.

  – Eu pago!

  – Jesus… – disse ele. Colocou a cabeça para dentro do carro e me agarrou.

Segurei na outra porta enquanto ele tentava me puxar, ficamos naquela situação bizarra até que alguém nos interrompeu.

  – Ei, vocês!

Paramos em uma posição estranha, ele por cima de mim no banco de trás. Uma garota com celular gravava toda a cena.

  – Esse cara tá te estuprando, moça?

O rosto do homem ficou branco.

  – Sai de cima dela seu tarado, estou gravando tudo!

Pânico.

  – Não, não…está tudo bem! – tentei explicar, desvencilhando-me dele.

  – Moça, parece bem claro pra mim, ele te sequestrou?

  – Não, é tudo um mal entendido!

Recuperando-se do transe, ele apontou para a garota enfurecido.

  – Apague isto ou lhe processo por difamação!

  – Está apontando o dedo pra mim? Vocês estão vendo? Claramente uma metáfora agressiva de suas intenções!   

Não sei como surgiram, mas de repente estávamos cercados por várias pessoas, e uma calorosa discussão começou.  

  – Ei, ela não é a bela? – perguntou uma senhora. – Você está no youtube, moça. O noivo dela fugiu. – contou.

A informação não me chocou, sabia que agora eu era motivo de chacota em todo lugar. O motorista claramente queria arrancar minha cabeça fora, puxei ele pelo braço e fiz com que entrasse no carro. Pedi uma última vez que ela apagasse o vídeo, mas era certo que não faria.

Ficamos em silêncio durante todo o trajeto, seu celular tocava insistentemente, ele apenas gritava para a pessoa da linha que já estava a caminho.

A culpa me incomodava.

  – Meu nome é Doralice, mas pode me chamar de Dora – falei – Até prefiro, sinto-me meio antiquada com este nome.

Passei a última hora tagarelando, mas nada parecia funcionar – ele era irredutível.

  – Posso ajudá-lo em algo? você está muito tenso.

  – Não é um bom dia para mim, Doralice. Quer que eu comece a dizer o porquê?

Sorri animada, tudo o que eu queria era ouvir uma história pior que a minha.

  – Foi uma retórica.

  – Ah…

  – Fábio – disse – Me chamo, Fábio.  

Sorri, ele combinava com o nome.

  – Onde eu posso deixá-la, Doralice? Realmente preciso ir embora.

Não respondi.

  – Vou chamar um táxi…ou melhor, um uber para você – disse olhando-me sugestivamente. Não queria que ele chamasse ninguém, mas não era justo atormentá-lo ainda mais com meus problemas.

  – Precisa fazer uma ligação? – perguntou.

  – Meus pais devem estar desesperados à minha procura, mas tem algo que preciso checar com urgência.

Ele ofereceu o celular. Com as mãos trêmulas digitei aquele nome tão familiar, se as notícias eram verdadeiras ele já estava fora do país. Fora informado sobre a prisão preventiva naquela manhã, podia ter me avisado – era o que minha mente gritava, mas não o fez para ganhar tempo. Outras notícias citavam meu nome “Bela, recatada e do lar abandonada no altar”. Alguns comentários diziam que eu era cúmplice.

As lágrimas foram descendo sem que eu pudesse evitar. Entreguei o celular e virei meu rosto para que Fábio não visse minha fraqueza. Ele soltou um assobio enquanto lia as notícias.

  – Você está tendo mesmo um dia de merda, Doralice.

  – Dora…

  – Prefiro Doralice. Você parecia familiar, mas não prestei atenção aos detalhes.  Lamento que esteja passando por isso…mas, era só questão de tempo você sabe, né?

Eu não fazia ideia, expliquei a ele tudo o que eu sabia, ou melhor, o que pensava saber. Foi um alívio constatar que ele não me julgava, porém ficou em conflito – não sabia o que fazer comigo.

Minutos depois tomou uma decisão.

  – Não vamos esperar o Uber? – perguntei confusa.

  – Não, realmente preciso ir, notei que quanto mais tento me livrar de você, mas me afundo em confusão. Vou hospedá-la por esta noite na casa da minha mãe. Só por esta noite, ok?

Estacionamos em frente a uma elegante mansão. Um homem correu até nós, aliviado por ver Fábio, que o cumprimentou cordialmente. Quando desci pensei que ele cairia duro ali mesmo.

  – Ah, essa é Doralice – Fábio nos apresentou. – Ela vai passar a noite aqui, arrume um quarto, por favor.

  – Mas, senhor… – ele arfou, olhando-me de cima a baixo. Eu devia ser mesmo uma visão vestida daquele jeito.

Lhe ofereci meu melhor sorriso, mas ele não retribuiu. Tropecei no caminho e Fábio segurou minha mão, não soltou enquanto me guiava para dentro. O hall encontrava-se a meia luz. Fábio ficou intrigado com aquilo, do nada alguém passou a tocar um violino.

Para completar, uma voz feminina se fez notar.

Paramos.

“Seja ousada, foi a primeira coisa que você me disse quando nos conhecemos. Já faz dois anos de companheirismo, eu te amo, você me ama. Se a ousadia me definiu a anos atrás, ela fará o mesmo agora. Vamos dar esse novo passo juntos?”

  – Puta merda… – ouvi ele sussurrar.

As luzes aos poucos foram aumentando a tonalidade revelando a nós, e todos os outros presentes.

 

No final do suntuoso tapete, vi uma bela mulher num elegante vestido branco, com o que parecia ser uma caixinha de joias nas mãos. Ao redor, pelo menos vinte pessoas assistiam a cena estarrecidas. Fábio encontrava-se completamente estático, desgrenhado e desalinhado. Para completar havia eu, segurando sua mão, vestida de noiva no que supus ser sua festa de noivado…surpresa.

O violino cessou.

Não havia limites para o estrago que eu poderia causar, antes de terminar aquele dia.

No silêncio sufocante, a gargalhada de uma criança foi ouvida.

Sentada em um elegante sofá branco, encarei os olhos sábios da menina, eram idênticos aos do pai. Angélica fazia todo o tipo de perguntas, e deslumbrava-se com os detalhes do meu vestido.

  – Você é mais bonita, que minha boneca mais bonita! – disse empolgada.

  – Obrigada – falei sem graça.

  – Estou tão animada! Pensei que nada poderia salvar meu pai dessa.

A namorada, ou noiva de Fábio estava em algum quarto da casa, aos prantos. Era possível ouvir o som de objetos sendo quebrados. Antes de ir atrás dela, ele pediu que eu não fosse embora, até tentei, mas Angélica não deixou.

Demorou quase uma hora para eles descerem. Apesar da maquiagem refeita, a mulher ainda tinha o rosto inchado. Fábio parecia miserável ao seu lado. Desculpou-se pelo atraso, e por todas as circunstâncias adversas que tornaram aquela noite um fracasso. Não deu muitos detalhes do que ficou resolvido entre os dois, mas tentando ser bem humorado convidou a todos para desfrutar do jantar.

E lá estava eu, passando um pãozinho para a noiva que me fuzilava com os olhos. Um homem – que descobri ser irmão de Fábio, ria sozinho a todo momento – o chute da mulher ao seu lado não parecia resolver o problema.

  – Então, Dora… parece que teve uma noite e tanto hoje. Não se fala em outra coisa. – disse ele.

  – A Hashtag  #OndeEstáDora está em primeiro lugar no Twitter – informou Angélica  – O senhor também aparece papai, mas não de uma forma boa. O que é tarado?  

Pensei seriamente em me jogar pela janela.

  – E aí, onde está o dinheiro? Quem sabe pode dividir com a gente.

  – Você parece menos idiota calado, Eduardo – disse Fábio.

  – Eu não tenho nada a ver com isso – me defendi. – Amanhã tudo será esclarecido.

  – Você é uma moça jovem e bonita, ia se casar com um homem mais velho e podre de rico, me desculpe, mas…

Engoli a seco.

  – Tio, o senhor é um babaca! – disse Angélica.

Fábio levantou da mesa e acenou para que eu o acompanhasse. No quarto, me entregou um celular para que eu ligasse para os meus pais, depois saiu dando-me privacidade. Falar com eles foi mais tranquilizador do que imaginei. Os sinais de exaustão foram tomando conta do meu corpo, cedi ao sono.

Abri os olhos e Fábio me observava, vestia roupas informais, o cabelo molhado – um sorriso gentil nos lábios.

  – Eles chegaram –disse.

Levantei rápido.

  – Quando tempo dormi?

  – O bastante.

  – Por que não me acordou? – perguntei olhando-me no espelho, aliviada por não parecer tão horrível quanto me sentia. O vestido que uma vez fora perfeito tinha manchas na barra e um rasgo na saia.

  – Vista isso – ele me entregou uma muda de roupa.

  – Preciso de ajuda com os botões – falei quando ele já cruzava a porta – São pelo menos uns trinta.

Ele coçou a cabeça desconfortável, e se aproximou.

Enquanto ele lutava com meus botões, conversamos sobre minha situação. Notei com gratidão que tomava cuidado para me tranquilizar, como se tivesse passado a noite estudando meu caso e soubesse exatamente o que fazer. Não seria fácil, mas eu tinha a verdade ao meu lado.

  – Essa coisa não sai – reclamou.

  – Pode rasgar.

  – Não seja boba.

  – Fábio? Pode rasgar, eu nunca mais quero ver esse vestido na minha vida. – olhei para ele através do espelho.

  – Ok.

Apoiei minhas mãos na penteadeira e com força ele puxou, botões de pérolas espalharam-se pelo chão, com mais um puxão senti o vestido escorregando por meu corpo, deixando-me apenas de roupas intimas.

  – Que merda, Fábio! Devo supor que agora será a lua de mel? – sibilou a namorada na porta do quarto, Angélica estava junto.

Puxei o vestido de volta e Fábio como sempre fazia desde que o conheci – ficou congelado.

  – Papai, o senhor é mesmo tarado! – gargalhou Angélica.

Não sei até que ponto o destino estava agindo, mas depois de passado o fatídico incidente no quarto, nos reunimos e descobri que não apenas Fábio era advogado, como meu pai sem nem mesmo conhecê-lo já tinha feito uma proposta a sua firma para cuidar do meu caso. Seu sócio já tinha aceitado.  

  – Você aceita se afundar mais um pouco nas minhas confusões? – brinquei. Ele me olhou longamente, havia um brilho diferente em seus olhos.

  – Sim – foi sua resposta.

Até então, não tinha percebido como eu estava esperando por um sim. Sorri pra ele, que retribuiu. Alguém pigarreou e percebemos que estávamos sendo observados por vários pares de olhos. Me recompus sem entender por que meu coração tinha acelerado de repente. Olhei pra ele de novo e vi em seus olhos a mesma pergunta.

– Droga.

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27 comentários em “#OndeEstaDora (Amanda Gomes)

  1. Ana Maria Monteiro
    6 de setembro de 2017

    Estarrecida. Uma palavra usada por si, algures, neste conto. A mesma que define como me senti a ler os comentários e concluindo que o dito efeito manada realmente existe – mas, por impossibilidade de caber no real, ele deve, com toda a certeza, manifestar-se no plano do inconsciente coletivo. Então não é que toda a gente largou a embirrar com as mesmas porcariazinhas? Não gato nem rato que não apontasse problemas com vírgulas, com faltas de acentuação, com utilização dos pronomes. Mama mia! Deixo de fora a questão pronominal, uma vez que nunca compreenderei que diabo de regras são essas que usam para isso no Brasil – para mim, que sou portuguesa, a vossa forma de usar os pronomes e conjugar os verbos, está sempre mal (e, por isso mesmo, então está bem) e não notei qualquer diferença, a esse nível, entre o seu conto e os demais. Então, vá, pode ser que você o tenha feito mal e os outros não, não sei. Agora no que toca ao quesito da acentuação, particularmente a crase, a que continuo a chamar de acento agudo, por favor! Contam-se pelos dedos de uma mão, os textos que li e onde ela não estava em falta, normalmente por diversas vezes.
    Então vamos lá: no quesito gramática, e uma vez que os seus colegas se empenharam tanto em que no final você corrigisse os seus “erros” para obter um texto perfeito, vou ajudar com algumas que lhes faltou apontar, pode ser? Se é para ser perfeccionista, sejamos. Já não tenho memória de todas as que indicaram e corro o risco de repetir alguma, se for o caso desculpe, pois o meu propósito seria apenas o de acrescentar as que faltaram, por ordem: “até aquele momento.” Seria “àquele”; “não sabia responder e, falavam coisas” note essa vírgula que sobra; “Me chamo, Fábio.”, a vírgula está ali a mais; “ Se a ousadia me definiu a anos atrás”, o “a” pertence ao verbo haver e seria “há”; “vinte pessoas assistiam a cena”, seria “à cena”; esta foi falada por alguém “Você é mais bonita, que minha boneca mais bonita”, então talvez “que a mais bonita das minhas bonecas”, mas aí podiam achar muito “açucarado” e outra alternativa seria “que qualquer uma das minhas bonecas”; esta também foi mencionada “Ele coçou a cabeça desconfortável”, talvez “Ele, desconfortável, coçou a cabeça”, embora seja de somenos em absoluto, na minha modesta opinião; “intimas”, seria “íntimas”; “Seu sócio já tinha aceitado. – Você aceita”, numa das duas vezes, alteraria o verbo. E é tudo. Foi só mesmo para ser “mais papista que o papa”.
    De resto, trata-se de uma comédia, sem lugar a dúvidas – e uma boa comédia. Entendo que muitos aqui não apreciam o estilo filme de domingo à tarde, mas ele existe e faz sucesso – e em muitos domingos é mesmo a melhor opção para descontrair em família. Então, qual o problema? Tem menos qualidade por isso?
    Diverti-me muito a lê-la e achei-a original, não na trama em si mesma (mas qual a boa trama que não está já batida?), mas no desenvolvimento.
    Claro está que faltou alguma densidade aos personagens, mas você dispunha de apenas 2000 palavras e, além disso, duas coisas: desde quando é que comédia exige densidade emocional? E, pior ainda, é que se você tem ido por aí, diziam que não era comédia por ser sério demais. Ou seja, a sua história não “caiu no goto” dos colegas do terceiro grupo que foi o que a qualificou e nada a fazer quanto a isso.
    Percebeu-se bem pela quantidade de comentários no grupo (um meu incluído) que, se não tem havido o sistema de grupos por eliminatórias, o seu conto teria ficado, com toda a certeza, e no mínimo, classificado na primeira metade.
    Finalizando: o seu conto é bom e está bem escrito e desenvolvido. Lê-se bem e não tem mais incoerências do que as que se podem encontrar em quase todos os livros editados e alguns até de autores de renome. Aquelas pequenas escorregadelas que nem notamos ou, se damos por isso, vamos em frente, porque estamos a gostar da história.
    O que faltou? Apenas uma revisão mais apurada.
    Um abraço

  2. iolandinhapinheiro
    28 de agosto de 2017

    Olá, autor. O seu grupo não era o meu grupo de leitura na primeira fase, mas mesmo assim eu o li, e agora vou comentar porque eu gostei muito. Se fosse para enquadrar o seu conto em uma categoria de textos de humor, eu diria que ele é uma comédia romântica, e muito gostosa de ler. Adorei os seus personagens e as situações que vc criou para dar graça ao conto, todas muito atuais. Parabéns, eu teria te dado um nove, vc escreve muito bem. Não perca o entusiasmo por causa do resultado, às vezes o problema é o público, que não é o “seu público”. Um grande abraço e espero encontrá-lo mais vezes nos desafios da vida.

  3. Roselaine Hahn
    26 de agosto de 2017

    Olá Doralice, li o seu conto depois do estrago já feito, ou seja, ele foi eliminado na 1a. fase. Fiquei curiosa com a fama de Dora aqui no EC. E realmente, concordo com os vários que se manifestaram na #FicaDora. Que gente desalmada! Olha, eu achei o seu conto muito bom, sério. O início pareceu-me mais pra drama, talvez, no frigir dos ovos, ele seja um bom romance, mas de qualquer forma eu me diverti. Vc conseguiu expor com talento o drama da moça e a obra do destino em juntá-la com o Fábio. O que achei mais legal foi a emoção deles descrita a cada parágrafo, a cena do noivado, a outra noiva aturdida, o pânico de Fábio. Muito bom mesmo. Daria um 9,0 com louvor. Peninha. Abçs aí e fica na paz. Isso, não guarde mágoas dessa gente sem coração, rsrs.

  4. Fernando.
    21 de agosto de 2017

    olá, Doralice, uau, que história deliciosa você me traz. Bacana demais tudo isto. Bem escrita, cheia de surpresas gerando expectativa e tensões a cada momento. Um belo de um conto acabei de conhecer. Parabéns. O que dizer mais? Ah, já sei. “Droga”. Grande abraço.

  5. Pedro Luna
    18 de agosto de 2017

    Fabio, sempre no lugar errado e na hora errada.

    Gostei do conto. Ele tem humor sim, mas é sutil, que se enquadra no clima extremamente melancólico da personagem, que por sinal acaba por contaminar o clima de todo o texto.

    As situações absurdas e convenientes eu engoli, em nome da descrença, e no fim das contas o resultado foi bacana. Um outro ponto que gostei foi que a história por trás do acontecido para a fuga de Dora não vem de uma vez, enfadonha, e sim em pequenos goles nos diálogos e pensamentos.

    Agora, repito, não seria o desafio ideal para esse elogio, mas o clima de melancolia que o escritor (a) conseguiu foi impressionante. Dora sofreu, mas também deve ter suas parcelas de culpa.

  6. Alex Alexandre da Rosa
    17 de agosto de 2017

    Olá autor(a)
    Parabéns, enredo bem criativo e varias situações e um desfecho bem bolado. Humor leve, mas compensou na criatividade. soube conduzir o leitor.

  7. Davenir Viganon
    16 de agosto de 2017

    Comédia romantica sabrinesca, achei que não veria muito disso aqui. Achei fofo, engraçado e bem feitinho. O texto tem a agilidade que a comédia pede e as situações ficaram engraçadas. Foi bem sessão da tarde.

  8. Catarina Cunha
    16 de agosto de 2017

    Linda história de amor. Sabrinesca, com humor bem comportado. Texto de quem escreve com os pés nas contas. Bem no estilo comédia romântica americana. Trama costurada com carinho.

    Auge: “Bela, recatada e do lar abandonada no altar” – Pena que o fato está uns 10 anos atrasado, do contrário não estaríamos neste caos.

    Sugestão:

    Para ficar perfeito só falta dar uma enxugada para dar mais velocidade ao texto.

  9. Priscila Pereira
    16 de agosto de 2017

    Olá Doralice!!
    Esse comentário não serve como avaliação, é só minha opinião sobre o seu texto!!
    Eu amei!! Está muito fofo! Gostoso de ler e muito divertido! A escrita está muito parecida com as famosas do chick lit!! Você devia entrar para o ramo…kkk Pena não poder dar uma nota oficial, mas se pudesse daria um 10 com certeza!! Boa sorte!!

  10. Luis Guilherme
    16 de agosto de 2017

    Bom diaaa.. tudo bão?

    Gostei da referência à primeira dama.. ahahaha

    Seu texto me fez pensar algo que sempre penso: como pode os caras viverem a vida toda se escondendo e fingindo e mentindo, sem saber se em algum momento, do nada, tudo vai desmoronar? Deve ser uma vida deprimente e patética, né? Mas chega de divagações, vamos ao conto:

    O conto é bom. Tem uma boa estrutura, tá bem escrita, e tem boas tiradas. A escrita é segura e não apresenta erros significativos de gramática.

    Porém, no quesito humor, acho que deixou a desejar. Apesar de contar com situações absurdas, acho que não foi o suficiente pra contrabalançar o tom meio serio da historia, não sei. Acho que ficou meio demorado o clímax, e pra dar certo precisaria de um enredo mais divertido.

    Isso não desmerece o todo. É um bom conto, mas acho que faltou um pouco, se tratando do tema comédia.

    O final é bom! Gostei da forma como a relação dos dois cresce.

    Enfim, um bom conto, com um desfecho interessante, mas que deixa a desejar no quesito humor.

    Parabéns e boa sorte!

  11. Pedro Paulo
    15 de agosto de 2017

    A jornada de Doralice é repleta de infortúnios e coincidências desconcertantes. Dora está metida num vestido de noiva e em fuga, tão desesperada que topou entrar no carro de um estranho para fugir. Fábio é quem dirige o carro e o primeiro contato dos dois é conflituoso, como é de se esperar, mas pouco a pouco, seguindo o fluxo dos acontecimentos constrangedores daquela noite, a relação dos dois vai se alterando para uma espécie de intimidade única, criada pelo estranho emaranhado de encontros e desencontros da noite em que se conheceram.

    O conto começa com agilidade, já no começo me deixando curioso pelo rumo que tomará a noiva em fuga – enquanto cuidando de me informar com a devida rapidez que a protagonista se trata de uma noiva em fuga. No pouco espaço do limite de palavras, o(a) autor(a) soube escrever os diálogos de modo que o desenvolvimento da relação entre as duas personagens principais ficasse crível, sabendo também equilibrar no meio disso os fatos que explicam a fuga de Dora e a situação atual em que se encontra Fábio, sua filha Angélica, por exemplo, servindo como uma sutil denúncia da infelicidade do pai. O cômico da trama é situacional, contido em primeiro lugar na própria aleatoriedade da situação e depois nos diversos momentos constrangedores que Fábio e Dora compartilham. Enfim, o final da história também é uma surpresa açucarada. Talvez por falta de atenção minha, não atentei ao possível romance entre Dora e Fábio, então fui surpreendido pela conclusão na qual o encontro dos dois acaba sendo obra do destino.

  12. Antonio Stegues Batista
    15 de agosto de 2017

    Gostei da história e acho que é uma comédia regular. Personagens bem construídos, diálogos bons, boa escrita, sem erros de gramática, pelo menos não notei. Uma história romântica engraçada e um bom enredo. Tive a impressão de ter lido esse nome, da personagem, em um outro conto, não sei onde nem quando, porém, tenho certeza de que a história era outra…

  13. Wilson Barros Júnior
    15 de agosto de 2017

    “todos ávidos por registrar com detalhes o pior dia da minha vida”, isso é a grande verdade da humanidade: as pessoas fazem sua comédia a partir da nossa tragédia. “O céu cinzento e sem estrelas me fez questionar como acreditei que aquele seria um belo dia” foi uma linda frase. A comédia aqui me pareceu tipicamente a dos filmes americanos, que as aficionadas costumam chamar “comédia romântica”. Gostei do estilo Harlequim com uma veia literária – já li um livro de Heidi Rice que o começo é igualzinho, a mesma pegada automobilística. A autora tem muito talento para escrever “contos sabrinescos”, como se diz por aqui, mas que eu acho muito mais parecidos com os romances da década de 70, chamados “Romance Rebeca”, aqueles sim, com enredos definidos, e muito bem escritos por autoras inspiradas, e ao lado das estrangeiras Dorothy Daniels e Barbara Cartland, algumas brasileiras (!), das quais a maior expoente era Leonor Novaes . Se eu escrevesse assim como vocês conseguia ganhar dinheiro. Boa sorte na carreira!

  14. Cilas Medi
    15 de agosto de 2017

    Olá Doralice,
    Mal entendido = mal-entendido.
    Bem humorado = bem-humorado.
    Uma bela confusão, bem escrita, definida, fluente e posso dizer, uma verdadeira comédia da vida privada que se tornou pública. Parabéns!

  15. Brian Oliveira Lancaster
    14 de agosto de 2017

    JACU (Jeito, Adequação, Carisma, Unidade)
    J: Diferente, com certeza. Tem uma leveza na situação; difícil de ser encontrada por aqui. Gostei por dar um tom mais realista, mesmo com a pegada surreal da coisa. Lembrou-me alguns filmes de comédia romântica. – 9,0
    A: Puxa mais para a tragicomédia, mas tem cenas bem engraçadas (com certa ironia nas entrelinhas, como o vídeo do youtube). Tem uma construção leve, apesar da tristeza tomar conta na introdução. O inusitado impera. Apresenta bom humor apesar de tudo. – 8,0
    C: Talvez, pela situação, a empatia é imediata. Apela um pouco para o sentimentalismo, mas não exagera nesse sentido, o que foi ótimo. A filha, apesar de aparecer pouco, também cativa. – 8,5
    U: Bem escrito. Flui que é uma beleza, e termina deixa um arco em aberto. – 9,0
    [8,6]

  16. Elisa Ribeiro
    13 de agosto de 2017

    Olá Autor,

    Uma comédia romântica bem bonitinha.

    Acho que não foi uma boa escolha a narrativa em primeira pessoa. Há algumas cenas pastelão, bem boas, cuja narrativa em terceira pessoa talvez contribuísse para um melhor aproveitamento da comicidade.

    Achei o começo da sua narrativa meio confuso. O primeiro parágrafo, por exemplo, cortaria inteiro.

    Para a revisão, há um período começando por pronome átono. Notei também alguns problemas com a pontuação.

    Parabéns pelo trabalho.

  17. Jorge Santos
    13 de agosto de 2017

    Texto lento e confuso, que perde o interesse a meio. As personagens têm de estar melhor identificadas para podermos seguir a história.

  18. Eduardo Selga
    10 de agosto de 2017

    Falta ao conto ritmo de comédia. A dinâmica da narrativa é um crescendo, até culminar no ponto de mais humor, o desnudamento acidental da noiva. No entanto, é um crescendo lento demais, que careceu de cenas anteriores ao ponto culminante que também apresentassem hilaridade. Houve um a tentativa nesse sentido, mais ou menos na metade do texto, em que os personagens são filmados em posição que enseja mal entendido. Mas é pouco. Na verdade, o discurso narrativo demonstra vocação para o drama.

    Sobretudo, há falhas de construção. Algumas delas:

    Em “[…]de fato nunca me vi em situações que não poderia lidar: até aquele momento[…]” o QUE não é cabível e sim COM AS QUAIS, e os DOIS PONTOS não fazem sentido. Eles deveriam ser substituídos por um TRAVESSÃO.

    Em “[…]desceu apressado e seguiu em direção a farmácia[…]” o correto seria À FARMÁCIA.

    Em “[…]assistiam a cena estarrecidas[…]” o correto seria À CENA.

    Em “[…]puxei ele pelo braço e[…] o correto seria PUXEI-O.

    Em “ – moça, parece bem claro pra mim, ele te sequestrou?” uma incoerência: se a situação está clara para a personagem, porque fez a pergunta?

    Em “– ei, ela não é a bela? – perguntou uma senhora. – Você está no youtube, moça. O noivo dela fugiu. – contou” duas questões: a assonância na tríade ELA-BELA-DELA e a marca Youtube estar grafada SEM MAIÚSCULA.

    Em “Lhe ofereci meu melhor sorriso […]” o correto seria OFERECI-LHE, porque o pronome oblíquo não pode iniciar frase.

    Em “o senhor também aparece papai, mas não de uma forma boa”, PAPAI é um VOCATIVO, o que significa que a palavra precisa estar entre VÍRGULAS.

    Em “ele coçou a cabeça desconfortável, e se aproximou” há um problema sintático (posicionamento da palavra) no termo DESCONFORTÁVEL, pois parece que esse adjetivo se refere ao substantivo CABEÇA, quando na verdade relaciona-se ao VERBO COÇOU, e por isso mesmo deveria ser usado o ADVÉBRIO DESCONFORTAVELMENTE.

  19. Gustavo Araujo
    9 de agosto de 2017

    Uma narrativa simples, descompromissada, leve como um filme de sessão da tarde: “com aquela galerinha aprontando grandes confusões”. É uma comédia romântica, em que, apesar do final aberto, dá para supor que os protagonistas ficarão juntos. O enredo é direto, sem lugar para digressões, não exigindo entrega ou interpretações mais elaboradas. Não é daqueles contos que fazem rir, mas sim sorrir aqui e ali em virtude dos atrapalhos da Dora. Encontrei alguns erros de digitação e de concordância, mas nada que atrapalhasse a leitura. No mais, continuamos aqui, torcendo pela Dora e para que o Fábio dê logo um fora nessa noiva chata dele.

  20. Fheluany Nogueira
    9 de agosto de 2017

    O casal que se encontra de um jeito diferente, acaba se enrolando em mais confusão e, depois de algumas reviravoltas e reencontros, um final feliz — é a fórmula de uma comédia romântica.

    Há dois clichês de comédias na trama: a noiva abandonada no altar que foge e acaba por encontrar outro amor e a menina que prefere a estranha à antiga noiva do pai; mas neste conto ganharam novos ares e o texto ficou prazeroso e interessante.

    Observações:
    • em situações (COM) que não poderia lidar
    • direção a (CRASE) farmácia.
    • Lhe ofereci meu melhor sorriso”, “Me recompus – pronome átono iniciando frase.

    Parabéns pela participação. Abraços.

  21. werneck2017
    9 de agosto de 2017

    Olá, Doralice!
    As(des)venturas da Doralice cativa a atenção do leitor desde seu inícios, em peripécias que não têm fim. O enredo é divertido, com final feliz, bem ao tipo de uma comédia romântica que nos envolve e nos faz torcer para que a Dora termine com seu novo par.
    O texto está bem escrito, os parágrafos bem construídos, como coesão e coerência e sem erros grosseiros de gramática.
    Gostei da criatividade e dos elementos da comédia utilizados, com as agruras terminando num desfecho feliz.
    Minha nota é 9,5.

  22. Bruna Francielle
    7 de agosto de 2017

    tema: adequado, pode se encaixar tranquilamente em comédia romântica

    pontos fortes: Já começou interessante com uma estranha entrando no carro de um desconhecido, gerando interesse em prosseguir na história e descobrir o que estava acontecendo afinal; toda a situação a seguir foi a de uma típica comédia romântica que vemos em filmes: um atrito ocorre entre os dois, situações atrapalhadas se sucedem e no fim eles ficam juntos. (se bem que aqui, talvez pelo limite de palavras, isso ficou apenas subtendido). Destaco também a capacidade do autor de ir entregando a história aos poucos; a história vai se mostrando a cada linha e o quadro inteiro só se forma depois de um tempo. Acredito que vá passar para a próxima fase, visto ser uma das histórias mais divertidas do grupo 1.

    pontos fracos: Trabalhou bem na ação, porém os personagens principais acabaram ficando meio sem personalidade, além do fato de serem atrapalhados. A gente conheceu um pouco da vida da Doralice e do Fábio, mas não da personalidade deles. Porém isso não é um ponto tão fraco assim, apenas uma observação.

  23. Olisomar Pires
    6 de agosto de 2017

    Um conto bem escrito sobre as aventuras de uma noiva abandonada que encontra um possível novo amor.

    Muito romântico, as personagens são boas, a narrativa é envolvente. As supostas ações cômicas não soaram muito engraçadas, mas são divertidas

    A leitura é fluida e de fácil acompanhamento.

  24. Givago Domingues Thimoti
    5 de agosto de 2017

    Adequação ao tema proposto: Alto
    Criatividade: Média. Poderia ser o enredo de um filme de comédia romântica. Não consegui tirar da cabeça essa semelhança do conto.
    Emoção: É, eu não gostei muito. Por mais que a situação seja engraçada, para mim, faltou algo a mais. Algo mais irônico.
    Enredo: A história é bem desenvolvida e bem construída. O desfecho do conto foi previsível por conta do que eu já falei (a semelhança com filmes do mesmo gênero).
    Gramática: Eu notei alguns deslizes que seriam corrigidos com uma revisão. Letra minúscula depois de um ponto encerrando uma frase () e algumas construções que incorreram em erros gramaticais (“Você é mais bonita, que minha boneca mais bonita!” Se eu não estiver enganado, essa vírgula não deveria estar aí).

    Escrita, muitas vezes, é mais transpiração do que inspiração. Não desanime!

  25. Ricardo Gnecco Falco
    5 de agosto de 2017

    Olá autor(a)! Tudo bem?
    Estou aqui agora, logo após ter me deleitado com a leitura de sua obra, exercendo a função não mais de leitor, mas sim de julgador de seu texto. Por isso, como bom Libriano que sou (e Librianos levam isso bem a sério…), para ser justo com você (e com os/as demais), darei notas para todos os trabalhos com base nos MESMOS quesitos, que estão listados abaixo. Desejo-lhe boa sorte do Desafio e lhe agradeço pela oportunidade de conhecer sua criação! Um forte abraço,
    Paz e Bem! 🙂

    —–

    1) Está BEM ESCRITO? (0/3) –> 1

    Houve uma confusão entre as personagens Motorista e Noiva, lá pelo pós-início do texto, onde primeiramente é o motorista (Fábio) a pedir para que uma menina apagasse uma filmagem feita e, logo depois, o narrador descreve a noiva (Dora) pedindo, pela ‘última’ vez, que tal menina apagasse tal vídeo… Ou seja, quem havia pedido na realidade a primeira vez? O motorista? A noiva? Enfim… Deslizes assim truncam a leitura e causam um nó na cabeça do leitor. Diferentemente de algum erro de ortografia ou sintaxe, estes tipos de ‘furos’ são mais sério e, por isso, causam maior impacto nas notas deste quesito. Contudo, em sua maioria, o texto está bem escrito. Algumas vírgulas foram esquecidas também (Ex: “….Eu devia ser mesmo uma visão vestida daquele jeito.”). mas isto já tornou-se até coisa comum, devido ao número de trabalhos que apresentam a mesma ‘particularidade’.

    2) A história é CRIATIVA? (0/3) –> 1,5

    Não achei muito criativa, não… Na verdade, os esboços foram pouco desenvolvidos. A fuga do noivo corrupto foi a que melhor se fixou na mente do leitor. Já o pedido de noivado na casa de Fábio, feito por uma namorada sem nome e sem “carne”, ou peso, na trama, ficou bem superficial. Isso sem falar no episódio ocorrido dentro do carro, com gente surgindo de todos os lados com câmeras, com senhorinhas cientes dos top trends do Twitter praticamente logo após as postagens(quem sabe uma vovó-nerd?), enfim… Um Deus ex machina para o fim da história… Sem querer ser muito chato (perdoe-me autor/a), mas faltou verossimilhança na história. Contudo, foi divertido! 😉

    3) O humor é INTELIGENTE? (0/3) –> 1,5

    Ficou aquém do que poderia ter sido…

    4) Eu dei RISADA? (0/1) –> 0,5

    Sorri, levemente, em alguns poucos trechos. Mas este é o menos importante dos pontos avaliados. Você escreve bem! Só faltou, talvez, um pouquinho de inspiração dessa vez. Continue escrevendo! 🙂

    ——-
    4,5
    ——-
    OBS: Se as notas por mim expressas aqui somarem um valor DIFERENTE (para mais ou para menos) da que será, ao final de todas as leituras, postada no respectivo campo de avaliação geral do site (onde estarão listados todos os contos concorrentes deste grupo e suas respectivas notas finais, e que terão valor oficial), o fato se deverá, provavelmente, por eu ter mexido na nota previamente colocada aqui na avaliação inicial, com base na amplitude de conhecimento obtida após término de todas as leituras, podendo portanto ocorrer uma mudança de paradigma em meu padrão avaliativo inicial.

  26. Bia Machado
    5 de agosto de 2017

    Desenvolvimento da narrativa – 1,5/3

    A narrativa é fraca, com muitas partes inverossímeis. Não comprei a história de que, do jeito que a coisa anda, a mulher entraria em um carro desconhecido, mesmo que fosse Uber, isso pra mim é muito sem noção. Muita coisa sem noção serve para humor, mas aqui, a mim não me convenceu. E noivado surpresa? Também não me convenceu.

    Personagens – 1,5/3

    Mal construídos, suas ações ficaram pouco naturais, talvez na tentativa de fazer rir. A filha, pra mim, é o maior problema. Algumas vezes ela parece mais velha, até meio que tentando se impor com os outros, outras vezes mais novinha, quando fala das bonecas e quando pergunta o que é “tarado”. A menina (ou moça, sei lá) tem acesso ao youtube e não sabe o que é “tarado”, a mãe ou alguém da família não a instruiu sobre isso, nessa realidade tão perigosa que vivemos? Minhas alunas de nove anos já sabem dizer o que é um tarado.

    Gosto – 0/1

    Não gostei mesmo. Li aos poucos, fazendo outras coisas, quase pensando em deixar pra outro dia.

    Adequação ao tema – 1/1

    A intenção foi ter alguma graça nessa situação nonsense, mas também não vi graça em nada. Espero que outros tenham encontrado.

    Revisão – 0,7/1

    Algumas questões gramaticais básicas precisam ser revistas, tipo a troca de MAIS por MAS, pontuação, apesar de ter dúvida se foi coisa de pressa ou não.

    Participação – 1/1

    Aviso quanto às notas dadas aqui em cada item: até a postagem da minha avaliação de todos os contos os valores podem ser mudados. Ao final, comparo um conto a outro lido para ver se é preciso aumentar ou diminuir um pouco a nota, se dois contos merecem mesmo a mesma nota ou não.

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Publicado às 5 de agosto de 2017 por em Comédia - Grupo 1 e marcado .