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Detox Literário.

Vaca Fu (Virgílio Gabriel)

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Nas planícies do Himalaia, em um pasto afastado dos olhos humanos, Mimosa Lee defende os animaizinhos locais das investidas do perverso Yeti. A sua técnica lendária de Kung Fu, temida por todos, é capaz de partir o pico do Evereste em duas partes com uma única “tetada”. A única vez que Mimosa Lee resolveu conhecer os homens, um país inteiro a considerou como sagrada. Não há dúvidas, a vaca é digna de veneração.

Ora… nada poderia parar essa artista marcial, a não ser o gerente de marketing da empresa frigorífica, que demitiu o jovem publicitário por essa péssima ideia.

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83 comentários em “Vaca Fu (Virgílio Gabriel)

  1. Roselaine Hahn
    27 de janeiro de 2017

    Mimosa, muitos símbolos do Potássio para vc.: kkkkkk. Adorei o seu conto, original, irônico, a sua vaquinha foi um dos melhores personagens do desafio. Acredito que boas histórias de humor devem dar umas “tetadas” nos dramalhões. Vai pro Top20. Parabéns!

  2. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Opa, mais um que ficou bem divertido e muito bom. Parabéns e boa sorte. 😀

  3. Victória
    27 de janeiro de 2017

    Esse gerente não sabe de nada! Foi uma ótima ideia e achei o conto muito engraçado!

  4. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    27 de janeiro de 2017

    Muito divertido, simples, original, sem comprometer a qualidade, que é grande.
    Torço para que seja bem classificado.
    Boa sorte.

  5. rsollberg
    27 de janeiro de 2017

    Wawiwa!
    O conto mais divertido do desafio.
    Sagaz, ligeiro e original! Bem original.
    Certamente estará na minha lista.
    Parabéns e boa sorte.

  6. Felipe Teodoro
    27 de janeiro de 2017

    Original e divertido.

    No começo fiquei pensando “Onde diabos esse cara quer chegar?” mas poxa, que bela sacada no desfecho. rsrs

    Gostei bastante, não é um texto pretensioso e consegue arrancar uma risada no fim. Parabéns mesmo.

  7. Estela Menezes
    26 de janeiro de 2017

    OI, autor! Se vc é publicitário, e eu apostaria que é, por várias das características do seu texto, certamente conhece a história da campanha que o redator fez toda baseada no King Kong, e da qual o cliente gosta muito, mas pergunta se não dá pra tirar o macaco… Adorei seu conto,leve, divertido, irônico, imprevisível, bem escrito. Na virada final, a Mimosa nos aplica um golpe de mestre. Delícia!

  8. Gustavo Aquino Dos Reis
    26 de janeiro de 2017

    É uma narrativa bem criativa, com um personagem bem construído e cativante.
    A escrita é muito boa, brinca com o nosso humor. Porém, embora o final tenha sido uma ótima saída, preferiria que o conto se sustentasse no reino do fantástico.

    Parabéns.

  9. Leandro B.
    26 de janeiro de 2017

    Olha, gostei do texto. Achei a abordagem bastante meta.

    Justamente por isso acho que funciona. Quando a narrativa sobre a vaca começa a ficar um pouco cansativa o autor a interrompe e lança um golpe surpresa, que brinca com o próprio texto.

    É um trabalho criativo e bem feito. Parabens.

  10. Simoni Dário
    26 de janeiro de 2017

    Um texto bonitinho, com um toque de humor. Uma leitura agradável e texto bem construído.
    Bom desafio!

  11. Srgio Ferrari
    26 de janeiro de 2017

    Não é tão original, mas é leve e bem vindo. Poderia ter passado sem o marketing no final.

  12. Rubem Cabral
    26 de janeiro de 2017

    Olá, Mimosa.

    Bem divertido o conto. Lembrou-me um filme indiano que parodiava Matrix, onde um homem e uma vaca lutam kung-fu.

    Boa a escrita, não encontrei erros para apontar.

    Nota: 7.5

  13. Vitor De Lerbo
    26 de janeiro de 2017

    Um texto simples e direto. Bom ler algo divertido e mais despretensioso. Eu gostei mais da história antes do mercado publicitário aparecer, todos os argumentos que explicam a “real” existência da vaca são muito bem construídos.
    Boa sorte!

  14. Anderson Henrique
    25 de janeiro de 2017

    Texto divertido, zoeiro, despretensioso. Leve na medida certa e com uma bom encerramento. Existe até um texto dentro do texto. Conseguir isso em 99 palavras é sinal de competência. É bom ver humor por aqui. Ótimo trabalho.

  15. Cilas Medi
    25 de janeiro de 2017

    Um bom sorriso no rosto e um texto simples e direto é o que encontrei para comentar esse micro conto. Finalmente um pouco de bom humor e criatividade. Parabéns!

  16. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá Mimosa,

    Tudo bem?
    Um texto com humor aguçado e a premissa muito bem pensada. Quando comecei a ler pensei: Mas o que essa pessoa fumou? No segundo parágrafo veio a revelação e a sua criatividade merece destaque.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  17. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Que pena, melhor seria vender a ideia para a concorrência… ia fazer mais sucesso que os mamíferos da Paramalat. E ainda, pela origem indo-bramânica, ensinaria o respeito à vida dos animais. Acho que é um conto muito realista, pelo menos para quem trabalha com publicidade – algumas boas ideias são enterradas pelo cliente e “renascem” depois, em outras campanhas. Meu conselho a esse publicitário e ao autor do texto? Escrever a história de Mimosa Lee para crianças. Parabéns!

  18. Davenir Viganon
    24 de janeiro de 2017

    Eu achei muito inspirado, corajoso e meio suicida fazer um conto de comédia por aqui, ao invés de tentar um conto sobre suicídio ou cachorrinhos. A metalinguagem ficou boa, não espetacular.
    Como o pessoal é azedo com comédia? Só avisar que o Machadão não mandou conto nesse desafio…

  19. Laís Helena Serra Ramalho
    24 de janeiro de 2017

    Confesso que de início não estava gostando, mas o final me surpreendeu. O conto é leve e despretensioso (e também, é claro, engraçado), e isso me agradou bastante.

  20. vitormcleite
    24 de janeiro de 2017

    a procura do humor por vezes não corre bem, este texto tem um início e um meio interessantes de ler, mas o final… ai ai!

  21. Thiago de Melo
    24 de janeiro de 2017

    hahahahahaha

    Ótimo texto! A reviravolta no final ficou muito boa!
    Gostei de como você foi construindo toda a mitologia da vaca lutadora, com “explicações” para ser venerada em alguns lugares do mundo. Muito bom! Parabéns!

  22. Glória W. de Oliveira Souza
    24 de janeiro de 2017

    Péssimo era o gerente de marketing. A ideia do publicitário é totalmente pertinente enquanto produto de comunicação, a não ser por uma única coisa: seu cliente (o frigorífico) trabalha com carne e não com leite. O briefing/argumento cairia como uma luva na venda dos benefícios do leite ou até mesmo para uma campanha de amamentação. A narrativa do texto é bem desenvolvida, mas carece de elementos dramáticos.

  23. Lohan Lage
    24 de janeiro de 2017

    Curti, curti… até o final, que embolou um pouco o meio de campo aos 45 do segundo tempo. O lance do publicitário ficou sobrando. Mas a ideia original merece um salve.
    Salve, Mimosa!

  24. Miquéias Dell'Orti
    24 de janeiro de 2017

    Olá Mimosa,

    Ideia excelente a do seu conto. Começa com teor fantástico e termina em uma triste realidade.

    Tem humor na medida certa e deixa um reflexão no final. Uma reviravolta interessante e diferente.

    Lembrei de Kung Fu Panda (acho que não só eu) e, sei lá por que, de “A Vaca e o Frango” — como eu adorava esse desenho rsrs.

    P.S.: Eu ri quando imaginei a vaca dando uma “tetada” no Everest. kkkkk

  25. Mariana
    24 de janeiro de 2017

    Perde-se um pouco no final… Não precisava do publicitário, Mimosa Lee já é o suficientemente interessante. No mais, muito original e divertido.

  26. Luiz Eduardo
    24 de janeiro de 2017

    A história é criativa, mas infelizmente apesar do começo descontraido, o fial deixa algumas dúvidas. Tirando isso, é uma história leve, curiosa e divertida. Parabéns pela imaginação, boa sorte!

  27. Gustavo Castro Araujo
    23 de janeiro de 2017

    Quantas boas ideias são perdidas por conta da ciumeira de chefes e diretores? A ideia da Vaca Fu foi sensacional e o querido publicitário merecia uma promoção, isso sim. Um conto divertido, com ótimas tiradas. Há um leve ar infantil, que me agrada bastante e serve de alento entre tantos contos pesados neste desafio. A imagem trazida ajuda a compor a cena e é impossível não gostar da Mimosa. Bom trabalho!

  28. Givago Domingues Thimoti
    23 de janeiro de 2017

    Original e engraçado. Acho que a acho que a vaca mimosa poderia ser uma grande história em quadrinhos.
    Muito bem escrito!
    Parabéns!

  29. Thata Pereira
    23 de janeiro de 2017

    Bem escrito, super divertido e acabo de enviar para um amigo publicitário que tem todo o perfil para ter criado a Mimosa Lee rsrs’

    Infelizmente, acho que contos divertidos como esse ficam um pouco apagados aqui no desafio, pois acabamos por escolher temas fortes ou dramáticos. Por isso, não sei se vou conseguir um lugarzinho para seu conto autor(a), mas queria dizer que você fez um ótimo trabalho!

    Boa sorte!!

  30. angst447
    23 de janeiro de 2017

    Metalinguagem camuflada que só se revela no final. Bacana, porque eu já estava achando muito bonitinha,muito bobinha essa Vaca Fu. Historinha para ninar criança. Ia encher de adjetivos no diminutivo, ih, já fiz isso.
    Tadinho do jovem publicitário que perdeu o emprego só por causa dessa ideia fofinha. Já estava sonhando com a metade do Everest só pra mim.
    Bem escrito, o conto tem sua originalidade e ganha pontinhos (viciei nessa praga) com o tom bem humorado.
    Boa sorte!

  31. Fil Felix
    23 de janeiro de 2017

    Tem uma metalinguagem legal aqui. A história da Mimosa dentro da história do publicitário. Acho que daria um ótimo roteiro para uma tirinha. Foi como exatamente a imaginei. Apesar do talento do autor pra esse estilo, no caso do microconto há um contraste maior. Mimosa é simpática e acaba ofuscando um pouco o final!

  32. Juliano Gadêlha
    23 de janeiro de 2017

    Muito original e engraçado. Fiquei com pena do pobre publicitário, essa ideia merecia ir pra frente.
    Texto bem escrito e bem conduzido. Parabéns!

  33. Thayná Afonso
    22 de janeiro de 2017

    Adorei! Bastante divertido e gostosinho de ler, a ironia foi ótima e o final me fez rir.

  34. lidiaduartec
    22 de janeiro de 2017

    Estava super viajando nas aventuras da Mimosa Lee kkk adorei essa quebra de expectativa. É uma pena que ele tenha sido demitido por ter essa ideia… Espero que a empresa da Toddy o contrate kkk
    Conto bem leve, de fácil entendimento, com temática fraca, mas eu gostei.
    Boa sorte!

  35. Lee Rodrigues
    22 de janeiro de 2017

    Shuashuashuashua

    Noosssaaaaa…eu ri demais!
    Ahhh vai… como é que demite um moço criativo desse?

    Passada, Mimosa Lee! 😂😂😂😂

  36. Tatiane Mara
    22 de janeiro de 2017

    Olá …

    Texto humorístico bem sacado sobre peça publicitária.

    Bem escrito, embora ninguém em são consciência utilizaria isso.

    Sem pretensões literárias, um exercício.

    Boa sorte.

  37. Matheus Pacheco
    22 de janeiro de 2017

    Eu sei porque o gerente demitiu o idealizador dessa ideia, porque o Yeti não é maligno muito menos perverso, ele é uma força do bem que está lá para auxilar os humanos que se perdem nos caminhos nevados.
    Excelente conto e um abração ao escritor.

  38. waldo gomes
    22 de janeiro de 2017

    Conto “leiteiro” sobre profissional de marketing sem noção.

    Aguado. Não consegui gostar do humor, nem da concepção.

  39. Renato Silva
    22 de janeiro de 2017

    A primeira coisa que me veio à cabeça após ler o seu microconto foi esta cena.

    Faz parte do filme “Kung Pow!” e a cena do protagonista lutando com uma vaca se tornou um viral na época, ainda anterior ao YouTube. Conhece o filme?

    Sobre o microconto:

    Eu gostei da mensagem e da ironia contida nele. Apesar de criativo, esse publicitário pareceu um tanto ingênuo em criar a imagem de uma vaca sagrada, poderosa e venerada por todos, visto que a empresa as trata como meros “pedaços de carne”. Se a campanha dá certo, ninguém mais vai querer consumir carne de vaca. A demissão do publicitário foi mais que merecida. É como uma propaganda de refrigerantes incentivar as crianças a beberem mais água e sucos naturais.

    Agora, se quiser transformar essa vaquinha num conto de fantasia estilo Kung Fu Panda, seria algo muito legal. Boa sorte.

    • Brian Oliveira Lancaster
      23 de janeiro de 2017

      Caramba, achei que só eu conhecia esse filme. Essa película é muito, mas muito sem noção – faz uma “homenagem” aos filmes antigos de kung fu, misturando várias cenas antigas editadas e sobrepostas. Teve sua graça na época, mas hoje em dia qualquer youtuber faz melhor.

  40. Sabrina Dalbelo
    22 de janeiro de 2017

    Eu gostaria mais se fosse a historia da origem da adoração das vacas no oriente.
    Quando li que era no Himalaia, comecei já a ver a adoração religiosa…
    Daí o texto me deu um soco inesperado.
    Foi inusitado, claro, e isso mostra a criatividade do autor. Parabéns!

  41. Luis Guilherme
    21 de janeiro de 2017

    Aah, tava indo super bem, até o ato final. Achei uma pena.
    Tava gostando bastante, mas achei que perdeu todo o brilho quando foi revelada a campanha!

    ME lembrou um pouco Kung Fu Panda hahaha.
    Gostei da citação à adoração na Índia.

    Gosto pessoal, claro, mas realmente achei uma pena a mudança no desfecho.

    Ainda assim, é divertido. Boa sorte e parabéns

  42. Tiago Menezes
    21 de janeiro de 2017

    Foi engraçado e bastante original. Gostei de tudo ser uma campanha de marketing, e foi uma pena o rapaz perder o emprego. Parabéns e boa sorte.

  43. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    21 de janeiro de 2017

    Original! Uma campanha de marketing bem mal sucedida. De certa forma, atual! Boa sorte!

  44. Vanessa Oliveira
    21 de janeiro de 2017

    Depois de ler o conto, lembrei, na hora, de Kung Fusão, que tem uma vaca que luta kung-fu (sim, isso mesmo). É engraçado e tudo mais, mas não senti uma profundidade, uma conexão, sabe? Li, ri, e acabou. Não pensei sobre depois, nem nada. Mas o tema é bem diferente, então é um ponto positivo. Boa sorte!

  45. Amanda Gomez
    20 de janeiro de 2017

    Olá,

    Um conto engraçadinho, com uma pitada de sarcasmo que cumpre o que propõe: entreter.

    A narrativa é agradável e a imagem que se faz da vaquinha também, no mais não tem muito o que dizer. É um conto legal,mas nada mas que isso.

    Boa sorte no desafio.

  46. Antonio Stegues Batista
    20 de janeiro de 2017

    Dona Mimosa, não sei se a senhora pensou primeiro na vaquinha ou no publicitário para criar a história. Acho que o gerente errou em despedi-lo, pois sua ideia agradou muita gente. Achei legal, mas não tanto.

  47. Andreza Araujo
    20 de janeiro de 2017

    O texto está dividido em duas partes, e assim eu me senti… dividida. A primeira parte é engraçada, criativa, me fez abrir os olhos imaginando o que poderia vir a seguir. Mas era tudo “falso”, fiquei meio frustrada, não achei o final impactante. Mas o texto no geral conseguiu me animar, então bato palmas para o autor hehehe

  48. Eduardo Selga
    20 de janeiro de 2017

    Acho que o segundo parágrafo explica ou tenta explicar o primeiro. O que é mostrado neste é, em minha opinião, não a existência “concreta” de uma vaca cuja imagem tentou-se aproveitar posteriormente na publicidade, mas uma narrativa construída por essa publicidade para posterior campanha. Mas, por a ideia ser considerada ruim, foi abortada. Por isso “[…] essa artista marcial […]” foi parada e o publicitário demitido.

    Agora, outra questão. Desconheço se o(a) autor(a) pretende concorrer de fato (muitos querem os comentários, apenas), mas no meio de contos densos, filosóficos, quem falam enfim da existência humana, eu acho difícil o texto escancaradamente humorístico ter reais chances, porque temos a tendência, por vezes preconceituosa, de considerar o humor uma dimensão menor do texto literário, quando comparado aos textos “sérios”.

  49. elicio santos
    20 de janeiro de 2017

    Criativo e engraçado. O que pesa contra o texto é a forma como o projeto de marketing é rejeitado, ficou muito impessoal. Boa sorte.

  50. catarinacunha2015
    20 de janeiro de 2017

    MERGULHO em um pasto seco. Uma mistura de vaca sagrada com Kung Fu Panda. Não convenceu. O texto não flui. Gostei da “tetada”, mas o publicitário doidão não causou IMPACTO algum. Fica para a próxima.

  51. mariasantino1
    19 de janeiro de 2017

    Claramente um texto para entreter, para se fazer rir. Conseguiu. Achei divertido, bonitinho imaginar o animal gordinho lutando e etc. O final também é engraçado, tragicômico até.

    Objetivo alcançado.

    Boa sorte no desafio.

  52. Tiago Volpato
    19 de janeiro de 2017

    Sensacional! Essa é a melhor imagem do mundo!
    Texto muito bem escrito e engraçado. Gostei bastante!

  53. Leo Jardim
    18 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐▫▫): confesso que demorei um bocado pra entender o final: a vaca era fruto de uma campanha publicitária, né? Acho que o último parágrafo ficou muito brusco.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): Boa, um pouco informal demais, mas não chega a ser um problema.

    💡 Criatividade (⭐⭐): Bastante criativo.

    ✂ Concisão (⭐▫): acho que a arrumação das palavras não trabalhou à favor do texto.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): É um texto divertido e inusitado, mas esse tipo de texto exige uma risada no final e não arrancou de mim.

  54. Guilherme de Oliveira Paes
    17 de janeiro de 2017

    Há surpresa no fim, que diverte e traz um “esclarecimento”. A forma como se constrói a narrativa para chegar a esse final não funcionou muito bem pra mim, em termos de entretenimento, o que parece ser a proposta central do conto. Soou a mim como uma releitura de Kung Fu Panda.

  55. Jowilton Amaral da Costa
    17 de janeiro de 2017

    Não gostei muito, me desculpe. Sinceramente tava até me amarrando na Mimosa. Ainda que ela me lembrasse o Kung-fu Panda. Mas, a reviravolta não me agradou. Não me fez e rir e, confesso, que não entendi de imediato. Boa sorte.

  56. José Leonardo
    17 de janeiro de 2017

    Olá, Mimosa.

    Bem bolado. Se fosse um laticínio, talvez fizesse mais sentido a ideia do publicitário, mas era uma empresa frigorífica, então… pior para ele. Sorte que o gerente assassinou sua ideia antes de aplicá-la… ou não?

    Dá para imaginar, após a leitura: o autor é o publicitário?

    Boa sorte neste desafio.

  57. Victor F. Miranda
    17 de janeiro de 2017

    Hahahahaha gostei. Começa fantasioso e termina te colocando de volta na realidade.

  58. Wender Lemes
    16 de janeiro de 2017

    Olá! Conseguiu fazer uma reviravolta mirabolante com tão poucas palavras. É de um humor simples e despretensioso, que pega justamente pela loucura das ideias envolvidas. Não sei se seria uma boa ideia de campanha publicitária, mas como conto ficou excelente.
    Parabéns e boa sorte.

  59. Fabio Baptista
    16 de janeiro de 2017

    O conto começa bacana, com uma estética divertida, típica de desenho animado (impossível não lembrar de Kung Fu Panda). O monte Everest sendo partido ao meio com uma tetada é uma imagem bem criativa. O final, é meio anticlimax, mas não é ruim.

    Só fiquei com a sensação de que a mesma cena poderia ser narrada de um jeito mais engraçado, talvez com o diálogo resumido da demissão.

    Acabou não tendo um diferencial nesse mar de microcontos.

    Abraço!

  60. Bruna Francielle
    16 de janeiro de 2017

    Bem, aqui não tem segredo.
    Gostei, mas não cheguei a ”riiir’ por assim dizer.
    Acho que talvez tenha poderia ter enfeitado mais o fim, antes de abrir o jogo, criar um suspense, não sei. Poderia ter dado mais efeito para a revelação !
    Mas de qualquer forma, até que foi criativo !
    Melhor q usar o artifício do “pesadelo/sonho”

  61. Fernando Cyrino
    16 de janeiro de 2017

    Nossa, rindo demais. Gostei muito desse seu conto. Ficou bacana mesmo essa vaca que dá tetadas e faz pose de super herói. Lamentei por ela e pelo cara do marketing. Gostei tanto que nem me incomodei, eu que sou chato, com esse Evereste.

  62. juliana calafange da costa ribeiro
    16 de janeiro de 2017

    é ficção ou fato verídico? Rsrs Gostei muito do conto, bem amarrado e bem humorado. Acho o final perfeito, mesmo que outros discordem, tb tem que muita gente já se viu um pouco como esse jovem publicitário. rsrs. Parabéns!

  63. Marco Aurélio Saraiva
    16 de janeiro de 2017

    Hahahahahaha! Boa! Será que você era o artista da empresa? Foi demitido, ficou puto e postou o micro conto junto com a sua arte? Rs rs rs.

    A frase sobre a vaca ter visitado um país e ter sido considerada sagrada foi genial! rs rs rs.

  64. Douglas Moreira Costa
    16 de janeiro de 2017

    É um conto muito diferente, cômico, despreocupado, eu diria. Adorei a vaca, imaginei ela como uma personagem de Kung Fu Panda (que eu acho muito bom) e você descreveu muito bem as aventuras dela. Quanto ao final, uma bela sacada. Conseguiu encerrar muito bem a história dela sem deixar qualquer lacuna, mas uma pena que ela não exista de fato kkkkk.
    Parabéns, eu ri bastante.

  65. Ceres Marcon
    16 de janeiro de 2017

    Gostei da ideia da “tetada” no Evereste. O sorriso me acompanhou, do começo ao final. Fiquei imaginando a vaca junco ao Kung Fu Panda. kkkkkk
    Sério muito bom
    Criativo, engraçado e leve. Que pena que o publicitário estragou tudo. 😀
    Parabéns!

  66. Edson Carvalho dos Santos Filho
    15 de janeiro de 2017

    Muito legal o início! Fantástico mesmo, fluído, criativo, muito bem escrito! Mas o final deu uma brochada. Tipo, saiu desse mundo fantástico e divertido para um escritório de publicidade com um publicitário decepcionado. A chave, a meu ver, era a diversão, que deveria ter sido mantida. Mas a impressão que deu é de uma necessidade em criar alguma surpresa no final. Não entendo porque algumas pessoas acham que conto tem que surpreender. Não tem não! Todo conto, seja micro, nano, macro ou mega, tem sim que trazer algo para o leitor sentir que valeu a pena ter lido. A surpresa no final é só a cereja do bolo. Mas o mais importante é a massa, o recheio, a cobertura, e não a cereja.

  67. andré souto
    15 de janeiro de 2017

    Narrativa criativa, humorística até.Precisamos de mais textos assim,que nos façam rir e refletir,sobre as friboi da vida.

  68. Bianca Machado
    15 de janeiro de 2017

    Gostei do primeiro parágrafo, de imaginar essa vaca fu e fofa. Quanto ao segundo parágrafo, era necessário, quebrou a ação inicial, fez o leitor ter outra concepção, mas acho que minha interpretação foi muito subjetiva, não surtiu o efeito em mim da forma como podia. O segundo parágrafo, pra mim, não foi à altura do primeiro. Mas parabéns pela ideia, diferente e divertida.

  69. Iolandinha Pinheiro
    15 de janeiro de 2017

    Ainda bem que a Vaca Fu foi para o brejo, ou era capaz de iniciar uma hecatombe mundial com duas tetadas, Concordo com a Fheluanny, usar vaca sagrada em propaganda de frigorífico é fria. Estrelinha para o seu microconto. Qualidade macro.

  70. Fheluany Nogueira
    15 de janeiro de 2017

    Só pode ser demitido mesmo um marqueteiro que usa uma vaca sagrada para propaganda de um frigorífico. Quem saborearia com gosto a carne lembrando da heroína? Valeu a referência ao “Kung Fu Panda”. Texto fechado, divertidíssimo, irônico, bem escrito, fluente e super criativo. Parabéns pela participação. Abraços.

  71. Olisomar Pires
    15 de janeiro de 2017

    Acho que o autor não tinha nada pra escrever e começou assim mesmo, já fiz isso muitas vezes. É incrível o que sai, entretanto, é somente um recurso para treinamento, não pode ser levado a sério.

    É bem escrito, com fluidez. Quase um plágio do Kung-fu Panda, alterado por detalhes de ambientação e ironia.

  72. Tom Lima
    15 de janeiro de 2017

    Eu não gosto do final, mas isso é por ter me apegado à vaca! Muito bem executado, mesmo não me agradando o conto tem um força enorme (e quem disse que a ficção foi feita pra aradar o leitor?)

    A forma colabora pra haver um certo luto pela vaca, e ódio ao gerente burro, seria uma ótima campanha…

    Abraços!

  73. Virgílio Gabriel
    14 de janeiro de 2017

    kkkkkkkkkkk, ri demais com esse. Uma vaca ninja, quem diria! Realmente, foi o mais criativo que li até aqui. Enquanto a maioria dos contos parte para um tema mais lúgubre e mórbido, aqui vemos o contrário. Bem escrito, engraçado, original… Parabéns, excelente trabalho!

  74. Andre Luiz
    14 de janeiro de 2017

    O pessoal não gostou muito do final, porém eu prefiro com ele do que sem. Acho que foi um texto divertido e pra lá de nonsense no início, mas que fez todo sentido quando se leu o último parágrafo.

    -Originalidade(10,0): Não preciso comentar nada. Nunca havia lido nada que se parecesse com isso rsrs

    – Construção(8,0): O início pode até ter sido nonsense, porém o final fez com que o brilho fosse perdido, de certa forma. Como eu já disse, com ele é melhor, mas o início poderia ter sido melhor trabalhado.

    -Apego(6,0): Gostei da vaquinha, mas não me apeguei. Acho também que a intenção não era esta srrsrs

    Boa sorte!

  75. Evandro Furtado
    14 de janeiro de 2017

    Eu não sei o que pensar sobre isso, ha ha. Sem dúvidas é pra lá de nonsense. Acho que tem um humor muito estranho inserido aí dentro que faz a gente ficar com aquele sorriso nos lábios, meio com vontade de rir. É, acho que o objetivo foi alcançado.

    Resultado – Good

  76. Sandra A. Datti
    14 de janeiro de 2017

    Rendeu-me um bom riso… Não me fiei no título, ou no pseudônimo do autor, e até a “tetada”, viajei no “faz de conta”… Curioso… O que essa “vaca de divinas tetas” (invocou-me Gal e Caetano) teria de potencial, se não fosse uma criação dentro da criação? Eis um gerente de marketing de espírito tacanho… Gostei da inversão dos fatos.

    Bem bolado!

  77. Anorkinda Neide
    13 de janeiro de 2017

    pois é.. o segundo paragrafo matou o conto hahha
    gostei demais da vaquinha.. realmente nao havia necessidade de demissao.. q chefe mais bravo esse!!
    corte o final e eu fico com este conto! :p
    abração ae

  78. Priscila Pereira
    13 de janeiro de 2017

    Oi Mimosa, eu ri lendo o seu conto… antes do desfecho eu estava pensando: cara, que viagem!! e quando li o final fiquei um pouco desapontada… prefiro as viagens aos contos explicadinhos… Mas parabéns pela ideia. Boa sorte!!

  79. Brian Oliveira Lancaster
    13 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Já ri só com o título, imagina a imagem. Referências “everywhere”. Bastante divertido. Simples, mas com bom humor e uma piadinha escondida. – 9,0
    O: É bastante original devido à premissa infantil, mas que entrelinhas adultas. O texto poderia ser um pouquinho melhor trabalhado, mas para mim, funcionou bem. Lembrou uma marca bem conhecida aqui do Sul. Isso dá pistas sobre a autoria. – 9,0
    D: O corte de parágrafos foi bem executado. Enquanto imaginamos uma situação, o final nos revela outra, e tudo faz sentido dentro da parte sem sentido. – 9,0
    Fator “Oh my”: muitos vão achar um texto sem noção (com razão), mas conseguiu me divertir durante toda a “viagem”. Uma hora o leitor cansa de tanto drama por aí. Ponto extremamente positivo.

  80. Pedro Luna
    13 de janeiro de 2017

    Agora realmente fiquei curioso para saber se o autor (a) pensou no texto antes ou depois de ver essa imagem,rs, pois se completam perfeitamente.

    Quanto ao conto, posso dizer que é divertido. A descrição da vaca me lembrou o filme Kung Fu Panda. Realmente ela poderia ser personagem de um filme infantil de animação. A surpresinha no fim do conto também diverte (oxe, Publicitário é pra pensar pensar mesmo, loucuras, e apresentar pro chefe. Se ninguém curtiu, basta deixar a ideia de lado, precisa demitir não. A não ser que a batata desse cara já estivesse assando de tanta ideia bizarra..kk) Porém, não posso dizer que é um excelente micro conto. É apenas uma leitura leve e passageira e não acho que possa ir além disso.

  81. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    A ideia não é má. Uma super vaca defensora dos animais desprotegidos. Vaca profana. Vaca divina. Super vaca. Mas todo o misticismo encontra um gerente de marketing de empresa frigorífica que não entende as entrelinhas e sabota o processo de produção intelectual de alguém em acensão. É um conto engraçado até que se reflita em nossos pesos e medidas.

  82. Zé Ronaldo
    13 de janeiro de 2017

    Assim, é conto fechado, mas é metalinguístico, pois mostra e evidencia que é um texto autoexplicativo. Isso foi interessante e bem trabalhado. Mas o tema, em si mesmo, é muito fraco. O desfecho também foi insuficiente.

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Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .