EntreContos

Literatura que desafia.

Um assassinato no escuro (Gustavo Henrique)

Era 7:00 da manhã e havia um velho batendo em sua porta com força, ela não queria abrir mas ele insistia… ela não abriu e então ele parou e o telefone tocou.

– Abra a porta, ou coisas ruins acontece com você! – era uma voz rouca e forte.

Ela colocou o telefone na mesa assustada demais, e começou a fechar a casa correndo, trancou tudo e então voltou ao telefone pra ver se tinha alguém ainda na linha.

– Eis a questão agora garota, você me trancou pra dentro ou pra fora?
E as luzes da casa se apagaram…

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86 comentários em “Um assassinato no escuro (Gustavo Henrique)

  1. Felipe Teodoro
    27 de janeiro de 2017

    Olá. Provavelmente você é iniciante na arte da escrita. Dá pra perceber pq o conto peca na parte da escrita, que pode ser muito melhorada. Basta você ler mais e continuar escrevendo. Estudar. Sobre a trama, ela é muito boa e é uma pena ela perder seu brilho, devido a escrita. Enfim, mesmo com os problemas eu gostei, mas poderia ter gostado muito mais se o texto estivesse revisado.

  2. Victória
    27 de janeiro de 2017

    Eu gosto de textos de suspense/terror e a premissa é muito boa, mas não me cativou. Não achei o final tão surpreendente assim. Mas boa sorte!

  3. Pedro Luna
    27 de janeiro de 2017

    Infelizmente não gostei. A ideia é boa mas a execução deixou a desejar. Na verdade, posso estar errado, mas acho que é de alguém que começou a escrever agora ou não tem tanto costume. Pois enxerguei, além dos erros de revisão, uma dificuldade em estruturar as ações para validá-las. Esquecendo esses detalhes, o texto tem pontas soltas que não se justificam. Por exemplo, pq é um velho que está batendo na porta. Faria diferença se fosse um homem jovem? Ele a chama de garota na ligação, então é uma menina? Sozinha em casa as 7 da manhã?

    As luzes se apagaram, mas 7 da manhã já não é dia?

  4. Thayná Afonso
    27 de janeiro de 2017

    Certo, nada muito original, mas poderia ter ficado interessante. Se o texto tivesse sido mais bem trabalhado, eu teria gostado bastante, mas achei a escrita fraca e carente de uma revisão mais atenta. Boa sorte!

  5. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    27 de janeiro de 2017

    Me interessei pelo tema e até pela oração inicial. Depois pensei que o erro gramatical pudesse ser proposital, mas não. Poderia ser melhor, independente destas falhas.

  6. Leandro B.
    27 de janeiro de 2017

    Oi, Verve.

    Achei a premissa meio clichê, remetendo ao clássico “Pânico” e a lendas urbanas estadunidenses. A revisão apressada também prejudicou o micro. Em um texto tão curto, temos que triplicar a atenção.

    Mas é isso mesmo. O exercício de escrever terror/horror nos dias de hoje é muito complexo e só pode melhorar com esforço e tentativa.

  7. rsollberg
    27 de janeiro de 2017

    Tem potencial de se tornar um bom conto de suspense, mas os erros e a estrutura deixaram muito a deixar. Nesse caso não da nem para separar a história da estrutura. Faltou revisão e maturação.
    De qualquer modo, parabéns e boa sorte

  8. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Algumas falhas gramaticais comprometeram um texto super promissor. Uma pena. Gosto do tema.

    Obrigado!

  9. Fil Felix
    26 de janeiro de 2017

    Se tivesse uma pipoca estourando no fundo, poderia dizer que essa é exatamente uma cena de Pânico. A trama não é das originais, mas até que gosto bastante desse estilo de “terror”, da “ligação está vindo de dentro da casa”. Gosto mesmo, mas acho que faltou um pouco de sustança no texto, há falhas e nenhuma construção que salte aos olhos.

  10. Estela Menezes
    26 de janeiro de 2017

    Meu comentário vai apenas corroborar o que os demais já apontaram: uma história promissora, desde o início prejudicada por inúmeras falhas. Que pena!

  11. Gustavo Aquino Dos Reis
    26 de janeiro de 2017

    Diamante que precisa ser mais lapidado.

    É uma história bem clichê, que trabalha no mesmo tom dos roteiros de filme de terror Slash.

    Faltou uma revisão melhor.

  12. Simoni Dário
    26 de janeiro de 2017

    Um texto de suspense muito criativo no qual o autor narra de forma competente. Percebi alguns erros que travaram a leitura.
    Bom desafio!

  13. Srgio Ferrari
    26 de janeiro de 2017

    Ótimo. Só tem que revisar e reescrever de modo certo. Na verdade é uma joia suja de terra. Poderia estar concorrendo forte se não fossem os erros tão bobos.

    • Brian Oliveira Lancaster
      26 de janeiro de 2017

      E se trocássemos “erros” por “leitores”?

  14. Rubem Cabral
    26 de janeiro de 2017

    Olá, Verve09.

    Um bom conto de terror, mas comprometido pela escrita ruim. Há erros de concordância, pontuação, uso indevido de preposições, etc.

    Nota: 6.

  15. Lee Rodrigues
    26 de janeiro de 2017

    Poxa, Verve09…

    Sabe, eu li um recorte de cena da “Franquia Pânico”, o telefone toca, a voz rouca, a ameaça… ela corre, fecha a casa, o trem tá dentro…e ainda tem a “Samarinha”, mas essa dá o “tempo” certo.

    Mas é isso aí, tem que começar de algum modo, com referências, inspirações… use a seu favor, personalize, traga para o seu mundo, pegue a base e crie o seu. Leia, leia muito, isso ajuda a melhorar sua relação com a língua pátria e sua ortografia; aqui mesmo você vai encontrar excelentes autores, uma boa fonte para se beber, e se você já for alguém experiente e talls, perdoe a minha falta de percepção.

  16. Anderson Henrique
    25 de janeiro de 2017

    Gostei bastante da ideia e da capacidade que você teve em conduzir o texto. Mas não gostei tanto das construções. Tem vírgula sobrando aí que poderia ser trocada por ponto final para dar ritmo. Outras construções estão bem esquisitas e denotam que faltou cuidado na composição do texto ou perícia. “ela não abriu e então ele parou e o telefone tocou.” A formação dessa frase é um terror. Arrumando isso seu conto iria lá pra cima, mas ele tropicou nesses detalhes. Vamos trabalhar esse texto que ele ficará ótimo. A premissa é simples e o encerramento é ótimo.

  17. Cilas Medi
    25 de janeiro de 2017

    Um bom terror e ficou em aberto para decisão final pelo leitor. Erros acontecem e a pontuação foi uma falha que faz perder a emoção e a expectativa.

  18. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá Verve,

    Tudo bem?

    Temos aqui um conto com uma boa premissa e uma ótima ideia que embora já bastante explorada no cinema pode render muito texto bom.

    Infelizmente, você pecou pela falta de revisão. Meu conselho é revise, revise, revise. Sempre que for submeter seus textos à leitura de outros. Principalmente em um desafio.

    Ainda assim, sua ver é muito boa e ser um bom contador de histórias é o mais importante. Revisão é o segundo passo. Mas precisa ser dado, tá?

    Beijos e boa sorte no desafio.

  19. angst447
    25 de janeiro de 2017

    Um pequeno conto de terror. Dentro ou fora? Ela está mais segura trancada ou se pôs em maior perigo? Não é algo que nunca tenha lido ou visto,mas achei bacana o suspense.
    Alguns probleminhas na estrutura – concordância verbal arranhada:
    Era 7:00 horas > ERAM sete horas
    coisas ruins acontece > coisas ruins acontecem
    O ritmo é de puro suspense, embora haja algumas pontas soltas que nos fazem pensar que o velho (talvez fosse melhor deixar a identidade do invasor oculta).
    Percebe-se que o autor gosta do que escreve e deve continuar nessa linha, mas desenvolver a técnica e aproveitar melhor suas boas ideias.
    Boa sorte!

  20. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Conto de suspense e terror. Algumas pontas ficaram soltas, como: se o velho batia à porta, então ele estava fora. E se ele estivesse dentro, não teria ligado, teria ido até ela. Para mim, é isso. E, se as luzes apagaram, decerto ele desligo o disjuntor no poste, só pode. Quanto à técnica, o uso do verbo haver com gerúndio, no começo, dá uma ideia de ação contínua, enquanto acho que era episódica. Portanto, “um velho bateu em minha porta e eu abri…”

  21. Givago Domingues Thimoti
    25 de janeiro de 2017

    Gostei do enredo, mas os erros gramaticais quebraram a história. Uma revisão, uma mudança no título e o seu microconto seria top-20…
    Uma pena…
    Boa sorte!

  22. vitormcleite
    24 de janeiro de 2017

    História impactante que deixa o leitor meio indeciso sobre o que irá acontecer. Consegues criar uma atmosfera meia de terror que até me agradou na leitura. Parabéns

  23. Davenir Viganon
    24 de janeiro de 2017

    Um conto centrado na ação poderia ter mais diálogos e menos explicações didáticas. A ideia eu achei ótima e a forma está encaminhada mas do jeito que está não consegui gostar muito.

  24. Matheus Pacheco
    24 de janeiro de 2017

    Esse é um outro conto baseado em uma CreepyPasta, cara eu não estou tirando seu mérito porque o conto está bem escrito, mas é realmente bem parecido com eu acho a creepypasta do “Omegle” (eu não me lembro o nome).
    Um abração ao escritor.

  25. Sra Datti
    24 de janeiro de 2017

    Bom trechinho narrativo que se travestiu de suspense, com bastante coisa a se organizar. Booora lá!

    Conteúdo::
    Verve09, você matou a moça (e o texto) com um só título?
    – a gente já sabe que alguém vai morrer;
    – lá fora, a manhã já está acesa;
    – logo, o assassinato será dentro de algum lugar (mata-se a charada no primeiro parágrafo)!
    A não ser que houvesse outras variáveis.
    A personagem está em agonia, mas o leitor já encaçapou as bolas.
    Sugira mais e conte menos.

    Forma: pensei que você brincasse de Saramago:
    – faltam vírgulas, letras maiúsculas após os pontos finais e pontos finais no lugar de vírgulas;
    – Ai, esses verbos, como lá nas cabeceiras, “Era(m) 7h00”; “coisas ruins acontece(m) com você.

    Mas não se preocupe, pois tudo é treino…Assim como tudo na vida, escrever bem requer muita leitura, prática, paciência (pois que rastejamos um bocado, tropeçamos e temos de aceitar as críticas como lições) e persistência, ah, e paixão pela arte. Mesmo em tempos corridos, onde volta e meia perdemos a consciência e nos esquecemos de nós.

    Mãos à obra!
    Paz e bem!

  26. chrisdatti
    24 de janeiro de 2017

    Bom trechinho narrativo que se travestiu de suspense, com bastante coisa a se organizar. Booora lá!

    Conteúdo::
    Verve09, você matou a moça (e o texto) com um só título?
    – a gente já sabe que alguém vai morrer;
    – lá fora, a manhã já está acesa;
    – logo, o assassinato será dentro de algum lugar (mata-se a charada no primeiro parágrafo)!
    A não ser que houvesse outras variáveis.
    A personagem está em agonia, mas o leitor já encaçapou as bolas.
    Sugira mais e conte menos.

    Forma: pensei que você brincasse de Saramago:
    – faltam vírgulas, letras maiúsculas após os pontos finais e pontos finais no lugar de vírgulas;
    – Ai, esses verbos, como lá nas cabeceiras, “Era(m) 7h00”; “coisas ruins acontece(m) com você.

    Mas não se preocupe, pois tudo é treino…Assim como tudo na vida, escrever bem requer muita leitura, prática, paciência (pois que rastejamos um bocado, tropeçamos e temos de aceitar as críticas como lições) e persistência, ah, e paixão pela arte. Mesmo em tempos corridos, onde volta e meia perdemos a consciência e nos esquecemos de nós.

    Mãos à obra!
    Paz e bem!

  27. Miquéias Dell'Orti
    24 de janeiro de 2017

    Oi,

    Seu conto começou bem, criando tensão sobre o que aconteceria. O clima opressor de uma mulher sozinha em uma casa e com um desconhecido forçando a porta nos cria certa aflição.

    Porém, o final não me pegou. Como leitor, esperava algo mais arrematador, que me transmitisse mais impacto. O fato dele estar dentro da casa me deixou a impressão de clichê, porém, outros leitores podem gostar.

    Existem alguns erros de pontuação e gramática que fizeram a história perder um pouco o poder. Uma correção a deixaria mais bacana.

  28. Mariana
    24 de janeiro de 2017

    Uma revisão de palavras e pontuações seria interessante. A ideia é boa, mas nada que já não tenha aparecido em alguns filmes de terror.

  29. Luiz Eduardo
    24 de janeiro de 2017

    O começo me deixou bem instigado, mas no final parece que a história embolou um pouco. Ainda assim, acho que o grande mérito do conto é conseguir transmitir a apreensão sentida pela personagem. Boa sorte!

  30. Laís Helena Serra Ramalho
    24 de janeiro de 2017

    A narrativa podia ter sido melhor trabalhada. Ela conta demais, quando o texto exigiria o “mostrar”, aqueles detalhes que constroem o clima aos poucos e fazem o leitor ficar com medo junto do personagem. Da forma como foi escrito, o que poderia ser um ótimo conto perdeu o impacto.

  31. Vitor De Lerbo
    24 de janeiro de 2017

    Os erros gramaticais nos tiram do mergulho que o terror tanto exige. Fora que 7 da manhã, normalmente, já não está mais tão escuro, o que também me chamou a atenção.
    A trama é boa e a última fala do homem misterioso é ótima, mas esses detalhes acabaram se sobressaindo.
    Boa sorte!

  32. Thata Pereira
    23 de janeiro de 2017

    O enredo é bacana, mas a falta de revisão prejudicou muito o conto. Acredito que o pessoal já tenha citado a questão das palavras e pontuações, então vou falar algumas coisas na construção que me incomodaram:

    > a repetição de ela e ele no início;
    > “era uma voz rouca e forte” – quanto você fala de forma tão direta isso, nós não escutamos a voz rouca e forte, porque você já diz, escreva de uma forma que a gente consiga ouvir a voz rouca e forte;
    > “assustada demais” – mesma coisa, invés de escrever “demais”, “muito”, “pouco”, para intensificar sentimentos, descreva ações que demonstrem isso para o leitor sem você precisar dizer, pois, novamente, não conseguimos sentir o quanto ela está assustada.
    > “se tinha alguém ainda na linha”: ainda mais em um microconto, corte palavras desnecessárias. Para mim, o ainda fica sobrando na frase. Isso acontece também em “Eis a questão agora garota”, não acha que fica melhor tirando a palavra “agora”?
    > Reticências passa a impressão de continuidade e um ponto final indicando que as luzes apagaram e que acabou o desespero ficaria melhor no final.
    > Outra coisa são as ações muito rápidas, tipo assim: abri a geladeira, peguei a água, abri a tampa, segurei o copo, coloquei a água, fechei a tampa, bebi o líquido. Não dá tempo de pensar na ação anterior, pois tudo acontece de forma muito rápida.

    Espero ter ajudado!

    Boa sorte!

  33. Juliano Gadêlha
    23 de janeiro de 2017

    A premissa é muito boa e a narrativa até segue um caminho interessante, mas o texto é muito prejudicado pelos erros de pontuação, e até por construções que acabaram ficando longas demais, e até mesmo sem ritmo. Uma boa revisão e o conto ganhará muito. Continue com o bom trabalho!

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Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .