EntreContos

Literatura que desafia.

Ordem do Tempo (Olisomar Pires)

ordem

Nossa missão seria proteger os peregrinos nos caminhos da Terra Santa. Fizemos votos, renunciamos ao mundo e riquezas, nos tornamos soldados de Cristo. Meu nome, Felipe D’Antanho.

Mas por seis anos, em trios diversos, escavamos sob o Templo de Salomão. Suspeito que procurávamos a Taça da Última Ceia.

Certo dia, descobrimos uma porta simples e entramos. A princípio nada enxergávamos, como se toldados da visão.

– Adiantem-se, esperávamos vocês – anunciou uma voz firme, porém suave.

Então se fez luz, vimos uma mesa com três lugares vagos, para um total de treze convidados.

Com diferentes roupas, sentamos e ouvimos.

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99 comentários em “Ordem do Tempo (Olisomar Pires)

  1. Pingback: O VIVER DE CRISTO, por Leonardo Coe – POESIA ESPINHA DE PEIXE

  2. Olisomar Pires
    28 de janeiro de 2017

    Obrigado a todos pelos comentários e empenho em desvendar a história.

    Fiquei surpreso com o número de pessoas que se disseram desconhecedores de fatos básicos do Cristianismo. Levarei isso em consideração numa próxima aventura.

    Atenciosamente,

    Olisomar Pires

  3. Lídia
    27 de janeiro de 2017

    Micro aberto, com contexto histórico…
    Senti falta de algo que me fizesse apegar ao texto…
    Boa Sorte!

  4. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Outro micro abordando viagem no tempo?
    Curto a temática, e gostei do seu recorte histórico. Mas, tomando como parâmetro os demais micros que li aqui, na mesma temática, infelizmente acabei não me rendendo tanto ao seu.
    Mas boa sorte! 🙂

  5. Andre Luiz
    27 de janeiro de 2017

    -Originalidade(9,0): Um conto medieval que brinca com a questão do tempo. Diferente.

    -Construção(8,0): O problema está em quem não entende muito a sacada. Para quem não conhece a história dos apóstolos segundo a religião conta, o texto pode não fazer sentido. Para quem conhece, é uma boa sacada.

    -Apego(8,0): Gostei da jogada com o tempo, e também da atmosfera criada.

    Boa sorte!

  6. Renato Silva
    27 de janeiro de 2017

    Mesmo que alguns digam que isso não é microconto, eu gosto desse tipo de narrativa que consiste em fazer um recorte de uma estória maior e dar esse destaque. É narrar uma pequena cena. Difícil falar em começo, meio e fim para todos os microcontos. Se exigirmos isso, deixa todos muito parecidos e monótonos. Se todos os microcontos que li neste desafio fossem assim, eu não suportaria ler a metade dos que li até agora.

    A sua narrativa é muito boa e você tá de parabéns.

    Boa sorte.

  7. Andreza Araujo
    27 de janeiro de 2017

    Hmm ótimo tema abordado, destaca-se dos demais textos. Vou ignorar parcialmente os aspectos religiosos porque não os conheço a fundo (perdoa se eu falar alguma besteira), então vou dizer a interpretação que eu tive da sua história. A parte “suspeito que procurávamos a taça” sugere que a última ceia já aconteceu, mas os apóstolos continuaram sua missão. No final, eles se reencontram com Jesus e os outros discípulos, mas fiquei encucada com o lance da luz e da escuridão, como se fosse algo metafórico… Será que eles estavam mortos e se encontraram no céu? Minha outra interpretação é que tudo é uma metáfora, alguém que busca servir a Deus, que encontra seus ensinamentos na igreja e conhece a Cristo através do sacramento da Eucaristia (na missa, a Santa Ceia é “simulada”). Desculpa se viajei demais, gostei de pensar qual seria a ideia central do texto. Ótimo conto.

  8. Jowilton Amaral da Costa
    27 de janeiro de 2017

    Achei um bom conto, apesar de ficar com pouca certeza se realmente entendi. Imaginei que os três que procuravam o santo graal, se reuniram com tantos outros, para um jantar, ou almoço, ao lado de Jesus e assim compreenderem a verdade sobre a história do messias. Viajei, legal, hein. Tem trama e uma surpresa um tanto nebulosa no final. Boa sorte.

  9. Tiago Menezes
    27 de janeiro de 2017

    Um conto muito bem escrito e que nos instiga a saber mais. Não consegui compreender bem o final, mas mesmo assim gostei do conto. Boa sorte.

  10. Sidney Muniz
    27 de janeiro de 2017

    O lha, eu pensei bastante sobre esse conto quando o li pela primeira vez e ao fim sinceramente me senti muito perdido.

    Respondo a você o porquê. É que mesmo imaginando toda essa questão de santa ceia, ter três vagas para treze pessoa… algumas coisas que de fato tentei encaixar no contexto e procurar um motivo maior, ou algo mais impactante, mas não consegui.

    D ias depois estou aqui a comentar o texto e novamente me ponho a pensar sobre a obra e por ignorância minha, certamente, não a compreendi ou simplesmente não havia nada demais para compreender… Quem sabe?

    E u que não sei, mas você certamente tem conhecimento o bastante para explicar ao final do desafio do que se trata. E saiba que eu li e reli alguns comentários do pessoal para tentar me apoiar em alguma explicação, mas ainda que algumas façam sentido não me cativaram.

    M as e daí, né? O conto ta aí e o prazo está acabando. Preciso ler e comentar mais algumas dezenas para depositar meus votos. O que sei é que por enquanto não compreendi sua ideia mesmo. Espero que na próxima eu consiga. Parabéns!

  11. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    27 de janeiro de 2017

    Olá, Apóstolo,

    Tudo bem?

    Gostei muito com a brincadeira do tempo, levando templários a participar da Santa Ceia. O final é ótimo e a condução do conto em si não fica atrás.

    Uma bela premissa, com ótima realização.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  12. Douglas Moreira Costa
    26 de janeiro de 2017

    É uma ideia muito original tendo em vista os outros contos que li aqui. Muito bem escrito, com uma condução dos acontecimentos muito bem feito. O final é bom também, cria diversas ramificações, mas ainda sim parece que falta algo. Como se o conto necessitasse de uma última frase.

  13. Evandro Furtado
    26 de janeiro de 2017

    O clima é até interessante e lembra aqueles filmes bíblicos da década de 50. Mas para algo mais efetivo, precisaria de um espaço maior, o que não possui nesse desafio.

    Resultado – Average

  14. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    Um conto criativo, ou melhor, com uma temática original neste desafio, interessante de ler e que podia continuar não fosse o limite de palavra imposto no desafio. Parabéns

  15. Pedro Luna
    25 de janeiro de 2017

    Achei legal, fica um clima de mistério em relação a viagem no tempo, mas fiquei boiando sobre os lugares vagos. rs. Bom, de certo, uma história que funcionaria bem melhor como conto do que micro conto. Não é ser chato, é simplesmente aceitar que aqui, parece um fragmento de algo maior. Por isso não teve impacto sobre mim. Mas repito: interessante, e por isso ganha pontos sobre outros.

    • Apóstolo
      25 de janeiro de 2017

      Caríssimo, a “Última Ceia” mencionada explica os “lugares vagos”.
      Em verdade, ao entender esse ponto, a estória se fecha.

      Eram 12 apóstolos e Jesus na Santa Ceia.

      • Pedro Luna
        25 de janeiro de 2017

        Manjo nada de religião. Foi mal.

  16. Wender Lemes
    25 de janeiro de 2017

    Olá! Gostei bastante do jogo que você fez com a palavra “Ordem”. A primeira interpretação que tive seria da ordem – como grupo – dos templários, até pelo contexto. Então, para que pudessem ter chegado a tempo para a última ceia, imagino que tenha havido uma mudança na ordem – sequência – do tempo, ou seja, uma quebra no fluxo temporal. Muito bem bolado e bem narrado, além de deixar as pontas soltas na medida.
    Parabéns e boa sorte.

  17. Marco Aurélio Saraiva
    25 de janeiro de 2017

    Gostei! Muito original, com um linguajar rebuscado mas que, ao mesmo tempo, prende bem o leitor e descreve bem as cenas sem confundir a leitura.

    Viagens no tempo com cavaleiros templários: tem como ser mais imaginativo do que isso?

    Visualizei um conto muito maior, onde eles ouvem, aprendem e acabam fazendo parte da história do seu deus. Só aí, o conto já ganha muitos pontos: em contar algo que vai muito além das suas 99 palavras.

    Parabéns mesmo!

  18. krimer
    25 de janeiro de 2017

    Muito bem escrito, uma trama, apesar de bastante conhecida, irresistível: cavaleiros templário que voltam no tempo, ao mesmo tempo que lança um gancho para que um dos cavaleiros fosse imortal, enfim… muito criativo.

  19. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Templários que viajam no tempo? Gostei também dessa premissa. Agora, na parte técnica, esse texto tem algumas coisas que não me agradaram. Desde a escolha do nome do narrador, até a escolha do verbos (misturando futuro do pretérito, presente e passado). Desculpe. Um abraço.

  20. catarinacunha2015
    24 de janeiro de 2017

    MERGULHO prometia mais do que apresentou. Texto bem escrito, mas que não passa de seis belos parágrafos de uma história maior. IMPACTO só na sensação de que fui enganada descaradamente. Kkk.

  21. Fheluany Nogueira
    24 de janeiro de 2017

    Ouvir sertanejo, “Ordem do Tempo”,Marcus e Dalto: – Te amaria bem mais/ Mais do que sou capaz / Mudava a ordem do tempo /E te amava mais… mais… ô, ô, ô -Ops! acho que não é essa ordem do tempo, não. Desculpe a brincadeira. O assunto do conto parece ser alguma conspiração envolvendo religião, história, filosofia, Santo Graal, Templo de Salomão, arqueologia – enfim, algo mais profundo e reflexivo. Leitura agradável, bom ritmo e um desfecho inesperado. Parabéns pela participação. Abraços.

  22. Victória Cardoso
    23 de janeiro de 2017

    Eu achei interessante a temática, mas por se tratar de um microconto (99 palavras!!!) e por eu não conhecer muito dos aspectos históricos e/ou religiosos, acabei não interpretando direito. De qualquer modo, achei boa a descrição, interessante a temática e certamente gostaria de ler além das 99 palavras. Boa sorte!

  23. Gustavo Henrique
    22 de janeiro de 2017

    Não teve muito impacto, mas ficou bom, um tema diferente!

  24. Priscila Pereira
    22 de janeiro de 2017

    Oi Apóstolo, se entendi bem, no final era Jesus com seus doze apóstolos, certo? Então esse Felipe D’Antanho, é o apóstolo Filipe. Quem seria o outro? Porque ele pensaria estar nas cruzadas? Segundo a Bíblia, os mortos não voltam mais para esse mundo de jeito algum… Não levando em conta minhas crenças, olhando o texto só como ficção, está bem interessante e nos leva a querer saber mais. Achei bem escrito e fluido, gostoso de ler. Parabéns e boa sorte!!

  25. andressa
    21 de janeiro de 2017

    Olá, entendi que a temática tem cunho religioso, mas para mim ficou um tanto aberto o enredo da história. Mas uma boa leitura. Boa sorte!

  26. Benjamim Boaventura
    21 de janeiro de 2017

    Ótima temática.

  27. Estela Menezes
    20 de janeiro de 2017

    A ideia é bem interessante e original. A forma da narração, apesar de correta, de ter começo, meio e fim, mesmo que aberto, não contribui para o entendimento da intenção do autor… Muitos detalhes tornam a coisa ainda mais confusa: “seis anos?/ trios diversos?/suspeito que procurávamos?/com diferentes roupas?”. O resultado acabou sendo prejudicado…

  28. Amanda Gomez
    20 de janeiro de 2017

    Olá,

    Senti que é uma introdução para algo maior, com essas poucas palavras não dá pra se situar na história, mas deixa uma curiosidade, gosto de histórias nessa temática, com certeza gostaria de ler mais sobre.

    Não sei que tipo de interpretação eu tenho do conto em si, acho que falhei nessa parte.

    No mais, está bem escrito e trás uma atmosfera medieval bem vinda, não deve ter muitos contos parecidos por aqui.

    Parabéns, boa sorte no desafio!

  29. Mariana
    20 de janeiro de 2017

    Nunca consegui me envolver com narrativas desse tipo, idade média, fantasia, templários etc. Está bem escrito, mas, pessoalmente, não me agrada

  30. Cilas Medi
    19 de janeiro de 2017

    Um bom conto, finalizado corretamente, com temática religiosa, simples e objetivo. Boa sorte!

  31. Srgio Ferrari
    19 de janeiro de 2017

    Ah, qualquer nota pra esse. Uma voz firme e suave é uma descrição que eu entendo, mas não parece honesta comigo numa descritiva. Se fez luz é algo muito feio, creio. Enfim, recortes de referências coladas sem um soco final.

  32. Felipe Alves
    19 de janeiro de 2017

    Maldito limite de palavras! Gostei do enredo e o encaro como introdução para um universo de possibilidades. Simples, direto e cheio de vida. Seu texto está de parabéns. Boa sorte!

  33. Tom Lima
    18 de janeiro de 2017

    Olha, minha opinião pode ser enviesada por gostar muito da história (e das teorias conspiratórias) da Ordo Pauperum…

    Dito isto, gostei bastante. Criou uma imagem bem interessante e também uma explicação para o mistério que ronda a ordem. Isso pode ser percebido por alguns como um problema, porque o conto pede uma certa quantidade de conhecimento prévio, mas pra mim funcionou, e muito bem.

    O título foi bem escolhido pra direcionar a interpretação do final.

    Parabéns!

    Abraços.

  34. Thayná Afonso
    18 de janeiro de 2017

    Muito bem escrito, mas me deixou com a impressão de que é uma introdução para uma história que nem chegou a ser desenvolvida no conto. Tudo bem, 99 palavras é uma limitação muito grande, mas fiquei um pouco confusa, não consegui compreender o que diabos este homem fez por seis anos. Ele renunciou a tudo com a missão de proteger os peregrinos, mas acabou virando arqueólogo? Saiu para proteger os peregrinos e passou seis anos escavando sob o Templo de Salomão? Sério, talvez o problema seja comigo, mas realmente fiquei confusa. Enfim, parabéns, sua desenvoltura com a escrita é perceptível.

  35. Felipe Teodoro
    18 de janeiro de 2017

    Olá, Apóstolo!

    Tudo bem?

    Rapaz, curti sua ideia, achei que você construiu todo um universo muito interessante, mesclando a história. Acho que a construção é bem sútil e traz frases que podem ser interpretadas de várias formas e isso, as vezes é um problema. Aqui no caso, teu enredo soa como um pequeno recorte e não chega a entender as expectativas do início da história. Pelo menos para mim. O vocabúlario utilizado poderia ser um pouco mais contextualizado com o perfil do narrador. Mas ainda assim, é complicado, já que está escrevendo em português. Enfim, uma ideia que tem potencial, e um micro conto que aborda uma trama ampla demais para apenas 99 palavras.

    Abraço.

  36. Brian Oliveira Lancaster
    18 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Olha aí uma espécie de viagem no tempo original. Tanto na forma, quanto na conclusão. Pareceu-me que o personagem estava narrando sua história a alguém, mas isso não ficou muito claro. Gostei pela ousadia. Então os descobridores se transformaram em apóstolos? Sutil, mas eficiente. – 9,0
    O: Pois é. É possível ser original mesmo valendo-se de clichês. Um ponto positivo foi despistar, no início da história, sua real intenção. – 9,0
    D: Só a palavra “toldados” pareceu um tanto fora do padrão que vinha sendo construído. Sei que significa nebuloso, turvo, mas soou estranho. O restante flui muito bem, de forma simples, mas eficiente. – 8,5
    Fator “Oh my”: bela reviravolta. O que aconteceu depois fica para a imaginação. Mas o texto é bem fechado no que se propõe. Daria uma ótima história mais longa, tipo Operação Cavalo de Troia. (Analisando o título, parece-me que este é o futuro deles, criar uma Ordem, certo?)

  37. brás cubas
    18 de janeiro de 2017

    Olá! Gostei do conto. Não sei se é uma empatia natural que tenho pela História, principalmente quando se trata de Idade Média. Achei que, como alguém disse aqui nos comentários, o autor poderia ter mostrado mais e contado menos, mas isso é uma questão estética.
    De qualquer forma, senti uma nostalgia dos tempos de adolescência, quando lia muitas histórias medievais e contos arturianos.
    Boa sorte!

  38. Fabio Baptista
    17 de janeiro de 2017

    O conto exagera no “contar” e tem pouco de “mostrar”. Parece o recorte de uma história bem maior, que não caberia (nem o recorte, muito menos a história completa) em 99 palavras de jeito nenhum. O final é aberto demais e não traz muito impacto.

    Mas eu gostei pra caralho. Subjetividade é um negócio impressionante… e esse tema costuma ser meu ponto fraco.

    Abraço!

  39. ROSELAINE HAHN
    17 de janeiro de 2017

    Olá apóstolo, confesso que colei os comentários, a princípio não entendi bem, achei um tanto narrativo, mas olha o problema não é vc., sou eu. Reli várias vezes para perceber a profundidade da mensagem, tem muita informação histórica interessante, o viés escolhido se destaca na multidão de histórias do cotidiano. Bom texto.

  40. Iolandinha Pinheiro
    17 de janeiro de 2017

    Não pode ser a Santa Ceia original, porque a procura pelo cálice sagrado só ocorreu muitos anos depois, o que me leva a crer que quando finalmente entrassem no templo de Salomão, ou no céu, ou no inferno, já seriam esperados. Muita perspectiva em pouco espaço, ao invés de dar ideia para preencher lacunas, deu a impressão de trecho de uma coisa maior e não de microconto. Foi isso. Sorte.

  41. Leo Jardim
    17 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐▫▫): acho que é uma trama muito grande para tão poucas palavras. Pelo que entendi, encontram novamente a Santa Ceia. Só não entendi o lance dos três lugares vagos…

    📝 Técnica (⭐⭐▫): não vi nenhum problema.

    💡 Criatividade (⭐⭐): achei criativo.

    ✂ Concisão (⭐▫): ficou parecendo apertado para o espaço.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): não chegou a causar muito impacto.

    Obs.: Usei essa imagem em outro desafio 🙂

  42. mariasantino1
    17 de janeiro de 2017

    Boa, um misticismo pra mexer com a cachola vai sempre bem.

    Então, templários aí que tomam lugares que seriam de três apóstolos abre margem para se imaginar, hein? Quem seriam os apóstolos? A dita porta, ou portal como representação mística brincando com tempo e espaço também é muito bom. Gosto das teorias acerca do Santo Graal e de imaginar que muito do que recebemos como concreto nos fatos históricos, estão mais para representação simbólica.

    Bom conto, belas imagens, escolhas de palavras e construção.

    Boa sorte no desafio.

  43. Bianca Machado
    17 de janeiro de 2017

    Essa é a parte da História da qual menos gosto, as Cruzadas. Tenho ojeriza, tanto quanto tenho das guerras do século XX. Mas das teorias conspiratórias a respeito dos Templários e do Santo Graal eu adoro, hahhahah! Desculpe, dei a minha interpretação própria e pra mim, por causa do título, imagino cavaleiros que viajaram no tempo, com sua missão de procurar o Graal, apóstolos reencarnados que, um dia, tomaram de volta seu lugar à mesa da Santa Ceia. Se o autor não se incomodar com as várias interpretações possíveis, o texto serve como microconto. Mas se estiver esperando a interpretação exata, nesse caso acredito que não. Enfim, uma instigante e ótima leitura. Parabéns!

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Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .