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Detox Literário.

Ordem do Tempo (Olisomar Pires)

ordem

Nossa missão seria proteger os peregrinos nos caminhos da Terra Santa. Fizemos votos, renunciamos ao mundo e riquezas, nos tornamos soldados de Cristo. Meu nome, Felipe D’Antanho.

Mas por seis anos, em trios diversos, escavamos sob o Templo de Salomão. Suspeito que procurávamos a Taça da Última Ceia.

Certo dia, descobrimos uma porta simples e entramos. A princípio nada enxergávamos, como se toldados da visão.

– Adiantem-se, esperávamos vocês – anunciou uma voz firme, porém suave.

Então se fez luz, vimos uma mesa com três lugares vagos, para um total de treze convidados.

Com diferentes roupas, sentamos e ouvimos.

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99 comentários em “Ordem do Tempo (Olisomar Pires)

  1. Pingback: O VIVER DE CRISTO, por Leonardo Coe – POESIA ESPINHA DE PEIXE

  2. Olisomar Pires
    28 de janeiro de 2017

    Obrigado a todos pelos comentários e empenho em desvendar a história.

    Fiquei surpreso com o número de pessoas que se disseram desconhecedores de fatos básicos do Cristianismo. Levarei isso em consideração numa próxima aventura.

    Atenciosamente,

    Olisomar Pires

  3. Lídia
    27 de janeiro de 2017

    Micro aberto, com contexto histórico…
    Senti falta de algo que me fizesse apegar ao texto…
    Boa Sorte!

  4. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Outro micro abordando viagem no tempo?
    Curto a temática, e gostei do seu recorte histórico. Mas, tomando como parâmetro os demais micros que li aqui, na mesma temática, infelizmente acabei não me rendendo tanto ao seu.
    Mas boa sorte! 🙂

  5. Andre Luiz
    27 de janeiro de 2017

    -Originalidade(9,0): Um conto medieval que brinca com a questão do tempo. Diferente.

    -Construção(8,0): O problema está em quem não entende muito a sacada. Para quem não conhece a história dos apóstolos segundo a religião conta, o texto pode não fazer sentido. Para quem conhece, é uma boa sacada.

    -Apego(8,0): Gostei da jogada com o tempo, e também da atmosfera criada.

    Boa sorte!

  6. Renato Silva
    27 de janeiro de 2017

    Mesmo que alguns digam que isso não é microconto, eu gosto desse tipo de narrativa que consiste em fazer um recorte de uma estória maior e dar esse destaque. É narrar uma pequena cena. Difícil falar em começo, meio e fim para todos os microcontos. Se exigirmos isso, deixa todos muito parecidos e monótonos. Se todos os microcontos que li neste desafio fossem assim, eu não suportaria ler a metade dos que li até agora.

    A sua narrativa é muito boa e você tá de parabéns.

    Boa sorte.

  7. Andreza Araujo
    27 de janeiro de 2017

    Hmm ótimo tema abordado, destaca-se dos demais textos. Vou ignorar parcialmente os aspectos religiosos porque não os conheço a fundo (perdoa se eu falar alguma besteira), então vou dizer a interpretação que eu tive da sua história. A parte “suspeito que procurávamos a taça” sugere que a última ceia já aconteceu, mas os apóstolos continuaram sua missão. No final, eles se reencontram com Jesus e os outros discípulos, mas fiquei encucada com o lance da luz e da escuridão, como se fosse algo metafórico… Será que eles estavam mortos e se encontraram no céu? Minha outra interpretação é que tudo é uma metáfora, alguém que busca servir a Deus, que encontra seus ensinamentos na igreja e conhece a Cristo através do sacramento da Eucaristia (na missa, a Santa Ceia é “simulada”). Desculpa se viajei demais, gostei de pensar qual seria a ideia central do texto. Ótimo conto.

  8. Jowilton Amaral da Costa
    27 de janeiro de 2017

    Achei um bom conto, apesar de ficar com pouca certeza se realmente entendi. Imaginei que os três que procuravam o santo graal, se reuniram com tantos outros, para um jantar, ou almoço, ao lado de Jesus e assim compreenderem a verdade sobre a história do messias. Viajei, legal, hein. Tem trama e uma surpresa um tanto nebulosa no final. Boa sorte.

  9. Tiago Menezes
    27 de janeiro de 2017

    Um conto muito bem escrito e que nos instiga a saber mais. Não consegui compreender bem o final, mas mesmo assim gostei do conto. Boa sorte.

  10. Sidney Muniz
    27 de janeiro de 2017

    O lha, eu pensei bastante sobre esse conto quando o li pela primeira vez e ao fim sinceramente me senti muito perdido.

    Respondo a você o porquê. É que mesmo imaginando toda essa questão de santa ceia, ter três vagas para treze pessoa… algumas coisas que de fato tentei encaixar no contexto e procurar um motivo maior, ou algo mais impactante, mas não consegui.

    D ias depois estou aqui a comentar o texto e novamente me ponho a pensar sobre a obra e por ignorância minha, certamente, não a compreendi ou simplesmente não havia nada demais para compreender… Quem sabe?

    E u que não sei, mas você certamente tem conhecimento o bastante para explicar ao final do desafio do que se trata. E saiba que eu li e reli alguns comentários do pessoal para tentar me apoiar em alguma explicação, mas ainda que algumas façam sentido não me cativaram.

    M as e daí, né? O conto ta aí e o prazo está acabando. Preciso ler e comentar mais algumas dezenas para depositar meus votos. O que sei é que por enquanto não compreendi sua ideia mesmo. Espero que na próxima eu consiga. Parabéns!

  11. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    27 de janeiro de 2017

    Olá, Apóstolo,

    Tudo bem?

    Gostei muito com a brincadeira do tempo, levando templários a participar da Santa Ceia. O final é ótimo e a condução do conto em si não fica atrás.

    Uma bela premissa, com ótima realização.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  12. Douglas Moreira Costa
    26 de janeiro de 2017

    É uma ideia muito original tendo em vista os outros contos que li aqui. Muito bem escrito, com uma condução dos acontecimentos muito bem feito. O final é bom também, cria diversas ramificações, mas ainda sim parece que falta algo. Como se o conto necessitasse de uma última frase.

  13. Evandro Furtado
    26 de janeiro de 2017

    O clima é até interessante e lembra aqueles filmes bíblicos da década de 50. Mas para algo mais efetivo, precisaria de um espaço maior, o que não possui nesse desafio.

    Resultado – Average

  14. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    Um conto criativo, ou melhor, com uma temática original neste desafio, interessante de ler e que podia continuar não fosse o limite de palavra imposto no desafio. Parabéns

  15. Pedro Luna
    25 de janeiro de 2017

    Achei legal, fica um clima de mistério em relação a viagem no tempo, mas fiquei boiando sobre os lugares vagos. rs. Bom, de certo, uma história que funcionaria bem melhor como conto do que micro conto. Não é ser chato, é simplesmente aceitar que aqui, parece um fragmento de algo maior. Por isso não teve impacto sobre mim. Mas repito: interessante, e por isso ganha pontos sobre outros.

    • Apóstolo
      25 de janeiro de 2017

      Caríssimo, a “Última Ceia” mencionada explica os “lugares vagos”.
      Em verdade, ao entender esse ponto, a estória se fecha.

      Eram 12 apóstolos e Jesus na Santa Ceia.

      • Pedro Luna
        25 de janeiro de 2017

        Manjo nada de religião. Foi mal.

  16. Wender Lemes
    25 de janeiro de 2017

    Olá! Gostei bastante do jogo que você fez com a palavra “Ordem”. A primeira interpretação que tive seria da ordem – como grupo – dos templários, até pelo contexto. Então, para que pudessem ter chegado a tempo para a última ceia, imagino que tenha havido uma mudança na ordem – sequência – do tempo, ou seja, uma quebra no fluxo temporal. Muito bem bolado e bem narrado, além de deixar as pontas soltas na medida.
    Parabéns e boa sorte.

  17. Marco Aurélio Saraiva
    25 de janeiro de 2017

    Gostei! Muito original, com um linguajar rebuscado mas que, ao mesmo tempo, prende bem o leitor e descreve bem as cenas sem confundir a leitura.

    Viagens no tempo com cavaleiros templários: tem como ser mais imaginativo do que isso?

    Visualizei um conto muito maior, onde eles ouvem, aprendem e acabam fazendo parte da história do seu deus. Só aí, o conto já ganha muitos pontos: em contar algo que vai muito além das suas 99 palavras.

    Parabéns mesmo!

  18. krimer
    25 de janeiro de 2017

    Muito bem escrito, uma trama, apesar de bastante conhecida, irresistível: cavaleiros templário que voltam no tempo, ao mesmo tempo que lança um gancho para que um dos cavaleiros fosse imortal, enfim… muito criativo.

  19. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Templários que viajam no tempo? Gostei também dessa premissa. Agora, na parte técnica, esse texto tem algumas coisas que não me agradaram. Desde a escolha do nome do narrador, até a escolha do verbos (misturando futuro do pretérito, presente e passado). Desculpe. Um abraço.

  20. catarinacunha2015
    24 de janeiro de 2017

    MERGULHO prometia mais do que apresentou. Texto bem escrito, mas que não passa de seis belos parágrafos de uma história maior. IMPACTO só na sensação de que fui enganada descaradamente. Kkk.

  21. Fheluany Nogueira
    24 de janeiro de 2017

    Ouvir sertanejo, “Ordem do Tempo”,Marcus e Dalto: – Te amaria bem mais/ Mais do que sou capaz / Mudava a ordem do tempo /E te amava mais… mais… ô, ô, ô -Ops! acho que não é essa ordem do tempo, não. Desculpe a brincadeira. O assunto do conto parece ser alguma conspiração envolvendo religião, história, filosofia, Santo Graal, Templo de Salomão, arqueologia – enfim, algo mais profundo e reflexivo. Leitura agradável, bom ritmo e um desfecho inesperado. Parabéns pela participação. Abraços.

  22. Victória Cardoso
    23 de janeiro de 2017

    Eu achei interessante a temática, mas por se tratar de um microconto (99 palavras!!!) e por eu não conhecer muito dos aspectos históricos e/ou religiosos, acabei não interpretando direito. De qualquer modo, achei boa a descrição, interessante a temática e certamente gostaria de ler além das 99 palavras. Boa sorte!

  23. Gustavo Henrique
    22 de janeiro de 2017

    Não teve muito impacto, mas ficou bom, um tema diferente!

  24. Priscila Pereira
    22 de janeiro de 2017

    Oi Apóstolo, se entendi bem, no final era Jesus com seus doze apóstolos, certo? Então esse Felipe D’Antanho, é o apóstolo Filipe. Quem seria o outro? Porque ele pensaria estar nas cruzadas? Segundo a Bíblia, os mortos não voltam mais para esse mundo de jeito algum… Não levando em conta minhas crenças, olhando o texto só como ficção, está bem interessante e nos leva a querer saber mais. Achei bem escrito e fluido, gostoso de ler. Parabéns e boa sorte!!

  25. andressa
    21 de janeiro de 2017

    Olá, entendi que a temática tem cunho religioso, mas para mim ficou um tanto aberto o enredo da história. Mas uma boa leitura. Boa sorte!

  26. Benjamim Boaventura
    21 de janeiro de 2017

    Ótima temática.

  27. Estela Menezes
    20 de janeiro de 2017

    A ideia é bem interessante e original. A forma da narração, apesar de correta, de ter começo, meio e fim, mesmo que aberto, não contribui para o entendimento da intenção do autor… Muitos detalhes tornam a coisa ainda mais confusa: “seis anos?/ trios diversos?/suspeito que procurávamos?/com diferentes roupas?”. O resultado acabou sendo prejudicado…

  28. Amanda Gomez
    20 de janeiro de 2017

    Olá,

    Senti que é uma introdução para algo maior, com essas poucas palavras não dá pra se situar na história, mas deixa uma curiosidade, gosto de histórias nessa temática, com certeza gostaria de ler mais sobre.

    Não sei que tipo de interpretação eu tenho do conto em si, acho que falhei nessa parte.

    No mais, está bem escrito e trás uma atmosfera medieval bem vinda, não deve ter muitos contos parecidos por aqui.

    Parabéns, boa sorte no desafio!

  29. Mariana
    20 de janeiro de 2017

    Nunca consegui me envolver com narrativas desse tipo, idade média, fantasia, templários etc. Está bem escrito, mas, pessoalmente, não me agrada

  30. Cilas Medi
    19 de janeiro de 2017

    Um bom conto, finalizado corretamente, com temática religiosa, simples e objetivo. Boa sorte!

  31. Srgio Ferrari
    19 de janeiro de 2017

    Ah, qualquer nota pra esse. Uma voz firme e suave é uma descrição que eu entendo, mas não parece honesta comigo numa descritiva. Se fez luz é algo muito feio, creio. Enfim, recortes de referências coladas sem um soco final.

  32. Felipe Alves
    19 de janeiro de 2017

    Maldito limite de palavras! Gostei do enredo e o encaro como introdução para um universo de possibilidades. Simples, direto e cheio de vida. Seu texto está de parabéns. Boa sorte!

  33. Tom Lima
    18 de janeiro de 2017

    Olha, minha opinião pode ser enviesada por gostar muito da história (e das teorias conspiratórias) da Ordo Pauperum…

    Dito isto, gostei bastante. Criou uma imagem bem interessante e também uma explicação para o mistério que ronda a ordem. Isso pode ser percebido por alguns como um problema, porque o conto pede uma certa quantidade de conhecimento prévio, mas pra mim funcionou, e muito bem.

    O título foi bem escolhido pra direcionar a interpretação do final.

    Parabéns!

    Abraços.

  34. Thayná Afonso
    18 de janeiro de 2017

    Muito bem escrito, mas me deixou com a impressão de que é uma introdução para uma história que nem chegou a ser desenvolvida no conto. Tudo bem, 99 palavras é uma limitação muito grande, mas fiquei um pouco confusa, não consegui compreender o que diabos este homem fez por seis anos. Ele renunciou a tudo com a missão de proteger os peregrinos, mas acabou virando arqueólogo? Saiu para proteger os peregrinos e passou seis anos escavando sob o Templo de Salomão? Sério, talvez o problema seja comigo, mas realmente fiquei confusa. Enfim, parabéns, sua desenvoltura com a escrita é perceptível.

  35. Felipe Teodoro
    18 de janeiro de 2017

    Olá, Apóstolo!

    Tudo bem?

    Rapaz, curti sua ideia, achei que você construiu todo um universo muito interessante, mesclando a história. Acho que a construção é bem sútil e traz frases que podem ser interpretadas de várias formas e isso, as vezes é um problema. Aqui no caso, teu enredo soa como um pequeno recorte e não chega a entender as expectativas do início da história. Pelo menos para mim. O vocabúlario utilizado poderia ser um pouco mais contextualizado com o perfil do narrador. Mas ainda assim, é complicado, já que está escrevendo em português. Enfim, uma ideia que tem potencial, e um micro conto que aborda uma trama ampla demais para apenas 99 palavras.

    Abraço.

  36. Brian Oliveira Lancaster
    18 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Olha aí uma espécie de viagem no tempo original. Tanto na forma, quanto na conclusão. Pareceu-me que o personagem estava narrando sua história a alguém, mas isso não ficou muito claro. Gostei pela ousadia. Então os descobridores se transformaram em apóstolos? Sutil, mas eficiente. – 9,0
    O: Pois é. É possível ser original mesmo valendo-se de clichês. Um ponto positivo foi despistar, no início da história, sua real intenção. – 9,0
    D: Só a palavra “toldados” pareceu um tanto fora do padrão que vinha sendo construído. Sei que significa nebuloso, turvo, mas soou estranho. O restante flui muito bem, de forma simples, mas eficiente. – 8,5
    Fator “Oh my”: bela reviravolta. O que aconteceu depois fica para a imaginação. Mas o texto é bem fechado no que se propõe. Daria uma ótima história mais longa, tipo Operação Cavalo de Troia. (Analisando o título, parece-me que este é o futuro deles, criar uma Ordem, certo?)

  37. brás cubas
    18 de janeiro de 2017

    Olá! Gostei do conto. Não sei se é uma empatia natural que tenho pela História, principalmente quando se trata de Idade Média. Achei que, como alguém disse aqui nos comentários, o autor poderia ter mostrado mais e contado menos, mas isso é uma questão estética.
    De qualquer forma, senti uma nostalgia dos tempos de adolescência, quando lia muitas histórias medievais e contos arturianos.
    Boa sorte!

  38. Fabio Baptista
    17 de janeiro de 2017

    O conto exagera no “contar” e tem pouco de “mostrar”. Parece o recorte de uma história bem maior, que não caberia (nem o recorte, muito menos a história completa) em 99 palavras de jeito nenhum. O final é aberto demais e não traz muito impacto.

    Mas eu gostei pra caralho. Subjetividade é um negócio impressionante… e esse tema costuma ser meu ponto fraco.

    Abraço!

  39. ROSELAINE HAHN
    17 de janeiro de 2017

    Olá apóstolo, confesso que colei os comentários, a princípio não entendi bem, achei um tanto narrativo, mas olha o problema não é vc., sou eu. Reli várias vezes para perceber a profundidade da mensagem, tem muita informação histórica interessante, o viés escolhido se destaca na multidão de histórias do cotidiano. Bom texto.

  40. Iolandinha Pinheiro
    17 de janeiro de 2017

    Não pode ser a Santa Ceia original, porque a procura pelo cálice sagrado só ocorreu muitos anos depois, o que me leva a crer que quando finalmente entrassem no templo de Salomão, ou no céu, ou no inferno, já seriam esperados. Muita perspectiva em pouco espaço, ao invés de dar ideia para preencher lacunas, deu a impressão de trecho de uma coisa maior e não de microconto. Foi isso. Sorte.

  41. Leo Jardim
    17 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐▫▫): acho que é uma trama muito grande para tão poucas palavras. Pelo que entendi, encontram novamente a Santa Ceia. Só não entendi o lance dos três lugares vagos…

    📝 Técnica (⭐⭐▫): não vi nenhum problema.

    💡 Criatividade (⭐⭐): achei criativo.

    ✂ Concisão (⭐▫): ficou parecendo apertado para o espaço.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): não chegou a causar muito impacto.

    Obs.: Usei essa imagem em outro desafio 🙂

  42. mariasantino1
    17 de janeiro de 2017

    Boa, um misticismo pra mexer com a cachola vai sempre bem.

    Então, templários aí que tomam lugares que seriam de três apóstolos abre margem para se imaginar, hein? Quem seriam os apóstolos? A dita porta, ou portal como representação mística brincando com tempo e espaço também é muito bom. Gosto das teorias acerca do Santo Graal e de imaginar que muito do que recebemos como concreto nos fatos históricos, estão mais para representação simbólica.

    Bom conto, belas imagens, escolhas de palavras e construção.

    Boa sorte no desafio.

  43. Bianca Machado
    17 de janeiro de 2017

    Essa é a parte da História da qual menos gosto, as Cruzadas. Tenho ojeriza, tanto quanto tenho das guerras do século XX. Mas das teorias conspiratórias a respeito dos Templários e do Santo Graal eu adoro, hahhahah! Desculpe, dei a minha interpretação própria e pra mim, por causa do título, imagino cavaleiros que viajaram no tempo, com sua missão de procurar o Graal, apóstolos reencarnados que, um dia, tomaram de volta seu lugar à mesa da Santa Ceia. Se o autor não se incomodar com as várias interpretações possíveis, o texto serve como microconto. Mas se estiver esperando a interpretação exata, nesse caso acredito que não. Enfim, uma instigante e ótima leitura. Parabéns!

  44. Luis Guilherme
    16 de janeiro de 2017

    Boa noite, amigo.

    Cara, não sei se saquei bem as referências, e pouco entendo de cristianismo, então talvez isso tenha atrapalhado um pouco minha interpretação.

    Dessa forma, apesar de muito bem escrito, não consegui sentir nada mais forte, e acabou não me ganhando.

    Mesmo assim, a condução e estrutura da história são o ponto forte.

    Parabéns pelo trabalho.

  45. Victor F. Miranda
    16 de janeiro de 2017

    Gostei do título. O conto não me causou nenhum impacto, mas foi bem escrito e estruturado. Diria que achei interessante.

  46. Givago Domingues Thimoti
    16 de janeiro de 2017

    Eu não entendi muito bem o conto. É bem escrito, mas, como citado acima por alguns, faltou uma conclusão que desse mais sentido.
    A premissa é interessantíssima.
    Boa sorte!

  47. Gustavo Aquino Dos Reis
    16 de janeiro de 2017

    Apóstolo,

    gosto muito do tema e me apetece essas interpretações livres sobre circunstancias históricas. Teu trabalho é cabalístico, instiga a curiosidade e está solidamente bem escrito.

    Acho que ele funcionaria ainda mais em um conto.

    O microconto, aqui, só serviu para abrir o apetite.

    Parabéns.

  48. juliana calafange da costa ribeiro
    16 de janeiro de 2017

    achei confuso. Entendi sua proposta, mas acho q precisava ser mais trabalhada, talvez se tivéssemos mais tempo, pra chegar a um resultado mais redondo. Parabéns!

  49. Lee Rodrigues
    16 de janeiro de 2017

    Caro autor, seu enredo foi construído com riqueza nos pequenos detalhes, e essa atenção dada na construção, requer de nós leitores, um olhar mais atento, porque uma única palavra pode dizer mais que uma frase inteira.

    No primeiro parágrafo o sobrenome de Felipe – “D’Antanho” –, de outrora, dos tempos idos. Não apenas me diz que ele é o mesmo de outro momento, como também que continua fazendo o que fazia – levar os peregrinos à Terra Santa –, conduzir o povo no caminho de Jesus.

    “Então se fez luz”, não é porque estava escuro, é porque faltava entendimento do que realmente procuravam, luz significa sabedoria, lâmpada para os pés.

    E o final, onde você os colocou de volta na mesa, nos diz que ali, o velho se faz novo.

    Seu micro é macro.

  50. waldo gomes
    16 de janeiro de 2017

    Cavaleiros templários que procuram o Graal. O tema não é novo, há dezenas de livros por aí com essa pegada.

    Mas enviar os caras numa viagem do tempo ou que seja outra coisa (morte, fantasia) ficou muito bom.

    O conto é muito bem escrito, a brincadeira com o título ficou ótima, a imagem é pra não deixar dúvidas. Um conto que dá o que pensar, é divertido e profundo ao mesmo tempo. E isso tudo em 99 palavras. Top 20 fácil.

  51. Nina Novaes
    16 de janeiro de 2017

    Ótimo conto.

    A narrativa é bem linear e não exige muito, exceto pelo final que pede um pouco mais de compreensão as dicas que são soltas ao longo do texto.

    O final também nos faz teorizar o acerca do que são esses 3 homens e a voz. Jesus? Apóstolos?

    Enfim, ótimo, eu adorei!

    Parabéns. 🙂

  52. Juliano Gadêlha
    15 de janeiro de 2017

    Primeiramente, muitíssimo bem escrito. Não só em termos gramaticais, mas também de estruturação das ideias no texto. O tema a princípio me pareceu um pouco batido, mas a verdade é que a história segue para um lado menos explorado. Óbvio que esse tema é mais comum em longos romances e tal, mas o fato de ele ter sido realizado com sucesso nessa estrutura é realmente louvável.
    Parabéns ao autor e continue com o bom trabalho!

  53. Eduardo Selga
    15 de janeiro de 2017

    O conto trabalha com alguns elementos históricos, como a Ordem dos Templários, o Santo Graal (que pode ser lendário), o Templo de Salomão e a Santa Ceia.

    Nesse último ponto parece estar a chave do conto. Há uma mesa posta com treze lugares (o de Jesus e os de seus apóstolos), dos quais três estão vagos. É de se supor que Jesus (a “voz firme, porém suave”) e nove apóstolos já estão na cena, o que sugere que o trio templário (o protagonista e mais dois) sejam os apóstolos que faltam (“esperávamos vocês”). Seria uma espécie de transmutação: os três se tornam apóstolos ao passar pela porta, como se reassumissem a tarefa de uma encarnação anterior.

    Assim sendo, e se minha interpretação tiver pertinência, não apenas se trata de realidade histórica alternativa, mas também do discurso do insólito. Uma ideia muito boa, mas a linguagem adotada não colaborou para que ficasse menos nebuloso (não digo esclarecer por completo), que a voz é de Jesus e o trio é de apóstolos.

  54. Tatiane Mara
    15 de janeiro de 2017

    Olá.

    Uma grande história num pequeno texto. Ficou bom demais: três cavaleiros que, por acaso, voltam no tempo, se encontram com Jesus e se tornam apóstolos que faltavam naquele momento.

    Há muitas interpretações além, como poderia ser a morte do trio, alucinações, enfim … um conto aberto e fechado simultaneamente.

    Bem escrito, redondinho.

    Boa sorte.

  55. Zé Ronaldo
    15 de janeiro de 2017

    Que maravilha! Que perfeição de microconto! Que texto aberto mas que, com o conhecimento do leitor, chega-se a um ótimo trabalho! Bem direcionado, bem escrito! Perfeito! Bem-vindo aos vintão, cara!

  56. angst447
    15 de janeiro de 2017

    Contou uma história inteira em poucas palavras. O trio que encontra o seu lugar ao lado de Cristo na mesa da Santa Ceia. Doze apóstolos e Jesus – treze lugares – em um lugar soterrado pelo tempo. A busca do Santo Graal enfim terminou.
    Bem escrito, sem erros, ou voltas desnecessárias. Conto disse a que veio e silenciou.
    Boa sorte!

  57. Sandra A. Datti
    15 de janeiro de 2017

    Quanto chegamos ao fim do contito, sentimos algo que parece nos anunciar uma continuidade…Ah, que eu não seja crucificada por este pitaco, hehehe, mas dá para vislumbrar algo muito maior… Lembrou-me Operação Cavalo de Tróia, em que os viajantes aportam na época de Cristo (as roupas diferentes dos convidados me deram margem para essa “fuga” através dos tempos)…
    Gostei da escrita direta, limpa, e mais ainda da escolha e desenvolvimento do tema.
    Parabéns!

  58. Poly
    15 de janeiro de 2017

    Bem escrito, e tomou um rumo interessante, diferente do que imaginava.

  59. Evelyn Postali
    14 de janeiro de 2017

    Não sei. Acho que esse seria o começo de algo maior. Então, ficou aberto demais. Mas eu gosto do tema. E gosto da ambientação. Gosto de como a linguagem aconteceu para contar esse trecho. Está bem escrito, coerente.

  60. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    Interessante para o início de uma boa história, mas não para um microconto completo. Dá vontade de saber como continua. Você plantou algumas ideias boas para amarrar o enredo mais para frente, como o fato deles estarem esperando os cavaleiros, mantendo os três lugares vagos.

    • Apóstolo.
      15 de janeiro de 2017

      Não continua, já acabou. Pelo menos para o trio.

  61. edsoncarvalhodrywall
    14 de janeiro de 2017

    Interessante para o início de uma boa história, mas não para um microconto completo. Dá vontade de saber como continua. Você plantou algumas ideias boas para amarrar o enredo mais para frente, como o fato deles estarem esperando os cavaleiros, mantendo os três lugares vagos.

  62. Fernando Cyrino
    14 de janeiro de 2017

    Uma história de um tempo fato de tantas sombras e dentro dele você quer me mostrar um tanto de luz. A metáfora da mesa de treze lugares me soa interessante, mas ao mesmo tempo um tanto batida. Tive dúvidas, caso não tenha escorregado em alguma maionese e compreendido a metáfora, em identificar os três possíveis e conhecidos apóstolos que se encontrassem ausentes. Gosto da abertura para possíveis sugestões dentro do hermetismo sugerido pelas sombras do conto. Parabéns pela narrativa. Abraços de sucesso.

  63. Laís Helena Serra Ramalho
    14 de janeiro de 2017

    Gostei da forma como você conseguiu contar toda a história dentro do espaço do microconto, e mais ainda de como você conseguiu dar um novo ar a uma história que já lemos várias vezes.

    Não sei se foi a sua intenção, mas gosto de imaginar que o final poderia sugerir que quem está lá não é Jesus, mas um impostor levando os escavadores a uma armadilha.

  64. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    13 de janeiro de 2017

    Uma cena bem descrita. Começo, meio e fim. Encontro com a luz, um lugar ao SOL para todo aquele que luta…

  65. Vitor De Lerbo
    13 de janeiro de 2017

    Ótimo conto, deixa em aberto se o que vimos foi uma viagem no tempo, uma alucinação ou um milagre. Pelo título, creio que seja o primeiro.
    Muito bem escrito, aborda uma temática que me agrada bastante.
    Parabéns e boa sorte!

  66. Simoni Dário
    13 de janeiro de 2017

    Uma viagem no tempo e os três (apóstolos?) tomam assento à mesa com Jesus? Interessante a forma que usou para conduzir. Disse muito em pouquíssimas palavras. Parabéns!
    Bom desafio!

  67. Gustavo Castro Araujo
    13 de janeiro de 2017

    Muito boa a atmosfera criada. Cavaleiros templários que buscam o Santo Graal constituem uma receita que conquista facilmente – taí o Indiana Jones e a Última Cruzada. Aqui, vemos que ao encontrar o cálice, os cavaleiros são transportados para a noite da última ceia, sendo eles mesmos apóstolos de Cristo. Uma boa sacada, com bastante entrelinhas. Creio que se houvesse mais espaço, o conto ficaria ainda melhor. Em suma, um ótimo trabalho.

  68. Anderson Goes
    13 de janeiro de 2017

    Uma história que poderia ser algo mais se houvesse espaço para um desenvolvimento maior, a proposta parece muito boa, como se fosse um resumo de algo maior! Porém como micro conto não funcionou bem. Mas parabéns pela ideia original, boa sorte!

  69. Ceres Marcon
    13 de janeiro de 2017

    Oi, Apóstolo.
    Gosto do tema que envolva cavaleiros. Você tem elementos valiosos aí: o santo Gral, o templo de Salomão, os cavaleiros templários – ao que parece são eles -, enfim são eles que fazem o leitor viajar, porque possuem mistérios e explicações das mais controversas.
    Tem um final aberto. Gosto disso, também, porque deixa a gente pensando no que virá depois.
    Como ponto a melhorar, a falta de tensão da história. A aparição é sobrenatural, ponto positivo, porém me remeteu a algo maior, não a uma reunião.

  70. Miquéias Dell'Orti
    13 de janeiro de 2017

    Olá,

    Muito bacana a relação do título com a história, que remete à “viagem” no tempo pelos peregrinos.
    Também gostei dá relação do pseudônimo com o texto, que entrega o desfecho.
    Não tenho condições de dizer se o nome carrega algum simbolismo, mas devido a carga de entrelinhas que o conto possui, arrisco que a possibilidade seja alta.
    Bem ambientado e fala muito com pouquíssimas palavras. Parabéns.

  71. Fil Felix
    13 de janeiro de 2017

    To no meio termo do entendi/ não entendi. Um micro conto com templários buscando pelo Santo Graal e encontrando, possivelmente, a mesa onde foi feita a última ceia. Senti que perdi alguma coisa nesse meio, principalmente na parte dos lugares. Faltam 3 pessoas, ainda estão 10 sentadas (os apóstolos?), mas quem?Como não há muitas dicas, pesquisei o nome e também não achei nada, não cheguei a uma conclusão. Mas o conto é bom!

  72. Vanessa Oliveira
    13 de janeiro de 2017

    Entendi ou não entendi, eis a questão. Acho que o microconto nos deixa usar a imaginação, a entrar na cena, como apenas bons livros de fantasia fazem. Consegui imaginar Felipe e seus compatriotas entrando em uma caverna, e a cena da Santa ceia logo veio a mente. No fim, encontraram ou não o cálice? Será que morreram e descobriram os segredos do universo? Me deixou curiosa. Interessante a escolha do tema, corajosa também. Boa sorte!

  73. Thata Pereira
    13 de janeiro de 2017

    Bom, pelo que li nos comentários, é preciso um repertório para entender o conto por completo. Mas o mais bacana é que ele também é compreensível aos que não possuem esse repertório. Consegui entender as referências, mesmo tendo algo mais profundo a ser compreendido. Acho isso bacana. É como escrever para leigos e sábios e, quem sabe, permitir que os leigos cheguem ao patamar dos sábios.

    Não sei se estará nos meus preferidos, pois temos muitos outros contos para ler, mas gostei. Parabéns!

    Boa sorte!

  74. Anderson Henrique
    13 de janeiro de 2017

    Taí: um bom microconto! Encerra, mas sem dar os detalhes. Tá mais que claro: encontraram o cálice e a ceia junto (o tempo não é mais o mesmo). Eu queria saber mais? Queria! Mas não é pra isso o microconto. Ele é a fagulha. O resto é com o leitor. Ainda: acho que tem umas questões de tempo verbal pra resolver aí. Detalhes, meu caro. Detalhes.

  75. Sabrina Dalbelo
    13 de janeiro de 2017

    A ideia é boa, realmente boa, só acho que à construção, ora foram acrescidos elementos desnecessários, ora lhe faltaram elementos que enriqueceriam.
    É um texto que, depois de uma boa revisão, vai longe.
    Parabéns ao seu criador, muito criativo.

  76. Leandro B.
    13 de janeiro de 2017

    Oi, Apóstolo.

    É o primeiro conto que leio e não é difícil chutar que apresentou uma temática um pouco diferente do que vou encontrar nos outros textos.

    Não sou especialista em microcontos, mas acredito que boa parte do segredo está nas entrelinhas do não dito. Aqui a tecnica foi bem aplicada.

    Ponto forte para o final, também, que não busca o impacto, mas uma reflexão sutil, o que combina mais com a atmosfera da história.

    O nome me chamou a atenção, já que em um espaço tão curto temos que escolher bem as palavras. Dei uma pesquisada e vi que havia um Filipe no quadro da Última Ceia, o que me levou a compreensão que a maioria dos colegas teve, um retorno à Ceia.

    Os três lugares vagos, creio, não são referência à trindade, mas ao grupo que escavava. Provavelmente os outros integrantes também fazem parte do momento bíblico.

    Bom trabalho.

    • Leandro B.
      13 de janeiro de 2017

      Ah, e claro, não havia percebido, mas o nome da ordem, que lembra os templários, ajuda a compreender o desfecho. A ordem do TEMPO (e não do templo), cumpriu o objetivo de seus criadores, de fato retornando no tempo.

      É possível que aqueles que controlavam a ordem esperassem encontrar uma passagem para a época de Jesus, fosse ou não através do Cálice. Sabemos que este grupo da ordem cavava no Templo de Salomão, sem saber bem o motivo, já que deveriam proteger pessoas na peregrinação. Estavam, de certa maneira, sendo usados pela alta cúpula da igreja (Aqui é importantíssimo notar que Felipe estava sendo usado e não sabia o motivo).

      É possível que outros locais sagrados também estivessem sendo escavados em busca de uma passagem. No fim, os recompensados não foram os mandantes, mas os humildes trabalhadores o que é, de certo, uma mensagem bem cristã.

      Enfim, novamente parabens. Conto com bastante história submersa. Ou que pelo menos nos permite viajar.

      • Apóstolo.
        13 de janeiro de 2017

        Caríssimo, louvo sua compreensão.

  77. Antonio Stegues Batista
    13 de janeiro de 2017

    Ordem do Tempo, ou Ordem do Templo? Me pareceu trecho de um texto mais longo. É como se você lê um trecho de um romance e não consegue entender por que certa coisas. Até o protagonista não sabe porque está cavando, a procura do que? Algumas frases formadas com palavras inadequadas. Faltou originalidade na história.

  78. Tiago Volpato
    13 de janeiro de 2017

    Acho que o tema escolhido precisa de uma narrativa mais longa. Talvez seja a conclusão da história do protagonista. Finalmente ele encontrou o que tanto procurava por muitos e muitos anos. Infelizmente não consegui sentir empatia pelo personagem. Consegui entender que ele encontrou Cristo, mas e daí? Quem é esse cara para merecer isso? Por isso achei que o tema pedia mais. Mostrar porque o personagem é alguém digno de estar ali.

  79. Glória W. de Oliveira Souza
    13 de janeiro de 2017

    Título, conteúdo e descrição do conto leva-me a acreditar em tentativa de conversão religiosa. Sinto falta de dramaticidade, desenvolvimento e conclusão impactante. Certos termos fizeram-me identificar com a Igreja Universal do Reino de Deus, principalmente para quem mora em São Paulo e sabe do templo construído recentemente no bairro do Brás. Faltou os elementos do conto. Restaram um texto descritivo. Faltou atratividade.

  80. elicio santos
    13 de janeiro de 2017

    Pelo tempo do título, penso que os templários encontraram um portal que os levou de volta à última ceia de Cristo. Fica a dúvida se os cavaleiros retornaram como eles mesmos ou se encarnaram-se em três dos doze apóstolos. Narrativa bem construída. Penso que o autor deve ter cuidado com o emprego dos tempos verbais. Fora isso, gostei muito. Boa sorte!

  81. José Leonardo
    13 de janeiro de 2017

    Olá, Apóstolo.

    Templários, Graal, Antanho, Apóstolo. Uma ordem secreta que procura um tesouro e acaba surpreendendo-se. (Mas Felipe, que tem o sobrenome curioso D’Antanho, teria realmente ficado surpreso com o que se deparou?) A Ordem do Tempo, que incumbe os meios sem explicar os fins.

    Se fizermos outro tipo de leitura, poderemos até desconfiar da veracidade dos fatos, uma vez que o ponto de vista é do protagonista. O grupo já era esperado pelos ocupantes da ceia, visto as cadeiras e o chamamento. Felipe D’Antanho também poderia ter sabido do fruto de sua busca, mesmo afirmando ao leitor que só desconfiava de algo (e não exatamente aquilo que descobriu)?

    Um micro conto bem interessante. Boa sorte neste desafio.

  82. andré souto
    13 de janeiro de 2017

    Bem escrito,mas desnorteia o leitor não familiarizado com o nível de simbolismo.Boa sorte.

  83. Matheus Pacheco
    13 de janeiro de 2017

    Quando li o nome texto e vi a imagem, realmente pensei que o nome estivesse escrito errado, com a falta de um “L” no “Tempo”, mas depois de ler o final e entender que os mesmo trio de Cavaleiros de Cristo participaram da Santa Ceia.
    Um excelente conto, são realmente os “Pobres Cavaleiros do Tempo e de Cristo”.

  84. Rubem Cabral
    13 de janeiro de 2017

    Olá, Apóstolo.

    Gostei bastante do texto: está bem escrito, a história é interessante e dá dicas sutis quanto à origem dos templários.

    Nota: 9.

  85. Davenir Viganon
    13 de janeiro de 2017

    Uma bomba de referências que explode com esse final. O título, e o decorrer do texto, dão a entender que eles voltaram a Santa Ceia e que eram 3 dos apóstolos… mas a graça não é a explicação [nem sei se é isso] mas o efeito de deixar em aberto do modo certo. Muito bom.

  86. rsollberg
    13 de janeiro de 2017

    O conto é bom porque tem boas referências e não entrega nada.
    A ordem do tempo seria a famigerada ordem dos templários, certamente a mais conhecida (que deu origem a várias lendas e a própria maçonaria, até hoje uma das mais famosas é a Demolay, em homenagem ao Jacques DeMolay, último grão-mestre, que foi brutalmente torturado e assassinado. Que também talvez remeta ao Felipe, que queria sua confissão. Mas nesse caso, creio que por ser Felipe D_Antanho, seria o Felipe Anterior, original)
    O Santo Graal até hoje permanece como um dos grandes mistérios da humanidade e sempre gera muito pano para a manga (Desde Indiana Jones até Dan Brown). Os três lugares aparentemente remete a divina trindade, pai, filho e espirito santo. Os outros dez abrem um punhado de especulações para o leitor brincar com seus botões.
    O texto é muito bem escrito e, apesar de não trazer nada de inovador, consegue cativar o leitor.
    Parabéns e boa sorte!

  87. Guilherme
    13 de janeiro de 2017

    Gostei, dá vonatde de saber o final. Ao mesmo tempo é um pouco frustrante rss. Seja como for é bem escrito, parabéns!

  88. Thiago de Melo
    13 de janeiro de 2017

    Amigo Apóstolo,

    Microconto é assim mesmo, não dá tempo de explicar muita coisa e o interessante é deixar o leitor querendo mais. Eu com certeza gostaria de saber mais sobre essa história. Não achei que ficou faltando uma explicação, achei que seu texto dá margem para várias interpretações: o trio morreu? Eles acharam o cálice e voltaram no tempo? Foi tudo só uma visão?

    Gostei. Parabéns.

  89. Anorkinda Neide
    13 de janeiro de 2017

    Nossa, que bonito…
    Entendi que eles encontraram a Santa Ceia, tomando parte dela, pois Cristo os esperava. Procurando o santo Graal, que é a taça usada na santa ceia, a encontraram… talvez isso abrisse um portal ^^
    qualquer q seja a explicação, espero q nao tire a beleza do q vi aqui, com frases muito bonitas, um texto caprichado.
    Parabens, abraço

    • Anorkinda Neide
      13 de janeiro de 2017

      olha, to fazendo releituras, como se nao tivesse muito conto pra ler huahia e encontrei um detalhe.. nao diz q eles encontraram o santo graal, eles nem sabiam se era isso mesmo o q procuravam, eles encontraram uma porta simples!! e la encontraram o Cristo! isto é muito bacana!!! 🙂

  90. Luiz Eduardo
    13 de janeiro de 2017

    Esperava por alguma surpresa quando a voz mandou que eles entrassem, fiquei curioso quanto ao que possa ter acontecido depois. De qualquer amneira achei bem escrito, consgeuiu captar a atenção.

  91. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Olha, o pano de fundo é ótimo, porém quando terminou, fiquei um minuto olhando para tela com cara de “hã?”. Pensei em apóstolos, mas não sei como isso faria sentido. Estou confuso, e adoraria ler a explicação do autor ao final do desafio. Boa sorte.

  92. Bruna Francielle
    13 de janeiro de 2017

    Bem, se “Felipe D’Antanho ” era uma referência a alguém em específico, eu não vou saber ! A algum apóstolo Felipe ?
    Entendi parcialmente a história, penso. Estes soldados das Cruzadas (?) , estavam procurando a taça e a acharam… voltando no tempo e chegando a Santa Ceia, ou talvez, acabaram morrendo e indo encontrar Jesus (?). Achei que foi interessante, sim. Mas.. realmente fica uma sensação de que faltou algo.. Ou talvez,era isso e pronto !
    Mas de qualquer forma, gostei !
    Achei bem legal a abordagem do tema !

  93. Guilherme de Oliveira Paes
    13 de janeiro de 2017

    Me pareceu carente de conclusão, mas interessante

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .