EntreContos

Detox Literário.

Enfermaria 9 (André Albuquerque)

— Bom-dia

— Bom-dia.

— Trouxe algumas coisas nesta sacola

— Muito obrigado, senhor. Sua esposa é muito resistente. Sobreviveu a três cirurgias.

— Temi pela vida de minha esposa…uma escadaria tão alta.

— Há dúvidas quanto ás sequelas. Há breves períodos de lucidez. Está aqui porque estabilizou hemodinâmicamente.Vou deixá-los a sós.

O monitor, seu som, suas luzes me tranquilizavam. Acariciei o rosto de Ângela. Tirei da jaqueta, a seringa preparada com duas ampolas de cloreto de potássio. Injetei lentamente no seu braço esquerdo. O monitor enlouqueceu, na disparada do seu pequeno coração e eu gritei como um louco, pelo socorro mais que inútil.

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94 comentários em “Enfermaria 9 (André Albuquerque)

  1. Renato Silva
    27 de janeiro de 2017

    Não houve grandes surpresas, mas a narrativa ficou boa. O narrador se mostrou um verdeiro psicopata, querendo matar a mulher de qualquer jeito. Gostei do sarcasmo na última frase, de quem tinha usado doses mais que suficientes para matar uma pessoa.

    Boa sorte.

  2. Andre Luiz
    27 de janeiro de 2017

    -Originalidade(7,0): Como já disseram, pareceu uma cena de novela. Tem seus pontos positivos, porém peca em originalidade.

    -Construção(7,0): O início ficou truncado, a meu ver. Eu talvez gostaria mais também se a narrativa fosse feita em terceira pessoa.

    -Apego(7,0): Tadinha da esposa…

    Boa sorte!

  3. Jowilton Amaral da Costa
    27 de janeiro de 2017

    Um conto médio. Tem trama, mas, que é enfraquecida por conta que dá para sacar logo que o marido havia tentado matar a mulher e estaria ali para terminar o assunto. A escrita é boa. Boa sorte.

  4. Tiago Menezes
    27 de janeiro de 2017

    A premissa é boa, mas ao citar a queda da escada você já entrega o ouro com antecedência. Fora um ou outro erro de escrita, o conto flui bem. Boa sorte.

  5. Sidney Muniz
    27 de janeiro de 2017

    E u digo que seu conto até que está bem escrito, entretanto tão fechadinho assim, para mim fugiu do sentido do microconto, ou melhor; do modelo de microconto que eu estou buscando encontrar.

    N ão que o trabalho esteja mal feito, mas realmente é bem previsível.

    F aço minhas as palavras de um dos outros colegas, tá bem novela mesmo, e isso não é nenhum defeito na verdade.

    E estou aqui pensando em qual seria o motivo desse assassinato? Essa é a parte que poderíamos dizer que está a merce da interpretação e imaginação do leitor.

    R esta entender isso e o porque do 9 do título. Teria algo mais? Seria por causa do limite de palavras do desafio? Alguma referência?

    Mas se bem que isso não importa, ou importa?

    A cabando de comentar tenho que pensar que isso não é o SUS, pois no Sus ela já estaria morta. Brincadeirinha, não acho o SUS ruim, na verdade na minha cidade atende bem.

    R espondo a mim mesmo dizendo que não há nada mais mesmo. O conto é fechado e esse 9 nada tem a ver senão o número da enfermaria.

    i sto põe por água abaixo mais expectativas, deixando o conto frio e muito calculadinho. Abrindo e fechando apenas na mente do autor sem perspectivas maiores de criação para o leitor.

    Assim sendo não gostei o bastante do trabalho. Espero que goste mais no próximo. Parabéns!

  6. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    27 de janeiro de 2017

    Olá, socorrista,

    Tudo bem?

    Um conto redondinho, bem escrito e com imagens muito vívidas para o leitor.

    Sua opção pelo excesso de diálogos deu ao trabalho uma cara de roteiro.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  7. Douglas Moreira Costa
    26 de janeiro de 2017

    Uma cena de assassinato à la novela das 8 em capítulos finais. Eu gosto, admito. Mas nesse caso o desenvolvimento do conto não criou uma atmosfera que levasse a um fim impactante. Não teve uma contextualização bem feita, com um falso amor entre os dois, nem mesmo uma fala irônica do assassino ao médico que conduzisse a uma ironia dramática. Me parece que o começo tem coisas desnecessárias e poderia ser substituído por diálogos mais enxutos.

  8. Evandro Furtado
    26 de janeiro de 2017

    Talvez o grande problema do conto seja a previsibilidade. Quando falou de escada eu já sabia o que estava rolando. Isso impediu que se criasse um impacto efetivo.

    Resultado – Average

  9. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    tens algumas incongruências no teu texto, mas esquecendo isso, foi bom de ler, com alguns acontecimentos que despertam a atenção e servem para criar alguma antipatia com o personagem, então parabéns

  10. Pedro Luna
    25 de janeiro de 2017

    O que derrubou o conto para mim foi o diálogo. Digo, me soou robótico, e não entendi porque o aparente enfermeiro ou médico agradeceu quando o cara disse que tinha trazido algumas coisas.

    A surpresa no fim só não é maior porque já vimos isso acontecer antes. Em novelas, filmes. Enfim, acho que é um conto que não conseguiu alcançar um bom potencial.

  11. Wender Lemes
    25 de janeiro de 2017

    Olá! Teoricamente, um conto aberto quanto à possibilidade de Ângela ter sido empurrada, mas não deixa realmente tanto espaço para mais interpretações. O verdadeiro mistério fica em relação às motivações do protagonista. Seria uma boa ter explorado mais esse lado, acredito, pois poderia ter justificado a empatia – com a mulher, ou com o marido, dependendo do argumento.
    Parabéns e boa sorte.

  12. Marco Aurélio Saraiva
    25 de janeiro de 2017

    Um conto um tanto frio e perturbador. O homem, cansado da esposa, tenta se livrar dela, jogando-a do alto da escada. Quando não consegue, realiza a injeção letal às escondidas. Gostei de como o texto contou esta história em tão poucas palavras.

    A escrita é boa, direta e sucinta. Sem erros, com pausas nos lugares corretos e descrições que não vão além do necessário. Isso geralmente me incomoda, mas aqui pareceu fazer parte do estilo do autor: direto e simples, contando uma boa história em um espaço curto.

    Uma excelente leitura!

  13. krimer
    25 de janeiro de 2017

    Infelizmente, faltou emoção à narração, os diálogos são desestimulantes.

  14. Catarina
    25 de janeiro de 2017

    MERGULHO hemodinamicamente instável, sujeito a perda de pontos por falta de emoção e ineditismo na trama. Supondo que o autor nunca esteve em uma enfermaria e muito menos injetou algo em alguém internado, uma simples busca no google tornaria a trama viável e evitaria o IMPACTO negativo. Faltou técnica para desenvolver a ideia.

  15. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Apesar do apelo de suspense, a história já se entrega no diálogo. E, na parte lógica, acho que a injeção de cloreto de potássio seria detectada por um médico atento, pois foi feita no braço e não numa provável bolsa de soro que ela já estaria usando. Pena. Um abraço.

    • andré souto
      25 de janeiro de 2017

      Aplicação no braço é no cateter que sai da bolsa e é inserido na veia mediana da paciente.O cloreto na bolsa fica mais diluido e o êxito letal seria duvidoso,para o assassino.O que se vê é apenas uma arritmia.Grato pela interesse e pela crítica construtiva.

  16. Fheluany Nogueira
    24 de janeiro de 2017

    Conto interessante; o marido queria a mulher morta de qualquer forma. Apesar das falhas de coerência , gostei muito e me diverti com o humor negro que senti. O “coitado” acabou tendo mais trabalho do que esperava, fizeram três cirurgias e a mulher sobreviveu… Parabéns pela participação. Abraços.

  17. Victória Cardoso
    23 de janeiro de 2017

    Tem alguns erros de português, mas a ideia é boa e ficou na dúvida se o marido matou a esposa por piedade ou quis que ela morresse desde o início, jogando-a da escada. Boa sorte

  18. juliana calafange da costa ribeiro
    22 de janeiro de 2017

    Ele matou por piedade ou foi ele quem a jogou da escada, pra começar? Bom conto, simples, direto. Mas, infelizmente, não me disse nada de novo. De qualquer forma, bom trabalho!

  19. Gustavo Henrique
    22 de janeiro de 2017

    Achei bem interessante a ideia, não conseguiu ser tão bom talvez por conta do limite de palavras, por isso um conto simples… mas esse cara é um canalha mesmo haha, espero que ele tenha ótimos motivos para matar sua esposa. Boa sorte!

  20. Priscila Pereira
    22 de janeiro de 2017

    Oi Socorrista… esse cara queria a esposa morta de qualquer jeito né, primeiro empurrou da escada, quando viu que ela ainda estava viva teve que tomar providências mais precisas… bem, a história é bem batida e a execução carece de refinamento. Desejo boa sorte pra você!!

  21. Bia Machado
    21 de janeiro de 2017

    Se o título é esse, a mulher está em uma enfermaria, logo não está sozinha, certo? Em uma enfermaria ficam vários pacientes… E, além disso, o cara não estava preocupado em ser descoberto, né? Fora ter que encontrar a veia certinho, tem que ter muito sangue frio pra isso e demonstrar calma, com alguém podendo aparecer… Enfermaria não fica nem com a porta fechada… E é claro que em uma necropsia iam encontrar a causa da morte da coitada. Mesmo a morte acontecendo no hospital, é preciso registrar a causa da morte. O coração pode ter parado de funcionar, mas parou por quê? O traumatismo de uma queda da escada provocaria isso? Se foi um dos últimos a serem postados, enviado nos últimos momentos, os vários erros se justificam. Mas me enervaram um pouco. Pra mim esse microconto não funcionou, não comprei a situação da forma como foi narrada.

  22. Leo Jardim
    21 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐⭐▫): interessante o marido que faz de tudo para tirar a vida da esposa. Primeiro a atirou da escada e depois o cloreto de potássio. E, cínico, ainda grita por socorro. Um belo de um FDP.

    📝 Técnica (⭐▫▫): alguns erros: “Bom-dia” (com hífen) é usado apenas como substantivo, e “quanto às sequelas” (com crase). Nada grave, mas trava um pouco a leitura.

    💡 Criatividade (⭐▫): não chega a ser uma novidade esse tipo de execução.

    ✂ Concisão (⭐⭐): bem fechado.

    🎭 Impacto (⭐⭐▫): um bom impacto no final, principalmente pelo cinismo do narrador.

  23. andressa
    21 de janeiro de 2017

    Oi, o conto é interessante, mas deixa algumas dúvidas. Ele queria matar a esposa ou foi acidente? E ao mesmo tempo a história é muito familiar com as de novelas que passam na televisão. Boa sorte!

  24. Benjamim Boaventura
    21 de janeiro de 2017

    O texto não me fisgou de nenhuma forma possível. Boa sorte.

  25. Amanda Gomez
    20 de janeiro de 2017

    Olá,

    O conto não me chamou atenção, é como uma cena de novela que a gente já viu várias vezes. Não dá pra sentir empatia, ou até mesmo pensar nos motivos do assassinato. O cara tentou matar a primeira vez, não conseguiu… tentou de novo e teve exito. Simples assim.

    Acho que os diálogos não ajudaram, se fosse uma narrativa do que estava acontecendo, teria mais êxito.

    Boa sorte no desafio.

  26. Estela Menezes
    20 de janeiro de 2017

    O tema, não é realmente dos mais originais. A forma de diálogo/monólogo sempre traz dinamismo, e foi adequadamente desenvolvida, com começo, meio e fim. Dizer que trouxe coisas numa sacola, mas depois tirar a seringa da sacola não contribuiu em nada… A fala do protagonista sobre a preocupação dele é um pouco teatral… O final está bem escrito, gostoso de ler, embora não traga maiores surpresas. O resultado não chega a se destacar…

  27. Mariana
    20 de janeiro de 2017

    Engrosso o coro do lugar-comum… Quem sabe se, com um desenvolvimento maior, fosse possível criar envolvimento com a história. Boa sorte

  28. Cilas Medi
    19 de janeiro de 2017

    Apologia da eutanásia? Verdadeiro e corajosa será a atitude para aqueles a quem amamos quando o sofrimento supera, em muito, o usual do dia a dia. Bom conto.

  29. Srgio Ferrari
    19 de janeiro de 2017

    Gritar como um louco por socorro é bem bacana neste pequeno episódio já muito explorado na antologia mundial e folclórica. Batido, mas não é aquele martini do James Bond.

  30. Felipe Alves
    19 de janeiro de 2017

    Olá,

    Talvez um pouco mais de sutileza e melhor construção de diálogo levaria a um impacto maior, porém achei muito interessante o enredo! Boa sorte!

  31. Tom Lima
    18 de janeiro de 2017

    A forma ficou interessante, mesmo com alguns erros. Mas o limite de palavras acaba deixando difícil criar empatia, nesse caso. Sem nenhum indício da motivação não consigo me importar com as personagens.

    Boa sorte.

    Abraços.

  32. Thayná Afonso
    18 de janeiro de 2017

    Bom, para mim, o ponto forte do conto foi a curiosidade que deixou em relação às motivações do marido. Os erros de edição/ortografia incomodam e isso é mais uma dica do que uma crítica, afinal, acontece até com os melhores. Talvez um pouco de atenção resolva. E achei que os diálogos poderiam ter sido um pouco mais críveis. O conto também me fez lembrar sobre essa coisa complicada que é conviver com alguém sem sabermos realmente quem é, mas também pode não ter sido o caso. Quem sabe quem usasse máscaras não fosse a Ângela? Parabéns!

  33. Felipe Teodoro
    18 de janeiro de 2017

    Fala, Socorrista. kkkk

    Aí, depois que li o conto e voltei pro nome do autor, eu ri muito. KKK

    Bom, acho que sua ideia foi um pouco previsível, geralmente, leitores um pouco mais atentos, tendem a descobrir o caminho que algumas narrativas vão levar, foi o caso dessa.

    Percebi que você tem alguns probleminhas com a escrita, isso é normal, eu tbm tenho. Mas aí, mesmo assim, confesso que gostei do texto, mesmo querendo mais informações, principalmente sobre as motivações do desfecho.

    Minhas dicas são: Leia mais, escreva mais e preste atenção nos comentários dos colegas.

    Sorte!

  34. Brian Oliveira Lancaster
    18 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Bastante consistente. Tem seus probleminhas de revisão e falta de pontuação, mas o contexto surpreende. Pensei que o final seria morno, mas dá um grande “susto” ao perceber a verdade. Parece uma trama de filme policial ou de detetive. – 8,5
    O: Como disse, é uma ótima ideia, que consegue surpreender. Não no contexto, mas na forma de contar. A revelação, deixada para os momentos finais foi certeira. Mas é um mote bastante comum. – 8,0
    D: Os diálogos convencem e dão um tom triste, feito para enganar os mais incautos. Não esperava pelo fim e isso foi um ponto positivo. Apenas na questão das construções é que precisava de mais uma pequena revisão. A ideia é boa, a coesão funciona, faltou apenas a gramática. – 8,0
    Fator “Oh my”: um texto aparentemente simples, mas que consegue trazer um ar de novidade.

  35. brás cubas
    18 de janeiro de 2017

    Lugar-comum demais. Faltou sair um pouco da zona de conforto. O autor tentou ser dramático, mas o fato de não termos uma grande empatia pela Ângela tirou a força do microconto É importante se ater um pouco a alguns detalhes de revisão.
    Acento agudo no lugar da crase não se trata de licença poética.
    No mais, achei interessante a ideia. Boa sorte.

  36. Fabio Baptista
    17 de janeiro de 2017

    Boa ideia de ambientação para revelar a surpresa, mas acabou que ficou só na surpresa mesmo, sem causar impacto, pois a pobre Ângela não teve tempo de nos despertar qualquer empatia.

    Narrativa em terceira pessoa talvez pudesse ter ajudado e passaram algumas gralhas na revisão.

    Abraço!

  37. Iolandinha Pinheiro
    17 de janeiro de 2017

    Se fosse mulher eu diria que era a Nazaré Tedesco, hahahaha. Desculpa. O conto é simples, tem uns erros desumanos e conta uma história que não faz a gente voar, porque dá todas as respostas, quando deveria dar dúvidas. Dúvidas são legais, elas provocam discussões, instigam a imaginação. Os diálogos ficaram artificiais, e a previsibilidade do texto roubou a surpresa que todo mundo espera em um microconto. Mas é assim mesmo, é muito mais difícil escrever resumido e conseguir passar uma ideia brilhante. A maioria falha. Falhamos, e tentamos novamente. Cheiro.

  38. Luis Guilherme
    16 de janeiro de 2017

    Boa noite, amigo.

    Que cara canalha, tentou jogar a coitada da escada, e depois completou o serviço.

    O conto tem uma premissa e ideia legais, mas a execução não me ganhou muito.
    Achei que acabou desperdiçando as preciosas palavras com os cumprimentos, que poderiam ter sido evitados, por exemplo.

    Já deve ter sido comentado abaixo, mas só uma observação gramatical: “há dúvidas quanto às sequelas”.. essa sentença exige crase.

    Enfim, boa sorte e parabéns pelo trabalho!

  39. Victor F. Miranda
    16 de janeiro de 2017

    Me lembrou cena de novela. Achei previsível, mas talvez seja porque cenas como essa já foram feitas muitas vezes. Considerando as limitações das regras, acho que os cumprimentos do diálogo poderiam ter sido substituídos por palavras que dessem aberturas ou acrescentassem mais detalhes na história. Achei indiferente.

  40. Givago Domingues Thimoti
    16 de janeiro de 2017

    O início do conto não foi tão bom quanto poderia ter sido. Os diálogos, no início, não foram muito bem construídos. Parecem um pouco forçados.
    O ponto positivo do conto é a simplicidade.
    Uma coisa me intrigou bastante. Qual a motivação do marido? Talvez, Socorrista, você poderia fazer um conto, bem maior do que esse, e que culminasse com o mesmo desfecho.
    Fica a dica.
    Boa sorte

  41. Andreza Araujo
    16 de janeiro de 2017

    Tem alguns errinhos bobos de revisão, até frase sem ponto final, mas vou deixar esta parte de lado. A história em si me agradou, vemos que o marido é o responsável pela morte da esposa, e que não havia sido a primeira tentativa, pois o texto sugere que a escada tinha sido uma tentativa anterior. Mas os diálogos em si eu achei um pouco inverossímeis, já o último parágrafo está muito bem escrito. Foi uma leitura agradável, com uma surpresa no final.

  42. ROSELAINE HAHN
    16 de janeiro de 2017

    O conto me trouxe sentimentos, que marido filha-da-puta, e ísso é bom, acredito que é o primeiro compromisso de um texto, causar emoção no leitor. Como todo metido (a) a escritor (a) tem mania de meter a colher na história dos outros, eu sugeriria cortar os diálogos de cumprimentos, não trazem relevância ao texto, e sobra mais palavras para esmiuçar as emoções do personagem. No mais, continua calibrando a pontaria.

  43. Gustavo Aquino Dos Reis
    16 de janeiro de 2017

    Socorrista,
    tua obra é de uma carga poderosa.
    Estamos diante do ocaso de uma vida conjugal e o próximo passo. Se não houvesse a trama policial de fundo, teu trabalho teria me lembrado o filme Amour.
    Porém, notei que os diálogos pediam mais vivacidade.
    Apenas isso coloco como efeito negativo. De resto, é um trabalho irretocável.
    Parabéns.

  44. Lee Rodrigues
    16 de janeiro de 2017

    Oww… Socorrista, eu entendi que quis passar a ironia da situação, e isso ficou bem claro, mas talvez, se tivesse nos feito sentir próximos aos personagens, para despertar sentimentos no desenrolar dos acontecimentos, poderia ter ficado melhor.

    O fechamento foi entregue antes do tempo, na escada, isso tirou de você a questão surpresa, mas veja, é apenas o meu ponto de vista.

  45. waldo gomes
    16 de janeiro de 2017

    Dialogação sofrível, desculpe dizer. De pronto, retira toda a vontade de ler o resto.

    Quem sabe depois de uma nova versão, melhore. Por enquanto, parabéns pela tentativa, é assim mesmo, escrevendo e aprendendo.

  46. mariasantino1
    16 de janeiro de 2017

    Oi, autor (a)!

    Acho que o ponto do texto é a dissimulação ou cinismo do marido, uma vez que ele mata é depois pede por socorro para disfarçar. Legal que deu pra captar isso, porém o texto ficou um pouco anêmico e com descrições sobrando.
    Narrar já com ele no quarto cederia espaço para oferecer mais.
    Queria ter gostado um pouco mais.
    Boa sorte no desafio.

  47. Juliano Gadêlha
    15 de janeiro de 2017

    Ao contrário da maioria, não vejo problema em uma história fechada no estilo microconto. Acho até louvável conseguir fazê-lo com qualidade tendo um limite de palavras tão pequeno. Para mim, os problemas aqui foram o ritmo e a temática. Essa narrativa obscura até me agrada, mas o tema realmente é bastante batido. Há alguns errinhos, como muitos apontaram, mas esse não deve ser o foco. Nada que uma revisada não resolva. Continue melhorando e mantenha essa intensidade nos seus textos.

    P.S.: Ao contrário do que disseram, “bom-dia” está correto sim: https://www.dicio.com.br/bom-dia/

    • Nina Novaes
      16 de janeiro de 2017

      Bom conto.

      O tema de feminicídio foi incrivelmente abordado nesse desafio das 99 palavras. Gosto do conto fechado, mas senti que faltou alguma coisa. Fica entendido pra mim que ele a jogou da escada, por exemplo, e depois, tendo ela sobrevivido, foi terminar o serviço, mas acho que o ritmo que foi empregado e a organização não favorecem. Mas gostei. 🙂

      Parabéns. 🙂

    • Anorkinda Neide
      16 de janeiro de 2017

      o bom dia só leva hifen quando é substantivado http://exame.abril.com.br/carreira/bom-dia-ou-bom-dia-qual-e-o-certo/

  48. Anorkinda Neide
    15 de janeiro de 2017

    Bom-dia com hífen?
    O conto poderia ser apenas o ultimo paragrafo, com uma ou outra palavrinha de início para situar o leitor. e pronto. até o teatro de chamar por socorro, teria maior impacto.
    por favor, pesquise e treine bem os diálogos, pq aqui eles ficaram fracos demais e completamente supérfluos.
    abraços

  49. Tatiane Mara
    15 de janeiro de 2017

    Olá… o texto é simples, com estrutura também simples, alguns erros de português conforme já descritos.

    O marido tenta matar a esposa e volta para terminar o serviço.

    Achei meio vago, não me agradou.

    Boa sorte.

  50. Eduardo Selga
    15 de janeiro de 2017

    Narrativa com apenas uma camada interpretativa, ou não muito mais que isso, à qual se tem acesso imediatamente. É um homicídio em que o homicida tenta dissimular sua culpa. É de se presumir, implicitamente, que a mulher não tenha caído da escadaria e se tenha sido jogada por obra e graça dele.

    Muitos erros ortográficos, como a falta de crase em “quanto ás sequelas”, substituído por um estranho acento agudo; uso inadequado do circunflexo em “hemodinâmicamente” e uso de uma vírgula inexistente em “tirei da jaqueta, a seringa preparada com duas ampolas de cloreto de potássio”.

  51. Zé Ronaldo
    15 de janeiro de 2017

    Texto fechado, perdeu-se assim a característica do microconto, que pede uma maior amplidão para que o leitor possa se debruçar nele e trabalhar por si só. Há um acento diferencial de crase invertido e, para dizer a verdade, na fala da escadaria eu já havia matado toda a charada.

  52. angst447
    15 de janeiro de 2017

    Um marido sem muita vontade de envelhecer ao lado da esposa. Uma queda sinistra sem aparente motivo. No final, nova tentativa de assassinato, agora com provável êxito. A motivação do crime permanece um mistério, o que eu acho válido. Não acho que o autor deva revelar tudo.
    Alguns erros de revisão – hífen, crase, pontuação – que não deveriam existir em um texto tão curto.
    Gostei do ritmo e do clima de suspense.
    Boa sorte!

  53. Lídia
    15 de janeiro de 2017

    Acho que descobrimos como ela caiu da escada… o que me lembra Um Corpo que Caí, do Hitchcock.
    Tenho que concordar com os outros comentários, acho que o diálogo poderia ter sido substituido pelo discurso indireto. Assim, ia poder explorar mais o aspecto psicológico do marido, gostaria de saber o que se passava em sua mente momentos antes de aplicar o sal, tipo: o que ele pensava quando olhava pra ela? E quando tocou-a no braço esquerdo? Por quanto tempo se preparara pra isso?Onde ele conseguiu o sal?
    Gostei do enredo, da temática. Só falta mesmo uma reorganização da estrutura do texto.

  54. Poly
    15 de janeiro de 2017

    Me deu vontade de entender o que levou o marido a este momento, ler mais a respeito da trama. O conto foi bem escrito. Consegui sentir a ironia quando o homem fala da escada e a satisfação quando menciona que o socorro é inútil.

  55. Lohan Lage
    15 de janeiro de 2017

    Poxa, senti que faltou dar uma última revisada no seu texto, Socorrista… o tema é bacana, me fez recordar uma cena da série “Justiça”, recentemente exibida pela Rede Globo. Embora aqui, neste texto, o personagem tivesse o intuito de dar cabo da esposa de forma maldosa. O indício deixado no meio da narrativa desmontou a surpresa do desfecho. Tente não “entregar” nos diálogos. Mas em todo caso, parabéns!

  56. Evelyn Postali
    14 de janeiro de 2017

    Eu gostei do conto, mas você poderia ter trabalhado a questão do motivo. Poderia ter retirado um dos diálogos do começo para usar o limite de palavras. Também não sei. Essa é só uma sugestão. É uma história bem tenebrosa. Um assassino frio. Gostei do tema.

  57. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    O tema é bom, apesar de eu, particularmente, não gostar de temas obscuros. Mas é apenas meu gosto. Agora, faltou um pouco de capricho na revisão. Pequenos erros de uso de hífen, acentuação e uso da vírgula poderiam facilmente ter sido evitados com uma ou duas leituras a mais.

  58. edsoncarvalhodrywall
    14 de janeiro de 2017

    O tema é bom, apesar de eu, particularmente, não gostar de temas obscuros. Mas é apenas meu gosto. Agora, faltou um pouco de capricho na revisão. Pequenos erros de uso de hífen, acentuação e uso da vírgula poderiam facilmente ter sido evitados com uma ou duas leituras a mais.

  59. Fernando Cyrino
    14 de janeiro de 2017

    Um bom tema, uma ambientação legal, mas observo alguns pecados na estruturação da narrativa. Não gostei dos diálogos, acho que a repetição de “esposa” poderia ser evitada. Senti falta de uma revisão no conto também. Abraços e sucesso.

  60. Sandra A. Datti
    14 de janeiro de 2017

    Ai, santos diálogos! Se o narrador está em primeira pessoa, por que não o fazer desde o início, numa narrativa indireta? Senti falta de um pouco de sentimento,do ambiente e sinestesia nos diálogos (provavelmente, proposital, pela possibilidade de o personagem ser o agente da morte, parecendo querer amenizar o sofrer da amada).
    A mistura de uma narrativa direta, seca, e a entrada de um narrador em primeira pessoa não me tocou. Mesmo depois de costurar expressões mais carinhosas como “acariciei”, “pequeno coração” e o grito desesperado do personagem, que nos remetem a um vínculo afetivo entre o personagem e Ângela.
    Talvez, tenha perdido algo, mas não deu muita liga. Penso, porém,,que o conto seja promissor. Uma experiência interessante seria alinhavá-lo em primeira pessoa sem as limitações do micro.
    🙂

  61. Laís Helena Serra Ramalho
    14 de janeiro de 2017

    Gostei da ideia, mas acredito que falhou um pouco na execução. O diálogo, em vez de contextualizar e ambientar, utilizou palavras que não deveria (como o comentário sobre a sacola: não foi necessário, já que algumas linhas abaixo você mencionou as ampolas escondidas na jaqueta). Se você não tivesse investido tanto no diálogo, talvez pudesse ter dado um impacto maior à cena final, quem sabe dando uma pista do motivo (e quem sabe o motivo não teria dado um toque a mais à história, uma pequena surpresa para o leitor?)

  62. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    13 de janeiro de 2017

    Um conto sintético, direto e conclusivo. Fica óbvia a causa do tombo da escada quando a injeção é aplicada. Pode ser mais instigante e metafórico.

  63. Simoni Dário
    13 de janeiro de 2017

    Um marido cansado de ver a esposa resistir à morte (tentativas de assassinato sem êxito ou tentativas de suicídio) resolve acabar ele mesmo com a sobrevivente. Vi alguma coisa parecida em um episódio de Grey’s Anatomy, só que lá o cara resolve abandonar a mulher que se salva de muitas. Achei pouco convincente.
    Bom desafio!

  64. Vítor de Lerbo
    13 de janeiro de 2017

    O início do último parágrafo é ótimo, faz com que o leitor sinta-se dentro da cena. Surpreendente ou não, o final é forte. De fato o assassino seria facilmente identificado, mas o que fica no ar são os motivos que levam um marido a tentar matar sua mulher com tanto afinco – ao ponto de não se importar com o fato de que será o único suspeito.
    Os erros de pontuação me distanciaram um pouco da história, levando o foco da imaginação para o texto escrito.
    Boa sorte!

  65. Anderson Goes
    13 de janeiro de 2017

    Um tema que eu gosto bastante em histórias de uma maneira geral! Li alguns comentários falando que uma autopsia levaria a descobrir a culpa do marido, mas se a história continuasse talvez fosse essa mesma a intenção, não?
    Muita dissimulação do marido e um zelo falso o tornam um personagem interessante. Porém o diálogo inicial poderia ter sido substituído por uma melhor construção da situação que os levou até aquele momento.
    Parabéns pela ideia e pelo ótimo micro conto

  66. Gustavo Castro Araujo
    13 de janeiro de 2017

    Um miniconto policial, fechado, sem margem a interpretações. É competente naquilo que se propõe, mas falha ao não deixar ao leitor espaços para completar o contexto. Seria bacana, por exemplo, se houvesse alguma sugestão a respeito do motivo pelo qual o protagonista quer matar a esposa. Um adultério? Um segredo escondido no passado? O assassinato puro e simples, sem motivo, ficou um tanto insosso. É isso.

  67. Ceres Marcon
    13 de janeiro de 2017

    Oi, Socorrista!
    Você tem uma história fechada. Acho isso bom, também. Tem um bom potencial para trabalhar.
    O que faltou, na minha opinião foi explorar mais as emoções do protagonista, desde a chegada dele à UTI, até o momento da seringa. Deixar mais dúvidas do que certezas.
    De toda forma, parabéns!

  68. rsollberg
    13 de janeiro de 2017

    Infelizmente os diálogos não são bem aproveitados, são telegráficos.
    “— Trouxe algumas coisas nesta sacola” não é diálogo para o personagem, mas somente para o leitor. A sacola não era para o médico, logo ficou forçado, informação gratuita, que não casa com o resto das “falas”. Ao final torna-se irrelevante, a existência de tal objeto não seria contestada pelo leitor, ou seja, ninguém estranharia que o protagonista estivesse carregando uma sacola.

    O texto traz apenas ação e, por essa razão, não cria conexão, nem empatia com os personagens. Praticamente ocorre a subversão do “Show dont tell”. Em suma, uma cena batida de um capitulo de novela. Em minha opinião carece de linguagem mais apurada e toques mais subliminares. Deste modo, o final teria até certo impacto.

    De qualquer modo, parabéns e boa sorte.

  69. Fil Felix
    13 de janeiro de 2017

    Um micro conto com uma história bem fechada, o que é bom. Dá pra trabalhar na questão “por que matou a esposa?”, mas não há tantas aberturas para isso. Ele acaba terminando nele mesmo, o que é uma pena, já que só essa cena (isolada) é bastante comum em reviravoltas mexicanas e já fica evidente quando fala que caiu de uma escada. Os “bom dias” e primeiros diálogos poderiam ser substituídos por uma contextualização melhor.

  70. Vanessa Oliveira
    13 de janeiro de 2017

    Entendi que tinha sido ele logo de início. Não foi uma grande surpresa e nem inesperado ele tê-la matado no fim. No entanto, achei a escolha do tema atual e bem utilizada. Nos deixa com um gostinho de quero mais, querendo saber o que aconteceu antes, e a razão para ele ter feito o que fez. Ciumes? Traição? Possessividade? E o que acontecerá com ele no fim? Será preso ou sairá ileso?
    Muito interessante.

  71. Leandro B.
    13 de janeiro de 2017

    Oi, enfermeira.

    Poxa, acho que o final matou o conto :/

    Via de regra, acredito que a força dos micros esteja no subtexto. Eu já estava lendo o diálogo com um sorriso no canto do rosto pensando “este fanfarrão lançou a esposa pelas escadas”, me sentindo o super detetive.

    Mas o final, ao invés de buscar uma sutileza na declaração, talvez um olhar vazio do marido, uma angústia pela sobrevivência ou medo por ela acordar, entrega de bandeja a história.

    Talvez funcionasse como impactante caso não houvesse suspeitado da atitude do homem, o que quer dizer que pode funcionar com outros leitores, mas com este leitor ficou bastante anti-climático.

    • Leandro B.
      13 de janeiro de 2017

      *Oi, socorrista 😀

  72. Thata Pereira
    13 de janeiro de 2017

    Sabe quando você quer apontar o dedo e dizer: “Foi ele, foi ele, mas que desgraçado!”, mas você não pode porque não tem certeza? Por mais que ele a tenha matado no final. Qual será o motivo? Como julgar sem saber? Não conheço seus dois personagens.

    Caberia, nesse conto, uma atitude autodefesa? Eu não sei o que aconteceu antes da queda da escada…

    “A Thais está defendendo o homem” kkkkk’

    Não estou defendendo ninguém, quero provas antes de julgar rsrs’

    Minhas sugestões: eliminaria todo o diálogo do texto e focaria na cena dos dois na enfermaria. Talvez flashes do que aconteceu, se quiser, nem precisa entregar o motivo e, portanto, entregar se foi ele ou não que a derrubou.

    E caro autor, investigue essa história, por favor! Se for mesmo ele, não vamos deixar o sujeito impune, ok? 😉

  73. Anderson Henrique
    13 de janeiro de 2017

    Baunilha. Acho que dava pra enxugar mais, cortar mesmo e tentar dar foça ao texto com novos enxerto. Seria bacana saber o motivo do crime, por exemplo. Há frases inteiras que poderiam ser eliminadas (ex: “Trouxe algumas coisas nesta sacola”) para dar espaço ao desenvolvimento da trama, que não é má . A reviravolta funciona, mas vi ela vindo lá da escadaria. Lembre-se que em microcontos o plot twist é meio que padrão, então precisa ser forte, ou dissimulado. Algumas vírgulas me pareceram fora de lugar ou sobrando (Tirei da jaqueta, a seringa preparada) e tem uma acento perdido que seria uma crase, mas acho bobagem. Pode ter sido a digitação e uma revisão resolve. Por fim: entendo pouco de química e de assassinatos, – mato só o portuga de vez em quando – mas uma autópsia no corpo não revelaria facilmente esse assassinato ou levantaria suspeitas sobre o marido? O cloreto é irrastreável ou tem alguma característica que irá levantar essa dúvida?

  74. Sabrina Dalbelo
    13 de janeiro de 2017

    Para um conto com limite de palavras, a ideia ficou bem clara. Gosto de contos focados em diálogos.
    Bem loucão esse marido, hein!?
    Parabéns!

  75. Olisomar Pires
    13 de janeiro de 2017

    O conto não mostra ou deixa subentendido o motivo, a causa, o que levou ao “acidente”, bem como não explica se o assassinato é por piedade ou conclusão de um ato inicial.

    Os diálogos iniciais são frios e enfadonhos.

    Não me disse muita coisa, lamento.

  76. Antonio Stegues Batista
    13 de janeiro de 2017

    O homem derrubou a esposa por uma escadaria e ela foi parar no hospital. Ele vai visitá-la e acaba matando-a com uma injeção. Lendo o final se entende o princípio. O motivo para matá-la não é nem sugerido e do modo como terminou, ficou, o homem gritando por socorro, me pareceu inadequado, Se intenção era chocar, falhou. Faltou cenas chocantes, talvez pelo limite de palavras não foi possível.

  77. Miquéias Dell'Orti
    13 de janeiro de 2017

    Olá,

    O início do texto tem diálogos que não foram convincentes. Também existem alguns erros gramaticais que inclusive já foram citados.

    A cena do último período ficou muito boa. Fluida e com propriedade mesmo com poucas palavras, mas o desfecho não teve impacto dramático para mim. Fiquei com sensação de clichê onde você poderia ter explorado algo que realmente fosse uma surpresa.

  78. Tiago Volpato
    13 de janeiro de 2017

    A sensação que eu tive ao ler o conto é de ser um texto bem maior que precisou ser editado pra caber no número de palavras do desafio. Isso meio que atrapalhou o texto, pareceu um pouco corrido. A ideia foi interessante, a ambiguidade do marido e a revelação de que ele pode ter jogado a esposa da escada.
    Abraços.

  79. Matheus Pacheco
    13 de janeiro de 2017

    Então no final do conto se resumia a um marido querendo matar a esposa? Pode-se entender que ele jogou-a da escada e tudo mais, mas cloreto de sódio dentro de um hospital?
    Não é nada de mais, só uma pequena duvida minha, porque depois disso durante a autopsia descobririam tudo.
    Mas não deixa de ser um bom conto.

  80. elicio santos
    13 de janeiro de 2017

    O diálogo está artificial e contém erros gramaticais. O autor deve tomar cuidado com o excesso de pronomes possessivos: “seu” “sua” penso que empobrecem o texto. A temática é batida, mas o desfecho inesperado. Causa um efeito reverso no leitor que, ao iniciar a leitura, espera o zelo incondicional de um esposo solícito. Boa sorte!

  81. Glória W. de Oliveira Souza
    13 de janeiro de 2017

    Avalio que o texto carrega certo desequilíbrio quanto as fases de apresentação, desenvolvimento e conclusão. Faltou, ao meu ver, tensão inicial (ou problema), pouca descrição no desenvolvimento e o fechamento não impacta. Lembrei imediatamente de cena de novela em que este acontecimento é provocada por personagem de Renata Sorrah. Não me convenceu.

  82. José Leonardo
    13 de janeiro de 2017

    Olá, Socorrista.

    Acredito que o nosso corriqueiro pendor para encontrar (ou supor) finais inesperados ou socos no estômago (sobretudo em micro contos), aqui, acaba corroborado pela citação da longa escadaria. Isso diminuiu um pouco o impacto pretendido ou esperado…

    Mesmo assim, é interessante ver como o personagem se entrega ao seu papel e o executa sem desvios. Esse é um ponto positivo.

    Boa sorte neste desafio.

  83. Rubem Cabral
    13 de janeiro de 2017

    Olá, Socorrista.

    O texto é bom, mas os diálogos não o são, soam artificiais. Há alguns pequenos erros também: “quanto ÀS sequelas. … hemodinAmicamente”.
    O método de execução causa intensa dor, creio que a mulher teria que estar anestesiada.

    Nota: 7.

    • andré souto
      13 de janeiro de 2017

      Bem escrito, mas aborda uma situação já muito explorada.

  84. Davenir Viganon
    13 de janeiro de 2017

    Enfermaria 9
    Gostei da situação, mas no meio do conto a palavra “escadaria” já entregou tudo. Parente se matando é sempre empurrando pela escada. Ao menos nas novelas é assim kkkk. Sorte minha que não tem escadas em casa, nem tenho nada para deixar de herança… enfim. Foi tudo bem feito, mas aquela coisinha para ficar diferente e pegar o leitor de surpresa, fez falta. Ainda assim, foi uma boa leitura.

  85. Thiago de Melo
    13 de janeiro de 2017

    Olá Socorrista (ou devo dizer morterista? Matadorista?)

    Achei que o comentário sobre a escada tirou um pouco da eventual surpresa com o desfecho da história. Mas gostei de como vc apresentou o desfecho: “gritei como um louco, pelo socorro mais que inútil.” Gostei muito dessa construção. Parabéns.

  86. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Olha, confesso que não me surpreendi com o desfecho, mas talvez muitos leitores se surpreenderão. Boa sorte.

  87. Luiz Eduardo
    13 de janeiro de 2017

    Apesar de suspeitar do marido quando ele fala da escadaria, gostei do desfecho um pouco irônico quando ele coloca a seringa no braço dela e depois pede socorro. Ainda que a surpresa não tenha sido o principal elemento da história eu acho que o assasino daria um ótimo personagem.

  88. Bruna Francielle
    13 de janeiro de 2017

    Bem, o final não chegou a ser uma surpresa, lá pelo meio do texto já dava indícios de que a mulher tinha sofrido um atentado !
    Acho que a investigação da polícia devia ser fácil nesse caso, o assassino não fora muito esperto !
    Tentativa de homicídio na escadaria, assassinato no hospital com a vítima inconsciente, nenhuma novidade.
    De pontos positivos, destaco a simplicidade e clareza do conto, que facilitou o entendimento

  89. Guilherme de Oliveira Paes
    13 de janeiro de 2017

    Bastante intenso, bom.

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .