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O bilhete (Davenir Viganon)

o-bilhete-imagem

Chico, encontrou um homem, bem vestido e idêntico a ele. Chamava-se Francsico. Nada disseram. Apenas entregou um cartão e foi embora. No cartão dizia:

06-17-22-30-37-50, sorteio:1892.

Chico, certa vez, foi parado por um homem engravatado, idêntico a ele, parecia abatido e saiu apressado depois de deixar um cartão em sua mão.

06-17-22-30-37-50, sorteio:1892.

Não confie no Álvaro, ele vai roubar tudo. Nunca deixe Maria ver esse cartão!

Chico, encontrou uma bela mulher, de óculos escuros e lábios vermelhos, provocantes. Ela não disse nada, apenas sorriu ao entregar-lhe um cartão.

06-17-22-30-37-50, sorteio:1892.

Qando casar, conte tudo para sua esposa.

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85 comentários em “O bilhete (Davenir Viganon)

  1. Davenir Viganon
    30 de janeiro de 2017

    Bastidores: O bilhete (Chico Sortudo)
    Eu acho que qualquer coisa que eu falar do meu conto vai soar como uma tentativa de me desculpar pelos erros de escrita dele. Então vou resumi-las: Alguns dos erros foram de digitação mas todos foram por afobação, ponto.

    [Agora sim, os bastidores]
    Costumo ficar tanto tempo com a ideia na cabeça e me torturando para dar alguma forma legível que acabo me esquecendo do gatilho, o início de tudo. Viagem no tempo não é novidade então revolvi dar uma cara bem humorada ao clichê. Imaginando a seguinte pergunta: “o que escreveria para mim mesmo no passado?”. Ora bolas, números da loteria. Claro, que eu pensei em dar avisos sobre relacionamentos e coisas profundas como não mandar contos sem revisar, mas certas coisas é preciso viver mesmo que não sejam totalmente agradáveis. Elas nos moldam. Mas não estava com vontade de seguir pela reflexão melancólica. Então, enveredei pelo humor e a ideia do bilhete de loteria premiado. Me dividi com duas ideias, criar um único bilhete, que desse entender que não era a primeira tentativa de Chico de avisar a si mesmo ou mostrar várias tentativas do Chico.

    [Agora a parte do “explicando a piada”]
    Cena 1: Francisco é o Chico, mesma pessoa, mas Chico é alusão a simplicidade, o pobre, o inverso de Francisco, já enricado, que avisa ele próprio sobre o prêmio. Mas quando Francisco avisa a si próprio ele já está rico, por que o faz? Para ter algo que o dinheiro não deu, Maria que era casada com Álvaro. Presume-se que na 1ª cena, não é a primeira vez que o bilhete é passado e que Francisco é o típico milionário sozinho.
    Cena 2: O Chico da cena 2, encontra o Chico da cena 1, já enricado e traído por Álvaro, que de alguma forma rouba a grana de Chico, já que ele não pode ter Maria. Ele avisa o Chico, sobre Álvaro e tenta alertar sobre Maria porque ele acha que ela está envolvida no roubo.
    Cena 3: O Chico da cena 2, provavelmente seguiu o conselho sobre Álvaro e tentou se afastar de Maria mas ela resolve tudo dando o aviso certo para Chico, porque se ela quisesse roubá-lo, entregaria para a Maria do passado. Alguns pensaram mal dela, por parecer uma típica “Femme Fatale”, mas o ato dela é que fala de si.
    Conto revelado, magia quebrada, em parte, mas o que valeu foi ver as teorias do pessoal que se dispôs a imaginar e bolar explicações. O conto continuando na cabeça de vocês vale mais do que mil explicações minhas, pois literatura é isso, não é?!

  2. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Adorei. Outro conto com temática de viagem no tempo que me desperta o gosto. Fluido, instigante. Ótimas sacadas. Me lembrou a série Lost e aquela numeração misteriosa, hehe. Parabéns, boa sorte!

  3. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Mais um conto bem diferente, ficou legal. Boa sorte no desafio!

  4. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Oi, Chico Sortudo
    Você nos apresentou uma boa ideia. mas acabou deixando a forma a desejar. Desenvolver um conto com 99 caracteres nessa temática de viagem no tempo é coisa para poucos, E você quase acerta na mosca, quer dizer, no objetivo. Eu, talvez, não arriscasse. Só falta reorganizar essas ideias, costurá-las com fios mais fortes – com uma boa revisão gramatical.
    (estranho porque você parece escrever tão bem, mas coloca vírgulas entre sujeito e predicado, erro tão básico que só podemos cometer por tremendo descuido ou por ignorar as regras… Confesso que me deixou confusa.) .
    Mas valeu a viagem! Grande Chico!
    Abs!

  5. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    27 de janeiro de 2017

    Apesar dos erros gostei bastante. Diferente. No início os números confundem a gente, inclusive a imagem que ilustra a história ajuda nisto e o personagem Chico/Francisco. Quem poderia associar este bilhete com uma viagem através do tempo? Boa sorte.

  6. Leandro B.
    27 de janeiro de 2017

    Oi, Chico.

    Achei a abordagem interessante. De certa forma, temos aqui uma ideia de tempo linear, já que as pessoas do futuro se esforçam em alterar o passado para garantir seus bens. Mas e os paradoxos? Bem, eles que se danem.

    Infelizmente faltou uma revisão mais apurada. Em micros, com tão pouca coisa para revisarmos, temos que ter ainda mais cuidado.

  7. Pedro Luna
    27 de janeiro de 2017

    Haha, eu achei bem sacado e divertido. Sem dúvidas uma ideia que daria um ótimo conto maior, sem limite de palavras. Aqui, no entanto, o limite acabou tirando um pouco do potencial da história, e como é normal em textos curtos, os erros da escrita saltaram a vista. Considero então uma boa ideia, mas a construção deixou um pouco a desejar. Mesmo assim, é bem bacana.

  8. Victória
    27 de janeiro de 2017

    Na primeira leitura, achei o conto muito confuso e não tinha gostado. Na segunda, entendi a questão da viagem do tempo e achei bem inteligente a inclusão da bela mulher. Pena os erros de português e, na verdade, algumas frases não foram muito bem construídas. Imagino que seja um problema de revisão, porque a ideia é boa. Boa sorte

  9. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    A ideia é muito original. Uma guerra sendo travada pelos sujeitos do futuro e o pobre do Chico sem saber o que fazer, Ou, melhor, fazendo tudo o que mandam.
    O problema é que o conto poderia ser melhor elaborado e algumas escorregadas em uma narrativa tão curta só demonstram isso. Creio que faltou um pouco de maturação. Bem trabalhado certamente figuraria no topo desse desafio.
    De qualquer modo, parabéns e boa sorte.

  10. Simoni Dário
    26 de janeiro de 2017

    A narrativa é truncada e de difícil assimilação em uma primeira leitura. Quando compreendi, adorei. Uma jogada temporal muito inteligente. Ótimo conto.
    Bom desafio!

  11. Fil Felix
    26 de janeiro de 2017

    Achei a história interessante. Trabalhando com essas linhas do tempo pra construir uma trama maior que temos que ir montando as personagens e suas frases, descobrir o que a aconteceu ao receber o prêmio. Me lembrou o conto do Borges do último desafio, o fato de encontrar-se. Mas faltou um polimento, há erros de gramática e digitação bem visíveis que sumiriam numa boa revisão.

  12. Gustavo Aquino Dos Reis
    26 de janeiro de 2017

    Gostei muito do conto.

    Achei-o muito criativo, simples e cativante.

    Originalidade, aqui, fala mais alto que o esmero da escrita.

    Parabéns.

  13. Felipe Teodoro
    26 de janeiro de 2017

    Olá.

    O texto é confuso, acho que a intenção do autor era escrever algo enigmático, mas acredito que faltou organizar um pouco melhor a base para essas revelações ao Chico. Quem sabe algo que unificasse melhor o futuro a ser evitado. Da forma que está, com esses breves recortes, não diz muita coisa. Ainda assim, a leitura vale a pena, é um conto interessante. Creio que a ideia deve se reaproveitada em um espaço maior, na minha opinião ela tem potencial.

    Sorte!

  14. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Oi, Chico,

    Tudo bem?

    Você criou um conto instigante e aberto para interpretações diversas.

    Seu personagem é realmente sortudo pois, além de ganhar na loteria, ainda consegue viajar no tempo e advertir a si mesmo que as coisas darão certo ou errado. Porém, se por um lado, tal possibilidade pode ajudar, por outro, pode confundi-lo, mostrando que a viagem no tempo resulta inútil, já que as decisões, no fim das contas, caberão a ele mesmo.

    Encontrei probleminhas de revisão. Pontuação. Mas a história está aí. Bem contada, criativa e ousada.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giainnini

  15. Lídia
    25 de janeiro de 2017

    Adorei que você explorou a temática da viagem no tempo de forma que o é o leitor que deve tirar essa conclusão. Ainda é um micro aberto, faz-nos pensar em inúmeras histórias que ocorrerão com o personagem no futuro… Adorei!!
    Boa sorte no concurso!

  16. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    escreves bem, mas neste desafio apresentas um texto demasiado aberto e que deixa escapar toda a mensagem que pretendias passar ao leitor.

  17. Estela Menezes
    25 de janeiro de 2017

    Imobilizada pelos erros (digitação, pontuação, etc.), pelo desenrolar hermético, e por minha própria incapacidade de entender o que o autor pretendeu contar, acabo este comentário sem saber o que dizer, apesar das várias tentativas…

  18. Thayná Afonso
    25 de janeiro de 2017

    Gosto bastante de histórias envolvendo viagens do tempo e gostei da sua ideia, mas meio que “não me disse nada”. Acho que gostaria de poder saber o que aconteceria a seguir, mas enquanto micro conto e dentro limitação de palavras, passou batido pra mim. E os erros de digitação incomodaram um bocado. Enfim, boa sorte!

  19. angst447
    25 de janeiro de 2017

    Não fique chateado(a) comigo,mas eu acabei não entendendo o conto. Vou ler mais uma vez. A viagem no tempo ficou clara, mas não compreendi muito bem a interação dos personagens. A mulher no final é a que vai lhe roubar tudo?
    Lição aprendida com o texto: o silêncio sempre é mais seguro, principalmente nas ocasiões felizes.
    Uns errinhos de digitação, talvez até intencionais, mas que travam um pouco a leitura ( a minha pelo menos, pois sou chata pra c@#@lho). Mas gostei do ritmo e da estrutura geral da narrativa.
    Boa sorte!

  20. Srgio Ferrari
    25 de janeiro de 2017

    Ao invés de Chico > Francisco. Francsico < assim com erro de digitação, eu achei que era intencional. quer saber? Mantenha Francsico e Francisco. Isso aumenta o absurdo. Na narrativo: Francisco encontrou um homem igual a ele, QUE SE APRESENTOU COMO FRANCSICO. Pois se não falarem nada e o narrador fizer a apresentação (brincando com os nomes) não faz sentido para o impacto do microconto de modo geral. Vai por mim!!! Continuando… Francisco, certa vez, < o problema aqui é o certa vez. Não sei o que usar agora de bate pronto, mas certamente ´substituiria ou apenas suprimiria. Ao invés de Alvaro e Maria, e se por Não confie naquele sujeito. Não diga nada àquela mulher. < Isso alivia pra mim, leitor e fica muito mais misterioso pro ato final, que é o encontro com a mulher. E fechou muito bem com o recado de contar tudo pra esposa. Não se engane, eu AMEI MUITO esse conto, pois vejo ele sem todos os defeitos, esperando pra ser um baita petardo. Queria votar nele no topo, mas do modo que está, infelizmente não posso colocar onde queria. Boa sorte.

  21. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Eu realmente aprecio esse tipo de narrativa, em que o absurdo toma conta da história e conduz, irresistivelmente, até o final. No entanto, esse conto me pareceu bastante convencional, certinho demais. Não leve a mal, autor, acho que foi uma boa premissa, mas faltou o golpe final, o uppercut que derruba o leitor. Boa sorte no desafio.

  22. Tom Lima
    24 de janeiro de 2017

    Viagem no tempo e o problema da causalidade.
    A forma é ousada e funciona bem, mas me deixou uma sensação de looping, algo que vai se repetir pra sempre. É difícil fazer isso funcionar sem deixar em mim um gosto amargo, gosto pessoal aqui. Precisava de mais revisão, mas é uma boa ideia.

    Me lembrou o filme Time Lapse.

    Boa sorte.

    Abraços.

  23. Amanda Gomez
    24 de janeiro de 2017

    Olá,

    Um micro conto que eu gostaria de ler na intriga, como algo maior. Gostei da ideia, achei muito bacana, fiquei imaginando Chico no futuro indo e vindo pro passado tentando concertar as burradas que fez. Imaginei algo bem grande por trás… ganhou na loteria, um amigo lhe passou a perna, a mulher também…deve ter ficado tão feia a coisa que ele precisou dar essas escapadas e tentar consertar.

    O legal é que parece que voltar ao passado não parece ser tão difícil já que mais gente aparece. Gostei do conto no geral, achei divertido.. é apenas uma premissa, ficaria melhor em algo maior, mas não tiro os méritos.

    Boa sorte no desafio.

  24. Eduardo Selga
    24 de janeiro de 2017

    Uma disputa pelo futuro, travada no ringue do passado, por sucessivas interferências de personagens que, estando no tempo presente, retornam para modificá-lo de modo que não seja prejudicado (Chico/Francisco) ou seja beneficiada (Maria).

    Uma estrutura inteligente, porém com falhas no uso de vírgulas e, no último parágrafo, de ortografia. Além disso, nos três parágrafos em que aparecessem os números, as aspas estão usadas de modo errado.

  25. Rubem Cabral
    24 de janeiro de 2017

    Olá, Chico.

    Bem interessante e ágil a história. O final, contudo, deixa talvez mais interrogações na mente do leitor do que o desejável. Há algumas coisas por arrumar, feito a pontuação e o “qando”.

    Nota: 7.

  26. Laís Helena Serra Ramalho
    24 de janeiro de 2017

    Gostei da ideia do conto. Viagem no tempo do ponto de vista de quem está no passado.

    Mas ele tem alguns problemas de revisão, como letras faltantes e vírgulas fora de lugar. E por que mencionar que o homem chama Francisco (como ele poderia saber, já que nem se falaram)? Além disso, se esse Francisco é a versão futura de Chico, por que tem outro nome? (Ou será que mentiu?) Além disso, não seriam tão idênticos, já que Chico envelheceria com o tempo, certo?

    Enfim, o conto tinha uma ideia bem interessante, mas falhou na execução.

  27. Renato Silva
    24 de janeiro de 2017

    Após a primeira leitura, logo saquei que se tratava de viagem no tempo. Legal ver um pouco de fantasia/FC neste desafio. Uma pena que você tenha feito meios às pressas, pois é essa a impressão que ficou. Alguns errinhos e isso conta muito num desafio com apenas 99 palavras. Dá uma corrigida, pois tem algumas coisas um tanto sem sentido. O enredo é legal.

    Te desejo boa sorte.

  28. Tiago Menezes
    24 de janeiro de 2017

    O conto tem uma boa ideia por trás. Achei original mesmo sendo do assunto viagens no tempo, já bastante utilizado. porém, parece que sua execução não tomou o rumo mais correto, ficou parecendo que faltou algo. Mesmo assim, curti a ideia das constantes viagens para comunicá-lo através de um bilhete. Parabéns.

  29. Miquéias Dell'Orti
    23 de janeiro de 2017

    Olá Chico,

    Cara… a ideia da história é boa. Mas achei que você tropeçou em algum ponto no final e o desfecho ficou com cara de “tá.. mas e aí?”.

    Não rolou surpresa com o final, só uma quebra de expectativa de um conto que tinha tudo para ser ótimo.

    Algumas falhas de revisão também ficaram destacadas demais e fizeram a história perder força para mim, como “Francsico” ou “Qando casar, conte tudo para sua esposa.”

  30. Givago Domingues Thimoti
    23 de janeiro de 2017

    Li, reli. Fui aos comentários, tentar encontrar alguma luz. Voltei e li pela terceira vez. Aí, achei o sentido, meio na metade.
    Não gostei do conto. Tanto pelos erros gramaticais, tanto pela confusão que me passou.
    Desculpas se eu fui um pouco grosso e/ou se a minha crítica foi sem fundamentos, mas essa é a minha opinião.
    Boa sorte!

  31. Vitor De Lerbo
    23 de janeiro de 2017

    O conto é diferente e interessante. Sutilmente indica uma viagem no tempo, mas só depois de duas ou três leituras. É uma pena que a falta de revisão tire tanto a atenção da história, que é divertida.
    Boa sorte!

  32. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Na primeira vez eu achei um péssimo conto. Segunda chance e, pimba, como eu queria ter escrito ele… Parabéns e também quero o bilhete

  33. Cilas Medi
    23 de janeiro de 2017

    Que não se deve ganhar na loteria e ficar preocupado – diria encasquetado – com as possíveis ingerências e referências de todos que nos acompanham e sabem, no caso de acontecer esse infortúnio. Dinheiro é ótimo. Dinheiro é fera. Dinheiro é discórdia e comiseração. Um conto truncado por esses motivos. Parabéns!

  34. Wender Lemes
    23 de janeiro de 2017

    Olá. É um conto muito criativo, que deixa uma boa parte das conclusões para o leitor. Por já ter chegado bem vestido na primeira vez, suponho que o Chico do futuro conseguiu muito dinheiro e o usou para voltar no tempo e ganhar dinheiro mais cedo, sendo traído pelo amigo e pela esposa. A conclusão não faz tanto sentido, se supormos que a mulher a voltar no tempo era Maria. No lugar de entregar o bilhete ao Chico do passado, seria mais fácil entregar o bilhete a ela mesma e poupar-se do trabalho de roubá-lo no futuro, não? Bom, é uma ficção, não tem obrigação de pegar o caminho mais lógico. Não deixa de ser uma sacada muito inteligente.
    Parabéns e boa sorte.

    • mariasantino1
      23 de janeiro de 2017

      Pensando aqui e lamentando pela xará não ser tão esperta. Acho que a Maria deve ser uma MARIA GASOLINA ou MARIA CHUTEIRA que prefere parasitar do que se esforçar para conseguir o seu.

      • Wender Lemes
        23 de janeiro de 2017

        Pois é, os motivos dela também ficam subentendidos hehe

  35. catarinacunha2015
    23 de janeiro de 2017

    MERGULHO no túnel do tempo bem inteligente. Uma boa ideia. Mas o maior IMPACTO foram os erros gramaticais grosseiros em um texto tão pequeno. Só eu, que sou leiga na matéria, encontrei oito escorregadas no trampolim.

  36. Davenir Viganon
    22 de janeiro de 2017

    Conto sobre viagem no tempo. Tem bom humor e consegue ser divertido. Afinal se você pudesse escrever um bilhete a você mesmo no passado, o que seria? Convenhamos, seria escrever os números da Megasena kkkk.

  37. Anderson Henrique
    22 de janeiro de 2017

    Tropecei um pouco nessas vírgulas aí, mas vi um bilhete onde estava escrito: releva, o conto é maneiro. E realmente é. Ganhou pela essência da história, não tanto pelo ritmo. Mas tá na lista. É o que vale, não? Parabéns.

  38. Anorkinda Neide
    22 de janeiro de 2017

    Sim, numa segunda leitura dá pra sacar o que é e numa terceira leitura dá pra começar a imaginar quem é a loira.. rsrs Nao cheguei a uma conclusão precisa pq sou ruim nisso e tô meio exausta já de ler microcontos..
    Mas o texto é bom, criativo, original e inteligente. parabens.

  39. juliana calafange da costa ribeiro
    22 de janeiro de 2017

    Bom, essas histórias de viajantes do tempo q tentam mudar seu destino já foi contada várias vezes. Aqui, como micro conto, até ficou legal, e a gente tem q preencher as lacunas pra entender a história, então provavelmente a minha história é um pouco diferente da sua e dos outros colegas. Isso é legal, contos abertos são bacanas. Mas olha, no primeiro e no terceiro parágrafo, aquela vírgula depois do Chico tá ruim. Ela, inclusive, atrapalha a compreensão e a fluidez, a gente tem q reler pra ter certeza q entendeu. No final, falta um U em “Qando casar”. Parabéns!

  40. Matheus Pacheco
    22 de janeiro de 2017

    EU VOU TE DEFENDER QUANTO AO “qanto” CHICO, eu sei a dificuldade de escrever com um teclado ruim.
    Um final um tanto confuso para o conto em relação a viagem temporal. mas muito bom.
    Um abração ao escritor.

  41. Lee Rodrigues
    21 de janeiro de 2017

    Na primeira leitura eu fiquei tipo: Oi?

    Na segunda, minha nossa! Parece que esse Chico não é bom de guardar segredos, não só pelo bilhete, mas a mulher também descobriu como dar uma voltinha no tempo.rs

    Oww… Chico, eu peso a mão nas vírgulas, mas tu ganhou de mim.

  42. Thiago de Melo
    21 de janeiro de 2017

    Thiago encontrou um homem bem vestido e idêntico a ele. Chamava-se Thiago. Nada disseram. Apenas entregou um cartão e foi embora. No cartão dizia:

    “Coloque o Chico Sortudo nos vinte, Desafio Microcontos 2017″.

    Thiago, certa vez, foi parado por um homem engravatado, idêntico a ele, parecia abatido e saiu apressado depois de deixar um cartão em sua mão.

    “Coloque o Chico Sortudo nos vinte, Desafio Microcontos 2017. Não confie nos comentários, a galera não entendeu nada. Nunca deixe seu ego ler esse conto!“

    Chico, encontrou um post na internet, um ranking de vencedores, uma distribuição de XPs provocante. O post não disse nada sobre Thiago, apenas sorriu ao entregar-lhe um cartão.

    “Coloque o Chico Sortudo nos vinte, Desafio Microcontos 2017. Quando crescer, tente escrever como o Chico.”

    Parabéns!

  43. Glória W. de Oliveira Souza
    21 de janeiro de 2017

    Interessante texto, com conteúdo diferenciado pela narrativa de repetição. A repetição da escrita cria dramaticidade. São os mesmos elementos. Seriam os mesmos personagens? Ou é um personagem único? Nesta segunda hipótese a narrativa traz consigo o sonho da grande maioria do povo brasileiro: ganhar na loteria. Neste caso o jogo mais conhecido: a mega sena. Até o encontro com “bela mulher, de óculos escuros e lábios vermelhos, provocantes” fazem parte das fantasias de apostantes masculinos se ganharam a grande sorte. Uma trama diferente e que permite várias leituras. Gostei da técnica.

  44. Juliano Gadêlha
    21 de janeiro de 2017

    Só entendi na segunda leitura, confesso. Conto interessante, que deixa o leitor quebrando a cuca para montar as peças e, ainda assim, permite várias interpretações. Só o que me incomodou foi a separação do sujeito “Chico” por vírgula em algumas construções. Mas, no geral, um bom conto. Parabéns.

  45. Gustavo Castro Araujo
    21 de janeiro de 2017

    Não é um conto para mentes preguiçosas – há algumas delas aqui, repare. Lembrou-me daqueles testes de lógica que infestam o concursos públicos, daqueles que parecem dar um nó na cabeça de quem lê. Achei a narrativa bem amarrada – Chicão volta no tempo para entregar a si mesmo os números que haverão de ser premiados; como quem tudo quer, tudo perde, Chico se dá mal por causa da mulher e do amante, mas mesmo assim tenta consertar o problema com uma nova viagem que, aparentemente não deu frutos tampouco. Por fim, surge a mulher, com a promessa de felicidade. As entrelinhas são várias e o mais legal é ver o pessoal aqui – ao menos a maioria – fundindo a cuca para entender o quebra cabeça. Prova de que o conto é bom e cumpriu muito bem o objetivo proposto. Parabéns ao autor!

  46. waldo gomes
    20 de janeiro de 2017

    Conto “copiei os números pra jogar”, no qual o elemento é avisado da sorte grande e das consequencias de se alterar o futuro.

    Bem legal. Bem escrito, poderia ter facilitado na interpretação da coisa com mais pistas, mas ficou bom, no geral.

  47. Douglas Moreira Costa
    20 de janeiro de 2017

    É um conto bastante original, e muito inteligente por conseguir sugerir esses acontecimentos tão fantásticos sem a necessidade de diversos parágrafos. Está bastante claro, e me prendeu muito. Dá pra imaginar todo um mundo de tramas se desenvolvendo no futuro, enquanto o Chico ingênuo do passado mal sabe das voltas que sua vida vai dar. Parabéns pela criatividade.

  48. Luiz Eduardo
    20 de janeiro de 2017

    Gostei bastante. Criativo, instigante, inteligente… Diferente de tudo que li por aqui até agora. Parabéns, boa sorte!

  49. mariasantino1
    20 de janeiro de 2017

    Hey, Chico! Como está?

    Legal o conto, não pensei encontrar muito contos com viagens tempo, mas lá se vão três que leio neste desafio.
    Gostei de pensar nas possibilidades. O cara ganha, volta no tempo para que ganhe antes, depois descobre que o amigo lhe roubou e a esposa não é confiável. Acho que a ousadia merece prêmio, e provavelmente eu escolha o seu texto pelas lacunas nem muito largas e nem muito fechadas presentes no texto.

    Boa sorte no desafio.

  50. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    19 de janeiro de 2017

    No mínimo instigante! Uma trama que dá margem a mil e uma imaginações… Parabéns e Boa sorte!

  51. Luis Guilherme
    19 de janeiro de 2017

    Legal a ousadia de viagem no tempo em apenas 99 palavras, de cara, parabéns por isso!

    Acabou ficando um pouco confuso, pra mim. Não entendi quem é o Álvaro.
    No meu entendimento, é mais uma história baseada na velha máxima da viagem no tempo de que, quanto mais mexe, mais fede.

    Gostei, a história é agradável e me deixou curioso bolando teorias.

    Parabéns e boa sorte!

  52. Thata Pereira
    18 de janeiro de 2017

    Complexo. Temos aqui 3 realidades alternativas? Acreditei nisso porque todos os três personagens voltam para o mesmo ponto da história.

    Contudo, também podemos pensar que são 2 realidades. Futuro e presente. Ele ganha, volta para indicar a sorte. Fica pobre por causa de Álvaro e Maria. Volta novamente para avisar. Depois Maria também volta, para garantir que ele confie novamente nela, o que não deveria fazer, o que indica a segunda viagem. Será que é isso?

    Gostei do joguinho dos hífen para burlar o contador de palavras. Bem pensado.

    Boa sorte!

  53. Tatiane Mara
    18 de janeiro de 2017

    Olá…

    Uma volta no tempo eterna, alguma coisa sempre dá errado.

    Bem escrito e fluido, sem reparos a fazer ou maiores considerações, só diria que é meio nebuloso, é preciso se esforçar pra captar a trama, não que seja um ponto negativo, questão de estilo.

    Boa sorte;

  54. Fheluany Nogueira
    18 de janeiro de 2017

    Ideias boas, visitante do futuro, bilhetes e alertas. Penso que o espaço de 99 palavras não foi suficiente para tramar tudo e deixar amarradinho. A narrativa ficou confusa. Abraços.

  55. Marco Aurélio Saraiva
    18 de janeiro de 2017

    Poxa. achei aberto demais. Contos assim, enigmáticos e com tom de Ficção Científica, costumam ter uma conclusão lógica e única. Uma “solução”. Levantar um enigma sem haver uma solução é o mesmo que me dar uma resposta sem me dizer qual é a pergunta (42! rs rs).

    Lendo e relendo, eis o que entendi:

    1) Chico encontra com sua versão do futuro que lhe dá o bilhete premiado da loteria.
    2) Chico encontra NOVAMENTE com sua versão do futuro (já que ambos são “idênticos a ele”), que desta vez lhe dá o bilhete premiado E um aviso: não confie em Álvaro e Maria!
    3) Chico encontra-se com uma mulher do futuro que lhe dá o mesmo bilhete premiado e pedindo para que ele conte tudo para a sua mulher quando casar.

    Pensei em mil coisas, todas aparentemente válidas. A solução mais forte para mim é:

    Álvaro pode ser o irmão gêmeo de chico, que aproveitou-se de sua semelhança física para enganar a esposa de chico, pedindo para ela transferir o dinheiro para ele e então fugindo. Neste caso, o primeiro “Francisco” é, na verdade, Álvaro. O segundo é ele mesmo (abatido por ter perdido a grana) e a mulher pode ser a esposa do Álvaro pedindo para ele contar tudo para a esposa, para o marido dela faturar uma grana roubando do próprio irmão.

    Mas daí tem muita confusão. A mulher pode ser, na verdade, a futura esposa de chico que está envolvida em um caso com Álvaro, que é irmão gêmeo de chico e ambos fogem com a grana. Mas então, por quê ambos voltariam no tempo? Não basta apenas um?

    Ou então Álvaro é um personagem que aparecerá no futuro, e chico volta duas vezes no tempo por quê, na primeira vez, esquece de falar algumas coisas?

    Muito confuso!!

    Nota: não me preocupei com a falta de reação de chico quanto a receber visitas de personagens do futuro. O conto não se incomoda com detalhes, apenas com a apresentação do enigma.

    • Marco Aurélio Saraiva
      18 de janeiro de 2017

      Gostei da avaliação do Evandro Furtado, dizendo que Chico, pobre, primeiramente vê os números premiados da loteria e volta no tempo para entregar ao seu eu do passado o passe para a riqueza.

      Na segunda vez ele ficou rico, mas perdeu a grana para Álvaro e Maria.

      Na terceira vez, Maria (provavelmente) volta no tempo pra tentar fazer com que chico confie nela novamente e não ficar pobre.

      O problema é que no texto parece que as três coisas acontecem com o mesmo Chico. Seguindo a lógica acima, cada um destes fatos aconteceria um Chico “diferente” (já que o segundo chico na história seria o primeiro que recebeu o bilhete, voltando abatido do futuro por ter perdido tudo para Álvaro e Maria).

      Anyway, confuso demais, rs.

  56. Sabrina Dalbelo
    18 de janeiro de 2017

    Então Chico e sua esposa conseguiam viajar no tempo e dar recadinhos ao próprio Chico…
    Temos que ler algumas vezes o texto para entender a mensagem.
    Ele é engraçado, é divertido, mas não achei cativante.
    Não me entenda mal, achei bom, mas foi só.

    Outra coisa: cuidado ao separar bruscamente sujeito e verbo com vírgula, isso prejudica o entendimento, como aqui: “Chico, encontrou…”

    Boa sorte!

  57. Andreza Araujo
    17 de janeiro de 2017

    Nossa, pera… primeira leitura foi tipo: “oi, não entendi nada, deixa eu ler outra vez” ahsehausehuh Ele encontra-se a si mesmo, correto? Possivelmente um viajante do futuro. Há saltos temporais na narrativa, do tipo que ficamos sem entender quando ocorreram tais encontros, e qual a relevância dos encontros para a vida dele, porque até o final do texto os encontros não parecem importantes para o personagem, foi essa a sensação que tive.

    É interessante notar a mudança na roupa e na expressão de Francisco, o que demonstra que algo mudou no “futuro”, fazendo-o adicionar uma ressalva no cartão com os números do sorteio. A parte da mulher foi o ápice da leitura, a meu ver. Fica claro que ela é a própria esposa do futuro, tentando salvar o seu dinheiro (aquele que ela rouba com o Álvaro!).

    Achei realmente criativa esse drama para um desafio com tão poucas palavras. A única coisa que me incomodou foram os erros de revisão, e o excesso de casualidade nos encontros – mas entendo neste caso que seria difícil adicionar complexidade nessas cenas num desafio de micro contos. Adorei o resultado, no geral!

  58. Antonio Stegues Batista
    17 de janeiro de 2017

    Não vou repetir o que os outros já disseram, Chico viajou no tempo, etc. Moral da história:só confie em quem te ama de verdade. Bom conto, boa ideia.

  59. Evandro Furtado
    17 de janeiro de 2017

    Têm umas possibilidades bem malucas. A verdade é que Chico recebe visitas do futuro e cada visita dessa altera a linha temporal. A questão é: Chico recebe a visita de si próprio nas primeiras duas vezes. Na primeira, ele, ainda pobre, volta para entregar os números do bilhete premiado para tentar ficar rico. Na segunda, ele também é pobre, mas porque perdeu o dinheiro para a mulher e o possível amante. Na terceira é uma mulher, e aí vem a loucura. Pode ser que seja a mulher de Chico. Ou, ainda, se respeitarmos a sequência do que vinha acontecendo, pode ser o próprio Chico, que encontrou no futuro, uma nova forma de ser feliz.

    Resultado – Average

  60. Vanessa Oliveira
    17 de janeiro de 2017

    Minha nossa, que mil voltas no tempo, hahaha. Confesso que tive que ler mais de uma vez para entender esse causo do Chico. Mas, quando entendi, achei interessantíssimo. Só deixaria uma ressalva: ver a si mesmo, não mudaria o presente para Chico? Mexer no passado, o efeito borboleta e tudo mais… se isso aconteceu e eu que não entendi, sinto muito. Mas, se não, fica em aberto para a gente imaginar o que poderia ter mudado com essas interferências. Boa sorte!

  61. Tiago Volpato
    17 de janeiro de 2017

    Texto bem criativo, mas as voltas no tempo me pareceram desconexas. Não saquei a mensagem final. Ainda assim, gostei.

  62. Iolandinha Pinheiro
    17 de janeiro de 2017

    Um conto divertido sobre viagem no tempo, e as influências que seu futuro pretende ter em seu presente. Adorei as informações sobre a mulher golpista, a tentativa de ele mesmo se alertar sobre ela e ela também voltar no tempo para convencê-lo a contar sobre o cartão. Um encontro provoca o outro, já que se nunca houvesse encontrando o primeiro Francisco, nunca teria ficado rico, nem casado, e nem sido traído pela golpista. No final, quando a mulher volta é para tentar reverter o alerta que foi dado antes, contra ela, e convencer Chico a confiar nela em contraponto ao bilhete anterior. Se vai ganhar estrelinha? Claro que sim!

  63. Victor F. Miranda
    17 de janeiro de 2017

    Demorei um pouco pra entender, mas quando entendi não achei muito bem executado. Não curti muito.

  64. Fabio Baptista
    17 de janeiro de 2017

    A ideia é muito boa e consegue usar o clichê de viagens no tempo de uma maneira divertida.

    Só estranhei o fato de que os encontros pareceram aleatórios – Chico encontra o segundo homem como se jamais tivesse encontrado o primeiro (pelo menos foi a impressão que fiquei).

    Confesso que criei expectativas para o desfecho, que acabaram não sendo atendidas… esperava algo mais engraçado, sei lá. Essa mensagem da mulher não me convenceu.

    Abraço!

  65. Leo Jardim
    16 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐⭐▫): viagens no tempo, tentando desfazer as cagadas da primeira vez. Achei interessante e divertido.

    📝 Técnica (⭐▫▫): muitas vírgulas mal posicionadas travaram a leitura:

    > Chico *sem vírgula* encontrou um homem *sem vírgula* bem vestido e idêntico a ele

    > Chico *sem vírgula* encontrou uma bela mulher *sem vírgula* de óculos escuros e lábios vermelhos, provocantes.

    > *Qando* (quando) casar

    💡 Criatividade (⭐▫): um argumento comum.

    ✂ Concisão (⭐⭐): as informações foram suficientes.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): acho que o final poderia ter sido melhor. Talvez ele voltando e desistindo do bilhete, fecharia o ciclo.

  66. Bianca Machado
    16 de janeiro de 2017

    Muito interessante a ideia, quase pensei em algo parecido, rs. Fico me perguntando se ele mesmo alertado confiou na Maria mais uma vez, haha… Eu ficaria com um pé (ou os dois) atrás. E poxa, podia ter dado uma revisada nesse texto, pra pegar essas vírgulas em lugar errado e letrinhas faltando, não custava nada. Mas certamente uma boa ideia!

  67. Bruna Francielle
    16 de janeiro de 2017

    Os erros de português acabaram sendo muito visíveis num texto tão pequeno, penso que faltou uma revisão de 2 minutos que já eliminaria os erros!
    “Chico, encontrou um homem” , penso que não deve haver virgula entre o sujeito e o verbo dessa forma.
    A trama é razoável, criativa em certo ponto, na ideia de voltar ao passado pra alertar ele mesmo sobre como proteger o bilhete premiado.
    Certamente é algo q pode despertar a cobiça alheia
    A última mulher seria Maria, e seria a esposa dele ? Ela teria matado ele, pra ficar com o bilhete, porque ele não contou nada ?
    Foi o que eu interpretei da história.

  68. Priscila Pereira
    16 de janeiro de 2017

    Oi Chico, que conto legal!! Gostei bastante da ideia. Fiquei imaginado se esses números todos entraram no limite de palavras… se entraram você tem muita coragem… Numa próxima revisão conserte a palavra: “Qando ” .Parabéns e boa sorte!!

  69. Brian Oliveira Lancaster
    16 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Inusitado. Uma viagem no tempo clássica. Mas esse precisa ser lido com calma. As entrelinhas dizem o que aconteceu/vai acontecer e creio que, se entendi bem, no final o protagonista vai ficar sem nada, de qualquer forma. Pois o texto está em looping. O conceito é excelente. – 9,0
    O: No entanto, tem alguns probleminhas que escaparam na revisão. Não atrapalha o entendimento geral, para quem gosta do assunto, mas tira um pouco a atenção. É um texto que faz pensar, mesmo sendo apenas uma cena “comum”, dentro do que se propõe. – 8,0
    D: A ideia é ótima. Não tão bem executada, mesmo assim, consegue entreter. – 8,0
    Fator “Oh my”: viagens no tempo são arriscadas (há outro por aqui com este tema). Corre-se o risco de leitores não compreenderem o todo. Acho que resumi bem o conceito ali em cima, mas posso estar enganado.

  70. elicio santos
    16 de janeiro de 2017

    Muito bem bolado. Parece retirado do filme: “De volta para o futuro”. Cabe ao leitor deduzir os porquês e solucioná-los. Gostei!

  71. Ceres Marcon
    15 de janeiro de 2017

    Boa sacada.
    Que pena que a mulher também descobriu 😀
    Gostei da maneira como você conduziu a história. Ficou divertido.
    Parabéns!

  72. José Leonardo
    15 de janeiro de 2017

    Olá, Chico Sortudo.

    Bom humor. Pensei que Francisco fosse o duplo de Chico, mas conforme avançava na leitura, percebi que não era nada disso. A inserção da mulher completou a brincadeira: o alerta que ela faz é certeiro, é sobre o segundo bilhete entregue a Chico por ele mesmo, só que vindo do futuro.

    Ainda que haja erros como vírgulas separando sujeito e verbo, a ideia é muito boa, original. Bem pensada pra caramba.

    Boa sorte neste desafio.

  73. Andre Luiz
    15 de janeiro de 2017

    Senti-me um Sherlock Holmes tentando decifrar a trama do Chico e suas viagens no tempo… O conto é muito bom, e brinca com o leitor introduzindo um mistério porém não contando o desfecho, o que faz com que nós fiquemos instigados para elucidá-lo.

    -Originalidade(9,0): Uma forma diferente de contar a história da viagem no tempo. A maneira como foi escrito deixou tudo mais interessante, e o leitor instigado.

    -Construção(8,0): O limite era pequeno, e acho que você desperdiçou algumas preciosas letras repetindo a mesma frase do bilhete. Talvez as palavrinhas a mais ajudariam a deixar o final menos aberto e evitar reclamações rsrsr

    -Apego(7,0): Gostei do Chico.

    Parabéns!

  74. Fernando Cyrino
    15 de janeiro de 2017

    Confesso as minhas dificuldades com seu conto. Pareceu-me estar faltando alguma coisa que não via – e que talvez esteja por lá. Não que queira algo mastigado, gosto de pensar. Lamento, eis que achei que a construção está interessante. Abraços e sucesso.

  75. Guilherme de Oliveira Paes
    15 de janeiro de 2017

    Não pude perceber claramente o que o conto propõe, o sentido das metáforas, se há metáforas. Mas parece haver um aspecto surrealista, que gosto.

  76. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    A reação de Chico por ter encontrado um homem idêntico a ele chamado Francisco soou pouco natural. Entendo que, para um microconto, seria um baita desperdício criar toda uma descrição das reações. O problema é que, para mim, não convenceu. Além disso, o texto tem muitos probleminhas de uso de vírgula e até mesmo de digitação, faltando letras em algumas palavras. Para mim, não compromete, mas mostra que faltou um cuidado maior para revisar o conto, até porque revisar contos tão curtos não deveria ser um problema.

  77. olisomar pires
    14 de janeiro de 2017

    Bom conto. uma viagem no tempo para alertar o “eu” do passado sobre algo.

    Isso nunca dá certo.

    Bem escrito, lamento ter faltado uma linha ou duas com informações pra ficar redondinho.

  78. andré souto
    14 de janeiro de 2017

    Muito bom,o duplo de Chico salvou-o da ruína.Excelente conto.Parabéns.

  79. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Apesar de dois errinhos de português, a ideia é fantástica. Demorei um pouco para entender, mas quando consegui, vi o quão inovador é. O Chico do futuro entrega o bilhete para o Chico do passado, e esse precisa seguir certos avisos dado por ele mesmo. Genial. rs

  80. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    É ficção científica? Porque esse primeiro encontro é com ele mesmo. O Chico do presente com o Chico do futuro no primeiro momento em que ele ganhou. Provavelmente ele, o Chico do presente, joga e ganha, contando para a esposa. Então, o Chico do futuro volta para avisar o Chico do presente que não conte sobre o cartão porque ele será traído. Provavelmente o Chico do presente joga e não conta que jogou. Então, encontra uma mulher que deve ser sua amante no futuro. Que loucura! Deu um nó. Ele está preso em um lapso de tempo? Tadinhoooo!!! Se sim, ou se não, precisava de um pouco mais de informação.

  81. Keynes Aynaud
    13 de janeiro de 2017

    Pelo que eu entendi, o Chico ganhou na loteria, tendo um homem (possivelmente alguém que teve o mesmo destino do Chico?), mas o Álvaro o rouba, sendo que quem avisa, eu suponho, é o Francisco. A Maria é a mulher que vai se casar com o Chico no futuro, e a mulher que manda o cartão afirmando isso me soou como se fosse uma futura amante. É um texto que faz o leitor tentar encaixar as peças, mas eu acredito que poderia ter sido um pouco mais claro (tudo bem que não podia usar muitas palavras, então é compreensível esse problema; eu mesmo cai nesse erro). Boa sorte com o desafio.

  82. Zé Ronaldo
    13 de janeiro de 2017

    Que perfeito! Maravilha de microconto aberto, tente ser detetive para elucidar a trama do Chico sortudo! Perfeito a forma como foi dita a história e a interferência das personagens! Que pérola! Vai entrar pro rol dos possíveis vintão! Ah, manda um bilhete desses pra mim, ô!

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Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .