EntreContos

Detox Literário.

Imaginando (Givago Thimoti)

Nos seus braços, ela estava feliz, segura.

Pela pista de dança, ele a conduzia com tamanho cuidado, que parecia que a sua vida dependia disso.

   Ela estava linda. Sua pele branca contrastava com os seus lábios, pintados de vermelho pelo batom. Estava perfumada, como uma doce flor de lis.

Mas, mesmo assim, ele queria outra. E, ao lembrar isso, ela não se sentiu tão realizada. Agora ela era, apenas, um troféu de consolação.

Notando que a musica iria acabar, Helena, gentilmente, pousou sua cabeça nos ombros dele e, baixinho, disse:

Se eu não posso ter,
eu fico imaginando.

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87 comentários em “Imaginando (Givago Thimoti)

  1. Estela Goulart
    24 de novembro de 2017

    Sendo romântico em todos os lugares.

  2. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Gostei bastante, achei bem triste, fiquei com dó da guria. Parabéns e boa sorte

  3. Victória
    27 de janeiro de 2017

    Me desculpe, mas eu não sei qual o contexto da história: não sei se eles tem um relacionamento, se são conhecidos/amigos de longa data ou se recém se conheceram. Sem isso, não consegui criar empatia pela Helena, que parece uma moça tão frágil quanto romântica. Boa sorte.

  4. Thayná Afonso
    27 de janeiro de 2017

    Quem nunca foi Alice e sustentou um desejo através da imaginação, né? É algo um pouco deprimente de se fazer, mas você escreveu de um jeito bastante bonito. Parabéns!

  5. Pedro Luna
    27 de janeiro de 2017

    Na verdade eu acho que quem estava imaginado era o cara, que preferia estar dançando com a outra. kkk.

    Um conto bonito, mas que pecou na construção. Um excesso de ‘elas” incomodou visualmente. De positivo, o final foi bem tocante, pois mostra como podemos ser conformados com algo que nos faz mal.

  6. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    27 de janeiro de 2017

    Estranhei bastante e cheguei à conclusão (estou certo) de que a moça/mulher nunca esteve ao lado de quem ela deseja. Imaginação do começo ao fim

  7. Leandro B.
    27 de janeiro de 2017

    Oi, Baiacu.

    Não quero ser repetitivo nos comentários, mas como mencionei em outro conto, acho que falta aqui um dos tripés do que considero importante em um micro (subtexto, forma, impact).

    Além disso, achei algumas construções um pouco estranhas, especialmente no primeiro parágrafo, no que diz respeito ao uso de virgulas.

    É isso, boa sorte.

  8. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Romântico… mas não decolou, Baiacu! 😦

  9. rsollberg
    27 de janeiro de 2017

    O conto se traduz em um cena. Em um microconto isso não é um grande problema, ocorre que aqui a história não decola e, tampouco, surge alguma construção de tirar o folego. Ai, nesse espacinho, não há qualquer conexão que faça o leitor suspirar mais alto, nada que faça o leitor comprar a angustia e a imaginação da protagonista. Esse é o tipo texto que implora empatia para funcionar, mas infelizmente comigo não aconteceu.
    De qualquer modo, parabéns e boa sorte,

  10. Lee Rodrigues
    27 de janeiro de 2017

    Tô até envergonhada com o que vou dizer, porque li de cara o pseudo, então fui somando as características ao nome, e o resultado foi de rir.

    “Pela pista de dança ele conduzia o Baiacu Solitário com tamanho cuidado, ela estava linda, sua pele branca contrastava com os seus lábios vermelhos.”

    “O Baiacu Solitário estava perfumado como uma doce flor de lis, mas mesmo assim, ele queria outra (como pode ele querer outra?).”

    Não fique bravo, please! rsrs

  11. Estela Menezes
    26 de janeiro de 2017

    Não percebi propriamente um enredo, uma trama; apenas a descrição de uma cena que até poderia ser a primeira cena de um conto maior… Também acho que poderia ter havido mais cuidado com as palavras desnecessárias, que tiram a agilidade do texto (“pintados de vermelho” já teria sido suficiente), e com os “lugares comuns” (“parecia que sua vida dependia disso”, “troféu de consolação”)…

  12. Fil Felix
    26 de janeiro de 2017

    Um conto bonito, me lembrou a dança do Perfume de Mulher. Traz a questão de amar sem ser correspondido, fecha com uma cena também bonita e melancólica, a afirmação dentro do relacionamento, de se colocar em segundo lugar e se contentar em apenas imaginar. Bonito, mas acho que faltou um TCHAN.

  13. Gustavo Aquino Dos Reis
    26 de janeiro de 2017

    Temos algumas construções que não ficaram muito boa.

    O conto tenta, mas falha em passar uma carga emocional forte o suficiente.

    No entanto, ele está bem escrito e com uma ambientação bem adequada.

  14. Sra Datti
    26 de janeiro de 2017

    Contito singelo, bem escrito, que se desenrola sem surpresas. A moça sonhadora que se realiza num belo momento, sem, pelo menos aparentemente, se importar com o “depois”, visto que, a imaginação poderia levá-la aonde realidade lhe traça limites.
    Bom texto!

  15. Simoni Dário
    26 de janeiro de 2017

    História triste de rejeição no amor. Escrita firme e competente. Gostei do diálogo no final, foi oportuno.
    Bom desafio.

  16. Rubem Cabral
    26 de janeiro de 2017

    Olá, Baiacu.

    Um bom conto. A história é simples e se resume a uma cena apenas, mas o resultado foi bom. Apenas julguei que algumas expressões soaram um tanto gastas. Se não me engano, flor-de-lis não é famosa por seu perfume.

    Nota: 7

  17. Felipe Teodoro
    26 de janeiro de 2017

    O início do conto e seu desenvolvimento são muito interessantes. A gente cria a imagem do casal, reconhecemos os sentimentos da moça e até sentimos um pouco da sensação dela, porém a frase final, poxa, ela meio que quebra as expectativas, parece que ela não vem da mesma personagem e acabou na minha opinião, destoando da linha narrativa do texto. Pode ser que eu não tenha entendido a intenção do autor. Gostei, mas queria ter gostado mais.

  18. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá Baiacu,

    Tudo bem?

    Seu conto é repleto de melancolia. Dançar com quem se ama sem ser amado e por algum motivo estar atado à esta pessoa é uma premissa muito boa.

    Confesso que o final ficou um pouco aberto demais para mim. Entendi bem a história, mas fiquei pensando o que ela imaginava. A dança? Toda a vida deles juntos?

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

    • Givago Domingues Thimoti
      28 de janeiro de 2017

      Pois é, Paula.
      Eu confesso que o final ficou aberto um pouco além da conta, mas essa era a intenção. É uma brincadeira com o título do conto. Assim, você, leitora, iria ler e ficar imaginando.
      Beijos e obrigado pelo comentário.

  19. Anderson Henrique
    25 de janeiro de 2017

    Algumas construções tiraram um pouco do brilho do texto. Um exemplo: “Agora ela era”. Repita 3x em voz alta e veja se não é um trava-línguas. Fora isso, gostei bastante. A conclusão não traz uma reviravolta ou uma surpresa que faça o leitor saltar. Mas ela é sutil e me agradou bastante. Bom conto.

  20. Srgio Ferrari
    25 de janeiro de 2017

    Muitas vírgulas. Muitas, muitas. Eu estou ignorando solenemente todos os pseudônimos pois acredito que eles não devem fazer parte do entendimento de um microconto com limite de palavras. Só que nesse caso eu ri demais do cabeçalho e fiquei aqui “Imaginando um Baiacu Solitário”

  21. angst447
    25 de janeiro de 2017

    Uma situação bem dolorosa, de ser a segunda no coração do amado. O amor realiza-se só na imaginação da moça,mas a presença do homem é real. Bem ou mal, ele está ali com ela.
    A narração caminha bem, no ritmo de uma dança melancólica e romântica. No entanto, o final me decepcionou. A frase dita quebrou o clima. Esperava algo de maior impacto, mesmo que fosse um clichê – Se não posso ter você inteiro, não quero nem os pedaços… Qualquer coisa assim. Ou então, transformar a fala em um pensamento dela, e a moça só revelar um tímido sorriso.
    Boa sorte!

  22. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    A história, aguda, pontuda, machuca. Quem nunca, né? Ser o prêmio de consolação realmente não é uma experiência bacana. Gostei da premissa, da escrita como um todo. Mas a frase final, ah… por que fica imaginando? Dali não iria adiante? Ela já não o tinha nos braços, para que imaginar? Talvez, e disse talvez, o que ela quisesse fosse sonhar. De qualquer forma, um bom conto. Parabéns!

  23. vitormcleite
    24 de janeiro de 2017

    não gostei muito, é um texto que não me prendeu pelo final, durante a leitura estava à espera de um final muito mais impactante e como escreveste parece-me que não tem força, construíste um texto onde eu aguardava algo forte, mas não encontrei essa marca

  24. Cilas Medi
    24 de janeiro de 2017

    Achei um conto bonitinho e com um final que não explicou, devidamente, a que veio.

  25. Davenir Viganon
    24 de janeiro de 2017

    Achei muito descritivo e sem carga emocional. A situação é bem montada, com lembranças e imaginações mas umas construções cairiam bem aqui. Não, mais do que isso: são essenciais nesse tipo de estória.

  26. Miquéias Dell'Orti
    24 de janeiro de 2017

    Olá peixinho,

    Achei seu conto sentimental e melancólico. Uma cena de dança e uma decepção amorosa me soam um pouco clichê, mas o trabalho com a trama fluiu bem.

    Dá para sentir um pouco de dó da Helena, com um traço de raiva por ela se deixar permanecer nessa situação.

    Um bom conto.

  27. Laís Helena Serra Ramalho
    24 de janeiro de 2017

    Você usou narrador onisciente, o que causou certa confusão. De início pensei que a história era narrada sob o ponto de vista dele, e então apareceram os pensamentos de Helena.

    Usar o narrador onisciente não é um erro, mas talvez essa história tivesse se beneficiado mais de um ponto de vista limitado. Aí poderíamos ver que pistas na linguagem corporal dele ela pegou para deduzir que ele desejava outra (o que incorre em outro problema da narrativa, que é o contar em vez do mostrar, o que também prejudicou a minha imersão).

    Mas a seguinte fala me confundiu: “— Se eu não posso ter, eu fico imaginando.” Pelo texto dá para entender que é de Helena, mas não era ele que estava querendo outra, e por isso imaginando porque não podia ter?

  28. Vitor De Lerbo
    24 de janeiro de 2017

    O leitor sente empatia e dó da Helena. Afinal, quem nunca se sentiu rejeitado? Esperamos que a Helena pare de imaginar e parta pra outra.
    O texto é bem escrito e a construção da trama foi bem feita.
    Boa sorte!

  29. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Não se humilhe, Helena. E viva a vida, milagres acontecem quando nós procuramos por eles. Não perca o seu precioso tempo com um homem que não vale um terço do mesmo!

    —-

    Era tudo o que eu queria dizer para a pobre Helena agora

  30. Luiz Eduardo
    23 de janeiro de 2017

    Achei um pouco sentimental demais, não faz o meu gênero. Mas acho que a critica precisa ir além do gosto pessoal, por isso, recomendaria que você tomasse um cuidado maior para não tornar histórias naturalmente românticas em algo exagerado. Ainda assim, a sua escrita é boa, fluida e sensível. Boa sorte!

  31. Thata Pereira
    23 de janeiro de 2017

    Bom, vou ser sincera, porque acho que é isso que um autor espera de leitores. Não criei simpatia pela história, por isso não sei muito bem o que dizer. Acho que contos sentimentais como esse não combinam com descrições muito diretas dos sentimentos. Por exemplo: “E, ao lembrar isso, ela não se sentiu tão realizada.”, você disse, mas poderia ter mostrado, sem dizer, através de alguma reação dela enquanto dançava.

    Não senti o que ela sentiu, por isso não criei afeição pela história. Mas isso são coisas pessoais, tenho certeza que muitos gostaram e ainda vão gostar.

    Boa sorte!

  32. Amanda Gomez
    23 de janeiro de 2017

    Olá,

    Um texto bem melancólico, consegui sentir empatia pela menina. As cenas estão bem feitas, uma boa ambientação, imaginei o salão de festas, ela linda, ele conformado.

    De repente a música acaba e os devaneios dela também, percebe que foi só uma dança, que não era ela que ele queria que estivesse ali, mas tudo bem… desde que fique com ele, a sua imaginação pode cuidar do resto.

    Apesar de não ter elementos que causem impacto, gostei do trabalho.

    Boa sorte no desafio.

  33. Renato Silva
    23 de janeiro de 2017

    É, eu consegui sentir a tristeza da moça. A rejeição é um sentimento doloroso e é quase impossível haver uma pessoa que não sinta empatia, pelo menos uma vez na vida, ao ver uma cena do tipo. Gostei da tua narrativa; bem feitinha, bonita, apesar de não apresentar qualquer surpresa ao final.

    Boa sorte.

  34. waldo gomes
    22 de janeiro de 2017

    Conto “auto-estima baixa” sobre uma tonta que aceita o que lhe dão.

    Construções simples, meio meloso. Não funcionou comigo.

    Na frase ” Se eu não posso ter,
    eu fico imaginando.” – sobrou um “eu” ou dois.

  35. Gustavo Castro Araujo
    22 de janeiro de 2017

    Um conto sobre amores não realizados, sobre desencontros e sobre a necessidade que temos de enganar a nós mesmos. É possível sentir o apego da menina, o auto-engano, tentando convencer a si mesma que talvez sua exclusividade dure um pouco mais. É um conto bem escrito, com palavras simples e que passa muito bem o recado, mas creio que o autor poderia ousar mais, arriscar uma construção mais elaborada, uma metáfora desconcertante. Da maneira como escreve, acredito que tenha munição de sobra para isso.

  36. Thiago de Melo
    22 de janeiro de 2017

    Amigo Baiacu,

    Achei que o seu texto, apesar de falar de imaginação, dá pouco espaço para que o leitor use a própria imaginação. O texto é fechado com uma conclusão bem clara. Infelizmente você deu um spoiler tremendo no título, tirando a reviravolta do final de que ela e o par de dança não eram namorados.
    Apesar disso, gostei do tom melancólico e bastante realista dá história.

  37. Glória W. de Oliveira Souza
    22 de janeiro de 2017

    Helena não estava dançando. Ele estava ao lado de um homem que servia de anteparo aos seus sonhos. Um dos seus devaneios era estar dançando com o homem que povoa sua mente da vida inteira. Percebendo que os sonhos jamais se tornariam realidade, resignou-se no ombro do amigo e continuou a sonhar. Senti falta de dramaticidade cênica que levasse o leitor para um final mais impactante.

  38. Lídia
    22 de janeiro de 2017

    Bem doloroso, principalmente pra quem passa por uma situação parecida… Estou cada vez mais convencida que relações humanas trazem mais chagas do que engrandecimento… moça, ame-se primeiro, e verá que o que deseja é efêmero…

  39. Tiago Menezes
    22 de janeiro de 2017

    Conto bem melancólico. Ela apenas dançava com ele, não eram namorados, assim eu entendi. Mas ela pode imaginar pelo menos. Bem triste. Ótimo conto, parabéns.

  40. Leo Jardim
    22 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐▫▫): a mulher dança com um homem que deseja outra. Pelo que entendi, quando se despedirem, ela vai voltar ao mundo da imaginação, onde ela pode ter ele. Triste, mas bem simples.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): boa, conduz bem a cena narrada.

    💡 Criatividade (⭐▫): esse conflito é muito comum.

    ✂ Concisão (⭐⭐): a última frase deixa uma lacuna interessante.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): o texto não me causou um impacto muito grande. Acho que, para dar uma carga maior à tristeza da mulher que quer e não pode ter, a última frase poderia ser melhor trabalhada.

  41. Juliano Gadêlha
    22 de janeiro de 2017

    Bom conto, bem melancólico. As descrições são boas, mas acho que algumas construções e palavras carecem de uma pequena revisão. Não fiquei tão certo se tudo é apenas imaginação. Pensei que a dança duraria apenas uma música, e por isso ela tentou aproveitar ao máximo, pois depois restariam apenas as lembranças para nutrir sua imaginação. A mera dúvida sobre isso já conta como um ponto positivo, ao meu ver.

    Parabéns!

  42. Matheus Pacheco
    22 de janeiro de 2017

    Eu fiquei tremendamente impressionado com esse conto, porque cara eu não sei o que comentar, foi uma coisa corriqueira descrita, falando que só desejamos o que não temos.
    Mas eu realmente não tive comentarios para esse texto.
    Parabens e um abração.

  43. Wender Lemes
    22 de janeiro de 2017

    Olá! O conto passou-me uma tristeza condescendente cativante, certa simplicidade e profundidade de ideia que nos alcança sem esforço, como a música do Skank, se é que entendi. Gostei do sentimento mais que da execução, se me permite. Em um espaço tão curto, poucos excessos de pausa já se tornam incômodos.
    Parabéns e boa sorte!

  44. Tatiane Mara
    21 de janeiro de 2017

    Olá…

    Conto simples sobre aceitação.

    As construções não ficaram boas em alguns pontos, não há profundidade no texto, apenas o texto puro, embora isso não seja defeito, se o texto puro foi meio fraco, o caldo se arruína.

    Boa sorte

  45. Bruna Francielle
    21 de janeiro de 2017

    Puxa, que tristonho !
    Achei um tanto deprê !
    Bem, isso após ler os comentários, caso tenha sido o que dizem os comentários…
    Mas, ao ler o microconto, fiz minha própria interpretação, que seria..
    Era apenas uma dança, um homem que a mulher acabara de conhecer, e simplesment gostou de dançar com ele ! E aí, quando a m´sica acabava, as pessoas no salão trocavam de parceiros para dança… e ela queria continuar dançando com ele, mas ele queria trocar e dançar com outra pessoa !
    Prefiro minha interpretação, acho mais legal assim ! Rs

    Parabens

  46. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    21 de janeiro de 2017

    Resignação.A imaginação subjuga a realidade. Frustrante. Dolorido. Boa sorte!

  47. Sabrina Dalbelo
    20 de janeiro de 2017

    Eu adorei.
    Achei muito bem escrito e inclusive me identifiquei com o personagem Helena.
    Quem nunca aceitou um amor pela metade? Se ela não podia ter o rapaz, ao menos ficava imaginando como seria se ele a amasse também.
    Isso faz parte do amadurecimento., da vida.
    Não vi erros e achei a escrita muito bem executada.
    Parabéns! Tá na lista, pela sinceridade.

  48. catarinacunha2015
    20 de janeiro de 2017

    MERGULHOU na piscina de bolas coloridas e se afogou. O texto tem uma beleza melancólica. O uso da conformação como único IMPACTO foi tremendamente prejudicado pelo título revelador.

  49. Luis Guilherme
    20 de janeiro de 2017

    Conto bem triste!

    Achei que o título acabou entregando tudo, e acabou tirando um pouco do suspense da situação. Isso, pra mim, atrapalhou um pouco.

    Mesmo assim, é um conto bem escrito e forte.
    Quem nunca passou por algo do tipo, né?

    Enfim, acho que é um belo conto, mas prejudicado pela dica no título.
    Boa sorte e parabéns!

  50. Andreza Araujo
    20 de janeiro de 2017

    A cena narrada é bonita, delicada, serena… Mas o final tem um toque meio macabro, fiquei com a impressão que a mocinha ia persuadir o cara a fazer algo que ele não quisesse 😛 ok, sei que não foi isso que aconteceu, mas tive essa impressão conforme eu lia. Quando acabei a leitura, percebi que era apenas uma mulher amando um homem que não a amava de volta. É real, é triste. Só não entendi uma coisinha, por que ela era o troféu de consolação? O homem também não pôde ficar com sua amada?

  51. Eduardo Selga
    19 de janeiro de 2017

    A construção é confusa, mas acredito que seja o seguinte: há um casal dançando no plano da realidade, e a mulher idealiza seu par, imaginando que ele tenha um carinho por ela que, bem o sabe, não corresponde à realidade, por amar outra mulher.

    Muito nebuloso, contudo. A separação dos planos precisaria estar nítida.

  52. elicio santos
    19 de janeiro de 2017

    Acho que nem o personagem desejado entendeu a frase final. Bem clichê esse texto. Uma mulher que deseja o homem de outra e sofre por isso. Não gostei.

  53. Antonio Stegues Batista
    19 de janeiro de 2017

    Helena não é uma daquelas mulheres de Atenas, se consola em ser apenas um troféu. Uma historia simples, que poderia ter mais elementos dramáticos. O final sugere alguma coisa, traição? Ficou superficial, Uma pena.

  54. Vanessa Oliveira
    19 de janeiro de 2017

    O conto é bem bonito, triste, mas no deixa imaginando a cena. Isso acontece frequentemente. QUem nunca se apaixonou por uma pessoa, mas a pessoa não te queria? Parece fácil partir para outra, mas não é; o ser humano é assim, quando quer algo, quer e ponto final. Infelizmente, o cara não vale a pena. Bonito conto, boa sorte!

  55. Jowilton Amaral da Costa
    18 de janeiro de 2017

    Não gostei muito não, principalmente pelo final que eu não entendi bem o que ela quis dizer com aquela frase. Achei o tema sem graça e pouco impactante. Boa sorte.

  56. mariasantino1
    18 de janeiro de 2017

    … ninguém mais pode. Pah!

    Olá, autor (a)!

    O clima é bom, terno, leve… o final deixa um suspense a gosto do leitor, que se for como eu preenche com KING e imagina Carrie, a estranha, pondo abaixo todo o baile (ou o que seja).
    Há alguns tropeços como repetições, que se limadas dão maior rapidez ao conto sem prejudicar a trama.
    É isso, gostei mas sinto que poderia ter gostado mais.

    Boa sorte no desafio.

  57. Tiago Volpato
    18 de janeiro de 2017

    Acho que precisava de melhor revisão. Algumas frases ficaram emboladas. Por exemplo.
    “que parecia que a”. Essa repetição de que não fica legal. Eu mesmo tenho o mesmo problema. Em algumas outras partes minha leitura ficou travada. Precisava cortar umas palavras pra deixar o texto mais fluído. Menos é mais.
    Abraços!

  58. Douglas Moreira Costa
    17 de janeiro de 2017

    (escrevi um comentário todo e quando apertei em publicar ele sumiu, entao…)
    Bom, é um texto com um desenvolvimento muito bom, com muita singeleza e com a criação de um casal lindo que após algumas palavras revela uma rachadura dolorosa. No entanto, o final é um balde de água fria, eu esperava uma cena bloody and gore e ja estava me escondendo, só que acabou sendo algo mais dramático do que esperava. Se acabasse em “se não pode ser meu” abriria uma gama de possibilidades que me permitiria classificar o conto como +18 kkkkk. Mas isso é meu gosto, quanto ao que você apresentou: é muito bom, meus parabéns.

  59. Douglas Moreira Costa
    17 de janeiro de 2017

    Tem um bom desenvolvimento o texto, consegue criar uma bela imagem de casal e logo após nos faz notar uma rachadura entre os dois que até então dançavam como um. No entanto o final poderia ter sido melhor, pareceu que acabou porque o autor tinha que dar um fim, eu me preparei pra uma coisa meio bloody and gore e ja estava me escondendo aqui e, no entanto, me jogou um balde de água fria. Se o final ficasse como “-se eu não posso te ter…’ abriria margem para MUITAS perguntas, e ai seria muito intrigante. Mas isso é o que eu gostaria, com relação ao que você apresentou: é muito bom.

  60. juliana calafange da costa ribeiro
    17 de janeiro de 2017

    Acho q o excesso de vírgulas tornou essa dança meio travada. Queria q o texto fluísse de forma mais musical, pra q o leitor fosse embalado por essa dança, pela imaginação da protagonista. Parabéns!

  61. Marco Aurélio Saraiva
    17 de janeiro de 2017

    Essa história me lembrou Carrie, a estranha, rs rs rs. Pensei que a garota ia despertar os poderes psíquicos no final e matar a festa inteira.

    Gostei da alusão ao baiacu. Quem era o baiacu: ele ou ela? Me parece ele, por ser “intocável” para ela, já que estava interessado por outra.

    O conto é um tanto superficial e simples. Tem uma ideia e uma conclusão, mas nada muito além do básico. Ela gostava dele, que não gostava dela, então ela se contentava em imaginar. Interessante, mas não senti o vazio que ela sentia, ou a paixão que ela sentia por ele. Acho que, aqui, um pouco mais de sentimento cairia bem.

  62. José Leonardo
    17 de janeiro de 2017

    Olá, Baiacu Solitário.

    Helena avilta-se a si mesma. Não se dá sequer o direito de tentar ou vislumbrar meios de conseguir, em definitivo, ficar junto do par dançante. Ela somente imagina. Eu vejo o cenário como o dos bailes de debutante. Helena fica ansiosa para ao menos dançar com o rapaz adorado, por poucos minutos, e isso já é seu troféu, pois nada além alcançará. Para o rapaz, Helen não passa de uma mulher com quem trocará passos, como produto na prateleira que tem de ser afastado com o dorso da mão para se pegar outro. Simples e cruel.

    Um momento que, no mundo resignado de Helena, vale como fogos de confete.

    Boa sorte neste desafio.

  63. Victor F. Miranda
    17 de janeiro de 2017

    Pra mim a mensagem foi dada, mas não consegui ver nenhum atrativo na história e nem na escrita.

  64. Bianca Machado
    17 de janeiro de 2017

    Um conto de certa forma triste. Será que tudo é imaginação dela? Como um baiacu,está cheia de sonhos e se protege com eles… Foi o que captei na minha leitura, posso dizer que infelizmente não me animou. Foi uma leitura agradável, apesar de sentir que poderia ter sido um tantinho mais trabalhado. Não aumentado, nem informações a mais, só um pouco mais bem estruturado…

  65. Fabio Baptista
    16 de janeiro de 2017

    Três leituras, consulta aos universitários nos comentários e… não entendi.

    Talvez não houvesse muito a entender, talvez seja mais um jogo de despertar sensações e interpretações. Mas comigo, infelizmente não funcionou.
    A parte técnica também não ajudou muito, pois a única construção que tentou ser mais elaborada acabou caindo num clichê não muito bom: “que parecia que a sua vida dependia disso”.

    Abraço!

  66. Guilherme de Oliveira Paes
    16 de janeiro de 2017

    Belo conto, bonito na forma, descreve bem a cena. O final me pareceu deixar o leitor um pouco no ar, sem saber o que ela quis dizer, lançando dúvidas sobre o próprio contexto do conto. Acho que deixa o leitor se perguntando se perdeu alguma coisa.

  67. Fheluany Nogueira
    16 de janeiro de 2017

    O pseudônimo é importante na interpretação do texto: “O baiacu é um peixe que possui um dos mais exóticos sistemas de defesa do reino animal: quando se sente ameaçado por um predador ou por algum outro fator e, dessa forma, fica assustado ou irritado, ele enche o corpo de água ou o infla como se fosse uma bola de borracha ou uma bexiga. Esse comportamento o deixa com uma forma esférica e até três vezes maior do que o tamanho normal, de modo a afugentar o inimigo”. Penso que a protagonista é o nosso baiacu e está imaginando toda a cena.

    Pequenos deslizes estruturais não prejudicaram o texto com imagens elegantes e conteúdo, se não original, com figurino renovado. Parabéns e abraços.

    • Baiacu Solitário
      18 de janeiro de 2017

      Fheluany, eu simplesmente amei a sua observação acerca do meu pseudônimo, assim como a sua interpretação.
      Muito obrigado e abraços!

  68. Ceres Marcon
    16 de janeiro de 2017

    A narrativa é simples. O sofrimento pelo amor não correspondido é clichê. Senti uma escorregadela de ponto de vista no segundo parágrafo.
    Não é um texto que marque, nem que me faça ter empatia com a moça em questão.

  69. Iolandinha Pinheiro
    15 de janeiro de 2017

    A impressão que eu, leitora, tenho, é que tudo é imaginário – O cara, a dança, ela própria (jovem e bela), as roupas, o batom. Penso que ela está separada, que o marido a largou por outra, e o que resta para ela é imaginar, enquanto a música toca, e recordar os bons momentos nos braços do marido. Tocante. Mesmo não sendo essa a versão oficial do conto, eu gostei dela. Parabéns pelo conto e pelas sensações que ele provocou em mim, boas e más. Abraços.

    • Baiacu Solitário
      18 de janeiro de 2017

      Olá, Iolandinha
      Gostei da sua interpretação do conto! Foi um tanto diferente…
      Fico feliz que tenha gostado!
      Abraços!

  70. andré souto
    15 de janeiro de 2017

    A sensibilidade á rejeição não explícita,força a rejeitada a arremessar a bomba.Um bom desfecho,sem duvida,talvez produto da navegaçaõ em águas profundas do discernimento Boa sorte.

  71. Tom Lima
    15 de janeiro de 2017

    Não consigo ter empatia com a personagem. O limite de palavras não permite mostrar os motivos dela. Por que ela desiste tão fácil? Sem isso fica parecendo que não queria tanto assim.

    As cenas são bonitas, mas não chegam a me tocar.

    Boa sorte.

    Abraços.

  72. Evandro Furtado
    15 de janeiro de 2017

    Uma breve história de (não)amor. O autor pode rever a colocação de vírgulas que, nesse texto, em vários momentos, dividiu uma sentença ao meio onde não deveria. Talvez seja algum vício de oralidade. A trama é básica, sem grandes vantagens ou desvantagens. A referência final, no entanto, subiu meu conceito.

  73. Edson Carvalho dos Santos Filho
    15 de janeiro de 2017

    A história ficou clara, mas sem algum conteúdo. A ideia da mulher que se contenta em pousar a cabeça no ombro do homem amado que não a quer soa melosa demais para parecer dramática.

  74. Fernando Cyrino
    15 de janeiro de 2017

    Um conto interessante. Uma história para se fazer pensar sobre o relacionamento amoroso. Gostei do final, um toque de ironia sutil, consegui ler. Parabéns pelo seu conto e muito sucesso.

  75. Anorkinda Neide
    15 de janeiro de 2017

    Olá! Um conto meigo, né…
    Com um limite apertado de palavras, vc conseguiu colocar umas sobras ae.. hehe
    o pessoal já apontou.
    o conto ia bem até a frase final… ok q a moça seja conformada, desista fácil das coisas, entendo perfeitamente, me identifico , mas achei tao dificil que ela dissesse isso poderia até pensar… e mais, noutro momento, nao ali, enquanto tao próxima a ele. mas a personagem é sua.
    Não entendi pq a quebra da última frase… foi proposital ou foi erro do site?
    Gostaria mesmo q a ultima frase fosse mais impactante.
    abraços

  76. Andre Luiz
    14 de janeiro de 2017

    Achei muito interessante sua forma de retratar este caso romântico, por assim dizer, com simplicidade e objetividade, mas sem perder o impacto ao final.

    -Originalidade(8,0): Um texto bom, com sua beleza intrínseca, que você soube conduzir de forma exemplar. Apesar de o tema já ser batido, a forma foi inovadora.

    -Construção(8,5): Reiterando: Um bom texto. Sua escolha de palavras foi sábia, e você soube conduzir o leitor pela história até culminar no desfecho impactante. Sábio!

    -Apego(8,0): Confesso que fiquei com certa dó de Helena, por ela amar e não ser retribuída. Ficou apenas na imaginação…

    Parabéns!

  77. Olisomar Pires
    14 de janeiro de 2017

    Tema: o desejo de ser amado por alguém que se ama.

    As construções são simples, não há reflexões profundas ou subentendidas, apenas o simples descrever do ato e sentimento envolvido.

    Algumas construções frasais atrapalharam o ritmo e/ou a estética, por exemplo: ” QUE parecia QUE a sua vida dependia disso”, ” Estava pintada… pelo batom”, “ao lembrar ISSO”, “agora ela era”, “se EU não posso ter, EU fico imaginando”.

    Esses detalhes contam muito para um bom texto, uma lapidada ou revisão melhorariam bastante o conto.

  78. Brian Oliveira Lancaster
    14 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Um texto bastante triste e singelo. Tocante até. Tem seus probleminhas de construções frasais, mas não tira o brilho do enredo. Romântico. – 9,0
    O: Um texto simples, mas que cativa pela premissa. Parece um clipe do Ed Sheeran (talvez você conheça). Tem toda uma melancolia implícita no ato de dançar. Os sentimentos estão a flor da pele. – 9,0
    D: A frase “agora ela era” soou estranha, parece uma cacofonia ou trava-línguas. Talvez se deixasse apenas um traço depois da frase anterior e “Era apenas um troféu de consolação”, teria ficado melhor. Também sugiro diminuir um poucos dos “ques”. – 8,0
    Fator “Oh my”: um texto muito bonito e sentimental. Tem seu valor embutido.

  79. Priscila Pereira
    14 de janeiro de 2017

    Oi Baiacu, notei que você desperdiçou algumas palavras, como por exemplo: “pelo batom” ficou sobrando, já dava para entender perfeitamente sem essas palavras. também acho que ela não deveria se contentar em ser o premio de consolação… no mais, a história é boa, mas precisava de um refinamento maior. Boa sorte!!

  80. Virgílio Gabriel
    14 de janeiro de 2017

    Não sei porque, mas não sinto pena da personagem. Uma moça bonita, apegada em quem não a ama? Ora, parta pra outra, aposto que outros rapazes adorariam a companhia dela. Acorda filha, não fique imaginando com essa, viva uma realidade feliz com outro melhor.

  81. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    Tem uma escrita simples. Bem ambientado. É um conto triste. Bem escrito e que nos faz refletir sobre as nossas frustrações. O que não podemos ter. O que desejamos muito e não está a nosso alcance. É um bom microconto.

  82. Zé Ronaldo
    13 de janeiro de 2017

    Microconto fechado mas de uma profundidade sem tamanho. Simples, singelo e doloroso. Uma situação tão banal para uns e tão dolorosa para tantos outros.

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Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .