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Detox Literário.

584 Toques Sobre a Vida (Thais Pereira)

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Meu estômago doía e as lágrimas já haviam secado. Talvez, se caíssem, os olhos que me ignoravam sentiram compaixão, invés de repulsa. Uma garotinha me olhava, chupando o dedo e agarrada na perna da mãe.

— Ei, Elias — me chamaram. — Te pago um refrigerante.

— Ebaaa!

Apanhei a lata, um salgado e fui seguido por um cachorro que também aparentava fome.

— SAI! — gritei.

Ao me virar para espantá-lo, percebi que a menina ainda me olhava e pensei o que ela carregaria dali.

— Então vem — eu disse ao cachorro, que saltitante me seguiu, enquanto eu chorava, oferecendo-lhe a metade da minha comida.

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92 comentários em “584 Toques Sobre a Vida (Thais Pereira)

  1. Simoni Dário
    27 de janeiro de 2017

    O conto deixa algumas coisas um pouco vagas. Alguém chama Elias do nada, a menina carregaria alguma coisa dali. Fiquei imaginando onde eles estariam. Lacunas difíceis de serem preenchidas. Não deixa de ser tocante.
    Bom desafio!

  2. chrisdatti
    27 de janeiro de 2017

    Bonita, mas triste história em primeira pessoa. Recebe algo para lhe estancar a fome. Afasta o animal faminto que se aproxima . Depois, se preocupa com a menininha que o observa: traz o bicho para si e divide com ele o alimento que calará parte de sua fome. Essa reação de Elias foi inusitada e deu um toque de humanidade ao conto.
    Só não entendi o titulo… ;).

  3. Victória
    27 de janeiro de 2017

    Acabei de ler “A coisa certa a fazer” e achei curioso um conto semelhante estar do lado. Bem, gostei da mensagem de ambos e esse conto é igualmente bom, diria que é mais interessante ainda por, além da questão de compartilhar e ter empatia, o protagonista procura dar um “bom exemplo”. Parabéns!

  4. Rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    Não sei ao certo se compreendi esse conto.
    Mas penso que o protagonista, com medo de dar uma mau exemplo, resolveu mudar o comportamento a fim de dar algo para a pequena menina.
    O problema é que o conto apresenta alguma confusão e numa narrativa deste tamanho isso complica as coisas.
    De qualquer modo tem uma ideia interessante e algo de bonito nessa história.
    Parabéns e boa sorte

  5. juliana calafange da costa ribeiro
    26 de janeiro de 2017

    bonita história. A princípio pensei q o narrador era o cachorro, depois me pareceu um menino. Mas depois, quando vc diz “Ao me virar para espantá-lo, percebi que a menina ainda me olhava e pensei o que ela carregaria dali.”, me pareceu uma frase madura demais pra um menino, já tendo noção de q podia interferir no futuro da menina q chupava o dedo. Então imaginei um rapaz já. Logo no começo do texto tem um erro, creio de digitação, “Talvez, se caíssem, os olhos que me ignoravam sentiram compaixão”. Acho q o correto seria “sentiriam compaixão”, não?

  6. Lídia
    26 de janeiro de 2017

    Como o Douglas comentou, o conto parece muito a aplicação prática de uma teoria foucaultiana. O olhos atentos da menina fizeram que ele tomasse uma atitude de compaixão com o cachorro.
    Gostei da leveza da narração, por utilizar uma criança como narrador.
    Boa Sorte!

  7. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Oi, Ariel,

    Tudo bem?

    Seu conto fala de um tema muito doído de nossa sociedade, mas de forma delicada.

    Amo cachorros e fiquei feliz em ver que a comida foi dividida com ele. Rsrsrs

    Não entendi bem o título, embora saiba que o texto era, sim, um toque sobre a vida, mas o 584 me deixou no ar. Talvez faça parte de algo maior, uma coletânea de toques sobre a vida, talvez. Me conta.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no certame.

    Beijos

    Paula Giannini

  8. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    mensagem importante mas o texto não consegue passar impacte na leitura, caso o tenhas conseguido estaríamos perante um dos contos mais interessantes do desafio

  9. Gustavo Aquino Dos Reis
    25 de janeiro de 2017

    Ariel,

    conto competente. Há alguns deslizes na pontuação no primeiro parágrafo. Porém, a coisa melhora do meio para o final.
    A obra não possui uma grande narrativa e nem construções arrebatadoras.
    Não obstante, ele cumpre seu trabalho.

  10. Tiago Menezes
    25 de janeiro de 2017

    Olá Ariel, tudo bem? Existe uma boa ideia por trás do conto, mas creio que você não conseguiu passá-la do modo correto. Boa sorte no desafio.

  11. Jowilton Amaral da Costa
    25 de janeiro de 2017

    Achei um conto médio. A narrativa poderia ter sido melhor elaborada. Eu acho que tem um erro no início, na palavra “sentiram”, que deveria ser “sentiriam”. Isso deu fez com que eu voltasse algumas vezes na leitura. O tema cotidiano me agrada, são os meus preferidos, mas, esse não me impactou tanto. Boa sorte.

  12. Srgio Ferrari
    25 de janeiro de 2017

    A primeira frase quase não faz sentido, uma bagunça, que raiva de vc, pois o resto é muito ótimo. DAMN IT!!!!!!!!!!!!!

  13. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Um pedaço do cotidiano, amargo, mas com sabor de infância. Particularmente, como já disse alhures, esses histórias de infância ou com criança acabam me fascinando. No entanto, a narrativa aqui desenvolvida não apresentou a fagulha da originalidade – tinha potencial, mas não se realizou, a meu ver. Sinto muito.

    • Ariel
      25 de janeiro de 2017

      A vida não é original. Somos fagulhas do que observamos e aprendemos, uma miscelânea filtrada pelo conforto. Como narrar a vida de forma original, se somos cópias?

  14. Renato Silva
    25 de janeiro de 2017

    Achei o título estranho à primeira vista, mas logo entendi. Joguei o texto no Word e contabilizei 587 caracteres (toques). Pelo título, pensei que se tratava de algum evento importante, mas o conto mostrou uma situação bem cotidiana na vida de seu protagonista.

    Gostei desse dilema moral pelo qual passou. A fome pode levar o Homem ao seu estado mais selvagem, mas ele conseguiu manter um pouco do seu senso de solidariedade e humanidade ao olhar para aquele criança que o ajudou. Acredito que o menino também sentiu pena do cão e entendeu que este também sentia tanta fome quanto ele. Mesmo assim, ainda lhe doeu partilhar a pouca comida que tinha. Muitos sentimentos opostos e conflito, além do próprio conflito entre o lado racional e o instintivo.

    Tirando alguns erros gramaticais, é um bom conto. Boa sorte.

  15. Douglas Moreira Costa
    24 de janeiro de 2017

    É uma imagem bonita, bem narrada. Acho que quis passar a ideia que a atitude do menino mudou porque a menina o observava, se fosse um tema um pouco mais obscuro me remeteria a Foucault e o panopticon, sobre as atitudes moldadas pela observância alheia. Mas a ideia do conto acredito que seja mais voltada pra algo mais singelo. É bonito, apesar de um pouco confuso em alguns lugares.

    • Lídia
      26 de janeiro de 2017

      SIM, FOUCAULT! Pensei a mesma coisa!

  16. Tom Lima
    24 de janeiro de 2017

    Conto com a temática parecida com o anterior. Bem interessante também. Tem força, ainda mais com a ideia do garoto que passa fome preocupado com a imagem que a garota que lhe paga um refrigerante levaria. Se é com a própria imagem, pensando em um lanche futuro, ou com uma questão ética e moral fica a critério de quem lê.

    Tem umas coisas que ficam em aberto, lacunas que atrapalharam um pouco a leitura, como o fato dela saber o nome dele. Mas é um bom conto.

    Boa sorte.

    Abraços.

  17. Lohan Lage
    24 de janeiro de 2017

    Linda mensagem. Gostei da imagem que me ocorreu. Um errinho gramatical aqui e ali, mas no todo, gostei. Parabéns!

  18. Pedro Luna
    24 de janeiro de 2017

    Primeiro eu entendi que ele estava preocupado se a menina poderia carregar algo físico dali, talvez o próprio cachorro. Mas depois percebi que o menino podia estar preocupado com a lição de moral que passaria a ela. Bom, é um dos dois, mas não acho que esse conto precisasse de um duplo sentido assim. Também, por ser um micro conto, não traz a profundidade necessária para eu crer que o menino se importaria assim com uma estranha, e não em sacia o próprio bucho. Não gostei muito.

  19. Felipe Teodoro
    23 de janeiro de 2017

    Boa noite!

    Uma ideia boa, mas com uma execução um pouco confusa. Não consegui entender o propósito da narrativa. Sentimos um pouco dos sentimentos de Elias no início do conto, aparentemente sem dinheiro, triste e quando a felicidade o atinge, é quando recebe um refrigerante e um salgado, mas depois temos o cachorro, que ele tenta despistar, mas o olhar de outros não permite. O cachorro seria dele¿ Enfim, conto que poderia ser melhor organizado e que sabe, deixar claro pelo menos alguns pontos. O título não adicionou nada na história, até tentei buscar uma relação, mas não consegui.

  20. Miquéias Dell'Orti
    23 de janeiro de 2017

    Olá Ariel,

    Bem… seu conto transmite uma linda mensagem, porém, acho que você tropeçou em algumas falhas que atrapalharam a imersão do leitor na história.
    Alguns entraves como “… se caíssem, os olhos que me ignoravam sentiram compaixão…” [o correto, nesse caso, acredito que fosse “sentiriam”] e a exclusão de palavras para adequação ao limite que ficaram bem “na cara” para mim fizeram a narrativa perder um pouco o brilho.
    No mais, a moral da história me agradou bastante.

  21. catarinacunha2015
    23 de janeiro de 2017

    MERGULHO seguro. Arregaçou as calças e ficou só mexendo os dedos dos pés enquanto a maré ia e voltava. Deu seu recado social, a miséria não necessariamente nos torna mesquinhos, o que sempre gosto. Mas o IMPACTO foi só uma ondinha no pé.

  22. Wender Lemes
    23 de janeiro de 2017

    Olá! Acho que já disse isso em outro micro que padeceu da mesma questão, mas vale reafirmar: em um espaço tão restrito, qualquer pequena falha parece se agigantar. Foi o que ocorreu aqui, na minha perspectiva. A mensagem por trás desse conto é louvável, com o rapaz contrariando seu estômago apenas para deixar um bom exemplo para a menina que o observava. Porém, as pequenas falhas tornaram a leitura truncada, confusa, infelizmente.
    Parabéns e boa sorte.

  23. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Realmente, a narrativa fico confusa. Cachorros e animais domésticos são um coringa, sempre comovem o leitor. Mas, sim, precisa de mais aqui…

    • Mariana
      23 de janeiro de 2017

      * Ficou, maldito erro de digitação hehe

  24. Cilas Medi
    23 de janeiro de 2017

    Ao invés de “sentiram” o correto seria “sentiriam”? Onde ele pegou o salgado? A menina estava chupando dedo e ele se preocupou com ela em que sentido? Dar uma lição de sobrevivência ou mostrar compaixão? Ao invés de dar respostas fiz as perguntas, porque não consegui esclarecer o conto como um todo. Sorte!

  25. Leo Jardim
    22 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐▫▫): um menino carente resolve dar um bom exemplo para uma menina, mas achei um pouco mal executada. Se ele estivesse com a fome que dizia no início, dificilmente pensaria nisso…

    📝 Técnica (⭐▫▫): acho que a escolha das palavras não foi muito bem feita, as frases ficaram confusas, como em “pensei o que ela carregaria dali” (só entendi o sentido depois de algumas releituras).

    💡 Criatividade (⭐▫): um tema cotidiano.

    ✂ Concisão (⭐▫): como já disse, as palavras não foram muito bem escolhidas, as informações ficaram desconexas.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): pelos motivos já apresentados, infelizmente não gostei muito do texto, que tem uma mensagem que, melhor trabalhada, pode render um bom texto.

    Obs.: Não entendi o número do título.

  26. Thayná Afonso
    22 de janeiro de 2017

    Tem uma mensagem bonita e uma crítica relevante, mas não consegui me sentir muito comovida. Achei alguns pontos meio confusos, o que a menina poderia levar dali? O exemplo que ele teria dado caso tivesse enxotado o cachorro que, assim como ele, sentia fome? Foi o máximo que consegui pensar. E aquele “sentiram” me incomodou um bocado. Bom trabalho!

  27. Estela Menezes
    22 de janeiro de 2017

    Então… Na mesma sequência, lado a lado com a anterior, mais uma historinha bonitinha, edificante, um tanto piegas. Nenhum detalhe instigante, nenhuma surpresa, nenhuma expectativa… O personagem menino parece um pouco artificial, não muito crível, o próprio cachorro não tem nada marcante, o final é previsível, uma revisão mais cuidadosa teria evitado alguns errinhos …

  28. Fil Felix
    22 de janeiro de 2017

    A mensagem por detrás do conto é bem interessante, trazer questões como a fome, miséria, situação de rua e a coisa do “exemplo”. Funciona dentro do limite de palavras, com início, meio e fim. Mas, pra mim, ficou um pouco “moral” demais, há algo ali no começo (sentiram) que deixou a frase estranha. Mas no geral, é um bom conto.

  29. Bia Machado
    21 de janeiro de 2017

    Acabei de ler o “A coisa certa a se fazer”, do Bast e os dois textos, do Bast e o seu, me pareceram ter o mesmo “mote”, inclusive esse aqui poderia ter o mesmo título do anterior. E, quanto ao título, achei esse meio inconsistente, apesar de filosófico. Tem a ver com a quantidade de caracteres (com espaço?) que foram utilizados, também, mas isso não me empolgou. Bem, sobre o conto, não gostei. Há alguma coisa no estilo de sua narrativa, autor, que a mim não conquistou.

  30. Eduardo Selga
    21 de janeiro de 2017

    A narrativa é um tanto confusa. Em “[…] pensei o que ela carregaria dali” não está claro por qual motivo a menina deveria carregar o que quer que fosse. Também estranho me pareceu o fato de o menino, ao término do conto, chorar enquanto oferecia ao cachorro metade de sua comida. Seria a fome? Mas elas, no início não “já haviam secado”?

  31. Amanda Gomez
    21 de janeiro de 2017

    Olá!

    Bem, a visão dá cena fica melhor se eu imaginar que não não uma criança e sim um homem…Um mendigo já adulto. Talvez ele tenha visto na menina alguém do seu passado, poder ser um filho que ficou para trás.

    Mesmo com fome, ele quis dar um bom exemplo para a criança, na esperança de que possa fazer algum efeito na vida dela

    Posso está equivocada, mas prefiro essa versão. O conto é simples e agradável. Mas não me chamou muita a atenção, não.

    No mais, boa sorte no desafio.

  32. Leandro B.
    20 de janeiro de 2017

    Oi, Ariel.

    Tenho dito que o mais interessante para mim em um micro é o subtexto. Aqui não há muita margem para uma história profunda, já que toda a trama é explicada em detalhes, inclusive a motivação de Elias para dividir a comida.

    Como o espaço é curto, é difícil criar empatia (por Elias, pela garota e mesmo pelo cachorro), o que dificulta um pouco a apreciação.

    O encerramento também carece um pouco de impacto, o que não favorece muito a história.

  33. Vitor De Lerbo
    20 de janeiro de 2017

    Muito semelhante a outro conto que acabei de ler, “a coisa certa a se fazer”. Como eu disse lá, gosto de mensagens de esperança, mesmo que, nesse caso, ele só tenha vindo para transmitir uma ideia diferente a um terceiro.
    Boa sorte!

  34. Juliano Gadêlha
    20 de janeiro de 2017

    Há que se ressaltar a coincidência de haver dois contos em sequência tratando sobre a mesma temática. Aqui eu não consegui vislumbrar muito bem qual era o objetivo. A narrativa me parece confusa em alguns momentos. Há também alguns pequenos erros e omissões de palavras que acabam prejudicando. Creio que isso possa ter ocorrido devido ao limite de palavras. Nada que uma boa revisada não resolva.

    Continue com o bom trabalho!

  35. Lee Rodrigues
    20 de janeiro de 2017

    Texto simples, diria até que ingenuou, só me incomodou a passagem da criança com fome, já a beira do choro, se preocupar em dividir o lanche com o cachorro para passar uma boa imagem.
    Seria uma crítica à mãe da menina, que vendo-o faminto nada vez para dar exemplo à filha, enquanto ele, um “menor de rua”, se preocupa com valores sócias?

  36. waldo gomes
    19 de janeiro de 2017

    Conto “com cachorro e criança da sessão da tarde” fala sobre um garoto que divide o lanche com o vira-lata e fica chateado, claro. Eu tinha dado um chute no bicho. Mentira, dava um pedacinho do lanche, pequeno.

    Primeiro § é confuso, depois alguém chama o moleque pelo nome e paga um lanche “de grátis”, depois o moleque se sente na obrigação de dar um pedaço pro cão…. não me convenceu.

    Mas valeu pelo cachorro.

  37. Gustavo Castro Araujo
    19 de janeiro de 2017

    O texto fala de solidariedade, de segundas chances. Num primeiro momento, um garotinho, que se deduz tratar-se de um menino de rua, batalha por algo para comer; ao conseguir, quer tudo para si, ignorando o cachorro também faminto. Ao doer-lhe a consciência, por conta do olhar da menina, enxerga o próprio pecado e, a tempo, arrepende-se. É na dificuldade que se conhece o valor de cada um um velho clichê que não obstante é carregado de verdade. Nesse ponto, o conto acerta por conferir humanidade ao menino, em todos os sentidos da palavra. Como é bom poder se arrepender a tempo, não? É essa a mensagem que o conto passa. Bom trabalho!

  38. Marco Aurélio Saraiva
    19 de janeiro de 2017

    Gostei do tema abordado: a humildade mesmo na miséria. O garoto pensar no que pensariam dele caso não dividisse sua comida com um cachorro, mesmo que morto de fome há não se sabe quanto tempo. A aplicabilidade da compaixão para o menos abastado em qualquer nível social, ao mesmo tempo que o texto afirma que, na situação do garoto, ele estava a apenas um nível acima do cachorro de rua que o seguia; ou seja, ambas não estavam em situações tão diferentes assim.

    Gostei da sua técnica. É suave, gostosa de ler e expressa bem os sentimentos do personagem.

    Parabéns!

  39. Anderson Henrique
    19 de janeiro de 2017

    Achei bonitinho, mas não me cativou nem convenceu. Peguei uns problemas ortográficos ou de concordância, mas são poucos. Achei o encadeamento confuso também. Valeu.

  40. Fheluany Nogueira
    19 de janeiro de 2017

    Narrativa simples, melosa, mas cativante. O pequeno mendigo, primeiro é egoísta quando ganha um lanche e depois resolve dividi-lo com o cão, talvez por pensar melhor na situação ou para causar boa impressão à menina que passava na rua. Não houve impacto final, nenhuma surpresa ou reviravolta.

    “Talvez, se caíssem, os olhos que me ignoravam sentiram compaixão, invés de repulsa.” Nesta frase falta uma correlação dos tempos verbais,”sentiriam” ficaria melhor. No geral, bom conto. Abraços.

    Pseudônimo tirado da Pequena Sereia, Disney, que quer fazer parte do mundo dos humanos, valente e determinada a fazer o bem para os seus dois mundos?

    • Ariel
      19 de janeiro de 2017

      Uma das características do anjo da guarda Ariel: “Este anjo auxilia a agradecer a Deus os bens que nos envia. Facilita na descoberta de tesouros ocultos.”

  41. Laís Helena Serra Ramalho
    19 de janeiro de 2017

    Acredito que aqui o maior problema foi que você colocou ideias demais, e no fim não houve espaço para desenvolvê-las. A presença da menina e do cachorro foram mal desenvolvidas. Afinal, o garoto só queria impressioná-la? O que ela estava carregando? Se não era relevante, talvez não devesse ter sido mencionado.

    Além disso, o garoto muda de humor muito rápido. Tudo bem se alegrar com a comida, mas certamente a mudança seria bem menos abrupta. O mesmo com a decisão: em um espaço de tempo curtíssimo (ou foi o que deu a entender), ele decidiu que tinha que impressionar a menina e dividir a comida com o cachorro.

    É uma ideia que até poderia resultar em um enredo interessante, se bem trabalhada, mas ela não cabe em 99 palavras.

  42. Fabio Baptista
    19 de janeiro de 2017

    Achei que o conto exagerou na dose de açúcar. E fez isso sem situar bem o papel da menina e qual a relação dela com esse lanche aparecendo do nada.
    Entendi que o personagem não quis dar um “mau exemplo” para a garota, mostrando-se egoísta e cruel com os animais.

    Mas, sei lá… não me convenceu muito essa atitude.

    Mas deve ser rabugice minha, desculpe.

    – ignoravam sentiram compaixão
    >>> sentiriam

    Abraço!

  43. Iolandinha Pinheiro
    18 de janeiro de 2017

    Engraçado o conto. O menino se importava com o julgamento da menina sobre o comportamento dele. Geralmente crianças são muito autênticas a não ser que queiram impressionar alguém. O que ela carregaria dali? O que ela acharia do que viu? O que ela pensaria dele?
    Há muito nessa frase. O menino sofre por ter que dividir a comida com o cão, mas ele não precisava dividir. O intrigante é saber o motivo dele estar tão preocupado com o que a menina pensaria dele. Conto fofo sobre crianças, cachorros e consciência. Bem condensado sem sobrar, um retrato de um instante. Gostei

  44. Thiago de Melo
    18 de janeiro de 2017

    Amigo Ariel,

    Gostei do seu texto. Achei singela a troca de olhares entre o personagem principal e a menina. Acredito que seja assim mesmo na vida real: ” pensei o que ela carregaria dali”.
    É uma história bem escrita e com uma mensagem bonita. Gostei.

  45. Davenir Viganon
    18 de janeiro de 2017

    Impossível, para mim, não comparar com o conto anterior, que apesar de ser muito diferente, aborda exatamente o mesmo tema: a solidariedade. Aqui foi com um cachorrinho. Existe a questão da empatia, mas não gosto do uso de cachorros para emocionar, para mim, sempre soa forçado. Mas o conto, no geral, é tão bom quanto o anterior, só não despertou a tanta empatia.

  46. Evandro Furtado
    18 de janeiro de 2017

    Temos alguns probleminhas estruturais no começo (inconsistência nos verbos, falta de conectivos). Por outro lado, os personagens tem carisma e criam uma conexão com o leitor.

    Resultado – Average

  47. Thata Pereira
    18 de janeiro de 2017

    Dois contos seguidos que abordam quase o mesmo tema, triste, é sacanagem :/
    O que mais me chamou a atenção foi a questão da menina. Nesse desafio estou tentando não julgar o que não é mostrado e, quando lemos que a garotinha estava agarrada na perna da mãe e chupando o dedo, entendemos se tratar de uma criança. Acho um recurso necessário, mostrar e não falar.

    Já o Elias, não sabemos sua idade, há indícios de ser morador de rua, mas será? Bom, aqui na minha cidade, pequena, conhecemos os moradores de rua, seus nomes. Os que querem dinheiro para comida, os que querem para bebida e drogas (na verdade, eles mesmos dizem para o que querem).

    Gostei do conto!

    Boa sorte!

  48. Tatiane Mara
    17 de janeiro de 2017

    Olá…

    Texto interessante, porém meio confuso: a garota chama o menino pelo nome, o menino chora por dar a comida pro cachorro. Nao sei, ficou meio estranho.

    Boa sorte.

    • mariasantino1
      17 de janeiro de 2017

      Oi, Tatiane!
      Olha só, não foi a menina na que chamou por ele >>> — Ei, Elias — me chamaram. — Te pago um refrigerante., viu aí? Chamaram pode ser qualquer um e acredito que seja alguém que já o conhecia e não uma passante como me parece ser a menina.

      Bjs

  49. Luis Guilherme
    17 de janeiro de 2017

    Gostei!

    A imagem combina bem com o texto.
    Gostei da mensagem passada, que é a cereja do bolo.

    Acho que a base da mudança da sociedade é darmos bons exemplos pras nossas crianças, ne?

    E o que mais me agrada, ainda, é o fato de alguém que não tem nada, dividir o pouco que ganha. Isso sempre me deixa emotivo! ahahah

    Parabéns pela sensibilidade e boa sorte!

  50. Priscila Pereira
    17 de janeiro de 2017

    Oi Ariel, a mensagem que seu conto passa é muito boa. Ele repartiu sua comida com o cãozinho para a menininha aprender a repartir. Na frase :”Talvez, se caíssem, os olhos que me ignoravam sentiram compaixão, invés de repulsa.” Acho que o certo seria “sentiriam”. Boa sorte no desafio.

  51. mariasantino1
    17 de janeiro de 2017

    Oi!

    Não sei bem o que senti ao ler o seu conto. Se o cara chora de fome ele ainda pensa em deixar uma lição de moral? Olha, acho pouco provável. Tipo, que se foda o cachorro, o cara tava com fome e ponto final. Em parte eu entendo que você tentou mostrar humanidade mesmo quando estamos no extremo das forças, mas a verossimilhança pesou na minha avaliação.

    Não gostei muito.

    Boa sorte no desafio.

    • mariasantino1
      17 de janeiro de 2017

      Copiei e colei no word e realmente tem 584 toques.
      Ah! O cerne do conto é o esforço para um futuro melhor e mais humano. Peguei isso e acho muito válido. Quem sabe o conto em um outro formato, um espaço maior, hein?

      Sucesso.

  52. rubemcabral
    17 de janeiro de 2017

    Olá, Ariel.

    Achei a história simples e que deixou algumas pontas abertas. Penso que foi um certo exagero chorar ao partilhar a comida.

    A escrita foi segura e a qualidade da revisão foi bastante boa.

    Nota: 6.5

  53. Victor F. Miranda
    17 de janeiro de 2017

    Outra história bonita, simples, bem escrita e que não apelou nem exagerou no drama. Gostei.

  54. Vanessa Oliveira
    16 de janeiro de 2017

    Tadinho, vai ter que dividir a comida que veio com tanto custo. Engrçado né? Como uma pessoa que tenta viver da compaixão dos outros, ainda se preocupa em dar um bom exemplo para a menininha. Irônico, até. Bem, o conto é simples, mas nos faz pensar. Gostei. Boa sorte!

  55. Matheus Pacheco
    16 de janeiro de 2017

    Esse texto remete o instinto mais primal que assola uma parcela de indivíduos masculinos que é impressionar o oposto, e aqui vemos o exemplo desse carma ancestral aplicado as crianças.
    Dispensando essa palhaçada das palavras bonitas é um excelente conto.
    Um abração amigo.

  56. Andre Luiz
    16 de janeiro de 2017

    O conto foi simples e delicado ao mesmo tempo, pois soube casar a inocência do garoto com certa esperteza em ver que a menina o parecia estar julgando.

    -Originalidade(8,0): É uma temática cotidiana, porém abordada numa perspectiva diferente, colocando crianças no centro da trama quando o comum é que os adultos falem por elas nos contos.

    -Construção(8,0): Tirei um pontinho pela revisão, que torna-se necessária em algum ponto. Senão, seria 9,0, visto que eu adorei a questão do cachorrinho envolvido e o choque de valores que você propôs com seu conto. A ideia de dividir não parecia estar na mente do garoto, porém foi “forçado” quando viu que a garota o encarava, e ele pensou que ela o estivesse julgando.

    -Apego(8,5): A presença das crianças e do cãozinho contribuíram para a beleza do conto, bem como a imagem escolhida. Apenas não consegui linkar muito o título ao resto do conto, infelizmente.

    Parabéns!

  57. Luiz Eduardo
    16 de janeiro de 2017

    Achei interessante a intenção de passar uma bela mensagem – ainda que não veja nisso a finalidade do conto – todavia, acho que esse tipo de história sempre peça por soar didática demais, e como se tivesse uma moral no fim das contas. Talvez um pouco de sutileza ajudasse, boa sorte!

  58. Antonio Stegues Batista
    16 de janeiro de 2017

    Creio que faltou um i na palavra sentiram. Sentiriam? Mais um conto sobre fome e os valore humanos. Aqui é destacado a honra, manter a honra apesar da fome. Um bom texto. Inspirador.

  59. Bruna Francielle
    16 de janeiro de 2017

    Gostei.
    Conseguiu cativar e ser criativo.
    Mesmo sofrendo e com fome, o menino Elias quis passar uma mensagem para a garotinha que o olhava, ou talvez tenha ficado envergonhado e culpado por não dividir a comida com o cachorro!
    Enfim, confesso que nem sempre histórias utilizando o sofrimento de pessoas de rua conseguem me cativar, por eu achar muito forçado, mas desta eu gostei !
    Parabéns

  60. Brian Oliveira Lancaster
    16 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Uma “bela” realidade brasileira bem descrita. Pelo que entendi, o menino era de rua e não queria dividir seu lanche com o cachorro (aliás, que imagem mais triste). E ainda atiça a curiosidade por deixar-nos no vácuo quanto ao que a menina carregava. – 9,0
    O: Tem seus pontos altos, como a atmosfera construída. Tem alguns errinhos, mas que não atrapalham. Na frase “Talvez, se caíssem, os olhos que me ignoravam sentiram compaixão”, acho que o verbo deveria ser “sentiriam”, no passado. Não traz nada de novo, mas compensa pelo sentimentalismo bem acima da média. – 8,0
    D: A história transcorre bem, sem engasgos. Flui sem entraves. Pede apenas mais uma pequena revisão gramatical. – 8,0
    Fator “Oh my”: outra história singela, que prende pelas emoções transmitidas. Alguns são fisgados, outros não.

  61. Ceres Marcon
    15 de janeiro de 2017

    Sem muito a dizer.
    Toca um pouco, pelo fato da fome apertar tanto para o menino quanto para o cão.
    E há a intenção de agradar a menina que o ajudou.
    Fora isso, a linguagem é simples, não tem grandes figuras de linguagem.
    Um conto sem muita profundidade, eu diria.
    Dá para aperfeiçoar.

  62. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    15 de janeiro de 2017

    Bonita história, bem intencionada, cheia de idealismo. Gostei, apesar da confusãozinha com a gramática. Abraço.

  63. Tiago Volpato
    15 de janeiro de 2017

    Um texto bonito, bem simples. Só faltou uma revisão mais cuidadosa. Alguns erros ficaram, mas não prejudicou tanto assim. Abraços.

  64. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    15 de janeiro de 2017

    Diante da fome ainda há índole de bom exemplo… Bacana a temática!

  65. elicio santos
    14 de janeiro de 2017

    O microconto é singelo. Aborda um tema batido que poderia ser mais bem trabalhado. A parte: “Ao me virar para espantá-lo, percebi que a menina ainda me olhava e pensei o que ela carregaria dali.” Ela carregaria o quê? Embora o leitor possa sanar essa falta de alguma forma, penso que o autor poderia sugerir mais um pouco. Alguns erros gramaticais dificultam a leitura.

  66. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    Bonito! É desse tipo de conto que eu gosto. O menino (não ficou claro, mas pra mim era uma criança) se sacrificando para não dar mau exemplo para a outra menina é de um singeleza especial, e de uma maturidade precoce muito rara. Parabéns! Só precisou fazer mais revisões, pois passaram alguns errinhos, principalmente de concordância. Mas isso não comprometeu, pra mim, a qualidade da experiência que tive. Parabéns!

  67. Givago Domingues Thimoti
    14 de janeiro de 2017

    Gostei do tema, mas, acho, que poderia ter sido melhor trabalhado. Alguns erros durante a escrita, mas foi um bom conto.
    Boa sorte!

  68. Zé Ronaldo
    14 de janeiro de 2017

    Isso é microconto, aberto, bem elaborado. Por que o menino tornara a chorar? Por que agora compartilhava com o cachorro? O que fez a transição dessa personagem? São questionamentos que cabem apenas ao leitor sanar. tema atual e altamente explorado psicologicamente e filosoficamente pelo conto. Encontrei um erro: “Talvez, se caíssem, os olhos que me ignoravam sentiram compaixão”, deveria ser sentiriam ao invés de sentiram.

    • Edson Carvalho dos Santos Filho
      14 de janeiro de 2017

      Bom, opinião é opinião. Mas não acho que microconto tem que ser aberto. Existem ótimos microcontos fechados também.

  69. Fernando Cyrino
    14 de janeiro de 2017

    Uma cena triste e lamentavelmente bastante comum em nossas cidades, mas que necessitava ser mais bem elaborada. O fato é que quando sinto que o texto necessita de maior revisão e cuidado, passo a ter dificuldade em buscar sentidos mais profundos nele. Uma dificuldade que é minha, sei bem. E seu conto merece ser mais bem trabalhado, revisto. O final está vago demais, esse o que ela carregaria dali e o choro ao dividir a comida me pareceram, no mínimo, estranhos. Será que foi cortando as coisas que dariam sentido, para que o conto coubesse no formato até 99 palavras? Abraços e sucesso.

  70. Andreza Araujo
    14 de janeiro de 2017

    Eu precisei ler mais de uma vez, pois na primeira não entendi quem era quem, cheguei a pensar inicialmente que quem narrava era o cachorro. Então interpretei como sendo um menino de rua, mas sendo um menino de rua, como sabiam o nome dele? E também estranhei o fato do menino chorar ao dividir a comida dele com o cachorro, pois se ele queria passar para a menina alguma lição de vida sobre compartilhar comida, por que ele chorou? Entendo que ele estava com fome, mas acho que este quadro poderia fazer a menina pensar que ele estava fazendo aquilo por obrigação e não por vontade própria, destruindo a boa intenção inicial. Ah, nem estou refletindo demais sobre a história, foram estas as impressões sinceras que tive. E de modo algum estou dizendo que são erros, mas o meu modo de interpretar a história. É um texto bonitinho, mas não me emocionei.

  71. andré souto
    14 de janeiro de 2017

    Um conto direto,um flash meio chapliniano.Boa sorte.

  72. Olisomar Pires
    14 de janeiro de 2017

    História simples, sem grandes alterações ou surpresas.

    Há erro claro na frase “Talvez, se caíssem, os olhos que me ignoravam SENTIRAM (sentissem) compaixão, invés de repulsa.”

    E erro oculto: o que se “caissem” causaria compaixão? o estômago, as lágrimas ou os olhos ?

    Melhor trabalhado, renderia uma avaliação mais positiva.

  73. Guilherme de Oliveira Paes
    14 de janeiro de 2017

    Acho que há apelo na história, mas talvez pudesse ser mais trabalhado.

  74. José Leonardo
    13 de janeiro de 2017

    Olá, Ariel.

    Há ternura, aqui, e a necessidade autoimposta de um garoto de se passar uma impressão não tão cruel para outra pessoa, uma menina ainda menor que ele. Não entendi bem o choro, ao final: lamento por dividir o alimento com o cão (em que pese o gesto demonstrado à menina?) Emoção por fazê-lo e se sentir uma “boa pessoa”? Enfim. Ele pode ter demonstrado compaixão sem, de fato, querer no seu íntimo.

    Creio que “sentiram” pode ser substituído por “sentiriam”.

    Boa sorte neste desafio.

  75. Gustavo Henrique
    13 de janeiro de 2017

    Essa imagem do animal já deu um semblante super triste, e então esse conto… , Não achei ruim, até que ficou bom, fiquei imaginando essa cena descrita e realmente é bem triste, conseguiu descrever ela bem, não me comoveu tanto assim, talvez por ser um texto pequeno, mas… gostei! Boa sorte.

  76. Renata Rothstein
    13 de janeiro de 2017

    Embora a ideia inicial seja boa, o desenrolar não fluiu da forma que poderia, ou seja, proporcionar uma reflexão mais profunda sobre as mazelas da Humanidade, o que nos torna, de fato, humanos, etc.
    Parece também que algumas palavras essenciais foram “cortadas” devido ao limite do Desafio. Há também um detalhe de concordância verbal (ou digitação), na segunda frase “os olhos….sentiriam compaixão”.
    Sei lá, eu deveria estar triste, mas não estou.
    Boa sorte

  77. Sabrina Dalbelo
    13 de janeiro de 2017

    Super tocante…
    Pensar que um menino de rua louco de fome acaba decidindo dar uma boa impressão para a menininha que o olha, mesmo tendo de repartir o pouco que tem com o cachorrinho, é triste, muito triste, e tocante.
    Quanta generosidade!

  78. Ariel
    13 de janeiro de 2017

    A vida é linear

  79. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Achei engraçada. O menino não queria dar comida para o cão, pois estava faminto. Mas para causar boa impressão, com muita dó no coração, repartiu com o animalzinho. kkkkkkkkk… Me pareceu algum episódio do chaves. Boa sorte no desafio!

  80. Glória W. de Oliveira Souza
    13 de janeiro de 2017

    Bem, primeiro dizer que tudo que a imagem de animal me toca profundamente. Com esse texto não foi diferente. Remeteu-me imediatamente a um filme de Charles Chaplin, onde Carlitos ataca pedaço de pão de um garoto. Tendo em vista os tempos atuais (moradores de rua/refugiados) a imagem é triste. Assim o é o conto. Mas senti falta de dramaticidade que pudesse fazer com que eu me simpatizasse com o personalidade principal. Talvez porque eu daria todo o meu lanche para o cachorro e eu sairia saltitante.

  81. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    O conto é simples e não me peguei refletindo sobre o que aconteceu. As personagens não nos remetem para uma reflexão mais apurada do momento. Não está mal escrito, mas não comove.

  82. angst447
    13 de janeiro de 2017

    Também fiquei em dúvida quanto ao “o que ela carregaria dali?” – o que ela levaria dele? Ou o julgamento da menina ao vê-lo espantar o cão? De qualquer modo, não entendi o porquê das lágrimas. Parecia ter mais vergonha do que qualquer outro sentimento em relação à menina.
    Um pequeno erro – “sentiram compaixão,” > seria “sentiriam compaixão”.
    No começo, achei que o narrador fosse uma criança ou mesmo o cão. Ser um homem feito quebrou um pouco minhas expectativas.
    Boa sorte!

  83. Keynes Aynaud
    13 de janeiro de 2017

    Para ser sincero… Achei muito linear e exagerado do homem no final (se sentir arrependido tudo bem, é mais do que normal e justo, mas chorando também?). Tudo bem que ele traz a mensagem de se preocupar com o que outra pessoa pensa de você, mas… Não gostei muito desse micro conto. Boa sorte com o desafio.

  84. Anorkinda Neide
    13 de janeiro de 2017

    ‘o que ela carregaria dali’? tipo o que ela pensaria de seu descaso com o caozinho?
    nao ficou muito claro.
    a historia é linear, meio obvia, mas é um bom conto,
    abração

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Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .