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Detox Literário.

Fatalidade (Maurem Kayna)

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Se o erro tivesse acontecido na tarde anterior, Julia não teria denunciado Marlene como responsável pela morte do animal, mas agora dizia de modo incisivo que a dose de insulina aplicada por ela na pequena fox paulistinha era suficiente para um rottweiller.

O diretor da clínica não questionou como Julia verificara o fato, apenas espiou a cadelinha sobre a mesa metálica e inspirou com força para dar a notícia à proprietária.

Ao colocar o brinco sobre a mesa da colega, Julia disse com o ar cordial de sempre: “olha, encontrei o seu brinco hoje cedo”, afastando-se em seguida com a certeza de que Marlene sequer tentaria negar o erro ao chefe, muito menos informar que Julia é que havia tradado daquele animal. Mentalmente, tentou lembrar se o brinco havia caído antes ou depois de ter se esparrado na cama de Julia enquanto ela fazia hora extra na clínica.

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58 comentários em “Fatalidade (Maurem Kayna)

  1. Fabio D'Oliveira
    29 de janeiro de 2016

    ௫ Fatalidade (Ricardo F.)

    ஒ Estrutura: Nenhuma surpresa no estilo. Simples, sem grandes atrativos, mas agradável para uma leitura rápida. Ricardo escreve bem, então se ele aprimorar seu estilo, intensificando, poderá se sair bem no futuro. Talvez o limite o tenha limitado, mas isso é outra deficiência em suas habilidades.

    ஜ Essência: O texto fala sobre vingança. Não é um tema muito agradável para muitos. E o enredo recorrente não inovou, dificultando ainda mais a aproximação de leitores mais exigentes.

    ஆ Egocentrismo: Ricardo escreve bem, apesar de não ter um estilo brilhante ou criatividade aguçada. Não gostei muito do texto. Assuntos banais não me atraem tanto.

    ண Nota: 6.

  2. Swylmar Ferreira
    28 de janeiro de 2016

    Bem, um bom enredo, criativo. Faltou revisão final que daria melhor entendimento.
    Boa sorte.

  3. Matheus Pacheco
    28 de janeiro de 2016

    Cara, a personagem “Marlene” estava dormindo com o chefe?
    Seguindo um comentário, realmente somos maus leitores. E eu sou um tipo pior, eu sou um lerdo.
    Mas eu achei muito legal o seu jeito de escrever e um texto muito bom.

  4. Kleber
    28 de janeiro de 2016

    Olá!
    Você tentou explorar um angulo diferente. E entremear uma história que seria algo até que meio corriqueiro, transformando-a em uma trama envolvente e misteriosa. Gostei do resultado. A inversão do sentido, do fim para o começo foi ousado e criativo. Ponto também neste quesito.

    Sucesso!

  5. Nijair
    28 de janeiro de 2016

    .:.
    Fatalidade (Ricardo F.)
    1. Temática: Erro ‘médico’. Impunidade. Corporativismo.
    2. Desenvolvimento: Seria interessante explicar-se a ligação entre a cirurgia e o aparecimento do brinco. Que relação o brinco teria com a cirurgia, foi uma das causas da morte do animal, além da insulina? O animal engoliu o brinco?
    3. Texto: Boa condução gramatical.
    4. Desfecho:
    Não captei a intenção do autor, mas a temática parece sugestiva. Aos que entenderem na plenitude, meus sinceros aplausos. Não ter compreendido não tira a leveza e a beleza do texto. Pedante demais acreditarmos que o não entendimento torna o texto ruim – muitas vezes, nós é que somos maus leitores.
    Boa sorte!

  6. Nijair
    27 de janeiro de 2016

    Não captei a intenção do autor, mas a temática parece sugestiva. Aos que entenderem na plenitude, meus sinceros aplausos. Não ter compreendido não tira a leveza e a beleza do texto. Pedante demais acreditarmos que o não entendimento torna o texto ruim – muitas vezes, nós é que somos maus leitores. Aos donos da verdade que encontrei por aqui, fica a dica: Humildade faz um bem danado! Boa sorte!

  7. Tamara Padilha
    27 de janeiro de 2016

    Temos aí um tema ótimo! Acho que com um pouco mais de emoção teria ficado um conto perfeito. Senti uma certa frieza na escrita, uma certa falta de início/fim, mesmo sabendo que isso fica difícil em 150 palavras, mas com esse conto me senti entrando em um cômodo e pegando a cena pela metade.

  8. Daniel Reis
    26 de janeiro de 2016

    Estimado Ricardo F., seguem as minhas impressões:

    TEMÁTICA: interessante, o acobertamento do erro e/ou a questão de fidelidade ou infidelidade.

    TÉCNICA: acho que o texto realmente pecou pela falta de revisão, o que dificultou a leitura e interpretação. Também a motivação das personagens ficou nebulosa, não consegui entender.

    TRANSCENDÊNCIA: a história tem um fundo, mas não ficou nítido, parece borrado por camadas de descrições. Boa sorte no desafio!

  9. Eduardo Selga
    25 de janeiro de 2016

    NÃO GOSTO de concentrar minha análise naquilo que o conto poderia ter sido e não foi, porque isso pode causar a sensação de que só existe um modo correto de desenvolver um enredo, e esse modo correto é exatamente o meu, mas neste conto eu vejo muito pouco a dizer, de modo que vou tentar colaborar para uma possível melhora dele, mais do que exatamente analisá-lo.

    Faltou força ao enredo. Embora ele tenha sido contado de modo relativamente competente ao usar uma técnica arriscada na medida em que inverte a linearidade, e esta é a grande preferência do leitor, apesar disso, o pouco vigor do enredo acaba falando mais alto.

    Aliás, não é exatamente isso. O enredo pode até ver vigoroso, mas não nas dimensões propostas pelo desafio. Com essa “superpopulação”, a estória vai se esgarçando, sem que aja espaço para detalhar os personagens. A ideia central, o sugerido caso extra-conjugal, talvez ficasse melhor trabalhada se o foco permanecesse apenas nas duas personagens, sem um parágrafo inteiro para o diretor da clínica veterinária.

    O fato evidente de que uma personagem sabia que a outra dormia em sua cama, tratado no conto com alguma sutileza, poderia ser o motor deste conto, num jogo de ambiguidades e venenos nas falas.

    Um conto razoável.

  10. Laís Helena
    23 de janeiro de 2016

    Achei que o final do texto, especialmente, ficou muito confuso. Há alguns erros de digitação, como “tradado” e “esparrado” (aqui você quis dizer “esparramado”?). Em seguida, no trecho “enquanto ela fazia hora extra”, não dá para saber a qual das duas você se refere. Pelo que entendi, Julia estava fazendo hora extra enquanto Marlene a traía (talvez com o diretor da clínica, já que ele não questionou a denúncia).

    De qualquer forma, uma trama dessas passada em uma clínica veterinária me soou estranha. Meio inverossímil, também, Julia se vingar da traição provocando a morte do cachorro de alguém que, pelo que entendi, não tinha nada a ver com isso. Pareceu uma reação exagerada demais.

  11. Renato Silva
    22 de janeiro de 2016

    Vou meio que na “onda” dos colegas aqui. Tive um pouco de dificuldades para entender, por isso li algumas vezes. Achei o o micro conto legal, mas o modo como foi narrado me deixou confuso.

    Não sei se foi por falta de tempo, mas penso que você poderia ter revisado e reescrito algumas partes, para evitar ambiguidades que prejudicam o entendimento do texto.

    Boa sorte.

  12. Marcelo Porto
    22 de janeiro de 2016

    Achei meio truncado, muita gente para 150 palavras.

    Outra coisa… talvez se fosse uma trama de hospital e não de veterinário se tornasse mais impactante – não que não ache a morte de cão importante – mas a empatia com humanos seria maior.

    No mais, um conto ok.

    Boa sorte

  13. Piscies
    22 de janeiro de 2016

    Um conto que não deveria ser confuso, mas acabou ficando devido a alguns problemas na escrita. Quem estava fazendo hora extra, por exemplo? Julia ou Marlene?E quem, afinal, tratou do cachorro? Dá para ver as respostas destas perguntas no texto, mas como ele tem alguns defeitos, acaba ficando difícil. Sem contar os erros de digitação.

    O enredo é interessante. Acho que seria um tanto melhor com o texto bem executado. A vingança da mulher traída, sutil e perversa. A culpa da amante, fazendo em sua cabeça as mil perguntas de quem tem algo a esconder.

    Interessante, mas o texto precisa de um pouco mais de amor e atenção. Boa sorte!

  14. Mariana G
    22 de janeiro de 2016

    Apenas na releitura consegui entender a linearidade do micro-conto. Toda essa complexidade ficou um pouco exagerada, principalmente no final, que demonstra mais confusão do que ambiguidade propriamente dita.
    Mesmo entendo a proposta e a tensão de cada cena, o micro-conto acabou não chamando muito a minha atenção.
    Boa sorte!

  15. Thales Soares
    21 de janeiro de 2016

    Nossa.

    Desculpe, acho que não entendi nada. Li umas cinco vezes. Li alguns comentários da galerinha aqui. Mas continuo sem entender. Não que o conto esteja mal escrito. Mas está mal organizado. Com 150 palavras eu senti que o autor aqui fez uma baita salada mista.

    Eu queria poder comentar algo a mais, mas fica difícil devido a minha falta de compreensão. Não estou dizendo que detestei o conto. Mas acho que o autor deveria dar uma segunda olhada nele, e revisar algumas coisinhas. Parece que a intenção aqui foi bacana, com uns lances de amor, traição, mistério… mas falhou na execução.

    De qualquer forma, desejo sorte a você.

  16. Miguel Bernardi
    21 de janeiro de 2016

    Um pouco confuso por tentar seguir com dois fios condutores ao mesmo tempo. As duas histórias acontecem quase que simultaneamente, uma tendo sido estopim da outra. Acho que minha confusão se deu com a última frase, onde ficou certa ambiguidade. Faltou fechar com alguma certa… pelo que entendi, houve uma traição, e o assassinato da animalzinha foi uma forma de vingança.

    Bem, a escrita é boa, o texto é bom também, salvo o final…

    Grande abraço e boa sorte!

  17. Jef Lemos
    20 de janeiro de 2016

    Olá, Ricardo.

    Confesso que não entendi muito bem o final. Elas eram amantes e por isso a outra acusou ela? Se não, porque Marlene estaria deitada na cama da Julia? Essa dúvida contribuiu para que não curtir o conto. Está bem escrito, bem cotidiano e verossímil, mas o sentido de tudo ainda é nublado.

    De qualquer forma, parabéns.

    Boa sorte!

  18. mariasantino1
    19 de janeiro de 2016

    Hey, Ricardo F. essa cadelinha da foto está dormindo ou estar morta¿ Sério, tenho problemas com imagens de animais mortos (fotografias) fico nervosa, chateada…Mas vou preferir pensar que o animal em questão está dormindo.

    Olha eu gostei muito da ideia de vingança. O final casou muito bem com o fato ocorrido, foi uma revelação sutil bem bolada. Escrita é bem comum e derrapou aí nas virgulas fazendo se ler mais de uma vez uma mesma passagem.

    De toda forma eu desejo sucesso no desafio.

  19. Pedro Luna
    18 de janeiro de 2016

    As frases finais do conto trazem então o caso de infidelidade? Foi isso que entendi após ficar bastante confuso com o resto do texto. Acho que o autor pode reorganizar melhor o que tem aí, ou limar, pois provavelmente é coisa demais para 150 palavras.

  20. Tom Lima
    18 de janeiro de 2016

    Levei um tempo pra entender. O problema é o ela na última frase. Ela quem?

    Mas por que Marlene não vai contar? Foi assasinato ou fatalidade? Vingança premeditada ou só um meio de encobrir um erro? Por que o diretor não questionou?

    Perguntas demais. Fiquei sem saber o que aconteceu e, o que é muito pior, sem me importar.

  21. Fil Felix
    18 de janeiro de 2016

    Li o conto e achei um pouco estranho, não tinha pego o que estava acontecendo. Aí li de novo, comecei a pegar a ideia mas ainda acho que não entendi direito hehe Tem bastante coisa acontecendo e, por ser tão curtinho, não dá tempo de absorver direito. Como o limite é esse, talvez ficaria mais interessante se desse uma pequena limada nele, focando onde quer impactar.

  22. Brian Oliveira Lancaster
    18 de janeiro de 2016

    BODE (Base, Ortografia, Desenvolvimento, Essência)

    B: Caramba, coitado do cachorro. Foi o cachorro expiatório. Na primeira não tinha entendido, li novamente e então caiu a ficha. – 9
    O: Simples e direto ao ponto, sem pretensões. – 8
    D: De primeira, a história é meio nebulosa, depois fica fácil entender. O plot twist foi bem executado. – 9
    E: Cotidiano de traição, misturado ao contexto da clínica. Duas camadas. Bem conduzido. – 9

  23. Lucas Rezende de Paula
    18 de janeiro de 2016

    O conto tinha duas histórias acontecendo, achei que uma poderia receber o foco. Faltou um pouco de emoção no texto, os fatos são simplesmente narrados. No entanto, a proposta geral foi boa.

  24. Wilson Barros Júnior
    18 de janeiro de 2016

    A ideia foi muito boa. O conto é bem escrito e bem claro: isso se torna óbvio quando vemos que as pessoas entenderam a história. Entretanto, para a minha eterna vergonha, não consegui entender por que Marlene não poderia contar ao chefe que a outra é que tinha feito a cadelinha de bode expiatório. Afinal, é melhor todo mundo saber do adultério, não tão incomum ou ou censurável hoje em dia, principalmente no Brasil, que passar o resto da vida com uma mácula desse tipo no currículo. A não ser, claro, que Marlene fosse casada com alguém da Máfia ou coisa do gênero. Mas o conto foi muito bem feito, só precisa de um pouco de revisão ortográfica e alguns toques no enredo. Parabéns.

  25. Daniel
    18 de janeiro de 2016

    O conto trata de uma história nitidamente tensa, mas achei que a trama acabou complexa demais, o que acabou por prejudicar a clareza da mensagem.

  26. Jowilton Amaral da Costa
    18 de janeiro de 2016

    Um texto pequeno, mas, com um enredo cheio de reviravoltas. confesso que me confundi um pouco na primeira leitura, mas, retornei e entendi tudo. Bom conto. Boa sorte.

  27. Anorkinda Neide
    17 de janeiro de 2016

    Olá!
    Achei o texto um tanto seco, poderia ter frases mais bonitas… Vc narrou o acontecimento mas não deu emoção a ele, claro q o fato em si, nos leva a ter dó da cachorrinha, mas é só.
    Entendi a traição de Marlene e Julia vingou-se matando a cachorrinha… que falta de amor aos animaizinhos, né? rsrsrs Quem vai sofrer mesmo na história é a dona da cadelinha!
    Boa sorte!
    Abraço

  28. Bruno Eleres
    17 de janeiro de 2016

    Achei a trama cheia demais e confusa, que deixou bastante coisa no ar. A história do brinco não ficou clara.

  29. Andre Luiz
    16 de janeiro de 2016

    Achei que o conto fugiu um pouco da proposta inicial sobre a morte do cachorro e, como muitos falaram aqui embaixo, faltou um ‘norte’ que prendesse melhor o leitor. Porém, o nome do conto e a imagem que o ilustra são louváveis…

  30. Evandro Furtado
    16 de janeiro de 2016

    Fluídez – 9.9/10 – um pequeno errinho no final – tradado*=tratado – impediu a nota máxima nesse quesito;
    Estilo – 10/10 – claro e objetivo, o texto cumpriu sua função;
    Verossimilhança – 10/10 – bom desenvolvimento de personagens apesar do espaço curto;
    Efeito Catártico – 9/10 – fiquei com medo do que veria por causa da imagem, não tive a expectativa cumprida pelo foco que tomou, ainda assim um excelente texto.

  31. Fabio Baptista
    16 de janeiro de 2016

    Diferente da maioria dos outros contos, aqui teve trama… teve trama demais. O autor exagerou na dose ao misturar morte de cachorro, mistério sobre o culpado pelo erro, brinco perdido, ciúme, vingança por adultério, 3 personagens (fora o pobre do fox paulistinha)…

    Acabou ficando tudo muito espremido aí nas 150 palavras e

    – tradado
    >>> tratado

    – esparrado
    >>> esparramado

    Abraço!

  32. José Leonardo
    16 de janeiro de 2016

    Olá, Ricardo F.

    Gostei do microconto. Pareceu-me mais cumplicidade que vingança, com a sensação de que sempre haverá impunidade nos óbitos ocorridos na clínica de animais. Ditado “uma mão lava a outra” levado ao cerne da lealdade cúmplice; coisa que ocorre em muitos ambientes de trabalho.

    Sucesso neste desafio.

  33. Leonardo Jardim
    15 de janeiro de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto antes de ler os demais comentários:

    📜 História (⭐⭐▫): uma cadela morta e a culpa posta em outra pessoa. Só não entendi o que fez a Marlene aceitar a culpa (ela fora pega fazendo alguma coisa errada, achei que talvez fosse sexo).

    📝 Técnica (⭐▫▫): não é ruim, mas achei muito travada para um texto tão curto. Acho que, além de conter alguns erros de revisão, passa uma quantidade muito grande de informação por frase.

    💡 Criatividade (⭐⭐▫): tem sua dose de novidade.

    🎭 Impacto (▫▫▫): a não compreensão do fim, retirou o meu impacto. Acho que também faltou passar um pouco mais de emoção.

  34. vitormcleite
    15 de janeiro de 2016

    No final da leitura lembraste-me do Garcia Marques que conta logo o final da trama e depois vamos sabendo… muitos parabéns, embora precises de melhorar algumas coisas, simplificar a escrita ou torna-la mais lírica, seja lá o que isso for. Desejo-te a maior felicidade neste desafio

  35. Cilas Medi
    15 de janeiro de 2016

    Uma chantagem anunciada, um pouco confusa no enredo. A explicação sobre a morte da cadela poderia ser mais sucinta e explicar melhor sobre o anel. Enfim, uma leitura de revisão mais apurada, evitaria os erros de ortografia e o excesso de adjetivos.

    • vitormcleite
      15 de janeiro de 2016

      desculpa o comentário mas ” anel”? penso que li “brinco”. parafraseando o comentador: “Enfim, uma leitura de revisão mais apurada, evitaria os erros…” Nada tenho a ver com o texto, mas penso que o autor merece a nossa maior atenção a comentar, não?

  36. Rogério Germani
    15 de janeiro de 2016

    Muita informação em curto espaço… isto dificulta o total entendimento da trama. Mesmo sabendo que o enredo amparasse na morte da cadelinha devido a uma descoberta de traição .

  37. Marina
    15 de janeiro de 2016

    Gostei da história. Achei confusa, de início, mas depois ela vai se fazendo entender. Não ficou claro se houve traição, pode ser que Marlene só estivesse dormindo mesmo.

  38. Antonio Stegues Batista
    15 de janeiro de 2016

    Realmente, parece um texto confuso. Não entendi o enredo numa primeira leitura, somente a segunda me revelou a trama engendrada e achei legal. Um conto curto que conta um pequeno grande drama!

  39. Daniel Vianna
    15 de janeiro de 2016

    O problema entre Julia e Marlene é mostrado de modo sutil. Fiquei na dúvida sobre quem, de fato, tratou do animal. Senti falta de alguma coisa, como se fosse necessário um espaço maior para desenvolvimento da trama. “o diretor da clínica não questionou como Julia verificara o fato”, dá a entender que ele sabia da história ou talvez fosse o próprio marido de Julia. Pra mim ficou um pouco no ar, como se realmente faltasse alguma explicação. Mas a leitura é agradável, com certeza. Boa sorte.

  40. elicio santos
    15 de janeiro de 2016

    O texto propõe algo exitoso, mas falha. Deixa Marlene como mera vítima resignada dos acontecimentos, o que se mostra inverossímil. O final da trama ficou truncado o que compromete o entendimento do enredo. Nota 6,0.

  41. Sidney Rocha
    15 de janeiro de 2016

    REVENGE. O conto tem tudo para ser um dos melhores pela forma que você resolveu contá-lo, mas, na minha opinião, poderia ter brincado mais com as palavras. Senti falta de um lirismo, o que não afeta a composição, no geral.

  42. catarinacunha2015
    15 de janeiro de 2016

    Bom INÍCIO, despertou curiosidade. Acredito que o FILTRO tenha dado muito trabalho, pois o ESTILO é típico de quem escreve textos longos com mais de uma TRAMA e cultiva a emoção do texto aos poucos. Não deu para emocionar, mas conseguiu costurar o suficiente para ser entendida. A PERSONAGEM ficou fraca. O FIM justificou o início.

  43. Gustavo Castro Araujo
    14 de janeiro de 2016

    Existe uma canção chamada “Back to Front”, da pouco conhecida cantora americana Eliza Dolittle, que guardo como fonte de inspiração para um futuro conto. Na música, é contada a história de uma garota que regride da vida adulta à fase de criança, reaprendendo a rir e a dançar como se ninguém estivesse olhando. Pois bem, um dos motivos pelos quais eu nunca consegui escrever um conto com esse mote se deve à estruturação complicada. Num conto vai-se de A para B, narrativa linear por excelência. Num conto comprido fica muito complicado fazer com que o leitor (des)construa a narrativa, mas num conto curto, como este aqui, tal tarefa mostrou-se possível e você, caro autor, mostrou habilidade e criatividade ao fazê-lo.

    O conto começa pelo fim: a morte do cachorro. Só no arremate é que ficamos sabendo que a overdose que matou o animalzinho se deveu a um brinco perdido num caso extraconjugal. Ou seja, ler o conto da maneira como foi postado pode provocar uma certa confusão, mas ao fazê-lo do fim para o início — back to front — é possível entender perfeitamente a trama. Como eu disse, bem sacado, criativo e diferente. Para ser melhor, só precisaria haver mais empatia com os personagens, que ficaram bem esquemáticos, mesmo para uma narrativa tão curta.

    Gostei da ideia, em suma. Até porque me permitiu visualizar um caminho para meu próprio “Back to Front”. Obrigado e parabéns!

  44. Murim
    14 de janeiro de 2016

    Um conto que tem certo ar macabro: a mulher traída mata um animal inocente apenas para fazer a rival perder o emprego. As informações ao final do conto ficaram um pouco truncadas. A apatia de Marlene não parece muito verossímil, principalmente diante da desproporção entre crime e castigo nessa história.

  45. Rsollberg
    14 de janeiro de 2016

    Gosto muito de textos em que o leitor precisa ligar os pontos e fazer as conexões.
    Contudo, aqui, penso que a ideia ficou muito cortada. Acho que daria para fazer a mesma coisa sem o diretor da clínica, por exemplo. Ou seja, só com as duas “amigas”.

    Uma história de vingança em razão de uma traição. Aconteceu uma mudança na perspectiva, o narrador muda no último parágrafo e isso me incomodou um pouco.

    Em um texto tão pequeno, a revisão me parece ainda mais essencial, apesar de muito mais fácil.
    “tradado” e “esparrado”

    Em suma: Curti muito a ideia, porém, não tanto a execução.
    Parabéns e boa sorte no desafio

  46. Simoni Dário
    14 de janeiro de 2016

    Se bem entendi Marlene era amante do marido de Julia, que acaba se vingando usando do próprio erro no trabalho. Essa história de vingança por traição conheço bem, usei o enredo na “Vida de Rosinha”, conto com o qual participei no desafio anterior. Acho que você se saiu bem, confesso que li umas duas vezes pra entender, a narrativa não é tão fluída, mas nem por isso é ruim. Gostei.
    Parabéns!

  47. Leda Spenassatto
    14 de janeiro de 2016

    Um enredo bom, mas pouco desenvolvido, faltou um quê de claridade.
    O último parágrafo que deveria ser o desfecho ficou muito embaralhado para mim.
    Faltou revisão.

  48. Pedro Henrique Cezar
    14 de janeiro de 2016

    O conto tem um tema interessante, mas falta um revisão e possui uma estrutura que não agradou aos meus olhos. Melhor estruturado ele poderia surtir melhor efeito. Parabéns!

  49. Pedro Henrique Cezar
    14 de janeiro de 2016

    A história é interessante. O conto em si precisava de uma revisão, e quem sabe uma mudança na estrutura, para agradar ao olhar do leitor. Ao que entendi Marlene deveria estar trabalhando, mas foi para a casa da Julia, e ficou dormindo enquanto a coitada fazia hora extra no seu período de trabalho, e esta acabou por fazer besteira. Não sei se entendi ao todo, mas conseguiu me passar de primeira a ideia inicial. Apesar dos erros, achei interessante. Parabéns!

  50. Claudia Roberta Angst
    14 de janeiro de 2016

    As falhas na ortografia já foram apontadas. Em um texto tão pequeno, uma revisão mal realizada pesa mais.
    Não entendi muito bem o que aconteceu, qual a vingança desejada através da morte da cadelinha.Só na segunda leitura, compreendi que Júlia devia estar tendo um caso com o parceiro de Marlene.
    Usou bem o espaço disponível, mas poderia ter sido um pouco mais claro(a).
    Boa sorte!

  51. Ricardo de Lohem
    14 de janeiro de 2016

    História seca e insossa. Rottweiler em itálico? Essa palavra já foi incorporada ao português como sendo o nome dessa raça, ninguém escreve nome de raça de cachorro em itálico. Tradado? Não seria tratado? Proprietária da cadela? Não seria dona? Esparrado? Eu teria ignorado todos esses errinhos se o conto fosse interessante. Desculpe a sinceridade, mas não gostei.

  52. Sidney Muniz
    14 de janeiro de 2016

    Uma reviravolta legal, mas a escrita não me apeteceu num todo.

    O desafio começou num nível alto e seu texto infelizmente está um pouquinho morno.

    Achei de fato apelativo demais, e não compaixão que eu queria em relação ao cadelinha.

    Fora isso, a ideia é interessante, porém a força da escrita não foi bem medida. O sentimentalismo não se expressou em palavras, pois percebemos apenas o ato em si.

    É isso.

    Desejo sorte a você e parabenizo pela ideia!

  53. Thata Pereira
    14 de janeiro de 2016

    Precisar ler um conto mais de duas vezes para entender é uma coisa que me desagrada :/ talvez o limite das palavras tenha prejudicado, mas eu tentaria cortar algumas palavras que poderiam ser cortadas para tentar explicar melhor esse triângulo amoroso.

    Boa sorte!

  54. Rubem Cabral
    14 de janeiro de 2016

    Olá.

    Então, faltou um pouco de revisão e achei o todo um tanto confuso. Aparentemente, foi uma vingança em que o cãozinho acabou por pagar o pato, não? Ou foi outra coisa?

    Os parágrafos estão um pouco desconexos, como se fossem recortes.

    Abraços e boa sorte!

  55. Bia Machado
    14 de janeiro de 2016

    O segundo parágrafo está com cara de trecho de notícia de jornal, foi por pouco. Desculpe, mas pra mim me parecem três partes totalmente independentes uma da outra, talvez por ter me faltado empatia com o enredo. E faltou revisão: “tradado”, “esparrado”. Também me incomodaram os adjetivos desnecessários, aqueles totalmente prescindíveis, como o “metálica” da mesa, o “pequena” em relação à fox, porque fox paulistinha não é lá muito grande… Achei estranho chamar a dona da fox de “proprietária”… Ao final, entendi o porquê da Júlia fazer aquilo com a Marlene, mas o que veio antes não me despertou muita empatia, como já citei. Boa sorte.

  56. Davenir Viganon
    14 de janeiro de 2016

    Fiquei com pena da cadelinha, mas gostei da história. Tive de ler várias vezes pra entender…ou achar que entendi.

  57. Renata Rothstein
    14 de janeiro de 2016

    Bastante confuso e com erros de digitação, mas lendo com atenção nota-se um bom enredo.

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Publicado às 14 de janeiro de 2016 por em Micro Contos e marcado .