EntreContos

Detox Literário.

Carta de Amor (Evandro Furtado)

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Segure a minha mão. Permita-me navegar em seus olhos, em seus lábios. Sob a sombra de uma palmeira, o som do mar quebrando nas rochas, como no lugar em que cresci. Deixe que o vento nos envolva, com um manto invisível de contos de fada.

Foi na chuva que a vi pela primeira vez. A água incapaz de lavar sua ternura. A dor incapaz de podar os galhos de sua perfeição. Mundo em forma de mulher. Amante, amiga, amor.

Permita-me delinear um mapa de seu corpo. Com minha mão acariciar cada relevo. Com meus olhos apreciar cada paisagem. Com meus lábios provar de sua cálida geografia. Pássaros cantando em sua voz, primavera eterna em seus cabelos. E um pedacinho de mim em seu coração.

Amor, eterno amor. Abrace-me. Beija-me. Deixe-me viver você.

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58 comentários em “Carta de Amor (Evandro Furtado)

  1. Fabio D'Oliveira
    29 de janeiro de 2016

    ௫ Carta de Amor (Christien Colliver)

    ஒ Estrutura: Muito poético, não esquecendo da harmonia com a simplicidade; não por completo, pelo menos. O foco é a beleza. O jogo de palavras. Emocionar o leitor sensível. E tentar alcançar o coração do leitor insensível.

    ஜ Essência: Amor é uma coisa bela. Mas ela pode ser feia também? Será? Esse microconto revela que não. Amor é como nadar nos lábios de sua amada pela eternidade e sempre querer repetir tal ação sempre com o mesmo entusiamos e dedicação.

    ஆ Egocentrismo: Gostei, gostei muito do microconto. Sou um romântico, então fica difícil estórias de amor bem feitas não me tocarem.

    ண Nota: 10.

  2. Matheus Pacheco
    29 de janeiro de 2016

    Parece muito os clássicos da literatura, como Machado de Assis ou até mesmo José de Alencar.
    gostei pelo fato de lembrar isso.

  3. Tamara Padilha
    29 de janeiro de 2016

    Ah, que lindo, lindo, lindo! Tocou meu coração profundamente, adoraria ter escrito esse conto. Está no top quinze, com toda certeza.
    É poético, cheio de emoção, belo… em fim, não tenho nenhum defeito a mencionar em relação a esse texto. Parabéns, autor(a)

  4. Nijair
    29 de janeiro de 2016

    .:.
    Carta de Amor (Christien Colliver)
    1. Temática: Carta.
    2. Desenvolvimento: Interessante o desnudar da narração. Quase consigo tocar o corpo que a pena reverencia.
    3. Texto: Coeso, de belíssima descrição.
    4. Desfecho: Previsível, em razão da narrativa.
    Impressão minha, ou fugiu ao que o desafio propõe?
    Boa sorte!

  5. harllon
    28 de janeiro de 2016

    Acho que não há um enredo propriamente dito, vejo este seu texto como uma poesia em prosa, que tem um início, porém, não tem um meio nem um fim.

    Boa sorte!!!

  6. mkalves
    28 de janeiro de 2016

    Fiquei me perguntando onde estava a história e contrariando meu costume (o que aconteceu mais de uma vez nesse desafio) dei uma olhada nos outros comentários e vi que não fui a única a ter essa sensação. Talvez também pese o fato de eu não ser exatamente um modelo de romantismo. De qualquer modo, boa sorte!

  7. Swylmar Ferreira
    28 de janeiro de 2016

    Bom enredo e muito bem escrito. O problema foi a criatividade, o tema escolhido é muito utilizado. Penso não ter alcançado o objetivo do desafio.
    Boa sorte.

  8. Nijair
    27 de janeiro de 2016

    Como carta, valeu!

  9. Kleber
    27 de janeiro de 2016

    Olá!
    Faço minhas as palavras dos demais colegas aqui. Escrita soberba, mas ficou fora do objetivo proposto. Palavras bem escolhidas e perfeitamente entrelaçadas. Mas, apenas isso. Gostei demais. Mas como carta(até que me deste umas idéias…rs) de amor.

    Sucesso no desafio!

  10. Renato Silva
    27 de janeiro de 2016

    O texto está adequado ao título, pois se trata mesmo de uma carta de amor. Sujeito bem atrevido, só espero que não seja para uma mulher casada ou com um pai muito bravo 😛

    É um texto bem bonito, de tom poético. Não me importo com micro conto em forma de poesia. No seu caso, foi em forma de carta; é uma maneira bacana de se narra algo. Aliás, narrativa foi o que faltou ao texto. Ficou mesmo só nos versos apaixonados.

    Boa sorte.

  11. Thales Soares
    27 de janeiro de 2016

    Olha, Christien Colliver… entenda que eu não estou desmerecendo seu trabalho. Eu jamais faria isso!! Aliás, o conto está muitíssimo bem escrito, e o autor aqui mostra-se muito hábil e talentoso. Entretanto…… bom, eu apenas não gosto do estilo. Ou seja, é uma questão de gosto pessoal mesmo! Eu nem gosto de avaliar histórias deste tipo, pois não fico muito a vontade. Na minha visão (entenda que está é, como já disse, minha opinião pessoal, e em nada desmerece sua obra), contos desse tipo, água com açúcar, são apenas historinhas de amor que em nada me encantam. Sem reviravoltas, sem final impactante, sem um climax. Historinhas de amor, de fato, não são a minha praia.

    Mas com certeza reconheço a imensa habilidade do escritor aqui, e desejo sorte para este desafio!

    😉

  12. Daniel Reis
    26 de janeiro de 2016

    Colliver, prezado(a), seguem aqui meus comentários:

    TEMÁTICA: uma carta de amor derramada, com poesia incontida.

    TÉCNICA: boa escrita, apesar de ser mais uma confissão do que uma história.

    TRANSCENDÊNCIA: como carta de amor, foi bastante convincente. Mas, como história, não chegou ao ponto, ao coração da matéria. Desejo sucesso, de qualquer forma!

  13. Miguel Bernardi
    26 de janeiro de 2016

    E aí, Christien. Tudo bem?

    Muitíssimo bem escrito e carregado de poesia e metáforas. É bonito, mas não funciona muito bem como conto… Talvez uma poesia, onde trama não é necessariamente necessária. Faltou um fio condutor, uma história com que se envolver. Ainda que uma declaração possa ser algo, não é algo que se fecha…

    obs: escrita realmente bela.

    Abraço!

  14. Pedro Luna
    25 de janeiro de 2016

    Infelizmente não enxerguei aqui um conto. O autor (a) certamente tem habilidades poéticas, e arrisco dizer, que escreve textos longos dessa forma, mas aqui faltou trama, faltou direção, faltou martelada na cabeça ou um ponto final.

    Bem escrito, bom texto, mas não leva a lugar nenhum. : /

  15. Lucas Rezende de Paula
    24 de janeiro de 2016

    Muito bonito e muito bem escrito. Infelizmente não consegui enxergar como uma história, como o próprio título diz.
    Boa sorte!

  16. Fil Felix
    23 de janeiro de 2016

    Achei o conto muito bonito, romântico e delicado. Uma carta de amor apaixonada, profunda, onde tudo que enxergamos na pessoa chega a ser um delírio, desses cegos. Como uma confissão, o conto funciona muito bem, mas senti que falta nele algo que o leve além, que ultrapasse essa margem dos textos apaixonados.

  17. Mariana G
    23 de janeiro de 2016

    Contos puramente românticos nunca são meu alvo de leitura, mas existe coisas boas nesse micro-conto, como a boa escrita e o fato de não ser muito meloso, na verdade ser mais sincero do que meloso é a melhor qualidade desse texto. Mas mesmo assim não me senti muito envolvida do relato, o que é uma pena já que a escrita é bastante bonita.
    Boa sorte!

  18. Laís Helena
    22 de janeiro de 2016

    Está bem escrito: não reparei em nenhum problema que possa ter escapado à revisão. Talvez tenha ficado um pouco poético demais; se fosse mais comprido, teria deixado a leitura enfadonha.

    Entretanto, senti falta de ler uma história (ou ao menos parte de uma). Seu texto não passa do que foi descrito no título: uma carta de amor, onde o protagonista se limita a exprimir em palavras aquilo que sente.

  19. Wilson Barros Júnior
    22 de janeiro de 2016

    Muito romântico e bonito. O amor é lindo, fica mais ainda com frases sublimes. Interessante o detalhe da chuva: as mulheres acham a chuva a coisa mais romântica do mundo. Eu acho que isso poderia ser recitado ao som de “Besa-me” do Flávio Venturini. Que o amor vença.

  20. Piscies
    21 de janeiro de 2016

    Belíssimo! Se eu fosse mulher estaria procurando o seu contato! hahahahaha

    Que escrita sublime. Muito bonito mesmo. Uma das melhores cartas de amor que eu li.

    Mesmo sendo muito belo e impecavelmente escrito, ainda não sei se gostei do texto ou não. Ele parece destoar muito do que é esperado no desafio… mas isto não é sempre algo bom? O inimaginável, o improvável…

    Acho que curti sim a carta. Demais até. Mas, no fim, não me empolgou nem me fez refletir muito. Mesmo tão bonita, a carta bebe muito da fonte do clichê da adoração suprema da figura feminina. Então, no fim, acho que não entra nos meus top 15, apesar de ser uma excelente leitura (daquelas que você quer parar um jantar para ler em voz alta para todos da mesa).

    Uma passagem lindíssima: “E um pedacinho de mim em seu coração.”. Para mim, o sumo do amor. Não quer tomar para si o todo, mas contenta-se apenas com uma parte – como se fazer parte daquele todo tão deslumbrante fosse privilégio inimaginável.

    Parabéns!

  21. Marcelo Porto
    21 de janeiro de 2016

    Uma carta de amor. Uma excelente carta, diga-se de passagem. Mas só isso.

    Se fosse um concurso de cartas de amor, seria a minha escolha para o primeiro lugar.

  22. Murim
    21 de janeiro de 2016

    Um texto bem escrito mas sem nada demais. Fala de amor, mas não vai além das banalidades. “Todas as cartas de amor são ridículas”, já disse Fernando Pessoa. Funcionam como cartas de amor para a pessoa amada, mas não tanto como contos.

  23. Jef Lemos
    20 de janeiro de 2016

    Olá, Christien.

    É um texto bonito, mas… só.

    Não consegui ver muito além disso, e por isso não gostei. Faltou uma trama forte, alguma reviravolta ou qualquer coisa que me fizesse ficar empolgado. Também não apreciei muito a narrativa, pois pendeu para o lado da crônica ou algo parecido.

    De qualquer forma, parabéns.

    Boa sorte!

  24. Tom Lima
    19 de janeiro de 2016

    É uma declaração de amor bem bonita… pra quem gosta de todo esse doce. Desculpe, prefiro sabores amargos.

    Está bem escrito, consegui ver um pouco da história debaixo das belas imagens.

    “A dor incapaz de podar os galhos de sua perfeição. Mundo em forma de mulher. Amante, amiga, amor.” Essas frases dizem muito sobre a relação dessas duas pessoas.

    Mas não leria se fosse mais longo, não é pra mim esse estilo.

  25. mariasantino1
    19 de janeiro de 2016

    Oi, tudo bem?

    Talvez tenha sido a limitação que fez tudo soar assim, subjetivo demais. Amor rende boas histórias, mas aqui faltou essa história. Alguém que está apaixonado e deseja viver esse sentimentos, mas cadê o conflito, o clímax. O ser que ama vai enviar a carta? Bacana, mas não o suficiente para convencer meu paladar.

    Escrita boa, imagens bonitas.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

  26. Jowilton Amaral da Costa
    19 de janeiro de 2016

    Preciso de insulina, minha glicose subiu aqui, kkkkkkkkk. Tô brincando. É um texto bonito, bem escrito, mas, que não faz parte das coisas que mais aprecio em Literatura. Boa sorte.

  27. Anorkinda Neide
    19 de janeiro de 2016

    Deixe-me viver você.
    Muito bonita a prosa poética. Clichê, mas o amor é clichê, não tem jeito, não!
    Acho que a palavra ‘dor’ ali no meio do segundo parágrafo ficou deslocada, tudo lindo e maravilhoso, chuva e tal… e a ‘dor’… que dor? as dores da vida? mas o texto não fala da vida, fala do momento do primeiro encontro, então.. essa palavra destoou.
    .
    Bem, realmente como sugestões, vc deveria ‘formatar’ o texto em forma de carta, que seja, começar com :”Meu querido amor,”, no texto e não na imagem. e os parágrafos deveriam se dirigir a uma pessoa, ou dizer assim: Numa inspiração escrevi esta poesia para vc, sobre vc, etc…
    Da forma que está eu a chamaria de uma declaração de amor.
    E para ser um conto, poderia simplesmente, terminar com uma separação entre parágrafos e narrar o personagem largando a caneta, fechando o notebook, selando a carta, sei lá ou mesmo, narrando a amada recebendo a dita cuja, sorrindo, chorando, coisa e tal.
    Algo deveria acontecer, entende?
    .
    É isso.
    Abração

  28. rsollberg
    19 de janeiro de 2016

    Não gostei muito.
    Não consegui visualizar um conto. Vi apenas uma pessoa fazendo analogias e elogiando sua amada. Mesmo sendo uma carta, poderia ter trazido uma história propriamente dita. Algum movimento.

    O texto está muito bem escrito, mas mesmo no que se propõe não vejo muita novidade. “pássaros cantando” “navegar em seus olhos” “vento nos envolva”. Fico com a sensação de que já li ou escutei isso algumas vezes, sei lá.

    De qualquer modo, parabéns e boa sorte

  29. vitormcleite
    18 de janeiro de 2016

    o inicio foi bom de ler, mas não foi mais que uma carta de amor, para isso bastava o titulo, lamento pois é bem escrita mas não me parece que se encaixe nos objectivos do desafio, não por ser uma carta de amor, mas sim porque é só isso, e não acontece nada. me desculpa e desejo muita sorte no desafio.

  30. Eduardo Selga
    18 de janeiro de 2016

    O CONTO PERMITE uma interessante discussão estética porque nele há dois gêneros narrativos mesclados, o conto e a epístola, além da construção textual que, não obstante o poético, não pode ser confundida com poema em prosa. É prosa poética, o que não é a mesma coisa.

    O gênero epistolar se manifesta no fato de tratar-se de uma carta. Ou melhor: parece uma carta, mas não é, pois faltam os típicos índices que mostram quem fala e para quem. A feição de carta quase se desfaz completamente quando percebemos um enredo. Mas é tênue, é visível lá longe, nas curvas da narração, quase um pretexto para a expressão poética.

    Por isso, a despeito de em minha opinião o texto ser bem executado, considero uma ousadia que corre o risco de não ser devidamente entendida por muitos. “Ah, isso não é conto, é carta”; “não, isso é poema disfarçado de prosa”.

    Quanto ao enredo, como disse muito tênue, considero-o excessivamente básico, a expressão de alguém apaixonado.

  31. Daniel
    18 de janeiro de 2016

    É bonito e bem escrito, mas não é um conto. Ficou faltando um enredo.

  32. Brian Oliveira Lancaster
    18 de janeiro de 2016

    BODE (Base, Ortografia, Desenvolvimento, Essência)

    B: É um belo poema, com palavras afáveis. O conto em si está meio subjetivo, uma carta escrita, e nada mais. Mas o conjunto é agradável de se ler. – 8
    O: Não tem do que reclamar. Excelente. – 9
    D: Aqui há um mergulho nos sentimentos, sem enredo propriamente dito. Eu gosto deste tipo de texto, o que pesa mais, mas talvez alguns achem falta de conteúdo mais “cotidiano” ou “aventuresco”. Não é o meu caso. – 9
    E: Difícil avaliar um texto tão bom e bonito. Está um pouquinho fora da curva? Está, mas consegue cativar nas entrelinhas. – 8

  33. Sidney Muniz
    17 de janeiro de 2016

    Uma carta de amor, de fato.

    Ficou bonita, mas está mais para bilhete… hehe

    Gostei, mas talvez com uma carga poética menor e com um pouco mais de drama teria o tempero ideal, afinal são poucas palavras e a oportunidade de chegar ao leitor e surpreendê-lo é única.

    Parabéns e boa sorte!

  34. Cilas Medi
    17 de janeiro de 2016

    Em uma carta de amor, para se tornar um conto, tem que haver a possibilidade de lembranças e algum diálogo. Lembra-se? Sim lembro, bonito que foi o nosso passeio. Nessa, especificamente, somente um retumbante delírio de devoção, um toque de malícia e a possibilidade de sedução. Conto? Não. Bonito, idílico, amoroso? Sim. Parabéns!

  35. Antonio Stegues Batista
    17 de janeiro de 2016

    Mais um poema do que um conto, pois não há uma história. Um texto poético bem escrito que parece mais uma crônica. Como poesia é muito bom, mas como conto não deu para me emocionar com os personagens, que no caso foi só um escrevendo uma carta de amor, mesmo por que não houve espaço para mais nada.

  36. Andre Luiz
    17 de janeiro de 2016

    Interessante o amor platônico, cumprindo aquilo que prometia quando iniciou-se a narração. De certa forma, não é um conto propriamente dito, mas certamente tem uma história por trás dele; a questão do amor e do relacionamento a dois. Boa sorte!

  37. Leonardo Jardim
    17 de janeiro de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto antes de ler os demais comentários:

    📜 História (⭐▫▫): o conto é fiel ao título: uma carta de amor. Muito bonita, sim, mas não tem uma história por trás.

    📝 Técnica (⭐⭐⭐): o autor caprichou na escolha das palavras e no lirismo das frases. Meus sinceros parabéns por isso!

    💡 Criatividade (⭐▫▫): poemas de amor, o maior e mais belo clichê da história.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): creio que a destinatária dessa carta estará suspirando de amor após lê-la. Como não sou mulher nem era o destinatário, não teve efeito em mim.

    PS.: minha esposa sempre me cobrou um texto de amor pra ela, mas nunca consegui um romântico assim :/

  38. Bruno Eleres
    16 de janeiro de 2016

    Essa carta de amor é bonita a uma passada superficial de olhos, mas não me empolgou em demasia. Falta um enredo, que poderia muito bem estar na carta.

  39. elicio santos
    16 de janeiro de 2016

    Isso não é um conto, caramba! De vinte e um textos que li, apenas cinco me empolgaram. Tá difícil! Microconto é uma HISTÓRIA com início meio e fim condensados em poucas linhas. Deve ter um ENREDO e um encadeamento lógico de ideias. Desculpe, mas ao meu ver, esse texto deve ser desclassificado por não atender aos requisitos mínimos que lhe qualifiquem à concorrência.

  40. Catarina
    16 de janeiro de 2016

    O INÍCIO prometia. FILTRO repetitivo. O ESTILO rebuscado tropeçou na perícia. TRAMA inexistente, não há conflito ou evolução. Se eu recebesse essa carta de amor ficaria emocionadíssima, logo o PERSONAGEM atingiu a intensidade que o amor exige. FIM? Igual ao começo.

  41. Gustavo Castro Araujo
    16 de janeiro de 2016

    Muito bonita a carta, mas melosa demais para o meu gosto. Estou tentando encontrar outro adjetivo que não “sabrinesco”, mas está difícil… Lembra as obras do Sidney Shledon ou aqueles romances que infestam o Wattpad, em que os autores colocam na capa uma mulher atraente, a boca entreaberta, e o título em vermelho. Enfim, bem escrito, mas o limite não permitiu que eu fosse cativado.

  42. Claudia Roberta Angst
    15 de janeiro de 2016

    É uma carta de amor, um bilhete cheio de poesia,mas não consigo ver um conto aí. Talvez pela falta de enredo.
    Está bem escrito, embora com um certo exagero típico dos apaixonados.
    Boa sorte!

  43. Marina
    15 de janeiro de 2016

    Bela prosa poética. Gosto do estilo; é leve, apaixonante.

  44. Rogério Germani
    15 de janeiro de 2016

    Belíssima carta! Pena que faltou trama para também ser considerado um conto…

  45. Fabio Baptista
    15 de janeiro de 2016

    A escrita é muito bonita e poética, mas sei lá… ficou mais com cara de música do Wando (não que eu seja muito familiarizado com a obra desse artista) do que com cara de conto.

    Faltou trama.

    Abraço!

  46. Simoni Dário
    15 de janeiro de 2016

    Já indo na contra mão, eu adoraria receber essa carta, que lindo autor! Fiquei na dúvida se é um amor platônico ou um amor vivido e agora um pedido de casamento, ou um desejo de viver esse amor com a “amada imortal” platônica, pedido feito através da bela declaração de amor contida na carta. Sei lá, meu lado pra lá de romântico viu tudo isso. Adorei, parabéns!
    Boa sorte!

  47. Bia
    15 de janeiro de 2016

    Uma carta de amor, romântica e tudo mais, mas não me animou. Fiquei esperando pelo enredo e ele não apareceu. O segundo parágrafo ficou muito meloso, não gostei das metáforas.

  48. Sidney Rocha
    15 de janeiro de 2016

    Meloso e bem intencionado, mas poderia ter sido descrito de uma forma que o colocasse melhor dentro do estilo a que se propõe a competição. Amo esse estilo, mas ficou bem vago.

  49. José Leonardo
    15 de janeiro de 2016

    Olá, Christien Colliver.

    Fora a discussão (ou impressão) sobre o gênero narrativo ser ou não ser conto, achei o texto “derramado” demais (obviamente pode ser a intenção do autor). Não me atraem contos assim, onde a mulher ideal é como que personificadora do superlativo da perfeição suprema. Mas seu conto produzirá efeito certamente nos leitores aficcionados nesse tipo de história.

    Sucesso neste desafio.

  50. Pedro Henrique Cezar
    15 de janeiro de 2016

    Adoro cartas de amor, e essa me comoveu. Porém não há história por detrás disso, apenas os pensamentos do apaixonado que roga por sua amada, para viverem juntos a vida. Uma bela carta de amor, mas que precisava de um contexto maior para que pudesse ser mais que isso. Parabéns!

  51. Thata Pereira
    14 de janeiro de 2016

    A proposta expressa pelo título está aí, é uma carta de amor (muito bonita por sinal). Mas infelizmente veio apenas a carta. Não há nada sobre quem escreveu ou recebeu. Algum gesto ou reação colaboraria para que a carta ganhasse uma história. “Permita-me delinear um mapa de seu corpo”, adorei essa frase.

    Boa sorte!!

  52. Ricardo de Lohem
    14 de janeiro de 2016

    Isso não é um conto: não tem narrativa, nem personagens, não há qualquer cena ou situação, o texto não passa emoção. É um poema de amor, mas não é um poema de amor muito bom… Fraco, e nem sequer é um conto. É o que posso dizer.

  53. Leda Spenassatto
    14 de janeiro de 2016

    Permita-me delinear um mapa de seu corpo. – Seria melhor, “o” mapa do seu corpo.
    Ficou pouco romântico, apenas cotidiano, não fugiu a regra. Faltou ênfase a escrita para alcançar o título de conto.
    Desculpa! Abraços!

  54. Daniel Vianna
    14 de janeiro de 2016

    Muito bonito, mas não parece mesmo um conto. Tudo se passa na mente do protagonista ao elaborar a carta. Não houve ação, por menor que fosse, nenhum desdobramento. Apenas uma leitura agradável, porém sem o processamento necessário. Boa sorte.

  55. Davenir Viganon
    14 de janeiro de 2016

    Não faz meu gosto, mas é bonito. Ficou tudo meio solto no ar e não peguei a história.

  56. Rubem Cabral
    14 de janeiro de 2016

    Olá.

    Está bem escrito e é um texto bonito, mas tive dificuldade de considerá-lo um “conto”, pois não chega a existir um enredo propriamente dito…

    Abraço e boa sorte.

  57. Renata Rothstein
    14 de janeiro de 2016

    Carta de amor. Belo, mas para um conto, não me empolgou.

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Publicado às 14 de janeiro de 2016 por em Micro Contos e marcado .