EntreContos

Detox Literário.

Aparente Mutação (Nijair Pinto)

a.C.:

Nasceram. Viveram. Morreram.

d.C.:

Nascemos. Vivemos.  Morreremos.

– Onde estaria a diferença?

– No cachorro, claro! Os gatos – eles enterram tudo!

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60 comentários em “Aparente Mutação (Nijair Pinto)

  1. Fabio D'Oliveira
    29 de janeiro de 2016

    Olá.

    Muito inteligente. E curto. Há apenas uma sacada. E esse é o ponto forte e fraco do texto. O autor parece dominar a escrita, pois conseguiu fazer muito em bem pouco. Gostei!

    Nota: 9.

  2. Tamara Padilha
    29 de janeiro de 2016

    Não entendi se você quis utilizar humor, algo reflexivo… Curto, bem escrito mas não me conectei com ele por não entender nada.

  3. Thales Soares
    29 de janeiro de 2016

    Err….. pera….. o que?!

    Não entendi nada, cara. Li umas cinco vezes, fiz uma força a mais aqui. Só não apelei para os comentários dos colegas aqui do Entre Contos (pois estou sem tempo pra ler comentários em todo conto que passo… hj é o último dia do prazo de comentar já… to atrasado!!!)

    Não consegui compreender o objetivo do autor aqui.

    Consequentemente, não consegui me conectar com a história, e em nada pude admirá-la.

    De qualquer forma, boa sorte no desafio.

  4. Renato Silva
    29 de janeiro de 2016

    É a coisa mais diferente que li neste desafio até agora. Ponto pela criatividade e ousadia (utilizar tão poucas palavras e usando tal estrutura).

    E então, somos como os cães ou os gatos. Enterramos ou deixamos tudo exposto?

    Boa sorte.

  5. Tom Lima
    29 de janeiro de 2016

    A graça é a grande abertura para as interpretações, cabem tantas… Eu até gostei, gostei bastante, mas não para o desafio.

    Se não fosse o prazo para os comentários e a faculdade, gastaria algumas horas criando teorias pra explicar isso tudo. 🙂

  6. Pedro Luna
    28 de janeiro de 2016

    Não entendi direto, e sinceramente, não me deixou um enigma bom o bastante para eu me interessar em procurar entender.

    Arrisco a dizer, e é um chute, que o autor quer dizer que tanto antes como agora, tudo está a mesma merda. Se não for isso, falhei.

  7. Miguel Bernardi
    28 de janeiro de 2016

    E aí, Herculano. Tudo bem?

    Tive que ler alguns comentários para entender o conto, e, depois que entendi. Achei genial a mensagem que o texto passou. Não tem enredo, ao menos não no formato convencional. Criatividade? Tem sim. E usou pouquíssimas palavras.
    As coisas só parecem mudar, né? Belo título. Casou muito bem.

    Grande abraço e boa sorte!

  8. Fil Felix
    28 de janeiro de 2016

    Eu ri bastante com a última parte. Deu a entender que há muito merda por aí, já que a culpa é do cachorro. E eles não costumam esconder, mas sim deixar suas coisas por aí (por isso sou #teamcats). Mas acho que não entendi onde queria chegar! Mas gostei, achei divertido, mesmo sem entender. Que estranho.

  9. mkalves
    28 de janeiro de 2016

    Acho que tem um tom de ironia / humor que não ficou demarcado de modo suficientemente claro. Deixa aquela sensação de “oi?” ao final da leitura. Aí voltamos e relemos. Ok, uma filosofada sobre as “cacas” que a humanidade segue fazendo depois de tantos séculos, mas isso não é bem uma história precisa e de conflito como costumo esperar de um conto… Bem não fisgou-me.

  10. Swylmar Ferreira
    26 de janeiro de 2016

    Li quatro vezes.
    Enredo : não vi.
    Criatividade :idem.
    Talvez tenha certo tom de humor.
    Não sei.

  11. Mariana G
    26 de janeiro de 2016

    Olá.
    A técnica e estrutura são muito boas, mas a mensagem que eu captei e entendi não chamou minha atenção. A humanidade continuar igual mesmo depois de ser dívida em uma era, ou como alguém comentou antes: “Só se troca as moscas.”
    E o humor no final não me apetece também, simplesmente por que não é do meu gosto.
    Boa sorte!

  12. Wilson Barros Júnior
    26 de janeiro de 2016

    Prestai bem atenção, pois neste momento tudo será revelado.

    O significado do conto é esse:

    As mutações, as mudanças, são apenas aparentes.

    Os que nasceram antes de Cristo, nasceram, viveram e MORRERAM. Ou seja, não têm direito à salvação, porque não creram, e nem podiam, pois Ele ainda não tinha nascido.

    Nós, que vivemos depois de Cristo, também nascemos, vivemos, e MORREREMOS. Ou seja, teoricamente, poderíamos ter a vida eterna, salvos por Jesus Cristo. Mas o que o autor quer dizer aqui é que essa história é mentira, e que não acredita no Papa, em Silas Malafaia, no Bispo Macedo, etc.

    Para ele, a diferença é só o que o gato enterra, ou seja, não vale nada.

    Independente de concordar ou não com seu ponto de vista, achei sua maneira de se expressar muito criativa e original, como nos oráculos gregos. É bom lembrar que os áugures antigos sempre vaticinavam dessa forma complicada, com margem a múltiplas interpretações (vide Nostradamus).

    Que as Pitonisas estejam convosco.

  13. Jowilton Amaral da Costa
    26 de janeiro de 2016

    Achei a estrutura interessante, e, provavelmente, tem uma sacada genial no fim( não estou sendo irônico), mas, não consegui captar a mensagem, fiquei boiando legal. Boa sorte.

  14. Daniel Reis
    26 de janeiro de 2016

    Sr. Herculano, me desculpe a sinceridade:

    TEMÁTICA: não entendi.

    TÉCNICA: minimalista.

    TRANSCENDÊNCIA: mais um cachorro na história. E a “pun line” do gato me pareceu um efeito desnecessário. Como era antes, foi depois. Saí assim da leitura. SInto muito.

  15. Rsollberg
    26 de janeiro de 2016

    Eu curti.

    Esse conto é uma espécie de quebra-cabeça, mas que admite várias formas.
    Juntando o ´titulo, “aparente mutação”, ela é só aparente, mas nada muda, a.c, d.c, unidade de referência no tempo, somada ao nós e eles, indicando que nada aconteceu, tudo é igual…

    No final, me desculpem os que enxergaram os símbolos, mas vi apenas uma piada que “contradiz” bobamente a premissa. Uma espécie de silogismo falso, que dá justamente dá o tom irônico da coisa. Penso que qualquer outra coisa meio nonsense também iria funcionar. “Depois de estudar muito direito canônico sabe o que descobri? Que sapos não jogam voleibol!”

    Um conto que te tira da zona de conforto e te força a pensar, e isso, na minha opinião é o grande mérito!

    Parabéns e boa sorte!

    • Simoni Dário
      26 de janeiro de 2016

      Seria uma Mutação Aparente realmente, de uma fala para outra que não tem nada a ver? Já olhando com esses olhos, fica muito divertido mesmo, e brilhante na ideia, já que o autor pegou todo mundo na piada.

  16. Murim
    23 de janeiro de 2016

    Falhou em passar a mensagem, seja ela qual for. Pensei bastante no que poderia se esconder atrás desse minúsculo conto e as possibilidades são muito variadas, excludentes e nenhuma delas se encaixa com perfeição à metáfora do cachorro e gato. Parece que ou faltou clareza ou o autor não se importou muito com significado algum.

  17. vitormcleite
    22 de janeiro de 2016

    olá, detesto ir a uma exposição de quadros brancos e ter que ouvir alguém com discursos filosóficos a explicar tudo. Se a obra não fala comigo é porque alguma coisa falhou. Desculpa mas não gostei nada, mas desejo-te a maior felicidade neste desafio.

  18. Matheus Pacheco
    22 de janeiro de 2016

    Cara, eu gostei, eu achei bem engraçado, (realmente espero que seja cômico o estilo do texto porque se não, eu vou ser o único a falar isso)

  19. Matheus Pacheco
    22 de janeiro de 2016

    Muito bom cara, realmente algo que, eu achei cômico, e talvez um pouco reflexivo.

  20. elicio santos
    22 de janeiro de 2016

    O autor quis inovar e se perdeu no limbo dos autores medíocres. Perdoe-me, mas o texto que li não é um conto.

  21. Pedro Henrique Cezar
    21 de janeiro de 2016

    É um conto para refletir. Muito simbólico, tive que ler os comentários. A mensagem foi muito boa. Mas como conto acho que deixou a desejar. Mesmo assim, parabéns!

  22. Simoni Dário
    21 de janeiro de 2016

    “A diferença está no cachorro, claro!” Não entendi porque cachorro está no singular e gatos no plural, imagina o que pensei aí, mas seria ousadia do autor mesmo! Cristo morreu e pelos dogmas da Igreja, não foi enterrado, três dias após a morte na cruz, subiu aos céus. Então “os gatos enterram tudo”…me deixou com pulgas atrás da orelha, não sei o que pensar. Parece-me que o autor está dizendo que foi passado o “cachorro” na humanidade, e que houve uma “Aparente Mutação” a partir daquela história, mas que continuamos a enterrar tudo como os gatos, ou seja, continuamos no “nasceram, viveram e morreram”, num ciclo puramente materialista, e que a morte do Cristo não serviu para nada. Jesus, socorro! Pode até não ser nada disso, mas que alguém aí tem um talento invejável, é fato.
    Eu sei que comentar- depois do seu conto – não vai ser fácil! Parabéns!
    Bom desafio!

  23. Andre Luiz
    21 de janeiro de 2016

    Olha, eu até tentei captar a essência do conto, mas, como disse o Selga é tão amplo que acaba perdendo-se na ideia que deseja passar. Infelizmente, não foi uma narrativa que me chamou muito a atenção. Talvez, se fosse mais ampliada, focada em alguma coisa mais concreta, eu poderia apreciar mais. Boa sorte!

  24. Marina
    21 de janeiro de 2016

    Olha, eu gostei. Eu li, ri, pensei “é isso mesmo?”, ri de novo. A discussão de se é conto ou não está sempre presente, pelo que eu percebi. Isso só importa de verdade porque teremos que votar. Conto ou não, foi muito inteligente.

  25. Cilas Medi
    20 de janeiro de 2016

    Vou me negar a comentar mais do que isso: sem comentário.

  26. Catarina
    20 de janeiro de 2016

    O INÍCIO prometeu e ainda estou esperando. Teu FILTRO é grande, mas não possante: esse “ – eles” no FIM está sobrando. ESTILO e TRAMA também não me convenceu. Os gatos não enterram tudo e nós humanos enterramos quase tudo, A.C e D.C. Os cachorros enterram comida e às vezes a merda também, logo os PERSONAGENS ficaram difusos. Verossimilhança não é obrigatório, muito pelo contrário, mas precisa ter algo que encante.

  27. Antonio Stegues Batista
    20 de janeiro de 2016

    Muito boa a Historia do mundo em poucas palavras,os gatos enterram tudo enquanto o tempo passa. Enquanto isso, a caravana, passa e os cães ladram.
    É como um quado de Dali, cada espectador vê uma coisa diferente.

  28. Leonardo Jardim
    20 de janeiro de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto antes de ler os demais comentários:

    📜 História (▫▫▫): não vi nenhuma. Não tem personagens, nem conflito. É uma análise filosófica.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): boa, sem problemas.

    💡 Criatividade (⭐⭐⭐): não há de se negar que é um texto ousado e criativo, principalmente na forma.

    🎭 Impacto (▫▫▫): não entendi. Nada mudou, é isso? Mas porque gatos e cachorros?

  29. Evandro Furtado
    20 de janeiro de 2016

    Fluídez – 10/10 – porra, nem preciso falar né?;
    Estilo – 10/10 – ousado pacas, até esqueci que não é conto, kkkk;
    Verossimilhança – 7.5/10 – só vou tirar ponto aqui porque precisei ler os comentários pra entender o final;
    Efeito Catártico – 10/10 – achei fantástico e ousado, arte pura.

  30. Kleber
    20 de janeiro de 2016

    Olá Herculano!

    Eu diria que o título faz parte das 150 palavras porque, no meu ponto de vista é parte fundamental dele. E que suscita perguntas respondidas da forma que escolheste. Achei interessante. Criativo. Mas não necessariamente um conto.

    Sucesso!

  31. Laís Helena
    20 de janeiro de 2016

    Quando terminei o conto, fiquei sem saber o que pensar. Não há uma história, nem mesmo um trecho de uma. Parece, quase, um enigma. Vi acima (ou abaixo, acho que os comentários mais recentes vêm primeiro) alguém comentando sobre o cristianismo: antes ou depois dele, as crenças continuam a mesmas. Achei a ideia interessante, o que me fez refletir sobre o cachorro e o que teria de diferente: ele acredita no cristianismo? Segue fielmente, como se espera de um cachorro, enquanto os gatos não se importam e são, portanto, iguais ao que foi descrito? Enfim, ao menos serviu para me fazer divagar um pouco!

  32. Eduardo Selga
    19 de janeiro de 2016

    A IMAGEM PRETENDIDA está demasiadamente aberta, a ponto de perder a visibilidade. É como o horizonte do oceano, no qual sabe-se que há alguns navios, mas tão distantes que não dá para saber o tipo de embarcação ou a bandeira. Seria necessário fechar mais a zoom, sem, no entanto, mostrar em demasia. Do jeito que está pode-se entender quase tudo; pode-se entender quase nada.

  33. Daniel
    19 de janeiro de 2016

    É uma reflexão, muito mais do que um conto. Assim, não dá para avaliar como um conto e, como reflexão, acabou que não gostei também. Mas gosto é uma coisa tão interessante que, pelo que vi nos comentários, aprovação é muito maior do que a reprovação.

  34. Gustavo Castro Araujo
    18 de janeiro de 2016

    Minha interpretação aqui: antes de Cristo não havia crença na vida eterna; depois, sim. Antes, morria-se e pronto; depois a morte passou a ser uma etapa. A opinião do autor: isso não importa. Merda (ou morte) continua sendo merda. Vinte palavras para expressar uma opinião polêmica, de que Cristo não mudou nada. Você tem coragem, caro autor. É algo a se admirar. Parabéns.

  35. Thata Pereira
    18 de janeiro de 2016

    Só o fato de eu não ter entendido e precisar ir buscar informações já me desagradou. Acho que é bem pessoal, mas não gostei. Talvez se executado de uma maneira diferente…

    Boa sorte!

  36. Piscies
    18 de janeiro de 2016

    Esse é daqueles que você lê e se gaba só de ter entendido, rs rs rs.

    Um texto interessante! Pouquíssimas palavras, muita coisa a ser dita. Tentei abordar um tema parecido no último conto que escrevi para o site, no desafio “Imagem”. O nome do conto é “A biblioteca do mundo” e lá eu tento falar de como as pessoas vivem muito no presente, sem pensar no futuro, sem aprender do passado, e de como isto, um dia, levará a humanidade a uma quase-extinção.

    De qualquer forma, um bom texto. Parabéns!

  37. mariasantino1
    18 de janeiro de 2016

    Oi, oi.

    Uma criação que também ficaria bem no patamar de poesia minimalista. Direto, crítico, sagaz. Admirável.

    Sucesso.

  38. Rubem Cabral
    18 de janeiro de 2016

    Olá.

    Achei simpático o nano-bóson-de-higgs conto, mas sou um fanático por enredos, ainda que mínimos, e não consegui apreciar algo tão minimalista.

    Abraço e boa sorte.

  39. Jef Lemos
    18 de janeiro de 2016

    Olá, Herculano.

    Sendo sincero, não curti muito não. Achei o conto muito simples e mesmo depois de ter entendido (acho), não me chamou muito a atenção. Senti falta de um pouco de sentido (creio que essa é a palavra). Faltou uma direção, ao meu ver.

    No entanto, outros colegas gostaram, e por isso merece os parabéns.

    Boa sorte!

  40. Anorkinda Neide
    18 de janeiro de 2016

    Olha… entendi não 😦
    .
    Apesar das várias interpretações dos colegas, sabe… eu fico com nenhuma…hehe
    Boa sorte
    Abraço

  41. Bia
    17 de janeiro de 2016

    Gostei! Achei divertido, ri muito dessa última frase. Antes, ri de nervoso por não ter compreendido, aí pedi ajuda aos “universitários”, o Sidney Muniz me ajudou a clarear. Gente, que nervoso, querer entender tudo e não conseguir. Mas claro, parabéns pela ideia, curti!

  42. Sidney Rocha
    16 de janeiro de 2016

    Não gostei. Mas, boa sorte!

  43. Sidney Muniz
    16 de janeiro de 2016

    Gostei, mas não o bastante.

    Entendi a moral e tudo, e até analiso também o lado do a.c e d.c.

    c.c, quando ainda os egípcios idolatravam os gatos, me deu essa sensação, talvez não tenha nada a ver, mas realmente remete um pouco a época, quando apenas acontecia sem a preocupação no futuro, e sim no presente; idolatrar os deuses, se sacrificar se preciso, oferecer oferendas e sacrifícios. E nessa época, apenas se enterravam as dúvidas. Era uma época de adoração.

    Já depois de cristo, começamos a ter uma liberdade maior, a pesquisa, a ciência, ambas tomaram forma, e os homens começaram a desenterrar a história, como cães atrás de ossos, atrás da origem, de pistas, procurando compreender o início para mudar o futuro.

    Por isso senti mais significado na palavra morreremos, pois mesmo que seja inevitável, não será hoje. Podemos adiar ao máxim, se nos cuidarmos, ou melhor, podemos não antecipar… Isso ignorando a “lei” de que tudo acontece segundo a vontade de Deus. Talvez o livre arbítrio seja mais que apenas liberdade, ou opção, quem sabe ele seja um motivo para ser dono de sua própria continuidade.

    Um texto curto, pequeno, mas filosófico o bastante para retribuirmos a gentileza do autor(a) e viajarmos nas entrelinhas e possibilidades da criação.

    Me diverti bastante por aqui!

    Agradeço e parabenizo pela ousadia, afinal não é um texto simples, é de fato um portal no tempo e no espaço.

    • Sidney Muniz
      16 de janeiro de 2016

      Corrigindo…

      Gostei bastante! Que doideira! Porque coloquei esse: mas não?

      kkkk!

      Gostei bastante mesmo!

      kkkk

      Rindo aqui!

      Mistério!

      • Piscies
        18 de janeiro de 2016

        KKKKKKK obrigado pelo comentário explicativo. Não tinha entendido a mensagem do conto =]

  44. Rogério Germani
    16 de janeiro de 2016

    Minimalista ao extremo…rsrsrs O tom jocoso no final salvou a obviedade do enredo.

  45. Bruno Eleres
    15 de janeiro de 2016

    Não consegui captar a essência do texto (por falha minha, talvez?). Entendi que no antes e no depois estamos fadados a nascer, crescer e morrer, mas que a merda continua a mesma. Entendi que cães não enterram a merda, gatos sim. Não entendi a diferença estar nos cachorros – antes não enterravam a merda e agora se enterra? Enfim, fiquei à margem da compreensão e me afoguei.

  46. Renata Rothstein
    15 de janeiro de 2016

    Muito boa a ideia, confesso que precisei ler umas 4 vezes pra entender (rsrs), mas não sei se é conto, creio que não.

  47. Leda Spenassatto
    15 de janeiro de 2016

    Sem comentários!
    Gostei disso!

  48. Marcelo Porto
    15 de janeiro de 2016

    Eu continuo ignorante!

    Nem lendo os comentários consegui captar.

    Pra mim não funcionou.

  49. Ricardo de Lohem
    15 de janeiro de 2016

    Isso não é um microconto: é uma reflexão filosófica, um haikai, qualquer coisa, menos um microconto. O desafio não é de frases inteligentes, é de contos, e espero algo dentro de certos parâmetros. Não aceito isso como um conto, sinto muito.

  50. José Leonardo
    15 de janeiro de 2016

    Olá, Herculano.

    Foram vinte palavras. Vinte. Você conseguiu resumir o cocô de todas as Eras (a situação perene) em vinte palavras.

    Sensacional. Acho que o grupo dos infrarrealistas, capitaneados pelo grande Roberto Bolaño nos idos de 1970, teria adorado seu microconto.

    É um dos meus favoritos.

    Sucesso neste desafio.

  51. Brian Oliveira Lancaster
    15 de janeiro de 2016

    BODE (Base, Ortografia, Desenvolvimento, Essência)

    B: Caramba! Sucinto é a palavra. Parece uma inscrição de lápide, contando uma história. O impacto já chega na primeira palavra. – 9
    O: Tranquila, afinal, é rápida como um raio. – 9
    D: Um pouco nebuloso, mas essencial para forçar o leitor a sair de sua zona de conforto. Muitos talvez não compreendam o que você fez aqui, mas achei genial. – 9
    E: Pega carona nos nano contos ou mini contos (é tanto título que já me perdi), onde em apenas um frase, se joga o quadro inteiro na cara do leitor. Bem ousado, o que pode afastar alguns desavisados. – 9

  52. Davenir Viganon
    15 de janeiro de 2016

    Confesso que só entendi, depois que me explicaram. Enfim, gostei do conto. Nem sei se dá pra chamar assim, mas seja lá o que foi isso eu gostei.

  53. Claudia Roberta Angst
    15 de janeiro de 2016

    Simples,minimalista, esnobando as palavras para criar um maior impacto. Conseguiu, com pouquíssimas frases passar a ideia de que os séculos passam e tudo segue a mesma ordem: nascemos – vivemos – morremos. Como um conto, temos começo,meio e fim.
    Boa sorte!

  54. Fabio Baptista
    14 de janeiro de 2016

    Muito bom!

    Ideia que casa genialidade e simplicidade, executada de modo perfeito.

    Parabéns!

  55. Daniel Vianna
    14 de janeiro de 2016

    Olha, eu sei que pode ser como um daqueles quadros geniais pintados por algum renascentista e todos dizem: “Ó, você viu isso?”, mas, na moral (e perdoe, desde já, a minha ignorância, se for o caso), até porque eu não entendo pacas de pintura, dá pra explicar ou tá difícil?

    • Fabio Baptista
      14 de janeiro de 2016

      (Não sou o autor do conto, mas tomarei a liberdade aqui, ok?)

      A moral da história é tipo “mudam as moscas, a merda continua a mesma”. No caso, usando os gatos (que enterram a própria merda, ao contrário dos cães) no lugar das moscas.

      • Piscies
        18 de janeiro de 2016

        Rapaz reli o conto umas 15 vezes (é fácil tb né, tão pequeno…) e não tinha entendido.

        Valeu pela explicação hahaha!

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Publicado às 14 de janeiro de 2016 por em Micro Contos e marcado .