EntreContos

Detox Literário.

Fome Inerente (Pedro Luna)

Sopa de Letras

O doutor tinha a estranha mania de tentar adivinhar a personalidade dos pacientes apenas por seus nomes. Dessa vez, imaginou para ‘’ Paolo’’ um sujeito magro, alto e desengonçado. Por isso arqueou as sobrancelhas quando o tal entrou.

Jamais vira tão gordo.

Paolo não sentou na poltrona do consultório, pois ali não cabia. Era a primeira vez que o doutor pedia que um paciente sentasse no chão. E para ficar em pé de igualdade e inspirar confiança, também o fez.

***

Este conto faz parte da coletânea “Devaneios Improváveis“, Terceira Antologia EntreContos, cujo download completo e gratuito pode ser feito AQUI.

 

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44 comentários em “Fome Inerente (Pedro Luna)

  1. wilson barros
    23 de fevereiro de 2015

    Um ótimo conto do chamado Realismo Fantástico, em que o extraordinário é tratado como natural e costumeiro. Um conto escrito assim, em linguagem simples e bem conduzido, é fácil de ler e até as crianças gostam. A realização gráfica, “engolindo” as letras, dá um toque especial, muito artístico. Até o título é muito legal. Não encontrei erros, o conto é impecável. Um conto light, ameno, agradável. Parabéns também pela originalidade, a idéia é muito criativa.

  2. Leandro B.
    22 de fevereiro de 2015

    Cacetada.

    Adorei o conto. Criativo e inteligente, fora do lugar comum. Parabéns, camarada! Estou até sem palavras (entendeu? hã?! hã?!).

    Certamente no meu top10.

  3. Edivana
    22 de fevereiro de 2015

    Olha, sensacional! Uma daquelas ideias que a gente sonha em ter! Gostei mesmo. No começo eu já estava sugerindo um descanso carnal ao nosso nobre gordo, mas que bem ele faz em comer letras. E mais, parece uma crítica ao imediatismo da internet e as abreviações malucas que fazemos dia a dia. Parabéns.

  4. Swylmar Ferreira
    21 de fevereiro de 2015

    A linguagem é pratica de fácil compreensão para o leitor. Está muito bem escrito, a trama apresenta boa cronologia, o jogo de narrativa prende a atenção, principalmente no final.
    Parabéns!

  5. Bia Machado
    20 de fevereiro de 2015

    Muito criativo, interessante de ler, prendeu minha atenção do início ao fim e me surpreendeu com a situação inusitada, escrita de forma criativa. Muito bom!!!

  6. Leonardo Jardim
    20 de fevereiro de 2015

    Prezado autor, optei por dividir minha avaliação nos seguintes critérios:

    ≋ Trama: (3/5) interessante, embora pouco verossímil. Poderia comer letras sem afetar a dicção, de forma que desse para imaginar ele dizendo aquelas palavras.

    ✍ Técnica: (3/5) o texto fluiu bem, sem nenhum problema.

    ➵ Tema: (2/2) gula (✓).

    ☀ Criatividade: (3/3) sem dúvidas, um dos mais criativos.

    ☯ Emoção/Impacto: (3/5) achei divertido.

    Obs.: Ficou fora de minha lista pelos critérios de desempate, no caso logo no primeiro: “emoção/impacto”.

  7. Jowilton Amaral da Costa
    18 de fevereiro de 2015

    HAHAHAHA. Muito bom, bem escrito, engraçado e original. O fato do gordo querer comer tudo que vê, inclusive o que não é de comer, e com isso matar sua vontade com comida de verdade já foi muito interessante e depois ele comer as letras ao ponto de ficarem sem palavras foi o ponto alto. Gostei muito. Parabéns.

  8. rsollberg
    18 de fevereiro de 2015

    HAHAHAHAA
    MUITO BOM!
    Na verdade, deliciosamente FDA!

    Insólito, original, divertido.
    Nossa, o paradoxo do gordinho é sensacional e meu deu até fome.
    Por vezes, me senti diante de algum episódio do Twighlight Zone.

    O conto causa agonia e igualmente diverte. Cenho franzido e sorriso na mesma proporção. Adorei as reviravoltas no final!!!

    Por enquanto, o meu preferido!
    Parabéns e boa sorte no desafio.

  9. Alexandre Leite
    18 de fevereiro de 2015

    Muito bom, original e magistralmente desenvolvido. Excelente conto.

  10. Luan do Nascimento Corrêa
    18 de fevereiro de 2015

    Bastante estranha e inusitada a situação, criativa e um pouco louca. A escrita poderia ter sido mais trabalhada, senti falta de uma refinada.

  11. Andre Luiz
    18 de fevereiro de 2015

    Olá caro Doc!
    Seu conto é irreverente e possui um tema interessante e cativante. É leve de se ler e diverte à medida em que se aproxima do final, quando o gorducho come todas as letras da conversa entre ele e o doutor e tudo se finaliza com o silêncio. Seus diálogos também são perfeitos, sem nenhum erro visível. Parabéns!!!

  12. alexandre Cthulhu
    18 de fevereiro de 2015

    este texto é de uma Originalidade estonteante. Nunca tinha lido nada assim.
    De facto não é preciso grandes e elaboradas descrições para fazer um texto notável, como este. Duas personagens em dialogo permanente fazem um bom texto. Até o diagnostico do médico ( nas suas questões) está verosimilhança estupenda.
    Contudo achei que podia diversificar os sinonimo, ou seja, usou a palavra “gordo” e gorducho” diversas vezes, podendo substituir por outros, tais como “obeso”, “Corpulento”, “barrigudo” Etc
    Mas está no meu top 10
    PARABENS!

  13. Carlos Henrique Fernandes Gomes
    17 de fevereiro de 2015

    Sensacional! É pena que acabei de jantar e estou satisfeito, senão jantaria umas letras por aqui! Sabe o que é mais legal nesse conto surreal? A gente acredita em tudo! Só acho que as letras devem ter gosto de outra coisa e não de frango! Sensacional! Lembrei da sopinha de letras que tomava quando era criança…

  14. Gustavo de Andrade
    17 de fevereiro de 2015

    Um conto bem simples e fechado. Legal como conseguiu experimentar concisão sem parecer forçado ou comprimido: foi uma cena narrada, e pronto acabou. Não precisamos de mais Nad: ficamos satisfeitos.
    Não sei dispor nenhuma crítica pontual, tampouco achar o texto perfeito (entenda: tenho gosto por coisas que me impactem mais do que o proveniente deste conto). Foi uma interação divertida e legal de ser assistida, mas acabou não passando muito disso. Boa fluidez e construção (embora as personagens sejam mais avatares para o diálogo do que reais arquétipos).
    Boa escrita 😉

  15. Maurem Kayna (@mauremk)
    17 de fevereiro de 2015

    Ao invés de adivinhar a “personalidade” pelo que se segue no texto, seria mais certeiro dizer adivinhar o “aspecto” ou “aparência”. Achei impactante (positivamente) a resposta de Paolo à pergunta sobre o que lhe atormentava, mas as falas seguintes de paolo perdem um pouco a autenticidade. A auto análise e as previsões que faz soam forçadas. A solução proposta pelo médico também parece descabida ou suas motivações não parecem bem embasadas. O que segue, ainda que absurdo, poderia convencer se apresentado de outro modo, pois se está narrando um diálogo e é natural que se imagine a vocalização. Mas as alterações parecem vinculadas apenas à grafia das palavras. Ainda assim, ao chegar ao fim da história, achei divertido e interessante a ideia.

  16. Pétrya Bischoff
    16 de fevereiro de 2015

    Hahahahahah baita conto! Uma estória que começa intrigando e acaba divertindo. Inusitada, como devem ser essas loucuras do EC. A escrita é simples, sem necessidade de firulas; e a estrutura, mesmo com muitas falas, é agradável. Gostei bastante. Parabéns e boa sorte.

  17. Ricardo Gnecco Falco
    16 de fevereiro de 2015

    rs!
    Finalmente um conto surreal! Muito legal. O autor soube direitinho utilizar o tema deste Desafio de maneira tão inusitada quanto um jantar na hora do almoço. Ótima sacação e um bom senso de oportunidade. A história ficou engraçada e, mesmo em poucas linhas, deu para o leitor tomar o seu partido e digerir facilmente a insanidade contida na trama. Um ato tão corajoso quanto arriscado; mas, sem sombra de dúvida (peraí… comeram até a sombra agora?!), oportuno. Oportunidade esta que o autor não deixou passar!
    Parabéns,
    boa sorte!
    🙂
    Paz e Bem!

  18. Cácia Leal
    15 de fevereiro de 2015

    Surreal… não me agradou. É até criativo e inovador. Mas não faz muito sentido, porque comer as letras seria uma coisa psicológica, logo, ele não poderia comer as letras que o psicólogo profere.

  19. williansmarc
    15 de fevereiro de 2015

    Olá, autor(a). Primeiro, segue abaixo os meus critérios:

    Trama: Qualidade da narrativa em si.
    Ortografia/Revisão: Erros de português, falhas de digitação, etc.
    Técnica: Habilidade de escrita do autor(a), ou seja, capacidade de fazer bons diálogos, descrições, cenários, etc.
    Impacto: Efeito surpresa ao fim do texto.
    Inovação: Capacidade de sair do clichê e fazer algo novo.

    A Nota Geral será atribuída através da média dessas cinco notas.

    Segue abaixo as notas para o conto exposto:
    Trama: 7
    Ortografia/Revisão: 10
    Técnica: 7
    Impacto: 7
    Inovação: 7

    Minha opinião: Gostei. Achei criativa e non-sense essa perspectiva do pecado da gula. Só achei estranho o doutor se entregar tão rapidamente e dizer que o problema do paciente não tinha solução, seria interessante ver alguma proposta para acabar com essa fome insaciável.

    Não achei falhas de revisão.

    Boa sorte no desafio.

  20. Virginia Ossovski
    14 de fevereiro de 2015

    Adorei, que surreal essa história de comer letras no final! O conto é criativo, está muito bem escrito e a história tem algo de fantástico, de poético. Sucesso no desafio !

  21. Lucas Almeida
    13 de fevereiro de 2015

    Muito bom! Eu comecei acreditando que o gordo comeria o doutor assim que falou da fome por tudo que via, mas comer as próprias palavras e as dos outros foi genial. Queria eu ter pensando nisso… Ops, inveja, desculpe.
    Meus parabéns! Boa sorte 😀

  22. Gustavo Araujo
    13 de fevereiro de 2015

    Caraca, excelente! Muito bom mesmo. Um misto de crônica com fábula magistral e deliciosamente escrito. Além de abordar um dos pecados mais difíceis sobre que escrever. O tom cômico e, de modo subjacente, melancólico foi construído de maneira competente. O autor tem total domínio da escrita. Alguns podem até me considerar exagerado, mas consigo imaginar perfeitamente este texto como se assinado pelo Veríssimo. Enfim, uma narrativa executada de forma competente, que cumpre muito bem o objetivo proposto. E que sim, faz rir, algo difícil. O que é o médico surpreso no momento em que percebe suas próprias letras devoradas? Ah, e esqueci de dizer, muito boa a inserção dos pensamentos do doutor. Eu mesmo sou contumaz em tentar adivinhar o tipo da pessoa só pelo nome. Parabéns, caro autor! Excelente trabalho!

  23. Thata Pereira
    12 de fevereiro de 2015

    Que louco esse conto!! Muito bom, adorei!! Espiei sua estrutura antes de ler e, conforme foi acontecendo, imaginei que Paolo comeria o doutor no final, mas o final me surpreendeu. Se o limite fosse dado por caracteres, cortar as letras seria uma grande sacada rs

    Boa sorte!!

  24. rubemcabral
    12 de fevereiro de 2015

    Conto muito criativo e divertido. O surreal caiu muito bem! Uma revisãozinha leve sanaria os poucos erros. Gostei!

    Certa vez tive ideia semelhante ao escrever uma distopia: um governo ditatorial baixaria a todo momento leis que aleijavam o uso do idioma enquanto um casal se correspondia por cartas (que passavam a respeitar às tais leis malucas). O final ficava meio parecido: a comunicação impossível.

  25. Rodrigo Forte
    11 de fevereiro de 2015

    Muito bom! Confesso que a certo ponto achei que o Paolo de fato ia devorar o doutor, mas o que aconteceu foi bem mais interessante. Foi tudo muito bem escrito e descrito e esse certamente é um dos meus preferidos até agora.

    Parabéns e boa sorte!

  26. Rodrigues
    10 de fevereiro de 2015

    Como resistir a um conto desses? O texto e a ideia são, simplesmente geniais, que criatividade! Gostei da forma simples, da interação entre o doutor e do jeito natural como o guloso fala das coisas que quer comer, um sofá, algo maior, o próprio doutor. Sem mais, o melhor que li!

  27. Anorkinda Neide
    9 de fevereiro de 2015

    Muito bom,muito engraçado
    adoro nonsense!
    muito criativo.. que gula hein! nossa!
    a principio achei q tava meio forçado, o dialogo, mas justificou-se muito bem com a chegada do surreal.
    parabens!

  28. Gustavo Aquino dos Reis
    9 de fevereiro de 2015

    Conto curioso e que fugiu um pouco do clichê. Ousou. Faltou uma revisão.

    No mai, parabéns.

  29. mariasantino1
    9 de fevereiro de 2015

    Olá, autor(a)

    Parabéns pela ideia surreal. Seu escrito tem um final inusitado e penso, com toda certeza que você seria feliz se transformasse-o numa peça de teatro. Traria muitas gargalhadas, porque é tudo muito visual.
    Está bem escrito gramaticalmente (se é que posso falar disso), é ágil, focado no humor e entretenimento.
    Em um espaço maior, acho que você poderia não explicar, mas inserir mais retrospectivas da vida do gorducho, mais atos insólitos acerca da infância ou o que desencadeou toda essa gulodice de querer comer as coisas que não podiam ser comidas. Realmente me encheu de ideias e gostei de imaginar tudo isso numa versão expandida, até para que eu me unisse ao personagem e torcer por ele.
    Um abraço!

  30. Gilson Raimundo
    9 de fevereiro de 2015

    Belíssimo texto, muito bem humorado, escrito de forma lúdica mais sério. Bela obra.

  31. Tiago Volpato
    8 de fevereiro de 2015

    Ahahahahaha. Bastante criativo o texto. Que bom se realmente as letras pudessem ser comidas e algumas pessoas ficarem sem falar. Ó vida!

  32. Sonia Rodrigues
    8 de fevereiro de 2015

    Português – bom.
    Trama original.
    Estilo leve, irreverente, direto, bem humorado.
    O enredo foi trabalhado com maestria, levando o leitor pouco a pouco a se solidarizar com os personagens.
    O final foi muito bom, parabéns pela imaginação.

  33. Thales Soares
    8 de fevereiro de 2015

    Que conto estranho! Mas eu gostei. Foi interessante a ideia, bem criativo. É isso que eu realmente aprecio, quando o autor sai da mesmice e experimenta algo mais ousado! A ideia ficou muito bem aplicada. Seu conto certamente se destacou entre os demais. Parabéns!

  34. Eduardo Selga
    7 de fevereiro de 2015

    A questão é a seguinte: se considerarmos o texto literário em prosa como a representação artística do mundo real empírico, ainda que dentro do discurso do insólito (fantástico, realismo mágico, neofantástico e outros gêneros), o diálogo precisaria ser uma espécie de cópia, uma mimese dos diálogos que ocorrem entre as pessoas no mundo real. Partindo daí, os diálogos do presente conto não fariam sentido, pois em caso de expressões do tipo “T~o Evergonhado”, parte dela é impronunciável. Afinal, como se pronunciaria “T~o”? Se é impronunciável, a fala no texto em tese seria um contrassenso.

    Exceto se admitirmos uma outra possibilidade ao conceituar o que venha a ser texto literário. Se entendermos que ele é um território aberto a todo tipo de manipulação e experiência linguística e até visuais (evidentemente sujeitas à análise crítica), sem compromisso nenhum com o real empírico quanto à sua representação fonética e sintática, aí o diálogo que temos no conto faz todo o sentido. Ou seja, este conto se declara explicitamente como peça do universo estético, não como mimese do real empírico. O diálogo é muito mais um conceito estético do que qualquer outra coisa. Mal comparando, é algo como a poesia concreta, em que o formato chamado de poema é subvertido em função de uma construção de imagem que se faz pela diagramação do espaço físico da página.

    Assim sendo, considerando a segunda opção do que seja literatura, “Fome Inerente” é um conto que pertence ao discurso do insólito, Não apenas pela razão apontada acima, mas também porque o personagem apresenta um comportamento que se insere na categoria, qual seja, sentir apetite a vontade de comer qualquer coisa que veja, sendo ou não comestível. Estabelece um intertexto com o personagem Pantagruel, de Rabelais, no desespero de uma fome insaciável.

    O final é intrigante. Podemos entender que o doutor também passa a “falar” como paciente, em função de ter suas palavras comidas por ele (literatura do discurso do insólito), mas também podemos entender que o paciente está de fato comendo o médico, engolindo-o, e a falta de letras na fala do terapeuta seria a demonstração disso.

    Um belo texto, sem dúvida. Espero ser valorado adequadamente pelos votantes.

  35. JC Lemos
    7 de fevereiro de 2015

    Hahahahahahaha
    Sobre a técnica.
    Gostei. Usar esse jogo de palavras comidas ilustrou muito bem a situação do rapaz. Sem contar que essa interatividade é deveras interessante.

    Sobre o enredo.
    Sensacional. Hahahahha
    O melhor até agora. O fantástico foi usado de forma muito criativa e inusitada. Só espero que o rapaz n~o comce a cmr mihas ltras.

    Prbs e b sot

  36. Luis F. T.
    7 de fevereiro de 2015

    Estou lendo em ordem cronológica de postagem. Tudo o que eu tenho a dizer é: O MELHOR CONTO ATÉ ENTÃO!! Bravo!!!

  37. Brian Oliveira Lancaster
    6 de fevereiro de 2015

    Meu sistema: EGUA.

    Essência: Altamente criativo. Nota 10,00.

    Gosto: Algumas construções não ficaram boas, mas o tom bem humorado em conjunto com a estética inusitada e seu fim me fez aumentar os pontos, exclusivamente pela imaginação. Nota 8,00.

    Unidade: Como falei acima, certas frases soaram estranhas, principalmente quando é iniciado o diálogo entre eles. Mas pode ser coisa de gosto pessoal. Nota 7,00.

    Adequação: Bem, comer palavras talvez se encaixe em gula, algum dia. Nota 8,00.

    Média: 8,3.

  38. Claudia Roberta Angst
    6 de fevereiro de 2015

    Achei a abordagem do pecado da gula muito criativa. Comer letras e por fim as palavras foi realmente cometer um pecado grave entre escritores…rs. O final simples e perfeito revela a capacidade de síntese e impacto do autor.
    O conto todo é bem costurado, sem pontas soltas, levando o leitor à uma interessante narrativa. Aqui, o menos funcionou como mais, sem dúvida. Gostei!
    Boa sorte!

  39. Michelle Marie
    5 de fevereiro de 2015

    Muito booooooooommm…hahahahahahahahahaha!

  40. Fabio Baptista
    5 de fevereiro de 2015

    Olá,

    O conto está bem escrito, é criativo e divertido em boa parte, mas infelizmente nonsense não é muito comigo.

    Pensei que o gordo iria atacar o médico, ou algo do gênero. Acho que eu teria apreciado mais se caminhasse para algo desse tipo.

    Veredito: Boa conto, mas que não faz meu estilo.

  41. Pedro Coelho
    5 de fevereiro de 2015

    Texto muito bom. Muito criativo e muito bem construído. Senti um toque de realismo fantástico. Achei o Paolo caricato em demasia, mas acho que foi essa sua intenção. Arriscou tratar uma situação triste com comicidade deixando no ar um pouco de humor negro,mas foi muito feliz na realização fazendo tudo divertido demais para ofender.Ótimo texto.

  42. Mariana Gomes
    5 de fevereiro de 2015

    Nooossa, essa foi uma das melhores! Incrível como minhas expectativas foram superadas, o começo estranho terminando em um fim surreal fantástico! Parabéns e boa sorte!

  43. Sidney Muniz
    5 de fevereiro de 2015

    É, que ideia excelente! Gostei da surrealidade, gostei demais mesmo.

    Personagens interessantíssimos, e muito bem trabalhados.

    Realmente um dos melhores até aqui, a trama certamente é a mais empolgante.

    Confesso que torci um pouco o nariz para o doutor comer as letras também, pois me intrigava mais o que havia com Paolo? Que doença mais estranha. Era uma gula daquelas.

    Bom, mas é aceitável que você tenha escolhido esse final, e tens todo direito.

    Trama: (1-10)=10
    Narrativa:(1-10)=10
    Técnica: (1-10)=10
    Personagens (1-10)=10
    Inovação e ou forma de abordar o tema (1-5)=5
    Título (1-5)=5

    Parabéns e boa sorte!

  44. Alan Machado de Almeida
    5 de fevereiro de 2015

    Final surpreendente. Eu achei a princípio que o gordo tinha comido um pedaço da própria língua, foi uma surpresa descobrir que ele comeu as letras. Ganhou ponto por originalidade

E Então? O que achou?

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Publicado às 5 de fevereiro de 2015 por em Pecados e marcado .