EntreContos

Detox Literário.

Otherside (Swylmar Ferreira)

Foi por pouco essa! – Pensou Lucas Alba andando apressado pelo corredor escuro entre prédios. O silêncio é tão completo que ele tem a impressão de escutar as batidas de seu coração, além é claro, dos próprios passos.

Acelera as passadas, chegando a quase correr os poucos metros que o separam de uma lâmpada solitária que teima em iluminar o pequeno trecho que separa o beco imundo, repleto de sacos plásticos pretos espalhados pelo chão, da rua principal onde os poucos carros que circulam àquela hora da madrugada levam ocupantes amedrontados pela habitual falta de segurança publica das grandes metrópoles.

– Droga de cidade – fala em voz alta.

Olha rápido para o relógio em seu braço esquerdo – são três e vinte da madrugada. Outra coisa chama sua atenção, a mancha vermelha de sangue que cobre toda a manga comprida de sua camisa e parte da perna da calça, escorrendo pelas mãos e dedos. Limpa-a nas costas e, enquanto atravessa a rua principal, guarda a faca afiadíssima na bainha metálica presa ao cinto, ao lado da pistola calibre .40.

O frio da noite parece atravessar as roupas finas, lembrando lâminas de gelo afiadas cortando seu corpo. Lucas segue em direção ao posto de gasolina fechado na esquina da quadra, passa pelas bombas de combustível e para em frente à loja de conveniências às escuras, olhando para um cartaz onde uma mulher loira de olhos claros bebe um refrigerante em lata e sorri.

– Gil! – Ela lembra Gil.

A lembrança da mulher dói mais em seu peito que o tiro de raspão no ombro esquerdo, causado no confronto com o policial civil que a imprensa jamais culpará pela morte de sua mulher…

Olha o cartaz e é o mesmo que vê-la pessoalmente. Estranho, mesmo depois de tantos meses de sua morte ainda consegue sentir o cheiro dela, o sabor de seus lábios. Morde os dedos com certa força e sente as lágrimas chegarem … a revolta, o ódio …

– Por que? Se pergunta.

– Você sabe bem o porquê. – Replica a voz em sua cabeça.

– Não sei não, merda! – Responde em voz alta – Continuo ouvindo vozes.

Tem que sair dali. Na saída do posto de gasolina passa por uma cadeira de plástico branca e percebe um exemplar de jornal do dia anterior jogado nela. As manchetes falam sobre a série de assassinatos nas semanas passadas que deixaram a população apavorada. Informam sobre a aleatoriedade das onze vítimas e a similaridade das mortes.

Volta a andar rápido e uma música de sua juventude retorna-lhe a cabeça:

How long, how long will I slide

Separate my side …

Por quanto tempo – pensou – por quanto tempo conseguirei manter minha sanidade. Ela que flui entre as realidades de minha mente.

– O mundo enlouqueceu – fala, mais alto, enquanto começa a correr na madrugada.

– O mundo não enlouqueceu Lucas, você é que está mais realista. Deixou de ser manipulável, deixou de ser tolo – replica a voz.

Lucas se enfurece com o comentário.

– Quem é você para dizer que sou manipulável?

– Se não fosse por mim ainda estaria preso, seu idiota.

As rotolights em conjunto ao som das sirenes dos carros de polícia e dos grupos de socorristas ao longe fazem-no voltar à realidade. O frio ajuda um pouco também

Lucas para sobre a marquise de um prédio por alguns segundos respira e coloca em ordem os pensamentos. Infelizmente lembranças recentes insistem em vir à tona.

Em sua mente ainda conseguia ver a imagem do corpo de Gil na calçada do prédio onde moravam. Estava nua, quebrada pela queda de dez andares, mesmo assim sexy. Os carros da policia mal conseguiam manter os curiosos afastados, quanto mais à imprensa, fotografias sendo tiradas do corpo sem vida de sua mulher, em um flagrante desrespeito. Talvez tenha sido aí o começo da implicância, ali podem ter sido orquestradas as acusações. Talvez.

A acusação de homicídio da única pessoa que amou de verdade em sua vida fez com que Lucas se perguntasse pela primeira vez: O que está do outro lado? Morrer seria tão ruim assim?

A música ressoa outra vez em sua mente.

… Separate my side, I don’t

I don’t believe it’s bad…

– Estou alucinando?  Enlouqueci! – Grita em meio à rua deserta e à bruma gelada da madrugada.

A realidade agora era diferente, estava sendo procurado pela morte do policial, um dos que investigou a morte de sua mulher. Ele disse que a conhecia … Que conhecia Gil. Disse na minha cara. Como? Tinha algo errado aí.

– Aquele desgraçado disse que ela era sua amante … Mentira.  Desgraçado.

– Talvez não fosse mentira. – insiste a voz.

***

Helga Lidiski olhava o corpo estendido no chão na porta de entrada de um shopping center da cidade. Mesmo sendo o pior tipo de bandido que existe – o policial bandido – Clayton não merecia morrer assim.

– Ele foi degolado como os outros, Dra. Helga. Não podemos deixar assim. – O inspetor Holanda cuspia seu ódio na direção da delegada.

– Chame reforços, Holanda – disse ela mecanicamente – depois quero que você me diga o que o Clayton fazia aqui sozinho. E não venha me dizer que era folga dele.

Depois de chamar reforços pelo radio, o inspetor, mais calmo, voltou a conversar com a delegada.

–  Não tenho a menor ideia do que ele fazia aqui, nem sabia onde estava.

– Para dizer a verdade – continuou – não sabia dele desde o dia anterior. Eu desconfio, que ele estivesse seguindo o Lucas Alba. Ele pegou raiva do rapaz por causa da mulher.

Helga Lidiski olhava o colega desconfiada, sabia que tinham feito cagada naquela investigação. Primeiro, não avisaram que conheciam a moça, nem que Clayton tinha um caso com ela. Segundo, logo de cara culparam o marido e prenderam o cara. Aí deu no que deu. Mesmo tentando culpar o rapaz de todos os modos, inclusive forjando provas, não foi o suficiente, não conseguiram fechar o caso. As imagens de Lucas chegando ao aeroporto depois da queda da mulher eram imbatíveis.

Agora ela, Holanda e mais dois peritos olhavam o corpo sem a cabeça e eviscerado de Clayton no chão, uma cena que ela jamais iria esquecer.

– Ele conseguiu disparar a arma – falou um dos peritos – quem sabe acertou o agressor.

Helga Lidiski sempre teve dúvidas no caso e quando pode retirou os dois da investigação, alegando que uma visão diferente podia ajudar. Por outro lado, aquele seria o momento certo para perguntas surpresas. Tinha que tentar.

– Qual de vocês matou a moça? – Falou rápido olhando nos olhos do policial – Foi ele que matou a mulher do tal de Lucas, não foi?

A mão direita de Helga Lidiski estava na pistola, se Holanda tentasse alguma coisa, era “tchau e benção”. Mas a reação do homem foi extremamente fria, ele sorriu quase imperceptivelmente, virou os olhos na direção do corpo antes de responder e sair da sala.

– Não sei do que a Sra. está falando, Dra. – Respondeu o inspetor. Não podia falar nada, tinha que se cuidar, havia gente demais ali, mas um dia ia estourar a cabeça daquela desgraçada.

Holanda saiu andando em direção à viatura, olhou para traz e viu a mulher vindo lentamente em sua direção. Ela ainda segurava a pistola na mão.

Entrou na viatura e saiu dali o mais rápido possível. Em seguida escutou no rádio que a algumas quadras dali o alarme de um armazém foi acionado.

– É o cara! Disse acelerando o carro. Em sua mente podia ver o meliante implorando pela vida. Sorriu de satisfação.

***

As sirenes ecoaram nos ouvidos de Lucas, ele sentiu-se leve. Falta pouco para chegar ao lugar escolhido –pensou – no esconderijo, tudo o que aconteceu nessas semanas afunilou para o momento vindouro. Sorriu!

Lucas sabia que em algum momento perdera o controle, talvez fosse a ausência de Gil, ela era seu ponto de equilíbrio, sua companheira, seu … tudo.

A música continuava em sua cabeça, martelando, assim como a voz que insistia em perguntar cada vez mais frequentemente: enlouqueceu?

– Claro que não – respondeu em um grito.

– Não confie em ninguém, nem em você. Revise o que planejou para daqui a pouco e cuidado. Não temos ideia de quantos policiais entrarão no prédio. – Dizia a voz com preocupação.

– Está tudo planejado – disse Lucas socando o ar – me deixe em paz um instante.

Parou na porta do armazém fechado que agora lhe servia de abrigo, tirou um molho de chaves, abriu-a e entrou pela porta metálica. Atravessou o corredor entre prateleiras há muito vazias, chutou algumas caixas de papelão e dançou.

A música cada vez mais alta causa-lhe euforia. Rodopiou no ar como um bailarino clássico, caiu de joelhos e agradeceu.

Ninguém o viu em seu momento magistral, não há viva alma ali. Riu-se tanto da situação que lhe faltou ar e começou a tossir desesperadamente. O tiro no ombro latejava incessantemente e tinha voltado a sangrar.

Sentou-se no canto da parede, precisava lembrar-se dos acontecimentos nos últimos meses para manter a lucidez. Tinha que rememorar todos os fatos, mesmo sem detalhes.

Fora acusado de assassinato pelos policiais que investigavam a morte de Gil. Eles o expuseram à imprensa, seu rosto fora estampado nos principais jornais da cidade por dias.

Tentou argumentar, falou que estava fora do país em viagem a trabalho, mas ninguém acreditou. Não fosse o advogado que contratou ainda estaria preso. O homem conseguiu uma declaração do evento onde ele estava, outra do aeroporto e filmagens desses locais o colocavam lá. Para sua sorte o voo atrasou a saída em uma das escalas por quase cinco horas. Gil estava morta há horas quando ele chegou no prédio. Mesmo assim foi acusado.

Reputação é tudo que o ser humano tem, quando arruinada, destruída, assassinada, o homem ou a mulher perde valor. Mesmo provada sua inocência nenhum veículo de comunicação o procurou, nenhum telejornal, nem uma linha na imprensa escrita, ele já não era interessante. Eles já o haviam julgado, condenado e sentenciado.

Uma delegada assumira o caso e destitui a equipe anterior, afinal ele conseguira provar a inocência. Nem mesmo um pedido de desculpas por parte dos investigadores, nada.

Nada se falou nas surras que levou na delegacia, nas seguidas sevícias, nos estupros.

Lucas decidiu descobrir quem era o responsável por tudo aquilo. Ele perdera tudo, emprego, família, amor, respeito.

Perdeu principalmente a noção de certo.

– O que é certo e o que é errado? Perguntou alto para o silêncio.

A voz risonha em sua mente respondeu: – Nada é certo e tudo é certo. Nada que você fez é errado. Eles têm que pagar, todos eles.

Levantou-se. O brilho dos rotolights cada vez mais perto funcionou como um banho frio. Em breve o outro homem estaria ali, tinha certeza. Cruzou os poucos metros de distância que o separavam da antiga sala de refrigeração e entrou, mesmo sem porta era a mais protegida do lugar.

Uma explosão e a porta metálica da frente do prédio cai. Mesmo na escuridão Lucas vê a silhueta de uma pessoa entrando no prédio. Logo em seguida outra.

– Não acredito que não esperaram reforços – o que acha? Pergunta para o silêncio.

Nenhuma resposta dessa vez.

– Fugiu quando mais preciso de você, seu covarde.

– Estou aqui medroso – respondeu a voz – feche a boca, o estuprador se aproxima, lembre o que fizeram a Gil. Acabe com ele.

Lucas mal respirava, a tensão naquele instante era tão grande que ele tinha medo do outro investigador ouvi-lo. Escutou passos, alguém acabara de pisar nos cacos das lâmpadas fluorescentes que ele espalhara cuidadosamente pelo chão do armazém. Parou de respirar quando pressentiu a arma passando perto de sua cabeça, a sensação de perigo o excitava. Mais um segundo, um só.

Segurou o braço do homem e levantou-lhe a mão em direção ao teto, passando a lâmina o mais rápido possível no pescoço enquanto ouviu os disparos da pistola perto de seu ouvido.

O homem deixou cair a arma e soltou um grito lancinante, começando a arfar.

Naquele momento Holanda gritava por socorro, enquanto tentava parar o sangramento no pescoço com as duas mãos. Lucas saltou por trás do oponente ao mesmo tempo que Helga Lidiski surgiu na porta aberta da antiga sala que servia de frigorífico ao armazém. Ela apontou a lanterna potente na direção dos dois homens que ainda se agarravam e lutavam no chão.

Holanda estava dominado, Lucas estava atrás dele e segurava uma faca apontada para seu ventre. Helga instintivamente sabia como tudo ia acabar, tinha que ser rápida para salvar a vida de seu investigador, apontou a arma na direção de Lucas e atirou duas vezes.

Ela foi muito rápida ao pensar e ao agir, mas não o suficiente. Os olhos de Holanda perdiam o brilho lentamente enquanto soluçava apavorado. Tenta respirar e o ar lhe falta. Tentou falar alguma coisa – balbuciou o nome de Clayton enquanto olhava para Helga. O corte no pescoço em conjunto com a estocada no peito fizeram sua vida esvair em segundos.

Lucas estava a pouco mais de um metro, sentado no chão e encostado em uma das paredes da sala. Nada via além do foco de luz em seus olhos, não sente mais nada, nem mesmo dor. A música estava ensurdecedora agora.

– Não viu que a mulher estava armada, idiota – perguntava a voz.

– Vi – respondeu Lucas – Estou cansado demais de tudo isto. Tenho que ir para o outro lado.

– Abaixe a música, por favor. – Falou olhando para a mulher que ainda lhe apontava a pistola.

– Que música – responde Helga sem entender – não tem música nenhuma. Com quem você estava falando?

A delegada olhava para o rapaz encostado na parede. Ela precisa entender o motivo.

– Porque você fez isso? Nós acabaríamos prendendo os dois pela morte de sua mulher. E as outras pessoas, porque matá-las também?

– O outro lado, tenho que ir para o outro lado.

– As pessoas? Não fui eu – responde com dificuldade – Foi o outro. Foi a voz.

Parou para observar que tudo se passava em câmera lenta agora.

– Ah! Finalmente. O outro lado.

Diversos policiais agora estão no recinto. Helga Lidiski observa o rapaz à sua frente e reflete sobre suas últimas palavras antes de morrer: – O outro lado – sua obsessão com o outro lado.

41 comentários em “Otherside (Swylmar Ferreira)

  1. Swylmar Ferreira
    5 de outubro de 2014

    Prezados
    Agradeço a todos vocês, meus colegas, pelos importantes comentários sobre este pequeno texto. Prometo que vou tentar melhorar minha gramática.
    Um grande abraço a todos.
    Swylmar

  2. Alana Santiago
    4 de outubro de 2014

    Há uma autora, Agatha Christie, que disse uma vez que uma história de suspense, de terror, cabe tranquilamente em um conto. Já, para uma história policial caber nos limites de um conto com pouco limite de palavras, a tarefa é muito, muito mais árdua. Você se saiu bem, apesar das falhas de verbo, principalmente, algumas passagens que mereciam mais cuidado, principalmente o final, que acho que podia ser um pouquinho melhor, mas os personagens me cativaram, gostei deles. mais por eles é que gostaria de um desenvolvimento maior, apenas por isso. Bom conto! E ah! No início, sua narrativa me lembrou um conto de King presente no livro “Sombras da Noite”, onde o personagem principal nos dá uma surpresa. Mas depois acabou desenvolvendo o texto de outra forma, totalmente diferente. Só uma observação. 😉

  3. Eduardo Barão
    4 de outubro de 2014

    Espero que o autor reveja alguns conceitos sobre pontuação/acentuação, concordância e paralelismo verbal. A quantidade de erros é exasperante.

    A trama implorava por um desenvolvimento mais aprofundado de personagens e motivações. Entendi a proposta do autor, mas não acho que a história se adequou mais a um projeto de romance que a um conto propriamente dito.

    Boa sorte.

    • Eduardo Barão
      4 de outubro de 2014

      mas acho que*

  4. Carolina Soares
    4 de outubro de 2014

    Gostei do convite a loucura que o conto e a música Otherside nos faz, uma leitura rápida, porém com alguns erros que devem ser revistos. Achei desnecessário ficar citando a música tantas vezes como você fez. Boa sorte!

  5. Pétrya Bischoff
    4 de outubro de 2014

    Gostei da narrativa, bem como da maneira que conduziste o leitor quase que freneticamente. Os diálogos pareceram-me bem executados, como em um livro. A estória nao faz meu tipo, mas penso que tenha sido bem apresentada. Parabéns e boa sorte.

  6. Thiago Mendonça
    4 de outubro de 2014

    Conto recheado de erros gramaticais, de pontuação e alternância de tempo verbal, até mesmo no mesmo parágrafo, o que me incomodou muito e prejudicou bastante o meu entendimento da trama.

    A narrativa é até legal, mas sugiro se focar um pouco mais nestes pontos, assim como muitos outros aqui já comentaram.

    Boa sorte!

  7. Andre Luiz
    4 de outubro de 2014

    Gostei bastante do personagem principal, rendendo-se à sua psicopatia,sua insanidade, e tudo mais. Assim como outros já devem ter comentado, eu não curti muito o final, tendo em vista que eu esperava – no caso – ao menos uma frase de efeito bombástica. Todavia, o resto da obra foi genialmente construído, de forma que, em meu ver, este conto se enquadra dentro das melhores produções daqui do concurso. Parabéns!

  8. tamarapadilha
    3 de outubro de 2014

    Bem criativo. No primeiro trecho a narração no presente não ficou tão atraente e em outros lugares também houve algumas partes chata em que a narração oscilou em dois tempos. A aparente esquizofrenia do moço foi o ponto mais alto. O conto tinha muito para ser ótimo, mas talvez deva ser melhor trabalhado

  9. Edivana
    3 de outubro de 2014

    Gostei do conto, da trama e dessa voz cáustica, quem não tem uma? Umas gritam e falam mais que outras. As partes de ação não são muito emocionantes, mas são bem feitas. A manifestação quanto à mídia, achei muito boa, assim como a torturante cadeia.

  10. fmoline
    3 de outubro de 2014

    Olá,

    Houve aqui uma trama interessante, mas eu achei que não foi bem executada. O autor(a) criou um personagem cativante (achei muito legal ele falando sozinho), mas, denovo, não foi bem executado. Um ponto que eu realmente gostei foi da abordagem da cadeia e do julgamento da mídia. Acho que ficou nessa dialética, um lado a criatividade evidente, no outro, pouca maturidade na escrita (acho esse termo vago, não significa que o autor não saiba escrever, mas só esse texto que não ficou tão interessante).

    Boa sorte.

  11. felipeholloway2
    3 de outubro de 2014

    As falhas de execução tiraram muito da força do conto, que, dentro do gênero thriller, tinha uma trama até sedutora, apesar de não muito original. A voz, como artifício de complexidade psicológica, me pareceu pouco explorada, se limitando ao feijão-com-arroz de se opor aos surtos de moralidade que o protagonista pudesse eventualmente manifestar. Também poderia ter havido, de repente, uma contraposição da culpa individual quando se comete um crime sozinho e esse sentimento de inocência coletiva quando o delito é cometido em grupo, como fez a imprensa promovendo o linchamento moral do rapaz e recusando-se, comprovada a inocência dele, a retratar-se.

    A oscilação no tempo verbal também prejudicou muito a leitura.

  12. Fabio D'Oliveira
    3 de outubro de 2014

    Não sei bem se gostei. Não esta muito bem escrito, sinceramente. O enredo também não impressiona. Por outro lado, gostei do protegonista. Mas os outros personagens precisam de reciclagem. Bem, vou ficar dividido sobre este texto, haha.

  13. rsollberg
    1 de outubro de 2014

    A música escolhida é muito boa, a ideia do texto também, embora pense que algumas passagens ficaram um pouquinho confusas.

    A variação de tempo incomodou bastante: “pensou” – “acelera” ,”fala”.
    Logo no inicio temos um frase de cinco linhas, acho que isso trava a leitura e não é muito convidativo.

    O conto tem uma pegada de Thriller Policial, por essa razão não decepciona o fã do gênero.

    É… gostei de algumas partes e outras nem tanto.

    Parabéns e boa sorte.

  14. Camila H.Bragança
    29 de setembro de 2014

    Prezado/a colega

    Há algumas questões formais que incomodam a leitura, o final poderia ser melhor emoldurado. Faz-se necessária a adequação do tempo verbal, pois é em torno dos verbos que se organizam as orações e os períodos e, consequentemente, é em torno deles que a estruturação do pensamento e a formulação de nossas ideias se concretizam. Quando não firmado, a confusão impede a assimilação exata da mensagem ao receptor/leitor. Outro ponto é a coesão textual a qual permite ao leitor uma leitura agradável, fazendo com que o texto não se torne repetitivo, tampouco enfadonho. Salvo as falhas quanto ao tempo verbal, até surgir os asteriscos a leitura é relativamentre aprazível, logo após houve falhas quanto a coesão obscurecendo as ideias e cansando.
    –>> Reputação é tudo que o ser humano tem… Esse parágrafo explica muito e poderia começar a segunda parte de vosso texto.

    Saudações!

  15. Willians Marc
    29 de setembro de 2014

    Olá, gostei do seu conto. A trama é muito boa e o protagonista bem construído. Eu tiraria a conversa entre a Helga Lidiski e o seu investigador, acho que não acrescentou muita coisa e os pensamentos do Lucas já solucionam toda a trama. Na parte técnica, todos os erros que eu percebi já foram apontados abaixo.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

  16. Felipe Moreira
    28 de setembro de 2014

    Fiquei dividido. Eu adoro esse estilo policial, de narrativa quase visceral. Gostei também da exploração dos dois pontos de vista, tanto do Lucas, quanto do Holanda comandando a investigação. Achei criativo e bem positivo. Porém, o texto carrega muitas falhas gramaticais, o que comprometeu bastante a minha leitura. E além disso, alguns adjetivos pareceram não se encaixar com a linha da narrativa, ainda que estivessem corretos.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

  17. Andréa Berger
    27 de setembro de 2014

    Um conto policial na música Otherside: foi inusitado, mas muito interessante. Gostei do conto, é um história interessantíssima e traz à tona uma reflexão interessante sobre a polícia. Alguns erros gramaticais, mas nada que uma revisão mais atenta não resolva. A história tem potencial, mas cheguei ao fim com uma sensação de que “faltou algo”. Provavelmente o desenvolvimento da história não foi bem executado, algum problema que minha primeira leitura deixou passar. Desculpe não pontuar mais precisamente qual foi essa “coisa” da qual senti falta. Mas continue escrevendo sempre, essas coisas se resolvem com prática. Como disseram alguns professores meus: “Escrever é trabalho braçal”.
    Um abraço e boa sorte.

  18. rubemcabral
    27 de setembro de 2014

    O mote é bom, as personagens são interessantes e tem densidade, mas as muitas falhas comprometeram um tanto a qualidade do conto.

  19. José Geraldo Gouvêa
    26 de setembro de 2014

    Achei o texto um tanto redundante. DAva para cortar uns 20% dele sem praticamente alterar a história. Isso é um mau sinal. Muitas palavras repetidas em intervalos curtos, frases prolixas e vários pleonasmos. Mas a história é boa, forte e vai melhorando progressivamente rumo ao fim. Talvez fosse até o caso de apagar o trecho inicial da narrativa para dar mais agilidade.

    Um texto que vou precisar reler antes de votar.

  20. piscies
    26 de setembro de 2014

    Seu desenvolvimento de personagens é interessantíssimo. Em poucas palavras você consegue criar uma conexão entre o leitor e Lucas, e até mesmo Holanda e Helda. A loucura de Lucas é bem tangível. A narrativa da descida sem volta à insanidade de Lucas é muito bem feita.

    A história é muito boa, mas faltou técnica.

    A mistura de tempos verbais confunde muito o leitor. Pretérito ou presente? Geralmente, estas histórias são narradas no pretérito, mas nada impede que o escritor o faça no presente. Seja como for, mantenha-se em apenas um tempo verbal, senão muita coisa perde o sentido.

    Existem também muitas falhas de pontuação. O segundo parágrafo, por exemplo, é uma sentença só. Chego a perder o ar quando leio. Tirando a técnica falha, porém, temos um grande autor aqui. É só treinar muito, ler muito, e daqui a pouco teremos mais um triller policial brasileiro nas prateleiras das livrarias! =D

  21. Gustavo Araujo
    25 de setembro de 2014

    No geral gostei do conto. Tirando o problema de paralelismo verbal – ora se usa o pretérito, ora o presente – a narrativa flui bem. É muito difícil escrever um conto policial, resumir vários acontecimentos em um limite estreito de palavras. Mas aqui o resultado foi bom. O personagem Lucas é bem montado e dá para sentir toda a sua angústia, além dos motivos que o levam a querer vingança. O trecho do armazém ficou especialmente bom, com a luta entre ele e o inspetor Clayton criando uma tensão bem bacana. Confesso que fiquei esperando algo como uma revelação, algo que confirmasse que ele, na verdade, era sim o assassino da esposa. De certa forma, fico feliz que isso não tenha ocorrido – seria um clichê dos grandes. Em suma, portanto, apesar da falta de atenção quanto à gramática, um bom conto. Parabéns.

  22. Thata Pereira
    25 de setembro de 2014

    Sinto saudade desses contos policiais. Eu gostei do conto, apesar de passar por algumas partes que eu acho que poderiam ser cortadas. Mas isso não é culpa do(a) autor(a), pois o limite são 4000 palavras. Nem mesmo do blog, pois atende a todos os gostos com o passar de todos os desafios. O personagem falar sozinho é doideira, como muitos já apontaram, foi muito bacana! Curti muito o final do conto!

    Boa sorte!!

  23. David.Mayer
    25 de setembro de 2014

    Conto eletrizante.
    Mas tem alguns problemas de tempos verbais e pontuação. Principalmente na explanação das ideias e frases. Em alguns momentos uma ideia/frase são narradas em um único sopro, não tão bem estruturadas.

    Quanto ao conto, a narrativa flui legal (as cenas, suas sequencias), e a loucura do homem! Imagino que vários fatores, narrados pelo autor, expõe essa ideia. E isso foi muito bem construído.
    O final do conto foi decepcionante. Parece que o autor foi impedido de escrever, o computador desligou, ou algo do tipo. Faltou alguma coisa para se ancorar.

    Percebo pelo ultimo conto no qual escrevi que, se o final não for legal, pode comprometer todo o conto. Você pode não começar bem, o meio pode haver falhas, mas o final é o seu “ESTÁ AÍ”, para os leitores, é o resultado final de um produto. E, por isto, não me agradei tanto com a leitura do mesmo.

    Enfim, o autor tem potencial para escritos de ação, policial, espionagem. Assuntos voltados para estes estilos. Imagino até quem seja ^^, mas peca nestes erros que, se for quem imagino, continuam a repetir: tempo verbal, construções curtas de ideias e ações, e o final.

    • Swylmar Ferreira
      5 de outubro de 2014

      Oi Davi. Muito obrigado.
      Vou tentar melhorar na questão gramatical e outros pontos assinalados pelos colegas.

  24. José Leonardo
    25 de setembro de 2014

    Olá, autor(a).

    O enredo associou-se muito bem à base musical e o texto cumpre seu traçado. A confusão mental veio a calhar; demonstrou como um sujeito desesperado, esmagado pela ausência de Gil e que sofreu misérias por causa da injustiça entorno do caso dela veio a sucumbir psicologicamente naquela fúria desenfreada por algo que mescla justiça e vingança. Foi bom também abordar os dois lados de nossas instituições de segurança: o ruim (a corrupção e o “corporativismo” entre colegas para ilegalidades) e o bom (honestidade e intrepidez para investigar, mesmo que seja necessário “cortar na própria carne” — personagem Helga).
    Seu texto é bom, não pense o contrário. Persista.

    Porém, algumas considerações que, a meu ver, são negativas:
    – A alternância no tempo verbal foi desnecessária, inatural. Veja bem: seu texto está dividido em três partes e segue a linha cronológica. Na primeira, o tempo verbal é o PRESENTE; na segunda (ou seja, que aconteceu poucos minutos/horas depois), o tempo é o PRETÉRITO, fluindo assim na terceira. Creio que a primeira parte realçaria o assassinato do policial, daria ares de “tempo real”, mas isso não funcionou. Mantenha tudo num só tempo, eu sugiro.
    – Revisar posteriormente erros ortográficos e gramaticais (sobra e falta de vírgulas nalguns poucos trechos também podem entrar na correção).
    – “Por quanto tempo – pensou – por quanto tempo conseguirei manter minha sanidade. Ela que flui entre as realidades de minha mente.” Trecho ambíguo. Pelo que o antecede, entende-se que a alentadora lembrança de Gil é o que “flui entre as realidades”, mas pelas falas posteriores é a sanidade que flui. “Gil” e “sanidade” correspondem à mesma coisa, aqui? É possível. Mas ficou estranho.
    – “Uma delegada assumira o caso e destitui a equipe anterior” — tempo verbal não bate. Por exemplo, caberia “assumiu” e “destituiu”.
    – “Estou aqui medroso”: faltou vírgula antes de “medroso”; a “voz interior” de Lucas sempre foi intrépida, mas da maneira como essa fala está escrita pareceu que esta estivesse amedrontada.
    Enfim, escritor: erros, todos nós cometemos (eu cometo mais que muitos de vocês em se tratando de contos); até revisões apuradas deixam passar alguns incômodos. O que fazemos é identificá-los e eliminá-los à medida que o conhecimento pessoal vai se alargando.

    Boa sorte.

  25. Lucas Almeida
    24 de setembro de 2014

    Excelente escolha quanto a música para se inspirar para o conto, porém, achei o enredo um tanto confuso. Parabéns pelo conto, e boa sorte.

  26. Fabio Baptista
    23 de setembro de 2014

    ======= ANÁLISE TÉCNICA

    Alguns erros gramaticais e muita variação de tempo verbal.
    Nenhuma construção que realmente se destacasse.

    O resultado foi uma narrativa confusa e sem brilho.

    – segurança publica
    >>> pública

    – lâminas de gelo afiadas cortando seu corpo
    >>> apesar de ser uma figura comum… ficou bom.

    – Gil! – Ela lembra Gil.
    >>> Tiraria esse “Ela lembra Gil.”

    – Repetição de “mulher”

    – Por que? Se pergunta.
    >>> – Por quê? – Se pergunta.

    – Responde em voz alta – Continuo ouvindo vozes
    >>> Faltou ponto depois de “alta”

    – retorna-lhe a cabeça
    >>> retorna-lhe à cabeça

    – O mundo não enlouqueceu Lucas
    >>> O mundo não enlouqueceu, Lucas

    – fosse mentira. – insiste a voz.
    >>> Esse ponto final antes do travessão foi usado aleatoriamente durante o texto. E às vezes, como nesse caso… a letra maiúscula era necessária (Insiste a voz).

    – o corpo estendido no chão
    >>> Lembrei de um narrador da Band que falava “Falta!!! Tá láááá um corpo estendido no chão! E aí vem a maca pra fazer o primeiro carreto da noite!”.

    – radio
    >>> rádio

    – e quando pode
    >>> e quando pôde

    – olhou para traz
    >>> olhou para trás (“traz” é de “trazer”)

    – A música cada vez mais alta causa-lhe euforia. Rodopiou no ar como um bailarino clássico, caiu de joelhos e agradeceu.
    >>> Um exemplo de trecho com variação de tempo verbal

    – porque matá-las também?
    >>> por que matá-las também?

    ======= ANÁLISE DA TRAMA

    Muito confusa. As questões apontadas na análise técnica ajudaram a aumentar esse sentimento de confusão.

    A história alongou-se demais. O trecho do ponto de vista dos policiais é completamente desnecessário na minha opinião.

    ======= SUGESTÕES

    – Revisar

    – Narrar tudo em um único tempo (preferencialmente no passado).

    – Retirar aquele trecho dos policiais, focando apenas no ponto de vista do Lucas.

    ======= AVALIAÇÃO

    Técnica: **
    Trama: **
    Impacto: *

    • piscies
      26 de setembro de 2014

      Desculpa perguntar mas eu tenho visto você comentar todos os contos e me pergunto: qual o máximo de estrelinhas em cada quesito? 3 ou 5? rs.

      • Fabio Baptista
        26 de setembro de 2014

        Opa, beleza?!

        São 5 estrelas no máximo kkkkk

        Abraço!

  27. Gabriela Correa
    22 de setembro de 2014

    Gosto de tramas policiais ou que envolvem vingança, isso me levou a curtir muito seu conto. O fato de o personagem falar sozinho é uma boa caracterização, traz algo de verossimilhança que estabelecerá uma identificação com a maioria de seus leitores. E, a propósito, gostei da interpretação dada a Otherside. Uma ideia inteligente e bem executada. Talvez seja, como já disseram, muito longo. E as questões gramaticais já foram devidamente apontadas, gostaria apenas de reafirmá-las. Assim sendo… Parabéns e boa sorte!

  28. Anorkinda Neide
    21 de setembro de 2014

    Gostei bastante!
    Gostei do recheio que vc deu à letra de Otherside, que aliás, adoro.. fiquei curtindo a música.. 🙂
    A primeira parte, os seis primeiros parágrafos estão muito bons.. me incentivou a ler com interesse o restante do conto.
    Enfim, está de parabens.. apenas corrija o que o pessoal já assinalou ae!

    Abraço!

  29. Angélica Vianna
    20 de setembro de 2014

    No começo o conto desperta curiosidade, mas com o decorrer da narração se torna cansativo. Apesar de gostar de contos policiais achei ele um pouco confuso. Boa sorte!

  30. Lucimar Simon
    20 de setembro de 2014

    Um bom conto. Texto muito longo. Cansei de ler, parecia que não acabava nunca. A narrativa lembra um filme americano, tipo o fugitivo com Ford ou algum do Seagal. A reflexão consciente do protagonista é muito legal. Fazemos isso cotidianamente, Só não falo sozinho. Bem, por ser um mote ligado a ficção não me prendeu tanto. (Gosto pessoal). Não se importe, se isso nao fizer diferença para você. Do mais parabéns e boa sorte.

  31. Rogério Moraes Sikora
    20 de setembro de 2014

    O conto é bom. É uma boa história, mas perde um pouco pela narrativa, a qual é meio confusa. Como JC Lemos disse, na segunda parte do texto a narrativa flui bem e facilita a leitura. Há alguns errinhos de acentuação. Tome cuidado com os tempos verbais. Achei o conto meio longo, por isso um pouco cansativo. Por outro lado, A proposta do conto é boa, desperta a curiosidade do leitor. O Autor é criativo e bastante inteligente. Alguns pequenos reparos e o conto fica muito bom. Parabéns!

  32. Claudia Roberta Angst
    19 de setembro de 2014

    Alguns deslizes já apontados pelos colegas. A narrativa é ágil, no entanto, o conto por ser muito longo cansa um pouco o leitor.
    A trama é interessante, mas fiquei confusa em alguns pontos e precisei voltar para reler.
    O cara é um esquizofrênico vingativo?
    Boa sorte!

  33. Brian Oliveira Lancaster
    19 de setembro de 2014

    As ideias são muito boas, mas faltou uma pequena revisão em certas passagens. Está rolando bastante poesia, cotidiano e perseguições. Ponto positivo pela história diferente, de detetive. Otherside do Red Hot? Até se aplica, mas senti falta de algumas conexões. A voz poderia estar em itálico a fim de ser diferenciada. Você tem uma escrita intensa e viva, basta apenas maior cuidado.

  34. JC Lemos
    19 de setembro de 2014

    Olá, tudo bem?

    A trama do conto é bem legal, de verdade. Gostei desse final, dessa coisa da vingança a todo custo. É um artifício muito usado nos textos desse gênero e aqui não foi diferente, mas foi agradável. O problema mesmo foi a gramática.

    Foi cansativo chegar até a metade do texto. a mudança de tempo, como citou a Maria, complica e muito a leitura. Trava e desanima, e às vezes, mesmo com algo bom para contar, o autor acaba perdendo devido ao jeito que tenta contar. A segunda parte foi mais fluida, então não tive dificuldades. Queria que o conto todo tivesse sido feito como na segunda parte.

    Enfim, uma boa história, mas uma nem tão boa narrativa. Continue escrevendo!

    Parabéns e boa sorte!

  35. mariasantino1
    19 de setembro de 2014

    Olá, autor(a)!

    Um conto policial! O começo é bem instigante, me deixou ligada a faca, a mancha na camiseta, a arma e o cenário (pena que muito atravancou a leitura).

    De todos os deslizes da narrativa, a inconstância do tempo verbal foi a mais incômoda. Ex: TENTA respirar e o ar lhe falta. TENTOU falar alguma coisa… Sugiro que narre no passado. O texto precisa de revisão “publica, policia, radio” (faltou acentuar), “e quando pode retirou” (PÔDE com acento já que é passado), “olhou para traz”, (TRÁS, anterior), Por que? (POR QUÊ?).

    A trama é legal, mas a narrativa é confusa. Gostei muito do personagem falar sozinho.

    Desejo sorte e que siga firme. Abraço!

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Informação

Publicado às 18 de setembro de 2014 por em Música e marcado .