EntreContos

Detox Literário.

Bonne Année (Felipe França)

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O barulho de timbre de vozes diferentes, as peças com a iluminação prejudicada e a massa disforme impregnada no soalho, resultado da mistura de terra, restos de papéis e tocos de cigarro, formavam o ambiente daquela delegacia que nada lembrava a metrópole na qual se situava.

Paris continuava aspirando o doce perfume do amor vindo das luzes observáveis de todos os cantos da capital, estas inúmeras vezes confundidas com as reluzentes estrelas dispostas na plenitude do negro céu de outono.

Pierre Lamont, estabelecido em seu escritório, apoiava-se sobre o beiral da janela e registrava com o olhar soturno todos os movimentos do entorno. Contudo, não era o doce odor emanado da superfície que era absorvido pelo o agente. Lamont lançava-se para as estrelas com pesadas baforadas de seu cachimbo e devaneava sobre o dia seguinte.  Ele, absorto em pensamentos, não notou o responsável-chefe adentrar a passos largos o pequeno cômodo imerso na fétida fumaça e a repousar sobre aquele tampão de madeira diversas folhas timbradas.

– Lamont! Acabou de sair o anuário criminal. Parece que o ano de 1960 ficará nos anais de Paris como o período que ninguém foi assassinado. Tudo bem… ainda temos uma semana, mas creio que completaremos o calendário em branco. – Disse Cristian Mérri com o sorriso de orelha a orelha.

– Fico feliz, chefe. Com certeza, o prefeito e toda à sua corja de políticos safados vão poder enfiar na goela da população, pela primeira vez, este nosso novo recorde. Viva la France! – Atalhou o policial que agora se dirigia para a escrivaninha não se importando com os documentos à sua frente.

– Escute… Preciso te dizer algo – Mérri dirigiu-se na direção da janela e começou a observar a fraca luz que insistia piscar na ponta da Torre Eiffel – Se os assassinatos terminarem em branco, eu irei remanejá-lo para o Departamento de Pequenos Furtos. Lá… as coisas não andam boas. O seu departamento está ocioso e precisamos cortar custos. A partir do dia primeiro, você estará alojado no Pequenos Furtos. Tudo bem? – Pegou a caixa de fósforos em cima da mesa de trabalho e acendeu entre os dedos o cigarro retirado do bolso interno do paletó.

– Oui monsieur. – Pierre tragava o resto de tabaco visível e repousava a cabeça sobre as mãos, estas possuíam os dedos marcados por pequenas queimaduras que tamborilavam sobre as têmporas como se dissesse para sumir com o quê era observado sobre a mesa.

Ao notar a porta fechada e se dar por conta que era o único na sala, depois de algum tempo, o homem em um acesso de fúria jogou o cachimbo contra o vidro e pôs a sujar com fumo misturado aos cacos o piso que separava seu escritório do corredor.

– Monsieur Pierre!? Tudo bem? – A porta voltou a ser aberta, agora, por Marie Tesla. Assustada, observava-o surrar a mesa e ditar palavras pesadas. Ao reconhecer a figura da bela morena, com seus cabelos ondulados a cair sobre os ombros, acalmou-se e se recompôs.

– Oui… Oui… Mademoiselle Marie. Estou bem. Merci! Parece que em breve teremos mudanças. Logo não precisarei mais de seus serviços. – Sussurrou e tentou esboçar um sorriso, ainda triste, para a jovem secretária. – Amanhã será um novo dia. – Abriu a gaveta para retirar o revólver que rapidamente manejou para dentro do colete. Com mais alguns passos laçou o chapéu, dependurado na parede à direita da paisagem iluminada, e se utilizou de certa destreza para cobrir a cabeça. – Au revoir… – Rumou em direção ao passeio, virou por ruelas escuras e infestadas de bêbados para enfim chegar à sua residência.

*************

Pierre Lamont deu-se por presente em sua casa na parte baixa da cidade. Limpou da testa o suor da caminhada, aproximou-se do enorme espelho disposto na entrada e observou atentamente os diversos cabelos grisalhos que lhe vinham à cabeça. Dois braços circundavam sua cintura em um gesto carinhoso, seguidamente uma fina e doce voz sussurrou ao ouvido.

– Como foi seu dia hoje, querido? Vejo que está cansado, non? – Beijou-lhe o pescoço e fixou a marca do batom vermelho.

Pierre virou-se e respondeu ao gesto com um beijo seco com vistas aos profundos olhos verdes da ruiva. – Sim, ma chérie. O dia de hoje foi estressante! Em questão de dias vou perder tudo o que consegui conquistar… e serei rebaixado à estaca zero. – Emendou e afundou pensadamente no sofá.

Leene olhou fraternalmente confortando-o através de delicadas passadas de mão sobre a cabeça. – Pierre! Deixe seu trabalho um pouco de lado. Você sempre está à volta para aquela delegacia imunda. Vamos viajar… Vamos conhecer outros lugares… Que tal a Inglaterra? Este ano, o verão de Londres promete. – Tentou abraçá-lo imitando uma gata manhosa, contudo, o desgostoso marido se levantou para depositar sua arma na gaveta da mesinha próxima ao espelho.

– Leene… vou sair. Preciso colocar em ordem os pensamentos soltos em minha mente. Não me espere esta noite!  – Ainda sem tirar o chapéu, Lamont vagou para fora e fechou a porta vagarosamente diante dos olhos da esposa.

Sem voltar novamente para a ruiva, o policial marchou direto para o trabalho onde se arrumou e fez a higiene habitual no banheiro ao lado de sua sala. Já dentro do cubículo pegou o cachimbo sobre a mesa e abriu a gaveta, ao lado da perna direita, para retirar o tabaco e começar a usar. Neste instante, Marie bateu à porta e dele ouviu a confirmação de entrada. – Monsieur Pierre, o chefe Cristian disse para te entregar estes documentos e fotos. – Aproximou e colocou delicadamente sobre a mesa de Lamont.

– Um assassinato! Horário aproximado do crime por volta das duas da manhã, local da ocorrência na região da rua D´abre. – Analisou as linhas que descreviam a morte para em seguida passar para as fotos. Nestas, observou um homem de meia idade com um ferimento à bala na altura do peito. – Aconteceu perto de nossas casas, monsieur… – Interrompeu a observação do policial. – Acredito que seu departamento terá serviços a cumprir e não fechará como programado por monsieur Cristian.

Lamont completou seu cachimbo e o levou à boca para tragar intensamente. Oui Oui. E você também… Vamos ao trabalho!  – Parou diante da secretária e lhe veio à memória a arma estar em sua moradia. – Sacré bleu! Bom… já que é perto, não precisarei retornar. Tire o resto do dia, Marie – Seguiu para o local da ocorrência e deixou para trás a sorridente morena que ainda segurava consigo algumas pastas e relatórios.

*************

Conforme os dias morriam na gelada Capital do Amor, os assassinatos aumentavam na devida proporção. O fumo e o café eram companheiros inseparáveis de Pierre desde o primeiro acontecimento. Após cada dia sem a solução dos crimes, o agente voltava a fazer o mesmo caminho sujo e escuro de retorno à moradia. Dentro, despia-se da vestimenta pesada, depositava o revólver na mesma gaveta e saía pela noite preocupando Leene. Seis dias depois do primeiro crime, Mérri comentou com o companheiro sobre o desaparecimento de uma arma do departamento. Modelo comum usado pela maioria da corporação, inclusive por Lamont. Sua ausência foi informada pelo almoxarifado. Lamont ignorou e disse não saber sobre nada. Sua chave de acesso à sala das armas ficara com a secretária, que logo em seguida, no final de cada dia, depositava em sua gaveta. O departamento não iria ser fechado, todavia, as mortes não eram solucionadas, e Cristian pedia agilidade.

– Já colhemos todas as pistas… Todas as possíveis testemunhas já deram seus relatos dos crimes… mas não há um resultado concreto do assassino. – Desesperado, Pierre passava nervosamente as mãos sobre os cabelos e olhava mais de uma vez todas aquelas fotos e informações que se acumulavam sobre a mesa. – Tragava intensamente a fumaça quando um estalo relampejou em seus neurônios.

Todas estas mortes ocorreram na parte baixa… em um raio máximo dois quilômetros da minha casa… e da… – Interrompeu-se. Mirou a porta e rapidamente passou a mão ao telefone disposto no canto da mesa e solicitou a prisão preventiva de Marie.

Naquele fim de expediente, o policial concluiu ter resolvido àquela incógnita. Começaria mais um ano e tudo se renovava. Nada era deixado para trás. Caminhou lentamente para casa e assim que chegara à porta foi recepcionado pela esposa.

– Ouvi no rádio sobre a prisão do assassino, mon amour. Seu semblante é outro. Consigo ver a satisfação em seus lábios. – Acariciou lhe a face e sussurrou ao ouvido sobre a noite especial. – Amanhã iremos para a Inglaterra. Très bien? – O marido concordou. Precisava tirar uns dias para recompor os miolos.

Lamont passou a mão na maçaneta e parou diante do espelho, triste por ter a amiga de anos como a culpada pelas mortes. Tirou o colete com a arma e depositou sobre o sofá. Na intenção de ir à cozinha e observar o quê a esposa preparava para o estômago, o telefone ao lado do batente da porta tocou. Pierre já esperava ser parabenizado pela resolução das mortes. Pensou que talvez fosse entrevistado por alguma mídia. Atendeu. No outro lado da linha era seu chefe com a voz pesada e fria.

– Lamont! Todas as testemunhas foram convictas em afirmar Marie Tesla não ser a autora dos crimes. Sinto muito, mas você deixou escapar novamente.

– Cristian… só pode ser ela. Estava bem debaixo do meu nariz! Ela furtou a arma e cometeu todos estes delitos. Com isto, Tesla garantiu sua permanência no trabalho.

– Não. A arma foi encontrada com o policial Andres. Ele a levou para sua vigilância de rotina. Não informou sobre o empréstimo e será advertido. Enfim… Feliz Ano Novo. Amanhã, conversaremos sobre sua pessoa.

E a voz morreu em um estalido. Lamont não acreditara no que ouvira. Era o óbvio. Virou-se mais uma vez para o espelho e viu a imagem de Leene apontar-lhe sua própria arma.

– Sabia que você sempre deveria andar armado? O seu objeto de ofício deveria estar sempre ao seu alcance, não?

Trêmulo, ele pediu calma a esposa, esta recuava vagarosamente com o revólver ainda em riste.

– Non! Eu sempre vivo sozinha nesta casa. Você só preocupa consigo. Achei que era a única maneira de você tirar a cabeça do trabalho.

Lamont caminhou mais alguns passos, e um gesto involuntário de sua mão assustou Leene que lhe perfurou o peito. Caído próximo à porta, com o sangue contornando o corpo jaz sem vida, a mulher em um ato de desespero inseriu a arma do marido na boca e fechou os olhos. Em pouco tempo, ambos os fluídos se encontraram no soalho pintando a entrada daquela pequena casa de um vermelho intenso.

À noite, os fogos estouraram por toda capital. Pessoas abraçavam-se umas as outras desejando felicidades, paz e saúde. No primeiro dia do ano, o departamento de Pierre continuou a funcionar. Marie Tesla foi inocentada da acusação e retornou ao trabalho, no entanto, a fumaça de tabaco que infestava a sala deu lugar ao “toca-discos” O ambiente, agora, era emergido com a melodia lírica de Édith Piaf possível de ser ouvida ao longo do dia na Secção de Assassinatos.

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53 comentários em “Bonne Année (Felipe França)

  1. Masaki
    6 de dezembro de 2013

    A todos que reservaram um pouco do precioso tempo e aceitaram a ler e comentar o meu conto, muito obrigado! Todas as observações e críticas foram absorvidas da melhor maneira possível. Desde o meu último trabalho publicado no desafio, Viagem no Tempo, senti o crescimento e desenvolvimento da minha escrita, graças o auxílio de todos do EntreContos. Foi uma troca incrível de experiências. Fiz o meu máximo e observei com carinho todas as tramas e histórias dos outros amigos.
    Até o próximo desafio!

  2. Pedro Luna Coelho Façanha
    6 de dezembro de 2013

    Então, dei gargalhadas quando o cidadão disse que iria fazer 1 ano sem assassinatos…kk..surreal demais. Gostei do personagem, mas também me incomodei com o final. A cena do telefone e da mulher apontando a arma ficou muito clichê e os motivos dela achei fracos. Achei bem escrito, achei mesmo, mas não curti a história em si.

  3. Alexandre Santangelo
    2 de dezembro de 2013

    Gostei muito. O autor criou um personagem carismático e ainda apelou para a cidade mais linda do mundo. Excelente.

    • Masaki
      4 de dezembro de 2013

      E aí, Alexandre? Tudo bem? Agradeço muito por ter apreciado o texto.
      Abraços.

  4. vitorts
    2 de dezembro de 2013

    Apenas duas coisas me incomodaram nesse conto: a primeira, que me fez pensar que se tratava de uma realidade paralela, foi o índice anual de 0 homicídios. Minha cidade de 25.000 habitantes tem muito mais que isso. Talvez justificar o remanejamento de Pierre com uma considerável queda de assassinatos soaria mais real. O outro foi o desfecho meio óbvio; matei pouco depois da aparição da personagem.

    De resto, só alegria. Gostei do estilo e da técnica. Só quis levantar aqueles pontos porque um “legal, bom conto!” não ajuda em nada.

    Parabéns pelo texto.

    • Masaki
      4 de dezembro de 2013

      E aí Vitor? Beleza? Realmente… a polícia e os políticos franceses fizeram um excelente trabalho no combate à violência. Este foi o principal motivo da irritação do protagonista. Sem falar que a trama se passa nos anos 60. Naqueles idos anos, as coisas eram mais amistosas e calmas, mais ainda em um país de primeiro mundo. Quanto os assassinatos… ah estes sim… precisam ser melhorados; trabalhados melhor para o próximo conto.
      Agradeço a leitura.
      Abraços.

  5. Lúcia M Almeida
    29 de novembro de 2013

    Gostei muito … diálogos bem elaborados, história que prende a atenção, a ambientação em Paris … parabéns !

    • Masaki
      29 de novembro de 2013

      Lúcia, tudo bem? Fico feliz por você ter gostado do conto. Obrigado e abraços.

  6. Fred
    28 de novembro de 2013

    Gostei do ambiente em que o conto se passa e de como o autor procurou detalhes para descreve-lo. Parabéns!

    • Masaki
      28 de novembro de 2013

      Fico muito agradecido por ter apreciado o conto, Fred. Valeu!

  7. Agenor Batista Jr.
    25 de novembro de 2013

    Encaixado ou não no tema, não li nada de excepcional que valha a sangria do tempo do leitor. O enredo e a ideia principais são de boa origem mas o desenrolar é confuso e truncado. Sou um pouco suspeito ao comentar por ser um louco por Rubem Fonseca, Fernando Sabino, Helio Pellegrino e Otto Lara Resende, mestres do texto enxuto com quem todos nós deveríamos aprender. De qualquer forma, valeu pela participação e esforço. Não tenha pressa. Amadurecemos e melhoramos com o tempo e seremos sempre bons quando nos sentirmos mais amantes da paixão pela língua escrita.

    • Masaki
      25 de novembro de 2013

      Agenor, bom dia!
      Sim! Todas as críticas e observações são válidas para o nosso crescimento. Como as que você apontou aqui… O mais estranho é a maioria, agora, unânime em apontar falhas severas no texto. Observações que muitas vezes não são necessárias. Estou neste concurso, não para ganhar, e sim para me aprimorar.
      Agradeço a “sangria” por ter lido, e espere um outro próximo ainda mais trabalhado e conciso.
      Abraços.

  8. Felipe Falconeri
    23 de novembro de 2013

    Não gostei.

    O conto até que está bem escrito. Alguns errinhos passaram: uma crase fora de lugar, um artigo sobrando, uma frase com variação temporal… Mas nada de muito grave.

    O que me desagradou foi o enredo, que achei bem ruim. As soluções na história são muito rápidas e forçadas. As evidências que levaram Pierre a deduzir que Marie seria a autora do crime são muito, muito fracas. Seria o caso pra uma suspeita, no máximo. Mas pra dar ordem de prisão?

    Depois, quando ele descobre – também com evidências muito fracas – que a esposa era a assassina, ela já estava ali, apontando a arma para ele. Ouvindo o telefonema, ela apenas poderia saber que haviam inocentado Marie, mas como ela saberia que Pierre tinha deduzido que ela era a autora dos crimes? Só lendo pensamentos.

    Por fim, achei as inserções de expressões francesas completamente desnecessárias. O conto se passa na França, os personagens estão falando francês o tempo inteiro. Então qual o sentido em colocar uma ou outra palavra em francês? A única justificativa seria se fossem expressões muito difíceis de traduzir. Mas um simples “oui”? Sem contar que em algum momento o personagem fala um “sim” em português mesmo. Vira uma mistureba sem sentido.

    É isso. Não curti.

    • Masaki
      23 de novembro de 2013

      E aí Felipe, beleza? Bom… Realmente… a trama precisa um pouco mais de trabalho. Contudo, o fato de você não ter gostado é questão de ordem pessoal e infelizmente não posso fazer nada quanto a isto. Creio que estou absorvendo todas as críticas para que na próxima eu consiga melhorar.
      Abraços e valeu!

  9. Andrey Coutinho
    23 de novembro de 2013

    Nesse desafio, resolvi adotar um novo estilo de feedback para os autores. Estou usando uma estrutura padronizada para todos os comentários (“PONTO FORTE” / “SUGESTÕES” / “TRECHO FAVORITO”). Escolhi usar esse estilo para deixar cada comentário o mais útil possível para o próprio autor, que é quem tem maior interesse no feedback em relação à sua obra. Levo em mente que o propósito do desafio é propriamente o aprendizado e o crescimento dos autores, e é isso que busco potencializar com os comentários.

    Além disso, coloquei como regra pessoal não ler nenhum comentário antes de tecer os meus, pra tentar dar uma opinião sincera e imediata da minha leitura em si, sem me deixar influenciar pelas demais perspectivas.

    Dito isso, vamos aos comentários.

    PONTO FORTE

    Ambientação cativante; linguagem corretíssima e bem construída; história clara, direta e simples.

    SUGESTÕES

    Menos pressa para terminar o conto. Mais red herrings antes da revelação cairiam bem para confundir o leitor. Desenvolver melhor Marie antes de (erroneamente) incriminá-la também seria uma boa, na minha opinião. E dar alguns traços psicológicos mais singulares ao protagonista fora seu papel arquetípico de detetive francês ajudaria o leitor a se importar mais com o seu destino.

    TRECHO FAVORITO

    “O barulho de timbre de vozes diferentes, as peças com a iluminação prejudicada e a massa disforme impregnada no soalho, resultado da mistura de terra, restos de papéis e tocos de cigarro, formavam o ambiente daquela delegacia que nada lembrava a metrópole na qual se situava.”

    • Masaki
      23 de novembro de 2013

      Andrey, beleza? Valeu pelas observações. Suas sugestões foram anotadas.
      Abraços.

  10. Abílio Junior
    20 de novembro de 2013

    Acho que o autor já merece os parabéns por conduzir uma trama e conseguir caracterizar o universo noir em tão poucas palavras. Infelizmente, eu não possuo este dom, acho que por um pouco de culpa da faculdade me fazer enrolar tanto nos trabalhos e provas =P Apenas uma coisa que deveria ser melhorada, na minha opinião é claro, é a questão de caracterizar um pouco mais as coisas e, talvez até detalhar um pouco mais. Mas é isso aí, invista em contos curtos, se você souber escrevê-los, eles podem dar um baile em contos longo! haha

    • Masaki
      23 de novembro de 2013

      E aí, Abílio? Certo? Creio que a principal crítica que ouvi foi a solicitação da melhora na trama. Com certeza anoto todas as observações e terás a certeza de um conto mais completo no próximo desafio. Fico muito feliz com o feedback de todos.
      Abraços.

  11. rubemcabral
    19 de novembro de 2013

    Ah, eu vou meio contra a maré; não gostei muito. Primeiro, eu acho muito estranho incluir palavras e expressões em outro idioma qdo a história é ambientada no exterior. O conto é narrado em Português, então não vejo lugar para os “oui”, “non”, “au revoir”, etc. Tal mistura teria mais sentido se um estrangeiro estivesse no Brasil, por exemplo, ou numa ficção histórica (falava-se muito francês nas cortes de diversos países, e as pessoas misturavam o idioma local ao francês). Segundo, a trama se resolve muito fácil, o motivo das mortes é fútil…

    Já o final, com a morte do detetive e o suicídio da esposa, esse sim achei forte, surpreendente. Gostei da ambientação em Paris e tbm achei bacanas os nomes dos personagens. Enfim, somando prós e contras, achei o conto mediano…

    • Masaki
      19 de novembro de 2013

      E aí, Rubem? Beleza? Primeiramente, agradeço pelas observações e por ter lido o conto. Concordo quando diz que a trama se resolve de maneira fácil, e reforço uma maior profundidade. Entretanto, defendo o uso, com parcimônia, de expressões em outros idiomas, neste caso o francês, vindo a tornar o texto mais agradável e de fácil leitura. Opinião compartilhada pela a maioria dos leitores. O motivo da morte é outro ponto precisaria de maior explicação. Creio que se eu tivesse uma maior liberdade expressaria mais detalhadamente este quesito. Obrigado pela participação.

    • Di Benedetto
      21 de novembro de 2013

      Também achei que não faz muito sentido colocar expressões em francês, se a história é ambientada na França e o texto já é em português. Fica meio caricato. Não é uma comédia, então achei desnecessário. XD

      O conto é legal, mas a parte do crime/investigação/mistério podia ter sido mais inspirada/melhor trabalhada mesmo. O que não é fácil, então sem cobrança aqui.

      Acho que é questão de amadurecimento de escrita de modo geral.

      Continue escrevendo!

      Abraço.

  12. Sérgio Ferrari
    18 de novembro de 2013

    Legal. Gostei. Está tudo aí. Pessoalmente, gosto de coisas mais malucas, ou desfechos impressionantes. Não foi este o caso; no entanto, foi justo e bem posto. Parabéns. Boa escrita.

  13. Bia Machado
    16 de novembro de 2013

    Gostei da história, também acredito que um pouco da limitação foi por conta do espaço, que não é o ideal para um conto em que se desenvolverá uma investigação de um crime. Mas foi bem desenvolvido no que se propôs, a de escrever um noir. Parabéns!

  14. fernandoabreude88
    15 de novembro de 2013

    Bom, a ambientação em Paris poderia ter sido mais bem descrita no começo, a impressão que dá é que o escritor pegou as expressões mais usadas, os lugares mais famosos, e simplesmente os colocou no texto. Queria algo mais, não sei, os cafés, as pontes (Neuf), os amantes, rs, por exemplo. Acho que essa relação distante entre a mulher e o protagonista não fica clara. Para que ela cometesse um ato como esse, o cara teria que ser muito mais filho da puta, algo como em Lua de Fel, do Polanski. Do meio para o final, o conto engrena. Apesar da distância do investigador em relação à coisa toda, o escritor soube moldar um clima de mistério interessante, que ganha o leitor a partir das revelações finais e da última cena, bem trabalhada.

    • Masaki
      15 de novembro de 2013

      Fernando, tudo bem? Boa tarde. O fato de eu ter usado expressões e lugares conhecidos deu-se pelo motivo que é da sapiência de todos. Poderia descrever outros menos conhecidos e também se utilizar de expressões rebuscadas na língua francesa, contudo suscitaria confusão vindo tirar o foco da trama. Paris serviu como cenário de fundo para a história. Sua observação sobre a distância do protagonista com a mulher, esta sim, um pouco mais de trabalho ajudaria o melhor desenvolvimento do conto. Creio que o número de caracteres me limitou, entretanto, sua opinião foi pertinente e prática. Agradeço por ter lido.

  15. Alana das Fadas
    15 de novembro de 2013

    Masaki, primeiramente parabéns, você domina com maestria as palavras e tornou a leitura agradável e fácil. Adoro também essa mistura de idiomas, que muito me agradou. A única coisa que me chateou um pouco foi que o final é muito previsível, mas náo tira em nada seu mérito. Parabéns. Abraços.

    • Masaki
      15 de novembro de 2013

      Oi Alana… Tudo bem? Fico muito feliz por você ter gostado do conto. À minha intenção era torná-lo agradável e fácil de ler. E concordo contido quando diz a trama poderia ser melhor elaborada. Agradeço suas críticas. Só assim posso me aperfeiçoar mais. Até o próximo desafio.

  16. Evelyn Postali
    13 de novembro de 2013

    Eu gostei muito desse conto! Tudo bem elaborado e cativante.
    Não é mesmo fácil escrever um conto sob esse aspecto ‘noir’. A medida que leio vou entendendo e diferenciando cada vez mais.
    Mais um para os favoritos!
    Parabéns.

    • Masaki
      15 de novembro de 2013

      Evelyn, tudo bem? Este conto foi escrito e pensado para vocês, caros leitores. Suprimi as minhas partes favoritas e tentei passar uma ideia totalmente voltada para seus gostos. Os comentários, aqui postados, dão-me motivação para continuar melhorando.
      Abraços.

  17. Claudia Roberta Angst - C.R.Angst
    12 de novembro de 2013

    Conto bem elaborado que prende a atenção do leitor com as opções de suspeitos. Gostei da ambientação em Paris, deu um certo charme à narrativa. Parabéns.

    • Masaki
      12 de novembro de 2013

      Claudia, tudo bem? Fico feliz por ter apreciado o conto. Agradeço suas observações.

  18. Charles Dias
    11 de novembro de 2013

    Sem dúvida é noir, apesar do cenário francês ser pouco convencional. Gostei do conto, simples, direto, com uma viradinha interessante ao final.

    • Masaki
      12 de novembro de 2013

      Charles, obrigado! Agradeço por ter lido o conto. Creio que consegui passar o envolvimento com o clima parisiense.
      Valeu!

  19. Leandro B.
    11 de novembro de 2013

    Um conto muito agradável e bem envolvente. Definiram bem quando o adjetivaram com charmoso.

    Só saquei o final pela metade do texto. Pelo limite de palavras acho que isso é um mérito muito forte. O autor conseguiu plantar um suspeito óbvio, o próprio detetive, para então apontar uma segunda escolha, sua secretária. Tudo para finalizar com um terceiro suspeito.

    Achei a revelação final um pouco abrupta. Mas funciona, de qualquer forma. Li uma vez que a principal pergunta que um detetive deve fazer ao se deparar com um crime é “quem ganha com isso?”. Intencional ou não, o texto trabalha de maneira sagaz com esse questionamento. A qualidade da escrita é outro mérito.

    Enfim, parabéns pelo conto.

    • Masaki
      12 de novembro de 2013

      Leandro, bom dia! Sim… O fator que cerceou um pouco o desenvolvimento da trama foi o limite de caracteres. Agradeço por todos os pontos positivos apontados em seu comentário. E concordo contigo quando aponta que o final poderia ser mais trabalhado. E mais uma observação… Não foi intencional à sua premissa: “Quem ganha com isso?” Mas acho que acertei sem saber. (rs)
      Abraços.

    • Masaki
      12 de novembro de 2013

      Leandro, bom dia! Fico muito agradecido por ter lido o conto, e mais agradecido ainda por apreciar. E concordo com sua pessoa quando aponta que o final poderia ser mais trabalhado.
      Abraços.

  20. Marcellus
    10 de novembro de 2013

    Gostei do conto. Simples, mas de leitura agradável.

    No entanto, ficou meio confuso quando Lamont sai de casa, à noite, para “colocar em ordem os pensamentos” e volta à delegacia. Sua secretária nunca dorme? Creio ter faltado ali algo que desse a ideia de passagem do tempo (caso ele tivesse passado a noite fora de casa E da delegacia).

    Mesmo assim, parabéns ao autor!

    • Masaki
      10 de novembro de 2013

      Marcellus, beleza? Tentei dar a sensação em que todos os personagens estavam apreensivos… contudo a parte da secretária fica evidente quando Lamont diz para ela tirar o dia de folga, assim “vai descansar”. Já Pierre está com todo gás e nem pensa nisto. Agradeço por ter gostado e lido o conto. No próximo irei detalhar mais.
      Abraços.

  21. Gustavo Araujo
    9 de novembro de 2013

    Achei bacana a história. A ambientação em Paris é certamente o ponto alto do texto, já que o gênero normalmente remete a Chicago ou a Los Angeles. A trama é interessante, apesar de um pouco superficial para o meu gosto – saquei o fim antes da metade.

    De todo modo, parabenizo o autor do conto por aceitar o desafio escrevendo à maneira clássica do noir, sem recorrer a subterfúgios. É algo muito difícil falar sobre o que não se conhece – normalmente acabamos dando um jeitinho para que a história se amolde àquilo que nos é de fato familiar. Não foi o caso aqui. Ao que me parece, o autor buscou elementos que até então não conhecia e trabalhou com afinco a fim de costurar-lhes num enredo verossímil e afeto unicamente ao noir. Por isso, já tem o meu respeito.

    • Masaki
      9 de novembro de 2013

      Bom dia Gustavo. Realmente… o gênero Noir nunca foi meu forte, contudo busquei deixar o mais próximo possível de suas origens. Compreendo que a trama poderia ser um pouco mais lapidada, ideia que aplicarei nos futuros contos.
      Toda crítica é bem-vinda. Aproveito o máximo dos comentários postados aqui.
      Abraços.

  22. Thata Pereira
    8 de novembro de 2013

    HÁ! Mais um que identifiquei o final, mas não me importo nenhum pouco com isso, pois sou uma pessoa apaixonada por Spoiler.

    O que mais gostei foram os diálogos. Esse glamour de Paris fez com que a leitura se tornasse muito prazerosa. Diria até que esse é um dos textos mais charmosos que já li. Adorei, de verdade!

    • Masaki
      8 de novembro de 2013

      Oi Thatá… Tudo bem?
      Agradeço muito por ter lido e gostado deste conto. A ideia de passar este “glamour”, mais uma palavra de origem francesa (rs), ficou bem fixo, creio, no roteiro. Quanto ao final ficou um pouco previsível sim, entretanto na próxima tentarei complicar um pouco mais a cabeça de vocês.
      Abraços.

  23. selma
    8 de novembro de 2013

    interessante.

    • Masaki
      8 de novembro de 2013

      Obrigado, Selma! Feliz por ter apreciado.

  24. Frank
    8 de novembro de 2013

    Uma leitura muito prazerosa. Minha imersão foi total. A única coisa que me chamou atenção foi quando Pierre pede a Marie que tire o dia de folga: ele chegava de casa após um dia de trabalho…supõe-se que Marie também já tivesse ido. Os termos franceses incluídos com parcimônia deram um charme. A condução da história me fez desconfiar da natureza dos crimes, mas não adivinhar o autor. Enfim, gostei bastante. Parabéns!

    • Masaki
      8 de novembro de 2013

      Frank, boa tarde! Fico muito lisonjeado por você ter apreciado o conto. A ideia de ambientar em uma França sessentista veio da difusão massiva do gênero Noir por àquelas terras, mesmo este não sendo concebido no país.

      Abraços.

  25. Ricardo Gnecco Falco
    8 de novembro de 2013

    Outra história que ficou bem caracterizada, vestindo com elegância a roupagem noir. Dentre todas as características do gênero, o que mais me atrai neste tipo de literatura é a forma marcante com a qual os protagonistas costumam “grudar” em nosso imaginário. Aqui, em especial, destaco a ótima sacada do autor em buscar, com sucesso, um nome marcante para seu alter-ego. Fiquei com esta conjunção já desconjurada de fonemas na cabeça à partir da primeira vez que pousei os olhos sobre o nome… Pierre Lamont.
    Parece até bruxaria…
    Pierre Lamont… Pierre Lamont…. Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont…. Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont… Pierre Lamont…
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    Sinixtru, maluco! 😀

    Ah, em tempo… Parabéns pela obra, Pier… Quer dizer…
    Parabéns.

    • Masaki
      8 de novembro de 2013

      E aí Ricardo… Beleza? Sabe quem foi o responsável por me influenciar com estes nomes de “personagens grudentos”? O senhor Isaac Asimov. Quando li, O Fim da Eternidade; o nome, a personalidade e características físicas da personagem Noÿs Lambent ficaram em minha memória por uma semana. Fico muito feliz por ter gostado.
      Ps: Aconselho-te a leitura deste livro. É simplesmente fantástico.

      • Ricardo Gnecco Falco
        8 de novembro de 2013

        Valeu, Pie… Quero dizer, Masaki! Não li nada (ainda) deste senhor. Valeu pela dica, p… Parceiro! 😉

  26. Jefferson Lemos
    7 de novembro de 2013

    Gostei. Achei um pouco confuso, mas é indiscutível que este seja um exemplar padrão de um conto Noir. No momento, o que mais se encaixou no tema.
    A inserção dos diálogos e o rumo da história são muito interessante, tanto que prendem a atenção do leitor. Quando começaram os assassinatos, eu acabei descobrindo o desfecho. Mas isso não tira o mérito do autor.
    Parabéns por “meter a cara” no desafio e nos proporcionar um exemplar Noir de tão boa qualidade.

    • Jefferson Lemos
      7 de novembro de 2013

      Vale ressaltar que é o que mais se encaixou, na minha opinião.
      E é InteressanteS*
      hehe

    • Masaki
      7 de novembro de 2013

      Jefferson, valeu pela crítica! Todas elas são bem-vindas. Tenha a certeza que irei me aperfeiçoar cada vez mais para os próximos desafios.

      • Jefferson Lemos
        7 de novembro de 2013

        Essa é a ideia, amigo!
        Tenho muito a aprender ainda, mas melhor do que aprender sozinho, é ter essa galera aqui disposta ajudar. Vamos aproveitar essa oportunidade e seguir progredindo!

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Publicado às 7 de novembro de 2013 por em Noir e marcado .