EntreContos

Detox Literário.

Invasão (Marcelo Porto)

Aquele espécime macho está inquieto!

Já vi. – retrucou o homem. – Ele está nos observando desde que chegamos.

Parece que é um dos que conseguem nos ver! – sussurrou a mulher, nervosa.

Pode ser.

O que faremos?!

Vamos seguir com o plano. Pode ser apenas um engano.

Espero… – resmungou a mulher baixando a cabeça, evitando olhar para o jovem que os espreitava, visivelmente assustado.

Ele está vindo pra cá!

Estou vendo. 

O casal se afastou discretamente do rapaz,deslocando-se para o meio do cortejo fúnebre, que seguia lentamente pelas vias de pedra do cemitério municipal.

Fingindo não notar a estranha insistência do rapaz, que continuava seguindo-os de perto, se postaram ao lado da família do defunto, que empurravam o caixão imenso. O morto devia pesar pelo menos 150 quilos. Por conta da impossibilidade de se carregar o esquife, os amigos e familiares iam puxando o carrinho lentamente.

Procurando se misturar à multidão, o casal se aproximou de uma senhora, com aparentes 60 anos. A velha negra andava curvada, não pela idade e sim pelo pesar, a senhora gorda seguia ao lado de outros familiares do falecido, todos com a constituição física avantajada.

Meus pêsames… – o homem prestou condolências, posicionando-se ao lado da idosa tristonha. – Ele era nosso colaborador, foi uma grande perda… Estamos aqui representando o pessoal do escritório. Ele era muito querido, estamos à sua disposição para ajudar em qualquer coisa. – ele passou um cartão para a mãe do morto. – Esta é minha esposa e sócia, fizemos questão de estar aqui para este último adeus.

A velha senhora demonstrou surpresa com a abordagem, apenas pegou o cartão e voltou a caminhar silenciosamente ao lado do caixão.

Atentos à aproximação do jovem, o casal se apressou em ir para o outro lado do cortejo.

Sem conseguir disfarçar a apreensão, o viram abordar a velha senhora, certamente a questionando sobre o dialogo que tiveram.

Ele está nos vendo! – murmurou a mulher visivelmente tensa. – Vamos sair daqui!

Nós precisamos do corpo! Caso não consigamos implantar o regenerador na sepultura o perderemos! – respondeu o homem olhando discretamente para um pequeno dispositivo, escondido por entre as flores da coroa que trazia junto a si. – Você sabe que o aparelho só pode ser utilizado em até 72h após a morte…

Eu sei! Mas o risco é muito grande, tenho certeza de que ele está nos vendo através do disfarce!

Não temos tempo para achar outro hospedeiro! – o homem a abraçou encostando a boca nas suas orelhas. – Se eu não me transferir para outro corpo em no máximo dois dias a missão será abortada!

Vamos embora. Voltaremos mais tarde e plantamos o regenerador!

E ser presos como violadores de túmulos?! – retrucou com sarcasmo. – Essa é única chance, vamos ter que arriscar!

O homem verificou a fixação do dispositivo na coroa de flores, se aproximou solenemente do carrinho e a depositou em cima do caixão, para ser sepultado junto com o corpo. No momento em que colocou o objeto sobre o esquife, teve a certeza de que o jovem conseguia vê-lo através da sua forma humana. O olhar assustado do garoto e o desespero em tentar convencer a velha senhora do que via, estava estampado na sua face.

Estrategicamente, o casal diminuiu o ritmo e se posicionou no final do cortejo, afastando-se ao máximo do rapaz.

Um pequeno tumulto começou a se formar na frente do cortejo, exatamente onde se encontrava a família do morto. Precavidos, o casal foi para o extremo oposto da confusão.

VOCÊS NÃO VIRAM QUE AQUELES DOIS NÃO SÃO HUMANOS?!! – ouviram o grito desesperado do jovem. – ME LARGUEM! EU NÃO ESTOU MALUCO!!

O casal se encarou alarmados. – Vamos sumir daqui!! – suplicou a mulher.

Não! – resistiu o homem. – Ninguém vai acreditar nele, nosso disfarce é perfeito!

Pode haver mais como ele! – insistiu ela.

Se tivesse mais algum, já teriam nos visto! Investimos muito tempo nesse hospedeiro, não temos como voltar atrás!

A mulher baixou os olhos em sinal de submissão. Ele tinha razão. Ela reparou no seu parceiro. Quando se apossaram daquele corpo, ele aparentava ter 25 anos, agora, 10 anos depois, tinha a aparência de um idoso de quase 70.

O corpo dela também se deteriorava com rapidez. Já aparentava ter 50 e havia apenas 8 que se apossara do cadáver de uma jovem de 19 anos.

Depois de quase 100 anos entre os humanos, perceberam que os obesos e brancos eram os melhores hospedeiros, primeiro porque tinham mais massa para consumir no momento da possessão, o momento mais crítico, depois pelo tecido adiposo que atenuava o envelhecimento precoce.

Conheciam a dificuldade da missão no Brasil, outros infiltrados já haviam notado a percepção exacerbada de determinadas pessoas, principalmente os das etnias negras. Por isso era fundamental possuírem o corpo de um negro.

A infiltração nos países prioritariamente brancos já estava estabelecida. A estratégia de assumir os corpos de humanos mortos possibilitou a presença em massa nos países europeus e asiáticos. Os planos para a invasão estavam quase concluídos, precisavam apenas entender o porquê que determinadas pessoas conseguiam identifica-los.

SÃO MONSTROS! – a mulher se assustou com o jovem abrindo caminho na direção deles, completamente transtornado.

Algumas pessoas tentavam impedi-lo, todos olhavam para o casal sem entender o motivo da perturbação.

Esse rapaz está alucinado, ele deve ter usado drogas! – justificou o homem num tom forçadamente impessoal, mantendo a distância.

VOCÊS NÃO ESTÃO VENDO!!! – o garoto urrava horrorizado. – ESSES DOIS NÃO SÃO HUMANOS! NINGUÉM TÁ VENDO?!

A confusão começava a assustar as outras pessoas.

Ele está chamando muita atenção! – a mulher sussurrou apavorada.

Calma, eu vou resolver isso. – disfarçou homem, inclinando-se na direção dela.

O que você vai fazer?!

Fica aí! – o homem foi na direção do rapaz.

SE AFASTE DE MIM!! – gritou o jovem desesperado. – NÃO SE APROXIME!!

Calma! – disse o homem, tentando aplacar o desespero do rapaz. – Você precisa se acalmar…

FIQUE LONGE DE MIM!! – o garoto se afastava aterrorizado, esbarrando nas outras pessoas atrás dele.

Se acalme… – o homem era auxiliado por outras pessoas que não conseguiam entender o motivo do surto do jovem.

No afã de se afastar, o rapaz esbarrou no carrinho fúnebre. Institivamente ele puxou a coroa de flores que estava em cima do caixão e a posicionou entre ele e o homem, como se fosse um escudo.

Por um milésimo de segundo o homem hesitou. O jovem percebeu o seu receio e se tocou que aquela era a mesma coroa que ele colocara sobre o esquife. Ciente da reação do oponente, reparou melhor no objeto que tinha nas mãos. A mulher um pouco mais afastada percebeu o olhar do rapaz.

Ele tinha localizado o regenerador encaixado na coroa de flores.

Imediatamente o jovem puxou um grampo finalizado por uma joia de brilho azulado.

O QUE É… – antes que o rapaz finalizasse a pergunta, o homem se projetou sobre ele, espantando a todos com a agilidade sobre-humana daquele senhor da terceira idade.

O jovem foi surpreendido pela reação e pelo peso do homem, que abafou o objeto em suas mãos, fazendo-os cair pesadamente no chão de pedra irregular.

Uma clareira se abriu ao redor da luta.

A mulher se dirigiu para junto da mãe de defunto e a abraçou, simulando pesar e vergonha pela cena absurda que se desenrolava. O homem apertava o dispositivo nas mãos do jovem ocultando-o e ao mesmo tempo forçando para resgata-lo. Na disputa brutal pelo objeto, o rapaz tentava resistir à força impressionante daquele idoso, com ambas as mãos ele protegia a estranha joia da garra poderosa do oponente. Prestes a ser dominado, o jovem se desesperou ao sentir o seu punho sendo aberto na altura do peito, o homem ofegava exausto sobre ele, quase esfregando o nariz no seu.

Utilizando o seu último esforço, o jovem focalizou a suas forças e apertou o punho, pressionando o dispositivo contra o seu peito. Uma luz azulada emanou discretamente do objeto, neste momento o homem olhou para a mulher em total perplexidade.

Imediatamente a parceira pressionou a nuca da mãe do morto, fazendo-a desfalecer ao seu lado. – ME AJUDEM AQUI!! – gritou, desviando a atenção de todos para a senhora que desabava nos seus braços, enquanto um brilho azulado cintilava entre o idoso e o rapaz, fazendo o homem cair inerte ao lado do jovem, que convulsionava, aparentemente em transe.

A mulher deixou a senhora com os parentes e correu para auxiliar o rapaz que tremia estranhamente, ao lado o corpo do velho.

Rapidamente uma parte dos presentes se juntaram à mulher, auxiliando-a no socorro dos oponentes. Com o jovem no colo, ela tentava desesperadamente resgata-lo da crise, ignorando completamente o corpo inerte do idoso.

Acorde!! – tentava desperta-lo com tapinhas no rosto, enquanto os outros gritavam dizendo que o velho se encontrava sem pulso e extremamente pálido.

Ele teve um infarto!! – alguém gritou.

Por favor me ajudem aqui!! – suplicou a mulher com o rapaz no colo, para a perplexidade geral. – Ele precisa de água! Por favor alguém traz água!

Enquanto todos se mobilizavam, a mulher discretamente retirou das mãos do rapaz o grampo com a pedra que agora estava opaca, sem nenhum brilho, e a colocou no bolso da calça.

Rapidamente trouxeram água para o jovem, alguns dos presentes constataram que o idoso estava morto. Diante da comoção geral, alguém ligou para a polícia. Prostrada ao lado do corpo do homem, com o jovem no colo, a mulher molhava o rosto do rapaz e sussurrava coisas no seu ouvido para a estranheza de todos.

Depois de algum tempo o rapaz recobrou lentamente a consciência, a aparência dele estava visivelmente debilitada, era como se ele estivesse sido sugado a olhos vistos.

É você?! – a mulher perguntou num sussurro angustiado. – É você?!

Por intermináveis segundos o jovem tentou responder, a voz simplesmente não saía.

É você?! – repetiu a mulher sem conseguir conter a ansiedade.

Sim… Sou eu! – respondeu o jovem com a voz rouca. – Não sei como, mas estou no corpo do rapaz… – afirmou olhando de relance para o cadáver que habitou nos últimos anos.

A mulher não conseguiu conter o ânimo. – Você sabe que isso significa?!

O jovem respondeu com um sorriso, ainda debilitado.

As sirenes começaram a ser ouvidas. Simulando uma tristeza que não sentia, a mulher levantou-se e se dirigiu para o corpo inerte do idoso, enquanto o jovem se sentava ao lado, com dificuldade, pelo seu estado e por causa do chão irregular.

POR FAVOR ME DESCULPE!! – bradou o jovem para que todos o ouvissem. – EU NÃO SEI QUE ACONTECEU COMIGO, ACHO QUE SURTEI!!

A mulher olhou para ele com cumplicidade, agachada ao lado do idoso morto.

Ele era cardíaco… – ela respondeu tristonha, arrumando o corpo. – Por favor me ajudem aqui. – O jovem se aproximou junto com alguns dos presentes ao funeral.

Eu preciso que você me auxilie com os policiais… – a mulher se dirigiu ao jovem, propositalmente em voz alta.

O que a senhora quiser… Faço qualquer coisa para minimizar o que eu fiz!

A mulher levantou-se e simulou uma indisposição, sendo apoiada imediatamente pelo jovem.

Vamos ao encontro dos policiais… – ela disse. – Não estou muito bem, preciso caminhar e de um pouco de ar fresco… Por favor fiquem com o meu marido. – pediu aos presentes. – Voltaremos com os policiais.

O rapaz a apoiou e foram abrindo caminho em direção à saída do cemitério. Simulando uma fragilidade inexistente, a mulher era auxiliada pelo jovem, caminhando em sincronia. A atenção era dividida com a mãe do defunto, que também necessitava de cuidados e pela discussão do acontecimento inusitado.

Isso muda tudo! – afirmou ela encarando o rapaz, numa distância segura. – Nunca havíamos conseguido se apossar de um humano vivo!!

Precisamos seguir os procedimentos e sair imediatamente desta cidade. – respondeu o rapaz, assumindo novamente o comando. – No próximo destino encontraremos as respostas…

Sem os empecilhos da possessão dos mortos, a invasão poderá ser imediata! – animou-se a mulher, enquanto cruzavam com alguns policiais que vinham apressadamente no sentido contrário.

22 comentários em “Invasão (Marcelo Porto)

  1. Marcelo Porto
    30 de setembro de 2013

    Agradeço as criticas e tento responder algumas dúvidas em relação ao conto.

    Realmente a narrativa fazia parte de algo maior, que estava empacado e quando a proposta da ambientação no cemitério surgiu, destravou de imediato (a cena acontecia num aeroporto).

    A minha inspiração para a possessão dos ET´s foi um episódio do Doctor Who (Aliens of London – 2005) onde os ET´s se apossam dos corpos de políticos ingleses, que precisam ser gordos para caberem dentro (rsrs). E como bem observado, o texto namora com o WEIRD, já que o personagem que consegue “ver” os ET´s é uma pessoa que, segundo a doutrina espirita, teria a mediunidade exacerbada. Vi Plan 9 From Outer Space há muito tempo, quem sabe também não me influenciou inconscientemente (rsrs).

    Os aliens já haviam tentado isso. Mas só funciona em pessoas de etnias negras e com o dom da mediunidade exacerbada. Nos humanos “comuns” o corpo simplesmente se autoconsome, inviabilizando a possessão.

    A explicação de como essas características possibilitam a possessão e como isso pode influenciar nos planos de invasão é assunto para outras histórias.

  2. Fernando Abreu
    28 de setembro de 2013

    Uma boa relação entre os extraterrestres e o tema do mês. Acho que faltou uma descrição melhor dos personagens e enxugar esse diálogos (meio tediosos, desculpe). Está meio confuso. Mas tem potencial, seja lá o que isso queira dizer…

  3. Diogo Bernadelli
    28 de setembro de 2013

    Deixando de lado o que pensei da escrita e do ritmo, encerrei a leitura com o seguinte pensamento (e acho que ele é suficiente pra sugerir meu julgamento): “Por que os ETs não tentaram isso antes?!”

    • José Geraldo Gouvêa
      28 de setembro de 2013

      “Por que os ETs não tentaram isso antes?”

      Plan 9 From Outer Space

      • Diogo Bernadelli
        29 de setembro de 2013

        Hahahaha! Retificando:

        “Por que os seus ETS, João Ventura, não tentaram isso antes?!”

  4. Sidney Leal
    25 de setembro de 2013

    Leitura ágil um texto que flui rapidamente em seu transcorrer sem ser enfadonho.
    Parabéns!

  5. Claudia Roberta Angst
    24 de setembro de 2013

    Também achei que teria continuidade, mas eu particularmente gosto desse tipo de corte, do deixar o resto por conta da imaginação do leitor. O diálogo abundante deixa a narrativa ágil. Alguns ajustes aqui e ali poderiam melhorar a forma geral. Boa história.

  6. feliper.
    24 de setembro de 2013

    Achei o texto cansativo. Há muita informação nos diálogos, o que tira a naturalidade. Fora isso, o mote da história não me agrada.

  7. Vitor De Toledo Stuani
    22 de setembro de 2013

    O estilo da narrativa e o mote seguem bem o estilo YA. Há um enfoque maior na ação do que na descrição. Pessoalmente, prefiro quando há tempo para a ambientação e criação de empatia com os personagens. Mas o texto está sim bem escrito. Bom conto! 🙂

  8. Bia Machado
    22 de setembro de 2013

    É um conto que pode ser desenvolvido em uma ideia maior. No geral gostei, o que me incomodou foi um pouco quanto aos diálogos, em especial aquele em que um dos personagens explica demais uma certa coisa, achei um tanto didática essa parte, poderia ter sido apresentada a ideia ao leitor de uma forma diferente, na minha opinião. Se for continuar a história, poste por aqui! 😉

  9. selma
    22 de setembro de 2013

    gostei. percebi a historia,acompanhei a narrativa e ja sabia o que iria acontecer! concordo com os comentarios sobre trabalhar melhor o texto, mas a mensagem foi bacana, parabens!

  10. Rubem Cabral
    21 de setembro de 2013

    Um bom texto, que namora talvez com o weird, pois parece uma mistura de FC com espiritismo, :). Como crítica, destaco o q já comentaram: o cenário e os personagens poderiam ter sido melhor desenvolvidos.

  11. Sandra
    20 de setembro de 2013

    Diferente. A história fisga; mas poderia ‘abusar’ um bocadim mais das descrições para nos situar melhor no ambiente. É uma ideia que poderia ultrapassar facilmente os limites do conto.

  12. Thais Lemes Pereira (@ThataLPereira)
    20 de setembro de 2013

    Bom, gostei muito da história. Mas tive a mesma impressão de algum outro comentário que li por aqui. Senti como se estivesse lendo o prefácio de um livro. Até acho que seja sim a parte de algo bem maior que você possa estar elaborando, mas caso não for, pense nisso. Fiquei curiosa para saber as respostas que não foram dadas. Isso é bom, muito bom!! Desenvolva!

  13. José Geraldo Gouvêa
    17 de setembro de 2013

    Eu tinha escrito um comentário longo e embasado, daí cliquei em postar e ele sumiu! Quando tiver paciência, posto de novo.

    Resumo:
    a) não é um conto, é um pedaço de um texto maior.
    b) não tem nenhum desenvolvimento de personagem, por isso a gente não entende porque praticam as ações
    c) a ênfase na ação prejudica o próprio entendimento da ação, que fica isolada e sem contexto
    d) falta descrição de cenário para orientar o leitor.

    • José Geraldo Gouvêa
      17 de setembro de 2013

      Poxa, quando eu imaginei que não ia dar certo (era a décima tentativa) aí o comentário apareceu! 😦

      Completando: o autor tem talento e o texto tem potencial, mas eu não sei
      a) pode ser avaliado como conto
      b) já está em um nível suficiente para receber o meu voto número 1.

  14. Jane Moraes
    13 de setembro de 2013

    Conto muito bom! O enredo consegue prender a atenção e o final deixa com o gostinho de quero mais…quando teremos a parte 2?

  15. Reury Bacurau
    13 de setembro de 2013

    Achei muito original a história! Além do mais, a leitura é bem dinâmica! Ótimo conto!

  16. Emerson Braga
    12 de setembro de 2013

    Rapaz, você me lembrou André Vianco! Visceral e alucinante, a narrativa nos transporta para dentro dos acontecimentos. confesso que tive que voltar algumas vezes, reler algum trecho, a velocidade comprometeu um pouco a compreensão. Mas, como disseram os colegas, merece continuação… Há uma história bem maior dentro de seu conto e você parece ter potencial e bala na agulha para desenvolvê-la. Muito bom!

  17. Gustavo Araujo
    11 de setembro de 2013

    Um enredo bem interessante e original. Achei, no entanto, que em algumas partes houve uma certa pressa em desenrolar a história. Mas, no geral, é um conto bem atraente, com personagens interessantes e que obviamente clama por continuidade.

  18. Piscies
    11 de setembro de 2013

    Cadê o resto? Quero o resto! (rs rs rs rs rs)

    Brincadeira. É que esse conto deixa o leitor com água na boca xD

    A história é muito boa e atraente, e mantém um ritmo rápido e interessante. A forma como foi apresentada também é legal. Sua escrita é muito boa! Talvez uma melhoria no número de pontos de exclamação e letras em caps lock… mas mesmo estas foram usadas em momentos oportunos. Falo isso só por que é via de regra.

    De resto… ótima história!

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Publicado às 9 de setembro de 2013 por em Cemitérios e marcado .
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