EntreContos

Detox Literário.

Um prato que se come cru (Vitor de Lerbo)

A roça é um péssimo lugar para se ter insônia. Noite após noite, assim que Fred conseguia pregar os olhos, lá pelas 4, o galo, chamado Talo, começava a cantar. Cansado do infortúnio que já durava anos, um dia Fred decidiu se vingar. Às 3 da manhã de uma terça-feira qualquer, pegou duas tampas de panela e foi ao viveiro. Sorrateiramente, chegou ao lado de seu nêmesis, que dormia tranquilamente, e fez tanta algazarra que o coração de Talo quase pulou pelo seu bico. Fred se divertiu tanto que nem percebeu a aproximação da onça-pintada.

79 comentários em “Um prato que se come cru (Vitor de Lerbo)

  1. Daniel Reis
    1 de fevereiro de 2020

    Clima de fazenda e causo é receita certa. Porém, a chegada da onça na história me pareceu um pouco exagerada para o efeito cômico pretendido – ficou dramático… De qualquer forma, bem escrito e formulado. Sucesso!

  2. Tom Lima
    1 de fevereiro de 2020

    Olham trocando a onça por um bom lobisomen, bem brasileiro, que ia comer galinha e encontrou prato maior, eu amaria o conto. Gosto da cena da vingança contra o galo, totalmente sem sentido e interessante por isso mesmo, dar num fim trágico. Mas o uso da onça suspendeu a minha suspenção da descrença. Fica difícil acreditar, só com o que o texto traz, já que foca na relação de Fred com o galo, que a onça atacaria depois de tal algazarra paneleira do tal Fred.
    Foi muito bem escrito, e cum uma pequena mudança pode ganhar força.
    Abraços.

  3. Ana Maria Monteiro
    1 de fevereiro de 2020

    Olá, Eu Frates. Se tem alguma referência no pseudónimo, não consegui ver. Já a história, sim: Um microconto “clássico” e bem-humorado. Foi imaginativo Q.B. e o final ofereceu a surpresa esperada. Bem conseguido. Parabéns e boa sorte no desafio.

  4. M. A. Thompson
    1 de fevereiro de 2020

    Funcionou até o aparecimento da onça pintada que supostamente teria se assustado com o panelaço.

  5. Gustavo Azure
    31 de janeiro de 2020

    Bom conto. A segunda frase me parou muito longa. Foi uma construção interessante, mas o final não me pegou, embora tenha pegado o homem. Boa sorte!

  6. Amanda Gomez
    31 de janeiro de 2020

    Olá,
    Um conto causo divertido. Gostei da ambientação e do personagem. É ingenuo mas isso não é ruim. O fato de ter uma onça pintada a espreita me causou estranheza, acho que terminando no susto poderia soar mais real. Não sei. Um bom conto que cumpre com a proposta.
    Boa sorte!

  7. Givago Domingues Thimoti
    30 de janeiro de 2020

    Um conto cômico, sobre a tal da vingança, que dizem não ser plena, além de envenenar a pobre d’alma. Foi legal de ler, aproximando-se daqueles causos que eu ouço do meu avô. Gostei

  8. Gustavo Araujo
    29 de janeiro de 2020

    Eu ri neste conto. Até mesmo porque me lembrei de uma ocasião em que não consegui dormir por causa de um galo lazarento cantando de madrugada. Lendo seu conto me senti vingado, principalmente na parte em que o sujeito bate os pratos para desespero da ave. Não curti, contudo, o lance da onça. Achei que ficou deslocado. Entendi que você quis dar um fim adequado, igualmente cômico, à história, mas para mim não funcionou… Uma pena, porque eu queria ter gostado mais do seu trabalho. De todo modo, parabéns e boa sorte no desafio.

  9. Andreza Araujo
    29 de janeiro de 2020

    A forma como você narrou esse conto foi quase poética, gostei muito da forma como usou as palavras. O ponto alto deste conto, pra mim, é a própria estrutura. Achei graça de quando o personagem quis se vingar do galo, e certamente não esperava o final com a onça, mas de alguma forma estranha não senti o impacto, parece que o texto terminou truncado (fiquei com esse sentimento, mas sei que a história está completa). Boa sorte!

  10. Gio Gomes
    29 de janeiro de 2020

    Adorei essa onça e o clima. Sem remendos, gostei bastante. Parabéns!

  11. Wallace Ferreira Anselmo
    28 de janeiro de 2020

    Por mais que eu ame ler contos essa não me atraiu muito, eu esperava algo mais divertido como o galo no outro dia fizesse uma vingança divertida agora acordando o personagem as 3:00 ao invés das 4:00.

  12. Fil Felix
    28 de janeiro de 2020

    Bom dia! Um conto divertido sobre a vingança do homem sobre o animal. Há um ritmo interessante e quase poético, lembrando um pouco cordel ou esses causos do interior. É leve e bem construído, mas não curti tanto o final. Achei um pouco deus ex machina, a onça surgindo do nada.

  13. Catarina Cunha
    28 de janeiro de 2020

    O insone busca vingança contra o galo e vira lanche de onça.
    Elementos fundamentais do microconto:
    Técnica — boa – não me seduziu, mas foi bem executada.
    Impacto — muito bom – a onça deu o bote com esse arremate.
    Trama — boa – não surpreende, mas também não decepciona. Bom título.
    Objetividade — boa – palavras bem organizadas.

  14. Sarah S Nascimento
    28 de janeiro de 2020

    Primeiro, que final épico! Fiquei muito impressionada, com dó do Fred, quem diria que ele seria a refeição!
    Pensei que ele ia pegar o galo e cozinhar para comer, mas a vingança dele foi bem diferente.
    Muito azarado o coitado. Parabéns pela sua criatividade, o jogo de palavras e acontecimentos sobre a vingança, ficou muito legal, inteligente e divertido!

  15. Priscila Pereira
    27 de janeiro de 2020

    Olá, Eu Frates!
    Eu gostei do micro. Só achei que tem muita informação desnecessária para um conto tão pequeno… limpando tudo que é desnecessário para o entendimento o micro seria muito mais impactante. Mas a história é trágica e vergonhosamente divertida… pobre Fred!
    Parabéns e boa sorte!

  16. Cicero G Lopes
    27 de janeiro de 2020

    Fred não dorme, o Talo canta. Fred explode sua vingança e vem a onça. Boa sorte.

  17. Raione LP
    26 de janeiro de 2020

    Soa como um caso, anedota, mas não funcionou pra mim. A inconveniência que o galo representava me pareceu promissora, imaginei que levaria Fred a um conflito meio absurdo. Mas o final é como um “deus ex machina” roceiro que, apesar de inesperado, não gera uma surpresa (prevalece a sensação de interrupção, na minha opinião). Não seria o caso de contar a história mais ao modo de uma piada, de forma mais coloquial, para ampliar o efeito?

  18. Bia Machado
    25 de janeiro de 2020

    Olá, tudo bem? Que situação, hein, Eu? Deu dó dele, sabia, tudo o que ele queria era se vingar do galo, ô, tristeza, não se pode ser feliz nessa vida mesmo, haha. Gostei do conto, despretensioso em sua estrutura, porém bem pensado no sentido de não contar mais que o necessário. É isso aí. Obrigada!

  19. Vanilla
    25 de janeiro de 2020

    Eu juro que me assustei quando li pela primeira vez e a onça apareceu, adorei sua construção narrativa hahahaha
    Acho que você poderia montar um caminho que se adequasse à personagem, criando um dialeto que ele segue, como vi nos comentários sobre alguém da roça, mas talvez seria até legal se fosse alguém de fora, como eu entendi no “nêmesis”. Mesmo assim, achei seu conto com uma fluidez muito gostosa e toda a questão da vingança foi genuinamente incrível de ler. Parabéns!

  20. Fabiano Sorbara
    25 de janeiro de 2020

    Olá, Eu Frates! Um bom micro de humor. bem escrito e leve. Com um final surpresa. Só achei a palavra “nêmesis” descolada do ambiente da roça.
    Desejo boa sorte no desafio. Abraços.

  21. Eder Capobianco
    25 de janeiro de 2020

    Iniciar a narrativa com uma afirmativa é uma técnica que funciona muito bem…….é, como diria o ditado, fazer o arroz com feijão……….serve de introdução do leitor no universo literário que ali se abre………….o enredo tem seu valor, obviamente, mas a técnica empregada pode tanto engrandecer como obscurecer………….uma boa técnica pode segurar a onda de um enredo não tão interessante………..mas um bom enredo pode ser destruído por uma técnica risível…………me parece que aqui há boa técnica e um enredo não tão interessante……………

  22. Ana Carolina Machado
    24 de janeiro de 2020

    Oiiii. Um microconto em que o galo riu(ou cantou) por último. Fred planejou uma vingança contra a ave, mas não contava com a aproximação da onça . Acho que talvez tenha sido o próprio barulho que ele fez que atraiu o bicho por uma ironia do destino. Parabéns pelo texto e boa sorte no desafio!

  23. Thata Pereira
    24 de janeiro de 2020

    hahahaha’ História divertida. Estou gostando da galera empolgando com o humor. Olha, aqui, para mim, o que amarrou o seu final foi o título. O final só funcionou para mim por causa do título, porque eu esperava que o humor continuasse e a “lição de moral” foi um gelo. Mas esse título… fantástico!
    Boa sorte!!

  24. Marília Marques Ramos
    24 de janeiro de 2020

    “O coração do Talo quase pulou pelo seu bico” foi ótimo! A correlação do título com o final do texto ficou excelente, parabéns! Gostei muito da leitura! Boa sorte!

  25. lialaz
    23 de janeiro de 2020

    Muito bom! “O coração do Talo quase pulou pelo seu bico” foi ótimo! A correlação do título com o final do texto ficou excelente, parabéns! Boa sorte!

  26. Angela Cristina
    23 de janeiro de 2020

    Olá!
    Um ótimo conto.
    Leve, divertido, bem estruturado e com ótimo final.
    Parabéns!

    • leandrociccarelli2
      23 de janeiro de 2020

      Gostei do conto, por ser fluído e bem escrito. Gostei da temática, e apesar de me surpreender com o final, eu achei meio forçado. Parabéns e boa sorte no desafio!

  27. Andrei Oliveira
    23 de janeiro de 2020

    O conto é bem fluido, divertido e bem estruturado. O carisma dos personagens logo salta nos olhos. Uma história que carrega aquela aura de algo que bem podia ser contado por nossos avós.

  28. Matheus Pacheco
    22 de janeiro de 2020

    Olha, te falar que o final me fez soltar uma risada que quase virou uma gargalhada.
    Esse é o meu tipo preferido de conto, sempre referente a simplicidade do povo, da roça, do sertão e como já diria o ditado Kilngon “A vingança é um prato que se como do jeito que vier.”.
    Um ótimo conto,
    Um abraço.

  29. Sabrina Dalbelo
    21 de janeiro de 2020

    Olá,
    Conto divertido, bem escrito e com um final surpreendente. Ou seja, um micro clássico.
    Gostei do nome do galo kkk.
    Um abraço!

  30. Neuceli Silva
    21 de janeiro de 2020

    Eu Frates…
    Adorei seu microconto. Faz o leitor pensar. É para isso que serve a literatura.
    Parabéns!

  31. Pedro Gomes
    21 de janeiro de 2020

    Gostei do conto. A estrutura está bem conseguida e funciona bem.

  32. Davenir Viganon
    21 de janeiro de 2020

    Conto sobre um homem que toma uma atitude em relação ao seu galo que não o deixa dormir. A revelação é que o galo estava alertando sobre a onça que estava pelas redondezas. O conto se segura apenas pela surpresa no final que agrada. Conto bom mas nada além disso.

  33. Anderson Góes
    21 de janeiro de 2020

    Gostei do seu texto, achei incrível, apesar da onça ter surgido do nada sem nenhuma referência anterior, eu gostei demais do restante do conto! Parabéns pelas palavras bem escritas!

  34. Rubem Cabral
    21 de janeiro de 2020

    Olá, Eu Frates.

    Bem divertido o conto. A onça no final foi uma bela surpresa. Boa a escrita e a ideia.

    Boa sorte no desafio!

  35. Fabio D'Oliveira
    21 de janeiro de 2020

    Olá, Frates!

    Carma instantâneo, né? Hahaha. A reviravolta foi bem aplicada, principalmente por ser, de fato, uma surpresa. Imprevisível. É o que salvou seu conto, na realidade. Essa história de vingança contra o animal, querendo ou não, é clichê demais. Tem da mosca, do gato, do cachorro. Em vídeos, crônicas, contos, etc.

    É um ponto fraco, no conto.

    Mas valeu pela a leitura, pela surpresa e risada.

    Enfim, é isso!

    Parabéns e boa sorte no desafio!

  36. Rodrigo Fernando Salomone
    21 de janeiro de 2020

    Parabéns, belo conto. Trata de tema que eu adoro (vingança), e mostra um final delicioso para aquele que imaginou estar por cima pelo menos dessa vez. Boa sorte.

  37. Evandro Furtado
    21 de janeiro de 2020

    O conto se suporta no aspecto cômico e na reviravolta final que busca provocar risos justamente por sua “inesperabilidade”. Por isso, acaba ganhando esse aspecto de anedota. Ainda que seja algo interessante, sinto que faltou aquele algo a mais que pudesse levar o conto a novos níveis.

  38. Marisa Déa
    21 de janeiro de 2020

    História alegre, lembra uma suposta vida simples do interior simbolizada pela ingenuidade dos atos do personagem; interessantes jogos de palavras.

  39. Rafael Carvalho
    20 de janeiro de 2020

    Gostei do conto, achei simples mas honesto dentro do que se propõe. A leitura é bem fluida e agradável, poderia facilmente se encaixar em uma “coletânea da roça “. Senti falta de algo mais impactante para o final… algum toque de “causa/efeito” talvez, quem sabe se a onça estivesse dormido dentro do galinheiro e ele ao acordar o galo, tb acordasse a onça, invés dela simplesmente aparecer na surdina… de qualquer forma adorei o conto, parabéns!

  40. Juliana Calafange
    20 de janeiro de 2020

    Hahaha! Me identifiquei. Seu conto lembra muito os pensamentos que tenho a respeito de alguns vizinhos…

  41. Fabio Monteiro
    20 de janeiro de 2020

    E não é que o coitado se deu mal. Olha, como moro quase no campo, tem horas que incomoda estes cantos de galos e outros bichos. nada que a gente não se acostume, mas, neste caso, pagar fogo com fogo não deu muito certo.
    Boa sorte

  42. Fernando Cyrino
    20 de janeiro de 2020

    Olá, Eu Frates.
    Cá estou eu às voltas com a sua história. Pensava no seu pseudônimo se acaso ele não seria uma corruptela de Fratres. Eu, fraterno em latim. Só que no plural. Gostei da história do nosso galo Talo. O nome dele é um achado. Ficou legal essa vingança no mesmo tom e em mesmo nível. Se me invoca fazendo barulho, eu te incomodarei na mesma moeda. As tampas de panela reforçaram o engano no qual ia me enfiando de que o Talo ia terminar ensopado. O final ficou legal, mas também tenho dúvidas se a onça optou pelo Talo, ou pelo Fred. Parabéns pela sua história. Você escreve bem e me envolveu com o seu conto do interior.

  43. Fernanda Caleffi Barbetta
    20 de janeiro de 2020

    Olá,Eu Frates, engraçado seu conto, gostei. Parabéns. Apesar de o título parecer ter a intenção de nos levar para outro caminho, quando você citou que eram 3 horas, eu logo imaginei que a ideia do caipira era a de chegar antes do galo acordar para se vingar na mesma moeda. Não sei se era para ser uma surpresa, mas isso não desmerece o microconto, que é bastante original e bem escrito. Só não gostei muito do final, não sei por quê mas a onça ali não deu um fechamento á altura do conto. Parabéns e boa sorte.

  44. Vitor De Lerbo
    20 de janeiro de 2020

    Esse conto me fez rir. Quando Fred pega as tampas, imaginamos que ele iria matar o galo – o título também nos leva para esse caminho.
    Ver o protagonista vingar-se de seu nêmesis de uma maneira equivalente, ou seja, fazendo barulho para acordá-lo, já é uma surpresa. Mas fazer algazarra no meio do mato às 3 da manhã pode ter seu preço, o que finalmente explica o título.
    Parabéns e boa sorte!

  45. Maria Alice Zocchio
    20 de janeiro de 2020

    Surpreende e faz rir. O texto é leve. O nome do galo é ótimo. Eu só tiraria o “anos e anos”. A expressão pode sugerir um galo velho já sem vitalidade para cantar tão alto. Também muito bom que “o prato que se come cru” a gente ´só vai descobrir no fim . Gostei.

  46. brunafrancielle
    20 de janeiro de 2020

    ahahaha.
    Adorei.
    Nossa que conto top. Parabéns.
    O fim da onça baixou um pouco o ânimo do conto, mas não tirou totalmente o brilho.
    A imagem foi legal. D
    Aliás, isto é praticamente uma piada Stand Up, além de ser um conto.

  47. Fheluany Nogueira
    20 de janeiro de 2020

    O título sugere uma história de vingança, o pseudônimo faz referência ao filósofo da extirpação das paixões e a aceitação resignada do destino. Temos ainda, de certa forma, uma cadeia alimentar, uma lição de moral e uma boa reviravolta, tudo em um texto divertido, bem escrito, leve, deslizante e fácil.

    Parabéns pelo trabalho. Sucesso! Abraço.

  48. Vil Verdict
    20 de janeiro de 2020

    Confesso que esperava outra coisa a partir do título que, naturalmente, se explica no fim. Típico conto de “interior”, que se ouve agachado em volta da fogueira. De fato, “nemesis” para qualificar o galo foi perfeito.

  49. Áureo Poente
    20 de janeiro de 2020

    Gostei do seu texto, me lembrou muito os textos que vinham nos meus livros de primeira ou segunda série nos anos noventa, mas isso não é algo depreciativo, não! Achei incrível o que seu texto me fez lembrar, apesar na onça ter surgido do nada sem nenhuma referência anterior, eu gostei demais do restante do conto! Parabéns…

  50. Luiz Eduardo Domingues
    20 de janeiro de 2020

    Gostei muito da história, só penso que o final poderia ser diferente. Achei um pouco deslocada a onça pintada. Mas no geral achei muito válido, parabéns!

  51. Pedro Paulo
    20 de janeiro de 2020

    Um microconto anedótico, com um enredo que parece sugerir uma “moral da história”. O infortúnio do protagonista fica claro desde o início e a própria caracterização do galo como seu “nêmesis” situa a leitura num tom humorístico que faz da reviravolta do desfecho uma espécie de “quem ri por último ri melhor”. Em uma situação descrita em poucas palavras, compreendemos e até torcemos pelo Fred e, ao mesmo tempo em que nos preocupamos com o perigo iminente que encerra a leitura, também acabamos pensando: “olha aí! Por que foi mexer com o galo.”

    Boa sorte!

  52. Augusto Schroeder Brock
    20 de janeiro de 2020

    Olá!
    Gostei bastante da escrita que flui e soa bem. Consegui imaginar as ações e caminhar junto com a história. O final traz uma reviravolta interessante e divertida. Como sugestão, talvez tentaria plantar alguma informação durante a construção para justificar a aparição da onça (ao menos onde vivo, não há onças em ambiente de roça, hehe).
    Parabéns! Bem legal sua história!

  53. Sandra Teixeira
    20 de janeiro de 2020

    Gostei bastante do conto; divertido e didático.

  54. Claudio Alves
    20 de janeiro de 2020

    Narrativa muito divertida. O problema dos galos é quando ficam caducos e cantam a qualquer hora. Bem escrito o conto. Parabéns e boa sorte no desafio!

  55. Angelo Rodrigues
    20 de janeiro de 2020

    Conto legal, bem escrito, que busca passar algo da vida na roça, quase um “causo” caipira, com galo, onça e tal.
    É quase a história de um sujeito que se supera nos azares da vida. Não bastasse não dormir, quando imagina vingar-se do galo que o atormentava, deu de cara com uma onça-pintada.
    Boa sorte.

  56. Alice Castro
    20 de janeiro de 2020

    Interessante, fluente e com arremate. Não sei de onde saiu a onça, ou se o galo acordava cedo para espantar a onça, ou se a onça era amiga do galo e resolveu vingar fazendo a mesma brincadeira… Jóia! Gostei.

  57. Jowilton Amaral da Costa
    20 de janeiro de 2020

    Conto divertido. A narrativa poderia ser um pouco melhor trabalhada, ao meu ver, mas, a surpresa no final me fez sorrir. Talvez o galo, com o seu canto, afastasse a onça pintada todas as madrugadas. Será? Acho que Fred nunca saberá. Boa sorte no desafio.

  58. Marco Aurélio Saraiva
    20 de janeiro de 2020

    Gostei da ideia por que eu mesmo penso em me vingar de DIVERSOS animais (dos gatos da minha rua que reviram o meu lixo, do meu cachorro que faz xixi no sofá). So tenho que bolar uma forma tão cruel como esta!

    O final do seu conto foi a lá “mão no ombro e corta a cena” do Monty Python. A diferença é que aqui eu achei meio desnecessário. O conto ficaria bem sem a onça.

    Escrita: boa

    Conto: bom.

  59. drshadowshow
    20 de janeiro de 2020

    Conto simples, com moral da história. Poderia ter sido um pouco melhor construído, contudo, mas boa sorte.

  60. Jorge Miranda
    19 de janeiro de 2020

    É um conto sobre vingança em que não visualizei muito uma vingança, a onça ter devorado o Fred não associei como uma vingança do galo, mas é um conto que gostei de ler, bem escrito e com final rápido e legal

  61. Rozemar Messias
    19 de janeiro de 2020

    Conto completo, bem ambientado, ótimo tema, leitura fluida, final surpreendente. Parabens!

  62. Paulo Luís
    19 de janeiro de 2020

    Um conto típico daqueles da roça, contados pelas avós no grande terreiro em noite de luar. Com uma bela moral da estória: “olho por olho, dente por dente; um dia vamos acabar todos cegos ou banguelos”

  63. Nelson Freiria
    19 de janeiro de 2020

    Não é o tipo de coisa que eu esperava ler numa história onde o prato se come cru. Como o texto não nos revela muito, fica difícil saber qual a função de Fred na roça. Certamente ele não trabalha ali, pois o trabalho braçal o faria dormir como um bebê.
    A vingança me pareceu um tanto simplória para servir de clímax, assim como o final que apresenta a onça, mas sem nos passar grandes emoções.

  64. Elisa Ribeiro
    19 de janeiro de 2020

    Um enredo de vingança bem original. Fiquei com um pouco de pena do galo e feliz porque a onça pintada o vinga ao final. Parabéns e boa sorte!

  65. Emanuel Maurin
    19 de janeiro de 2020

    Achei malvada essa vingança, pobre galo. Seu conto é bem original e o final surpreende. Gostei.

  66. Regina Ruth Rincon Caires
    19 de janeiro de 2020

    A história da vingança de Fred que acabou saindo pela culatra. Texto direto, conciso e que conta exatamente o que há para contar. Bem estruturado, fluente. Leva o leitor a se deparar com um desfecho inesperado. O galo Talo, que seria surpreendido pelo “inimigo”, foi salvo (ou não) pela onça-pintada. Pode ser que ele tenha aproveitado a “distração” da onça com Fred e escafedeu-se do galinheiro.

    Parabéns, Eu Frates!

    Boa sorte no desafio!

    Abraços…

  67. Carlos Vieira
    19 de janeiro de 2020

    Interessante a alteração do ditado popular no título, pois tem a ver com a estória (cru, ao invés de frio). A narrativa traz uma ideia de rotina, o que facilita o planejamento de vinganças. Quando a rotina é quebrada e a vingança sai do ponto (afinal, o galo merecia ser acordado, não morto, para ser “justo”), naturalmente me gera um sentimento de contra-vingança.

  68. Andre Brizola
    19 de janeiro de 2020

    Olá, Eu Frates! Extremamente objetivo no contar. Já me ganhou de cara com essa qualidade. Temos aqui uma ambientação rica, preparação, ação e reação. Temos algo de suspense, plot twist, humor. Poxa, como você conseguiu colocar tanta informação em tão pouco texto? É tudo tão claro que é muito fácil de imaginar cada uma das cenas. Parabéns, ficou muito bom. De ressalva deixo apenas um apontamento. Não deixaria claro que se tratam de anos de infortúnio, e sim de alguns dias, ou semanas, talvez. Alguém com anos de vivência já teria acostumado com o galo, ou estaria mais preparado para a onça. É isso. Boa sorte no desafio!

  69. angst447
    19 de janeiro de 2020

    Conto bem criativo, narrando uma história de vingança com final inesperado. Ponto para você! Tadinho do galo, só estava seguindo a sua natureza. Bem escrito, o conto não desaponta. Boa sorte!

  70. Nilo Paraná
    19 de janeiro de 2020

    gostei do desenrolar da historia, quando parecia o climax, vem um novo climax. muito bom.

  71. Luiza Moura
    19 de janeiro de 2020

    Achei interessante mostrar no texto que a vingança não compensa! Texto simples e divertido. Parabéns!

  72. Carolina Langoni
    19 de janeiro de 2020

    kkkkk Eu Frates kkkk
    Também, porque foi mexer com o pobre do galo.
    Texto bem pensado, boa narrativa, belo uso das palavras.
    :DD

  73. antoniosbatista
    19 de janeiro de 2020

    Mais um conto bem-humorado. Cômico no princípio, mas terrível no final. A onça deve ter comido o Fred e o galo Talo serviu de sobremesa. Esse é um daqueles causos contado na roça, sem muita pretensão. De qualquer forma, o autor escreve bem.

  74. jetonon
    19 de janeiro de 2020

    Um bom texto para começar uma história infantil. Como criança dentro do ser humano, queria ver a risada da onça.
    Simples e imaginativo, apesar de corriqueiro tal qual o pernilongo.
    Imaginei isso no âmbito rural. Vivo lá e amo viver lá.
    Boa sorte!

  75. renatarothstein1
    19 de janeiro de 2020

    Hihihi bem feito pro malvado insônia.
    O pobre galo apenas cumpria seu papel…Muito divertido, adorei, tô rindo aqui às 4:30 da manhã, mas nem vou reclamar com galo nenhum rss
    Parabéns, muito bom!

  76. Luciana Merley
    19 de janeiro de 2020

    kkkkk Olá. Boa história. Engraçada e surpreendente. Boa pra criança ler, e adulto também, é claro. Parabéns e boa sorte.

  77. Anorkinda Neide
    19 de janeiro de 2020

    Meio que com moral da história… tipo: não bula com a natureza, ela é sábia.. ou Não guarde ódio em seu coração .. ou a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena :p

  78. Cilas Medi
    19 de janeiro de 2020

    Caro Eu Frates,
    Uma boa surpresa ao final do conto. Uma vingança que não deu certo. Gostei do “o coração de Talo quase pulou pelo seu bico”. Boa sorte!

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Publicado às 19 de janeiro de 2020 por em Microcontos 2020 e marcado .