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Detox Literário.

Tardia Consulta (Glória Souza)

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– Dá licença doutora. A Juciene marcou nova consulta.

– Ela marcou quatro vezes. Não apareceu.

– Sim. Jurou que não vai faltar.

Dias e dias depois, a terapeuta está um pouco tensa. Primeira consulta de Juciene. O momento chegou.

– Doutora, mando a Juciene entrar?

A terapeuta viu moça alta, cabelos aloirados, salto 15. Um pouco desengonçada. Atraente. E semblante de angústia.

Começou a ouvir, mas foi interrompida.

– Doutora dá licença. Seguiu um sussurrou no ouvido.

– Um momento, Juciene. Porta entreaberta.

Voltou. Sala vazia. No banheiro, ninguém.

No térreo, um corpo estendido no chão.

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88 comentários em “Tardia Consulta (Glória Souza)

  1. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Ideia bacana, but… rolou um caos ali pelo meio do seu texto. Talvez você pudesse ter dando uma elaborada melhor, uma lapidada nessa personagem central.
    Mas boa sorte!

  2. Lídia
    27 de janeiro de 2017

    Gostei muito do micro, sério.
    Ao meu ver, só faltou deixar mais explícito a quem pertencem as falas dos diálogos.
    Boa sorte!

  3. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Gostei da ideia, mas o texto ficou um pouco confuso! Boa sorte!

  4. andressa
    27 de janeiro de 2017

    Acredito que a ideia foi boa, mas faltou colocar sentido nos fatos. Boa sorte!

  5. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Oi, Melodia.
    O final ficou ambíguo. Daria até para a doutora ter ficado tão louca com a personagem de descambou para o fim. Tem uma boa ideia aí, mas faltou um pouco de corpo, uns sentidos, sensações, alma, enfim, ficou frio.
    Abs,

  6. Sidney Muniz
    27 de janeiro de 2017

    Tan…tan…tan….tan!

    Agora sim, esse foi dos mais malucos que li.

    Respostas para mil perguntas, tem? Que que houve aqui? To perdido. A médica era doida? Depressiva? Que louco… Viajei, boiei geral!

    Deus me acuda, pois não se o que dizer ou pensar.

    Incrível como as vezes não gostamos de algumas coisas, tipo eu do seu conto. Gosto de coisas doidas, mas não tão doidas assim, estou reclamando de alguns contos fechados demais, mas o seu é cheio de buracos que o deixam incompleto e para mim sem sentido.

    Aí o que eu faço? Eu simplesmente precisarei esperar o término do desafio para ver o que dá para pensar. Parabéns!

  7. Poly
    27 de janeiro de 2017

    Do meio para o final eu me perdi no texto, acredito que as falas tenham se misturado com as descrições. Quebrei um pouco a cabeça mas não consegui chegar a nenhuma conclusão, se a paciente saiu da sala, se a terapeuta saiu, quem voltou, quem pulou. Acredito que, atentando-se a estes detalhes, poderia ter saído algo interessante.

  8. Pedro Luna
    26 de janeiro de 2017

    Infelizmente achei extremamente confuso devido a construção escolhida. No início, não se sabe quem conversa com a doutora, apesar de depois ficar um pouco claro que se trata de uma assistente, secretária. No entanto, já começar perdido já minou minha paciência. Fui em frente e vi que nos diálogos não houve uma separação entre fala e situação. Até entendi o que aconteceu com a paciente, mas o impacto foi perdido. Não gostei, desculpe. Acho que o autor ou autora acabou se embaralhando com o pequeno limite de palavras e não conseguiu contar a trama.

  9. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    26 de janeiro de 2017

    Olá, Melodia,

    Tudo bem?

    Seu título complementa a obra e faz com que o entendimento do todo seja possível. A imagem faz o mesmo.

    A paciente se matou devido à demora em se marcar uma consulta. O quadro foi-se agravando e quando chegou ao consultório já era tarde, não é?

    A ideia da premissa é boa e o formato faz até parece que se trata de um conto mais longo.

    Encontrei um pequeno errinho de revisão. Creio que foi algo que passou. Uma bobagem no “sussurrou”.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  10. Jowilton Amaral da Costa
    26 de janeiro de 2017

    Não gostei muito não. Achei meio forçada de barra o esse suicídio da Juciene no consultório, não me causou o impacto necessário para gostar do conto. O não uso do travessão para separar a voz do personagem com a do narrador, confundiu um pouco a minha leitura. Boa sorte.

  11. Renato Silva
    26 de janeiro de 2017

    Antes de tudo, me diga.
    ” — Um momento, Juciene. Porta entreaberta.”

    A segunda sentença é parte da fala a personagem ou do narrador deizndo que a porta ficou entreaberta? Isso me deixou confuso. Não for parte do diálogo, então faltou um travessão aí.

    Achei um tanto antiprofissional a terapeuta deixar a paciente sozinha, principalmente numa situação delicada como essa. Um profissional desse tipo só sairia se tivesse a mãe morrendo, e olhe lá. Isso não me convenceu. Na verdade, o conto como todo ficou estranho. As situações ficaram um pouco forçadas. Quem sabe, você reescrevendo a mesma cena, ela não fica bem legal? Te desejo boa sorte.

  12. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    Novamente um conto com uma grande ideia em potencial, mas que peca muito pela execução. Faltou pontuação, carinho com o diálogo, algumas informações depois das falas, o que não ocorre nem em roteiro audiovisual.
    Veja bem, aqui esses erros deixaram o conto bastante confuso. Fosse um acento ou uma vírgula, não teria qualquer problema, mesmo sendo um conto tão curto.
    Volto a repetir, tenho que é uma ideia muito, muito boa. Bem trabalhada e, talvez, com diálogos mais afiados pode, sim, decolar.
    De qualquer modo, parabéns e boa sorte no desafio.

  13. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    a leitura não me empolgou, ficou demasiada coisa por explicar, resultando um texto confuso e inexplicável

  14. Douglas Moreira Costa
    25 de janeiro de 2017

    Gostei da forma como abordou o fato, fugiu um pouco do comum, não fez do suicídio o único foco, tem todo um contexto criado por trás dos diálogos curtos. Fica um pouco confuso por causa da pontuação e os diálogos misturados com ações. Mas eu geralmente não levo isso em conta desde que eu consiga entender o texto. E seu caso eu entendi, um conto muito bom, bem conduzido, com colunas que deixa ara nós preenchermos com a imaginação. Parabéns.

  15. Andreza Araujo
    25 de janeiro de 2017

    Um assunto bem delicado. A moça tinha problemas, precisava de ajuda. Hesitou aparecer nas consultas marcadas, talvez por insegurança ou medo de enfrentar seus problemas. E quando finalmente aparece, a terapeuta vacila e a paciente desiste da consulta e da vida. Excelente conto. Só pecou na revisão, o final está bem confuso e as falas se misturam com as ações. Precisei reler algumas vezes pra entender a baguncinha hehehe

  16. Tiago Menezes
    25 de janeiro de 2017

    Gostei do tema. Muitos médicos não se importam muito com seus pacientes, apesar de nesta situação a médica ter apenas deixado Juciene sozinha por uns minutos. Infelizmente o limite de palavras e de tempo lhe atrapalhou. Você precisa dar uma boa revisão, e em alguns locais será preciso alterar algumas palavras. O final ficou extremamente corrido. Boa sorte.

  17. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Mais do que ficção, a situação em tela é um risco real, dado o desinteresse que muitas vezes alguns psiquiatras ou psicólogos tratam a situação mental de seus pacientes. Gostei do tema, apesar da inevitável antecipação do final. Já quanto à técnica, os limites de palavras do desafio obrigaram o autor a ser extremamente lacônico. Em algumas frases e divisões, até misturando as coisas ( – Um momento, Juciene. Porta entreaberta.) Mas acho que o resultado final foi bem positivo.

  18. Wender Lemes
    24 de janeiro de 2017

    Olá! Uma reação razoavelmente estranha para alguém que havia resolvido dar uma chance à terapeuta, mas releva-se isso em prol da ideia geral – que é bem interessante. Acredito que a parte descritiva de Juciene tenha tomado um espaço crucial, que acabou fazendo falta para que a finalização ficasse um pouco mais clara (principalmente em relação ao “sussurro no ouvido” e à “porta entreaberta”).
    Parabéns e boa sorte.

  19. Victória
    24 de janeiro de 2017

    Achei bacana a proposta e o título é bastante adequado. Alguns erros de construção prejudicaram a narrativa, mas valeu o conto. Concordo com o pessoal que está apontando problemas na “revisão”

  20. Leo Jardim
    24 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐▫▫): se eu entendi, uma mulher com problemas psiquiátricos tenta marcar consultas, nunca vai e, qdo vai, se mata. Achei muito simples, sem motivações ou desenvolvimento melhor para me apegar à personagem, contada tão a distância.

    📝 Técnica (⭐▫▫): bastante crua, precisando de uma boa trabalhada, a começar pela pontuação, como colocar vírgula no vocativo (“Dá licença *vírgula* doutora”) e travessão para separar narração da fala (veja: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/5330279) para ajudar no fluxo dá leitura.

    💡 Criatividade (⭐▫): você já deve ter percebido que suicídio é um tema bastante comum.

    ✂ Concisão (⭐▫): a escolha de palavras podia ser melhor, dando espaço para a personagem e menos para o cotidiano da clínica.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): pelos motivos apresentados, não gostei muito do texto. Mas não desanime, use as dicas que recebeu e continue evoluindo sempre.

  21. Simoni Dário
    24 de janeiro de 2017

    Conto que tem uma boa ideia, mas que acabou confuso. Os diálogos não estão ágeis, travando a leitura. O final trágico traz surpresa e impacto, mas ainda deixa muitas lacunas a serem preenchidas.
    Bom desafio!

  22. Srgio Ferrari
    24 de janeiro de 2017

    A descrição da paciente pode ser outra, realçando o fim. Muito boa ideia com palavras de modo geral (não só na descrição da mulher), diálogos e etc, que se forem reescritos vai tornar este micro um diamante pronto pra venda. Mas assim, não. Vale a pena reescrever.

  23. Fil Felix
    24 de janeiro de 2017

    Legal a ligação do título com a história, fazendo um complemento. Juciene deveria ter ido à consulta antes, quem sabe não teria um final diferente? O suicídio em si ganha ares diferentes por trazer a questão da “ajuda”. Geralmente, os motivos do pessoal se jogar de um prédio são outros. Mas houve alguns solavancos na história. A imagem (apesar de interessante) entrega o que vai acontecer e acabei sem surpresa nenhuma. Fazer um conto quase que só com diálogos é algo muito difícil porque as chances de ficar robótico são muitas, e aqui faltou um pouco de mais naturalidade nas falas. Alguns trechos parecem faltar palavras, acho que foram retiradas na hora do “corte”.

  24. catarinacunha2015
    24 de janeiro de 2017

    MERGULHO no ar rumo ao querido chão. Texto reflexivo, IMPACTO extremamente prejudicado pelo título e diálogo mal elaborado. Há confusão na fala das personagens. O autor precisaria de mais umas 100 palavras para ser feliz neste conto.

  25. Marco Aurélio Saraiva
    24 de janeiro de 2017

    Esse conto me fez refletir. O engraçado é que me parece que o conto não foi feito para gerar tanta reflexão, mas acabou gerando, rs rs rs.

    Pensei na importância do trabalho de uma terapeuta como ela. A pessoa que chega ali, arrasada, precisa de ajuda. Juciene já demonstrava que não confiava no processo, já que havia desmarcado quatro vezes. Estava receosa. Pelo final do conto, dá para entender que ela passava por maus bocados. O fato de ela ter ido até a doutora significava que talvez aquela era a sua última tentativa de manter-se viva. Esperava que a doutora a fizesse sentir melhor; talvez tirá-la da depressão.

    Mas até a doutora tinha coisas mais importantes para fazer, e a deixou sozinha na sala.

    Eu sempre tive os dois pés atrás quando penso em psicólogos. Já pensei em ir a alguns: muita gente fala que faz bem, mesmo que você não esteja passando por problemas sérios. Eu, por exemplo, tenho baixa auto-estima. Já cansei de ouvir gente falando que uma ajuda profissional cairia bem. O problema é que a imagem que eu tenho destas pessoas é de justamente doutores que nos olham de cima, com um caderno em mãos anotando o que falamos. Somos apenas “mais um cliente”. “Outro cara maluquinho que quer se tratar”. Por isso nunca fui. Sei que devo estar equivocado na minha imagem mental, mas não consigo tirá-la da cabeça.

    Juciene deveria estar passando pela mesma coisa. Nem a ajuda profissional a considerava gente: era só mais uma cliente. Aquilo, ao invés de salvá-la, foi a gota d´água.

    Gostei da reflexão que o conto gerou. A sua técnica, por outro lado, me incomodou um pouco. Houve confusão no tempo verbal (primeiro a narrativa está no presente e, logo depois, no pretérito) e o uso de uma ferramenta que odeio ver nas minhas leituras: essa confusão entre diálogo e ação. As duas linhas abaixo me dão nos nervos:

    – Doutora dá licença. Seguiu um sussurrou no ouvido.

    – Um momento, Juciene. Porta entreaberta.

    Para mim, a assistente entrou na sala e falou “Doutora, dá licença, seguiu um sussurro no ouvido”. E a doutora respondeu “Um momento, Juciene, porta entreaberta”.

    É sutil, mas atrapalha. Um travessão no lugar destes pontos finais, ou mesmo uma quebra de linha, teria valor incalculável. =)

  26. Tom Lima
    24 de janeiro de 2017

    Esse é conto de terror pra mim. 🙂
    Ficou um tanto confuso, porque, pra mim, é uma história sobre a terapeuta (se psiquiatra ou psicologa fica em aberto), e não sobre a moça que morre. Mas isso não fica bem marcado. Minha empatia fica com a terapeuta por ser da área, mas não sei se foi essa a intenção da melodia inacabada. Isso acontece por não ter nenhum indício dos motivos do suicídio.

    Boa sorte.

    Abraços.

  27. Felipe Teodoro
    23 de janeiro de 2017

    A consulta foi tarde demais… Então, quais foram minhas impressões sobre o conto:
    A escrita é regular, os diálogos em sua maioria funcionam bem. Mas acho que a ideia em si, não funciona muito bem, justamente por envolver um tema tão batido. E não há problema nenhum em escrever sobre suicídio, eu mesmo, gosto muito, mas o ponto importante é imprimir um estilo, um tempero melhor na narrativa. A sua escolha aqui foi omitir qualquer tipo de informação sobre a personagem e a possível causa do desfecho, acho que assim, a história acaba ficando um pouco sem sal. Essa foi minha impressão, mas tenho certeza que em um espaço maior, você consegue desenvolver melhor.

  28. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Começou muito bem, mas me decepcionei com o final. Me interessaria mais pela relação que poderia ser construída entre paciente e terapeuta.

  29. Gustavo Aquino Dos Reis
    23 de janeiro de 2017

    Puxa, Melodia.

    A premissa da sua obra é muito boa.
    Infelizmente, ela ficou muito aquém do que se poderia esperar.
    Algumas construções estão boas, porém a falta de revisão jogou contra.
    Temos aqui um diamante que faltou ser lapidado com mais esmero. Faça isso. Sempre é tempo. E nos presenteie com uma versão melhorada da sua criação.

    Parabéns.

  30. Evandro Furtado
    23 de janeiro de 2017

    Tive que reler pra entender o que havia acontecido. Acho que o que atrapalhou da primeira vez foi a falta de pontuação nas últimas duas falas, que não separaram o diálogo da narração.

    Resultado – Average

  31. Andre Luiz
    22 de janeiro de 2017

    -Originalidade(6,0): Um conto sobre suicídio que infelizmente não sai da linha de conforto.

    -Construção(6,0): Faltou uma explicação melhor para este final do conto. Eu entendi ser um suicídio, porém me pareceu aberto demais. As linhas no meio do texto também ficaram corridas, o que fez com que o brilho se perdesse.

    -Apego(6,0): Não consegui me conectar à Juciene, talvez porque ela tenha aparecido por muito pouco tempo.

    Boa sorte!

  32. juliana calafange da costa ribeiro
    22 de janeiro de 2017

    a premissa é boa, e é um tema relevante pra se tratar hoje em dia. Mas acho q vc precisa reescrever o seu conto, lapidando melhor as palavras. A coisa ficou meio sem alinhavo, a verossimilhança e os personagens se perdem, especialmente no momento em q a sessão é interrompida, acho q esse é o ponto que está estragando a construção da sua história, na minha opinião.

  33. Thayná Afonso
    22 de janeiro de 2017

    Acho que o conto teria me agradado mais se tivesse tido uma revisão mais atenta. Não me convenceu muito porque não deu tempo de me sentir envolvida, provavelmente por conta dos erros de revisão. Acredito que a maior dificuldade de Juciene era encarar o que enfrentava, afinal, chegar ao ponto de procurar ajuda médica é um momento em que você é obrigado a parar e pensar a que ponto chegou. Ver-se diante de um médico para contar o que te aflige, é aceitar que sim, você tem um problema e não pode lidar com ele por conta própria. Fiquei curiosa para saber o ponto de vista dela, o que a motivou a finalmente ir à consulta, o que tanto temia e porque se suicidar ali. Talvez o sussurro que ela ouviu fossem alucinações, quem sabe? Boa sorte.

  34. Cilas Medi
    21 de janeiro de 2017

    Nada, não achei nada, somente um texto confuso e com a sempre morte no final. Ao continuar nessa tendência, no final não vai sobrar gente viva no planeta. Só mau humor pela angústia da personagem que precisou ir à consulta para se atirar pela janela. Na casa dela não haveria essa possibilidade?

  35. Eduardo Selga
    21 de janeiro de 2017

    Está mal construído, sem o cuidado zelo à palavra escrita. Nas cinco linhas finais, por exemplo, parece que o texto segue a dinâmica da oralidade, em que muita coisa não é verbalizada porque outros elementos entram em ação, como o gestual e a entonação, que dispensam palavras.

    No texto escrito a dinâmica é outra, é preciso cuidado com a unidade de pensamento. Clareiras podem e devem ser abertas, mas não podem ser enormes. Afinal, não há o apoio de gestos e entonação.

  36. Fheluany Nogueira
    21 de janeiro de 2017

    A protagonista matou alguém ou cometeu suicídio? Ficou confuso, talvez pela construção do texto, talvez porque eu esteja cansada, não conseguindo concentrar na leitura.. Afinal, é uma boa trama e a situação criada chega a chocar o leitor. Parabéns pela ideia. Abraços.

  37. Bia Machado
    21 de janeiro de 2017

    Texto truncado, leitura truncada. O texto é o que é, mesmo assim há abertura demais nele: o que significa tudo aquilo? Por que a consulta tantas vezes marcada? Por que a mesma terapeuta? Por que teve que se matar ali? Muitos porquês… Uma das coisas que dificultou foi a questão da revisão, que parece não ter sido feita.

  38. Estela Menezes
    20 de janeiro de 2017

    Nem vou insistir em falar dos erros e do que faltou em cuidado e atenção na escrita, mas, para mim, a história perdeu em verossimilhança por conta de uma secretária que parece interromper a terapeuta a todo momento, coisa que não costuma e nem deveria acontecer, principalmente em se tratando de uma paciente que já indicava necessitar de um tratamento mais especial. E a saída da terapeuta, sem que houvesse na voz da secretária qualquer sinal de urgência, essa, então, seria injustificável. Um final interessante não deve ser construído a qualquer preço…

  39. Givago Domingues Thimoti
    20 de janeiro de 2017

    Eu gostei do tema, porém, os erros gramaticais tornaram a leitura difícil, truncada. Sobre a história, não tenho muito a comentar.
    Acho que poderia ter sido melhor escrito.
    Boa sorte!

  40. Amanda Gomez
    20 de janeiro de 2017

    Oi,

    A premissa é interessante, e me deixou curiosa conforme eu ia lendo. Mas a escrita não está boa, a sensação é de ler e ficar tropeçando, pelo texto truncado e com alguns erros.

    Não deu tempo para me afeiçoar a personagem, nem a terapeuta. A mensagem foi passada; as decisões, o impulso tudo dura um instante e não se pode voltar mais atrás. Talvez quando ela enfim aceitou começar o tratamento ela não planejou que iria se jogar pela janela. Foi o peso de ter que reviver suas angustias que a fez tomar essa decisão.

    Fica aquela sensação vazia, de que poderia ter sido diferente. Apesar de algumas ressalvas o texto é convidativo e traz reflexões.

    Boa sorte no desafio.

  41. Lee Rodrigues
    20 de janeiro de 2017

    A trama é clara, a mensagem que um instante pode mudar muita coisa, também.
    O “trem” foi a execução, não deu para se afeiçoar a sua persona, ficou superficial.

  42. waldo Gomes
    19 de janeiro de 2017

    Depois de tantos contos lidos e fracos, a vontade é seguir a moça no seu destino.

    Mas agora não.

    Conto fala de moça com problemas que se mata.

    O que ela tinha ? o que a levou a esse estágio ?

    Enfim… mal conduzido.

  43. Iolandinha Pinheiro
    19 de janeiro de 2017

    Juciene tinha problemas, e graves, mas o principal problema dela era confrontar-se com eles. Tanto que não suportando ter que contá-los, preferiu se matar. O texto já é muito evasivo e vc ainda capricha deixando-o mais truncado ainda. Não gostei disso. A gente tem que analisar noventa e nove contos, alguns cheios de truques, e chega este teu que além dos truques ainda vem com erros que prejudicam a compreensão. Não vai ganhar estrelinha pela maldade com a gente.

  44. Miquéias Dell'Orti
    19 de janeiro de 2017

    Olá,

    Apesar do tema recorrente, a ideia de deixar no ar um batalhão de perguntas foi bem sucedida para mim.

    Só achei que o texto carece de revisão e ficou muito na cara a supressão de algumas para adequar ao limite do desafio.

  45. Leandro B.
    18 de janeiro de 2017

    Oi, Melodia.

    Olha, acho que a falta de revisão prejudicou demais o texto. O espaço é limitado o que deve triplicar nossa atenção revisando. Claro, erros podem passar, mas acho que você teria evitado vários se tivesse deixado o texto dormir por uns dias e depois lidou outra vez.

    Dito isso, achei a história um tanto confusa. Não tenho certeza nem de que foi Juciene que se matou e não a doutora (visto que esta demonstrava tensão frente a possibilidade de chegada da paciente). Claro, o mais provável é que tenha sido Juciene.

    Achei que faltou um pouco de impacto ou mesmo de reflexão com a história. Os erros também não permitem uma grande apreciação de forma ou de um subtexto, que sinaliza uma existência (por que se matar na clinica? Por que a tensão da terapeuta?), mas não chega a prender.

    Claro, digo isso tudo como um leitor.

    Boa sorte.

    Abraços;

  46. Anderson Henrique
    18 de janeiro de 2017

    Texto bom, trágico e com um final arrebatador. Gostei. Mas vamos aprimorar, Melodia? Eu trocaria, por exemplo, o diálogo inicial pelo texto corrido, ou por uma narração da terapeuta constatando uma nova marcação de consulta da paciente que nunca aparece. O texto é bom como está, não se engane, mas faltou revisão. Quem quer o bom? Vamos ao ótimo, concorda?

  47. Vitor De Lerbo
    18 de janeiro de 2017

    A ideia é boa, uma pessoa que só recorre realmente à ajuda quando já não há mais nada a se fazer. A execução, porém, teve falhas que tiram a atenção da história.
    Menos diálogo e mais elucidação das ações também ajudariam o conto, que de fato tem um quê de roteiro de teatro.
    Boa sorte!

  48. Thiago de Melo
    17 de janeiro de 2017

    Amigo Autor,

    Que trágico, hein? A vida é assim mesmo: muitos querendo sair, outros tantos lutando com todas as forças para ficar.

    Gostei da sua história, mas fiquei um pouco em dúvida em algumas partes, principalmente para distinguir o que era fala do que era narração (“Porta entreaberta”, por exemplo).

    Gostei da história, mas ela precisa de um pouco de polimento.

    Um abraço!

  49. Priscila Pereira
    17 de janeiro de 2017

    Oi Melodia, eu gostei da ideia do seu texto, mas está faltando muita revisão aí né… principalmente separar as falas da narração. Mas como já disse, a ideia é muito boa. Boa sorte!!

  50. Luis Guilherme
    17 de janeiro de 2017

    Tarde amigo (a).
    Tudo bão por ai?

    Depois de ler três vezes, entendi e gostei.
    Achei que a linguagem tá meio confusa, isso atrapalha a compreensão. Uma revisão dando mais leveza e fluidez pro conto poderia valorizá-lo.

    Por outro lado, a trama é bem boa!

    Saiu pra atender a porta, voltou tarde demais.

    Pobre Juciene.

    Parabéns, tem criatividade. Boa sorte!

  51. Brian Oliveira Lancaster
    17 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Texto confuso. Foi a psicóloga que matou a personagem? Ou ela se suicidou? A falta de conectivos atrapalhou um pouco o entendimento geral. Temos duas personagens, uma que fala e a psicóloga. Depois entra a terceira, a mulher loira. Quem morreu? – 7,5
    O: Texto diferente, mas sem a compreensão necessária, fica difícil avaliar a originalidade. Os diálogos entrecortados não ajudam. Uma pequena revisão daria conta do recado (claro que aqui há o limite, mas algumas coisas podem ser suprimidas, menos o essencial para se entender a história). – 7,0
    D: O autor está começando, pelo visto. As ideias são ótimas, mas falta a coesão, a junção de história e escrita. Sugiro ler em voz alta. Vai notar que faltam algumas coisas, pistas sobre o que aconteceu, que, por exemplo, responderiam minhas perguntas acima. – 7,0
    Fator “Oh my”: está no caminho certo, basta um pouco mais de lapidação no contexto.

  52. Juliano Gadêlha
    17 de janeiro de 2017

    Um conto com potencial, mas alguns erros prejudicaram a fluidez da leitura e acabaram comprometendo e tornando confuso o desfecho. Mas é uma boa ideia, um relato interessante e bastante cotidiano. Basta uma revisadinha e ele ficaria muito bom. Continue com o bom trabalho!

  53. Laís Helena Serra Ramalho
    16 de janeiro de 2017

    As faltas de Jucilene às consultas me deixou intrigada, mas no fim o conto me decepcionou. Ficou inacabado, com pontas soltas demais. Por que ela faltou a quatro consultas antes de resolver aparecer? Por que se suicidou? Foi ela que planejou a interrupção da consulta ou foi algo aleatório? Acho que seria interessante responder essas perguntas, mesmo que as respostas ficassem subentendidas.

    Quanto à escrita, alguns problemas escaparam à revisão, como as vírgulas faltantes e a narrativa que se mistura às falas sem separação por travessão ou em um novo parágrafo. Também não entendi o motivo de descrever Jucilene: no fim essas informações não revelaram nada sobre o desfecho.

  54. Victor F. Miranda
    16 de janeiro de 2017

    Gostei da forma como você plantou as dicas pra justificar o final, o foreshadowing. Mas a falta de um travessão pra separar a narrativa do diálogo prejudicou o ritmo da leitura. Mesmo assim, é uma boa história. Boa sorte.

  55. Thata Pereira
    16 de janeiro de 2017

    Um trecho me deixou confusa:

    “Começou a ouvir, mas foi interrompida. (quem começou a ouvir?)

    – Doutora dá licença. Seguiu um sussurrou no ouvido. (estavam apenas a doutora e a Julicilene na sala, pensei que ela havia dito isso, demorei para sacar que a secretária que havia interrompido)”

    Infelizmente esses pontos comprometeram a história para mim.

    Boa sorte!

  56. Gustavo Castro Araujo
    16 de janeiro de 2017

    O conto é interessante na medida em que deixa no ar os motivos pelos quais Juciene, uma mulher alta, atraente, se suicidou. Ao que parece, deveria seguir a terapia há tempos, provavelmente para mitigar o desejo de acabar com a própria vida – ou, de repente, nem isso. De todo modo, num instante, tudo termina, com um salto para o vazio. Apesar das entrelinhas, senti que faltou algo mais concreto, que pudesse me afeiçoar a Juciene. Do jeito que ficou, o conto lembrou mais um relato jornalístico do que uma história.

  57. Davenir Viganon
    16 de janeiro de 2017

    A leitura foi truncada. Consegui entender a estória mas não desfrutá-la. A estória é boa, parece que era bem maior e foi sento enxugada. Deve ter sido ai que os erros vieram. As sutilezas foram bem interessantes. A terapeuta que num deslize desencadeia um suicídio e as pistas estavam ali vieram a tona com o desfecho trágico.

  58. Rubem Cabral
    16 de janeiro de 2017

    Olá, Melodia.

    Achei a história bem simples. Alguém, possivelmente com depressão ou algum distúrbio, marca e não vai à psiquiatra por várias vezes. Um dia vai e, numa distração do profissional, se mata.

    A se perguntar: pq Juciene não se mataria em casa? Pq escolher o consultório? Teria sido forçada a ir? Teria algum envolvimento não profissional? Acho que muita coisa ficou nas entrelinhas…

    Houve alguns erros de pontuação que comprometeram um pouco a leitura.

    Nota: 6.5

  59. Matheus Pacheco
    15 de janeiro de 2017

    Será que todas as faltas da paciente eram por causa de um planejamento para tirar sua própria vida no consultório? Ou sera que foi no calor do momento?
    Um ótimo conto e um abração ao criador dele.

  60. Tatiane Mara
    15 de janeiro de 2017

    Olá …

    Paciente com problemas se suicida.

    Construir diálogos não é uma tarefa fácil, eles podem ajudar ou afundar um texto, nesse caso, acho que a canoa furou, porque todas as falas individualizadas são dispensáveis.

    Boa sorte.

  61. Ceres Marcon
    15 de janeiro de 2017

    Pobre Juciene!
    Ninguém, a não ser aquele que sofre de depressão sabe o quanto é difícil manter a lucidez e não desejar o término da vida. Um tema muito bom, que leva muitos a pensar sobre as dificuldades dos depressivos. Tem potencial.
    O fim não surpreende, a rapidez em chegar ao desfecho deixa muita coisa em aberto. Poderia ter explorado um pouco mais, talvez do ponto de vista de Juciene.
    Parabéns!

  62. Tiago Volpato
    15 de janeiro de 2017

    A ideia do texto é boa, possui alguns erros que em alguns momentos deixa o texto confuso. Não tinha entendido que a paciente tinha pulado pela janela. Em primeiro momento achei que tinha sido algum assassinato. Na minha opinião poderia ter algum indicativo mais claro do que aconteceu.
    Abraços.

  63. Luiz Eduardo
    15 de janeiro de 2017

    Acho que – talvez pela necessidade de concisão – a história se desenvolveu um pouco acelerada demais, de maneira que ficou dificil acompanhar a situação e se envovler com a trama. A situação é inteligente e o final também, mas acho que pecou pleo excesso de diálogos. Boa sorte

  64. Carlos Marques
    15 de janeiro de 2017

    Acho que – talvez pela necessidade de concisão – a história se desenvolveu um pouco acelerada demais, de maneira que ficou dificil acompanhar a situação e se envovler com a trama. A situação é inteligente e o final também, mas acho que pecou pleo excesso de diálogos. Boa sorte

  65. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    15 de janeiro de 2017

    Uma ideia interessante porém prejudicada pela incoerência textual. Faltou algo a mais para atrair o leitor.

  66. mariasantino1
    14 de janeiro de 2017

    Oi!

    Então, vc deu umas pistas que instigaram como por exemplo as muitas vezes que a paciente marcou a consulta, e depois a aparência da Juciene que acaba se revelando só casca. Não acho que a moça fez o que fez devido às interrupções, mas sim porque foi deixada de lado. O trabalho da terapeuta era ceder atenção, veja só como um simples ato pode ser estopim para quem já está pilhado.

    Boa sorte no desafio.

  67. José Leonardo
    14 de janeiro de 2017

    Olá, Melodia Inacabada.

    Acredito ter captado o mote do seu conto, mas do quilômetro zero até o sentido real há uma estrada obstaculizada por erros vários, falta de paragrafação, supressão da vírgula no vocativo e travessões. Após o certame, sugiro cuidadosa revisão.

    A sua ideia é muito boa. Juciene, por motivos extremos que não conhecemos, precisava urgentemente se consultar, mas isso a deixava nervosíssima (sinal de que o motivo era bem delicado). Quando criou coragem e foi, a doutora deveria ter dado atenção total a ela, mas em vez disso atendeu a uma interrupção de sua secretária. O final foi trágico, mas nem de longe totalmente inesperado. Presumo que Juciene estava numa confusão psicológica extrema, rara.

    Boa sorte neste desafio.

  68. Antonio Stegues Batista
    14 de janeiro de 2017

    Uma jovem que vai ao terapeuta e num momento de distração, ela se atira pela janela. Não deu para saber s a interrupção tinha algo a ver com o problema dela. De qualquer modo, ela fez o que estava a adiando há tempos. A história não me impressionou, mas gostei do modo como foi narrada.

  69. Zé Ronaldo
    14 de janeiro de 2017

    Conto fechado, está tudo ali, de bandeja, para o leitor. Mais mole do que isso só mastigando água. O micro tem que levar a pulga atrás da orelha do leitor. Porém, o conto tem uma ideia muito boa e um desfecho excepcional, apesar dos erros de pontuação e ortografia.

  70. elicio santos
    14 de janeiro de 2017

    O diálogo mal elaborado prejudicou a compreensão do desfecho. A ideia do conto é boa, mas faltou técnica. Boa sorte!

  71. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    A ideia é boa, mas precisa lapidar mais. Faltou algum motivo para o suicídio, mesmo que nas entrelinhas.

  72. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    14 de janeiro de 2017

    Intenso e atual. Casos de pacientes saírem de consultas e se suicidarem é mais comum do que se imagina. As vozes falam mais alto…

  73. Fernando Cyrino
    14 de janeiro de 2017

    Achei meio confuso o conto. Gosto do argumento, gera expectativa no leitor (gerou em mim), mas essa não se confirma nos fatos narrados a seguir. Não gosto do final e ele só me aumentou a confusão. Acho que o texto precisa ser melhor trabalhado. Acho, por exemplo, que seria suficiente um único travessão, eis que é só a secretária que fala, mesmo que se repare que há a interlocução da psicanalista na conversa. Abraços e sucesso.

  74. Vanessa Oliveira
    14 de janeiro de 2017

    Uau, não esperava o final. Coitada da Juciene, estava tão desesperada que sequer conseguiu esperar mais. Eu consegui entender que ela se suicidou pela janela (provavelmente), já que a doutora estava do outro lado da porta. Gostei da descrição, o semblante de angustia, o fato de ela ter faltado tantas vezes e, por fim, decidido ir, e, no mesmo dia, se suicidado, quer dizer que ela precisava muito de ajuda, e rápido. Isso pode até ser uma representação do descaso de muitos médicos, que preferem apenas medicar a ouvir, de fato, aos pacientes. Bem, gostei, apesar dos erros e tudo mais, acho que com uma revisão rápida você corrige. Boa sorte!

  75. andré souto
    14 de janeiro de 2017

    Um momento…ms era o decisivo.O enredo é bom,mas o desfecho a meu ver,poderia ser um pouco mais estendido,em detrimento do início.

  76. Bruna Francielle
    14 de janeiro de 2017

    Bem, eu não sei se entendi, ou se há algo para entender.
    Em princípio, achei estranho o corpo da Juciene aparecer no térreo, pois eu imaginei que a doutora estaria logo na outra sala na frente da porta do consultório e teria visto que a Juciene saiu.
    Infelizmente, achei que não tem muito sentido o texto.
    Deu a entender que ela foi para uma consulta, a terapeuta saiu, ela saiu da sala também se matou no térreo. Mas não vi sentido para as ações

  77. Guilherme de Oliveira Paes
    13 de janeiro de 2017

    Há intensidade e a estrutura é boa. É claro sem ser óbvio.

  78. Olisomar Pires
    13 de janeiro de 2017

    Revisão urgente.

    A trama passa por pessoa com problemas psiquiátricos que resolve se suicidar bem no prédio da médica.

    Infelizmente, os erros são visíveis demais para que permitam a estória aparecer.

  79. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    É um bom conto. Triste, porque as circunstâncias mostram. Os diálogos o deixam ágil e, apesar e ter uns errinhos de escrita, não senti travar a leitura. O final não chega a surpreender. É um final aceitável, embora trágico.

  80. angst447
    13 de janeiro de 2017

    Conto ágil, nem dá tempo para pensar. O diálogo força o ritmo a acelerar bastante. A tensão aumenta e o final não chega a chocar, mas entristece. Lembrou-me de um caso bem triste que aconteceu aqui com um amigo.
    Os errinhos já foram apontados pelo Fábio Baptista. Acho que entendi o que ele quis dizer quanto ao travessão:
    – Um momento, Juciene. Porta entreaberta.
    Ficaria assim :
    – Um momento, Juciene. – Porta entreaberta.
    (para separar o diálogo da parte narrativa (Porta entreaberta). Do jeito que está, parece que “porta entreaberta” faz parte da fala da doutora.
    Boa sorte!

    • Glória W. de Oliveira Souza
      13 de janeiro de 2017

      Agradeço a sua análise. Ficou para claro para mim angst447 a sua explicação sobre a questão do travessão apontado pelo Fabio Baptista. Para mim, como os travessões faziam parte dos diálogos, julgava que ao utilizar (somente percebi isso depois que o Fábio apontou) o travessão estaria confundindo o leitor. E você apontou que é ao contrário. Obrigada pelo toque.

  81. Anorkinda Neide
    13 de janeiro de 2017

    É, um texto rápido, frases curtas, parece um roteiro para teatro (nao q eu conheça muitos,mas meio q marca posições, sabe?)
    Fiquei com raiva da secretária.. mas q metida! e pq interrompeu? acho que sessoes de terapias nao devem ser interrompidas. me parece q tem alguma ligação ae, entre ela e a paciente.
    Dá muita dó da suicida, o texto fica forte por isso.
    abraços

    • Glória W. de Oliveira Souza
      13 de janeiro de 2017

      Muito obrigada pelas observações Anorkinda. Coitada da secretária. Não fique com raiva dela. Há subtendido um fato muito grave entre o sussurrar da secretária e saída da terapeuta. Seriam policiais. Ou bandidos?. A paciente percebe (porta entreaberta) estar encurralada e toma uma decisão. Lembra CSI não?

  82. Sabrina Dalbelo
    13 de janeiro de 2017

    Oi colega! É um texto bom.

    Como tu deve ter notado, esses desacertos de escrita, que acabaram com que o leitor se confundisse entre o que era diálogo e o que era apenas narrado, atrapalharam a fluidez da leitura.

    Tome um tempinho para revisar teus textos, vale a pena.

  83. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    É um microconto com boa trama. Quando um paciente com problemas mentais pede ajuda, não cabe ao psicólogo ou psiquiatra julgar ou condenar. Pelo contrário, esse precisa ser o que mais lhe dará atenção e compreensão. Falta mais amor no mundo, e compreensão. Tem alguns errinhos no texto, mas nada que tire o peso da mensagem passada. Parabéns.

    • Glória W. de Oliveira Souza
      13 de janeiro de 2017

      Virgílio, obrigada pela análise, E muito obrigada pela gentileza ao afirmar que “Tem alguns errinhos no texto”. São desleixos mesmos. Eu detesto fazer revisão. E dá nisso. Ainda bem que temos quem nos alerta sobre isso. Preciso retreinar minha produção, mesmo sentindo saturada pela profissão.

  84. Fabio Baptista
    13 de janeiro de 2017

    Num conto desse tamanho, erros gramaticais saltam muito aos olhos e prejudicam a fluidez do texto:

    – A terapeuta viu moça alta
    >>> a moça alta

    – Dá licença doutora
    >>> Dá licença, doutora

    – Doutora dá licença
    >>> Doutora, dá licença

    – Seguiu um sussurrou no ouvido
    >>> Sussurro

    – Um momento, Juciene. Porta entreaberta.
    >>> Seria melhor separar esse “Porta entreaberta” com um travessão. Desse jeito ficou parecendo que era continuação do diálogo.

    Bom, o conto é interessante por criar a expectativa sobre a consulta de Juciene. A dúvida “Por que será que ela desmarcou tantas vezes antes?” nos leva a querer descobrir logo o mistério. A ideia do desfecho foi boa, mas falhou na execução, não trazendo o impacto que poderia trazer.

    Abraço!

    • Glória W. de Oliveira Souza
      13 de janeiro de 2017

      Fabio Baptista, gostei do seu comentário. Está corretíssimo quanto aos descuidados gramaticais. Tenho enorme preguiça em fazer revisão. Sei que preciso. Mas assumo: sou desleixada. Faço apenas observação sobre dois pontos: em relação a porta entreaberta e a dúvida sobre haver tanta desmarcação de consultas. Em relação a frase ‘Um momento, Juciene. Porta entreaberta”, trata-se de duas cenas. A primeira é um diálogo e a segunda é uma cena após o diálogo. Falou e saiu. Neste caso, creio eu, a inclusão do travessão indicaria continuação do diálogo. Que não houve. Já em relação a dúvida, a mesma se dissipa com o fechamento. Ou seja, uma pessoa que tinha transtorno – o que a fez faltar em muitos agendamentos – resultou no possível suicídio. No mais, muito obrigada pelo análise.

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .