EntreContos

Literatura que desafia.

Tardia Consulta (Glória Souza)

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– Dá licença doutora. A Juciene marcou nova consulta.

– Ela marcou quatro vezes. Não apareceu.

– Sim. Jurou que não vai faltar.

Dias e dias depois, a terapeuta está um pouco tensa. Primeira consulta de Juciene. O momento chegou.

– Doutora, mando a Juciene entrar?

A terapeuta viu moça alta, cabelos aloirados, salto 15. Um pouco desengonçada. Atraente. E semblante de angústia.

Começou a ouvir, mas foi interrompida.

– Doutora dá licença. Seguiu um sussurrou no ouvido.

– Um momento, Juciene. Porta entreaberta.

Voltou. Sala vazia. No banheiro, ninguém.

No térreo, um corpo estendido no chão.

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88 comentários em “Tardia Consulta (Glória Souza)

  1. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Ideia bacana, but… rolou um caos ali pelo meio do seu texto. Talvez você pudesse ter dando uma elaborada melhor, uma lapidada nessa personagem central.
    Mas boa sorte!

  2. Lídia
    27 de janeiro de 2017

    Gostei muito do micro, sério.
    Ao meu ver, só faltou deixar mais explícito a quem pertencem as falas dos diálogos.
    Boa sorte!

  3. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Gostei da ideia, mas o texto ficou um pouco confuso! Boa sorte!

  4. andressa
    27 de janeiro de 2017

    Acredito que a ideia foi boa, mas faltou colocar sentido nos fatos. Boa sorte!

  5. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Oi, Melodia.
    O final ficou ambíguo. Daria até para a doutora ter ficado tão louca com a personagem de descambou para o fim. Tem uma boa ideia aí, mas faltou um pouco de corpo, uns sentidos, sensações, alma, enfim, ficou frio.
    Abs,

  6. Sidney Muniz
    27 de janeiro de 2017

    Tan…tan…tan….tan!

    Agora sim, esse foi dos mais malucos que li.

    Respostas para mil perguntas, tem? Que que houve aqui? To perdido. A médica era doida? Depressiva? Que louco… Viajei, boiei geral!

    Deus me acuda, pois não se o que dizer ou pensar.

    Incrível como as vezes não gostamos de algumas coisas, tipo eu do seu conto. Gosto de coisas doidas, mas não tão doidas assim, estou reclamando de alguns contos fechados demais, mas o seu é cheio de buracos que o deixam incompleto e para mim sem sentido.

    Aí o que eu faço? Eu simplesmente precisarei esperar o término do desafio para ver o que dá para pensar. Parabéns!

  7. Poly
    27 de janeiro de 2017

    Do meio para o final eu me perdi no texto, acredito que as falas tenham se misturado com as descrições. Quebrei um pouco a cabeça mas não consegui chegar a nenhuma conclusão, se a paciente saiu da sala, se a terapeuta saiu, quem voltou, quem pulou. Acredito que, atentando-se a estes detalhes, poderia ter saído algo interessante.

  8. Pedro Luna
    26 de janeiro de 2017

    Infelizmente achei extremamente confuso devido a construção escolhida. No início, não se sabe quem conversa com a doutora, apesar de depois ficar um pouco claro que se trata de uma assistente, secretária. No entanto, já começar perdido já minou minha paciência. Fui em frente e vi que nos diálogos não houve uma separação entre fala e situação. Até entendi o que aconteceu com a paciente, mas o impacto foi perdido. Não gostei, desculpe. Acho que o autor ou autora acabou se embaralhando com o pequeno limite de palavras e não conseguiu contar a trama.

  9. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    26 de janeiro de 2017

    Olá, Melodia,

    Tudo bem?

    Seu título complementa a obra e faz com que o entendimento do todo seja possível. A imagem faz o mesmo.

    A paciente se matou devido à demora em se marcar uma consulta. O quadro foi-se agravando e quando chegou ao consultório já era tarde, não é?

    A ideia da premissa é boa e o formato faz até parece que se trata de um conto mais longo.

    Encontrei um pequeno errinho de revisão. Creio que foi algo que passou. Uma bobagem no “sussurrou”.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  10. Jowilton Amaral da Costa
    26 de janeiro de 2017

    Não gostei muito não. Achei meio forçada de barra o esse suicídio da Juciene no consultório, não me causou o impacto necessário para gostar do conto. O não uso do travessão para separar a voz do personagem com a do narrador, confundiu um pouco a minha leitura. Boa sorte.

  11. Renato Silva
    26 de janeiro de 2017

    Antes de tudo, me diga.
    ” — Um momento, Juciene. Porta entreaberta.”

    A segunda sentença é parte da fala a personagem ou do narrador deizndo que a porta ficou entreaberta? Isso me deixou confuso. Não for parte do diálogo, então faltou um travessão aí.

    Achei um tanto antiprofissional a terapeuta deixar a paciente sozinha, principalmente numa situação delicada como essa. Um profissional desse tipo só sairia se tivesse a mãe morrendo, e olhe lá. Isso não me convenceu. Na verdade, o conto como todo ficou estranho. As situações ficaram um pouco forçadas. Quem sabe, você reescrevendo a mesma cena, ela não fica bem legal? Te desejo boa sorte.

  12. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    Novamente um conto com uma grande ideia em potencial, mas que peca muito pela execução. Faltou pontuação, carinho com o diálogo, algumas informações depois das falas, o que não ocorre nem em roteiro audiovisual.
    Veja bem, aqui esses erros deixaram o conto bastante confuso. Fosse um acento ou uma vírgula, não teria qualquer problema, mesmo sendo um conto tão curto.
    Volto a repetir, tenho que é uma ideia muito, muito boa. Bem trabalhada e, talvez, com diálogos mais afiados pode, sim, decolar.
    De qualquer modo, parabéns e boa sorte no desafio.

  13. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    a leitura não me empolgou, ficou demasiada coisa por explicar, resultando um texto confuso e inexplicável

  14. Douglas Moreira Costa
    25 de janeiro de 2017

    Gostei da forma como abordou o fato, fugiu um pouco do comum, não fez do suicídio o único foco, tem todo um contexto criado por trás dos diálogos curtos. Fica um pouco confuso por causa da pontuação e os diálogos misturados com ações. Mas eu geralmente não levo isso em conta desde que eu consiga entender o texto. E seu caso eu entendi, um conto muito bom, bem conduzido, com colunas que deixa ara nós preenchermos com a imaginação. Parabéns.

  15. Andreza Araujo
    25 de janeiro de 2017

    Um assunto bem delicado. A moça tinha problemas, precisava de ajuda. Hesitou aparecer nas consultas marcadas, talvez por insegurança ou medo de enfrentar seus problemas. E quando finalmente aparece, a terapeuta vacila e a paciente desiste da consulta e da vida. Excelente conto. Só pecou na revisão, o final está bem confuso e as falas se misturam com as ações. Precisei reler algumas vezes pra entender a baguncinha hehehe

  16. Tiago Menezes
    25 de janeiro de 2017

    Gostei do tema. Muitos médicos não se importam muito com seus pacientes, apesar de nesta situação a médica ter apenas deixado Juciene sozinha por uns minutos. Infelizmente o limite de palavras e de tempo lhe atrapalhou. Você precisa dar uma boa revisão, e em alguns locais será preciso alterar algumas palavras. O final ficou extremamente corrido. Boa sorte.

  17. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Mais do que ficção, a situação em tela é um risco real, dado o desinteresse que muitas vezes alguns psiquiatras ou psicólogos tratam a situação mental de seus pacientes. Gostei do tema, apesar da inevitável antecipação do final. Já quanto à técnica, os limites de palavras do desafio obrigaram o autor a ser extremamente lacônico. Em algumas frases e divisões, até misturando as coisas ( – Um momento, Juciene. Porta entreaberta.) Mas acho que o resultado final foi bem positivo.

  18. Wender Lemes
    24 de janeiro de 2017

    Olá! Uma reação razoavelmente estranha para alguém que havia resolvido dar uma chance à terapeuta, mas releva-se isso em prol da ideia geral – que é bem interessante. Acredito que a parte descritiva de Juciene tenha tomado um espaço crucial, que acabou fazendo falta para que a finalização ficasse um pouco mais clara (principalmente em relação ao “sussurro no ouvido” e à “porta entreaberta”).
    Parabéns e boa sorte.

  19. Victória
    24 de janeiro de 2017

    Achei bacana a proposta e o título é bastante adequado. Alguns erros de construção prejudicaram a narrativa, mas valeu o conto. Concordo com o pessoal que está apontando problemas na “revisão”

  20. Leo Jardim
    24 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐▫▫): se eu entendi, uma mulher com problemas psiquiátricos tenta marcar consultas, nunca vai e, qdo vai, se mata. Achei muito simples, sem motivações ou desenvolvimento melhor para me apegar à personagem, contada tão a distância.

    📝 Técnica (⭐▫▫): bastante crua, precisando de uma boa trabalhada, a começar pela pontuação, como colocar vírgula no vocativo (“Dá licença *vírgula* doutora”) e travessão para separar narração da fala (veja: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/5330279) para ajudar no fluxo dá leitura.

    💡 Criatividade (⭐▫): você já deve ter percebido que suicídio é um tema bastante comum.

    ✂ Concisão (⭐▫): a escolha de palavras podia ser melhor, dando espaço para a personagem e menos para o cotidiano da clínica.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): pelos motivos apresentados, não gostei muito do texto. Mas não desanime, use as dicas que recebeu e continue evoluindo sempre.

  21. Simoni Dário
    24 de janeiro de 2017

    Conto que tem uma boa ideia, mas que acabou confuso. Os diálogos não estão ágeis, travando a leitura. O final trágico traz surpresa e impacto, mas ainda deixa muitas lacunas a serem preenchidas.
    Bom desafio!

  22. Srgio Ferrari
    24 de janeiro de 2017

    A descrição da paciente pode ser outra, realçando o fim. Muito boa ideia com palavras de modo geral (não só na descrição da mulher), diálogos e etc, que se forem reescritos vai tornar este micro um diamante pronto pra venda. Mas assim, não. Vale a pena reescrever.

  23. Fil Felix
    24 de janeiro de 2017

    Legal a ligação do título com a história, fazendo um complemento. Juciene deveria ter ido à consulta antes, quem sabe não teria um final diferente? O suicídio em si ganha ares diferentes por trazer a questão da “ajuda”. Geralmente, os motivos do pessoal se jogar de um prédio são outros. Mas houve alguns solavancos na história. A imagem (apesar de interessante) entrega o que vai acontecer e acabei sem surpresa nenhuma. Fazer um conto quase que só com diálogos é algo muito difícil porque as chances de ficar robótico são muitas, e aqui faltou um pouco de mais naturalidade nas falas. Alguns trechos parecem faltar palavras, acho que foram retiradas na hora do “corte”.

  24. catarinacunha2015
    24 de janeiro de 2017

    MERGULHO no ar rumo ao querido chão. Texto reflexivo, IMPACTO extremamente prejudicado pelo título e diálogo mal elaborado. Há confusão na fala das personagens. O autor precisaria de mais umas 100 palavras para ser feliz neste conto.

  25. Marco Aurélio Saraiva
    24 de janeiro de 2017

    Esse conto me fez refletir. O engraçado é que me parece que o conto não foi feito para gerar tanta reflexão, mas acabou gerando, rs rs rs.

    Pensei na importância do trabalho de uma terapeuta como ela. A pessoa que chega ali, arrasada, precisa de ajuda. Juciene já demonstrava que não confiava no processo, já que havia desmarcado quatro vezes. Estava receosa. Pelo final do conto, dá para entender que ela passava por maus bocados. O fato de ela ter ido até a doutora significava que talvez aquela era a sua última tentativa de manter-se viva. Esperava que a doutora a fizesse sentir melhor; talvez tirá-la da depressão.

    Mas até a doutora tinha coisas mais importantes para fazer, e a deixou sozinha na sala.

    Eu sempre tive os dois pés atrás quando penso em psicólogos. Já pensei em ir a alguns: muita gente fala que faz bem, mesmo que você não esteja passando por problemas sérios. Eu, por exemplo, tenho baixa auto-estima. Já cansei de ouvir gente falando que uma ajuda profissional cairia bem. O problema é que a imagem que eu tenho destas pessoas é de justamente doutores que nos olham de cima, com um caderno em mãos anotando o que falamos. Somos apenas “mais um cliente”. “Outro cara maluquinho que quer se tratar”. Por isso nunca fui. Sei que devo estar equivocado na minha imagem mental, mas não consigo tirá-la da cabeça.

    Juciene deveria estar passando pela mesma coisa. Nem a ajuda profissional a considerava gente: era só mais uma cliente. Aquilo, ao invés de salvá-la, foi a gota d´água.

    Gostei da reflexão que o conto gerou. A sua técnica, por outro lado, me incomodou um pouco. Houve confusão no tempo verbal (primeiro a narrativa está no presente e, logo depois, no pretérito) e o uso de uma ferramenta que odeio ver nas minhas leituras: essa confusão entre diálogo e ação. As duas linhas abaixo me dão nos nervos:

    – Doutora dá licença. Seguiu um sussurrou no ouvido.

    – Um momento, Juciene. Porta entreaberta.

    Para mim, a assistente entrou na sala e falou “Doutora, dá licença, seguiu um sussurro no ouvido”. E a doutora respondeu “Um momento, Juciene, porta entreaberta”.

    É sutil, mas atrapalha. Um travessão no lugar destes pontos finais, ou mesmo uma quebra de linha, teria valor incalculável. =)

  26. Tom Lima
    24 de janeiro de 2017

    Esse é conto de terror pra mim. 🙂
    Ficou um tanto confuso, porque, pra mim, é uma história sobre a terapeuta (se psiquiatra ou psicologa fica em aberto), e não sobre a moça que morre. Mas isso não fica bem marcado. Minha empatia fica com a terapeuta por ser da área, mas não sei se foi essa a intenção da melodia inacabada. Isso acontece por não ter nenhum indício dos motivos do suicídio.

    Boa sorte.

    Abraços.

  27. Felipe Teodoro
    23 de janeiro de 2017

    A consulta foi tarde demais… Então, quais foram minhas impressões sobre o conto:
    A escrita é regular, os diálogos em sua maioria funcionam bem. Mas acho que a ideia em si, não funciona muito bem, justamente por envolver um tema tão batido. E não há problema nenhum em escrever sobre suicídio, eu mesmo, gosto muito, mas o ponto importante é imprimir um estilo, um tempero melhor na narrativa. A sua escolha aqui foi omitir qualquer tipo de informação sobre a personagem e a possível causa do desfecho, acho que assim, a história acaba ficando um pouco sem sal. Essa foi minha impressão, mas tenho certeza que em um espaço maior, você consegue desenvolver melhor.

  28. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Começou muito bem, mas me decepcionei com o final. Me interessaria mais pela relação que poderia ser construída entre paciente e terapeuta.

  29. Gustavo Aquino Dos Reis
    23 de janeiro de 2017

    Puxa, Melodia.

    A premissa da sua obra é muito boa.
    Infelizmente, ela ficou muito aquém do que se poderia esperar.
    Algumas construções estão boas, porém a falta de revisão jogou contra.
    Temos aqui um diamante que faltou ser lapidado com mais esmero. Faça isso. Sempre é tempo. E nos presenteie com uma versão melhorada da sua criação.

    Parabéns.

  30. Evandro Furtado
    23 de janeiro de 2017

    Tive que reler pra entender o que havia acontecido. Acho que o que atrapalhou da primeira vez foi a falta de pontuação nas últimas duas falas, que não separaram o diálogo da narração.

    Resultado – Average

  31. Andre Luiz
    22 de janeiro de 2017

    -Originalidade(6,0): Um conto sobre suicídio que infelizmente não sai da linha de conforto.

    -Construção(6,0): Faltou uma explicação melhor para este final do conto. Eu entendi ser um suicídio, porém me pareceu aberto demais. As linhas no meio do texto também ficaram corridas, o que fez com que o brilho se perdesse.

    -Apego(6,0): Não consegui me conectar à Juciene, talvez porque ela tenha aparecido por muito pouco tempo.

    Boa sorte!

  32. juliana calafange da costa ribeiro
    22 de janeiro de 2017

    a premissa é boa, e é um tema relevante pra se tratar hoje em dia. Mas acho q vc precisa reescrever o seu conto, lapidando melhor as palavras. A coisa ficou meio sem alinhavo, a verossimilhança e os personagens se perdem, especialmente no momento em q a sessão é interrompida, acho q esse é o ponto que está estragando a construção da sua história, na minha opinião.

  33. Thayná Afonso
    22 de janeiro de 2017

    Acho que o conto teria me agradado mais se tivesse tido uma revisão mais atenta. Não me convenceu muito porque não deu tempo de me sentir envolvida, provavelmente por conta dos erros de revisão. Acredito que a maior dificuldade de Juciene era encarar o que enfrentava, afinal, chegar ao ponto de procurar ajuda médica é um momento em que você é obrigado a parar e pensar a que ponto chegou. Ver-se diante de um médico para contar o que te aflige, é aceitar que sim, você tem um problema e não pode lidar com ele por conta própria. Fiquei curiosa para saber o ponto de vista dela, o que a motivou a finalmente ir à consulta, o que tanto temia e porque se suicidar ali. Talvez o sussurro que ela ouviu fossem alucinações, quem sabe? Boa sorte.

  34. Cilas Medi
    21 de janeiro de 2017

    Nada, não achei nada, somente um texto confuso e com a sempre morte no final. Ao continuar nessa tendência, no final não vai sobrar gente viva no planeta. Só mau humor pela angústia da personagem que precisou ir à consulta para se atirar pela janela. Na casa dela não haveria essa possibilidade?

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Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .