EntreContos

Detox Literário.

A Música Silenciosa (Laís Helena)

Capa e vestido se agitavam em uma dança silenciosa. A música tocava nas mentes dos dançarinos.

— Sabe, a gente podia fazer essa música tocar de verdade — a moça comentou.

— É? — O interesse brilhou nos olhos do moço.

— É, mas não no aparelho de som. Vamos fazer os livros cantarem.

O moço sorriu.

— Eles vão ficar arrepiados.

— Imagina os jornais amanhã: família alega ataque de fantasmas e dorme de cobertor na noite mais quente do ano.

Riram. Era bom estar morto. Muita diversão, nenhuma conta para pagar.

O pensamento fluiu entre eles. Riram outra vez.

— Os vivos são tão apegados!

Anúncios

82 comentários em “A Música Silenciosa (Laís Helena)

  1. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Muito bom! uma boa escrita. Esse foi pro top 20!!! boa sorte e parabéns! 🙂

  2. Thayná Afonso
    27 de janeiro de 2017

    Gostei da ideia, ainda mais dessa ironia, mas a execução do conto não me agradou. Provavelmente foram os diálogos que não me ganharam e a ultima frase pareceu desconexa com o restante do conto. Enfim, boa sorte!

  3. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    27 de janeiro de 2017

    Uma forma cômica e divertida de se olhar por fora da gente, sem maiores responsabilidades além de observar a loucura desnecessária com que levamos a vida.

  4. Victoria
    27 de janeiro de 2017

    Achei o conto divertido. É um texto leve que traz um outro lado da assombração – os fantasmas se divertindo! Boa sorte

  5. Leandro B.
    27 de janeiro de 2017

    Oi, Etérea.

    O micro me lembrou um conto do Clive Barker em que um casal de fantasmas retorna a um motel para tentar salvar o casamento no além tumulo. Claro, lá a coisa acaba andando em direção ao horror.

    Gostei da releitura da assombração, mas acho que as construções não foram tão felizes. Tive a impressão de que precisava de mais palavras e não conseguiu resolver a questão da diminuição de palavras de forma eficiente.

  6. rsollberg
    27 de janeiro de 2017

    hahaha, bom conto!
    Tem algo de “os fantasmas se divertem”. Os espíritos ainda atrelados ao nosso plano, curtindo a imortalidade de um jeito tão humano. Podiam colocar um disco na vitrola, mas isso seria muito clichê, por isso querem algo mais inovador, para o infortúnio da pobre família.. O mais interessante é que eles criticam os vivos pelo apego as obrigações, mas eles mesmo também são apegados ao mundo dos vivos, caso contrário não estariam dançando ali,
    Parabéns!!

  7. Lee Rodrigues
    27 de janeiro de 2017

    Nooosssaaa! shuashuahsuahsu

    Rachei aqui!

    “Fazer os livros cantarem”, seria lança-los fora da estante? Se for, oww “marvadeza”, não com os vivos, com os livros. rs Brinks! Os vivos são tão apegados! rs

    P.S. A propaganda é a alma do negócio. rs

  8. Estela Menezes
    26 de janeiro de 2017

    Apesar de não ser original, o tema escolhido não deixa de ser divertido e curioso. No desenvolvimento, entretanto, acho que faltou mais um pouquinho de criatividade, pois as estripulias e sua justificativa me pareceram um tanto gratuitas, sendo que a afirmação no desfecho não tinha muito a ver com o que vinha sendo contado…Gostei do “Riram. Era bom estar morto.”

  9. Vitor De Lerbo
    26 de janeiro de 2017

    Uma brincadeira leve com um tema que é quase sempre abordado na temática de terror ou suspense. Gosto desse tipo de releitura pela coragem e criatividade necessárias para despir elementos de um gênero e vesti-los com uma nova roupagem.
    Boa sorte!

  10. Sra Datti
    26 de janeiro de 2017

    Outra história em que os “mortos” são conscientes e se vangloriam por não estarem “vivos”, rs.
    – Oh, mortos, não julguem os vivos dessa forma!
    Contito divertido, sem pretensões, boa escrita, sem tropeços.
    Parabéns!

  11. Gustavo Aquino Dos Reis
    26 de janeiro de 2017

    A concepção do conto é muito boa, mas a construção ficou aquém
    Ele é bem escrito, tem uma veia cômica latente, mas que não se sustenta até o final.
    Essa última frase não se encaixa em nada na narrativa.

  12. Simoni Dário
    26 de janeiro de 2017

    Fantasmas cheios de humor. Gostei disso! Um conto divertido e irônico perante a vida materialista dos viventes.
    Bom desafio!

  13. Rubem Cabral
    26 de janeiro de 2017

    Olá, Etérea.

    Bem divertido o conto: simpático o casal e bom desfecho para o enredo. Algumas pessoas ficam querendo sempre surpresas na última frase de um microconto, mas eu penso que é Síndrome de Shyamalan, rs.

    Nota: 8.

  14. Pedro Luna
    25 de janeiro de 2017

    Haha, conseguiu deixar leve e divertido o pesado tom da morte. Gostei. Espíritos zombeteiros aprontando todas. Me atentei principalmente para a observação no conto: “nenhuma conta para pagar”. Cara, isso deve ser um verdadeiro alívio. rs. Bom conto.

  15. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Etérea,

    Tudo bem?

    Você fez um recorte cotidiano na vida de dois fantasmas (se é que isso existe). Os diálogos são bem desenvolvidos e a premissa é muito boa. Creio que o conto daria pano para manga para uma narrativa mais longa. Um conto ou mesmo algo maior.

    Eu queria ver os livros cantando. Rsrsrs

    Boa sorte no desafio e parabéns por seu trabalho.

    Beijos

    Paula Giannini

  16. Anderson Henrique
    25 de janeiro de 2017

    Idea bacana. A realização, nem tanto. Não sei se foram os diálogos que tiraram a força ou se o texto foi didático d+. Não gostei da última frase também. Achei-a descolada do restante. Não consegui perceber onde o apego entra na história. Valeu pela abordagem diferenciada do tema.

  17. Srgio Ferrari
    25 de janeiro de 2017

    Bem legal, mas deveria ter acabado muito antes e aí sim ficaria ótimo. Pô, encheu linguiça quando tinha uma bela picanha na mão. Quase, quase.

    Suprimiria todo esse trecho:

    O moço sorriu.

    — Eles vão ficar arrepiados.

    — Imagina os jornais amanhã: família alega ataque de fantasmas e dorme de cobertor na noite mais quente do ano.

    E também, repensaria a conclusão de somos apegados. Não tem muito indicativo para uma conclusão tão aleatória. Pode ser N conclusão neste final que soaria mais legal.

  18. angst447
    25 de janeiro de 2017

    O autor deixou claro que o conto tratava de dois simpáticos fantasmas, um casal, suponho. Narrativa simpática, divertida, brincadeira de assustar os vivos.
    Conto bem escrito, linguagem leve, fluidez no diálogo. Leitura fácil, sem entraves,mas também sem grande surpresa ou impacto.
    Boa sorte!

  19. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Os fantasmas se divertem. Um conto simpático, bem descrito e conduzido, com dois personagens marcantes. A trama, mesmo simples, se revela pelos diálogos. Só a frase final, que eu não entendi: são os vivos tão apegados? Mas não são os dois espíritos que dançam e buscam a música dos vivos? Sei lá. Achei meio contrassenso.

  20. vitormcleite
    24 de janeiro de 2017

    achei o início muito interessante, mas depois a meio tudo se desvaneceu o que lamento, quando comecei a ler pensei que seria este um dos melhores textos do desafio, mas tudo se perdeu com o desenvolver do enredo

  21. Cilas Medi
    24 de janeiro de 2017

    Pela primeira vez um sorriso para o tom da morte.

  22. Davenir Viganon
    24 de janeiro de 2017

    Conto divertido. Nem muita criação de mistério, a revelação vem despreocupada como os fantasmas aprecem ser. O ponto forte são os diálogos. Soaram naturais e leves. Impossível não lembrar do filme “Os fantasmas se divertem”. Me lembra a época que eu ficava comendo bolacha e vendo esse e outros filmes na Sessão da Tarde.

  23. Lohan Lage
    24 de janeiro de 2017

    Leve, bem escrito.
    Curti, Etérea!

  24. Miquéias Dell'Orti
    24 de janeiro de 2017

    Oi,

    Ao ler seu conto lembrei do Beetlejuice, aquele filme do Tim Burton em que o casal morre e permanece assombrando a casa.

    Bem bacana a ambientação da história e a comicidade diálogo do casal, principalmente quando você descobre que eles são fantasmas.

    Leve e divertido. Parabéns,

  25. Felipe Teodoro
    23 de janeiro de 2017

    Olá!

    Conto muito bem escrito, com excelentes diálogos. Gostei da forma que a história se desenvolve, os personagens em poucas linhas soam tão vivos. Kkkkkkkk É verdade, mesmo. Bom, confesso que a forma como a morte é tratada aqui, não me cativa muito, mas no caso desse conto, que é regado de bom humor, foi uma leitura divertida. Queria apenas um impacto melhor no final e outra dica que dou, na escrita de micro contos, o título é de extrema importância, ele é o grande complemento da narrativa.

    Boa sorte!

  26. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Já dizia a velha fita que “os fantasmas se divertem”… Curioso

  27. Thata Pereira
    23 de janeiro de 2017

    Eu não li os comentários, por isso não sei se houve uma crítica por conta do autor ter entregado de uma forma muito direta o fato dos personagens estarem mortos. Não me importei, achei a forma como o conto foi conduzida bastante divertida e leve.

    A única coisa que me incomodou um pouco foi a ideia passada que os fantasmas/espíritos do conto têm algum tipo de poder, pois cogitaram fazer os livros cantarem.

    ”família alega ataque de fantasmas e dorme de cobertor na noite mais quente do ano.” –> quem nunca dormiu de coberta para fugir de fantasmas não sabe o que é desespero! rs’

    Gostei muito do conto.

    Boa sorte!

  28. Leo Jardim
    23 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐⭐▫): fantasminhas resolvem assombrar os vivos numa música silenciosa. Simples, mas simpático.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): bom diálogo.

    💡 Criatividade (⭐▫): não é muito uma novidade.

    ✂ Concisão (⭐⭐): está bem fechado.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): o texto leve, sem grande impacto. Levemente divertido, mas não muito mais que isso.

  29. Renato Silva
    23 de janeiro de 2017

    Conto em forma de diálogo; muito bom. Eu tentei criar algo parecido para este desafio, mas não deu certo. A narrativa, muito leve, até me lembrou um pouco aqueles obras infanto juvenis como “O fantasma de Canterville”, “Gasparzinho” ou “Os fantasmas se divertem”, quando o Tim Burton fazia grandes filmes. Gostei muito, parabéns pelo tom bem humorado desse casal simpático de espectros.

    Boa sorte.

  30. waldo gomes
    22 de janeiro de 2017

    Conto “gasparzinho” sobre um casal simpático de fantasmas.

    só isso.

  31. Tiago Menezes
    22 de janeiro de 2017

    Muito legal. Nos mostrou um casal de mortos bem divertidos. Texto leve e bem escrito. Parabéns.

  32. Gustavo Castro Araujo
    22 de janeiro de 2017

    Um conto leve e despretensioso, simples, mas que dá seu recado. Fantasmas brincalhões prestes a pregar um susto nos moradores da casa. Sem muitas entrelinhas, sem subtexto. Apenas um conto simpático, o que, na verdade, não é pouco.

  33. Lídia
    22 de janeiro de 2017

    Não gosto muito de discurso direto em microcontos, mas acho que funcionou bem no seu texto.
    Gostei de pensar que a vida pós a morte pode ser divertida kkk quem me dera se fosse assim, não quero mais ter contas pra pagar! kkk
    Enfim, gostei do seu conto, leve, simples… usanado a perspectiva do “vilão”.
    Boa sorte!!

  34. Thiago de Melo
    22 de janeiro de 2017

    Amiga Etérea,

    É melhor vc parar de fazer propaganda do além pq é capaz de muita gente querer ir “desta pra melhor”. Muita diversão e sem conta pra pagar? Tah pra mim!

    Gostei do seu conto. Muito divertido imaginar os mortos fazendo a maior festa enquanto os vivos morrem de medo. Só achei que a “manchete” pensada para o dia seguinte não ficou muito legal. Mas no geral gostei do conto. Um abraço!

  35. Luiz Eduardo
    22 de janeiro de 2017

    Divertido e criativo, apesar de não ter um desfecho surpreendente ou algo do tipo, o que não necessariamente precisa ocorrer sempre. Parabéns e boa sorte.

  36. Fil Felix
    22 de janeiro de 2017

    Um conto divertido e leve, no estilo de Fantasmas se Divertem, com espíritos bem humorados e trazendo uma pequena crítica aos costumes dos vivos. Gostei, acho que soube aproveitar bem o uso de diálogos, algo que considero muito difícil! Só a revelação que ficou um pouco “clara de mais”, poderia ter rendido uma surpresa melhor.

  37. Juliano Gadêlha
    22 de janeiro de 2017

    Leveza, para variar. Gostei. Escrita agradável, diálogos fluidos, muita criatividade e originalidade. Um conto diferente e bom. Parabéns!

  38. Matheus Pacheco
    22 de janeiro de 2017

    É um morto muito louco, que ficou com sua amada na terra mesmo depois de morrer, não diria que estavam atazanando a família, mas que as ações para a casa seriam só o efeito colateral de amantes que já não estão mais vivos.
    Um abtação amigo.

  39. Wender Lemes
    22 de janeiro de 2017

    Olá! Um conto tão leve quanto seus protagonistas, gostei bastante. Foge das opções mais tradicionais (entre a dúvida inquietante e a reviravolta ousada), mas ganha pelo humor simples e irremediável. Somos mesmo tão apegados… inclusive a histórias mais densas, reflexivas, excessivamente complicadas, tanto que uma simplicidade agradável como a deste conto pode passar ilesa.
    Parabéns e boa sorte.

  40. Tatiane Mara
    21 de janeiro de 2017

    Olá…

    texto onde duas almas se divertem.

    Sem grandes intenções, o conto é divertido, vislumbre do cotidiano dos fantasmas bem humorados e felizes.

    Boa sorte.

  41. catarinacunha2015
    21 de janeiro de 2017

    Não houve MERGULHO, sentou na beira do rio e ficou ali vendo a água passar. Uma imagem bonita. Sem maiores aprofundamentos devido, talvez, ao estilo simples. A forma como foi informada a morte não gerou nenhum IMPACTO ou releitura.

  42. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    20 de janeiro de 2017

    Uma descrição leve e linda no início. Humor no final e ainda uma reflexão sobre o apego da vida material, do conceito… Bacana! Gostei!

  43. Andreza Araujo
    20 de janeiro de 2017

    Bem criativo, dois fantasmas querendo se divertir, aproveitar a “vida” pós-morte. A imagem da cena com os livros voando foi um toque genial, pois o que para eles seria parte da brincadeira, para os vivos seria algo amedrontador. Interessante 🙂

  44. Amanda Gomez
    19 de janeiro de 2017

    Olá!

    Uma traquinagem de fantasmas entediados. Também lembrei do filme. Não me cativou…Digo, a leitura é valida é entretem mas não tem nada mais ao que se apegar nem a dizer.

    Um conto despretensioso. Legal.

    Boa sorte no desafio.

  45. mariasantino1
    19 de janeiro de 2017

    Olá!

    O conto remete ao filme “os fantasmas se divertem” e também ao Fantasma de Canterville (pela relação mortos -vivos -casa). Faz rir e entretém, mas quando se espera algo mais, este não vem. Talvez porque sejamos chatos mesmo 😛
    Então, eu gostei da ideia e de imaginar os livros falando, ou produzindo som, mas não me envolvi a ponto de dar o meu voto.

    Parabéns e boa sorte.

    • Renato Silva
      23 de janeiro de 2017

      Citei os mesmos filmes, mas só agora estou lendo o teu comentário.

  46. juliana calafange da costa ribeiro
    19 de janeiro de 2017

    Hahaha, bem humorado seu conto! Bem ao estilo “Os Fantasmas se Divertem”. Acho q é o primeiro conto q leio aqui q trata de mortos felizes! Muito criativo, bem estruturado, boa construção dos personagens, parabéns!

  47. Eduardo Selga
    19 de janeiro de 2017

    Fazer a “[…] música tocar de verdade […]” significando “[…] fazer os livros cantarem”, resultando em arrepios de medo nos vivos é uma ideia interessante e, assim entendo, subaproveitada. Se considerarmos que o livro, objeto sobre o qual muitos têm uma visão mistificada, é fonte de estética e ciência, de estória e de história, temos um elemento que merece alguma reflexão: o conhecimento causa, em quem não o possui, medo.

    Claro, no conto esse efeito é indireto. O medo objetivamente seria causado em relação aos fantasmas. Mas a dança que deixa de ser silenciosa e passa a ser contagiante (o conhecimento estético e/ou científico) afeta os vivos de modo categórico. Atinge-os sem que nem mesmo se apercebam disso, supondo, pelo desconhecimento, que fantasmas sejam um mal.

  48. Luis Guilherme
    19 de janeiro de 2017

    Legal! Gosto bastante da “vida” na visão dos mortos.

    Porém, não me conquistou totalmente. Acabei achando um pouco bobo e não conseguiu manter a atenção até o fim.

    é divertido, e nisso cumpre bem seu papel.

    Enfim, boa sorte e parabéns!

  49. Sabrina Dalbelo
    19 de janeiro de 2017

    Super criativo. Parabéns!
    É sempre interessante pensar sob a perspectiva de algo desconhecido, como sob o ponto de vista de fantasmas.
    A leitura foi bem agradável. Tive de ler algumas vezes para entender tudo, mas no geral não há erros.

    A última frase encerra com a constatação meio que à São Tomé: “eu só acredito vendo”. Entendi isso do apego dos vivos.

  50. Vanessa Oliveira
    19 de janeiro de 2017

    Cadê o Beetlejuice? Só faltou ele pra ficar completa a diversão fantasmagórica, ahahahaa. Gostei bastante, só de imaginar fantasmas brincando em minha casa, me dá um arrepio. Bem divertido de ler. Boa sorte!

  51. Antonio Stegues Batista
    18 de janeiro de 2017

    Os fantasmas se divertem, não que eu esteja falando do filme, mas desse conto que a gente nem precisa pensar muito do que se trata, o texto já diz tudo. Gostoso de ler. Muito bom.

  52. Douglas Moreira Costa
    18 de janeiro de 2017

    Seu conto me lembra uma obra do Oscar Wilde “O Fantasma de Canterville”, e também a primeira temporada de American Horror Story kkkkkkk. É interessante que o seu conto se destina a narrar simplesmente a cena que se propõe, sem muitas outras coisas no background. É simples e objetivo, só temo não ter entendido a última frase.
    No mais, é um conto bem escrito, parabéns.

  53. Jowilton Amaral da Costa
    18 de janeiro de 2017

    Bom conto. Me lembrou os Fantasmas se divertem. no começo imaginei que estava havendo uma paquera entre as personagens, fui surpreendido com o desfecho. Boa sorte no desafio.

  54. Marco Aurélio Saraiva
    17 de janeiro de 2017

    Também acho que deve ser muito divertido estar morto assim !! Rs rs rs. Eu ia perder um bom tempo assustando as pessoas vivas por aí.

    Gostei da originalidade do conto. Um casal a dançar em uma casa, na qual provavelmente viveram anos atrás. Quando falaram de fazer a música tocar através dos livros, provavelmente comentavam sobre fazer os livros caírem das estantes, o que causaria um alvoroço terrível nos vivos.

    Ao contrário da maioria dos micro contos deste desafio, esse aqui não me parece possuir um significado oculto. São dois fantasmas a dançar felizes pelo salão silencioso. Uma imagem interessante, expressada principalmente através de diálogos.

    Achei interessante a escolha por usar diálogos de forma majoritária. Sempre que há mais diálogos do que parágrafos descritivos sinto falta de emoção no conto. Aqui não foi o caso, já que senti bem a alegria e o deboche dos fantasmas.

    Bem legal!

  55. Tiago Volpato
    17 de janeiro de 2017

    Bom texto. Leve e descontraído. Depois de tanta desgraça que li nos outros textos, é bom pra lavar os olhos. 😛
    Brincadeiras a parte, ótimo texto. Muito bem escrito. Parabéns.

  56. elicio santos
    17 de janeiro de 2017

    O microconto é bem criativo. Remonta o estilo do filme Ghost e afins. Penso que o autor poderia sugerir o estado dos personagens ao invés de explicitá-lo, mas é um bom texto. Boa sorte!

  57. Victor F. Miranda
    17 de janeiro de 2017

    Divertido hahahaha bem escrito, também. Já tem minha simpatia por debochar do ser humano.

  58. Fabio Baptista
    16 de janeiro de 2017

    Um conto divertido, com clima de sessão da tarde (de um jeito bom), sobre esses fantasminhas do barulho aprontando altas confusões numa aventura que vai dar o que falar.

    O ponto mais alto foi: “Muita diversão, nenhuma conta para pagar.”

    Bom conto.

    Abraço!

  59. Bruna Francielle
    16 de janeiro de 2017

    Bem, eu não sou muito fã de fantasmas, mas achei bem divertido seu conto.
    Conseguiu criar algo bem visual em poucas linhas.. vi o casal dançando, vi um caos feito com livros esvoaçando, vi a família dormindo assustada (dormindo talvez não, de medo..)
    E os fantasmas se divertindo a beça !
    Enfim, um bom micro conto..
    claro q não tem como advinhar qual foi o “´último fluxo d pensamento entre eles”, apenas isso de ressalva

  60. Bianca Machado
    16 de janeiro de 2017

    Gostei do conto. Não pude deixar de lembrar do filme “Os Fantasmas se divertem”. Engraçado com eles dizem que os vivos “são tão apegados”, mas o que eles estão fazendo aqui ainda? rsss… Gostei muito! É um tipo de humor sutil, bem escrito e que não entrega tudo assim, de uma vez. Parabéns!

  61. Fheluany Nogueira
    16 de janeiro de 2017

    Narrativa criativa, repleta de sensações especiais, uma boa dose de humor negro, no gêneros comédia-terror. Leitura agradável, leve e até com certa dose de ternura. Texto sem comoção, mas gostosinho, “desapegado”: bem escrito, cenas bem construídas. Bom trabalho. Parabéns pela participação, abraços.

  62. Guilherme de Oliveira Paes
    16 de janeiro de 2017

    Há um humor esperto contido em duas frases que me agradou: quando as personagens falam sobre as manchetes dos jornais do dia seguinte, especificamente a ideia de “dormir de cobertor na noite mais quente do ano” – achei bem sacado; e a ideia de conotação libertadora em não ter mais de pagar contas depois que se morre. O tema tem sido mais que recorrente nos micro-contos; dos quase sessenta que comentei, ouso dizer que noventa por cento se relacionam com ele de alguma forma ou o tem como ideia central. Em muitos deles, assim como neste, me parece uma tentativa um pouco forçosa de conferir profundidade e impacto à história.

  63. José Leonardo
    16 de janeiro de 2017

    Olá, Etérea.

    “A morte liberta” pode ser, grosso modo, um resumo do texto. Para além da fanfarronice dos fantasmas, nos deparamos com o “desprendimento” deles, sem compromisso com nada, nem com o Além (ao qual pertencem, presumimos, já que “existem” como algo além da vida natural).

    Escrita bem interessante. Faz o leitor se envolver e, talvez, rir com essas dupla que dança silenciosamente. Nós somos os chatos, os enjoados. Quem sabe, depois da pele, sejamos mais cool.

    Boa sorte neste desafio.

  64. Ceres Marcon
    16 de janeiro de 2017

    Um conto leve e divertido. Se estar morto é assim, morro agora! 😀
    Parabéns. Muito bom.

  65. Iolandinha Pinheiro
    15 de janeiro de 2017

    Interessante. O conto foi bem leve e os fantasmas, ainda que quisessem assustar os moradores pareciam um casal de adolescentes querendo ser feliz. Não teve elemento surpresa, mas também não foi desagradável. Ficou na média, morno, mas bonitinho. Acho que alguém aqui falou em filme de sessão da tarde, concordo, me lembrei de “Os Fantasmas se Divertem.” Foi bom. Abraços.

  66. Anorkinda Neide
    15 de janeiro de 2017

    Um conto leve e despretensioso…
    Não entendi o ‘dormir de cobertor’…. a influência dos fantasmas na musica dos livros, esfriará o ambiente, é isso?
    ando meio burrinha e zonza de tanto ler microconto haihuia
    mas justamente por ser tao despretensioso, o conto não brilha tanto quanto poderia.
    abraço

  67. andré souto
    15 de janeiro de 2017

    Um conto bem humorado,com uma perspectiva inusitada e bem escrito.Boa sorte.

  68. Tom Lima
    15 de janeiro de 2017

    AH, que gostoso de ler! Bem interessante a descoberta das personagens. Essa perspectiva de uma vida mais interessante que a vida deu um toque especial.

    O trecho: “Era bom estar morto. Muita diversão, nenhuma conta para pagar.” é maravilhoso!

    Muito bom!

    Parabéns!

    Abraços.

  69. Evandro Furtado
    15 de janeiro de 2017

    Um humor sobrenatural no melhor estilo Bettlejuice. Gostei da leveza no texto, principalmente nos diálogos. É um conto gostoso de ler, inclusive dá vontade de que fosse maior. Os personagens, mesmo com o pouco espaço que tem, são carismáticos e criam uma conexão com o leitor. A trama não apresenta muita coisa, mas é decente o suficiente para entreter.

    Resultado – Good

  70. Andre Luiz
    15 de janeiro de 2017

    A perspectiva do conto foi interessante, quase algo cômico tal qual um filme de sessão da tarde. Gostoso de se ler, apesar de eu sentir que faltou um algo mais.

    -Originalidade(8,5): A ideia de contar tudo da perspectiva dos fantasmas, e principalmente de trazer isso de uma forma a gerar comicidade me agradou, saiu do comum quando todos pensariam em espíritos relacionando-os a terror.

    -Construção(7,5): Como eu já disse, ficou faltando um algo mais. Achei um conto muito bom, gostei da questão de quererem brincar com os vivos, porém eu não me conectei muito com os espíritos como eu senti que poderia.

    -Apego(6,5): Senti falta se uma personalidade maior aos fantasmas, infelizmente.

    Boa sorte!

  71. Edson Carvalho dos Santos Filho
    15 de janeiro de 2017

    Gostei! A ideia de assombração foi bem surpreendente. Conto bem divertido.

  72. Fernando Cyrino
    15 de janeiro de 2017

    Um conto bem gostoso. Uma narrativa interessante. Uma história bem construída, as palavras usadas no lugar e na medida certa. Um conto que me faz rir. Parabéns pela sua bela obra e sucesso.

  73. Olisomar Pires
    14 de janeiro de 2017

    Bom conto, leve divertido, bem escrito.

    Um vislumbre de casal fantasma maquinando estrepolias.

    Não é pretensioso, mas é “bacana”

    Os diálogos foram muito bem elaborados, pareceu-me ouvi-los conversando. Parabéns.

  74. Givago Domingues Thimoti
    14 de janeiro de 2017

    Um conto simples, assim como a ideia. Talvez eu seja o único, mas, ao ler o conto, eu lembrei do livro do Machado de Assis, “Memórias Póstumas de Brás Cubas”. É um ótimo conto e muito bem escrito.
    Parabéns e boa sorte!

  75. Brian Oliveira Lancaster
    14 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Um mini poltergeist bem escrito. A ambientação convence, apesar da repetição da palavra silenciosa no começo. Outro conto com dança, mas esta apresentada no além. – 9,0
    O: A história poderia ter algo à mais do que simplesmente ideias expostas, eu gostei dessa parte, mas poderia acontecer algo de fato. Ficou apenas uma passagem meio sem sal da “vida” dos dois. A ideia deles poderia ser executada de alguma forma, enxugando um pouco a parte final. – 7,5
    D: É um bom texto que flui sem entraves, diálogos bem definidos e construção simples, mas eficiente. – 8,0
    Fator “Oh my”: como dito acima, faltou algo mais interessante. Tem seu romantismo nas entrelinhas, mas acaba se tornando apenas uma versão diferente do filme Os Fantasmas se Divertem.

  76. Priscila Pereira
    14 de janeiro de 2017

    Oi Etérea, gostei do conto, me lembrou o filme Os fantasmas se divertem… Está muito bem escrito, temos que nos esforçar ( de um jeito bom) para entender tudo. Muito bom, parabéns!!

  77. Virgílio Gabriel
    14 de janeiro de 2017

    Gostei bastante, mas ainda acho que se não revelassem diretamente que estão mortos, talvez ficasse melhor. Mas é a opinião de um chato. De qualquer forma, uma belo conto, gostei bastante. Boa sorte.

  78. Renata Rothstein
    13 de janeiro de 2017

    Aplausos, muitos aplausos para o autor do conto! Estou aqui sorrindo com o desfecho, se for assim deve ser divertidíssimo estar morto. Muito criativo e bem escrito.
    Parabéns pela construção do conto.

  79. Glória W. de Oliveira Souza
    13 de janeiro de 2017

    A redação é fluída. A história me faz lembrar um pouco de A Bela e a Fera. O problema inicial não cria uma expectativa para o desenrolar e fechamento. Este não é impactante. A frase final, desculpe, pareceu-me um pouco moralista, digno do contos de fadas. Preocupação de mortos e vivos parecem ser o mesmo: a vida cotidiana.

  80. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    A leitura é agradável. Leve. Divertida. Muito bem escrito. Os personagens são reais e nos conduzem com maestria até o final. Gostei de como me fez dançar ao som das palavras desse microconto. Ele é sutil e de uma verdade absoluta. Somos tão apegados!

  81. Zé Ronaldo
    13 de janeiro de 2017

    Microconto aberto, onde o leitor é que tem que decifrar o texto. Muito bacana a noção do conto de terro visto pelo olhar do monstro. Bem estruturado. Diálogos primorosos.

E Então? O que achou?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .