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Detox Literário.

Pérolas nas Coxas (Elicio Nascimento)

Pérolas nas Coxas

Vizinho como aquele não se acha mais. A gente se entendeu desde o primeiro dia. Vivemos muita coisa juntos. Eu queria tudo o que ele tinha, mas o bendito nem ligava. Fui seu amigo do peito até na morte quando, com um golpe, arranquei-lhe as palpitações. Eu e a viúva ainda gozamos do fato, nas noites mais saudosas.

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59 comentários em “Pérolas nas Coxas (Elicio Nascimento)

  1. Swylmar Ferreira
    28 de janeiro de 2016

    O conto foi bem escrito. Já a criatividade deixou a desejar já que aborda o jargão do desejo à mulher do próximo sem nenhuma novidade. Poderia ter aproveitado melhor o espaço e dado mais consistência ao conto.

  2. Matheus Pacheco
    28 de janeiro de 2016

    É… aquele negócio “a gente só dá valor quando perde”. Só que o azarado foi morto por seu “amigo” que ainda ficou com a esposa dele.
    heheheh eu achei irônico.

  3. Kleber
    28 de janeiro de 2016

    Olá, Cronos.

    A cobiça em sua mais asquerosa e sombria manifestação. E o que é pior, com a anuencia da pessoa cobiçada. Sujo, chocante e impactante. Diferente e ao mesmo tempo comum mundo afora, por incrível que possa parecer.

    Sucesso!

  4. mkalves
    28 de janeiro de 2016

    Não captei o vínculo do título com o conteúdo. A crueldade cínica e sem conflitos do narrador protagonista também não me ajudou a gostar da história. O fato de não haver nenhum rodeio, nenhum mistério no que é contado talvez (embora não esteja certa de que é este o problema) dilua o impacto que o conto poderia ter.

  5. Nijair
    28 de janeiro de 2016

    .:.
    Pérolas nas coxas (Cronos)
    1. Temática: Inveja. Sublimação da realidade.
    2. Desenvolvimento: Perfeito! Conciso, preciso, cirúrgico!
    3. Texto: Denso – poético, apesar de trágico.
    4. Desfecho: surpreendente – típico dos invejosos, que querem tudo do ser ‘invejado’… Até as esposas!
    Estará no meu top 15!

  6. Nijair
    27 de janeiro de 2016

    Ousado, excelente! Parabéns!

  7. Pedro Luna
    26 de janeiro de 2016

    Putz, que filho da mãe. o Trecho ”Eu queria tudo o que ele tinha, mas o bendito nem ligava” mostra que o coitado que morreu ou era cornão manso ou uma alma nobre, desprendida de desconfianças, o que dá mais raiva ao leitor. Sempre tem alguém que quer o seu lugar.

    Bom, é curto, simples, direto ao assunto. É um bom conto.

  8. Daniel Reis
    26 de janeiro de 2016

    Cronos, foi assim que eu li sua história:

    TEMÁTICA: traição e complô, por um motivo passional. Inveja, cobiça. Sempre há margens para expandir a imaginação, quando se parte daí. Boa escolha.

    TÉCNICA: apesar de ser muito, muito curta, a narrativa mostra exatamente o que aconteceu, só não entra em detalhes. E isso, cabe ao leitor fazer. E, com franqueza, não gostei da expressão “nas noites mais saudosas.” De quem, do falecido?

    TRANSCENDÊNCIA: apesar de bem construído, o conto não teve um impacto maior, um razão além de “a vida como ela é”.

  9. Piscies
    24 de janeiro de 2016

    É um daqueles contos muito breves mas que narram a história de um filme inteiro. Vejo diversos autores consagrados que já publicaram contos desta estirpe – e com esta qualidade.

    Parabéns! Uma história concisa, bem escrita e que, em apenas um parágrafo, conta-nos o suficiente para imaginarmos um filme inteiro.

  10. Tamara Padilha
    24 de janeiro de 2016

    Olha! Gostei bastante! O autor usou menos da metade das palavras que tinha para o conto e mesmo assim me deixou intrigada, querendo muito mais. Escreve super bem, parabéns.

  11. Laís Helena
    23 de janeiro de 2016

    Conto bem conciso e que conseguiu, ainda, transformar o cotidiano em algo interessante e digno de ser registrado em uma história. Como muitos comentaram anteriormente, o tema pode ser bem batido, mas gostei da quebra de expectativa que foi criada. Me passou a impressão de que o vizinho assassino é o tipo de pessoa que, no dia-a-dia, parece absolutamente normal, quase inofensiva.

  12. Fabio D'Oliveira
    23 de janeiro de 2016

    ௫ Pérolas nas Coxas (Cronos)

    ஒ Estrutura: Simples e direto, Cronos mostra toda sua potência como escritor objetivo. Sabe escrever um microconto de forma decente. O estilo permaneceu indefinido por causa do limite de palavras, mas arriscaria na simplicidade. Mas o autor parece ter competência quando se trata do dicionário português.

    ஜ Essência: O conto representa bem o lado maligno do ser humano. Transborda humor negro. O narrador é um dos tipos de pessoas mais detestáveis. Não possui um enredo concreto, deixando todo o trabalho para a imaginação do leitor. Seria bom, se a estória fosse mais criativa.

    ஆ Egocentrismo: O texto é negativo demais para me conquistar, mas o talento do autor fica em evidência. A leitura é boa, também.

    ண Nota: 7.

  13. Lee Rodrigues
    22 de janeiro de 2016

    Às vezes o menos é mais, e o autor fez bom uso disso. Poderia ter usado mais palavras, mas para que, se tinha cordas enlaçadas na nossa imaginação? O fechamento dúbio temperou sarcasticamente, inclinando ao gosto do povo, onde miséria pouca é bobagem. Parabéns caro autor, se fez entender em poucas linhas!

  14. Marcelo Porto
    22 de janeiro de 2016

    Pequeno e ordinário.

    Não sei quem é pior: o amigo fura-olho ou a viúva escrota.

    Um excelente conto.

  15. Anorkinda Neide
    22 de janeiro de 2016

    Muito inteligente!
    Cada frase tem as entrelinhas certas para compor o enredo em 58 palavras (Acho q é este o numero…)
    Parabens.

  16. Miguel Bernardi
    21 de janeiro de 2016

    E aí, Cronos. Tudo bem?

    Um texto pequenino e brilhante, feito uma pérola.
    Sádico, que faz pensar em que tipo de pessoas nos cercam… creio que não apenas o vizinho, mas também a viúva, são certamente muito maléficos, não? Bem. Preciso, sem erros, enxuto.

    Ótimo trabalho!

  17. Mariana G
    21 de janeiro de 2016

    Adorei o sarcasmo e a ironia, foram muito bem empregados e reunidos em um humor negro realmente engraçado (eu ri muito no final haha).
    Parabéns e boa sorte!

  18. Jef Lemos
    20 de janeiro de 2016

    Olá, Cronos.

    Amigo da onça, hein? É um texto muito curto, mas o humor negro compensa. Lembrou um pouco aquele do bife no velório. Gostei da história e o final fechou muito bem.

    Parabéns e boa sorte!

  19. Renato Silva
    20 de janeiro de 2016

    Um conto curtinho, cheio de sarcasmo e humor negro. Gostei.

  20. Vitorino
    19 de janeiro de 2016

    Muito bom. Gostei da reviravolta do final, do jogo de palavras, do enredo, da economicidade. o menos é mais. Parabéns

  21. mariasantino1
    19 de janeiro de 2016

    Em Mateus (bíblia) está escrito assim>>> “Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas”, e essa passagem tem a ver com julgamento, para se ter cuidado com os aproveitadores. Seu texto está todo nesse contexto, uma vez que o narrador é um aproveitador e a esposa é igualmente mau caráter. O mau julgamento fica por conta da vítima, que nem percebia, ou percebia e não acreditava no seu julgamento para com o vizinho, assassino e amigo (da onça) >>>>Eu queria tudo o que ele tinha, mas o bendito nem ligava. O Título remete a um contexto sexual, que se concretiza no finalzinho do conto, e o pseudônimo bem que poderia ser CRONO, daí o anagrama pra CORNO cairia certinho 😀

    Bem bolado.

    Sucesso no desafio.

  22. Brian Oliveira Lancaster
    18 de janeiro de 2016

    BODE (Base, Ortografia, Desenvolvimento, Essência)

    B: Texto ousado e divertido. Curto e direto ao ponto. – 9
    O: Simples, eficiente e transmite bem a carga humorística e irônica. – 9
    D: Li duas vezes para compreender por inteiro. De primeira, parece outra pessoa. Depois entendi o que estava acontecendo. Então entendi o enredo por completo. – 8
    E: Cômico, rápido e rasteiro. – 9

  23. Lucas Rezende de Paula
    18 de janeiro de 2016

    O autor enganou muito bem. Realmente pensei que seria um conto sobre uma amizade de vida, SÓ QUE NÃO.
    Adorei o plot do final. Parabéns!

  24. Tom Lima
    18 de janeiro de 2016

    Conforme vou lendo, vou tendo a impressão de que, nesse desafio, é mais importante o que é deixado de fora e como é deixado de fora. As lacunas deixadas para a imaginação do leitor. Esse conto fez isso muito bem, lacunas para preencher, mas dando o suficiente para começar, para sentir.

    Esse foi além e fez mais com menos.

    Cada frase tem só o necessário de informação, e cada uma vai aprofundando a percepção da história.

    Muito bom, parabéns!

  25. Eduardo Selga
    18 de janeiro de 2016

    OUTRO CONTO que trabalha muito bem a ironia, e de modo muito contundente, devido à sovinice no uso das palavras. Inteligentemente, o tom da narrativa muda da água para o vinho. No início o indefeso leitor é induzido a crer numa amizade sincera, e logo em seguida descobre que o narrador é um homicida e a viúva sua cúmplice.

    É uma ironia sofisticada, pois nela também há o uso de outros recursos. Por exemplo, em “fui seu amigo do peito até na morte quando, com um golpe, arranquei-lhe as palpitações” há uma imagem interessante: Ser amigo do peito de uma pessoa é, de certa maneira, fazer parte dela, estar nela. Como o coração. Assim, quando o narrador diz que arrancou as palpitações, é como se o coração, subitamente traidor, trabalhasse contra “seu dono”.

    Ao fim, outra evidência de que o(a) autor(a) conhece a matéria prima de seu trabalho, a palavra. Refiro-me ao uso do verbo gozar. “Gozar do fato” significa usufruir dele ou caçoar dele, e ambos fazem sentido no texto. No primeiro caso, a morte do vizinho proporcionou a aproximação amorosa com a viúva, pois a inveja era tanta que até a esposa alheia o narrador também cobiçava. No segundo caso, a morte do vizinho era tratada pelos dois com desprezo, como algo divertido e ridículo.

  26. Thales
    17 de janeiro de 2016

    Nossa! O autor aqui, diferente dos outros, achou 150 palavras muita coisa! Então decidiu não usar nem metade disso rsrs. Isso é bom, pois o resultado foi bastante satisfatório, o que demonstra que o autor é um cara extremamente habilidoso e que sabe o que faz.

    O conto foi extremamente fluido. Numa única frase, ele consegue estabelecer o retrato do invejoso. O tipico cara que acha que a grama do vizinho é mais verde. Ele aplicou o golpe no vizinho e lhe arrancou tudo que ele tinha, inclusive a vida e a esposa. Tudo isso em menos de 50 palavras. Parabéns!

  27. Bruno Eleres
    17 de janeiro de 2016

    O conto me pareceu só mais um causo, o que não é do meu agrado. Foi bem escrito e com um enredo interessante.

  28. Fabio Baptista
    16 de janeiro de 2016

    Ótima sacada, acho que foi a “piada” que melhor funcionou até agora.
    A dica “Eu queria tudo o que ele tinha” revela-se muito bem no final… foi isso que quis dizer num comentário que já não me lembro. Se tivesse lido esse conto aqui antes teria usado de exemplo.

    Muito bom.

    Abraço!

  29. Andre Luiz
    15 de janeiro de 2016

    Apreciei o conto, principalmente por sua competência em contar uma história, mesmo que tivesse sido essa a principal causa de eu não ter gostado mais. É quase como se seu conto fosse um causo, e que não fosse nada além do cotidiano de crimes e violência. Felizmente, o cotidiano acaba dando boas histórias… Boa sorte!

  30. Murim
    15 de janeiro de 2016

    Uma história bem pensada e escrita corretamente. Gostei, embora tenha faltado algo a mais para ser algo fora do comum.

  31. Leonardo Jardim
    15 de janeiro de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto antes de ler os demais comentários:

    📜 Conteúdo (⭐⭐▫): utiliza menos que 150 palavras e deixa algumas lacunas. Entendi que ele matou o vizinho pra ficar com a esposa e se diverte qdo lembra disso. Sarcástico.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): boa, sem erros ou sobressaltos.

    💡 Criatividade (⭐▫▫): traições, assassinatos conjugais. Estamos cheios disso por aí.

    🎭 Impacto (⭐⭐▫): gostei do trabalho bem eficiente de enxugamento. Na primeira leitura, não entendi muito bem. Na releitura, percebi as pistas soltas nas poucas palavras e fiquei bastante satisfeito.

  32. Evandro Furtado
    15 de janeiro de 2016

    Olá, seguem as considerações

    Fluídez – 10/10 – texto rápido e direto, assim que eu gosto;
    Estilo – 10/10 – você fez algumas brincadeiras aqui ou talvez seja minha mente cruel. Em uma leitura mais rápida “gozamos do fato” acaba virando “gozamos de fato”, o que dentro do contexto, funciona tão bem quanto;
    Verossimilhança – 10/10 – que nunca ouviu falar do velho golpe do baú?;
    Efeito Catártico – 9/10 – a única razão pela qual não dou um dez é porque não me incomodou. Mas achei uma narrativa muito precisa no que você resolveu contar.

  33. Sidney Rocha
    15 de janeiro de 2016

    Rápido, preciso e certeiro. Você disse com poucas palavras tudo que o leitor poderia ou precisaria saber sobre sua história.

  34. vitormcleite
    14 de janeiro de 2016

    olá e começo já por dizer que adorei este texto, muitos, muitos parabéns pelo humor e criatividade. Envio também cumprimentos para a viúva e desejo-te muito boa sorte neste desafio.

  35. Gustavo Castro Araujo
    14 de janeiro de 2016

    Um conto interessante, cheio de duplos sentidos. Amizade? Traição? Acho que depende de quem lê essa constatação, mais ou menos como o dilema se Capitu traiu ou não Bentinho. Para um micro conto essa fórmula funciona bem, pois a ausência de profundidade tende a largar nas mãos do intérprete a árdua tarefa de preencher as lacunas. Assim, se estou de bom humor, poderei entender que amigos se separaram pela morte e que o protagonista narrador lembra dele com saudades quando se reúne com a viúva. No entanto, sabemos que para um conto funcionar a contento, mesmo pequeno como este, a vertente será, quase sempre, oposta à do arco íris. Dessa forma, perde força a narrativa poliana e se robustece a vertente rodrigueana: era sim um caso de traição e morte, com os autores do crime rindo às custas do pobre (ou rico) coitado que foi defenestrado desta para uma melhor. Em suma, um conto competente, bem escrito e bem estruturado. Parabéns.

  36. Antonio Stegues Batista
    14 de janeiro de 2016

    Um conto sarcástico e mórbido. O autor não precisou de muitas palavras, nem muitos detalhes para explicar o acontecido. Mas, não encontrei nenhuma originalidade no fato, a não ser as pérolas nas coxas!…

  37. Marina
    14 de janeiro de 2016

    Para que dizer mais, certo? Em um parágrafo, falou tudo, contou uma história e não deixou espaço para dúvidas. Li contos apertados em mais de 5 parágrafos que acabaram me deixando mais dúvidas do que que tinha antes de ler. Adorei.

  38. Wilson Barros Júnior
    14 de janeiro de 2016

    Conto bem conciso e bastante denso, que se torna bem maior devido ao uso de insinuações. Creio que a melhor maneira de conseguir esse efeito é essa, como colocar espelhos em um apartamento pequeno. Muito bom.

  39. José Leonardo
    14 de janeiro de 2016

    Olá, Cronos.

    Taí. Não poderia ser mais sucinto. A pérola, ante dada ao porco, está agora em sua coxas. A última frase é sádica, sinal de que a viúva talvez fosse mais perversa que o amigo do falecido.

    Micro micro demais, no entanto, o que mais contar, se nada tudo é tão claro?

    Sucesso neste desafio.

  40. JULIANA CALAFANGE
    14 de janeiro de 2016

    Também adorei! Contos bem curtinhos assim, quando são bons são ótimos!!! Parabéns!!

  41. Daniel Vianna
    14 de janeiro de 2016

    Ordinário, porém bem escrito. Não precisava ser um átomo-conto, mas valeu. Um abraço.

  42. Fil Felix
    14 de janeiro de 2016

    Gostei, achei divertido e segue com a tendência dos micro contos mais cômicos, de arrancar um sorriso ao final. Confesso que li duas vezes pra pegar melhor todo o contexto! Curtíssimo, mas que passa grandes informações, tanto na parte escrita quanto na parte que cabe ao leitor imaginar. Poderia render a sinopse de um filme.

    O texto, quanto em estética, não ousa tanto e acaba sendo mais contido, mas acaba casando com a temática. Tentei fazer alguma ligação do pseudônimo com o título mas não encontrei, será que possui?

  43. Jowilton Amaral da Costa
    14 de janeiro de 2016

    Muito bom. Também fiquei com raiva do invejoso, que ainda ficou com a mulher do cara. Sinistro. Parabéns.

  44. Ricardo de Lohem
    14 de janeiro de 2016

    Conseguiu contar uma história consistente com poucas palavras, é assim que se escreve um miniconto. Gostei!

  45. Claudia Roberta Angst
    14 de janeiro de 2016

    Rápido e rasteiro, no bom sentido. Passou uma rasteira em muitos contos aqui com a sua capacidade de dizer muito em poucas palavras. Uma vida em um parágrafo, inveja, vingança, ira e luxúria. Os pecados muito bem distribuídos em pouquíssimas palavras. E por falar em inveja…
    Boa sorte!

  46. Sidney Muniz
    14 de janeiro de 2016

    Gostei!

    Por teimosia eu queria mais, mas é que não estou habituado a micro contos. E analisando pelo lado correto, dentro do desafio é um conto excelente. E isso me desvincula de qualquer predileção.

    Texto objetivo e muito bem elaborado, creio eu, que com o mínimo de palavras possíveis para ser tão engenhoso. Realmente é um micro_tantão (risos) de sensações, pequenininho mas potente.

    Parabéns e boa sorte!

  47. Leda Spenassatto
    14 de janeiro de 2016

    Putz! Parece repórter, resumiu uma notícia inteira em um parágrafo.
    Boa sorte!
    Abraços!

  48. Daniel Baramili
    14 de janeiro de 2016

    Excelente! O texto tem todos os elementos de uma história inteira em apenas um parágrafo! Desejo sucesso.

  49. Simoni Dário
    14 de janeiro de 2016

    Mas que baita psicopata! Nossa, você fez o enxuto do enxuto e me deixou com raiva do vizinho invejoso. Parabéns autor de meias palavras.

  50. Thata Pereira
    14 de janeiro de 2016

    Muito bacana mesmo, porque o conto mostra uma história com começo, meio e fim e com uma reviravolta tremenda em apenas um parágrafo. O(a) autor(a) está de parabéns!

    Boa sorte!

  51. Rubem Cabral
    14 de janeiro de 2016

    Olá.

    Gostei do micro conto: dá conta do recado num único parágrafo e tem certa malícia discretamente embutida no texto, como no uso do verbo “gozar”. A escrita está correta, sem deslizes.

    Bom conto.

  52. Cilas Medi
    14 de janeiro de 2016

    Apesar de não gostar do tipo de escrita onde o autor quer sempre ser o melhor, excluindo personagens, esse me surpreendeu pela concisão e maldade. Bom conto. Parabéns e boa sorte!

    • Fil Felix
      14 de janeiro de 2016

      Cilas, como é esse estilo onde o autor quer ser o melhor? Não entendi muito bem :p Pelo fato de estar em primeira pessoa e sem personagens nomeados? o.O

  53. Pedro Henrique Cezar
    14 de janeiro de 2016

    Apesar de pequeno, esse conto fala muito em um parágrafo só. Simples e direto ele expõe fatos de um vizinho conformado que aceita todas investidas de seu novo “amigo” do lado, que apenas quer se aproveitar dele. Achei interessante e um soco no estômago! Parabéns!

  54. rsollberg
    14 de janeiro de 2016

    Ótimo conto!

    Ele vai ganhando força, preparando o terreno para surpreender no final
    A voz é muito boa e apropriada para o tipo de história. É descompromissada, casual, e engana o leitor justamente por essa ausência de remorso, ou como se o personagem tivesse feito algo absolutamente corriqueiro.

    Apesar da crueldade da coisa toda, o conto é cômico. Particularmente, o tipo de comédia que mais me agrada, trágica! Sabe um tal de Nelson Rodrigues, então…

    O “gozamos” do final foi muito bem sacado, pois ele admite múltiplas interpretações. Gozar no sentido de tirar sarro da morte, no sentido de que graças ao fato eles agora gozam de uma vida juntos e o gozar no sentido sexual propriamente dito.

    Muito legal
    Parabéns e boa sorte no desafio.

  55. Bia Machado
    14 de janeiro de 2016

    Gente, livrai-nos desses “amigos”, pelamor… Será que acharei conto menor que esse no desafio? Bacana, gostei, rs. Parabéns!

  56. Rogério Germani
    14 de janeiro de 2016

    Isto que é amigo…rsrsrs O mundo anda cheio destes seres benevolentes…
    Boa sacada na frase final.

    Parabéns!

  57. Davenir Viganon
    14 de janeiro de 2016

    A frase final foi muito inspirada. Arrematou legal a história. Gostei!

  58. Renata Rothstein
    14 de janeiro de 2016

    Muito louco!! Adorei

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Publicado às 14 de janeiro de 2016 por em Micro Contos e marcado .