EntreContos

Detox Literário.

Superman Prog Rock (Alan Cosme Machado)

Superman Prog Rock

Não queria ir para aquela consulta com o psicólogo, mas tive que aturá-la. A outra opção era a cadeia. Sempre achei que psicólogo era coisa de maluco, e eu não era. Por isso da minha revolta. Entre outras coisas.

Antes de sair de casa eu peguei o meu menino de oito anos lendo aqueles malévolos quadrinhos de super-heróis. Arranquei-os de suas mãos e os queimei na sua vista. Ele chorou e resmungou. Enfim, quando ele encheu muito o meu saco eu dei dois tapas no rosto dele e isso o acalmou. Esses ditos heróis são um péssimo exemplo para a juventude, ensinam a resolver tudo na base da violência.

Na sala de espera do consultório vi uma mãe acompanhar um garoto da idade do meu filho. Gordinho, óculos arredondados e uma famigerada camisa azul com um S no peito dentro de um losango. Tive a vontade de rasgar aquela camisa e avisar a mãe sobre os males daquela cultura de super herói. Mas não queria dar uma de maluco. Já me basta o que me passou.

– Conte-me o que aconteceu. – Perguntou a psicóloga.

– Eu subi no alto de um prédio e ameacei me jogar. Atraí bombeiros, policiais, a mídia e chamei a atenção de quem eu queria. Como de costume ele apareceu planando, com sua capa vermelha esvoaçante e com seus braços cruzados para demonstrar superioridade. Saquei meu revolver e disparei três tiros a queima roupa. Ele simplesmente não morre!

Percebi um grau de preocupação no semblante da psicóloga. Será que isso era um sinal de que minha avaliação mental não ia bem?- Qual a origem do seu ódio pelo Superman?

Quase chorei, tive que pegar ar antes de continuar. – Por causa dele meu filho não tem mais uma mãe. Foi em uma batalha contra algum alienígena maluco atraído ao planeta por sua presença. Sem ligar para quem estava no prédio o Superman simplesmente fez o seu inimigo atravessar as colunas principais de sustentação. O prédio veio abaixo. Dezenas morreram. Por sorte eu e meu filho não estávamos em casa.

– Você já se cogitou se a culpa não poderia ser do alienígena e não do Superman?

– Metropólis nunca teve contatos com alienígenas antes do Superman. Para mim é bem claro quanto a isso.

– Não estou aqui para mudar suas crenças, senhor Peterson. Se vai continuar odiando ou se vai cair de amores pelo herói da cidade não é o ponto. O ponto principal dessas consultas é saber como você vai lidar com sua repulsa ao Superman.

XXX

Após a sessão, que não durou muito mais que meia hora, fui até uma pracinha que tinha ali perto e sentei em um banco. Estava de licença médica do trabalho, o que me dava tempo livre o suficiente para contemplar vários pensamentos. Comprei pão na padaria local só para alimentar os pombos. Estava eu na minha atividade inútil quando ele apareceu, sentando-se ao meu lado sem pedir permissão.

O homem era caucasiano como eu, mas muito musculoso. Se vestia todo de preto, parecia um vocalista de banda de Rock ( e mais tarde descobri que realmente era). – Você é o carinha que fingiu que iria praticar suicídio só para tentar matar o Superman, não é? – Os meus quinze minutos de fama pelo jeito ainda não haviam acabado, isso me deixou um tanto constrangido. Queria me livrar logo daquele homem.

– Desculpa, amigo. Mas eu só queria ficar no meu canto. Você poderia…?

– Calma, só queria convidá-lo para um show com o meu pessoal. Me chamo Eric. Você não é o único que odeia o Superman.

O cartão que ele me entregou era preto e continha letras estilizadas difíceis de compreender. – Um show de Rock? – Não resisti e perguntei.

– Muito mais do que isso. É a resistência.

Nove horas da noite, deixei meu menino com minha irmã, algo que já está se tornando muito habitual. As vezes tenho medo de que minha criança se afeiçoe mais a ela do que a mim. Principalmente porque Niara é muito mais condescendente com o garoto. Tenho certeza que fora ela que comprou para ele aquelas revistas do capeta.

Fuck you fake god of the sky.

You deserve to die.

We don’t need super heroes.

A banda de Crosoover Thrash se chamava Shithole Society, descobri ao conversar com uma menina de cabelo verde. Já tenho quase cinquenta, mesmo assim a adolescente achou de flertar comigo. Cortei papo e sai pela tangente.

Earth for earthlings.

Aliens will be burn.

I’m my own hero

Um festival de bandas Punk anti-super heróis, ao que parece criaram um gênero a partir disso. Anti-Hero Punk. Eu costumava ouvir Rock pesado quando jovem, mas perdi o interesse. Só fiquei ali porque a temática me prendeu. O som das guitarras pesadas e os vocais, em sua maioria, gritados pouco me atraiam.

– Sabia que você viria. – Eric apareceu ao meu lado e pôs um dos seus braços em meu ombro. A intimidade forçada me incomodou. Era óbvio que o punk quarentão fazia o tipo extrovertido ao ponto de ser chato. Eu o vi cantar naquela noite, ele era vocalista de uma banda de Metalcore chamada Kryptonite in Your Ass.

Conversamos um pouco, o povo ainda comemorava, até que de repente fez um silêncio temporário quando ele chegou.

Voando baixo, com os braços cruzados e a capa esvoaçante. Todos tinham direito a ter um chiste, talvez inclusive alienígenas.

Latas de cerveja foram jogadas, mas nenhuma atingiu o alvo. Superman estava alto demais para ser pego pelos braços fracotes daqueles punks. Qual era a intenção dele ali? Vigiar se algum de nós tinha potencial para sujar sua imagem de santo? Com um certo temor tive a impressão que seu olhar se dirigia a mim.

XXX

Naquela mesma noite, mais tarde, fui convidado a ir até a casa de Eric. Uma verdadeira pocilga. Tudo desarrumado, sujo e mofado. Eu me sentia um peixe fora d´água, todo engomadinho no meio de malucões de jaqueta preta, cabelos moicanos e brincos por várias partes do corpo. Se não fosse pelo fato de eu ter dado três tiros na fuça do Supermam, o que me elevou ao status de “esse é o cara”, eu nem entraria ali. A não ser para levar porrada.

Foi então que bebi todas, fumei todas, cheirei tudo e de quebra ainda transei com a menina de cabelo verde de todas as maneiras imagináveis. Assim que despertei naquele colchão fétido a qual dividi com a moça que ainda dormia me veio a ressaca moral. – Porra, se ela tiver menos de dezoito isso pode dar uma merda…

Fui para casa quase meio dia. Eu moro com minha irmã e meu filho. Depois que meu apartamento foi destruído por aquele alienígena desgraçado acabei tendo que morar de favor. Pelo menos até conseguir me reestabelecer.

Niara é super útil, como trabalha em casa me polpa a despesa com uma babá para o meu filho. Mas as vezes ela é um pé no saco agindo como se fosse minha esposa.

– Isso são horas de chegar?! – Ela pegou minha blusa e a cheirou. – Você tá fedendo a boceta. Você saiu com alguma vagabunda?! – A metralhadora de sua boca me impedia de falar. Até porque meu raciocínio ainda estava meio lento. – Que olhos vermelhos são esses?! Você andou se drogando? Porra, Alfred, você não tem mais dezoito anos e tem um filho para criar. Por que faz isso?!

Minha voz saiu meio embolada, acho que isso irritou ainda mais minha irmã. – A culpa é do maldito alienígena! – Niara me deu um soco tão forte que me acordou do entorpecimento das drogas que havia tomado. Pelo gosto de sangue acho que ela também partiu meu lábio.

– Não se esconda atrás dessa maluquice! E se eu descobri que você está agredindo o seu filho, principalmente se for só por causa de um gibi, eu chamo o conselho tutelar.

– “Só um gibi”? Aquilo é propaganda ideológica massificada! O Superman é maligno!

Parecia aquela clássica cena em que os pais estão brigando e de repente o filho aparece sem avisar e deixa o casal constrangido. – O Superman é do mal? – Tive vontade de dar minha versão dos fatos, mas Niara foi primeiro. Ela se ajoelhou para ficar no mesmo nível do olhar do menino e disse: – Não querido, ele é como um salvador que veio dos céus. É um exemplo a ser seguido. – As vezes acho que meu filho é mais filho da minha irmã do que meu. As vezes penso até que seria melhor ela oficializar e adotar o menino e… Não, essa linha de pensamento não.

XXX

Eu não deveria ter feito isso, mas três dias depois eu liguei para Eric e voltei a conviver com seu grupo. Em uma tentativa de não ser tão peixe fora d´água comprei uma camisa preta do Sex Pistol. O resultado foi o contrário, me senti ainda mais desconfortável. Não consigo acompanhar a loucura dessa gente, no máximo eu consigo parecer um tiozinho querendo tirar onda de garoto.

– Isso aí, Alfred. Rock n’roll! – Eric como sempre com seu entusiasmo irritante. – Gente, hoje temos uma missão, vamos combater os chupa rola do Superman.

– Os o quê?

Em Metropóles surgiu não só um gênero punk anti super-heróis, surgiu também um gênero pró-super-heróis. Pelo que eu descobri conversando com meus colegas eles seguiam o exemplo do Superman, a qual consideravam um novo messias, são vegetarianos, não bebem e não consomem drogas. Na minha opinião lembram um pouco o punk do gênero straight edge que também tem essas premissas, tirando essa veneração pelo alienígena.

Em um beco largo o suficiente para ocorrer o evento, as tribos urbanas de punk anti-hero e punk pro-hero se encontraram. Os grupos estavam a poucos metros de distância um do outro e o que me assombrou foi quando começaram a pegar estilete, pedaços de vidro, canos de ferro e pé de cabra. É, a luta tinha tudo para ser feia.

Eu só queria sair dali, não esperava que chegaria a esse ponto. Mas eu estava do lado de Eric, na frente, como se fosse seu braço direito do líder. Não dava para recuar.

– Seus chupa rola do Superman vou enfiar a porrada na cara de vocês de jeito. Quero só ver se seu messias pode fazer um milagre em um rosto detonado. Ele só sabe destruir.

O líder do grupo pró-superman vestia uma calça jeans azul e uma camisa vermelha com o S dentro do losango, porém a parte de dentro desse losango que não pertencia ao S era vasada. A falha poderia ter sido feita para mostrar os músculos do jovem, que parecia um playboy de acadêmia. O cabelo do garoto, que deveria ter vinte e poucos anos, era raspado dos lados e tinha um pimpãozinho na frente igual ao do super-herói que ele idolatrava. Seu nome era Henry, ouvi dizer.

– Não fale assim do messias, seu herege. Ele é o Jesus regressado. Veio para nos salvar.

Posso não concordar com a truculência de Eric, mas pelo menos suas ideias não eram tão loucas assim. O combate começou. Cada grupo tinha umas trinta pessoas. Era a primeira vez que brigava desde meu colegial. Meu soco desengonçado não fez nada contra meu adversário e ele já estava prestes a me revidar. Por sorte um subordinado de Eric me deu apoio.

Sangue. Muito soco, chute, facada, golpe de porrete. O que eu estou fazendo aqui? Se continuasse era bem capaz da luta acabar em óbito, mas ele apareceu.

Planando com o mesmo gesto para impor respeito. Assim que todos pararam para vê-lo, o Superman usou a sua velocidade impossível para remover todas as armas dos combatentes.

– O que vocês estão fazendo? – A voz do Superman era normal, humana, mas passava uma certa autoridade. Como se fosse impossível dizer um “não” a ele.

– Eu não sou Jesus e muito menos o diabo. Não estou aqui para que lutem em meu nome. Não preciso disso. Estou aqui para protegê-los.

Desta vez eu não aguentei e me pronunciei em alto e bom som. – Você está aqui para proteger minha esposa também? Ah, não. Ela está morta! Você jogou um prédio em cima da cabeça dela

Supermam baixou a cabeça por um instante. Naqueles poucos segundos achei que ele estava constrangido. – Dizer que foi baixa de guerra seria frio demais, mas é o mais perto da verdade.

O descaso com a qual ele tratou a morte de minha família só fez alimentar meu ódio. Esse homem deveria ser preso devido aos estragos que causou. Mas quem conseguiria prender um deus?

– Ao invés de brigarem por que vocês não resolvem suas diferenças de uma maneira mais produtiva?

XXX

Nenhum dos lados apoiou totalmente a ideia. Uma competição musical substituindo uma luta de peito aberto. Punks pró-heróis e anti-super heróis se viram obrigados a dividir uma área de audição.

– As bandas desses neo-nazi não tem técnica, é só barulho. – Disse Henry.

– Esses boiolas filhinhos da mamãe não sabem o que é Punk Rock de verdade. – Respondeu Eric. – Punk tem que ser puro e direto, não misturado com essas bichices indie.

ROOOOOARRR ROOOOAAARRR

UAIE UAIE UAIE UAIE UAIE UAIE UAIE

UIIIIIIII!

A primeira banda a tocar se chamava Nietzsche is the Superman e pertencia ao lado anti super-herói. Dizem que suas letras eram inteligentes, mas como ela tocava numa vertente do Hardcore Punk difícil de compreender confesso que não entendi nada. Deathcore para mim é pesado demais.

Look to the sky, but don´t need to pray

In a bullet time your savior is coming

My Jesus start with S (2x)

Dance-punk, o vocal é bem fácil de ouvir, som comercial, cheio de efeitinhos eletrônicos. A banda pró-superman, o que era obvio pela letra, se chamava Super God. Pelo que eu entendi eles misturam sua ideal com uma letra cristã e acreditavam que o alienígena é o messias retornado. No meu diagnóstico são malucos.

Houveram mais bandas, umas oito no total. O dia já estava virando quando o Superman surpreendeu a todos. A última banda estava terminando de tocar e ele veio planando para o palco e disse. – Já que esse show foi feito para expressar amor e ódio a minha pessoa é bem justo que eu toque um pouquinho, não?

O guitarrista cedeu seu instrumento com uma mistura de medo e lisonjeamento. É aquela maldita aura de autoridade que ele exercia. Acho que transcendia seus poderes.

O Superman começou a dedilhar e o som saiu horrível. Então o homem perfeito não era tão perfeito assim? Toma! Os anti-super heróis começaram a rir e vaiar feito loucos. Encontraram uma falha no dito deus.

– Por favor. – Pediu o alienígena ao guitarrista que era dono do instrumento que portava. – Me ensine a tocar.

– Agora?!

– Comece do início, com calma. – O homem só ensinou o básico. Onde põe os dedos nas cordas para sair quais notas musicais e outras miudezas. A aula toda durou dez minutos e mesmo ela sendo monótona para quem assistia, todos não desgrudavam os olhos da aula. Queriam ver qual era a reação do aluno.

– Obrigado, pode me emprestar sua guitarra de novo?

O Superman retomou o instrumento e começaram os aplausos e as vaias. O alienígena dedilhou a guitarra e de início pareceu que o som seria tão ruim quanto o anterior, mas de repente ele foi se modificando em uma progressão tão sutil que só percebíamos a mudança quando ela já tinha acontecido. Ele passeou por um som mais sujo e mais direto para uns mais melódicos e, enfim, experimentais. A música do Superman durou dez minutos, mas ninguém se queixou de cansaço ao ouvi-la. A guitarra em suas mãos emitia sons que eu nem sabia que uma guitarra podia emitir. Sons harmônicos e dissonantes únicos, não importava qual forma usava eram perfeitos. A música saia com a maestria de um virtuoso com anos de prática e ele só precisou de dez minutos de aula para chegar a esse nível. Um Prog Rock instrumental que nenhum humano conseguiria tocar. O que veio a ser conhecido como o Superman Prog Rock.

Quando o Supermam terminou ele agradeceu a plateia enquanto todos ainda estavam entorpecidos pelo seu som. Não houve vaias nem aplausos. A guitarra progressiva do Superman era boa demais para ser diminuída com qualquer gesto. Era simplesmente perfeita.

Depois do show Superman veio até mim fazendo meu coração palpitar. – Nós precisamos conversar, Alfred. – Ele sabia o meu nome?! Mas eu sou um zé ninguém! O Superman me pegou pela cintura e me levou a um passeio aéreo. Paramos no mesmo terraço do prédio a qual eu fingi tentar me matar.

– Joshua, Emanuel, Maiara, Eleonor, João, Hector, Hank, Akira, Sheila, Samantha, Franklin, Maria, Shomari, Kleber… – Superman não parava de disparar nomes.

– Ei! O que é tudo isso?

– Esses são os nomes das pessoas que já morreram durante alguma batalha minha. Como você percebeu minha memória e inteligência são superiores o que também pode ser uma maldição. O remorso e a culpa são maiores. Quando eu percebo mil mortes em uma batalha eu não vejo números eu vejo pessoas. Sei a vida de cada uma delas. Seus fantasmas me corroem.

– Mas você é um deus. Somos insetos comparados a você.

– NUNCA MAIS DIGA ISSO! – Diante do grito repentino meu corpo tremeu. – Você é mais importante do que imagina. Esqueça essa fixação com a minha figura e vá cuidar da sua família! Sua mulher já morreu, mas seu filho está vivo!

– O que você sabe sobre minha família?

– Do alto do céu meus ouvidos captam as vozes da cidade e muito mais. Metropóles é mais parte de mim do que o povo imagina. Sua esposa se chamava Soraia, seu filho se chama Peter. O garoto é fã de quadrinhos e isso o incentivou a desenvolver um dom.

– Que dom?

Superman tirou de dentro do uniforme uma folha de papel amassada. Tinha o desenho cartunesco de uma família de mãos dadas. – Nada mau para um garoto de oito anos, né?

XXX

 

Voltei para casa me achando o pai mais estupido do mundo. De tanta vergonha do meu regresso a juventude retirei minha camisa do Sex Pistols no meio da rua e a joguei fora. Preferi andar exibindo minha barriga de meia idade.

Meu filho dormia em seu quarto, eram cinco da manhã. Mesmo sendo muito cedo o acordei. Achava que aquela reconciliação era mais urgente do que o descanso do menino, que podia recuperá-lo mais tarde.

– Pai?

– Peter, sua tia me disse que você desenha, é verdade?

O menino ficou com medo de responder, eu acho que porque sabia da minha ojeriza por super-heróis. Mas por fim cedeu. Embaixo da cama, em uma maleta velha que já fora de médico, Peter tirou cadernos e mais cadernos cheios de desenhos. Ninguém diria que foram feitos por um garoto de oito anos. Como eu nunca tinha percebido essa parte da vida do meu filho? Sou um péssimo pai!

Engoli o choro para não preocupá-lo, mas o abracei e pedi desculpas pelos tormentos que fiz nossa família passar. – Tudo vai mudar a partir de agora, eu prometo.

2 comentários em “Superman Prog Rock (Alan Cosme Machado)

  1. rubemcabral
    2 de março de 2015

    O conto tem uma pegada pop muito divertida e a história é criativa também.

    Faltou só uma revisão mais apurada. Fora isso, muito bom!

  2. Fabio Baptista
    1 de março de 2015

    Olha, confesso que comecei o conto não levando muita fé. Pensei que seria loucura (esquizofrenia ou algo do tipo) do protagonista e tal.

    O desenrolar dos acontecimentos segue meio “louco”, mas vai cativando até que o leitor não consegue mais largar o texto sem saber o que vai acontecer.

    O duelo das bandas foi bastante criativo e o final muito bom.

    Bom conto, gostei!

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Informação

Publicado às 28 de fevereiro de 2015 por em Contos Off-Desafio e marcado .
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