EntreContos

Detox Literário.

O Quarto da Imperatriz (Sara Moreira)

Marina olhou para o convite em suas mãos.

Havia um homem sentado na cadeira do outro lado da sala, esperando por ela.

Até agora, esta noite não tinha sido como qualquer coisa que ela esperava. Primeiro, ela conseguiu ser demitida de um emprego que amava. Em segundo lugar, ela meio que caiu numa festa de Halloween. Ela tinha sido convidada por engano, quando ela trabalhava no escritório do Johnson, e se preocupava que os anfitriões da festa soubessem que, tecnicamente, ela não era mais empregada do Johnson.

Por fim, ela cometeu o erro de entregar o convite e olhando para trás, impresso no verso era a imagem da metade de um cartão de tarô. O cartão de Imperatriz. Marina não sabia muito sobre o elemento místico, mas duvidava que a imagem tinha muito a ver com a leitura de povos futuros nessa festa. Havia também algumas instruções impressas no cartão. Basicamente, alguém teria a outra metade do seu cartão, sua missão era encontrar essa pessoa.

Após a chegada, ela se dirigiu ao bar e pediu um refrigerante. Marina mal tinha tomado um gole antes que um homem em um terno escarlate se aproximasse dela.

” Senhora, eu acredito que a pessoa que detém a outra metade do seu cartão está em um quarto no andar de cima.”

“Como é que você sabe o cartão que eu tenho? ”

O homem apenas sorriu e foi embora. Ela não tinha intenção de ir para uma sala que se distanciava da principal multidão, ela não era estúpida. Mas quanto mais ela pensava sobre isso, mais ela sentia a necessidade de dar uma olhada. Uma espiada ela prometeu a si mesma enquanto caminhava até a escadaria ornamentada.

Marina se preocupava com o fato de que ela não saberia o quarto. Um quarto com uma placa de ouro brilhando na porta indicando claramente: A Imperatriz Suíte. Ela tomou uma respiração profunda e abriu a porta.

Foi aí que ela encontrou-se, olhando para um homem em um terno caro, sentado em uma cadeira , observando-a. Um terno giz preto, sapatos de couro feitos em Milão, e um corte de cabelo que tinha que havia custado no mínimo uns trezentos reais. Ela trabalhou como assistente de um dos irmãos que administravam a empresa Johnson, e seu chefe sempre tinha a certeza que ela tinha o melhor de tudo. Marina tinha aprendido a detectar o corte, marca e modelo de tudo o que ele gostava. Os olhos escuros cor de chocolate observavam cada movimento. Seu olhar digitalizado para baixo de seu corpo, levando-se em um vestido vermelho apertado que Marina usava, descendo até os assassinos saltos de dez centímetros que ela usava. Marina empurrou seu longo cabelo castanho por cima do ombro e deixou-o olhar. Ela tinha curvas e estava orgulhosa delas. Se ele pensava que iria perturbar -la, então esse cara realmente não sabia com quem estava mexendo.

“Você gosta?”, ela perguntou.

” O vermelho é definitivamente a sua cor. ” Sua voz era profunda vibrando através do quarto.

” Obrigado.”

“Você é bem-vinda minha querida Imperatriz.”

Marina caminhou mais para dentro do quarto. Uma pequena parte dela estava questionando a sanidade de estar aqui, outra parte foi simplesmente apreciando o que provavelmente seria sua última noite na alta sociedade. Amanhã ela estaria a procura de emprego e duvidava que ela iria encontrar uma posição como aquela novamente.

Ela empurrou as imagens de mais cedo naquele dia fora de sua mente. O homem falou, trazendo-a de seu devaneio.

“Eu sabia que você viria.” Mais uma vez, a voz afetada sua mente.

“Hmm, é?”

“Sim, eles disseram que você não viria, mas eu sabia que faria. Eu nunca duvidei disso.”

“E o que fez você ter tanta certeza?”

“Porque eu sei que você precisa.”

“O que seria isso que preciso?”

Ele era mais alto do que ela, mesmo com ela em saltos, mas ela não estava com medo ou intimidada. Enquanto caminhava em direção a ela, Marina admirava a graça de seus movimentos. Ele parou na frente dela e olhou para baixo. Marina esperou e se perguntou o que seu próximo passo seria. Um sorriso que beirava em seu rosto quando ele caiu de joelhos. Ela olhou para o alto de sua cabeça antes de se virar para a porta. Quando ela se virou, seu rosto caiu. Ela respirou fundo e calmamente se afastou dele. Após afastar-se vários metros de distância , Marina voltou-se para encontrá-lo na mesma posição, de joelhos, com a cabeça para baixo, e as mãos presas juntas na base das costas. Ela levou um segundo para admirar a vista.

“Você é o motivo pelo qual eu fui demitida esta manhã, Sr. Johnson?”

Seus ombros se esticaram com sua pergunta, mas ele não respondeu.

Marina revirou os olhos e voltou a ficar em cima dele.

“Eu lhe fiz uma pergunta. Espero uma resposta. ”

“Eu falei com o meu irmão, sim “, disse Johnson.

“Então, o que exatamente aconteceu? Você disse para ele que não iria ter mais nada comigo porque eu não o queria mais?”

“Não! Não foi isso que aconteceu!”

“Então me diga como eu acordei esta manhã empregada, e agora estou aqui me perguntando de onde meu próximo cheque está vindo? ”

Sua mandíbula apertava, mas ele não disse nada. Marina suspirou e colocou um dedo sob o queixo, forçando a cabeça para cima.

“Essa pergunta foi muito difícil? Ok, deixe-me tentar outra coisa. O que é que você quer de mim, Sr. Johnson?”

Ela esperou mais um minuto, deixando-o realmente relaxar em sua submissão. Quando ela tinha certeza de que ele estava pronto, ela pegou um punhado de cabelo e puxou, certificando-se que ele sentiu as alfinetadas de dor.

“Ouça com atenção, pirralho. Eu fiz-lhe duas perguntas, e você recusou-se a responder a qualquer uma deles. Você parece pensar que você está no comando aqui, mas você se esqueceu… Eu não trabalho para você. Eu não estou de joelhos na sua frente.” Ela se afastou para que ele pudesse ver seu rosto.”

Ela deixou-o ir e recuou.

Por um segundo, ele não se mexeu. Ela quase podia ver sua mente girando afastando por trás de seus olhos. Era uma digna Imperatriz.

“Tudo bem, você não pode responder a perguntas. Você não pode seguir as ordens. Realmente, eu não vejo o ponto de levar isso ainda mais. Estou grávida, Johnson. E o filho é seu.”

“O que?”

“Sim”.

“E o que é que você quer de mim?”

“Tudo.”

Lucy lhe deu notas altas para essa resposta.

“Você já jogou assim antes?” Ele achava que ela estava mentindo.

“Que é que você quer dizer com isso?”

Ele parou, estava indo para cima dela. Ela tinha que manter o controle da situação, ele era perigoso. Havia ainda uma voz em sua cabeça, dizendo-lhe tudo isso foi um sonho. Seu dia tinha ido de um extremo ao outro.

“Você está de joguete, nada disso é verdade”.

“O que? Você acha que eu faria isso? Seu traste imundo!”

Ele se assustou. Sabia que era verdade, mas se negava a assumir. Então ele sacou um revólver, iria acabar com aquilo ali. Mas em um átimo Marina, chutou-lhe o saco e o fez gemer de dor. Pegou o revólver e apontou para a cabeça dele.

“Você quer brincar? Agora responderá pelos seus pecados”

E assim atirou na cabeça dele, imponente com seu próprio poder. A festa fora armada para ela, somente para aquele momento. Ela não sabia, mais os astros confabulavam para aquilo, e ela fez aquilo.

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37 comentários em “O Quarto da Imperatriz (Sara Moreira)

  1. Lucas Guimarães
    25 de fevereiro de 2014

    Olá, Viúva Negra! Sinceramente, não gostei muito. A reviravolta do conto foi brusca demais, falta certo lirismo em sua escrita e, como todos já falaram, faltou ou não se completou a revisão. Revisar é difícil, também tenho problemas com isso, mas é muito importante. Enfim, boa sorte!

  2. Felipe Rodriguez
    25 de fevereiro de 2014

    Não gostei. Notei certa desorganização de ideias e excesso de adjetivos. A história até tem certo potencial, mas afasta o leitor com muitos erros. Após uma revisão e corte de palavras, acho que ficaria bacana.

  3. Frank
    24 de fevereiro de 2014

    Bem, precisa revisar. Assim, como está, prejudica a história (fiquei perdido em muitas partes). Boa sorte.

  4. Tom Lima
    20 de fevereiro de 2014

    Faltou muita coisa aqui. Parece que houve pressa também, fazendo o desenvolvimento e a revisão serem prejudicados.

    Como outros disseram, é uma boa ideia mal elaborada.

    A relação entre os personagens ficou muito superficial, o passado deles é muito importante para a história que você decidiu contar, mas nada dele nos é contado ou insinuado. Ficamos no escuro, assistimos a uma cena sem contexto.

    Enfim, continue escrevendo.

  5. Blanche
    19 de fevereiro de 2014

    O texto está repleto de erros. Frases mal construídas, pouca concordância, repetições, termos mal encaixados…

    A trama – apesar de rala – foi pouco aproveitada pela autora e, unido isto às inúmeras falhas na narrativa, o resultado acabou ficando fraco. Sugiro muita leitura e cuidado na hora de revisar eventuais errinhos. De qualquer forma, o exercício é válido e qualquer pessoa está suscetível a erros. Galgando degrau por degrau, você com certeza há de se tornar uma grande escritora. Continue enviando teus trabalhos para o site. 😉

  6. Pedro Viana
    18 de fevereiro de 2014

    Infelizmente, tenho que fazer coro aos meus colegas. Não gostei. O conto foi mal trabalhado e durante todo o texto tive a incômoda sensação de que tinha deixado passar algo na leitura. Isso é horrível. Algumas vezes é meu o problema, mas nesse caso creio que se deu pela narrativa mal conduzida. Espero que me desculpe pela sinceridade. Abraço e boa sorte nos trabalhos futuros.

  7. Eduardo Selga
    18 de fevereiro de 2014

    O texto é muito ruim. Do ponto de vista da construção textual, há uma repetição exasperante de algumas palavras (no curto terceiro parágrafo, “ela” é usado cinco vezes), o uso de uma linguagem que só faz sentido na fala (“ela MEIO QUE caiu”), palavras mal empregadas (“Seu OLHAR DIGITALIZADO para baixo de seu corpo), emprego confuso do pronome possessivo “seu”‘, erros de colocação pronominal (“Eu FIZ-LHE duas perguntas”).

    Quanto à construção da trama, os elementos estão mal amarrados, de modo que os eventos soam meio gratuitos, além de haver muitos clichês.

  8. Thata Pereira
    7 de fevereiro de 2014

    Comecei a ler o conto muito empolgada, adorando a história. Quando li do meio para o final fiquei muito triste com o rumo que a história tomou. Todas as impressões que tive da personagem entraram em contradição. No começo ela me parece calma e receosa no final me deparo com uma mulher forte, convicta. Não consegui mais vê-la dessa forma. Uma ideia (apenas no começo, pois não gostei do final), para ser trabalhada.

    Boa sorte!

  9. Ricardo Gnecco Falco
    6 de fevereiro de 2014

    A dica aqui já é mais do que conhecida: Quando terminar de escrever o conto (já tiver colocado o ponto final na obra), fecha o arquivo. Desliga o computador.
    Vai para o play, vai passear, viajar, namorar, conhecer gente…
    Uma semana depois você abre novamente o arquivo e lê tudo de cabo a rabo. Então, corta aqui, muda ali, acrescenta lá, revisa novamente o texto todo e… Envia.
    Mas reza pra não ter deixado passar muita coisa!
    😉
    Boa sorte!

    Paz e Bem!

  10. Felipe França
    6 de fevereiro de 2014

    Olha… cara amiga Viúva Negra, a ideia da personificação das cartas em personagens é uma excelente ideia, mas parece ficou presa… sabe… não decolou. O conto está bem escrito, e do começo até a metade a história fluiu. Contudo, do meio para o final não deu “massa”. Achei o final um pouco abrupto demais. Creio que você poderia ter se estendido e aproveitado mais o limite de caracteres. No mais este é o caminho. Boa sorte! Ao infinito… e além.

  11. Pedro Luna
    6 de fevereiro de 2014

    Não gostei. Acho que você deveria trabalhar melhor os personagens para que o leitor crie uma afeição por eles. No fundo, achei que a história por trás do conto é meio boba. Não foi uma leitura ruim, mas pode vir a ser melhor 😉

  12. Tiago Volpato
    6 de fevereiro de 2014

    Gostei da ideia do conto, só por ter saído da estrutura da cartomante já me deixou feliz. De resto concordo com o comentário da mhs1971. Se você conseguir melhorar nesses pontos, seus próximos contos aqui no blog serão sensacionais.
    Felicidades e boa sorte!

  13. mhs1971
    5 de fevereiro de 2014

    Faltou revisão. Os erros gramaticais e de construção ofuscaram a qualidade do conto. Trabalharia melhor nos diálogos, para sair do lugar-comum. A descrição de vestimentas e ambientação poderiam sair do clichê, tipo vestido vermelho, terno risca-giz., etc. Uma pena, se trabalhasse melhor nesses pontos, manteria o pouco que a história possuía.

  14. Paula Melo
    5 de fevereiro de 2014

    Bom a ideia do conto me pareceu muito boa,mas creio se fosse melhor desenvolvida teria prendido minha atenção a leitura.
    Mas Boa Sorte!

  15. Rodrigo Arcadia
    4 de fevereiro de 2014

    Apesar do conto ter uma ideia boa, faltou mais alguma coisa, uma explicação a mais. esse conto merece uma revisada porque o plot é bom.
    Abraço!

    • Viúva Negra
      5 de fevereiro de 2014

      Saudações, Rodrigo.

      Obrigado pela leitura, e pelo comentário. Seguirei seu conselho e revisarei.

      Agradeço mais uma vez.

  16. Anorkinda Neide
    4 de fevereiro de 2014

    Olá!
    Gostei do conto!
    Claro que tem aquelas frases pra revisar, como já foi apontado nos comentários…
    mas a história é bacana… me surpreendeu várias vezes e gosto disto! hehehe

    Parabéns

    • Viúva Negra
      5 de fevereiro de 2014

      Saudações, Anorkinda.

      Obrigado pela leitura, e pelo comentário. Que bom que gostou. E que bom que se surpreendeu.

      Agradeço mais uma vez.

  17. Leonardo Stockler
    4 de fevereiro de 2014

    Não há muito o que acrescentar. Senti-me distante da narrativa o tempo todo, a ponto de, no final, pensar comigo mesmo que talvez não entendi muito do que aconteceu. Uma pena que você não tinha tido tempo para revisar. Vê-se que grande parte do que compromete o texto aqui é uma revisão. Algumas frases soaram muito mal, como: “Ele era mais alto do que ela, mesmo com ela em saltos, mas ela não estava com medo ou intimidada.” E, como o rapaz ali disse, há muitos “ela”, pelo texto. De fato, a ideia de uma festa, de uma vingança encenada, é muito interessante. Se você ainda pretende mexer neste texto, sugiro que aprimore estas coisas, que coloque mais cores em seu texto, mais elementos. Os diálogos estão muito travados, praticamente não dizem nada. Abraços.

    • Viúva Negra
      5 de fevereiro de 2014

      Saudações, Leonardo.

      Obrigado pela leitura, e pelo comentário.

      Agradeço mais uma vez.

  18. rubemcabral
    4 de fevereiro de 2014

    Boa premissa, mas achei que faltou história, que o conto é talvez um fragmento ou introdução. Quanto à escrita, cuidado com repetições: tem uma inundação de “ela” no texto, em especial nos primeiros parágrafos.

    • Viúva Negra
      5 de fevereiro de 2014

      Saudações, Rubem.

      Obrigado pela leitura, e pelo comentário. Tomarei cuidado com isso sim.

      Agradeço mais uma vez.

  19. Harry
    4 de fevereiro de 2014

    Oi Viúva, gostei do seu conto também, mas podia ser melhor! Mas você já explicou tudo, então não há com o que eu me preocupar. Parabéns e boa sorte!

    • Viúva Negra
      5 de fevereiro de 2014

      Saudações, Pétrya.

      Obrigado pela leitura, e pelo comentário.

      Agradeço mais uma vez.

      • Viúva Negra
        5 de fevereiro de 2014

        Harry*

  20. Bia Machado
    4 de fevereiro de 2014

    Uma ideia interessante, mas que precisa de um trabalho maior de seu escritor. Continue escrevendo, tem boas ideias!

    • Viúva Negra
      4 de fevereiro de 2014

      Saudações, Pétrya.

      Obrigado pela leitura, e pelo comentário.

  21. Ryan Mso
    3 de fevereiro de 2014

    Também não gostei… Digo, o início e o meio/fim parecem contos diferentes. Parece que perdeu o ritmo. Mas nada para se desanimar totalmente, como disse o Gustavo, preserve e leia mais e escreva mais. Não desista, é errando que se aprende. Hehe

    De qualquer forma, parabenizo à autora pelo escrito, e desejo boa sorte no desafio!

    • Viúva Negra
      4 de fevereiro de 2014

      Saudações, Pétrya.

      Obrigado pela leitura, e pelo comentário. Que pena que não gostou Ryan. Como disse no comentário anterior escrevi em dois dias. Melhorarei isso.

      Agradeço mais uma vez.

  22. Claudia Roberta Angst
    3 de fevereiro de 2014

    Gostei da ideia da festa com os convites propondo o jogo de busca da outra metade.
    O começo revelou um ritmo e o final outro,bem mais apressado.
    Erros escaparam da sua revisão e algumas repetições travaram a leitura.
    Percebe-se o potencial da autora, mas é preciso trabalhar melhor a linguagem. Continue firme e boa sorte!

    • Viúva Negra
      4 de fevereiro de 2014

      Saudações, Pétrya.

      Obrigado pela leitura, e pelo comentário. Infelizmente eu confundi datas e entreguei sem uma revisão. Escrevi no sábado uma parte, e terminei no domingo, por isso, deve ter causado esse efeito.

      Agradeço mais uma vez.

  23. Gustavo Araujo
    3 de fevereiro de 2014

    Lamento dizer, mas o texto está muito fraco. Percebe-se que foi escrito por alguém que dá seus primeiros passos no ramo. O conselho que posso dar é que persevere, que leia mais, que escreva sem parar e que não desanime com as críticas que receber. Há ideias interessantes aí – como a questão das cartas que devem se completar – mas o excesso de erros gramaticais acabou por comprometer o ritmo de leitura.

    • Viúva Negra
      4 de fevereiro de 2014

      Saudações, Pétrya.

      Obrigado pela leitura, e pelo comentário. Como disse à Pétrya careceu de revisão o texto, e foi um afobamento de minha parte a postagem dele.

      Agradeço mais uma vez.

  24. Jefferson Lemos
    3 de fevereiro de 2014

    Não gostei.
    Faltou algo que me prendesse a história, acabei por não me ligar.
    De qualquer forma, parabéns e boa sorte!

    • Viúva Negra
      4 de fevereiro de 2014

      Saudações, Pétrya.

      Obrigado pela leitura, e pelo comentário. Que pena que não gostou Jefferson.

      Agradeço mais uma vez.

  25. Pétrya Bischoff
    3 de fevereiro de 2014

    Primeiramente, achei interessante a ideia dos convites serem pares, de o quarto também ser Imperatriz, de a noite ter sido preparada para ela, mesmo que misticamente. No entanto, achei uma leitura pouco profunda; não consegui sentir nada pelos personagens. Também há alguns erros de gramática e anáforas.
    Penso que tenha potencial, se trabalhada posteriormente. Boa sorte 😉

    • Viúva Negra
      4 de fevereiro de 2014

      Saudações, Pétrya.

      Obrigado pela leitura, e pelo comentário. Afobei-me em entregar o conto, confundi datas, para dizer a verdade. Então tive de entregar o texto sem revisão alguma. Mas tomo nota de suas palavras e hei de melhorar.

      Agradeço mais uma vez.

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Informação

Publicado às 3 de fevereiro de 2014 por em Tarô e marcado .