EntreContos

Detox Literário.

As Cartas e o Destino (Felipe França)

001

– Vossa Majestade, a população está se sentindo pressionada demais. Creio que a nossa intervenção na Guerra Civil Americana foi uma atitude pouco pensada pelo o Conselho.

Da grande janela do Palácio Imperial, o ministro para assuntos financeiros de Luís XVI abaixou os pequenos óculos e observou os habitantes de Paris entrarem em choque com a guarda, esta com ordens para atirar sem hesitar.

– O que você quer que eu faça, Jacques? Assumi o trono muito jovem. Nunca foi do meu feitio o dom da liderança. Sentia que a população do meu país merecia o máximo de respeito… e hoje, depois de quase quinze anos diante do poder, eles querem o meu sangue.

Luís levantou de sua vistosa poltrona vermelha e caminhou para próximo de Jaques. Com os olhos estáticos avistou uma mistura de pessoas as quais não conseguiu diferenciar quem queria e quem defendia seu pescoço.

– Majestade, as pessoas não têm dinheiro para se sustentar. O comércio está entrando em colapso com os estoques superlotando os armazéns. Os camponeses não conseguem comprar até mesmo pão!

– Eles não têm pão? Comam brioches.

Maria Antonieta adentrou o grande salão ao término da fala do ministro. Seu semblante alegre e suas vestimentas adornadas com as mais belas gemas vindas da África do Sul contrastavam com os enfurecidos e sujos rostos dos cidadãos franceses.

– Antonieta… Onde estava? Estamos em um momento critico e você me vem com ironias?

Luís, desde o começo de seu casamento com a esposa, sabia que ela aceitaria o convite, pois viveria uma vida de luxo e riqueza na corte. Ele estava ciente que Antonieta preferia os amantes estrangeiros à própria cama real.

– Meu querido esposo… Apenas estou expressando a minha felicidade com o baile da semana passada. Foi divino! Versalhes é o lugar mais luxuoso de toda a França. Jacques… Acontecerá outro na próxima semana, estou certa?

Antonieta aproximou-se de ambos. Seus lábios vermelhos sorriram ao ver o mesmo tom sangue manchar o entorno do palácio. O leque oriental, presente do embaixador japonês, abanava sua face rósea.

– Sim, madame! Mas creio que devemos parar com as festas. Um dos motivos de indignação da população é o exagero que se faz presente em Versalhes.

Antonieta suspirou com o tom de repreensão de Jacques. O monarca retirou-se da janela e caminhou para o fundo do salão. De chofre para o quadro do avô fechou os olhos e tentou buscar uma resposta mental para a crise como se a pintura lhe proporcionasse a solução. Sem sair do lugar Luís sussurrou.

– Jacques, quando o emissário de Roma vai chegar?

O ministro desviou o olhar para as costas do rei e murmurou.

– Não virá, Vossa Majestade. Roma disse que não enviará mais nenhum emissário a Paris. O santo Papa disse que a França é uma bomba prestes a explodir, e não deseja manchar a imagem da igreja com a sua má administração. Bem… foi assim que ele concluiu ao nosso embaixador.

Luís bateu com os punhos na própria cintura, e mais uma vez olhou para a pintura do quadro. A expressão imponente do avô não o encorajava. Ele se sentia sozinho; longe de seu povo, longe de sua corte e principalmente longe de Antonieta.

– Preciso de auxílio espiritual! Em todos os momentos à frente do trono… um emissário de Deus me ajudou diante dos problemas e crises. Agora, que estamos em um dos piores momentos desta nação, Roma desiste da nossa consideração?

Ao longe, Antonieta ouviu as súplicas do marido. Decidida aconselhá-lo, como fizera outras tantas vezes em assuntos políticos, a rainha arrastou o longo vestido rendado para próximo dele.

– Vejo que precisa de ajuda… não é mesmo, querido? Para você, os padres e bispos que nos eram enviados não acalentavam seu espírito, mas reforçavam sua confiança.

Segurou no braço dele e aproximou o rosto encarando-o com os olhos inocentes.

– Neste final de semana acontecerá outra festa. Apresentarei a você uma pessoa que conheci no baile passado. Ela te ajudará nas decisões e na de sua confiança, meu admirado rei.

Jacques censurava-a com o olhar cansado, contudo a esposa de Luís sorria discretamente para o ministro. Subia as mãos consoladoras para o rosto do monarca, e este respondia sua atitude com um sorriso triste.

Com o reforço das tropas nas imundas ruas de Paris, manifestações e motins foram reprimidos. No sábado à noite, o Palácio de Versalhes reluzia todo o esplendor e glamour da corte francesa. Embaixadores de vários países europeus, e alguns asiáticos, portavam belos trajes e coloridas máscaras que deixavam à mostra apenas os olhos. Nas mulheres, as máscaras combinavam com os vestidos requintados. Luís chegara exatamente no apogeu da festa. Desceu de sua carruagem juntamente com Maria Antonieta a tira colo. A rainha transbordava felicidade em estar presente, mais uma vez, em um dos prazeres de sua vida.

– Antonieta… Por que até agora me escondeu quem é esta pessoa? Qual o motivo? Estou cansado de suas brincadeiras e espero que seja verdade. E se for… espero quem quer que seja possa me ajudar.

– Calma, Luís… Garanto que é verdade sim. Acha mesmo que quero ver o seu rosto sempre triste? Venha! Ela já deve estar lá dentro.

Antonieta caminhava a passos majestosos em direção a grande porta envidraçada da entrada do palácio. Luís, logo atrás, cumprimentava todos os presentes, estes por respeito ao rei faziam pequenas reverências.

-Luís! Luís! Venha até aqui. Eu a encontrei!

A rainha segurava as mãos de uma jovem a qual não era possível identificar. Uma máscara vermelha com longas plumas pretas e brancas ocultava-lhe a face.

– Luís, apresento Kiki de Marselha… ela é uma taróloga. Seus jogos de cartas são muito famosos em boa parte da França, Alemanha e Hungria.

O rei, estranhando o nome que nunca ouvira, subiu o último degrau para se postar diante da jovem dama.

– Muito prazer, mademoiselle Kiki. Encantado com sua presença em nossa festa.

A misteriosa mulher finalmente retirou a máscara revelando uma beleza exótica. Com o nariz delicadamente moldado, a pele da face evidenciou um tom branco diferente do que era visto nos rostos das ruas e corte de Paris. Os olhos verdes esmeraldinos encararam Luís; a boca com os lábios finos sorria com discrição.

– O prazer é todo meu, cordial rei. Feliz por estar presente diante do principal monarca que este país já teve.

Depois de a taróloga afastar o vestido e fazer uma pequena reverência, Maria Antonieta, sem máscara, explicou a jovem qual seria seu desejo para ajudar a consciência do marido.

– Creio que Vossa Majestade nunca ouviu falar nos arcanos do tarô, correto?

Ao ouvir a indagação, ele enrubesceu e mirou os olhos para o brilhante piso do palácio. Procurou achar palavras para expressar sua falta de conhecimento, algo vergonhoso para um monarca; o comandante de uma nação.

– Para falar a verdade… não sei nem o que significa taróloga. Esta palavra me é de completo desconhecimento.

Antonieta sentindo o constrangimento que o marido passava fechou os olhos, suspirou e pensou o porquê da sua preferência de outros homens de outras cortes ao seu próprio rei.

– Nós, os tarólogos, somos responsáveis por encontrar soluções práticas para os problemas cotidianos; entender melhor o momento atual; entrar em contanto com a espiritualidade, seja ela qual for… e por último, sobre tudo, visualizar ações que levam a determinados desfechos. Tudo isto podemos concretizar através de um jogo de vinte e duas cartas que recebem o nome de arcanos maiores.

Kiki colocou novamente a máscara e sorriu para a esposa de Luís, esta se aproximou do esposo e acariciando suas mãos.

– Ela será sua nova orientadora, Luís. Esqueça aqueles hipócritas de Roma. Tenho a certeza que suas cartas lhe reservarão ótimas notícias para suas futuras decisões.

Luís era guarnecido por Jacques, ele ouviu toda àquela retórica e abaixou a cabeça virando-a para o lado. Mais um baile regado a vinho, risadas e grandes espelhos perdurou por toda a fria madrugada francesa.

Antes de todas as tomadas de decisões, Luís reunia-se por longos minutos com a taróloga em sala anexa. Seguidamente, saía com um sorriso de satisfação no rosto e seguia para o salão juntamente com seus ministros. Foram várias as vezes que Kiki de Marselha ofereceu seus serviços ao rei. Rumores começavam a circular por toda a corte, esta afirmava que a motivação e confiança do monarca não ficavam presas apenas nas sugestões que as cartas lhe apresentavam. Todo este falatório despertou a preocupação de Maria Antonieta.

– Diga-me, Luís… Por que motivo você fica trancafiado com aquela mulher das cartas? Sabe muito bem que a corte está a nos ridicularizar com suas “reuniões”.

O rei prostrado diante do quadro do avô sorria e sem olhar para a esposa respondia ironicamente sua pergunta.

– Oras… Você que apresentou a mim. Posso-te dizer que foi uma excelente sugestão. As medidas que tenho tomado têm refletido positivamente na opinião da população. A crise diminuiu, a confiança cresceu e eu me valorizei.

Meneou a cabeça para Maria Antonieta e sussurrou com os lábios ávidos para dizer algo que há muito tempo gostaria de ter dito.

– Por que está preocupada? Acredito que todas as noites que deixava o nosso leito, você não se preocupou com a minha solidão. Ou será que o embaixador alemão não fez o trabalho como deveria?

A rainha corou no final da fala do monarca. Calada, deixou o salão com passos rápidos no mesmo instante que Kiki adentrou. Um olhar de ódio foi direcionado para a misteriosa mulher que retribuiu com indiferença.

– Vossa Majestade, bom tarde. Gostaria de falar comigo novamente? O seu enviado me informou do seu pedido.

– Sim, mademoiselle. Os conselhos de suas cartas têm me garantido um lugar de destaque no coração do povo francês e livrado o meu pescoço de sua ira. Entretanto, preciso tomar uma decisão da qual creio que aumentará mais meu prestígio.

A mulher sorriu e balançou seus longos cabelos lisos. Aproximou-se de Luís e ajeitou o contorno do busto de seu vestido vinho.

– A convocação dos Estados Gerais; o nobre que luta, o clero que reza e o camponês que trabalha. Quero tornar a minha administração democrática. Será um marco para a história deste país.

– Claro! Vamos à sala para ouvir o que as cartas têm a dizer?

O monarca assentiu com a cabeça e entrou juntamente com a jovem. A porta fechou-se. A extensa mesa de mogno era iluminada pelo lusco-fusco que penetrava pela grande janela atrás de Kiki. As cartas foram dispostas na mesa; o nervosismo de Luís começou a crescer.

Os finos dedos da misteriosa taróloga tocaram a terceira carta à direita. Desvirou-a. Apareceu a figura de uma espécie de bobo da corte. Luís suspirou.

– O ela tem a me dizer, mademoiselle?

– É a representação do o louco. O andarilho ou o louco significa queda ou marcha que se detém. Abandono forçado dos bens materiais; decadência sem muita possibilidade de recuperação. Complicações, atoleiro, incoerência. Em suma… Um final desastroso iminente.

Luís engoliu seco, e com os olhos lagrimosos observou a mulher. Um sentimento de desprezo e ódio por aquela dama exótica cresceu. Levantou-se e apontou-lhe o dedo dizendo pesadas palavras.

– Não é possível! Você não irá arruinar o meu melhor momento como rei. Tudo isto é uma tremenda baboseira sem sentido.

Kiki olhou sem hesitar e sorriu francamente. O contorno de seu corpo era visto sobre as cartas dispostas.

– Os arcanos nunca mentem! Desculpe-me, meu rei… mas é a verdade!

Luís enfureceu-se com a sua indiferença. Uma passada de mão rápida e ríspida sobre as cartas levou todas ao chão.

– Saia daqui agora! Nunca mais volte com suas mentiras e este seu truque barato.

A jovem pôs-se de pé e tranquilamente saiu da sala deixando Luís sozinho com sua ira e medo. Logo, o monarca recuperou-se e engoliu seco mais uma vez. Olhou para sala ministerial ciente de seu orgulho e confiança. Sua consciência dizia para agir contrariamente do que lhe foi dito pelas cartas. Os passos cambaleantes levaram-no até o salão da reunião.

– Senhores… Já possuo uma decisão sobre este imbróglio. Peço que ouçam todas as minhas explicações e argumentos.

Luís, depois de ter recebido todas as reverências dos ministros presentes, sentou-se na ponta na mesa e abaixou os olhos para as próprias mãos trêmulas.

– Senhores… Chego as seguintes conclusões. Nossa economia, apesar de ter melhorado bastante, o que evitou a nossa derrocada moral e financeira, ainda não está como queremos. Todavia, eu senti que a população e outras classes de nossa nação mereciam participar da melhora de nossas finanças. Por isto… autorizo a convocação dos Estados Gerais o mais breve possível.

Jacques e outros ministros levantaram sem reação de suas poltronas. Os que eram contra começaram a discutir com aqueles favoráveis à ideia de Luís. Discretamente, Jacques caminhou para perto do rei e lhe sussurrou ao ouvido.

– Vossa Majestade… não faça isto. Dar poder nas mãos dos camponeses pode gerar uma falta de controle sem precedentes. Entendo que nossa economia está a melhorar, mas ainda é muito cedo. A pobreza em nosso país é, ainda, gritante.

Luís abaixou a cabeça, suspirou e se dirigiu em direção à porta. Olhou tristemente para todo o alvoroço do corpo ministerial e depois para seu principal ministro.

– Eu sei, Jacques… Mas já está traçado. As cartas disseram. Mesmo as coisas negativas têm que acontecer para vir a bonança.

Com a população mais participante das decisões políticas da França, não tardou para que um motim de revoltosos se levantasse contra a monarquia. Jovens, mães, maridos e até mesmo as crianças saíram para as ruas da capital empunhando bandeiras e gritos de revolução. A encurralada família real ainda tentou escapar das enfurecidas mãos, contudo sem sucesso. Os monarcas foram encontrados e achocalhados até o pedestal de uma guilhotina instalada em praça pública.

– Soltem-nos! Seus malditos sem escrúpulos. Vocês pagarão um alto preço pelo que vão fazer.

Gritava Maria Antonieta ao ser conduzida para perto do marido, este de joelhos sendo preso por um carrasco que lhe apertava a cinta fixada à guilhotina. Luís olhou para seu executor e com tremor em sua voz gritou.

– Eu morro inocente! Sou inocente de tudo o que me inculpam. Espero que meu sangue possa cimentar a felicidade dos franceses.

O carrasco, indiferente às súplicas do monarca, soltou a corda que prendia a lâmina no alto e esta desceu rapidamente sobre o pescoço de Luís. Ao ver tal cena, Maria Antonieta prostrou-se de joelhos sobre o cesto que caíra a cabeça do marido e pôs a chorar.

– Seus desgraçados! Por que fizeste tal atrocidade?

Em estado de choque encarou o carrasco responsável por tirar a vida do rei. Sobre a penumbra do capuz negro reconheceu o brilho verdes dos olhos e sorriso discreto. Os delicados dedos foram ao encontro dos cabelos de Antonieta. Abaixou-se ao seu lado e sussurrou-lhe aos ouvidos.

– O destino dele era este. Ele não precisou jogar novamente, pois a próxima carta já lhe era certa: a Morte!

A rainha, paralisada pela voz conhecida, levantou vagarosamente os olhos e fitou-a com ódio. Sem nada a dizer abaixou a cabeça novamente. O carrasco sorriu mais uma vez e murmurou novas palavras.

– Você terá sua vez para jogar, mas tenha em mente… os arcanos nunca mentem!

Maria Antonieta ouviu tudo aquilo passivamente, enquanto o sangue que vazava do cesto contornava o seu joelho. Pelas suas costas, a população em festa gritava “Viva a Revolução” ao ver o carrasco empunhar a cabeça de Luís XVI.

Anúncios

34 comentários em “As Cartas e o Destino (Felipe França)

  1. Violet de Maupassant
    26 de fevereiro de 2014

    Mais uma vez venho agradecer por todas as críticas recebidas. Todas elas foram muito bem-vindas e me serviram para melhorar ainda mais. O carinho e o respeito são outras duas coisas que sempre tive por parte de todos deste concurso. Já me considero uma vencedora; simplemente por estar presente em meio a tanta gente profissional.
    Obrigado mesmo!

  2. Leandro B.
    25 de fevereiro de 2014

    É muito complicado escrever sobre grandes personagens históricos, principalmente em grandes momentos históricos. Claro, todos temos liberdade para criar e recriar acontecimentos, por isso que dificilmente concordo com críticas de “isso não aconteceu”, ou “naquela época isso era impossível”. Acho-as cabíveis apenas quando percebemos que a intenção do autor, era, de fato, de alguma maneira também instruir seus leitores. Prática, aliás, que acho louvável e muito interessante. Creio que a literatura é uma arma mais forte para ensinar história do que centenas de livros didáticos. Mas, claro, se for essa a proposta do autor.

    Tendo dito isso, não me incomodam aqui a maneira como a ficção diverge da realidade. Minha crítica não é essa. Contudo, o trecho em que o rei Luís XVI decide convocar os Estados Gerais para tornar seu governo mais “democrático”, para ser um “marco na história” ficou abrupta demais. Sua insatisfação com a resposta dos arcanos também me pareceu muito exagerada. Em algum momento os conselhos da cartomante devem ter contrariado suas ideias, ou o reino teria, de fato, melhorado graças a ele, se a mulher apenas confirmasse suas ideias.

    De resto, estava achando a leitura bem divertida, mas a partir dessa consulta senti que o conto perdeu um pouco a força. É possível que a limitação de palavras tenha arruinado um desenvolvimento mais complexo desse trecho, mas como ele foi essencial para a trama, creio que teria sido melhor refazer algumas partes atrás para preservar essa.

    É isso. Parabens pelo conto.

  3. Lucas Guimarães
    24 de fevereiro de 2014

    Olá, Violet de Maupassant. Ahh, um romance histórico, ou melhor, um conto histórico! Já faz tempo que tenho vontade de ler um. Gostei dele, muito bem escrito e adaptado, não vou reclamar da mudança nos fatos históricos, afinal, a história é literatura, como disse Saramago, apenas o que me fez torcer um pouco o nariz foi o papel e as falas de Maria Antonieta que me soaram um tanto modernos demais e a vontade democrática do Rei de França. Porém, são só chatices minhas, tirando isso, gostei bastante do conto! Parabéns!

    • Felipe França
      27 de fevereiro de 2014

      Lucas, obrigadão mesmo por ter confiado seu voto em meu conto. Foi um dos poucos que entendeu o sentido do texto. Creio que eu poderia ter afeiçoado mais em transparecer esta imagem.
      Valeu muito todos os 5 meses de aprendizado que tive neste maravilhoso blog. Agora voltarei ao estilo o qual mais gosto de escrever: ficção científica. Até breve!

  4. Pedro Luna
    24 de fevereiro de 2014

    Achei ousado. Muito bacana. Não vou mentir que achei a leitura um pouco cansativa..mas nada que me tirasse a atenção.

  5. Frank
    23 de fevereiro de 2014

    Gostei muito da escrita e do ambiente criados, primorosos e muito convincentes. Como o texto “insere” um contexto imaginário em eventos reais, o desfecho era esperado e, por isso, não foi surpreendente. Apesar disso, o que foi inserido foi bem bacana. Parabéns!

  6. Tom Lima
    22 de fevereiro de 2014

    Até gostei do conto, mas os diálogos foram pouco trabalhados, soando irreais. Você escolheu uma época complexa para situar o conto, acho que por isso achei os diálogos inverossímeis, a época.

    Continue escrevendo.

  7. Vitor De Toledo Stuani
    20 de fevereiro de 2014

    Acho interessantíssimo o período e os fatos que englobam a Revolução Francesa. Fiquei bem animado quando vi que seria este o pano de fundo do conto.

    A narrativa está boa e envolveu, Não li todos os comentários, mas pelo que percebi houve certa polêmica por não ser presente uma total fidelidade histórica no enredo. Poxa, isso é ficção! Por que diabos deveria seguir o que nos foi ensinado ao pé da risca? Aliás, com que propriedade podemos dizer que o lecionado reflete a verdade histórica?

    De contra (*SPOILER*) achei meio descabido a mulher ser a executora. Primeiro, pela sociedade machista da época (da época?). Segundo, porque essa imagem do sujeito com gorro negro com abertura apenas para os olhos me parece mais simbólica do que um fato. Bem, pelo menos nas pituras da época não se vê ninguém a usando. Se estou falando besteira, me corrijam os historiadores! 🙂

  8. Weslley Reis
    19 de fevereiro de 2014

    Discordo de algumas críticas dos colegas. Achei o plano de fundo bem utilizado e apesar de não ter me criado muita expectativa, gostei da leitura como um todo

  9. Blanche
    18 de fevereiro de 2014

    Assim como o colega abaixo, também me lembrei de Bastardos Inglórios ao ler o texto. Alterar fatos históricos e anexá-los em uma realidade alternativa não é só um exercício extremo de criatividade como também subverte muitos aspectos e paradigmas literários impregnados na mente de cada leitor. As pessoas (infelizmente) são muito apegadas ao ceticismo e acabam pré-estabelecendo formas prontas de escrever e adaptar fatos já existentes. Isso é elitizar a escrita/criatividade e de forma alguma eu compactuo com esse tipo de coisa. O site é um espaço livre para criações e aprendizado.

    Agora, quanto ao conto em si…
    Eu gostei da narrativa. Achei bem estruturada e não me cansou. Uma ou outra palavrinha mal encaixada, alguns deslizes… Mas no geral você domina as palavras e sabe prender o leitor. O que não me agradou muito foi o final corrido. De qualquer forma, te parabenizo pela ousadia! 😉

  10. Gustavo Araujo
    17 de fevereiro de 2014

    Gostei bastante. O fato de não ser fiel à História oficial é antes de tudo uma qualidade louvável. Se quiséssemos os fatos verdadeiros teríamos que ler um livro técnico. Como Tarantino em Bastardos Inglórios, aqui fatos conhecidos são subvertidos, dobrados, moldados a uma nova, improvável e impossível realidade. Parabenizo quem escreveu pela desenvoltura e pela coragem. Para mim a leitura fluiu fácil. Não cansei, ao contrário, fiquei com uma ponta de decepção quando vi que o final se aproximava. Claro, nem tudo são flores – acho que ficaria mais interessante se Luis XVI tivesse agido conforme as orientações da cartomante e que por isso a Revolução teria se desencadeado. Enfim, só uma ideia. Parabéns a(o) autor(a).

  11. Pedro Viana
    16 de fevereiro de 2014

    Gosto de História e esse conto soube se conduzir pelo “espírito monárquico” no período da Revolução Francesa, apesar dos deslizes históricos já apontados aqui. No entanto, apesar da coerência com relação ao tema, a história não me pegou. Talvez pelo final previsível ou pela falta de emoção que os personagens passaram (não porque foram mal construídos, mas porque se limitaram ao “lugar comum” de suas respectivas projeções históricas, ainda caindo no clichê “comam brioches” que todo mundo sabe que é tão falso quanto Elementar, meu caro Watson.).

  12. Marcellus
    8 de fevereiro de 2014

    Infelizmente, o conto não me agradou. O contexto histórico não parece ter sido bem estudado, as personagem são pouco críveis. Mas há potencial no texto e desejo boa sorte à autora.

  13. Pétrya Bischoff
    7 de fevereiro de 2014

    Um texto bem trabalhado, com uma escrita que, ao contrário de alguma singularidade, parece muito com muitos livros. Como um texto “profissional” eu diria. Penso que isso seja bom. Ademais está bem ambientado, com uma boa conversa com a história real.
    Parabéns e boa sorte.

  14. Ricardo Gnecco Falco
    6 de fevereiro de 2014

    Muito válido, como exercício criativo. Está bem escrito, embora ainda necessite de uma revisãozinha um pouco mais apurada, e a autora pareceu-me atingir o objetivo imposto a ela mesma com o mote da história.
    Particularmente, achei um pouco cansativa a leitura, não chegando a me empolgar; mas o texto foi bem trabalhado, de acordo com a proposta.
    Parabéns e boa sorte!
    😉

    Paz e Bem!

  15. Thata Pereira
    6 de fevereiro de 2014

    Não vou entrar em detalhes de história, que amo, mas nunca li muito sobre a Revolução Francesa. A única coisa que me incomodou, nesse caso, foram os diálogos que me soaram pouco convincentes. Sobretudo, o que explica a função de uma Taróloga.

    Também sou leiga quando o assunto é tarô, mas, se não me engano, o baralho possuí 78 cartas e entre elas 22 são arcanos. Existe a possibilidade de jogar apenas com as 22?

    Boa Sorte!

    • Pétrya Bischoff
      7 de fevereiro de 2014

      Hey Thata, terei que me intrometer em sua pergunta… Estudo e pratico cartomancia; sim, é possível fazer a leitura somente com os arcanos maiores, visto que eles nos dão uma visão ampla da questão, o que possibilita maior interpretação livre e sensível, ao passo que os arcanos menores esmiuçam a questão e praticamente entregam uma resposta pronta. Particularmente não utilizo-os e não gosto dessa interpretação, pois penso que o fator mais importante na interpretação é a sensação que a carta traz e os questionamentos que que nos fazem, o que não acontece com os arcanos menores ^^

      • Thata Pereira
        7 de fevereiro de 2014

        Muito obrigada, Pétrya! Estou feliz com sua intromissão, não fazia ideia. Obrigada!

  16. Paula Melo
    5 de fevereiro de 2014

    Gostei do conto,a ideia e realmente muito boa. Mas a historia não me prendeu,faltou algo que me levasse para esse universo.

    Boa Sorte!

  17. Viúva Negra
    5 de fevereiro de 2014

    Saudações Violet. Gostei do seu conto, relevando claro essas questões históricas e afins. Vejo também potencial em você. Continue assim.

  18. rubemcabral
    4 de fevereiro de 2014

    Um bom conto, mas acho que faltou “algo mais”. O desenvolvimento da história é um tanto previsível e alguns fatos – historicamente falando – foram improváveis (como a cartomante disfarçada de carrasco ao final, por exemplo).

    Penso que o texto ganharia mais com um tanto mais de pesquisa ou talvez com a subversão total, tipo história alternativa, steampunk ou algo do tipo.

    • Violet de Maupassant
      4 de fevereiro de 2014

      Rubem, obrigado pelo tempo de ter lido o meu conto. Peço desculpas por alguns erros gramaticais que passaram. É a minha teimosa mania de fazer a revisão cansada. Eu reescrevi e eliminei. Grata.

  19. Jefferson Lemos
    4 de fevereiro de 2014

    Está muito bem escrito, mas não me prendi. Acho que a época ajudou um pouco ao meu desgosto. Entretanto, me parece uma ideia boa para ser mais trabalhada.
    Parabéns e boa sorte!

  20. Harry
    3 de fevereiro de 2014

    Outro que gostei muito! Parabéns pelo conto!

  21. Anorkinda Neide
    3 de fevereiro de 2014

    Olha o conto é bem escrito e por isto agradável, mas realmente, como outros disseram, nao deu para embarcar na história, talvez se ficasse mais surreal ou hilária a participação dos personagens históricos, compraríamos a ideia…

    Abração

  22. Violet de Maupassant
    2 de fevereiro de 2014

    Quando tive a intenção de escrever este conto, o que eu queria mesmo era brincar com a história de Maria Antonieta e Luís XVI; uma mistura “baseada” na confusa história dos monarcas franceses. Há algumas passagens no texto em que se faz presente a verdade dos livros escolares, contudo este é um conto fantasioso que permite a entrada de personagens novos que se moldam à vida de quem um dia existiu.

    Quanto a pesquisa tenham a certeza que sei muito bem o que aconteceu com ambos protagonistas; todas as suas trajetórias e percalços. Uma pena as pessoas se prenderem a uma única observação pessoal. Peço desculpas por não conseguir transmitir esta sensação, entretanto acreditem que aprendi muito com os comentários postados.
    É só o que tenho a dizer.

    • Bia Machado
      2 de fevereiro de 2014

      Oi, Violet, obrigada por esclarecer e escrever com um tema limitado e um espaço limitado acarreta muito isso: as coisas não saem como a gente quer muitas vezes. Aí quando temos uma ideia ousada como essa que você apresentou aqui, ou a gente desiste dela e procura uma que melhor se adeque, ou a gente encara, do jeito que acha melhor. E essa segunda opção é a mais arriscada, e a mais complicada, mas acredito que é a que mais nos traz satisfação.

      Aqui você vai ter opiniões bem divergentes quanto ao que você escreveu, que é o que acontece, mas é normal, é a reação de cada um ao seu escrito, da mesma forma como acontece com um escritor que publica. Muitas vezes a intenção que ele quis passar não é o que o leitor capta e na maioria das vezes isso nem diz respeito a um conto, mas a um romance inteiro… Eu senti o seu conto de uma forma, o outro que comentou sentiu de outra, e assim vamos aprendendo a trabalhar com o texto adequando-o à percepção dos que leram e vão ler, mas sem deixar de buscar a nossa intenção enquanto autores.

      Eu me sinto culpada por não ter enxergado a “fantasia” no seu conto, mas e aí? O que você, escritora, pode fazer para me ajudar e ajudar outros leitores como eu? Eu acharia bacana demais se conseguisse ver o seu conto como uma história alternativa, como uma subversão dos fatos que realmente aconteceram, gosto muito desses anacronismos. Mas eu, como leitora que gosta desse tipo de texto, acho que você precisa ousar mais, sem medo. Espero que continue trabalhando no seu texto. =)

    • Leonardo Stockler
      3 de fevereiro de 2014

      Me desculpe se pareci muito chato no meu comentário. Mas isso que você falou sobre brincar com personagens e com histórias reais toca num ponto interessante. Quais são os limites? Qual é a flexibilidade disso? Como podemos fazer isso? Acho que a melhor maneira é trabalhar nas “lacunas”, como o Umberto Eco, o Luther Blisset, o Thomas Pynchon, fazem. Isso ,claro, tentando conservar a historicidade do negócio. O grande risco é, nessa tentativa de jogar com o fantástico e com a história, acabarmos sacrificando a verossimilhança, que é o que deixa o conto plausível. Por exemplo: Baudolino, do Umberto Eco, narra o romance de um rapaz que nunca existiu, mas que convive com gente que existiu. As ações dele, e o enredo do romance, amarra todas essas pontas soltas entre o que existe e o que não existe, e no final você se pergunta: isso aconteceu mesmo? Será possível? Outro exemplo é o Bastardos Inglórios, do Tarantino. Só que aí o tratamento é outro, e tem um sentido inverso: ele não quer te convencer. Ele quer te agradar pelo absurdo: sabemos que aquilo não aconteceu e que provavelmente é impossível de acontecer. Quer dizer: existem várias possibilidades. O legal da literatura é isso: não tem receita. Então o jeito é ir tentando. Abraços!

  23. Eduardo Selga
    2 de fevereiro de 2014

    Quando se escreve ficção usando fatos e personagens históricos, ou eles funcionam como um pretexto para o uso da imaginação, numa atitude que se assemelha a recontar a história, dando uma versão do que seria possível acontecer, ou esses elementos são usados de maneira caótica propositadamente, misturando elementos de outras épocas (um celular na Idade Média, por exemplo), personagens que ainda não nascerem (William Churchill no Renascimento, por exemplo), causando, neste último caso, geralmente, efeito humorístico ou o estranhamento do insólito.

    Ocorre que não ficou clara a intenção do(a) autor(a) ao usar a ficção histórica. Não funcionou bem nem no primeiro uso, nem no segundo. E esse é o grande problema do texto, mais que a verossimilhança, na medida em que este último aspecto pesaria se a intenção fosse “recontar a história”, mas não se fosse, por assim dizer, anarquizar com ela, deslocando fatos históricos. Nesse sentido, a fala de Maria Antonieta (“Eles não têm pão? Comam brioches”) é a reprodução do que a história atribui a ela, ou uma brincadeira, na medida proposital em que provavelmente não foi ela quem o disse, tampouco no interior do castelo? A intencionalidade se perde. A Maria Antonieta da estória é a mesma da história?

    Todo o conto fica prejudicado em função dessa, por assim dizer, indecisão narrativa.

  24. Rodrigo Arcadia
    2 de fevereiro de 2014

    A de ter certa pesquisa quando se mexe com histórias e fatos históricos, eu prefiro não me aventuro, pois posso deixar escapar detalhes.
    Fiquei cismado com o termo Taróloga.como se fosse algo criada na modernidade. mas devo estar errado e que realmente existissem na época de Luiz XVI. Uma cigana ou bruxa seria também uma boa opção.
    O problema de textos assim, é que todo mundo conhece e sabe como termina. o que já perde interesse. e se os personagens não chamam a atenção, aí complica mais. E o enredo fica cansativo por esse motivo e é o que vemos no conto.
    Espero que não leve a mal meu comentário. bom, é isso, desculpa qualquer coisa.
    Abraço!

  25. Leonardo Stockler
    2 de fevereiro de 2014

    Concordo com a Bia Machado. Gosto muito de História. A opção por situar seu conto num período histórico desses (tão conhecido, tão documentado) é arriscado justamente por isso: podemos acabar cometendo alguns deslizes. Não achei o conto cansativo – ele ser histórico foi uma das coisas que me atraiu. E também não acho que o tarô ficou em segundo plano. Não acho que isso seja propriamente um problema.

    Os problemas são outros. Um deles é que ficou muito inverossímil. Pense que estamos falando de Maria Antonieta e Luís XVI, dois monarcas absolutistas. Os diálogos, a relação deles com os outros personagens ficou simplesmente muito pessoal. É impossível imaginar um rei falando desse jeito com os seus súditos, questionando sua própria competência, entende? Nessa época tudo, todas as relações, era marcado por uma absurda cerimonialidade, que devia, obrigatoriamente ser seguida. Um exemplo bobo é o “despertar” do rei. Ele era despertado por seus súditos, que ficavam durante muito tempo perguntando sobre as necessidades da sua majestade, obrigando-o a participar de um jogo com regras de convívio muito específicas. Nesse nível social quase não existia privacidade. As conversas de casal que você colocou entre o rei e a rainha também não convencem – e não estou falando nem da linguagem empregada, que é muito informal. A mesma coisa para a personagem da Kiki, quando é apresentada ao rei. Talvez uma sugestão melhor fosse essa história se passar entre os bastidores, e não usar o rei e a rainha como personagens principais. Mas isso são problemas que talvez uma pesquisa maior pudesse ter resolvido. Não diz nada sobre a estrutura do conto.

    Ao contrário do restante do pessoal, acho que ficou com um bom ritmo. Gostei da ideia que você teve, mas do meio pro final a coisa degringolou. Talvez o número de palavras seja pequeno, não sei. Mas o rei, que nunca tinha ouvido falar do tarô, de repente passou a acreditar e a levar a sério, mudando até seu ânimo e medindo as consequências positivas que teve a partir do momento que passou a consultar o jogo. Só que de uma hora pra outra, por uma carta indesejada, ele rejeita tudo aquilo? E a revolução, o clímax do conto e da história do nosso mundo, aparece de uma hora pra outra, sem muitas justificativas, condensada num parágrafo que passa despercebido. Também achei o comportamento da rainha e do rei diante da guilhotina muito implausível. Sabemos que eles encararam a morte com bastante “elegância”, não é?

    De qualquer forma é isso. Abraços.

  26. Claudia Roberta Angst
    2 de fevereiro de 2014

    História nunca foi o meu forte e portanto, não é algo que me atraia muito. Parece que o tarô ficou em segundo plano como pano de fundo para o momento histórico. A ideia foi interessante, mas poderia ter “voado” mais se tivesse criado novos personagens sem ter que se deter a detalhes biográficos.
    Como já foi dito, uma nova revisão se faz necessária.
    Continue testando e experimentando novas formas de expor suas ideias,
    Boa sorte!

  27. Ryan Mso
    2 de fevereiro de 2014

    Tenho de concordar com a Bia, senti a mesma coisa. O conto foi bastante cansativo, e também penso que a questão do tarô podia ser melhor trabalhada, o título do texto me enganou nesse sentido.

    De qualquer forma, parabenizo à autora, e digo, precisa de uma revisão aqui e ali, mas não é um texto descartável, de jeito maneira! Boa sorte!

  28. Bia Machado
    2 de fevereiro de 2014

    Olá. Para mim o conto foi bem cansativo e não sei, a impressão que tenho, por frequentemente leio sobre Revolução Francesa, Maria Antonieta e Luís XVI, a situação toda da narrativa não me passou verossimilhança. Não me parece que Maria e Luís pudessem agir dessa forma. Nem mesmo a frase famosa que foi usada, na verdade, é dela. Essa frase está em “Confissões”, um livro escrito em 1766 por Rousseau, que no livro afirma que é de autoria de uma grande princesa, sendo que nessa época a Maria Antonieta tinha 10 anos e ainda estava em Viena. Acho que quando se pretende usar personagens históricos, a pesquisa tem que ser redobrada, ou pode não funcionar com quem sabe mais detalhes. Ou então é melhor criar os personagens mesmo. Também achei que o uso do tarô podia ter sido um pouco mais explorado, ou ao menos ele ficou um pouco ofuscado em uma narrativa longa como essa. Há uma necessidade de revisar gramaticalmente vários pontos na narrativa.

E Então? O que achou?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

Informação

Publicado às 2 de fevereiro de 2014 por em Tarô e marcado .