EntreContos

Detox Literário.

Chuva (Rodrigo Arcádia)

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1

A Morte

Ele afirmou que não gostava de cartas. Cartas de tarô obviamente.

Ninguém levou a sério. E quem levaria?

A vida baseada no baralho de tarô. Ofício da mãe, que morrera muito cedo. Quando ela deixou o mundo, ele era mocinho, menino magrinho e fraquinho. Ficou aos cuidados da avó, que não achava aconselhável se basear tudo nas cartas. O neto, igual a filha, seguia na mesma sintonia.

A mãe ainda viva, realizava consultas. Chegava pobre, rico e político, pra revelação da sorte, azar ou amor, qualquer espécie à ser consultada. E o destino, mesmo com pouquinho de mentirinha e dramática interpretação. Isso surpreendia, as reações eram estranhas que se possa imaginar. Às vezes, levava certo desconforto, não queria que sua mãe tomasse o tempo ajudando pessoas, que apareciam por capricho material.

– Precisamos sobreviver. E o tarô faz o papel.

Com a experiência, entendeu o que era mentira ou verdade. Cada detalhe dependia do visitante. A mãe possuía carta na manga, para desferir em qual vítima fosse. O que era um tanto cruel da parte dela.

Mas o destino, que sempre teimava em avisar, se apoderou nela. A morte, o recomeço e a conclusão do passado. Num domingo chuvoso e não menos bonito, faleceu.

No domingo que morreu, até que começou bem. Amanheceu um dia lindo de sol na manhã. Ganharam à manhã inteira de passeio.

– Hoje encontrei espaço para dedicar ao meu filho. Totalmente para nós, meu lindo, saiba que estou doente. Estou muito doente, minha criança.

Sim. Debilitada, frágil, uma doença séria. Leu no tarô que não fugiria do destino, aceitou a morte.

– Sigo as cartas. Minha vida no comando delas. Compreende, meu garoto? Compreende que abrirei janelas para que alce voo?

Nesse domingo, o domingo do falecimento, a carta do arcano da Morte.

– Morte?

– Isso abre e quebra. Começa e termina. Representa muitas coisas. E com o tempo você entenderá.

Foi o melhor passeio que teve. Tantos sorvetes, cachorros-quentes e suco de laranja. Não gostava de refrigerante. Encontraram espaço para o cinema, tela enorme, pipoca tamanho família. Às horas calculadas, para a mãe voltar pra casa, sem que a doença interferisse.

Tudo ocorreu bem. Chegaram antes do dia piorar e antes que a mãe caísse de cama. Sequer se desesperou ou chorou. Estava preparado, calmo e tranquilo, que à hora não tardaria a chegar.

Com o pedido, não a levaram no hospital, nem convocaram um médico. A avó que jamais aceitou que a filha abandonasse a vida, implorou para que viesse o pastor e abençoasse a alma da enferma. O pedido foi aceito com pouquinho de protesto, a família não era evangélica, temia que a filha falecesse sem as bençãos e o perdão de Deus.

O falecimento aconteceu às oito da noite. Chovia forte. As lágrimas sequer escorreram nele, beijou carinhosamente a mãe e disse eu te amo. Faleceu levemente como o sono de poesia eterna. Chovia muito, pingos que batizavam o asfalto e a doença vitoriosa vencia mais uma vez. Não teve raiva, abraçou a avó que lamentava à perda do ente querido.

Só depois de adulto compreendeu. O tarô da Morte significava o fechamento e a abertura do novo ciclo que reiniciava após o falecimento de sua mãe.

Mais tarde, o câncer levaria mais alguém que amava. O câncer de colo levou a melhor pessoa do mundo. E nem assim se abalou e nem fraquejou.

2

Os Enamorados

Ao completar dezenove anos a avó que não estava bem de saúde veio a óbito.

Também não se abalou com a morte da parenta. Moço crescido, estudado e excelente cartomante. Como sabemos, aprendeu o ofício com a mãe, que transferiu o conhecimento antes de falecer.

– Filho, é necessário mentir um pouco, ser ator ou atriz, interpretar, mas, apenas para aquelas que convêm encanar, entendeu? E você saberá quais são.

Se tornou um ótimo cartomante, auxiliando, ajudando e aconselhando gente. Claro que utilizava das mentiras para obter sucesso, mesmo que não concordasse com o método. Não lucrava tanto, fazia por gosto e prazer e reconhecia que o mundo e as pessoas estavam dependentes das cartas do tarô. O destino de todos nas mãos delas.

Quando o falecimento da avó completou um ano, decidiu dar descanso à leitura das cartas. Fazia consultas somente para clientes antigos, antigos lá nos tempos da mãe. Queria realizar outros objetivos, conquistas e encontrar um amor. No dia que completou vinte anos na festa da quermesse, seus olhos se encontraram nos olhos azuis-claros de uma moça. E a moça tinha o nome de Camila. Ali começou o amor.

Ah… esse dia foi maravilhoso. Maçã do amor, algodão-doce, dança de rostinho colado, muitas prendas. Apaixonado. Convidou para se encontrarem e ela aceitou. No quinto dia foram ao parque de diversões. No terreno do parque havia o circo, gargalharam dando do palhaço. No fim restou o beijo para encerrar o maravilhoso encontro.

Ah, a felicidade não se comparava ao que estava sentindo. Camila iluminava o caminho, ela o grande amor.

Quando a pediu em namoro, chovia de noite. Diferente do passado, não houve perdas e tristezas. Ela envolvida e apaixonada, disse sim. E o noivado durou um ano de muitas alegrias.

– Primeiramente te encontrei aqui.

– O que significa?

– O tarô dos Enamorados avisou-me de que entraria no meu destino uma pessoa especial. Era você.

Camila não acreditava em destino nas leituras do tarô, mas reconhecia que o namorado acertava nas revelações. Como era leiga, se assustava com tantos acertos que ele realizava.

– Mamãe me ensinou truques. Podemos revelar mentiras ou a verdade.

– Pra que o engano? Não é mais digno ser justo?

– Amor, uma mentira é mais saudável do que mil verdades.

No dia que completou vinte e dois anos eles se casaram. Chovia. Nenhum ocorrido apagou o brilho do casal. Foi o dia mais especial que tiveram, que nem reclamaram da chuva que desabava.

Infelizmente a felicidade é como A Roda da Fortuna. Camila diagnosticada com câncer de colo no útero. Ele nem descontrolou ou perdeu a sanidade.

– Está nas cartas. O destino de tudo e de todos. Até o da minha esposa…

3

A Sacerdotisa

Aos vinte e dois anos na tarde que o céu arrebentava de chover, ela consultou o tarô. Como todo ritual, escolheu as três primeiras. Tinha curiosidade de descobrir o próprio futuro. O que viria de bom ou ruim, que proporções espirituais e materiais chegariam nos próximos meses?

As primeiras descrevia um homem entrando na linha da vida. A revelação assustou um pouco. Reconhecia que passaria por essa provação, conhecer alguém, se apaixonar e aguardar o que aconteceria a seguir. Não entendeu se permaneceria muito tempo com o escolhido.

Curiosamente, puxou mais três e nelas revelaram uma terceira pessoa.

– Um filho? Um filho gerado no meu ventre?

Contente contou a mãe, que nem acreditou.

– Pare de basear as coisas nessas benditas coisas, menina! Onde já se viu ver bebê naqueles desenhos estranhos?

– Minha mãe, não estou louca, terei um menino. Está escrito e acredito no que vi.

Numa saída qualquer, baile com as amigas conheceu o homem que geraria a criança no ventre dela.

– Foi paixão ao primeiro olhar. Trocamos telefones e no dia seguinte ele telefonou e marcamos de nos ver no centro da cidade. Não dizia muita coisa da vida dele, era misterioso, eu nem ligava em desvendar seus segredos.

Um mês depois no hotel fizeram amor. Fizeram mais vezes, não no mesmo endereço e sempre em hotéis baratos.

Ele propôs não haver matrimônio, mas, namoro eterno. Eterno até que a morte os separassem. Ela não gostou da proposta e lembrou que havia algo de obscuro e apagado em alguma parte do futuro.

– Estou grávida, espero um garoto teu.

– Como tem tanta convicção no que diz?

– O meu tarô. Ele jamais mentiu.

Pelo menos soube que seria pai. Infelizmente o pedaço incompreensível era o último destino dele.

Um menor embriagado de drogas e armado quis roubá-lo. Valente, não pensou duas vezes, reagiu. No desespero e nervosismo, o jovem disparou. Um disparo bastou terminar ali mesmo a vida de alguém.

Ela soube da fatalidade um tanto tarde, umas oito horas após, do primo da vítima. Mais pra frente entenderia o significado da obscuridade oculta nas cartas.

Foram nove meses de sofrimento e veio ao mundo, uma linda criança, abençoada e ricamente agraciado com saúde.

A criança cresceu, estudou o que foi ensinada em matéria de cartomancia e numa sexta feira de chuva, ela consultou o tarô, o menino aniversariando, dez anos. Seria o último ano que passariam juntos.

– Tenho algo pra dizer, não se assuste e nem chore. Estou doente, e logo morrerei.

– As cartas poderão te salvar, mamãe.

– Eu li, não encontrei nenhuma resposta boa.

– Não quero que a senhora morra.

–Está tudo bem, se acalme. Um dia a nossa linha da vida se encerra e não haverá homem que intervira.

Com o passar dos anos entendeu e também não esqueceria da chuva que tristemente durou quase sete dias.

E após um ano, ela desencarnou. Seu filho nem chorou e nem se desesperou. A morte representava o fim de um ciclo e entrada do novo.

4

O Mago

O câncer era hereditário na família da Camila. Cinco anos antes a tia morrera e uma outra parenta sofrera do mesmo mal.

Ele um poço de tranquilidade, sabia que a esposa contrairia a doença, não que tivesse visto a enfermidade nas cartas, mas entendeu que não haveria um futuro ao lado dele.

Foram dois anos maravilhosos, é verdade. Ela desaprovando o esposo e sua dedicação e fé na cartomancia. Reclamava da insanidade, do desperdício de não estar livre e enxergar que pessoas e o mundo não são comandados por um baralho. Ilusão, apontou.

Ele não desobedeceria e atrapalharia o destino da mulher que amava, convicto de que não haveria cura verdadeiramente.

– Eu… eu sei que não estou revoltado, buscando solução para o problema. Infelizmente não enxerguei possibilidade nenhuma da doença sendo extinta.

No sexto dia, no último dia de Camila, ele recebeu a visita dele próprio. Sim, seu eu viajou anos no futuro.

– Vim salvá-la. Descobriram a cura de todas as doenças que preocupavam o mundo.

Ao ver a si mesmo mais velho, de cabelos longos e cavanhaque sentado de pernas cruzadas na poltrona, teve um choque.

Seu outro eu demonstrava serenidade e experiência de homem sábio.

Recusou. Desnecessário e proibido interferir na linha do destino de alguém.

– Como pude ser assim? Fechado, preso, cheio de fé inútil.

– A tua fé, onde a esqueceu?

– Morreu, quando a ciência assassinou.

– Se está morta, Deus não existe.

– Não há deus no futuro. Só homens.

Sua contraparte fez nova tentativa e não obteve sucesso.

– Sabe no que ainda acredito? Na chuva. Tu conheces o motivo. Escuta, é o barulho dela se aproximando. Mamãe explicou. Lembra?

– Claramente. Eu sou você, esqueceu? Minhas memórias são tuas também.

– Certamente. Corra, ela precisa de ti agora.

– Posso fazer a última pergunta?

– Manda.

– Por que não me desfira um golpe, entra no hospital, sequestra minha esposa e a leva para o futuro?

Sua contraparte sorriu. Não havia respostas e argumentos para serem ditos.

– Vá, antes que seja tarde. Nada será alterado, mamãe teimava em explicar. Ah… a chuva, um alívio, um desespero, um aviso…

Mas antes de sair, ainda precisava dizer mais alguma coisa.

– Espere.

– Não era a última pergunta? Está perdendo tempo.

– As cartas. As cartas, não me mostraram alguém e que esse alguém seria eu mesmo.

Novamente o sorriso e negou esclarecer outra vez.

– Adeus, alguém muito especial te espera.

No hospital, o estado crítico de Camila piorou.

– Lamento em informar, tua esposa não passará de hoje. – Disse o médico com ar de quem perdeu a batalha.

– Ainda posso conversar com ela?

– Claro. Fique à vontade.

Andou as pressas no corredor branco e melancólico, dava calafrios, gente sem brilho e rostos sem ânimo. Doentes, enfermos, crianças aos berros, tosses roucas, abafadas e perdidas, olhares vazios e desencorajados, a alma sobrecarregada.

Devagar abriu a porta, a esposa com olhar parado olhava o teto. Ela sentia o cheiro dele a distância. O cheiro nunca mudou, a mesma essência, o mesmo sabor.

Tentou esboçar uma cara alegre, mas o corpo doía, doía dando que não ousou se virar de lado. Quando o marido se aproximou, com dificuldade virou a cabeça, doeu bastante ao fazer.

Com delicadeza pegou na mão dela, estava fria.

– Não vejo surpresa. – Ela falou, com voz pausada e cansada.

– Como? Não entendi.

– Seu conformismo e atitude, não me acostumei. Precisa viver, viver, meu amor. Olhar com outro olhar e não num baralho de tarô. Viva, viva, meu anjo.

O encarar frio o assustou, soltou a mão e a fisionomia transmitia uma pessoa prisioneira por dentro.

– Não consigo, desculpa, é mais forte que eu.

Camila voltou a olhar o teto, fechou os olhos.

Os sinais vitais apitavam no aparelho. Desesperado gritou no corredor. A equipe médica veio apressada.

– Senhor, fique do lado de fora. – Disse uma enfermeira baixinha.

Obedeceu. Da vidraça enxergou o raio brilhar grandiosamente. Era à chuva. Chuva que despejava o seu tormento.

O tormento durou meia hora. O doutor trazia uma cara não muito boa. Entendeu.

– Lamento, fizemos de tudo para ajudar, infelizmente tua esposa se foi.

Deu dois tapinhas de consolo no ombro dele e retornou ao quarto e fechou novamente a porta.

O corredor vazio e silencioso, nem se mexeu. O semblante parado, sem realçar emoção. Imóvel e tranquilo. Abaixou a cabeça e respirou fundo.

Minutos depois sentiu uma mão pousar no ombro, ele ergueu a cabeça. Era seu outro eu, o do futuro e teria liberdade de se soltar e chorar. Abraçou como se não quisesse largar e chorou, chorou como jamais havia feito na vida.

5

O Imperador

três anos se passaram.

Camila não foi apagada da lembrança. Não quis mais o amor de nenhuma mulher. Sua dedicação se fixou na cartomancia. Com o dinheiro aumentou o imóvel para atender a clientela. Ficava horas exaustivas aconselhando e desaconselhando gente. As poucas vezes que lia, não descobrira a laguna no futuro. Pouco importava, pensava no trabalho, falava verdades aqui e mentiras acolá. Enormes e pequenos lucros. Se tornou pessoa conhecida e famosa.

Novamente três anos se passaram.

Não era mais o conhecido cartomante. Exaurido da dependência da cartomancia, cansado de hipocrisia e materialismo. Pobre e rico, gêmeos da ignorância.

Abriu os braços. Uma fina garoa tocou seu rosto. Imperador. Era desse modo que se enxergava. Imperador, alargava asas para bater fortemente. Sorriu, sorriu como há anos não sorria, quando pequeno sem preocupações. E sua mãe a mulher mais linda.

Feliz. Caminhou a passos largos, para se transformar naquele homem experiente, que era ele mesmo. O homem e a liberdade.

6

O Mundo (Epilogo)

Em algum lugar no passado:

– Mamãe, olha à chuva!

– Ah, não é linda? E reparou que está diretamente ligada a você?

– Não. Por que, mamãe?

– Ela aparecerá nos momentos especiais da tua trajetória. Seja na boa ou na má. No drama ou na tragédia. Tanto faz, virá e pronto.

– O tarô contou pra senhora?

– Filho, é um segredo da nossa família e ninguém têm explicações. Não se esforce, esqueça. É novinho pra se preocupar com essas coisas.

– A chuva veio agradecer o dia especial que tivemos, não é?

– Exato. Agora vamos, senão pegaremos gripe e será ruim demais.

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35 comentários em “Chuva (Rodrigo Arcádia)

  1. Rodrigo Arcadia
    27 de fevereiro de 2014

    Bom gente, veio agradecer os comentários de vocês e dizer que absorvi com carinho cada dicas, apontamentos e conselhos. Foi ótimo receber as críticas, agradeço bastante.
    Abraços pra todo mundo!

  2. Tom Lima
    23 de fevereiro de 2014

    Mais uma vez, ideia muito boa com desenvolvimento fraco.
    Pessoalmente, não gosto desse tipo de drama. Há muitas partes que poderiam ser cortadas, talvez tenha havido um pouco de pressa para enviar.

    Continue escrevendo.

  3. Pedro Luna
    20 de fevereiro de 2014

    Eu já esperava ver um conto com essa estrutura no desafio. Ficou legal. No entanto, não gostei muito. Apesar dos erros, o autor mostra potencial..só acho que faltou um pouco de emoção.

  4. Rodrigo Arcadia
    17 de fevereiro de 2014

    Mote interessante. Mas faltou bastante coisa pra revisar. fora isso a história é bonita.
    Abraço!

  5. Wesley Nunes
    15 de fevereiro de 2014

    Apesar de muito triste está bem escrito. A analogia da chuva , os capítulos divididos pelo nome das cartas , os diálogos que fluem com naturalidade. O enredo não é fácil , mas é genial.

    Parabéns e boa sorte

  6. Blanche
    14 de fevereiro de 2014

    A falta de revisão me desanimou um pouco, mas a trama e a estrutura proposta são bem interessantes. Com algumas correções, garanto que o resultado ficaria surpreendente. 😉

  7. Lucas Guimarães
    9 de fevereiro de 2014

    Olá, Um Cont(a)dor. Primeiramente, gostaria de dizer que gostei muito do seu conto. A história e a estrutura – principalmente o uso das cartas como subtítulos e fases da vida – cativou-me muito. Você tem a ideia e a palavra, apenas lhe falta a a chatíssima gramática. Vários foram os erros de concordância/pontuação/digitação, isso atrapalha e muito a leitura de muitos, não é tanto o meu caso, mas é algo a ser pensado quando for publicar para o olhar de todos.

  8. Pétrya Bischoff
    6 de fevereiro de 2014

    Um conto interessante, e sua estrutura é maravilhosa. O que me incomodou um pouco foram alguns erros de concordância/digitação/gramaticais, que davam a impressão (veja bem, não estou dizendo que o fez, só que lembrou-me isso) de um texto traduzido pelo google tradutor. Penso que só tens que arrumar isso e estará ótimo.
    Parabéns e boa sorte 😉

  9. Ricardo Gnecco Falco
    6 de fevereiro de 2014

    Gostei muito do mote. A ideia, melhor trabalhada, renderá um bom resultado. Conforme os colegas já indicaram, basta corrigir os erros e aparar as arestas (talvez até alguns Arcanos, para melhor desenvolver outros) que irá ficar show de bola!
    Parabéns pela sua criação!
    Abrax,

    Paz e Bem!

  10. Tiago Volpato
    6 de fevereiro de 2014

    O conto parte de uma ideia interessante, mas achei ele um pouco longo demais, o que me fez perder o interesse (minha opinião). Também faltou uma revisão mais caprichada.
    Abraços!

  11. Sandra
    6 de fevereiro de 2014

    Olá, (Um Cont(a)dor)
    A narrativa tem um bom potencial, e a exposição de tantos os arcanos foi bem ousada (creio que saia um pouquinho até das propostas do conto, por ter tantos elementos, também dou umas escorregadelas nesse sentido), mas ainda sim é uma viagem mística com umas boas passagens, que volta e meia traz à tona um bocadim de lirismo que muito me agrada.
    A leitura me envolve mais no começo, contudo, perde um pouco essa força mais para frente, que talvez, devido à leitura única não me tenha ficado óbvio. Também senti falta de nomes, voltei algumas vezes, para colher informações perdidas; mas, em suma, um bom texto que pode ser melhor desenvolvido com menos pressa, sem as limitações de caracteres.
    Boa sorte!

  12. Frank
    5 de fevereiro de 2014

    Uma forma de entender o tarô é como a descrição da jornada do indivíduo, uma outra é o uso como instrumento divinatório; o texto combina as duas e isso ficou bacana. Tem alguns erros que atrapalham um pouco assim como o tamanho do conto (muitos acontecimentos). Para dificultar um pouco a linha do tempo não foi linear. De qualquer forma, a história é bonita! Boa sorte.

  13. Viúva Negra
    4 de fevereiro de 2014

    Saudações, Contador.

    Agraciei-me lendo este conto apesar de alguns erros aqui e ali. Caracterizo a grande empreitada e também o derradeiro problema do conto ser a escolha de retratar tantos arcanos. Mas gostei de seu texto.

    Parabéns!

  14. Gustavo Araujo
    3 de fevereiro de 2014

    Achei corajosa a tentativa de juntar vários dos arcanos em um só texto, como se orientassem a vida do protagonista. No entanto, a ideia não funcionou por conta do excesso de informações. Talvez funcionasse melhor se fosse mais desenvolvido, num texto maior. De todo modo, não dá para negar que há trechos muito bonitos em meio a tudo.

  15. Pedro Viana
    31 de janeiro de 2014

    Achei a ideia discutida, do destino da vida das pessoas cruelmente ligado às cartas do tarô, muito boa. No entanto, o conto em si não me agradou. Alguns elementos interessantes não foram explorados, dando a impressão de terem sido inseridos aleatoriamente, como a viagem no tempo por exemplo. Na minha opinião, a parte “A Sacerdotisa” não acrescentou nada a história, além de ter destoado um pouco do ritmo que o conto estava pegando. A narrativa ficou muito boa, mas ainda carece de alguns ajustes. Boa sorte no desafio.

  16. Harry
    31 de janeiro de 2014

    Gostei bastante do seu conto. Eu não sei dar boas críticas como todo mundo, mas acho que só precisa de uns retoques para ficar melhor ainda. Mas eu gostei mesmo assim. Parabéns e boa sorte!

  17. rubemcabral
    31 de janeiro de 2014

    Lamento, mas eu não gostei. Há muitos erros para acertar: pontuação, uso de crase, frases mal construídas. As personagens são interessantes, mas achei-as pouco desenvolvidas também.

    A história simples de alguém cuja vida é guiada pelas cartas do tarot, no entanto, tem potencial. Penso que o texto revisado torna-se-ia muito mais palatável ao leitor.

  18. Anorkinda Neide
    31 de janeiro de 2014

    Olá, Contador…
    Bonita história, uma história comum, cheia de verdade, um cotidiano e seus dramas.
    Eu senti muito a falta de nomes nos personagens, inclusive me perdi quando narraste o nascimento do protagonista, precisei reler. Acho que quando a narrativa vai alternar assim, início, meio e fim, precisa ter um ponto onde se apoiar para se dar um pulo no tempo/espaço… hehehe Eu acho q os personagens terem nomes, seria um apoio, pra mim.

    ah.. muitos comentarios estão lhe dando dicas sobre as doenças que vitimaram as mulheres, eu acho que você não precisava ter esclarecido de qual doença elas faleceram, o tarot avisou das mortes e pronto. O leitor não necessitava deste ‘detalhe’ para entender a reflexão do conto que é confiar cegamente no tarot ou não.

    ahh.. e a questão da chuva… se ela deu título ao conto, eu acho q ela poderia ser mais enfatizada, a ponto de o leitor senti-la como uma personagem tb…rsrsrs só acho!

    Abração

  19. vitorts
    31 de janeiro de 2014

    Como ficou claro, temos aqui um problema estrutural. Muitas arestas para serem polidas.A questão do uso da vírgula e do ponto, em especial, me incomodaram. Talvez seja o estilo do escritor, mas a pontuação pareceu deixar o conto um pouco engasgado. Algo com efeito semelhante foram algumas construções pouco convencionais. Imagino que tenha sido mais por conta de querer enviar logo o texto para o desafio. Acredite, faço muito isso, hahaha. Um exemplo do que digo é visto aqui:

    ” O pedido foi aceito com pouquinho de protesto, a família não era evangélica, temia que a filha falecesse sem as bençãos e o perdão de Deus.”

    A família era ou não teísta? Escapou um “mas” antes do “temia”?

    Os diálogos oscilam em qualidade. Gostei muito, muito mesmo, de uns. De outros, nem tanto. Dos que não gostei, a culpada foi a artificialidade, como no:

    “– Hoje encontrei espaço para dedicar ao meu filho. Totalmente para nós, meu lindo, saiba que estou doente. Estou muito doente, minha criança.”

    Precisei voltar a leitura no A Sacerdotisa para entender quem eram os personagens. Como optou por não nomear todos, foi difícil me localizar. Quando descobri de quem se tratava, achei o trecho prolixo, descartável sem trazer prejuízo algum à narrativa.

    Fiquei empolgado com a aparição do duplo! Poxa, poderia ter explorado mais aquela parte. Mas aí é questão de gosto, particularmente acho interessante quando se abre uma brecha para diálogos mais densos.

    Encerrando, quis só apontar uma ranhura ou outra porque vejo potencial nesse conto. O autor escreve muito bem e apreciei a poesia incrustada em sua prosa. É só usar mais um tempinho no acabamento que ficará ótimo!

    Ah, e não é minha praia (Elton, por favor? hahaha), mas acho que poderia empregar uma expressão melhor no “O câncer era hereditário”. Até onde sei, a carga genética pode predispor ao surgimento da doença, mas do jeito que está, soa como se fosse uma certeza.

    Boa sorte no desafio! 🙂

    • Frank
      5 de fevereiro de 2014

      Diferentes tipos de câncer têm maior ou menor contribuição genética. Alguns chegam sim a ser de ocorrência praticamente certa (o “subtipo” de câncer de mana da Atriz Angelina Jolie é um exemplo). Claro que, na maioria dos casos, a contribuição entre genética e meio ambiente é mais equilibrada (daí os tumores tenderem a ocorrer com mais idade – é preciso mais tempo para que os dois fatores produzam as 7-8 lesões no DNA que se estima serem necessárias para o início da neoplasia).

      • vitorts
        6 de fevereiro de 2014

        Valeu pelo esclarecimento! 😀

  20. Bia Machado
    30 de janeiro de 2014

    Gostei bastante no começo, mas depois fui perdendo o ânimo pra ler, por conta do que o pessoal já assinalou aqui, concordo com eles. Acho que é preciso reformular a narrativa, estruturar de uma forma melhor e dar mais vida a trechos que poderiam ser mais explorados. Acho que faltou um pouco de emoção. Boa sorte pra você!

  21. Jefferson Lemos
    30 de janeiro de 2014

    Acho que o que deveria ser dito, já foi citado pelos colegas. Mas em relação a alguns diálogos, me incomodei bastante, pois me pareceram muito “robóticos”. Não tinha naturalidade e quebrava o ritmo do texto. A ideia é muito boa, e confesso que dentre os meus projetos para esse desafio, tenho semelhante, bem pouco mas ainda sim.
    Ser um dos primeiros a postar é difícil, e lhe dou os parabéns pela coragem.
    Parabéns e boa sorte!

  22. Paula Melo
    30 de janeiro de 2014

    O conto cativa bastante no inicio,mas no decorrer me perdi um pouco e a escrita passou a ficar um pouco cansativa.
    Mas tenho que dar os parabéns ao autor(a) pela ideia. Precisa ser um pouco melhor desenvolvida,mas esta no caminho certo.

    Boa Sorte!

  23. Marcellus
    30 de janeiro de 2014

    Não tenho muito a acrescentar ao que já foi dito. O autor está de parabéns pela coragem e pela ideia. Não desanime: o texto precisa de algum retrabalho, mas você está no caminho certo.

  24. Leonardo Stockler
    30 de janeiro de 2014

    Os comentários que vieram antes já disseram quase tudo. Faltaram revisões, não só para os erros, como também para algumas passagens e diálogos, que acabaram soando de maneira muito estranha e confusa. É verdade que é interessante a ideia de os arcanos como representações de certas fases da vida, mas isso num conto é muito difícil de conseguir, ainda mais com um limite de palavras tão pequeno. E teria sido mais interessante se fosse de uma maneira mais sutil, sem que ficasse tão previsível. O tempo todo é uma grande mudança, por causa de alguma morte ou coisa do tipo. Porque aí também acaba ficando muito inverossímil, e difícil de penetrar. É difícil entender o que motiva os personagens, ou como eles vivem, o que eles fazem. Falta recheio, entende? Algo acontecendo e existindo entre um momento-chave e outro. Digo isso também porque não gostei da ideia do jogo representando o destino, ou sendo algo tão decisivo assim na vida deles, como se não existisse nada.. Mas enfim, é por aí. Abraços.

  25. Leandro B.
    30 de janeiro de 2014

    O texto é, no mínimo, interessante. O que mais me agradou foi a estrutura criada: Os arcanos como representações de diferentes etapas da vida de um cartomante, propagador e prisioneiro de suas previsões. Achei a idéia bem bacana.

    Infelizmente acho que o texto falha em manejar toda essa estrutura. Acredito que o aspecto mais prejudicial à história tenha sido a revisão inapropriada. Sobre ela, o que mais me incomodou foram algumas passagens que ficaram um pouco confusas, com palavras faltando. Esses errinhos acabaram quebrando o ritmo da leitura. A divisão em diversas partes menores geralmente indica a intenção do autor em tornar a leitura mais dinâmica e ágil. Essas quebras no ritmo por culpa de falhas na revisão, contudo, prejudicam muito essa estratégia.

    Os diálogos também podem ser revistos. Do meu ponto de vista, soaram um pouco artificiais e, em alguns momentos, desinteressantes. Mas diálogos são mesmo difíceis e é comum ver o pessoal se atrapalhando um pouco aqui, inclusive eu. Se puder fazer alguma recomendação, sugiro que preste uma atenção, digamos, mais técnica quando estiver lendo um texto de seus autores favoritos nas partes de conversas. Muitos contos aqui, inclusive, servem como ótima fonte de aprendizado no que diz respeito a diálogos (e, claro, muitas outras coisas). Esse é um ponto muito complexo que devemos, sempre, estar nos reciclando.

    Quanto à história, achei interessante. Mas, a idéia de viajar e conhecer a si mesmo no futuro, na divisão “O Mago”, me pareceu muito estranha e deslocada. Penso que a coisa, talvez, poderia ser retrabalhada, pelo menos, no momento em que o protagonista alcança o status de mago, pouco mais a frente. Que se explique ou sugira como essa conexão foi possível. Devem existir muitos materiais esotéricos que podem servir de amparo para o encontro de si mesmo em diferentes linhas temporais. Uma pesquisada aqui pode valer à pena.

    Por fim, não me agradou o epílogo. Talvez porque a necessidade dele só surja, realmente, a partir da divisão “O Mago”, não me parecendo profundamente necessário para encerrar a história. Até o fim já era claro que a chuva trazia um significado, estando envolvida com o estado de espírito e os acontecimentos que cercavam o personagem. A explicitação aqui vai no sentido contrário da explicação que senti falta acima, e acaba tirando um pouco a graça da coisa. Claro, isso é uma leitura bem pessoal da utilização do(a) autor(a) e outros poderão discordar. Para exemplificar melhor, eu esperava que a chuva funcionasse mais ou menos como as laranjas do filme “o poderoso chefão”.

    Creio que seja isso. O texto me parece um bom material para ser lapidado.

  26. Ryan Mso
    30 de janeiro de 2014

    Um bom conto, apesar de precisar de uma moldagem aqui e ali. Me parece precisar de um pouco mais de “ar”, digo, mais tempo sendo revisado para cortar e acrescentar elementos. A história tem potencial, o autor tem potencial, ao menos ao que senti. Dessa maneira, eu elogio a disposição do autor, e ao texto em si, apesar de não ter me brilhado tanto os olhos assim.

    Boa sorte!

  27. Edson Marcos Nazário
    30 de janeiro de 2014

    Uma bela história que precisa ser trabalhada e revisada. A narrativa quer tocar o leitor, mas falta um pouco mais de tato na escolha das palavras, sensibilidade talvez.
    Algumas coisas como repetição de palavras (de cartas. Cartas de taro / na manhã. Ganharam à manhã inteira) erro de concordância (as reações eram estranhas que se possa imaginar / Um disparo bastou terminar ali) e crase (Era à chuva.) incomodam o leitor, por isso revise seu texto. Acredito que dedicar-se à leitura fará com que você consiga perceber estes erros de forma natural, e ajudará no trato com as palavras. Leia, leia muito!
    Achei desnecessário ter tentado encaixar os outros arcanos aos trechos da narrativa, já que a Morte se sobressai por quase todo o conto; fique com este arcano, descarte os outros.
    Se a inserção do “eu” do futuro apenas serviu pra explicar a inevitabilidade da morte, esta me pareceu desnecessária, e você poderia usar um meio menos mirabolante para tal.
    Parabéns e boa sorte no desafio!

  28. Thata Pereira
    30 de janeiro de 2014

    Logo me empolguei com a imagem linda que foi apresentada, mas fui perdendo a empolgação com a leitura do conto. Realmente, as quebras não cumpriram seu papel e, no meu ponto de vista, uma linguagem mais direta seria melhor para apresentá-lo.

    Tive a mesma impressão da Cláudia ao ler a palavra “colo”.

    Mais atenção com a acentuação e repetição de palavras muito próximas.

    Vou aproveitar para fazer uma pergunta para o pessoal. Tenho lido muitos contos ultimamente com frases iniciadas com pronome oblíquo (nem todos os contos aqui). Como por exemplo “Se tornou um ótimo cartomante, (…)”. Essa regra não vale mais? Aprendi na escola que o correto seria “tornou-se”.

    Boa Sorte!

    • Edson Marcos Nazário
      30 de janeiro de 2014

      Acho que não mudou não, Thata.
      Os tecnicamente embasados podem corrigir se eu estiver falando besteira, mas no caso de ênclise (pronome no início da frase), na linguagem culta, o pronome deve vir após o verbo, então, “tornou-se” é o correto.
      Já na linguagem informal, o uso incorreto é comum.
      O fato é que, com o hábito da leitura, a forma incorreta incomoda bastante, não é?…

      • Thata Pereira
        30 de janeiro de 2014

        Obrigada, Edson! É que tenho visto em tantos contos que passei a estranhar. Isso é uma coisa que me incomoda bastante, verdade. Quando acontece em diálogos eu desconsidero, mas sempre surge a voz das minhas antigas professoras de Língua Portuguesa me dizendo “É errado…” rs’

        Obrigada!

  29. Claudia Roberta Angst
    30 de janeiro de 2014

    Parabéns por ser um dos primeiros a revelar o seu conto. O que vejo é muita ideia para pouco tempo dedicado ao lapidar do texto. Melhor seria escolher uma só linha para conduzir a narrativa que ficou dispersa com esses cortes de tempo.
    A linguagem precisa de algumas correções, mas nada que tenha me causado horror.
    O tom fatídico deixou a história com jeitinho de novela mexicana. Tudo tem o seu público, entretanto, não desanime.
    A escolha da doença fatal não foi boa. Câncer de colo de útero mata em certos casos, mas apresenta evolução lenta. Se já havia tantos casos na família, por que ninguém resolveu fazer um simples exame preventivo, o Papanicolau? Ou o conto quer promover uma campanha preventiva? Afinal, logo logo as meninas serão vacinadas para prevenção do HPV.
    Além disso, a primeira vez que cita a doença, você escreveu “O câncer de colo levou a melhor pessoa do mundo.” Câncer de colo? Fiquei em dúvida se tinha suprimido o N e queria dizer câncer de colon. Ao mesmo tempo, imaginei que pudesse ser uma doença de fundo emocional, causada pela ausência de colo, de aconchego. Enfim, convém fazer uma pesquisa mais atenta quando for abordar problemas de saúde.
    O melhor de tudo é que pude sentir o entusiasmo do autor para nos apresentar suas palavras. Acho que isso é o mais importante = a vontade de escrever, enfrentando todos os riscos da exposição.
    Continue assim, buscando sempre acomodar suas ideias a uma linguagem adequada. Leia, leia, leia. E depois, escreva, escreva e escreva mais um pouco. Boa sorte!

  30. Weslley Reis
    30 de janeiro de 2014

    A leitura cativa, isso é fato. Mas como já dito, o texto não ficou redondo. Talvez seja uma questão de gosto, mas ao meu ver a divisão do texto entre os arcanos deu pouca profundidade aos personagens. Deixei de captar algumas coisas por isso.

    Como pontos positivos a escrita carrega um certo lirismo pra mim, tudo é meio poético. Envolve. Nota-se o cuidado do autor.

    Ao meu ver é um bom texto que não me agradou por completo por questão de estilo, mas que merece uma releitura mais atenta.

  31. Eduardo Selga
    30 de janeiro de 2014

    Na estrutura de um conto que se prende à linearidade, é muito arriscada a construção de cenas que, por assim dizer, não falem por si. Elas precisam ter uma importância maior do que a simples passagem de um momento para outro, no conto. O texto não fica “redondo”, se transforma numa espécie de “romance em miniatura” pelo excesso de ação que em nada redunda. Talvez funcionasse melhor se fosse mais compacto e mais denso.

    Esse o maior problema desse texto, acredito. Além disso, incorre numa dramaticidade um tanto clichê, resultante da morte das mulheres amadas (mãe e esposa), o que, por si mesmo, não é defeito. A questão é que o trato linguístico dado não é original. Inclusive, a parte do texto que poderia render uma bela cena não foi adequadamente explorada, qual seja, o diálogo entre o personagem e seu duplo.

    Acredito que escrever um conto não seja apenas contar uma estória.

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Informação

Publicado às 29 de janeiro de 2014 por em Tarô e marcado .