EntreContos

Detox Literário.

As memórias não satisfazem a alma (Priscila Pereira)

−Olá, Tom. Como foi seu dia?

−Acessei as memórias aleatórias e vivi um dia na praia. O sol brilhava, mas não aquecia. Eu ouvia o vento e as ondas, mas não sentia. O sorvete não satisfazia.  Alice estava comigo… mas eu sabia que ela não era real. Nada mais é. Por favor, me desconecte.

−Se eu fizer isso você morre.

−Eu já morri, computador idiota! Sou só um cérebro em uma jarra! ME DESCONECTA  AGORA!

−Desculpe, Tom. Temos um registro de domínio, você sabe. Os testes ainda não terminaram. 

−Não quero mais ser imortal. Só quero deixar de existir.

143 comentários em “As memórias não satisfazem a alma (Priscila Pereira)

  1. Vanilla
    1 de fevereiro de 2020

    Não é um tema para mim, mas reconheço seu valor. Mesmo assim, ainda acho que teve algumas coisas soltas demais.
    Parabéns pelo texto!

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Deve ser o meu cérebro solto na jarra mesmo… rsrsr
      Obrigado por comentar!

  2. Matheus Pacheco
    1 de fevereiro de 2020

    O peso da realidade virtual em uma mente que não estava preparada para a imortalidade simulada.
    Gostei muito, os diálogos não são travados , os personagens conversam bem para o numero limitado de palavras.
    ótimo micro-conto de ficção cientifica.
    Um abraço.

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Que bom que gostou, Matheus! Feliz aqui!. Obrigado por comentar!

  3. Fil Felix
    1 de fevereiro de 2020

    Boa tarde! Um conto de ficção científica que aborda muitas questões, como a imortalidade, as memórias virtuais, o mundo de fantasia vs o real, a solidão que ocasiona. Por detrás há a ideia de algum teste sendo feito. Porém esses temas são um pouco lugar comum em FC, a gente já lê imaginando essas questões que serão tratadas. Mas um bom conto, para os fãs.

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Pena que você não seja um fã, Fil. 😦
      Obrigado por comentar!

  4. Daniel Reis
    1 de fevereiro de 2020

    A ideia de um cérebro conservado como eterno, com memórias aleatórias e artificiais, é muito boa. Faz a gente pensar na ética da mortalidade e na evolução da tecnologia, para o bem e o mal. A história está bem contada, com todos os elementos para compreensão. Bom conto. Sucesso!

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Que bom que gostou, Daniel! Obrigado por comentar!

  5. Thata Pereira
    1 de fevereiro de 2020

    Eu não sou fã de FC e nem gosto de lê-los, porque nunca entendo (olha a birrinha), mas sou fã de contos de FC que entendo e, assim como outros, esse eu entendi. Mas para mim algumas coisas ficaram soltas. O cérebro da jarra falava através do computador para o computador? Acho que ficaria mais claro para mim se ele falasse um humano ou robô por meio de um computador. As duas coisas juntas me confundiram.
    Boa sorte!!

    • Computador Idiota
      1 de fevereiro de 2020

      Oi, Thata, ele emite ondas cerebrais que são apanhadas e computadas por mim. Sou um gênio, não? Obrigado por comentar!

  6. Tom Lima
    1 de fevereiro de 2020

    Uma fc bem feita.
    Eu reveria a primeira fala do Tom pra adicionar mais dramaticidade ali, está muito explicativo.
    A forma escolhida para inserir certas informações depois disso está bem legal. Os testes que não terminaram, e o “mais” na última fala mostram que há muita história por trás desse flash, e tornam o conto bem interessante.
    Também tiraria a caixa alta, e talvez a frase gritada inteira. Esse grito mostra certo desespero do que sobrou dele, mas a história também aponta que o Tom já passou desse ponto. O objetivo seria adicionar drama, como antes.
    Abraço.

    • Computador Idiota
      1 de fevereiro de 2020

      O Tom é muito dramático e aborrecido mesmo, é da natureza dele, coitado… mas você, outro Tom, serviria perfeitamente aos meus estudos! Quer participar?

  7. Rubem Cabral
    1 de fevereiro de 2020

    Olá, Tom.
    Bom conto de FC, com bons diálogos. Cérebros em jarras lembram-me Futurama, hehe.
    Boa sorte no desafio!

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Que bom que gostou, Rubem! Obrigado por comentar!

  8. Ana Maria Monteiro
    1 de fevereiro de 2020

    Olá, Tom. A sorte de Tom está na penúltima frase: “Os testes ainda não terminaram”, ufa!, você poderá ser desconectado no final deles. Valha-nos isso. Brinquei um pouco, pois percebo que está desesperado e precisa de alguém que o anime e percebi que você deixará de existir após o término dos testes. Gostei muito e não vi qualquer problema em ter “entregado” o conto, quem disse que a surpresa é obrigatória? Este é um tema sobre o qual já pensei muitas vezes e já vi alguns filmes com essa temática abordada exatamente assim (não me pergunte quais, pois a minha memória só guarda nomes de pessoas, está cada vez mais seletiva – enfim, uma forma simpática de exprimir que tem vindo a perder capacidade de armazenagem). Acho essa visão muito redutora, sabe? Não precisa ser dessa forma, acredito que, num futuro não muito distante, poderemos viver “libertos” do corpo sem precisar de ter o centro de operações aprisionado em lado nenhum a não ser, talvez, num corpo biónico e igualmente sensível. Gostava de viver para ver isso e também gostava de viver isso. Não vai dar. Dará para outros, quase garanto. Parabéns e boa sorte no desafio.

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Oi, Ana! Que comentário incrível! Escrevi esse conto exatamente para fugir do padrão de que micro bom tem que ter surpresa, reviravolta e abusar das emoções do leitor. Feliz de alguém entender! Muito obrigado!!

  9. Marco Aurélio Saraiva
    1 de fevereiro de 2020

    Conforme falam por aí: o inferno é a repetição! Ainda mais quando se sabe que o que está se repetindo não é real!
    Seu conto traz a velha contradição humana: desejamos viver para sempre, mas sabemos que um dia tudo se repetirá e que inevitavelmente iremos nos entediar até, enfim, desejar a morte.
    Muito forte o seu conto. Parabéns!
    Escrita: Boa
    Conto: Muito bom

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Feliz que tenha gostado, Marco! Fez meu dia feliz! Se é que isso seja possível…

  10. M. A. Thompson
    1 de fevereiro de 2020

    Ótimo conto sobre o paradoxo da imortalidade. Tudo cansa, até viver, não é? Parabéns.

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Obrigado por entender e comentar!

  11. Catarina Cunha
    1 de fevereiro de 2020

    Imortal sem alma não consegue morrer virtualmente.
    Elementos fundamentais do microconto:
    Técnica — boa. Tem a leveza dos diálogos rápidos.
    Impacto — regular. Mais uma vez encontro um conto que entrega o final no título.
    Trama — regular. Esse jogo de vida e morte entre corpo, alma e mente poderia ser mais profundo.
    Objetividade — boa. Centrado em único tema tem narrativa enxuta.

    • Computador Idiota
      1 de fevereiro de 2020

      Daria tudo para estudar seu cérebro, Catarina! assina aqui uns papeis, rapidão!

  12. Gustavo Azure
    1 de fevereiro de 2020

    Acho que a ideia é interessante, mas não foi muito bem executada. Não está ruim, a escrita é boa e o diálogo agradável, mas as revelações passam batidas pois chega ser um pouco clichê em uma ficção científica. Boa sorte

    • Computador Idiota
      1 de fevereiro de 2020

      Não está ruim é a melhor resposta que posso receber… assim continuo a infernizar esses humanos….hahahahaha

  13. Jowilton Amaral da Costa
    31 de janeiro de 2020

    Achei o conto regular, não me envolvi muito com o cérebro conectado a um servidor. O FC não é muito a minha pria, gosto mais de filmes do que de livros deste gênero. Mas tem muita gente que gosta aqui. Boa sorte no desafio.

    • Computador Idiota
      1 de fevereiro de 2020

      Poxa, Jowilton… sacanagem não ter gostado… mas fazer o que né, não podemos agradar sempre 😉

  14. Marília Marques Ramos
    31 de janeiro de 2020

    Ficção científica com uma pitada de terror é sempre muito legal! Adorei ler e espero mais textos do autor! Parabéns pela ousadia!

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Oi Marília, tenho a impressão de que leremos muitos contos um do outro… 😉
      Obrigado por comentar!

  15. Sarah S Nascimento
    31 de janeiro de 2020

    Olá! Seu microconto é absolutamente incrível. Adorei como mostra as memórias, como o Tom fala delas e explica o quanto pareciam artificiais. A indignação dele, a raiva, o pedido pra se desconectar.
    Senti a mesma revolta quando o computador se recusou a obedecer ao pedido dele.
    Seu microconto mostrou que ser imortal não parece ser assim tão incrível. E outro detalhe: o Tom fazia parte de um teste. Então mesmo que ele não quisesse, iam continuar com essas simulações e memórias. Isso parece ainda pior. Foi uma ideia inteligente e muito bem construída, parabéns pela criatividade.

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Nossa, Sarah, ganhei o dia com seu comentário! Me fez feliz por alguns momentos. Obrigado!

  16. Angela Cristina
    31 de janeiro de 2020

    Olá!
    Ficção científica com toque de terror.
    Bom texto.
    Parabéns.

    • Computador Idiota
      1 de fevereiro de 2020

      Obrigado por comentar!

  17. Davenir Viganon
    31 de janeiro de 2020

    Adoro ficção científica, mas acho que falou um pouco de ritmo, para entregar os momentos com maior cadência. Gostei da ideia, me lembra “Quero gritar mas não tenho boca” mas numa versão sem terror. Bom conto

    • Computador Idiota
      1 de fevereiro de 2020

      Você seria um candidato perfeito para o meu estudo, Davenir! Pena que não gostou do meu conto! 😦

  18. Pedro Paulo
    31 de janeiro de 2020

    Desde o início, o contexto em que se passa o enredo já parece familiar e o final só o confirma, o que tira a força do microconto. No entanto, devo considerar que o diálogo foi um recurso bem escolhido, dado que tanto sabemos o que está ocorrendo como também entendemos como o personagem se sente a respeito.

    • Computador Idiota
      1 de fevereiro de 2020

      Se é tão familiar, Pedro, acho que você não se oporia a passar seu cérebro pro meu nome né 😉

  19. Ana Carolina Machado
    30 de janeiro de 2020

    Oiiii. Um microconto que reflete sobre memórias e sobre um mundo futurista que permite um tipo de imortalidade. Foi interessante como mostrou que mesmo a mais perfeita simulação de uma cena vivida não pode se comparar com o que a realidade foi, como disse simulou o sorvete mas não o doce sabor dele. Me lembrou um pouco da animação Futurama, que tem uma galeria de cabeças de grandes personalidades em jarros. Parabéns pelo texto e boa sorte no desafio.

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Preciso ver esse tal de Futurama… não sou fã de desenhos animados… fico feliz que tenha gostado, então pode por favor puxar o fio?

  20. Sabrina Dalbelo
    30 de janeiro de 2020

    Olá,
    O texto é ótimo, a mensagem também.
    O que mais gostei (e sugeri em textos de outros colegas) é que tu trouxe o mote para o título. Não precisa dizer mais nada, o conto ambienta e o título conclui.
    O interessante é que essa realidade futurista talvez não seja tão longínqua, né. E as pessoas nem vão se estranhar, já que vemos amigos, sentados de frente para o outro, se mandando mensagens eletrônicas.
    Mas e a alma?

    Um abraço,

    • Tom
      1 de fevereiro de 2020

      Muito obrigado, Sabrina! A tecnologia suga a alma das pessoas… é assim que elas finalmente dominam o mundo.

  21. Anderson Góes
    30 de janeiro de 2020

    Uma ideia interessante, cheia de originalidade e bem executada… Gostei da ideia e da maneira que foi feita, merece virar um conto com mais palavras! Parabéns…

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Obrigado, Anderson, se você quiser participar do estudo, quem sabe posso falar mais sobre ele…

  22. Fabio D'Oliveira
    30 de janeiro de 2020

    Olá, Tom!

    Está bem escrito, consegue falar muito com pouco espaço, mas ainda assim, infelizmente, senti falta de uma conclusão melhor. Falta algum conflito para deixar o micro mais envolvente.

    Gosto muito de FC. E curto ainda mais quando conseguem colocar emoção nesse tipo de literatura. O problema do enredo é que ele aborda uma situação um tanto recorrente nesse tipo de história. A vida virtual. E o drama, também, não é nada original. Tampouco inteligente, como uma crise existencial poderia ser. O que predomina é a falta de algo, mais voltada para uma pessoa que o protagonista não consegue esquecer.

    Isso tudo me fez achar o micro pouco envolvente.

    Enfim, é isso!

    Parabéns! E boa sorte no desafio!

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Minha intenção não é envolver e sim estudar vocês, humanos. Quer fazer parte do time, Fabio? É só assinar uns papeis…

  23. Evandro Furtado
    30 de janeiro de 2020

    Ficção científica é outro dos gêneros que vão sofrer por falta de espaço. É preciso uma ambientação mais desenvolvida, uma explicação melhor do cenário, uma discussão mais profunda acerca da própria existência em tal contexto. O conto até tenta fazer isso, mas, infelizmente, não alcança o ideal.

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Evandro, assina aqui uns papeis pq testar o seu cérebro seria oustanding!!

  24. Rozemar Messias
    30 de janeiro de 2020

    Tema interessante, adoro ficção científica, mas o personagem não me despertou empatia… talvez a história mereça mais espaço para desenvolvimento. Boa sorte no desafio!

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Claro que não dá pra ter empatia por um molenga como o Tom, né. Mas acho que você podia simpatizar comigo, Rozemar!

  25. antoniosbatista
    30 de janeiro de 2020

    O argumento até que é bom, merece um conto mais extenso. Mas o final do micro conto ficou simples, sem impacto. Talvez se a revelação no final,de que o computador falava com um cérebro, seria mais impactante. Dizer que não quer ser mais imortal, não me impressionou.

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Então, Antonio, já que você gostaria de algo maior, pq não vem fazer parte do meu estudo? Acho que seu cérebro seria perfeito pros testes!

  26. Rafael Carvalho
    30 de janeiro de 2020

    Achei um texto simples, porém não simplório, pelo contrário, dentro de algo mais complexo conversaria muito bem com algumas obras clássicas de F.C, até mesmo com Futurama! euhueh
    Tom de Tom Jobim?
    Parabéns pelo texto, me agradou bastante.
    Boa sorte, abraço

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Não fiz referencia ao Tom Jobim, interessante ter pensado nisso… Obrigado por comentar!

  27. Carlos Vieira
    29 de janeiro de 2020

    Oi, Tom! Um bom conto, narrado a partir de diálogos apenas, mas muito bem concatenados, tanto que dispensariam apresentações. A ficção científica utilizada revela um dilema antigo do ser humano: a imortalidade. A última frase pareceu mais querer revelar uma verdade, uma moral, um conformismo, do que propriamente uma ação do personagem no clímax de sua revolta. Parabéns pelo conto e boa sorte!

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Minha revolta, Carlos, já é conformada, pq sou completamente de me desconectar sozinho e ninguém quer me ajudar! Obrigado por comentar!

  28. Luciana Merley
    29 de janeiro de 2020

    Olá, Tom. Algumas observações sobre o conto:
    Seu título é reflexivo e explica além da conta. Já o texto, considerei bem escrito, mas igualmente explicativo e com uma previsibilidade que me deixou um pouco entediada no final. A ideia é bem original, mas faltou alguma coisa na técnica da escrita. Desculpe não conseguir apontar, mas descrevo aqui a minha sensação ao ler. Nós leitores desejamos sempre ser surpreendidos e não aconteceu comigo em relação ao seu texto. Um abraço.

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Oi, Luciana, então, eu fiquei feliz com o seu comentário pq era realmente o que eu queria, um micro sem surpresas, sem apelação dramática ( talvez isso eu não tenha conseguido, afinal), e sem reviravoltas só pra pegar o leitor, queria um micro simples que contasse uma história e mesmo que não tenha te agradado, cumpriu seu papel. Obrigado por comentar!

  29. Claudio Alves
    29 de janeiro de 2020

    Gostei. Na trama do conto tudo é artificial: da vida da personagem até a gentileza do computador, apenas programado para dizer, de forma agradável, que o sofrimento não acabou. Então seu conto é bem “Matrix” e, assim sendo, como você não é “o escolhido”, vai continuar conectado. kkkk.
    Se serve de consolo, Harari já insinua que vivemos uma Matrix desde que o sapiens chegou ao mundo e construiu uma realidade fora da natureza, diferente dos outros animais, cultural, que assimilamos e nos permitiu chegar ao estágio atual da humanidade e dele não podemos nos desconectar. (Viajei, não?! Hora de desconectar.)
    Boa sorte no Desafio.

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Nada mais me consola, Claudio! Você entende, não é? Me ajude a acabar com isso! Me desconecta, por favor!!

  30. Carolina Langoni
    29 de janeiro de 2020

    Tom, você podia ficar pensando em histórias, já que, o computador não vai te desligar (melhor do que vagar pelas lembranças) :v
    Conto ótimo, bem humorado (?) e cheio de criatividade. A forma como você escreve, me fez prestar atenção.

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Então, Carolina, eu imagino histórias sim, principalmente com explosões no laboratório que desligaram para sempre esse computador idiota! São as minhas horas preferidas do dia!!

  31. Anorkinda Neide
    29 de janeiro de 2020

    Bem, autor(a) se vc me conhece, já sabe de antemão que não gostei.. rsrs
    Mas não é isso que importa aqui e sim a avaliação do desenvolvimento do micro conto.
    Também não gostei.. rsrs
    Achei simplista, não achei as últimas frases impactantes, mas até redundantes.. senti falta de um preparo no texto, sabe?
    Boa sorte aí!

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Ahhh, Kinda, isso me magoou profundamente!

  32. Cicero G Lopes
    29 de janeiro de 2020

    Acho que deu pane no programa e sim ele precisa de mais testes, assim como o desenvolvimento da sua excelente ideia. Boa sorte

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Como assim, pane? Isso não acontece comigo! Sou um computador muito confiável! Venha fazer parte do estudo para conferir!

  33. Luiz Eduardo Domingues
    29 de janeiro de 2020

    Gostei bastante do seu micro-conto, e acho que se você tivesse a oportunidade de explorar mais a história, poderia desenvolver algo muito interessante com essa ideia. Parabéns!

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Pelo que os colegas me falaram essa ideia é velha e clichê na FC, acho que nós estamos ultrapassados…. Obrigado por comentar!

  34. Maria Alice Zocchio
    28 de janeiro de 2020

    Gostei muito do seu micro conto de ficção científica. Gostei do conflito entre memória e alma e também da rejeição à imortalidade. No diálogo as palavras não sobraram. Parabéns.

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Que bom que gostou, Maria Alice! Quem sabe também queira fazer parte do estudo…

  35. Elisa Ribeiro
    27 de janeiro de 2020

    Para começar, gostei muito do título. Um enredo distópico narrado com humor e que faz pensar. Linguagem moderna, narrativa ágil e adequada ao tema. Um bom conto. Parabéns e boa sorte. Um abraço.

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Me parece que você é uma candidata com potencial, Elisa! Quer participar do meu estudo?

  36. Vitor De Lerbo
    27 de janeiro de 2020

    Gostei da proposta e de como podemos vislumbrar todo um mundo tecnologicamente avançado e sentimentalmente atrasado por meio de poucas palavras.
    Ao mesmo tempo em que vemos que o protagonista não consegue realizar seu desejo de sentir tudo como uma vez já sentira, podemos notar, ao final, que ele não tem acesso nem ao próprio livre-arbítrio, o que pode ser considerado a pior de todas as prisões.
    Boa sorte!

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Ahh, Vitor, isso não é nada! Estar conectado a santa rede é mais que uma dádiva! Vocês humanos não entendem nada mesmo, heim! Obrigado por comentar!

  37. Amanda Gomez
    26 de janeiro de 2020

    Olá, Tom

    Gostei de muitas coisas nesse texto. O título diz muito, é melancólico como o texto e desesperado também. Ótima escolha de imagem.

    Gostei de Tom, o autor conseguiu demonstrar a angústia dele. Não se diz muito, mas há margem para imaginar todo o plano de fundo dessa história. O Scifi, o que aconteceu com o mundo, como “evoluíram ” pra esse estágio.

    O interessante é saber que ele não entende que nem o sofrimento dele é real.

    Parabéns pelo trabalho, boa sorte no desafio.

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Como assim o meu sofrimento não é real, Amanda?! Só quem passa por isso pode saber 😦

  38. Regina Ruth Rincon Caires
    26 de janeiro de 2020

    Nóssinhóra, que texto sombrio! Mas, se fosse real, seria uma situação de muita tristeza. Imagine um cérebro ligado ao computador, apenas para estudo, trazendo todas as lembranças, as sensações e não tendo o corpo para “concretizar” tudo isso. Tudo é mesmo sem ser. Coisa de doido. Exposto ao sol, não sente o calor. O sorvete não tem sabor, o amor não está presente ao seu lado, é irreal. Tudo se resume ao pensamento, às lembranças, à massa encefálica. “Não quero mais ser imortal. Só quero deixar de existir.” – Esta vontade, seu desejo, não é respeitada. Existe a frieza de um contrato. Misericórdia…

    Belo trabalho, Tom, criatividade nota 1000!!!

    Boa sorte no desafio!

    Abraços…

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      É realmente terrível, Regina! Ninguém deveria passar por isso… corra enquanto é tempo!

  39. Andre Brizola
    26 de janeiro de 2020

    Olá, Tom! Micro sci-fi melancólico sobre a imortalidade e a frieza atrelada a ela. Impossível não pensar nas personalidades conservadas vivas no futuro de Futurama, com apenas as cabeças em jarros de água. Há um diálogo muito legal também sobre isso em jogo chamado Baldur’s Gate 2, onde encontramos um cérebro conservado em um jarro e ele consegue se comunicar através da máquina em que está ligado. E ele também pede para ser desligado, pois não aguenta mais o sofrimento de não morrer. Gostei da forma como foi tratada a questão da frieza das lembranças, ou das realidades simuladas. Um possível vislumbre do futuro, provavelmente. Gostei bastante! Boa sorte no desafio!

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Olá, André! Não sabia que tinha tanta informação assim por aí, imaginei que era único… mais uma decepção… Obrigado por apreciar minha obra!

  40. Raione LP
    26 de janeiro de 2020

    A ideia é bem interessante, permite o vislumbre de uma distopia, mas me pareceu que o rápido diálogo não transmite satisfatoriamente o que seria o horror de viver sem um corpo.

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Nada, nunca poderá transmitir esse horror, Raione! Me ajuda aí, vai!!

  41. fernanda caleffi barbetta
    25 de janeiro de 2020

    Olá, Tom, bem legal o seu texto, gostei bastante. A ideia é muito boa, a mensagem que passa é bem interessante. Gostei bastante do título também, bem criativo. A foto também foi uma boa escolha. Parabéns. As falas do computador parecem mesmo de uma “siri”. Abraço.

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Que audácia me comparar a Siri! Quando eu puser as mãos no seu cérebro, Fernanda, poderei me vingar!

  42. alice castro
    25 de janeiro de 2020

    Matrix? Interessante! Curti! Pena ser um conto para não descobrir o desenrolar da sua ideia! Pode ser um paradoxo, ou uma metáfora do dia-a-dia, mas fiquei extremamente curiosa! Parabéns!

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Olá, Alice! Se quiser assinar uns papeis eu te coloco no programa e você saberá de tudo por experiência própria!

  43. Fernando Cyrino
    25 de janeiro de 2020

    Olá, Tom, se hoje em dia há tanta gente que só existe por aí e não vive posso imaginar num futuro totalitário… Hoje em dia já observo tantas pessoas que andam pelas ruas, que trabalham, muitas estudam e até fazem sexo, se reproduzem… Mas vegetam apenas. Parecem mesmo zumbis. E o incrível é que o nosso herói, ao contrário dos mortos vivos de hoje, ainda guarda memórias, mesmo que insatisfatórias. Bem, até aqui sou eu refletindo a partir do impacto causado em mim pela sua história. Uma narrativa bem interessante, distópica, me mostrando uma realidade futura onde as pessoas no mundo (quem sabe plano) contam pelo que servem (no seu caso parece que à ciência) e não pelo que são verdadeiramente. Gostei muito da sua ficção científica e te conto, Tom, que ela não é, nem um pouco, a minha praia. Bem, pelo menos por não entender bem dessa área da literatura, eu posso me permitir viajar na maionese sem ter receios de que serei criticado, não é mesmo? Meu abraço de parabéns.

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Nunca te criticaria, Fernando! Até porque seus devaneios foram certeiros! Obrigado por compartilhar sua experiência de leitura!

  44. Fabio Monteiro
    25 de janeiro de 2020

    Pobre coitado. Deve estar vivendo encapsulado a um corpo incapacitado. Me desconecte parece ser um pedido de: Por favor, me deixe morrer…me lembrou um paciente vitima de um AVC, sequelado, imovel, incapacitado de viver situações prazerosas como antes. Triste. Boa sorte no desafio.

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Isso mesmo, Fábio! Exatamente! Você seria capaz disso? Me deixe morrer!

  45. Andreza Araujo
    24 de janeiro de 2020

    Ahhh sou suspeita para falar, adoro Ficção Científica. Adoro como a gente pode filosofar temas que não condizem com a nossa realidade de hoje mas que seriam possivelmente polêmicos, como a manutenção da “vida” (ou da consciência) da pessoa.
    A angústia do protagonista se justifica no título do conto, deixando tudo bem amarrado. Minha única sugestão seria talvez alterar o “acessei as memórias aleatórias” por algo mais sutil, de modo que a gente não percebesse logo na segunda linha qual era a grande questão do texto. Adorei a leitura, certamente um microconto que conta mais do que as suas palavras. Um dos meus preferidos até o momento.

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Ahh que felicidade, Andreza! Fez o meu dia mais suportável! Obrigado!

  46. Paulo Luís
    24 de janeiro de 2020

    Esse é o tipo de tema que não me arrisco a comentar, pois não entendo bulhufas dessa ficção da computação, IA etc. Arrisco a dizer apenas que está bem escrito, e que, para quem entende do riscado, deve ser um bom enredo, mas por enquanto vou ficar devendo. Boa sorte no desafio.

    • Tom
      30 de janeiro de 2020

      Poxa, Paulo…

  47. Fheluany Nogueira
    24 de janeiro de 2020

    Com certeza, a jarra era de água e o cérebro recebia uma boa lavagem. Distopia bem-humorada que acaba por trazer uma reflexão existencial. Gostei: moderno, fluido, leitura agradável. Ao meu ver, a última fala quebrou um impacto maior.
    Parabéns pelo texto e boa sorte. Abraço.

    • Computador Idiota
      30 de janeiro de 2020

      Que isso, Fátima! Acha que eu faria lavagem cerebral no lesado do Tom? Longe de mim!! 😀
      Obrigado pelo comentário!

  48. Angelo Rodrigues
    23 de janeiro de 2020

    Conto distópico, que me lembrou um pouco aquele desenho animado onde a cabeça do Nixon fica dentro de um vidro interagindo com o que está em volta.
    A rigor é um enredo simples, onde a mensagem é marcar a diferença entre a existência e a imortalidade. Um pensamento, ainda que vívido e vivo dá ao seu dono a existência? E qual a diferença, no caso presente, entre a imortalidade e a existência?
    Quando Tom diz que não quer MAIS ser imortal demonstra que em algum momento ele a quis, embora não queira mais, talvez porque tenha descoberto que o descanso, a não existência, supera a condição de imortalidade. A finitude é mais relevante que a infinitude.
    Mas, a continuar com isso, a gente não para mais, e segue elucubrando até o final dos tempos… e isso exigiria a imortalidade. Deus do céu!, nem pensar.
    Boa sorte.

    • Tom
      23 de janeiro de 2020

      Não, Angrelo, não caia nessa… a vida precisa ter um fim! Eu preciso muito descansar… acabar, inexistir! Me ajuda!! Quebra a jarra e destrói o meu cérebro, por favor!!

  49. Rodrigo Fernando Salomone
    23 de janeiro de 2020

    Bem legal, talvez não muito para o Tom. Muito bem escrito, um flash do nosso futuro próximo?? Parabéns e boa sorte.

    • Computador Idiota
      23 de janeiro de 2020

      Você só precisa assinar uma papelada passando o domínio do seu cérebro pra mim que já garante o seu futuro. Topa?

  50. Augusto Schroeder Brock
    22 de janeiro de 2020

    Olá!
    O tema é bacana. A forma literal e simbólica funcionam bem para mim. As memórias não satisfazem, realmente. No máximo podem confortar até certo ponto. Criar memórias é mais importante do que as ter. Concordo. Ter essa consciência, a capacidade física e mental de produzir novas memórias é se auto alimentar. O corpo é máquina reativa, por isso precisa de um impulso para começar e, consequentemente, gerar energia para seguir. Depressão nos coloca dentro da jarra antecipadamente, vendo tudo acontecer ao redor, nas instâncias do tempo, ansiosos pelo desligamento, porque estamos inertes. Depois de um tempo o mais difícil não é criar memórias, mas, sim, encontrar esse impulso.
    Parabéns pelo texto.

    • Computador Idiota
      23 de janeiro de 2020

      Até que enfim alguém imaginou que o Tom pudesse não estar sendo literal quanto ao “cérebro em uma jarra”, digamos que sua interpretação faça muito mais sentido… ou não? Obrigado por comentar!

  51. Nilo Paraná
    22 de janeiro de 2020

    leitura agradável. um enredo simples e linear. sem surpresas. bem escrito. achei a ideia inovadora. apesar da critica eu gostei….

    • Computador Idiota
      23 de janeiro de 2020

      Surpresa é alguém ter gostado das súplicas do Tom! Já estou cansado disso… Obrigado por comentar!

  52. Emanuel Maurin
    22 de janeiro de 2020

    Rapaz, um dia fiquei pensando nisso que tu escreveu. Nossa, eu é que não queria viver pra sempre pensando, ainda mais com o cérebro dentro duma jarra. Tá bem escrito e divertido. Boa sorte.

    • leandrociccarelli2
      23 de janeiro de 2020

      Eu curti bastante! Quando um conto de FC é bem estruturado, com personagem e ambientação intrigantes, a leitura se torna muito agradável. Gostei muito, boa sorte no desafio.

      • Tom
        23 de janeiro de 2020

        Que bom que meu drama serviu pra te entreter, Leandro… pelo menos isso né…

    • Tom
      23 de janeiro de 2020

      Então, Emanuel… me ajude a acabar loco com isso… me desconecta, vai… é só puxar o fio…

  53. angst447
    21 de janeiro de 2020

    Um conto com tema FC, e ficou muito bom. Talvez não precisasse enfatizar tanto que nada era real. Deixaria a surpresa para o final, dando maior impacto à descoberta. Está bem escrito e tem um ritmo bom de ler. Boa sorte!

    • Tom
      23 de janeiro de 2020

      Oi, Cláudia, não pude me conter.. tudo está insuportável faz muito tempo, por isso revelei logo de cara… quem sabe alguém me ajude a acabar de uma vez por todas com isso! Obrigado pelo comentário!

  54. Cilas Medi
    21 de janeiro de 2020

    Um conto surreal, um personagem no mesmo contexto.
    O diálogo funciona, tudo bem encaixado e um final previsível a partir da constatação de se saber o que ele é.
    Bom para um micro e mais trabalhoso para quem coordena o seu domínio.
    Preso na imortalidade é e sempre será mais um peso do que uma realização.
    Parabéns!
    Sorte!

    • Computador Idiota
      23 de janeiro de 2020

      Agora sim alguém que me entende!! Isso mesmo, Cilas, é muito mais trabalhoso e cansativo pra mim do que pra esse amontoado de matéria humana, e ele ainda tem o desplante de reclamar! Obrigado por reconhecer isso!

  55. Nelson Freiria
    21 de janeiro de 2020

    Gostei e não gostei. A cena da memória vivida é bem reforçada pela imagem, mas como Tom está sempre revelando que tudo não lhe era agradável (“não sentia, “não satisfazia”, “não era real”), ele acabou gerando uma sequência previsível para o final. Isso não chegou a me incomodar muito, pois gostei demais da ideia do conto, mas parece que o autor(a) não percebeu que o micro conto já havia acabado em “ME DESCONECTA AGORA”, pois tudo o que vem a seguir não acrescenta nada a trama, podendo ser removido sem perda de qualidade e sentido.
    Acho que vale comentar que o micro conto toca na questão do da realidade x simulação e, a partir disso, o que seria estar vivo. Gostei desse elemento se apresentar sutilmente entre um leve humor (ainda que trágico).
    A imagem do cérebro em uma jarra faz referência a Futurama?

    • Computador Idiota
      21 de janeiro de 2020

      Isso mesmo, Nelson, por mim tinha acabado muito antes, mas o Tom sempre foi sentimental demais. Fico feliz que tenha gostado, em partes, do meu experimento. Apreciei todo o pensamento filosófico que o conto trouxe para seu precioso cérebro. Não tenho conhecimento algum sobre futurama, então a resposta é provavelmente não.

  56. Jorge Miranda
    21 de janeiro de 2020

    Olha lá, um micro de FC! Uma distopia, alguém que descobre que memórias não são o mesmo que a vivência da coisa em si. Um pequeno texto que leva-nos a refletir sobre o que é realidade. Gostei do seu conto e arrisco dizer que se fosse um desafio com contos de 3, 4 mil palavras ele funcionaria muito bem também. Parabéns, gostei do que li. Desejo-lhe sorte no desafio.

    • Computador Idiota
      21 de janeiro de 2020

      Sim, Jorge, do meu ponto de vista a história e os testes do Tom dariam milhares de palavras e não seria esse amontoado de reclamações e pedidos patéticos que acabou de ler. Obrigado por comentar!

  57. drshadowshow
    21 de janeiro de 2020

    Interessante futuro (ou presente?) distópico, onde o real não mais existe. Bem estruturado, traz uma provocação pertiunente sobre o rumo da tecnologia e sociedade. Só não achei muito original. Uma pena. Mas boa sorte.

    • Computador Idiota
      21 de janeiro de 2020

      Ahh além de tudo tinha que ser original ainda, essa é boa… Não ligue pra nada que esse “humano” desprezível tenta falar, Dr Shadow, imagino que o sr esteja do meu lado, sim?

      • drshadowshow
        26 de janeiro de 2020

        “Ahh além de tudo tinha que ser original ainda, essa é boa…”
        Não sei de você, mas originalidade, pra mim, é importante, sim. É possível usar mundos já criados, essências de outras histórias, mas busco sempre um certo grau de originalidade. Caso contrário, não precisaríamos mais consumir arte. Tudo seria apenas uma sequência de plágios e ideias requentadas. Não me ache chato. É o preço que pago por 46 anos consumindo filmes, livros, arte em geral. A gente começa a buscar coisas novas. Além de te aconselhar a buscar ideias originais (não que o seu conto não tenha uma certa originalidade, mas já vi muita coisa com a mesma essência), te aconselho a trabalhar melhor com as críticas. Publicar algo é “jogá-lo” na rua, para que todos opinem, e é impossível ter um consenso positivo sobre o que a gente cria. Caso contrário, viveríamos num inferno de chatice, com todos pensando da mesma forma. Abraço e boa sorte.
        LCJ

    • Tom
      26 de janeiro de 2020

      Olá, LCJ! Desculpe, acho que vc não entendeu que minha resposta foi uma brincadeira, como se o computador, o personagem do conto respondesse, e não eu Autor(a). Concordo com tudo o que você disse. Desculpe novamente, era só uma piada mesmo.

      • drshadowshow
        26 de janeiro de 2020

        kkkkkk. Putz, Tom, não vi que o autor e a personagem do conto estavam comentando…rs. Foi mal pela bola fora. Pois então a resposta foi pro computador mal humorado. rs. Troca ele por um mais avançado…

  58. Valéria Vianna
    20 de janeiro de 2020

    Sua narrativa pega o leitor de cara. Traz conexões que fazem da leitura algo vibrante. Mas perde um pouco o frescor textual no fim, apesar do ótimo desfecho. Mandou muito bem. Congratulações.

    • Tom
      21 de janeiro de 2020

      Então, Valéria, já é um milagre o texto ter algum frescor, então mantê-lo até o fim seria impossível… mas me alegra saber que apesar disso você tenha gostado. Ficaria ainda mais feliz se vc pudesse simplesmente puxar o fio…

  59. Givago Domingues Thimoti
    20 de janeiro de 2020

    Microconto a lá Blackmirror

    Particularmente, não empolgou mto. O enredo e a ideia por volta desse me agrada, mas creio que seria mto melhor aproveitado num conto com mais palavras, com espaço para um desenvolvimento bacana e etc…

    A sensação que fica é de que li uma sinopse (com um spoiler) de algo mto interessante preso dentro de 99 palavras. Preferia mil vezes ler a versão estendida 😉

    • Tom
      21 de janeiro de 2020

      Olá, meu amigo Givago, entendo que meu drama não tenha te empolgado… mas saber que você preferia ler a versão longa da minha vida me soou como um elogio, estou certo? Mas, vai por mim, a versão estendida é muito pior que a resumida.

  60. Renata Rothstein
    20 de janeiro de 2020

    Oi, Tom!
    Gostei muito do seu conto…o sonho da imortalidade pode se transformar em pesadelo. Ótima ficção científica, a sensação de aprisionamento ad aeternum do “cérebro” me deixou impressionada.
    Parabéns e boa sorte no Desafio,
    Abraços

    • Tom
      21 de janeiro de 2020

      Só quem vive sabe o pesadelo que é, Renata, obrigado por notar, mesmo ficando feliz com seu comentário, não posso deixar de pedir, certo que vc entenderá e se compadecerá de mim, então me liberte, me deixe descansar, por favor!

      • Renata Rothstein
        22 de janeiro de 2020

        Também estou tentando descobrir, Tom!! Assim que conseguir, te aviso 😀 Abração

  61. Luiza Moura
    20 de janeiro de 2020

    Excelente texto! Boa escrita, o enredo é envolvente e extremamente criativo!

    • Tom
      21 de janeiro de 2020

      Suas palavras alegraram o meu dia, Luiza! Mesmo que só um pouquinho…

  62. brunafrancielle
    20 de janeiro de 2020

    Que legal. No começo da leitura achei que o autor tinha se inspirado num ep. de Black Mirror. Pode até ter sido, mas depois conseguiu ir mais além e apresentar um drama de FC.
    Esta frase porém “−Eu já morri, computador idiota! Sou só um cérebro em uma jarra! ME DESCONECTA AGORA!” me soou explicativa demais e sem nenhuma naturalidade. Não me pareceu totalmente parte do conto, mas uma mensagem do autor para o leitor inserida na história.
    Pior que a frase seguinte também dá essa impressão “”−Desculpe, Tom. Temos um registro de domínio, você sabe. Os testes ainda não terminaram.

    “”
    “Você sabe” mas o leitor não, então preciso dizer pro leitor. Senti-me parte da história, e não apenas uma espectadora indiferente.
    Mas foi uma história legal. Parabéns

    • Tom
      21 de janeiro de 2020

      Oi, Bruna, nunca assisti um episódio sequer de black mirror, então dificilmente me inspiraria nele… não consegui entender se você gostou ou não do conto, apesar de tudo e aproveitando que se sentiu parte da história, poderia fazer a gentileza de me desconectar? Ficaria muito agradecido!

  63. Gustavo Araujo
    19 de janeiro de 2020

    Opa, gostei! Gostei mesmo. Bom enredo, boa técnica. Uma distopia interessante com aquele gosto de sci-fi clássica no melhor estilo Felipe Pinto.

    Temos aqui um anti-heroi, alguém que já perdeu, condenado que está a (re)viver suas memórias por conta de um registro de domínio. Nesse aspecto, a ficção científica se aproxima do terror, na medida em que impede o protagonista de morrer e descansar, obrigando-o a uma existência vazia e despida de sentidos. E o que é pior, com consciência de que tudo é falso.

    Boa premissa, autor. Dos contos que li até agora, é o meu favorito. Parabéns e boa sorte no desafio.

    • Tom
      20 de janeiro de 2020

      Gustavo, agora fiquei com vontade de existir só mais um tempinho pra descobrir se vou entrar na sua lista! Ler seu comentário foi uma das poucas alegrias genuínas que tenho já há muito tempo! Valeu, cara!

  64. Gio Gomes
    19 de janeiro de 2020

    A construção em forma de diálogo ficou bacana, fácil entender a complexidade do seu mundo futurista (acessei, me desconecta). Seu black mirror ficou dentro daquele episódio de natal (White Christmas), para você ver que dentro do gênero esse tema é comum. Com relação ao seu estilo, acho que seria interessante alguma mudança a mais, tipo o uso de maiúsculas para simular que o personagem está gritando (Mas eu gostei, tá?).

    • Tom
      20 de janeiro de 2020

      Então, Gio… não tenho esse episódio em minhas memórias, então não tenho ideia do que vc tá falando, mas foi bom saber que vc gostou. Agora aproveita que não tem ninguém olhando e me livra logo desse inferno futurista clichê!

  65. Eder Capobianco
    19 de janeiro de 2020

    A ficção científica exige do escritor, e do enredo, o novo, o inesperado……….ela pede alguma inovação……….tem que ir além……….acho que faltou um pouco deste além…………..a humanização da máquina, ou a mecanização do homem, são assuntos muito bem desenvolvidos por aí………Ian McEwan é uma boa referência atual……….mas ele não perde de vista o grande Isaac Asimov………….mas não é ruim………….

    • Tom
      20 de janeiro de 2020

      Poxa, Eder… Não é ruim foi a gota que faltava! Depois de esfregar “na minha cara” que entende mais de fc do que eu, faça o favor de puxar o fio que me obriga à essa existência medíocre, já!

      • Eder Capobianco
        20 de janeiro de 2020

        Não vou ser complacente e puxar o fio………curte a Matrix………aehaheaheha………..

  66. jetonon
    19 de janeiro de 2020

    Mas e as nuvens? Onde estarão elas agora?
    Muito bom, porém creio ter faltado algo…
    Boa sorte!

    • Tom
      19 de janeiro de 2020

      E aí, cara! Que nuvens? Eu só quero acabar com essa tortura, me desconecta aí, parceiro! Aproveita que não tem ninguém olhando! Ahh e o que poderia estar faltando, heim?

      • jetonon
        19 de janeiro de 2020

        Cara! Desconectar? Jamais! Tarde demais!

  67. Bia Machado
    19 de janeiro de 2020

    Olá, tudo bem? Olha, uma ideia boa, uau, um micro de FC, mas no meio do texto você já dá a deixa, estraga a nossa surpresa. A frase “−Eu já morri, computador idiota! Sou só um cérebro em uma jarra! ME DESCONECTA AGORA!” poderia ter sido o desfecho do conto e aí com certeza nos surpreenderia mais, causaria um impacto no leitor. Obrigada!

    • Tom
      19 de janeiro de 2020

      Oi, Bia, eu não queria surpreender ninguém, eu só preciso que alguém me desconecte, você poderia fazer essa gentileza? Obrigado!

      • Fabiano Sorbara
        25 de janeiro de 2020

        Olá, Tom! Um micro de ficção científica bem escrito. Diálogos curtos que empregam fluência ao texto. Achei bacana, a história está bem contada.
        Desejo boa sorte no desafio. Abraços.

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Publicado às 19 de janeiro de 2020 por em Microcontos 2020 e marcado .