EntreContos

Detox Literário.

Manhã de Sábado (José Ernesto Tonon)

O dia ainda estava por raiar e Paula me beijava para que eu acordasse, fazia assim para nossos momentos de amor. 

Contei-lhe meu sonho, ela sorria, sabia que sonhara justamente coisas absurdas, como sempre. O que ela queria mesmo era ser amada e depois cair no sono novamente. A pequena luz do abajur clareava o ambiente romântico.

Um trovão soou rasgando o silêncio no mesmo instante em que o quarto foi iluminado. Depois ficou tudo escuro.

Coloquei a mão direita ao lado para confirmar se Paula ainda estava ali.

Toquei-a entre as pernas. Minutos dos dois em silêncio, beijamos e fizemos amor.

– Fique mais um pouco na cama, hoje é sábado e as horas não passam das seis. Ainda está muito escuro.

-Vou pegar um café e ler o jornal. Logo em seguida lhe trago uma xícara.

Paula virou-se de lado e dormiu antes que eu chegasse na porta do banheiro.

O dia chuvoso e preguiçoso ainda mais depois daquele raio que devia ter caído bem próximo dali, choveu forte e parou. Outros estrondos se ouvia de longe, a chuva devia estar indo embora.

Olhei pelo vão do banheiro que dava para um bonito jardim interno. A vela quadrada da decoração estava cheia de água. Devia ter chovido muito.

Fui até a cozinha, tomei um gole de café e no alpendre colhi o jornal que estava sobre a pequena mesa de entrada.

O galho de uma das árvores do outro lado da rua havia se desprendido e caído com o vento. A iluminação ainda estava acesa. Dei uma guinada no pescoço e percebi que parte da cobertura do alpendre havia se danificado. O muro do vizinho do lado direito não havia suportado o acúmulo das águas e foi para o meio da rua juntamente com seu carro.

Voltei o mais rápido possível para dentro para observar que mais estrago a chuva poderia ter feito. Rapidamente passei por toda a sala e tudo estava em ordem, mas senti meus pés molhados, as alpargatas estavam encharcadas. De onde havia entrado aquela água?

Voltei para o quarto e me deitei lentamente para que a Paula não acordasse. Fiquei ali de olhos estatelados pensando como como seria aquele dia.

Paula se mexeu e voltou-se para mim colocando o braço sobre meu peito, ainda dormia. Coloquei a mão sobre suas costas e num suave vai e vem fiz que a acordasse. Já passava das oito. 

Me olhou com ar sonolento. Eu disse:

– Que chuva hein! Deve ter feito muito estrago por aí.

– Você ouviu chuva? Indagou Paula.

– Ouvi.

– Que horas?

– Logo que deitamos. Depois de ter passado por um sono leve levantei para terminar de escrever mais um capítulo do livro e quando voltei pra cama já passava das três da madrugada.

– Será? Perguntou Paula.

– É e acordei agora cedo com o raio e o estrondo do trovão.

– E você me acordou com essa mão pesada.

Sorri e dei-lhe um beijo na nuca. Ela arrepiou-se todinha. Deitei sobre suas coxas e encaixei o membro entre suas nádegas. Ela gemeu. Foram cinco minutos de muita paixão.

Relaxamos e dormimos um breve sono!

– Quero um café! Disse de sobressalto.

Trouxe-lhe o café, quando entrei no quarto estava nua e sentada meditando no Yoga. 

– Ponha a roupa que está esfriando. Essa chuva veio para iniciar o inverno. 

– Que chuva? Você disse que não choveu?

– Disse que não choveu logo que deitamos, mas depois choveu.

– Não acredito?

– Como não! Vai lá e veja o estrago que a chuva fez!

– Então, foi o que eu disse! A chuva deve ter feito o maior estrago, mas não no horário que você falou.

– Ah! Se tá me confundindo! Vai ver então?  

– Já vou.

– Põe roupa primeiro que tá frio, pode se resfriar.

– Vou vestir, mas antes me dá um beijo.

– Outro?

– Outro e outro e outro!

– Assim não vou aguentar, vou ter que tomar gemada de ovos de pata!

– Depois eu faço gemada pra você, agora quero muitos beijos.

Passava das dez quando acordamos.

Ela apareceu com o celular na mão dizendo:

– É seu primo está nos convidando par almoçarmos lá.

– Será que vamos? Tenho que ir atrás de alguém para arrumar o telhado pelo estrago que a chuva fez.

– Que chuva? Tá um sol maravilhoso.

– Sol?

– Venha ver então! Vou até levar meu biquíni, assim não chego tão branca na praia.

– Que praia? Estamos em junho. Praia é só nas férias de dezembro.

– Junho? Acho que é bom você levantar e ir preparando as malas, viajaremos amanhã bem cedo.

– Paula se tá me tirando do sério. Tenho que acabar de escrever esse livro, para o lançamento na Bienal.

– Vê se acorda! A Bienal foi o ano passado, agora só no ano que vem.

Deitei de braços abertos feito um crucificado, ela virou-se e foi para a cozinha. Do quarto dei-lhe um berro.

– Não se esqueça da minha gemada de ovos de pata.

Antes que eu pensasse em outra coisa lá estava ela de xícara na mão. 

– A sua gemada. Senão você vai passar raiva na praia. Sorriu.

Tomei o último gole e ela pulou em cima de mim. A xícara voou para o chão.

Ela sorria e se movia sobre minhas coxas. 

– Vamos ver se essa gemada é boa mesmo!

Mais uma vez o telefone tocou. Outra vez meu primo chamando para o almoço. Olhei no relógio, já passava das onze.

Dei um pulo e fui direto para a sala ver como iniciaria a limpeza. Paula ainda não devia ter estado ali, se não tudo teria sido diferente.

Chequei e vi que tudo estava em ordem. Ainda pelado, fui direto para a varanda, o dia estava azul, no céu nenhuma nuvem, só o azul refletido no vidro da janela.

A árvore do outro lado da rua estava com seu verde como nunca a tinha visto. O beiral estava intacto. O carro do meu vizinho estacionado na frente do muro.

Corri até o escritório no mezanino e meu computador não estava sobre a mesa. Liguei-o e o capítulo do livro não tinha sido escrito.

Desci correndo. No quarto Paula acabava de se vestir.

– Onde você vai? Perguntei abestalhado.

– Vou até a costureira combinei de experimentar meu vestido antes do meio dia. Põe a roupa que iremos até a casa do seu primo. A Flávia nos convidou para almoçarmos lá.

– É eu sei.

– Sabe? Como? Combinei com ela agora pelo celular.

– Ela ligou? Eu não ouvi o som do celular!

– Não. Eu que liguei pra combinarmos algo, e nos convidou para irmos até lá. Eu achei ótima a ideia, pois assim pego uma cor e não chego tão branca na praia.

– Pera aí! Deve estar havendo algum engano. Meu primo não ligou nos convidando para almoçarmos lá.

– Não!

– Nós fizemos amor essa noite?

– Fizemos! Por que essa pergunta agora?

– Quantas vezes?

– Ora! Quantas vezes? Uma só!

– Você fez gemada de ovos de pata pra mim?

– Gemadas de ovos de pata? Se tá brincando? Faz muito tempo que não compro ovos de pata.

– Você tem certeza que nós transamos só uma vez e você não fez gemada de ovos de pata?

– Claro que tenho! Por que? quantas vezes você acha que transamos?

– Umas cinco. Respondi

– O que? Se não tá com essa bola toda não homem! Vai, coloque sua roupa que assim que eu chegar da costureira a gente já vai.

– Pera aí!

– Acho que sonhei muito essa noite.

– Estou vendo mesmo! Aqueles seus sonhos estranhos! Eu também sonhei!

– Você! O que você sonhou?

– Depois eu lhe conto, agora tenho que ir se não vou me atrasar, e aquela baiana não espera. Ainda mais que está com parentes.

Assim que ela saiu eu voltei a dormir.

14 comentários em “Manhã de Sábado (José Ernesto Tonon)

  1. Tom Lima
    15 de dezembro de 2019

    Manhã de Sábado (Pitú Andradas)

    Resumo: um casal na cama transando, o homem não percebe a passagem do tempo, fica perdido nesse vai e vem, mas percebe que estava sonhando.

    Comentário: Qual membro, braço esquerdo? Desculpa, não resisti, não gosto quando falam de pênis como “membro”. De nome aos bois, tem vários pra escolher, membro não é nada sexy. Enfim, o texto no inicio é bem confuso, isso estava me incomodando. Difícil de acompanhar o que estava acontecendo. Porem no final fica claro que essa confusão é também a do personagem, então passa a fazer sentido à posteriori. Porém os diálogos também tem essa confusão, principalmente quando falam da chuva, fica bem confuso quem está dizendo que choveu e quem esta dizendo que não.

    Conclusão: O personagem é um homem que sonha em transar mais com a esposa, personagem que não me cativa muito. Não sei se a confusão inicial foi de propósito, mas ela funciona no sentido que também é a confusão do personagem. Mas ainda é uma história um pouco fraca.

  2. gabrieldemoraes1
    15 de dezembro de 2019

    A história é sobre uma manhã de sábado, onde sempre que um homem torna a dormir, ocorre um avanço no tempo. (foi isso que eu entendi kkk)

    A história é simples e curta, só não gostei da conclusão, podia ter tido algum fim para o fenômeno ou algo assim. Mas a ideia é boa.

  3. Michele Barão
    15 de dezembro de 2019

    O escritor dormiu e mergulhando no sonho como se estivesse em tempo real. Acorda e se vê confuso com as revelações da mulher.
    A leitura é interessante e envolve. Se foi a intenção da nó na cabeca.Abraço.

  4. Thata Pereira
    13 de dezembro de 2019

    RESUMO: Paula e o namorado dormem e acordam durante um sábado e o rapaz percebe que cada vez que acorda já se passou muito tempo desde sua última lembrança daquele dia.

    CONSIDERAÇÕES: podemos aplicar sobre esse conto inúmeras filosofias. Sobre o tempo, sobre o sábado… mas o que o autor quis dizer? Por um tempo achei que isso poderia ser explicado por meios de textos sem diálogos, mas ainda assim não sei se funcionaria, pois o que marca esse conto é o dinamismo da passagem do tempo. Mas, como eu disse, posso filosofar sobre essa passagem para justificá-lo ou posso indicar que o autor o trabalhe mais, ofereça mais detalhes sobre a trama. Tudo depende da intenção do autor. E qual foi a intenção?

    Boa sorte!!

  5. Val
    12 de dezembro de 2019

    Sinopse:
    Um casal faz amor em uma noite com ou sem chuva, no final das contas não se sabe se choveu ou não, se foi sonho ou realidade. Diálogos, ovos de pata, sexo, uma dose de insanidade. Tudo termina com o protagonista voltando a dormir.

    Opinião:
    O autor ou autora escreve bem, relata quase que o cotidiano de um casal, na verdade não entendi a dinâmica entre os dois, parece que ficou faltando algo nessa história. Fiquei enfezado com o fato de as pessoas não se entenderam.

    Logo de cara uma coisa me incomodou muito nesse conto, a incapacidade dos personagens de olharem pela janela ao acordar. Fiquei, assim como a Paula, bastante confuso com essa história.

    O ponto positivo vai para o diálogo, não que seja grande coisa, mas foi bem feito, digo, na sonoridade com a realidade, aquelas palavras que pronunciamos erradas, mas que fazem sentido aos ouvidos.

    Não consegui ser afetado pela sua história, peço desculpas, mas não conversou comigo e não sei se consegui captar a ideia. Provavelmente não, vou ficar de olho nos outros comentários para ter certeza. Às vezes a explanação de algum colega mude a minha opinião.

  6. Givago Domingues Thimoti
    10 de dezembro de 2019

    1. Resumo
    Um conto confuso sobre o amanhecer do narrador personagem e sua esposa Paula. Desfecho aberto que deixou uma ponta de mistério; o que aconteceu de fato nesse conto?

    2. Impacto
    Infelizmente, o conto não me conquistou. Não sei direito o que provocou essa sensação em mim. Acho que o excesso de diálogos, os quais falam, falam e no final não dizem nada foi o grande prejuízo. A incerteza do conto (se é um sonho do narrador ou), infelizmente, também não surtiu o efeito esperado, contribuindo muito mais para prejudicar a historia do que ajudar.

    No final, a impressão que tive foi que é um conto com uma historia promissora por dentro, mas com uma execução confusa.

    3. Enredo
    Como disse anteriormente, o enredo me pareceu extremamente confuso. Vai e volta, sem deixar transparecer a intenção do(a) autor(a) (sempre há a possibilidade do leitor não conseguir compreender essa intenção. Embora tenha uma premissa interessante, o desenvolvimento tornou a leitura cansativa, sempre retornando a um ponto anterior na historia, não demonstrando evolução na narrativa (como por exemplo a Paula não ouvindo os estragos que a chuva causava na casa)

    4. Gramática
    Notei alguns erros de gramatica, especialmente a falta de vírgulas. Acho que uma boa revisão teria salvado esse conto

    5. Pontos Positivos/Negativos
    + Acho que tem uma premissa interessante. Reescreva, tentando demonstrar melhor essa sua intenção
    – Desenvolvimento ruim
    – Enredo confuso

  7. Luis Guilherme Banzi Florido
    28 de novembro de 2019

    Bom dia/tarde/noite, amigo (a). Tudo bem por ai?
    Pra começar, devo dizer que estou lendo todos os contos, em ordem, sem saber a qual série pertence. Assim, todos meus comentários vão seguir um padrão.
    Também, como padrão, parabenizo pelo esforço e desafio!

    Vamos lá:

    Tema identificado: slice of life, humor, um tom de sabrinesco

    Resumo: um cara meio doidão que fica indo e voltando no tempo, e não sabemos muito bem se ele tá acordado, sonhando, ou viajando no tempo.

    Comentário: cara, que conto doido hahahaha. Num ritmo frenético, nó vamos sendo levados pelo vai e vem do protagonista, sem nunca entender muito bem o que tá rolando. Mas vamos por partes.

    Primeiro, achei o ritmo do conto muito bom. A alternância entre os diálogos e o narrador é boa, então a leitura foi super rápida e leve. Quando vi, já tinha acabado.

    Aliás, algo que contribuiu pra que eu não visse que ia acabar, é que de fato o enredo meio termina subitamente. Tipo, eu realmente achei a história interessante, e me levantou várias questões e dúvidas, me envolveu bastante na leitura. Porém, achei que o final foi meio brusco, e deixou mais dúvidas que certezas. Isso não é ruim em si, mas me deu uma sensação de quero mais, sabe?

    Fiquei com a impressão de que o cara sofre de algum tipo de doença, e ou transtorno, algum tipo de demência, e por isso tá meio se perdendo no tempo e na realidade. Mas talvez, de fato, ele tenha se perdido entre o que sonhou e o que viu. Quem nunca? hahahaha

    De qualquer forma, um enredo interessante.

    Um ponto mais fraco do conto é a gramática, que apresenta vários problemas, especialmente de pontuação. Faltaram muitas vírgulas. Eu recomendaria uma revisão mais apurada. Além disso, você trocou muitas vezes o “você” por “se”, o que me fez dar umas derrapadas na leitura e ter que voltar pra rever.

    Enfim, um conto com bastante potencial, por trazer uma história meio maluca, mas que acabou entregando um pouco menos do que eu esperava, e que sofre um pouquinho com as falhas gramaticas.

    Parabéns pelo trabalho e boa sorte!

  8. Laryssa Cristiny Nascimento Moraes
    22 de novembro de 2019

    RESUMO: Um escritor vive um dia incrível e muito confuso com sua esposa Paula, cheio de sono, sexo e muita gemada de ovos de pata.

    COMENTÁRIO: Acho que o sonho poderia ter mais fatores confusos e as falas serem intercaladas com mais descrições. Mas em geral, se desenvolve bem e tem muita criatividade.

  9. Felipe Rodrigues
    20 de novembro de 2019

    Casal conversa confuso sobre seus atos anteriores e posteriores e, em meio a transas e esquecimentos, mostra-se perdido em meio a um cenário por horas calmo, por horas desolador.

    Texto que preza pelo absurdo em sua construção e me lembrou em proporção as peças do russo Daniil Kharms. Me pareceu ao final que eles estavam perdidos em suas próprias memórias e sonhos, atrelados à um cenário de destruição e chuvas, mas que ao mesmo tempo parece seguir a irregularidade das conversas com momentos de calmaria e placidez, um recurso muito original. Gostei da construção inicial com palavras antiquadas e cheia de adjetivos, que deram uma conotação primeira de conto sabrinesco, o que valorizou e ampliou quando a trama desvencilhou-se disso para um jogo absurdo entre gato e rata.

  10. Rubem Cabral
    20 de novembro de 2019

    Olá, Pitú.

    Resumo do conto: o narrador e sua namorada (ou esposa ou amante) dormem juntos e fazem amor. Por diversas vezes ele desperta e ao conversar com a amante obtém informações que contradizem o que ele pensa que viu: a chuva, o passar do tempo, etc. Ao final, descobrimos que tudo foi uma sequência de sonhos do narrador, que não houve chuva, gemada de ovos de pata, bienal, ligações telefônicas, etc.

    Considerações: É um bom conto sobre o cotidiano, com escrita correta, embora sem arroubos estilísticos. Os diálogos às vezes ficaram um tanto “duros”, um tanto informativos (ao leitor). O final, com o velho deus ex machina de “tudo foi um sonho”, me decepcionou um tanto.

    Nota: 7 (0 a 10).

    Boa sorte no desafio!

  11. Bruna Francielle
    15 de novembro de 2019

    Resumo: Homem costuma ter sonhos estranhos. O conto se dá por meio da interação do homem com sua parceira. Em certo momento, ele anda pela casa e vê que uma chuva andou causando estragos. Mas quando conversa com sua parceira, ela lhe diz que na verdade está sol. Em outro momento, um primo os convida para o almoço. Quando ele depois conversa com a mulher, descobre que na verdade ela ligou para uma prima e vão almoçar lá. O homem fica perdido na maior parte do conto, até entender que na verdade esteve sonhando e o que sua mulher dizia era o correto.
    Análise: Alguns erros ortográficos, que não me incomodaram, mas que você pode querer revisar e melhorar a título de desenvolvimento próprio. Gostei bastante do enredo e da narrativa. Simples, limpa, fácil de entender. Personagens simples, diálogos práticos, cenas rápidas, ambientação suficiente. Soube passar realismo.

  12. Priscila Pereira
    11 de novembro de 2019

    Cara… Não entendi qual é o propósito do conto… ele tava mesmo sonhando, tem problemas mentais? Ela tem problemas mentais? Então… tirando isso, o conto precisa de uma revisão mais detalhada, não tanto em erros, mas sim na lapidação do texto, para deixá-lo com mais cara de profissional. É isso, boa sorte!

  13. Fernanda Caleffi Barbetta
    7 de novembro de 2019

    O conto prendeu minha atenção, mas não sei se entendi… foi tudo um sonho?

    Obs: esta não é uma leitura obrigatória para mim neste desafio, por isso não há resumo. É apenas a minha breve impressão sobre o texto.

  14. Pedro Teixeira
    2 de novembro de 2019

    Numa manhã de sábado, um casal dorme e acorda seguidas vezes. Seus sonhos fazem com confundam realidade e fantasia.
    O conto tem alguns momentos interessantes, como as cenas sabrinescas. Os diálogos soam bem naturais. No entanto,falta um enredo, há uma série de problemas, como a falta da indicação de quem está falando , e alguns erros de grafia, além da absoluta falta de desenvolvimento dos personagens. Enfim, a impressão que fica é a de um autor com bastante potencial, mas há muita coisa para melhorar.

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Informação

Publicado às 1 de novembro de 2019 por em Liga 2019 - Rodada 4, R4 - Série C e marcado .