Ao acordar, logo percebo as luzes solares que ultrapassam as vidraças da janela do meu quarto, o belo clarear que bate de fronte ao meu rosto ilumina também a cama, a coleção de carrinhos da feira e outros objetos.
Levanto e caminho agora para a janela, olho o relógio que estar sobre a mesa de livros, os ponteiros me dizem às horas: quinze antes das oito, de pé observo os campos belos, animais que se alegram com seu verde, pássaros a cantarolar nos galhos amadurecidos de árvores que nos é de bom agrado os seus frutos de época.
E vejo ainda o desfecho da cidadania, o crescimento da fome, propagação da politicagem e á acomodação do ser pensante para tais problemas.
No entanto, na ação contínua de observar, vejo também guerreiros, não de morte, pessoas lutando a favor de um povo que está entregue ao descaso, estando a mercê dos que querem a destruição, verdadeiros batalhadores, eu observo, seria até melhor por questão não de número, mas de qualidade, sair do meu quarto e aliar-me a tais homens a “mudar o planeta”.
Mera utopia? […].
Sentir o calor do sol que elabora sua rota desde sua fundação, contribuindo para os verdes e o secar das folhas.
Pela passagem de ruas cruas e desnudas observo as pequenas pedras…
Folhas marrons de outrora, típico do nordeste que enquadram as características do homem pobre, sofredor e mais valoroso. Em tempos difíceis e pouco duradouros se vê o verde das plantas e árvores com suas folhagens ao cair, vestem as ruas cruas.
Seca-se a erva e retorna as calorosas pedras, pobre homem sofredor, tornastes a ter anseios das vestes que cobriam as ruas cruas e o palpar das folhas verdes, agora ao sentar em seu terraço vê o tempo passar, regala-se das poucas sementes que plantara.
Agora diretamente ele as consome e se consome.
Notei certo estilo predominante de crônica (há uns dois ou três por aqui que também são fãs desse gênero). É bom ter essências diferentes por aqui. Gostei da construção do cenário em geral e de forma rápida. Como adendo para uma próxima revisão, creio que a frase “olho o relógio que estar sobre a mesa” está com o verbo incorreto (está).
Obrigado pela dica, de certo incorreto, na copia ao notebook confesso que fiz revisões, logicamente após o post no EntreContos. Também não usaria os entre tempos em horário de trabalho pra justificar o falsete indesejado e/ou descuido, de todo modo, vale-me o seu aditamento, obrigado.
Obrigado pela dica, de certo incorreto, na copia ao notebook confesso que fiz revisões já em casa, logicamente após o post no EntreContos. Também não usaria os entre tempos em horário de trabalho pra justificar o falsete indesejado de todo modo, vale-me o seu aditamento, obrigado.
Parabéns Gardel! Em poucas palavras o sertão foi fotografado por você.
Andre Bosi