EntreContos

Detox Literário.

Perfume de livro (Daniel Amorim)

bechara

A ideia era genial: engarrafar a fragrância de um livro novo. Aquele cheiro, quase misterioso, que leva pessoas a abrir livros em meio a livrarias lotadas, colocar o nariz lá dentro e, olhos fechados, puxar o ar como se a função última daquelas páginas fosse serem cheiradas, e não lidas, degustadas, e não folheadas.

Tomou empréstimo, alugou laboratórios, contratou alquimistas, químicos e fármacos e, esfuziante, deu a ordem: Eu quero um perfume com esse cheiro!

Sentia-se ótimo! Imaginava seu nome esculpido ao lado do de grandes homens: Graham Bell, Thomas Edison, Santos Dumont e, agora, ele mesmo, o inventor do perfume perfeito.

Mas a aventura não terminou como esperado. A fragrância recusou-se a abandonar as páginas dos livros e se encalacrar dentro de um frasco de perfume. O homem, que ambicionava esculpir seu nome na história, não conseguiu mais do que ganhar uma menção anônima em um micro conto medíocre.

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58 comentários em “Perfume de livro (Daniel Amorim)

  1. Silas Falcão
    29 de dezembro de 2016

    Texto criativo. Ideia de um perfume com cheiro de livro está excelente. Escrita segura, porém, retiraria a referência metalinguística na palavra medíocre. E o conto não tem essa qualidade. Abraços.

  2. Fabio D'Oliveira
    29 de janeiro de 2016

    ௫ Perfume de livro (Bechara)

    ஒ Estrutura: Escrita agradável e estilo simples, mas com narrativa natural. Bechara tem a capacidade de escrever contos grandes e não enjoar seus leitores.

    ஜ Essência: A ideia foi super interessante, até original. Porém, a frustração no final não acompanhou a grande potência do texto. Foi medíocre.

    ஆ Egocentrismo: Gostei de tudo, menos do final. Ficou um tanto raso. Parece que o autor viu que o limite estava terminando e não conseguiu pensar em nada mais criativo.

    ண Nota: 8.

  3. Pedro Luna
    29 de janeiro de 2016

    Não gostei muito porque o final me deu uma broxada.

    Explico: a ideia é boa, o cheiro do livro novo realmente é encantador pra quem gosta de ler. No entanto, tudo estava interessante demais até você simplesmente dizer que a fragrância se recusou a deixar o livro. Isso ficou muito vago e soou como uma explicação rápida para finalizar o conto. Por isso não gostei muito.

  4. Matheus Pacheco
    28 de janeiro de 2016

    Coitado, mas eu seria uma das pessoas que investiriam nesse perfume.
    Infelizmente para o personagem não deu certo.
    Mas a comicidade foi uma coisa que deu certo, principalmente pelo final.

  5. Swylmar Ferreira
    28 de janeiro de 2016

    Gostei do enredo,diria quase cômico. Bastante criativo,mostrando a necessidade do ser humano de se diferenciar, seria famoso. Também achei legal se inserir no texto.
    Parabéns.

  6. mkalves
    28 de janeiro de 2016

    Gostei do humor empregado. Cativou-me pela forma como anuncia a desdita do obcecado empreendedor.

  7. Nijair
    28 de janeiro de 2016

    .:.
    Perfume de livro (Bechara)
    1. Temática: Amor, paixão, devoção, experimentação, sonhos. Liberdade. Ambição. Vaidade. Pedantismo.
    2. Desenvolvimento: Início atraente, em ração da temática, mas que se perdeu – faltou agregar mais os parágrafos, dando coesão ao todo.
    3. Texto: Respeitou as regras, direitinho.
    4. Desfecho: Ficou chata a colocação micro conto medíocre. Parece uma referência ao próprio texto, não acham?
    Boa sorte!

  8. Kleber
    27 de janeiro de 2016

    Olá!

    Uma das melhores propostas até aqui! Gostei da metalinguagem no final. Acho interessante um autor brincar com seus escritos, fazer pilhéria de si mesmo. Texto rico, bem amarrado e muito criativo. Está incluído na minha “Lista de Schindler”….

    Sucesso!

  9. Nijair
    27 de janeiro de 2016

    A ideia foi maravilhosa! A narrativa…

  10. Tamara Padilha
    27 de janeiro de 2016

    Adorei a ideia do perfume de livro. Você foi bem criativo, aposto que estava cheirando um livro novo e veio a vontade de guardar o cheiro em um frasco…
    Só achei meio sem graça a história de que por fim ele só foi mencionado em um microconto… sei lá, achei que não encaixou.

  11. Daniel Reis
    26 de janeiro de 2016

    Olá, Bechara, aí vão minhas impressões:

    TEMÁTICA: muito interessante, desde a premissa – a história de um empreendedor, com uma ideia na cabeça que qualquer um de nós, amantes dos livros, gostaríamos de ter.

    TÉCNICA: bem construída, a história murcha ao final, quando faz a referência metalinguística. Pra quê se menosprezar, meu amigo!

    TRANSCENDÊNCIA: limitada pelo final, não atingiu exatamente o ponto que eu esperava. Parece que o autor não terminou, se livrou da história. Pena…

  12. Thales Soares
    25 de janeiro de 2016

    Esse eu gostei!!

    Parabéns Bechara, você me empolgou. Escrita ótima, narracão que prende a atenção do leitor. Clara, fluida, e sem frescuras. Mas, acima de tudo, o que mais chamou a atenção foi a criatividade. Poxa, magine só que legal… o perfume de livro novo! Eu adoraria pegar uma garoa que cheirasse a livro novo, seria inusitado e divertido.

    Eu adorava ficar cheirando livro. Hoje em dia meu olfato é meio zuadão. Tenho renite, desvio de septo. Já tentei fazer uma cirurgia pra melhorar, mas não ajudou. Vivo com a saúde meio podre… Bom, mas vou parar de reclamar sobre isso, se não eu vou ficar me parecendo com aquelas velhas reclamonas da fila do SUS kkkk

    A metalinguagem leve presente no final da história fechou o microconto muito bem. Adorei.

  13. Lucas Rezende de Paula
    24 de janeiro de 2016

    Ficou bem legal a ideia de colocar o cheiro dos livros em um frasco, porém não foi bem desenvolvida nem resolvida.
    A premissa é interessante, dá pra fazer algo bacana.
    Boa sorte.

  14. Laís Helena
    23 de janeiro de 2016

    Achei a narrativa um tanto apressada, creio que há elementos demais: a sensação de cheirar um livro, o desejo do personagem que se tornou uma obsessão (afinal, ele gostava tanto assim do cheiro do livro ou fez pela vaidade de ter seu nome citado em meio aos de grandes inventores?), até mesmo o leve teor fantástico adicionado pelo perfume que se recusa a sair das páginas. Adicionar tudo isso fez com que você não tivesse palavras suficientes para se dedicar devidamente a todos eles.

    Quanto à menção ao próprio conto no final, não gostei. Metalinguagem costuma me agradar, mas aqui achei que não funcionou, que não causou o impacto que devia.

  15. Renato Silva
    23 de janeiro de 2016

    Tem coisas que não se pode aprisionar, como o cheiro de um livro novo e nem estocar o vento.

    Não vi o uso da metalinguagem apenas no final, mas ao longo de todo o texto. Parece o desabafo de alguém que fez o texto em quinze minutos, despretensiosamente. De modo algum considero um defeito ser espontâneo e escrever obras de “supetão”. Macunaíma foi feito em apenas seis dias.

    Olha, eu até gostei do micro conto. Gosto dessa ironia amarga de quem escreve entediado e sem coisa melhor para fazer. Continue canalizando esses sentimentos em ótimos textos.

    Boa sorte.

  16. Eduardo Selga
    22 de janeiro de 2016

    O USO DA METALINGUAGEM é sempre um risco, pois pode dar a entender certa gratuidade quando o motivo dela não se explica perfeitamente no contexto do enredo. Fica parecendo uma espécie de enfeite no texto.

    E aqui, parênteses. Por “enfeite” não me refiro à maquiagem do texto, e sim à maquiagem excessiva. Considerando que texto literário é uma construção pensada e elaborada com calma (ao contrário da fala), todo texto é o uso artificial da linguagem. Portanto, literatura é artifício. Portanto, a maquiagem textual existe e é inevitável. Mas o excesso ou o fato de certo recurso de maquiagem não se harmonizar com o todo é desagradável.

    Isso aconteceu aqui, em certa medida. E ficou ainda mais acentuado, se considerarmos que o enredo é muito similar ao do romance “O Perfume”, de Süskind e publicado na década de 80. É como se a metalinguagem fosse usada para estabelecer uma distância da ideia original.

  17. Mariana G
    22 de janeiro de 2016

    A ideai foi muito boa, eu compraria esse perfume tranquilamente caso conseguissem faze-lo, rs. Estava sendo bem divertido ler até o final fatídico, estou no time dos que não gostam desse tipo de referência, afinal, por muitas vezes ela é desnecessária, e aqui ela não foge dessa curva. Porém, o resto é de extrema qualidade.
    Parabéns e boa sorte!

  18. Marcelo Porto
    22 de janeiro de 2016

    Você jogou contra o seu conto.

    Não ficaria entre os meus escolhidos, por gosto pessoal. Mas está longe de ser medíocre.

    Boa sorte.

  19. Piscies
    22 de janeiro de 2016

    Ah poxa, o conto estava excelente até a autorreferência no final, rs rs rs. Não gostei dela, mas isso eu acho que é pessoal. Acho muito difícil algum conto que usa este tipo de referência me agradar.

    Gostei da ideia mas aproveitaria mais o conto se não soubesse que o tal do perfume já existe de fato. Saber disso tirou parte da graça.

    De qualquer forma, o conto é divertido e bem escrito. Boa sorte!

  20. Miguel Bernardi
    21 de janeiro de 2016

    E aí, Bechara.

    Tudo bem? Achei um bom conto, com um final ruim. Ele estava indo bem, crescendo… mas ao colocar a menção, ali, a coisa desandou. Foi bem escrito, foi sim, e até interessante. Poderia, talvez, cair numa vertente da Fantasia ou um cotidiano absurdo, onde a história possa se levar a sério (e porque não se levar?).

    Sem o final, teria me agradado mais. Mas bem…

    Abraços e boa sorte!

  21. Anorkinda Neide
    21 de janeiro de 2016

    Um microconto despretencioso, leve e irônico. Eu ri! 🙂
    .
    Gostei do final mas o texto em si achei um tanto despreocupado demais, um pouco mais de beleza nas orações não cairia mal.
    Agora tente reproduzir o cheiro de livro velho ae sim!!!!!! valeria a pena!! hhuuuuummmm
    kkk
    Abração

  22. Jef Lemos
    20 de janeiro de 2016

    Olá, Bechara.

    Não curti muito a história. Acho que a menção final acabou com tudo. Se não tivesse ela, eu ainda teria curtido um pouco.
    Talvez esse homem devesse ter chamado o Jean-Baptiste Grenouille. Esse consegue tirar até a fragrância das pessoas.

    Parabéns e boa sorte!

  23. mariasantino1
    19 de janeiro de 2016

    Legal. Sei que já falaram do Perfume de Patrick Suskind , que, aliás, tem uma das melhores ambientações que já pude ler. Se sente o cheiro das descrições. Excelente.

    Achei bacana e a ligação ao desafio no arremate do conto até que não foi desagradável, foi cômico. Gostei da forma que você montou sua trama, criou expectativas no leitor, que mesmo sabendo que não ia dar certo segue instigado para saber como termina.

    Boa sorte no desafio.

  24. Wilson Barros Júnior
    19 de janeiro de 2016

    O tema do perfume dos livros é interessante, já gerou muitas discussões. Muitos acham que o livro de papel nunca vai acabar devido ao “relacionamento” que têm com os livros. O conto aqui presente joga mais emoções no assunto, e por isso pareceu-me bem oportuno, atual. Apenas uma reflexão: em um mundo onde centenas de livrarias estão fechando, as vendas de livros caem vertiginosamente, dá para ter muita esperança no futuro dos livros de papel?

  25. Tom Lima
    18 de janeiro de 2016

    Gostei muito! Uma grande gargalhada no final.

    Achei que iria para o óbvio, mas o fim me surpreendeu de forma boa.

    Parabéns!

  26. vitormcleite
    18 de janeiro de 2016

    olá gostei muito pela leveza do micro-conto, deu para rir, muitos parabéns, mas se pensarmos bem não é um conto fútil, pois fala de algo que pode acontecer com o fim dos livros em papel e muito parabéns e a maior sorte neste desafio (e não só!)

  27. Fil Felix
    18 de janeiro de 2016

    Há cheiros e cheiros! Tem livros que se cheirar muito ganha um fungo no pulmão. Na hora!

    Achei a história bastante leve e divertida, sem grandes pretensões. Gostosa de ler, a narrativa também se desenvolve bem e sem grandes obstáculos. Mas… a referência ao próprio conto no final meio que desandou tudo. Acho que metalinguagem com o texto ou com o desafio (sempre aparece) precisa ser bem trabalhado pra não cair naquela sensação “e foi só um sonho”. Como o desafio é curtinho, não teria esse espaço. Então poderia ter retirado sem denegrir o conto, mas pelo contrário!

  28. Murim
    18 de janeiro de 2016

    Enredo divertido e leve, nada excepcional, mas bom. Saiu-se bem ao explicar o fracasso da empreitada, gostei também da sacada metalinguística no final.

  29. Brian Oliveira Lancaster
    18 de janeiro de 2016

    BODE (Base, Ortografia, Desenvolvimento, Essência)

    B: Genial, como diz o início. Metalinguagem aplicada sem ofender a inteligência do leitor, deixando nas entrelinhas. – 9
    O: Escrita simples, fluente e eficaz. – 9
    D: Uma história de cientista maluco com pés no chão. Gostei de toda a condução até sua descoberta (in)feliz. Não vai ter apenas uma menção anônima nesse desafio, tenho certeza. – 9
    E: Micro conto pautado no cotidiano, gostoso de ler, sem muitas complicações ou coisas mirabolantes. Apenas um ideia. Genial. – 9

  30. Jowilton Amaral da Costa
    18 de janeiro de 2016

    Foi uma leitura agradável, um texto bem humorado, mas, para mim não passou disso, não me instigou e nem me impactou o suficiente. Boa sorte.

  31. Bruno Eleres
    17 de janeiro de 2016

    O enredo e a metalinguagem foram criativos, e a escrita bem fluida. Ainda assim, não me empolgou/divertiu tanto quanto outros do desafio.

  32. Evandro Furtado
    16 de janeiro de 2016

    Fluídez – 10/10 – texto limpo, bem pontuado, sem problemas;
    Estilo – 10/10 – uma narrativa bem concisa e direta;
    Verossimilhança – 10/10 – com poucas palavras você foi capaz de descrever todo o cenário com maestria;
    Efeito Catártico – 10/10 – a trama não tinha nada de especial e então você vem com a inesperada sacada do metaconto e isso me ganhou.

  33. Andre Luiz
    16 de janeiro de 2016

    Gostei da sacada que norteia seu conto, algo que como leitor assíduo adoraria ter quando ousasse me aventurar pelo Kindle ou outras mídias digitais. O que talvez tenha anuviado um pouco o conto como um todo seja seu final anti-climático, gerando uma sensação que não combinou muito bem com o restante do conto. Boa sorte!

  34. Fabio Baptista
    16 de janeiro de 2016

    Achei bastante criativo e estava gostando da exploração do sentimento do inventor de se achar um novo gênio e ter o nome escrito na história e tal.

    Quem nunca ficou assim (talvez em menor escala :D) ao colocar um ponto final num texto?

    Mas infelizmente o final, fazendo a referência externa, desandou tudo.

    Abraço.

  35. Antonio Stegues Batista
    16 de janeiro de 2016

    Verdade, o micro conto não foi lá essas coisas. Acho que o método foi errado não deu para criar a fragrância, nem homenagear o inventor, cujo sonho, foi uma ilusão.

  36. Leonardo Jardim
    16 de janeiro de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto antes de ler os demais comentários:

    📜 História (⭐⭐▫): achei boa, bem fechadinha. Não costumo gostar muito de metalinguagem, mas quando bem utilizada, como aqui, fico satisfeito.

    📝 Técnica (⭐⭐⭐): muito boa, irônica, sem nenhum erro e carregando o leitor nas mãos.

    💡 Criatividade (⭐⭐⭐): bastante criativo.

    🎭 Impacto (⭐⭐▫): terminei o texto com um sorriso no rosto, o que acho que era o objetivo do autor, não? 😉

  37. Gustavo Castro Araujo
    15 de janeiro de 2016

    Bem sacado, inteligente, eis que brinca com uma das questões mais debatidas atualmente: livro eletrônico X livro de papel. De fato, um dos quesitos a pesar a favor dos últimos é o cheiro característico de páginas impressas. Ler, de fato, é uma experiência sinestésica, que brinca com vários sentidos. Tivesse sucesso nosso protagonista, seu invento seria aproveitado de imediato em leitores eletrônicos. Um kindle com opções de odor. Livro velho, cheiro de coisa antiga. Livro novo, cheiro de árvore. Bacana. Bom conto! Parabéns!

  38. Cilas Medi
    15 de janeiro de 2016

    Uma aventura infantil ao querer ter e aceitar a convicção de que das páginas de um livro, ao abrir, um mundo novo e espetacular acontece. Bem delineado, mas sem a emoção de um micro conto, onde se define, em poucas palavras, o começo, o meio e o fim. Ficou no ar o sonho como a própria propositura.

  39. Rogério Germani
    15 de janeiro de 2016

    Por mais que o estilo de narrar seja precioso, a trama tem que ser marcante ou possuir um alento nas entrelinhas. Acredito que apenas tornar-se famoso por engarrafar perfume de livro não irá mudar a humanidade.

  40. Marina
    15 de janeiro de 2016

    Gosto da fragrância de livros, mas não usaria como perfume. Concluo que o personagem não passa de um cientista meio maluco. Gostei do enredo, é divertido. Da criação das expectativas, do fracasso. Gostei da metalinguagem do final. Longe de medíocre.

  41. José Leonard
    15 de janeiro de 2016

    Olá, Bechara.

    Gostei do seu texto. O enredo é muito bom, e o conto demonstra muito bem qualquer tipo de “alta frustração”. Aparentemente, armazenar o cheiro dos livros novos parece sem sentido (parece satisfazer apenas bibliomaníacos), mas quem sabe se essa iniciativa não serviria para aumentar o público leitor em geral?

    Sucesso neste desafio.

  42. elicio santos
    15 de janeiro de 2016

    Texto bem escrito, mas achei sem função. Armazenar cheiros de livros pra quê? Sinceramente não gostei. Boa sorte!

  43. Sidney Rocha
    15 de janeiro de 2016

    Sua história é encantadora e te coloca, pra mim, entre os melhores. A intertextualidade com que você finaliza é arrebatadora. Palmas!

  44. harllon
    15 de janeiro de 2016

    Muito bacana! O desenvolvimento da história está bem consistente e apresenta: início, meio e fim.
    Me identifiquei com o enredo e com o sonho do cientista, pois, como ele, também sou um grande apreciador do odor presente nos livros.

  45. catarinacunha2015
    15 de janeiro de 2016

    INÍCIO perfeito. Como não ler adiante uma ideia tão legal? Impossível. FILTRO competente. O conto soltinho mostra um ESTILO leve de contador de histórias. TRAMA muito bem executada até o 3º parágrafo quando perdeu espaço precioso citando grandes nomes. Espaço esse que fez falta no desenvolvimento do PERSONAGEM e no arremate FINAL. Medíocre? Longe disso, apenas descompromissado com a missão.

  46. Bia
    14 de janeiro de 2016

    Uma pequena história agradável de se ler. Queria que ele tivesse conseguido, rs. Lembrando que esse perfume já existe: http://entreumlivroe-outro.blogspot.com.br/2015/05/paper-passion-perfume-com-cheiro-de.html

    Achei que você conduziu bem, e parece bobeira dizer isso para um micro conto, mas até microcontos, quando não muito bem desenvolvidos, são torturantes na leitura ou enfadonhos. Não é o que acontece aqui. E esse conto não é medíocre, passa longe disso. 😉

  47. Simoni Dário
    14 de janeiro de 2016

    Criativo e estranho. O protagoonista é um frustrado, escreve pelos louros da fama? Porque no final fala de texto medíocre e anonimato, puxa! Não sei, começou bem e terminou meio deprê, com uma pontinha de fracassado. O personagem soa um pouco antipático, arrogante e finalmente frustrado mesmo. A ideia até que é boa, não lembrasse o livro O PERFUME, o que na minha opinião faz perder a originalidade.
    Bom desafio!

  48. Rsollberg
    14 de janeiro de 2016

    kkkkkkk
    Óbvio que não daria certo, um depende do outro!

    Viciado nessa fragrância, tenho que admitir que gostei muito do enredo.
    Também ficou muito interessante a busca pela imortalidade, esse desejo tão humano, que impulsiona e sabota vidas na mesma proporção.

    Também achei legal, o autor brincar com a própria condição no final do conto.
    Ainda que de forma anônima, o tal “inventor” alcançou a imortalidade. (por favor, autor, não seja desclassificado!) rs.

    Uma ideia insólita e uma leitura bastante agradável.
    Parabéns e boa sorte no desafio,.

  49. Leda Spenassatto
    14 de janeiro de 2016

    O seu conto não me questionou. Está bem redigido, mas faltou alguma coisa, algo mais que chamasse o leitor aos quês.
    Abraços!

  50. Pedro Henrique Cezar
    14 de janeiro de 2016

    O conto é bom e bem escrito, mas me passaram um sentimento de que as palavras estavam postas de forma descompromissada, não envolveram muito. O assunto também me é estranhamente familiar. Mesmo assim, possui muita qualidade. Parabéns!

  51. Ricardo de Lohem
    14 de janeiro de 2016

    Parece que vai ser divertido no início, um tema tolo, mas que poderia ser bem explorado com habilidade; pena que o final sem graça e se nenhuma reviravolta digna acabe estragando tudo. Fraco.

  52. Sidney Muniz
    14 de janeiro de 2016

    Interessante esse conto.

    É realmente uma faca de dois gumes, pois me fisgou por um lado, o da originalidade, da ideia mesmo. Mas em relação a escrita, me pareceu bem juvenil, e isso não é demérito algum, só acho que não se encaixou, trama e escolha de narrativa, ainda sim é um bom conto, em minha opinião.

    Desejo sorte e lhe parabenizo pelo talento!

  53. Daniel Vianna
    14 de janeiro de 2016

    Pô, cara! Em primeiro lugar, o conto não é medíocre. É legal, ta bem escrito. Agora, é engraçada a inocência do protagonista, e serve para nos mostrar o que acontece quando nos vemos reféns de nossas idéias miraculosas, e quando esquecemos de pedir conselhos e buscar planejamentos. O conto é interessante e é para isso que servem as histórias, para que não precisemos viver os erros dos outros. Boa sorte.

  54. Claudia Roberta Angst
    14 de janeiro de 2016

    O conto está bem escrito e se desenvolve bem dentro do que se propõe.
    Eu gosto de cheiro de livro,mas de livro novo. Prefiro cheiro de lápis de cor, mas isso é um outro enredo.
    A ideia é interessante, fez-me lembrar do livro O PERFUME de Patrick Süskind.
    Boa sorte!

  55. Thata Pereira
    14 de janeiro de 2016

    Engraçado.

    Conheci uma menina uma vez que gostava de cheirar livros de biblioteca, aqueles bem velhos, cheios de ácaros rsrs’ Eu nunca tive esse prazer, nem por livros novos. O conto diverte, é uma ideia interessante.

    Boa sorte!

  56. Rubem Cabral
    14 de janeiro de 2016

    Olá.

    Gostei do conto: a premissa é muito boa, a ironia do final tbm me agradou.

    “Fármaco”, se não me engano, é sinônimo de substância química utilizada na fabricação de medicamentos. Então, “farmacêutico” ficaria melhor no lugar.

    Abraços e boa sorte.

  57. Davenir Viganon
    14 de janeiro de 2016

    Histórias sobre livros e autores, não costumam me chamar a atenção. Incluindo essa. Tá bem escrita, só não é minha praia mesmo.

  58. Renata Rothstein
    14 de janeiro de 2016

    Bem escrito, mas… muito infantil, Conto asséptico.

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Publicado às 14 de janeiro de 2016 por em Micro Contos e marcado .