EntreContos

Detox Literário.

Coração de Papel (Pedro Luna)

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Estava perdido em um espaço em branco
Sem nunca enxergar uma saída
Um dia encontrei uma trilha de letras
E então as palavras libertaram a minha vida

Hoje eu rabisco cada suspiro
A vida não é mais uma página em branco
Tenho um coração de papel porque vivo de livros
Eles jamais perderão o seu encanto
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15 comentários em “Coração de Papel (Pedro Luna)

  1. Lucas Lopes
    25 de junho de 2015

    Está ótimo, parabéns! E concordo com o que disseram sobre apenas deixar a primeira estrofe. Descreve-me totalmente quando passo horas tentando produzir algo minimamente bom. Obrigado por esse poema! 🙂

  2. Rogério Germani
    17 de maio de 2015

    Olá, Pedro Luna!
    Como já disseram anteriormente, o poema seria mais impactante se ficasse apenas com a primeira estrofe, já que a segunda estrofe serve de explicação do acontecimento libertário a que se refere os primeiros versos. Caso aceite um visão diferenciada, eu deixaria o poema assim:

    Estava perdido em um espaço em branco
    Sem nunca enxergar uma saída
    Um dia encontrei uma trilha de letras

    – Palavras libertaram minha vida.

    Parabéns pelo belo poema!

  3. mariasantino1
    9 de maio de 2015

    Bonito o seu escrito. Veio um pensamento bom depois que li, algo como: “E de repente surge a grande sacada e as coisas fazem sentido.”
    Gostei.
    Não pare.
    Abraço!

  4. Leonardo Jardim
    7 de maio de 2015

    Muito bom, Pedro. Gostei muito, pois todo escritor pensa assim. O sentimento de “foi exatamente assim comigo” que faz esse poema ser tão legal. Abraços.

  5. Sidney Muniz
    7 de maio de 2015

    Ficou bem doce, e singela.

    Senti que algumas rimas ainda soaram um pouco forçadas, mas pela leveza dos versos agrada aos bons olhos. Eliminaria apenas a necessidade de rimas, para a próxima poesia, elas não precisam aparecer sempre.

    Foi bom te ler mais uma vez, Pedro Luna.

    É fácil absorver suas ideias e sempre é muito bom prestigiar seu talento evidente.

    Sucesso na escrita sempre.

  6. vitor leite
    6 de maio de 2015

    muito bom, parabéns, está acabado ou vais continuar? é daqueles textos que te vão acompanhar e vais acrescentando?

  7. Neusa Maria Fontolan
    6 de maio de 2015

    Libertaram não só a vida como minha alma também. Gostei Pedro.

  8. José Leonardo
    5 de maio de 2015

    Olá, Pedro Luna. Poucas palavras bastaram para irmos do zero absoluto às miríades de suspiros rabiscados.
    Belo poema. A nossa busca sofrida está toda aí.
    Abraços.

  9. Wender Lemes
    5 de maio de 2015

    Direto ao ponto, sr. Pedro: o sentimento de cada participante dessa comunidade em 8 versos. Parabéns.

  10. Cácia Leal
    5 de maio de 2015

    Gostei do poema! pelo menos este está mais abstrato que os demais e consegue passar seus sentimentos com relação à escrita. Suas rimas são boas, vc consegue fugir do usual: saída/vida, branco/encanto. E realmente, a segunda estrofe está muito melhor, como se mostrasse já um pouco de experiência em trilhar por esses caminhos.

  11. Anorkinda Neide
    5 de maio de 2015

    Eu já gostei de tudo!
    Porque a segunda estrofe está com a fonte pequenininha?
    eu gostei dela, acho que mais do q a primeira…hehehe

    ‘E então as palavras…’
    Usar a expressão ‘ E então’… é um pouquinho infantil, não achas? Mesmo num conto, fica bem amador.

    ‘E as palavras libertaram minha vida’
    pode ficar assim, simplesmente, não? Retiraria tb o artigo ‘a’, pq em poesia SEMPRE o menos é mais 😉

    se bem, que eu faria assim.. óia q metendo o bedelho demais? brigue comigo! hehehe

    ‘Um dia encontrei uma trilha de letras
    E elas libertaram minha vida’

    mas aí eu suprimi as ‘palavras’, se vc faz muita questão deste vocábulo então poderia ser assim:

    “Um dia encontrei uma trilha de letras
    Palavras libertaram minha vida’

    Na segunda estrofe podem ser suprimidos: ‘uma página em branco’, pode ser ‘página em branco’
    e ‘ jamais perderão o seu encanto’, pode ser ‘jamais perderão seu encanto’
    Mas nao há erros, apenas, enxuga o verso.

    Parabens, Luna… gostei! Mandou bem!
    Abração

  12. simoni dário
    5 de maio de 2015

    Que leitura agradável, parabéns! Concordo com o comentário do Ricardo Falco, a primeira estrofe é por si mesma e poderia encerrar o poema sem problemas, o que não desmerece a segunda parte, de jeito nenhum. Gostei muito!
    Abraço!

  13. Claudia Roberta Angst
    5 de maio de 2015

    Gostei do pequeno poema, feito de papel e inspirado nos livros. Poesia de escritor, fascinado pelas letras. 🙂

  14. Fabio Baptista
    5 de maio de 2015

    Gostei da sonoridade.

    Eliminaria alguns artigos, acho que daria mais fluidez (a minha vida / o seu encanto).

    Abraço!

  15. Ricardo Gnecco Falco
    5 de maio de 2015

    Parabéns, Pedro! Show de bola! 😉
    Gostei demais, principalmente da primeira estrofe. Acho, inclusive, (e me atrevo exatamente por ter gostado demais!) que o poema causaria muito mais impacto se fosse somente a primeira estrofe. Não que a segunda esteja ruim, longe disto; mas em minha opinião ficaria perfeito começar e terminar ali! 🙂
    Abração,
    Paz e Bem!

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Informação

Publicado às 4 de maio de 2015 por em Poesias e marcado .