Espíritas, seus filhos insistiram para que abandonasse a ideia da cremação enquanto havia tempo. Católico, lhes dizia que estavam enganados sobre o pós vida. E estavam. Das chamas que tomaram seu corpo, nada sentiu. Mas as que vieram depois, ah, ele percebeu amargurado, essas sentiria para sempre.
Olá, autor(a), tudo bem?
Divergências religiosas e de ideias quanto o post mortem são bastante comuns. Interessante a comparação com as chamas na vida terrestre com as labaredas no inferno. O corpo físico nada sentiria após sua passagem, mas a alma sim, condenada à tortura eterna. Ainda acho, na minha humilde opinião, de que nenhum pai razoável deixaria um filho de castigo eternamente. Enfim, o texto levanta questionamentos e debates (íntimos ou não).
O tema do desafio foi abordado com sucesso.
Não encontrei falhas de revisão.
Parabéns pela participação e boa sorte.
Seu Gnóstico, desenvolveu bem a diferença religiosa para no final dar um tapa em ambas. Ótimo micro, parabéns
A história de alguém que fez maldade a vida toda e quando morreu, mereceu o fogo do inferno. Muito bom, parabéns.
Seu microconto é interessante. O tema da metamorfose aparece quando existe a mudança do Estado de corpo Vivo para corpo morto. Acredito que todos tenhamos direito a expressar nossa opinião religiosa. Lendo sua narrativa somos levados a refletir sobre a possibilidade de vida após a morte. A leitura também nos leva a refletir sobre questões de liberdade religiosa e de divergências de opiniões dentro da família.
Caramba, que final! Me pegou de surpresa e ficou na cabeça.
Esse ardeu rs
parabéns