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A história de James McMurphy, empresário petrolífero renomado que certo dia acorda transformado em albatroz, tornando-se irreconhecido pela esposa e pelos filhos, embarcando, então, numa jornada para encontrar o Velho Sábio, figura envolta em mistério, supostamente capaz de conversar com animais e forte candidato a ajudá-lo a recuperar família, fortuna e respeito dos pares, com quem arquiteta um plano para fazer riqueza auxiliados por Peter Leroy – ex-braço-direito, ex-amigo pessoal e gênio da matemática especialista em contagem de cartas -, de quem havia se afastado por uma briga e a quem agora precisa abrir o coração com o intuito de convencê-lo a um último trabalho: usar o dinheiro de um cassino para recuperar a Corporação McMurphy, ao mesmo tempo dando um jeito de voltar ao normal (ou ao menos mudar para um animal mais confortável); tudo isso em uma história comovente, eletrizante e, por que não dizer, repleta de reflexões acerca de identidade, direitos dos animais, proteção ao meio ambiente, o lado perverso da humanidade e a banalidade do mal, além de referências sutis a Kafka, Ovídio e Virginia Woolf (Spielberg)

– Chefe – disse Leroy, suando antes de entrar no cassino – acho que isso pode ser considerado trapaça. Mas vai que dá certo?

3 comentários em “A história de James McMurphy, empresário petrolífero renomado que certo dia acorda transformado em albatroz, tornando-se irreconhecido pela esposa e pelos filhos, embarcando, então, numa jornada para encontrar o Velho Sábio, figura envolta em mistério, supostamente capaz de conversar com animais e forte candidato a ajudá-lo a recuperar família, fortuna e respeito dos pares, com quem arquiteta um plano para fazer riqueza auxiliados por Peter Leroy – ex-braço-direito, ex-amigo pessoal e gênio da matemática especialista em contagem de cartas -, de quem havia se afastado por uma briga e a quem agora precisa abrir o coração com o intuito de convencê-lo a um último trabalho: usar o dinheiro de um cassino para recuperar a Corporação McMurphy, ao mesmo tempo dando um jeito de voltar ao normal (ou ao menos mudar para um animal mais confortável); tudo isso em uma história comovente, eletrizante e, por que não dizer, repleta de reflexões acerca de identidade, direitos dos animais, proteção ao meio ambiente, o lado perverso da humanidade e a banalidade do mal, além de referências sutis a Kafka, Ovídio e Virginia Woolf (Spielberg)

  1. Nipar
    8 de fevereiro de 2026
    Avatar de Nipar

    Hilário, valeu por aproveitar as brechas do sistema. Me lembrou as histórias em quadrinho de Calvin e Hobbes. Se tivesse classificação por originalidade, teria nota 10.

  2. Wilian Cândido Corrêa
    8 de fevereiro de 2026
    Avatar de Wilian Cândido Corrêa

    A história funciona muito bem; mas ultrapassa o limite de palavras exigido.

    • Nipar
      8 de fevereiro de 2026
      Avatar de Nipar

      Não Willian. A história não ultrapassa, são apenas 21 palavras. O título é grande. É uma brecha do sistema, por isso a maioria dos concursos inclui o título na contagem de palavras ou caracteres.

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Informação

Publicado em 8 de fevereiro de 2026 por em Microcontos 2026.