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De príncipe a sapo: um conto de “fardos” sem final feliz (Luiza Moura)

Era um príncipe encantador e ela à primeira vista se apaixonou, mas quando juntos o belo castelo desmoronou e o beijo doce em um veneno se transformou, da flor à dor, a verdadeira face se revelou e foi com o amor que ela sentia que ele a matou. Pena ser essa apenas mais uma de tantas histórias que o vento levou, mas que a nossa voz jamais se cale, espero que ouçam esse clamor. Do luto à luta “sigamos o baile” para que outras princesas tenham em seus contos um outro final com mais primor.

142 comentários em “De príncipe a sapo: um conto de “fardos” sem final feliz (Luiza Moura)

  1. Vanilla
    1 de fevereiro de 2020

    Um conto interessante, mas admito que o títulp atrapalhou bastante pela sua gigantesca extensão para um microconto. Parabéns!

    • Flor-de-Lis
      2 de fevereiro de 2020

      Obrigada!

  2. Daniel Reis
    1 de fevereiro de 2020

    Um dos títulos mais longos e explicativos do desafio. Tem também umas construções frasais esquisitas, como “mas quando juntos o belo castelo desmoronou” e umas inversões em rima que também não ajudam. A temática, do feminicídio, não é fábula, é realidade dura. E ficou meio diáfana na narrativa. Mas desejo sucesso a você.

    • Flor-de-Lis
      2 de fevereiro de 2020

      Obrigada!

  3. Matheus Pacheco
    1 de fevereiro de 2020

    Uma investida muito grande na realidade, quantas princesas já não se iludiram com príncipes que no fundo são terríveis monstros.
    Um ótimo conto.
    Um grande abraço.

    • Flor-de-Lis
      2 de fevereiro de 2020

      Obrigada!

  4. Tom Lima
    1 de fevereiro de 2020

    Teria mais força em versos, como parece ser a intenção. Além disso está tudo entregue no título, que é quase uma resenha do texto.
    Não gosto das rimas, mas não sou grande fã da poesia rimada, estruturada, prefiro aquela que voa fora da asa. Enfim.

    É uma história tão densa, com muita coisa acontecendo além do texto, o que é bom para um microconto, mas que contada dessa forma é só mais uma história que o vento leva. Mais drama, mais tensão, pede o tema.
    Abraços.

    • Flor-de-Lis
      1 de fevereiro de 2020

      Obrigada!

  5. Carolina Langoni
    1 de fevereiro de 2020

    Bem feito, ritmado, poético e essas palavras não são muito usadas recentemente.
    Gostei, mostra uma possível realidade que muitas vezes é escondida pelo sentimentalismo das histórias.

    • Flor-de-Lis
      1 de fevereiro de 2020

      Muito obrigada!

  6. Ana Maria Monteiro
    1 de fevereiro de 2020

    Olá, Flor-de-Lis. De príncipe a sapo, aos olhos dela, pois sempre foi sapo. Lobo em pele de cordeiro, como tantos. Gostei da história, do formato e da mensagem. Parabéns e boa sorte no desafio.

    • Flor-de-Lis
      1 de fevereiro de 2020

      Muito feliz com seu comentário! Obrigada!

  7. Rubem Cabral
    1 de fevereiro de 2020

    Olá, Flor-de-lis.
    Bonitinho o conto em rimas, embora rimas de verbos conjugados no passado sejam um tanto “fáceis”. A mensagem implícita, no entanto, é muito boa. Não estou muito certo quanto à pontuação, contudo…
    Boa sorte no desafio!

    • Flor-de-Lis
      1 de fevereiro de 2020

      Obrigada!

  8. Marco Aurélio Saraiva
    1 de fevereiro de 2020

    A principio, especialmente graças à imagem, o leitor acha que é um conto de fantasia. Engana-se. É um conto bem real e atual, sobre as inúmeras mulheres que sofrem de abuso no casamento. É uma historia trágica escrita em forma de poema; é um conto de fadas sem final feliz, com uma nota de precaução e um apelo para que o mundo mude.

    A mensagem é muito boa, a estrutura também. As rimas ficaram um pouco enfadonhas mas, no geral, é um bom conto!

    Escrita: Boa
    Conto: Bom

    • Flor-de-Lis
      1 de fevereiro de 2020

      Muito obrigada pelo comentário!

  9. M. A. Thompson
    1 de fevereiro de 2020

    Sugere a história da mulher apaixonada que depois que casa descobre que o príncipe não era tão bom assim. Parabéns.

    • Flor-de-Lis
      1 de fevereiro de 2020

      Obrigada!

  10. Fil Felix
    1 de fevereiro de 2020

    Bom dia! O conto aposta no estilo conto de fadas, mas trazendo uma mensagem importante. Eu gostei das rimas, li como que declarando para alguém em voz alta, acho que fica ritmado e ajuda a entrar no clima. Apesar da ideia de assassinato, ficou leve e até fofinho.

    • Flor-de-Lis
      1 de fevereiro de 2020

      Obrigada pelo comentário!

  11. Thata Pereira
    1 de fevereiro de 2020

    Interessante, mas não gostei das rimas no meio do conto. Para mim funcionam no formato de versos, infelizmente em prosa não.
    Boa sorte!!

    • Flor-de-Lis
      1 de fevereiro de 2020

      Obrigada!

  12. Gustavo Azure
    1 de fevereiro de 2020

    Acho esse microconto deixou o ritmo mais de poesia bem acertado, só não sei se vai se enquadrar dentro de todos outros. Está bem escrito e a ideia é ótima, também vejo um pouco de ousadia ao usar esse formato. Boa sorte

    • Flor-de-Lis
      1 de fevereiro de 2020

      Muito obrigada!

  13. Renata Rothstein
    31 de janeiro de 2020

    Flor-de- Lis, magnífica sua ideia de alertar para a questão do femincídio, mas sua ideia de poesia não foi lá muito acertada, num micro…e o restante, conclamando a mulherada, me pareceu conselho de coach.
    Está bem escrito, é forte, atual, enfim, desejo boa sorte!

    • Flor-de-Lis
      31 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  14. Sarah S Nascimento
    31 de janeiro de 2020

    Adorei o seu título. Primeiro por descrever o processo ao contrário, depois por brincar com as palavras “fadas” e “fardos”, muito original, parabéns!
    Foi um microconto forte, bem real, muito triste. Ele é frenético, muitos acontecimentos de forma rápida, entendo. É um microconto, deve ser dessa maneira, mas senti falta de algumas vírgulas para deixar tudo mais fácil de compreender de imediato.
    Quanto ao tema e a execução das ideias, foi tudo perfeito.

    • Flor-de-Lis
      31 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  15. Angela Cristina
    31 de janeiro de 2020

    Olá!
    A ideia de fazer um texto poético e rimado foi interessante, mas, para mim, prejudicou a narrativa, o conteúdo.
    Parabéns pela proposta.

    • Flor-de-Lis
      31 de janeiro de 2020

      Obrigada pelo comentário!

  16. Catarina Cunha
    31 de janeiro de 2020

    Príncipe vira sapo e mata a princesa.
    Elementos fundamentais do microconto:
    Técnica — fraca. O poema de rima fácil não me seduziu.
    Impacto — fraco. Prejudicado pelo título que conta toda a história.
    Trama — boa. Há aqui uma crítica ao feminicídio e a metáfora do castelo desabando também ficou boa.
    Objetividade — regular. Soube controlar bem o enredo.

    • Flor-de-Lis
      31 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  17. Amanda Gomez
    30 de janeiro de 2020

    Olá,

    Quando o enredo já é bastante comum a opção é inovar na forma. Aqui o assunto importante, claro, sobre violência é contatado em forma de poema.. uma fábula poema. Eu tenho dificuldades em gostar realmente de poemas… (to repetindo essa palavra demais) nem sei o que precisa ter para me cativar, mas a questão é que aqui eu não curti muito. A dramaticidade da cena, que é muito boa e bem feita, ficaria melhor de outra forma, não sei…

    Boa sorte no desafio!

    • Flor-de-Lis
      31 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  18. Priscila Pereira
    30 de janeiro de 2020

    Olá, Flor de Lis!
    Um micro poema! Com rima e tudo! Seria perfeito em uma poesia, mas como micro não me conquistou, desculpe!
    Mas a história é bem feita, abordando um tema que precisa ser abordado com elegância e charme, sem apelações. Acho que teria mais impacto se acabasse no “…ele a matou.” O que vem depois não parece literatura, mas frase de auto ajuda.
    Parabéns e boa sorte!

    • Flor-de-Lis
      31 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  19. Davenir Viganon
    30 de janeiro de 2020

    Não gostei da estrutura, rimas de poesia e prosa corrida. Sò sobrou a história relevante da violência, mas batida e que costuma ficar melhor quando se apresenta no subtexto que de forma mais direta.

    • Flor-de-Lis
      31 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  20. Rafael Carvalho
    30 de janeiro de 2020

    Então… Gostei da ideia do tema, e do enredo de uma forma geral, acredito que sua escrita em rimas tirou um pouco o foco que o micro conto deveria ter. Teria pontuado diferente algumas orações, acredito que facilitaria a leitura, mas isso talvez prejudicasse as conexões das rimas, aí voltamos a mais um problema do conto com “arpejos em prosa”.
    De qualquer forma seu texto de muita personalidade, e isso, em si só, já é de alto valor. Boa sorte.

    • Flor-de-Lis
      31 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  21. Fabio D'Oliveira
    29 de janeiro de 2020

    Olá, Flor.

    Sendo sincero, parece mais um poema do que micro, mesmo tendo forma para prosa, pela história bem sólida. A forma como narrou, em rimas, acabou não agradando muito, mais pela organização do texto do que outra coisa.

    A reflexão levantada é atual e desgastada. Teve outros contos neste certame que já contaram histórias diferentes. Você é criativa, aparentemente. Na próxima, pense além do óbvio, faça algo que ninguém espera.

    Enfim, é isso!

    Parabéns! E boa sorte!

    • Flor-de-Lis
      29 de janeiro de 2020

      Agradeço muito por esses comentários! Certamente estou utilizando essas dicas para a construção de outros contos.

  22. Ana Carolina Machado
    29 de janeiro de 2020

    Oiiii. Um microconto sobre violência contra mulheres ambientado em uma atmosfera de contos de fada. Faz uma reflexão muito interessante sobre como as vezes relacionamentos que começam bem podem terminar mal, como diz o próprio texto transformou flor em dor, pois as vezes o que era amor pode virar cilada. Parabéns pelo texto e boa sorte no desafio!

    • Flor-de-Lis
      29 de janeiro de 2020

      Muito feliz pelo comentário! Obrigada!

  23. Cicero G Lopes
    29 de janeiro de 2020

    Um tema, infelizmente cada vez mais presente no cotidiano. Boa a sacada que essas pobres vítimas, sempre começam a relação com a ilusão de um conto de fadas. Esse é o grande mérito do seu conto. As rimas, entendo que foi uma tentativa válida, mas… Eu acho que prejudicaram um pouco o ritmo, mas parabéns pela iniciativa e boa sorte.

    • Flor-de-Lis
      29 de janeiro de 2020

      Muito obrigada pelo comentário!

  24. Pedro Paulo
    29 de janeiro de 2020

    Um enredo que alude à violência contra mulher, com palavras rimadas no início e uma gíria contemporânea no final, conectando a metáfora do castelo encantado à atualidade. Bem pensado. Pega o leitor desprevenido ao mesmo tempo que o leva a um contexto familiar.

    • Flor-de-Lis
      29 de janeiro de 2020

      Muito obrigada!

  25. Evandro Furtado
    29 de janeiro de 2020

    Achei um conto interessante que leva para o mundo da fantasia um tema tão importante e atual como o do feminicídio. Acho que as rimas são um pouco problemáticas. Elas trazem certa beleza, mas ao mesmo tempo certa breguice. Talvez funcionasse melhor como poema.

    • Flor-de-Lis
      29 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  26. Anorkinda Neide
    29 de janeiro de 2020

    Humm conto ousado e rimado.. isto me lembra de um certo amigo… hehe
    Gostei das rimas até certo ponto e acredito que o autor saiba que desritmou o teto quando adentrou o tema do feminismo ou do feminicídio.
    Vc devia ter se esforçado para continuar no ritmo das rimas.. ainda há rimas, mas elas estao noutro timing o que prejudicou a proposta q vc vinha trazendo.
    Tb acredito que se o enredo tivesse ido para uma seara mais fantástica, ainda se poderia abordar o feminicídio, mas dentro daquele ambiente mais fantástico, teria combinado mais com a proposta textual.
    Enfim..quase deu certo! hahaha
    Boa sorte

    • Flor-de-Lis
      29 de janeiro de 2020

      Obrigada pelo comentário!

  27. jowilton
    29 de janeiro de 2020

    Conto poema que fala de amor e morte. O sapo matou a princesa. A abordagem em forma de versos não me agradou muito. O impacto foi baixo. Boa sorte no desafio.

    • Flor-de-Lis
      29 de janeiro de 2020

      Obrigada

  28. antoniosbatista
    28 de janeiro de 2020

    Não sei se é uma história ou uma canção. Um texto rimado que mais parece uma poesia. Também uma mensagem que não entendi muito bem, me parece que nem tudo é o que parece ser, ou, por trás de todo príncipe pode haver um sapo, um dia ele se revela, ou algo parecido. Não me impressionou,a ideia é boa mas na conclusão, falhou.

    • Flor-de-Lis
      29 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  29. Carlos Vieira
    28 de janeiro de 2020

    Oi, Flor-de-Lis. A cadência da narrativa achei interessante, pois me lembrou um arauto contando uma história ao público. Ainda assim percebi meio prolongada a primeira oração, o que me fez perder alguma profundidade sobre a mensagem. O título ficou bem bacana, com a inversão da ordem sapo-príncipe, e o trocadilho fardos.

    • Flor-de-Lis
      29 de janeiro de 2020

      Muito obrigada pelo comentário!

  30. Maria Alice Zocchio
    28 de janeiro de 2020

    A forma nos leva a um conto de fada, a uma canção, a uma certa delicadeza,mas o conteúdo é violento. Gostei deste contraste. Poderia dizer que a falar de príncipe encantado é cliché ,mas aqui , acredito, houve uma intenção bem trabalhada.

    • Flor-de-Lis
      28 de janeiro de 2020

      Muito obrigada!

  31. Claudio Alves
    28 de janeiro de 2020

    Um poema bem rimado e escrito, apresentado na forma de conto. Seria um experimento? Ou seria como um menestrel contando a história? Afinal, princesa, castelo nos remete à isso. Você demonstra um belo estilo de escrita. Parabéns e boa sorte no desafio.

    • Flor-de-Lis
      28 de janeiro de 2020

      Muito feliz com o comentário! Obrigada!

  32. Anderson Góes
    28 de janeiro de 2020

    Gostei da sua narrativa poética e melodiosa, apesar de o tema não ser original (se bem que hoje em dia não tem como ser original, nem meu conto não é original e nem o de ninguém aqui), entretanto gostei das rimas e da forma que você abordou essa questão do príncipe que virou sapo, ou seja, fez o caminho inverso dos contos de fadas. Parabéns!

    • Flor-de-Lis
      28 de janeiro de 2020

      Muito obrigada!

  33. Luciana Merley
    28 de janeiro de 2020

    Olá, Flor de Lis. Gostei do seu título. Se fosse só “conto de fardos” já seria inteligível por si só. Com relação ao texto, percebi que você tentou usar a rima como um cantarolar de alguém, mas a própria rima não teve continuidade e deu lugar a uma espécie de moral da história e chamada de atenção como fechamento. Isso não fica legal numa história ficcional. A moral da história deve estar na trama escondida e não na superfície. Parece um puxão de orelha explícito e isso não combina muito com a ficção. Entendo que pode ser um desabafo e por si só tem muita relevância, mas com relação à forma, não gostei muito. Um abraço.

    • Flor-de-Lis
      28 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  34. Luiz Eduardo Domingues
    27 de janeiro de 2020

    Acho que a opção pelas rimas prejudicou um pouco o seu conto. Talvez como poema fizesse mais sentido. Ainda assim vale ressaltar a bela escrita. Parabéns!

    • Flor-de-Lis
      27 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  35. brunafrancielle
    27 de janeiro de 2020

    É o terceiro ou quarto conto com a mesma temática que leio. É difícil surpreender quando você escolhe um tema assim
    A mesma história escrita com palavras diferentes.
    Pra um tema como “violência contra mulher”, “homofobia” ou “racismo”, ou algo do tipo verdadeiramente me agradar, precisa me surpreender de alguma forma, precisa ter algum elemento diferente, inesperado na trama. Achei previsível. Não é algo que eu pense “nossa, que criativo! nunca li algo assim!”
    Não é que não esteja bem escrito. Gostei da sua narrativa poética, quase melodiosa.

    • Flor-de-Lis
      27 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  36. Valéria Vianna
    27 de janeiro de 2020

    O autor foi muito corajoso ao usar rimas e de extrema sensibilidade ao tocar no assunto por trás da narrativa: subjugo, dominação. Isso, com imagens tão cravadas no inconsciente de todos: os contos de fadas. Congratulações, Flor-de-Lys.

    • Flor-de-Lis
      27 de janeiro de 2020

      Muito obrigada!

  37. Elisa Ribeiro
    26 de janeiro de 2020

    Achei bem interessante a ideia de usar as referências de um conto de fadas para falar de violência contra a mulher. Gostei muito do trecho “foi com o amor que ela sentia que ele a matou”. A escrita cadenciada e as rimas também teriam sido bem vindas mas as rimas ficaram um tantinho, desculpe, pobres o que acabou prejudicando o efeito, ao menos para mim. Gostei do subtítulo “um conto de fardos”. Parabéns pelo trabalho. Um abraço.

    • Flor-de-Lis
      27 de janeiro de 2020

      Muito obrigada p-elo comentário!

    • Flor-de-Lis
      27 de janeiro de 2020

      Muito obrigada pelo comentário!

  38. Marília Marques Ramos
    26 de janeiro de 2020

    Um texto com um ritmo gostoso, parecendo uma música. Eu adorei! Obrigada por ter escrito!

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Fico feliz!

  39. Andre Brizola
    26 de janeiro de 2020

    Olá, Flor! Seu conto poderia ser cantado. E, como usa o cenário fantástico dos contos de fada como cenário, é fácil imaginá-lo numa taverna, ou numa roda ao redor do fogo. Achei que essa ideia foi muito bem trabalhada (se era essa a intenção). Mas o texto ficou um pouco corrido, sem pausas para absorvermos os acontecimentos, deixando ele meio difícil. A primeira frase do conto, inclusive, toma quase metade do conto todo. Não sei se foi a intenção, mas acabou atrapalhando o ritmo da leitura. É isso! Boa sorte no desafio!

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Muito obrigada pelo comentário!

  40. Sabrina Dalbelo
    26 de janeiro de 2020

    Olá,
    Falar de violência contra a mulher sempre é necessário. Parabéns por isso.
    Só achei a fórmula do conto de fadas um tantinho clichê e achei que as rimas fizeram o texto perder o ritmo, pois não estão sonoras o bastante.
    Sabe quando a gente lê quase dividindo as sílabas das palavras, uma a uma? Isso aí.
    Um abraço!

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Muito obrigada pelo comentário!

  41. Raione LP
    26 de janeiro de 2020

    Acho que a tentativa de uma narração rimada não funcionou muito bem — ao menos em prosa, optando por desconsiderar a pontuação (talvez o resultado fosse diferente em versos). De toda forma, a princípio a história da canção não me pareceu muito original, e soa um pouco destoante o trecho final, em que há uma declaração.

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Obrigada pelo comentário

  42. Givago Domingues Thimoti
    26 de janeiro de 2020

    Achei um conto regular, que versa sobre um tema recorrente na atual conjuntura brasileira (violência contra a mulher e o feminicídio). O título torna o microconto um tanto redundante. Além disso, achei a leitura um tanto travada.

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  43. fernanda caleffi barbetta
    25 de janeiro de 2020

    Olá, Flor de Lis, Gostei da foto, boa escolha. O título, além de muito longo, entrega a história logo de cara, O uso das rimas foi uma opção bastante arriscada, parabéns pela ousadia, mas acho que não funcionou muito bem. Na minha opinião, ficou cansativo e dificultou a leitura e o entendimento. A falta de pontuação também prejudicou a fluidez. A mensagem é muito boa e foi uma boa escolha falar do conto de fadas às avessas. Abraço.

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Obrigada pelo comentário!

  44. drshadowshow
    25 de janeiro de 2020

    É uma bela metáfora sobre o casamento. Quantas mulheres acham o tal “príncipe”, e no fim das contas, o cara era um sapo. Valeu. Parabéns.

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Muito obrigada!

  45. alice castro
    25 de janeiro de 2020

    Achei bonitinho. Daria um livro infantil. Parabéns!

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Muito feliz com esse comentário! obrigada!

  46. Gustavo Araujo
    25 de janeiro de 2020

    De início destaco a ousadia pela forma como este conto foi concebido. Vê-se a intenção clara de transparecer uma canção, como se um bardo, acompanhado de um aláude, declamasse uma poesia, contando uma dessas histórias que são de conhecimento geral.

    O interessante é que se olharmos atentamente, a história nada tem a ver com os clássicos contos de fadas. Há aqui uma subversão do mito da princesa que se casa com seu homem dos sonhos e vive feliz para sempre. Apesar da pegada aparentemente ingênua, observamos um clamor contra a violência que sofrem as mulheres, princesas ou não.

    Dá para viajar no texto, dá para criticar as clássicas histórias de princesas salvas, eis que submetem a mulher a um lugar comum enervante, quase sempre coadjuvando os homens. Vai além o conto, entretanto, porque demonstra que essa submissão pode vir acompanhada de agressões, torturas e até assassinato.

    Ou seja, um enredo simples, aparentemente ingênuo, mas que provoca o leitor e o faz pensar sobre algo de extrema relevância nos dias atuais. Feminista, talvez? Creio que sim, o que é ótimo. Parabéns e boa sorte do desafio.

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Muito obrigada pelo comentário!

  47. Fabio Monteiro
    25 de janeiro de 2020

    Historia tragica, digna dos contos de grande repercussão. acredito que o final tenha sido explicativo demais. Não sei se ficou bem ajustado a trama. De qualquer forma, é apenas uma interpretação pessoal. Boa sorte no desafio.

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  48. Paulo Luís
    24 de janeiro de 2020

    Poesia, no melhor estilo, rimada; bonito, mas acredito ter fugido da proposta do desafio, até por que não tem as características do formato do microconto. Boa sorte no certame.

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  49. Vitor De Lerbo
    24 de janeiro de 2020

    Um belo jogo de palavras. Rimas bem distribuídas, ironia nas palavras e contraposições. E não é só a forma que agrada; o conteúdo, mesmo narrado de maneira ágil, condensando o que parecem ser alguns anos da vida dos protagonistas, apresenta uma história triste, com uma crítica relevante.
    Boa sorte!

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Muito obrigada!

  50. Fernando Cyrino
    24 de janeiro de 2020

    Olá, Flor-de-Lis, então o seu conto veio rimado? Achei bastante ousada essa opção que você tomou. No meu modo de ver o resultado não ficou tão bacana assim como você esperava. A leitura, para mim, foi perdendo a força na medida em que as rimas foram se sucedendo de maneira um tanto repetitivas e mesmo em rimas comuns demais. Você me traz um conto de fadas que carrega um recado moral. Educar as meninas para que não aceitem o papel de princesas que se postam em seus castelos esperando a chegada dos seus príncipes encantados. Sim, essa é a luta, mas é preciso também educar os meninos para que não se vejam nem a si mesmo e muito menos as garotas como membros de famílias reais. Nem mesmo os príncipes e princesas reais (desculpas pelo trocadilho infame) estão querendo se manter nesse papel nos dias de hoje. Achei que o fato do título entregar a história, o que em alguns casos pode funcionar bem, nessa sua narrativa teve efeito ao revés.Do conto de fadas ao conto de fardos poderia ter estado inserido na história. Do jeito que ficou, você quebrou a expectativa quanto a um final distinto daquele que sói acontecer.
    Meu abraço.

    • Flor-de-Lis
      26 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  51. Fheluany Nogueira
    23 de janeiro de 2020

    Conto de fadas às avessas construído com jogos de palavras e rimas. O título longo e a última frase, que traz a lição da história quebraram o impacto.
    Parabéns pela ideia e sorte. Abraço.

    • Flor-de-Lis
      23 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  52. Andreza Araujo
    23 de janeiro de 2020

    Gosto da crítica que você expõe, é um texto muito atual, que reflete a realidade de muitas mulheres no mundo, principalmente em nosso país. O título do texto infelizmente diminui o impacto, mas o texto permanece belo como um todo. Boa sorte!

    • Flor-de-Lis
      23 de janeiro de 2020

      Muito obrigada pelo comentário!

  53. Angelo Rodrigues
    23 de janeiro de 2020

    Caro, acredito que temos aqui um poema prosado.
    Como poema, creio que o excesso de rimas verbais o empobrecem (nou, nou, mou, lou, tou, vou…) sobremaneira.
    Acredito que o autor deu uma reciclada no que já havia à mão e, transformando em prosa uma poesia, lascou-nos um microconto.
    Não é mal, não é bom. Fica no meio do caminho entre o desejo e a realização.
    Boa sorte.

    • Flor-de-Lis
      23 de janeiro de 2020

      Obrigada pelo comentário.

  54. Augusto Schroeder Brock
    22 de janeiro de 2020

    Olá!
    Eu tomaria cuidado com o título: entregar o fim da história antecipadamente só funciona quando houver algo que nos interesse muuuuito para saber como aconteceu. O texto rimado, com poucas variações e usando muito a voz passiva, deixam um pouco simplista a produção, apesar de enganar os ouvidos pelas rimas. Talvez ficasse mais adequado em outro tipo de texto. Aparentemente há quem goste. A mim não agrada tanto este tipo de rima em uma proposta de conto. De qualquer maneira, parabéns pela produção.

    • Flor-de-Lis
      23 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  55. Rodrigo Fernando Salomone
    22 de janeiro de 2020

    Gostei bastante da forma que você usou para escrever seu conto. Tem uma boa técnica e sabe contar uma boa história. Parabéns e boa sorte.

    • leandrociccarelli2
      22 de janeiro de 2020

      O título tira a surpresa do texto, revelando o conteúdo do conto (podendo ser positivo ou negativo, dependendo da expectativa de quem lê). O texto conta ainda com uma fluidez e um bonito tom poético, entretanto, a mensagem de alerta pode ser interpretada como lamuriosa. Parabéns e boa sorte!

      • Flor-de-Lis
        23 de janeiro de 2020

        Obrigada!

    • Flor-de-Lis
      23 de janeiro de 2020

      Muito obrigada! Fico feliz com esse comentário!

  56. Regina Ruth Rincon Caires
    22 de janeiro de 2020

    Olhe que interessante! Um grito de alerta, co(a)ntado em verso e prosa, contra a violência a que a mulher está submetida. Há rima e musicalidade. Que bom será o mundo quando só existirem os sapos que nascem sapos. Nada de príncipe que vire sapo, nada de dor. Gostei do que li, apenas acho que precisaria de uma leve revisão.

    Parabéns, Flor-de-Lis!

    Boa sorte no desafio!

    Abraços…

    • Flor-de-Lis
      22 de janeiro de 2020

      Muito grata pelo comentário!

  57. Nilo Paraná
    22 de janeiro de 2020

    Achei bem interessante a forma como escreveu. o titulo “entregou” um pouco da historia, embora não comprometesse. bem diferente. gostei.

    • Flor-de-Lis
      22 de janeiro de 2020

      Obrigada!

  58. angst447
    21 de janeiro de 2020

    Um conto escrito de forma diferente, com rimas e uma pegada musical. O título longo já foi entregando o enredo. O final poderia ser mais enxuto, daria mais impacto, sem muitas explicações ou a lição de moral de uma fábula. Mas foi uma boa experiência ler o seu conto. Boa sorte!

    • Flor-de-Lis
      22 de janeiro de 2020

      Muito feliz com o comentário! Obrigada!

  59. Emanuel Maurin
    21 de janeiro de 2020

    Príncipe do mal, bem, tem aos montes no mundo. Ficou legal sua estrategia de rimar o conto. Boa sorte.

    • Flor-de-Lis
      21 de janeiro de 2020

      Muito obrigada pelo comentário!

  60. Cilas Medi
    21 de janeiro de 2020

    Foi um “fardo” ler como conto.
    Melhor como poesia ou prosa, mas ainda faltando dados.
    Sorte!

    • Flor-de-Lis
      21 de janeiro de 2020

      Obrigada pelo comentário!

  61. Nelson Freiria
    21 de janeiro de 2020

    O uso das rimas deu um clima de conto de “fardos”, ajudou a desenvolver todo o ritmo da história, mas confesso que me senti um certo exagero no uso do “ou”. O enredo busca desenvolver uma crítica em meio aos fatos e o consegue, mas tudo é dito de forma bem objetiva, talvez se tivesse explorado o show don’t tell o resultado fosse mais agradável. A poesia entremeada a prosa ficou agradável, dando um toque de suavidade a uma história tão triste.

    • Nelson Freiria
      21 de janeiro de 2020

      Achei que aproveitou bem o título e ainda fez uma rima com o pseudônimo

    • Flor-de-Lis
      21 de janeiro de 2020

      Muito obrigada pelo comentário!

    • Flor-de-Lis
      21 de janeiro de 2020

      Obrigada pelo comentário!

  62. Jorge Miranda
    21 de janeiro de 2020

    O príncipe virou um sapo e o castelo de sonhos desmoronou. Gostei da sua prosa colando rimas em sua história. O título poderia ser outro, mas fico com a sensação boa que tive ao ler o seu texto. Gostei do que li. Desejo-lhe sorte no desafio.

    • Flor-de-Lis
      21 de janeiro de 2020

      Muito grata!

  63. Fabiano Sorbara
    20 de janeiro de 2020

    Olá, Flor! Uma triste realidade na vida de tantas e tantas mulheres. Uma história que parece não mudar nunca. A narrativa se desenvolve bem, e notei que e rimada em alguns pontos, foi proposital?
    O que não gostei foi o título, ele revela muito o que irá acontecer ao final do texto, fazendo com que o leitor não tenha nenhuma surpresa no encerramento.
    Desejo boa sorte no desafio. Abraços.

    • Flor-de-Lis
      21 de janeiro de 2020

      Agradeço muito pelos comentários! A rima aconteceu, penso que seja “culpa” da poesia que vive em mim…

    • Flor-de-Lis
      21 de janeiro de 2020

      Verdade… A rima acabou acontecendo…

  64. Flor-de-Lis
    20 de janeiro de 2020

    Agradeço o comentário.

  65. Luiza Moura
    20 de janeiro de 2020

    Infelizmente o texto retrata uma realidade enquanto “brinca” com elementos da fantasia…

    • Flor-de-Lis
      20 de janeiro de 2020

      Verdade! Obrigada pelo comentário!

  66. Gio Gomes
    20 de janeiro de 2020

    Entendi o “fluxo” e achei curiosa a levada “rapper da idade média”. A história fluiu nesse ritmo, nessa mistura (tem um anime chamado Samurai Champloo que usa esse recurso). Acho que para caracterizar ainda mais talvez fosse legal usar mais termos como o “sigamos o baile”.
    É a segunda vez que, de alguma maneira, leio um microconto do concurso que emula a poesia. Dessa vez com a aliteração bem destacada. Senti falta de alguma coisa que fizesse o conto-poema brilhar, algum polimento.

    • Flor-de-Lis
      20 de janeiro de 2020

      Muito obrigada pelo comentário! Vou tentar melhorar para os próximos! Excelentes observações!

  67. Bia Machado
    19 de janeiro de 2020

    Olá, tudo bem? Pra mim o espaço, o narrador, as personagens estão aí, sim. O enredo, pra mim, é esse conto de fadas ao contrário, ou seja, um conto de fardos… Não gostei da forma como narrou, fazendo rimas, talvez se a estrutura fosse diferente. Achei a última frase desnecessária, é pouco espaço para se levantar uma bandeira… Acho que o título poderia ser outro, para não entregar um pouco do que leria em seguida. Talvez se fosse apenas “Conto de Fardos”, pra gente ficar curioso em saber que fardo seria esse, ficaria melhor. Obrigada!

    • Flor-de-Lis
      20 de janeiro de 2020

      Adorei a sugestão do título! A rima talvez seja “culpa” da poesia que insiste em viver dentro de mim. Muito grata pelas observações, vou considerar todas nos meus próximos textos.

      • Bia Machado
        25 de janeiro de 2020

        Não precisa se desculpar, não, foi uma sensação minha, na minha leitura, de que a rima não combinou com o conto tão curtinho, mas certamente vai ter gente que vai adorar e com certeza com razão de ser. E é muito bom quando a poesia vive dentro da gente, considere-se sortuda, eu também ia querer, mas como poeta sou uma ótima contista, rs. 😉

  68. Eder Capobianco
    19 de janeiro de 2020

    Não sei…….faltaram algumas coisas………começaria uma análise procurando definir o que é um micro-conto, para depois ver se o texto se enquadra em tal categoria………….está difícil localizar espaço, enredo, personagem, narrador, tempo…………..se um micro-conto é um texto composto destes elementos (não de todos, mas alguns, para ser experimental) me sinto esticando demais a corda para apontá-los aqui de alguma forma……………

    • Flor-de-Lis
      20 de janeiro de 2020

      Agradeço o comentário.

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Publicado às 19 de janeiro de 2020 por em Microcontos 2020 e marcado .