EntreContos

Detox Literário.

Arrependimento transitivo indireto (André Brizola)

Era uma vez um conto. Brotou nas páginas virtuais de um notebook abarrotado de gigas traduzíveis em vídeos e músicas. O conto era novidade naquelas paragens, e ali ficou por um tempo, alimentando a vontade de crescer, invejoso dos episódios e canções que iam e vinham internet afora. 

Uma noite, pegou a laço dedos curiosos desavisados e arranjou um vislumbre de luz. Forçou passagem entre bytes, sinapses e cá está. Sendo julgado. Como todos na rede mundial. Só mais um, exposto entre tantos outros. 

Arrependido, quisera nunca ter tido a vontade de mais. Hoje sonha com anonimato e incompletude.

71 comentários em “Arrependimento transitivo indireto (André Brizola)

  1. Vanilla
    1 de fevereiro de 2020

    Texto bacana, senti falta de um impacto. Parabéns!

  2. Matheus Pacheco
    1 de fevereiro de 2020

    Um meta-micro-conto sobre o autor que enviou o conto para um site com a vontade de ser reconhecido mas ao mesmo tempo, de viver um anonimato na época da conexão virtual e perda de dados pessoais.

  3. Carolina Langoni
    1 de fevereiro de 2020

    Senti como se estivesse falando da competição de micro contos. Mas não apenas isso, tem algo relacionado com redes sociais e a exposição de si para os outros.
    Essa linguagem usada, é diferente e por isso, se destaca um pouco.

  4. Thata Pereira
    1 de fevereiro de 2020

    Gosto bastante de contos que fazem alusão ao desfio e à escrita, até me arrisco a escrever alguns. O conto é interessante e bom de ler, mas temo que fique apagado da lista de preferidos, por não ter aquele toque de humor ou emoção que geralmente impactam os leitores de micro contos. Por isso mesmo, parabéns pela ousadia.
    Boa sorte!!

  5. Daniel Reis
    1 de fevereiro de 2020

    Achei bacana a autoreferência ao desafio, como premissa. Só considerei que o conto não deveria se arrepender, não, foi para onde deveria ter ido mesmo. Ficar só no HD é que não pode. E está bem completinho, sim. Parabéns!

  6. Fil Felix
    1 de fevereiro de 2020

    Boa tarde! Como outros contos que tratam essa questão da metalinguagem e quebra da quarta parede, não curti muito. Ele brinca com a questão de criação, usando o computador e a internet, até o momento do envio e reação, usando do propruo desafio como tema, mas nao acabei levando algo muito além da leitura.

  7. Tom Lima
    1 de fevereiro de 2020

    Interessante.
    A história do próprio conto que lemos e sua reação, por ser pequeno, talvez, em meio ao caos de informação da internet.
    Está bem escrito, mas não são muito fã de protagonistas arrependidos, que querem só voltar atrás. Ou seja, um conto muito bem feito quanto a técnica, mas que não gosto da história. Parabéns.
    Abraços.

  8. Rubem Cabral
    1 de fevereiro de 2020

    Olá, Rip.
    Interessante discutir as impressões de um microconto tão tímido. É sempre bacana ler sobre o processo criativo e sobre nossos medos como autores que têm suas obras expostas.
    Boa sorte no desafio!

  9. Ana Maria Monteiro
    1 de fevereiro de 2020

    Olá, Rip. Pois, agora é tarde, mas não se preocupe pois é isso mesmo que diz: “cá está. Sendo julgado.” Ser lido e julgado já é uma sorte. E, em algum momento, todos desejamos o anonimato, mas no fim vamos saber o autor. Gostei muito do não-conto que se conta, dando-nos a tão familiar imagem do escritor e das suas dificuldades de concretização. É talvez o melhor título de todos. Parabéns e boa sorte no desafio.

  10. M. A. Thompson
    1 de fevereiro de 2020

    Um conto original que talvez revele a angústia de ser avaliado e exposto a um público nem sempre cordial. Não tenha medo, pois você conseguiu transformar um punhado de palavras em um belo conto.

  11. Marco Aurélio Saraiva
    1 de fevereiro de 2020

    Gostei! É bem comum a ocorrência aqui no Entre Contos do que eu chamo de “metaconto”. Um conto sobre contos no desafio do Entre Contos (rsss). Geralmente eles são legaizinhos e bonitinhos e só. Mas o seu é diferente por que fala um pouco mais; fala do processo de escrita. Fala de procrastinação, fala do medo de exibir sua e fala até de arrependimento. Muito interessante!!

    Escrita: Muito boa
    Conto: muito bom

  12. Gustavo Azure
    1 de fevereiro de 2020

    Gostei desse texto. Está bem escrito e parece que conversamos com o autor no momento em que lemos, mas sem que se dirija diretamente conosco. Boa sorte

  13. Marília Marques Ramos
    31 de janeiro de 2020

    Texto imaginativo e bem escrito! Usando ótimos recursos para transmitir a mensagem!

  14. Sarah S Nascimento
    31 de janeiro de 2020

    Oooh, seu microconto é muito bonito. Adorei como você mostrou o conto como alguém, minha parte favorita foi ele notar os episódios de vídeos e canções.
    É como a pessoa que olha outros conquistando algo, enquanto ela está ali, só observando.
    Uma ideia inteligente, muito interessante e cheia de significado.
    Parabéns, muito criativo.

  15. Sabrina Dalbelo
    31 de janeiro de 2020

    Olá,
    Sabe aquela brincadeira que está na moda hoje de “como alguém diria ‘eu comi um macarrão’”? Aqui parece que temos: “como um escritor diria ‘escrevi um texto para o desafio’”?
    Até agora, o melhor metaconto do desafio. Como já escrevi antes, eu não costumo ser atraída por contos alusivos ao desafio em si, mas tu escreve tão bem que é difícil não se deixar ser seduzida kkkk
    A tua redação é ótima. Parabéns!
    Um abraço,

  16. Angela Cristina
    31 de janeiro de 2020

    Olá!
    Metalinguagem bem utilizada.
    Bom texto.
    Parabéns.

  17. Catarina Cunha
    31 de janeiro de 2020

    Escritor (a) inseguro (a) chora suas pitangas virtuais.
    Elementos fundamentais do microconto:
    Técnica — muito bom. Estilo criativo e rico.
    Impacto — regular. Já não me assombro com arroubos de autoflagelo criativo.
    Trama — fraca. Não encontrei desenvolvimento.
    Objetividade — muito boa. A síntese no título é maravilhosa.

  18. Anorkinda Neide
    31 de janeiro de 2020

    Muito bom!!
    Conto datado para o atual certame, de meta literatura costuma ser piegas, eu mesma já fiz um, e posso falar..
    mas o seu é muito criativo e bem escrito.. gostei!!
    boa sorte

  19. Davenir Viganon
    31 de janeiro de 2020

    Gosto de metalinguagem e o conto como personagem ficou bacana. Não me impactou muito mas foi criativo. Bom conto!

  20. Pedro Paulo
    30 de janeiro de 2020

    Por um segundo, o microconto pareceu um daqueles que seria escrever sobre o ato de escrever. No entanto, foi só por um segundo, pois logo depois se percebe que a ideia é ter o microconto como personagem da história, com sentimentos e ambições. Adorei a ideia!

  21. Rafael Carvalho
    30 de janeiro de 2020

    Usar metalinguística dentro de um conto é um tanto arriscado, a chance dele ficar vazio, sem um sentido de ser, é muito grande. Mas isso não ocorreu com seu conto, a escolha das palavras e a forma como o texto avança deixou o conto interessante e entrega bem o que se dispõe a fazer.
    Parabéns pela escrita, boa sorte.

  22. Priscila Pereira
    30 de janeiro de 2020

    Olá, Rip!
    Gostei do seu conto! Gosto dos que brincam com a escrita, e esse mostrou direitinho a angustia dos autores que não sabem o que é pior, deixar histórias inacabadas e obscuras urrando em nossa mente ou dar-lhes vida e expô-las as críticas e os dissabores do mundo virtual… Gostei bastante!
    Parabéns e boa sorte!

  23. Rozemar Messias
    30 de janeiro de 2020

    Conto de escrita leve, leitura fluida. Ainda retrata nosso receio em sair do anonimato e expor ideias. Parabéns!

  24. Evandro Furtado
    30 de janeiro de 2020

    A escrita é perfeita e eu não tenho nada a adicionar. O conto só é prejudicado, nesse desafio, por estar em meio a muitos outros que também falam sobre escrever contos apesar de ser, de longe, o melhor deles.

  25. jowilton
    30 de janeiro de 2020

    Outro conto com metalinguagem. Boa escrita. Pouco impacto. Boa sorte no desafio.

  26. Fabio D'Oliveira
    30 de janeiro de 2020

    Olá, Bubba!
    Gostei da leitura, mas, sinceramente, já cansei desse tipo de texto. A metalinguagem é mais do que representar contos, romances e personagens se questionando sobre sua existência e arrependidos de algo, de não serem completos ou por serem completos.
    Pela qualidade narrativa, nota-se que você pode fazer algo MUITO melhor. Então, larga essa preguiça criativa e bota a caixola pra funcionar.
    Enfim, é isso.
    Parabéns! E boa sorte no desafio.

  27. Carlos Vieira
    29 de janeiro de 2020

    Oi, Rip Bubba! A metalinguagem, um microconto sobre conto, tem sido uma premissa recorrente neste Desafio, o que é interessante para o tema levantado: julgamento. Ao “julgar” o seu conto possível ter por alguma referência os outros, que também estão no anonimato dos pseudônimos. A narrativa lembrou um relato do próprio processo criativo. O arrependimento não transpareceu tão sincero se analisado apenas sob a perspectiva de um niilismo, de um sentimento de nada valer a pena ou de insignificância perante a imensidão na rede mundial. O sonho com o anonimato transpareceu mais o medo de ser julgado, o que não combina muito com o orgulho sutil do escritor de encarar uma página em branco. Espero que a personagem, conto, não tenha medo e continue dedicando-se à própria escrita. Parabéns!

  28. Ana Carolina Machado
    29 de janeiro de 2020

    Oiiii. Um microconto que reflete sobre o desafio e fala da história de um conto que se sente meio tímido depois que se ver publicado. Faz uma reflexão também sobre a névoa do julgamento que permeia a rede mundial de computadores. Parabéns pelo texto e boa sorte no desafio.

  29. Renata Rothstein
    29 de janeiro de 2020

    Muito criativo e de leveza e empatia imediata, seu micro nos faz pensar em toda essa loucura que é expor nossas emoções, e o que pode acontecer quando o fazemos.
    Parece alguém retornando com um super pé direito.
    Adorei!

  30. Luciana Merley
    29 de janeiro de 2020

    Olá. A ideia do meta-conto é bem legal e retrata a nossa angústia diante do resultado da escrita. Além disso, percebi um conflito que nos assola hoje: a competição com as outras várias formas de entretenimento a que estamos expostos e por isso não conseguimos nos concentrar. Um abraço.

  31. Claudio Alves
    29 de janeiro de 2020

    Exatamente como me senti escrevendo o meu e, também, depois de “lançá-lo” no mundo. Não que o meu conto vá fazer qualquer sucesso, longe disso. Parabéns! Acho que você fez a crônica de todos nós que nos inscrevemos para o Desafio.

  32. antoniosbatista
    29 de janeiro de 2020

    Na realidade essas são as ideias e expectativas de todo autor que participa do Desafio. Achei um conto bom pela originalidade do argumento, além da escrita e informações na dose certa.

  33. Anderson Góes
    29 de janeiro de 2020

    Se arrependeu de publicar seu conto? Não faça isso, está ótimo…
    Divertido, original, criativo, inovador e tem meus parabéns por isso!
    Você soube bem usar a ideia do micro conto ao abordar o ponto de vista do micro conto kkkkkkkkkkk
    Não tenho muito o que acrescentar aqui porque as vezes menos é mais, mas você foi grande na ideia e na execução… Mais uma vez, parabéns!

  34. Cicero G Lopes
    29 de janeiro de 2020

    Se temos medo de nos apresentar nas Redes Sociais, imaginem nossas obras que são como filhos, e que tem filhos sabe até onde iríamos para defendê-los e o quanto nos machuca qualquer crítica dirigida às nossas crias. e ainda assim vc o fez, está aqui exposto e belo! Boa sorte.

  35. Luiz Eduardo Domingues
    29 de janeiro de 2020

    Achei criativa a ideia de fazer um conto sobre um “conto”. Talvez eu mudasse alguma coisa no último parágrafo ( ficou um pouco vago), mas no geral gostei bastante. Parabéns!

  36. Maria Alice Zocchio
    28 de janeiro de 2020

    Usou um micro conto pra falar do microconto. Gostei da forma e das figuras relacionadas à vida virtual.

  37. Amanda Gomez
    28 de janeiro de 2020

    Olá,

    Me identifiquei muito com seu conto… é tipo a bagunça da nossa mente criativa transformada em bytes em um computador.. aquela história que não consegue competir com os vícios e procrastinações do dia a dia, que fica lá esperando chegar a sua grande hora de acontecer. E acontece, normalmente na pressão… em um desafio de um site de contos por exemplo rs. Ai ele manda e o resultado não é o esperado.. mais de 84 comentários ácidos. ( Não será o seu caso)

    Me falaram que esse conto é minha cara, tenho que concordar.

    Parabéns!

  38. brunafrancielle
    27 de janeiro de 2020

    “Sendo julgado. Como todos na rede mundial. Só mais um, exposto entre tantos outros. ” Simpatizei com o conto. Tem boas frases, com esta em destaque na resposta.
    É um conto humorístico e leve. Não passa mensagens filosóficas. Não tem banhos de sangue. Mas diverte. Eu gostei. Parabéns

  39. Elisa Ribeiro
    27 de janeiro de 2020

    Um metaconto. Gostei muita da forma escolhida para contar a saga desse conto que disputa atenção com vídeos e músicas até ser lançado a esse mundo de disputas e julgamentos e, arrependido ao final, sonha com o retorno ao anonimato e o esquecimento. Uma graça! parabéns e boa sorte.

  40. Andre Brizola
    26 de janeiro de 2020

    Olá, Bubba! Meta conto sobre o ato de escrever. Sobre as expectativas com o que se quer escrever, o arroubo de coragem de mostrar ao mundo (ou aos colegas do Entrecontos) e o arrependimento, talvez por ter achado, tarde demais, que não era bom o suficiente. Começa grande, eloquente, e vai diminuindo, talvez acompanhando a empolgação do autor com seu trabalho. Gostei. Boa sorte no desafio!

  41. Regina Ruth Rincon Caires
    26 de janeiro de 2020

    Que texto bonitinho! O autor se revela como se fosse o seu conto guardado.
    Manteve-se afastado dos desafios querendo muito participar, até que foi “puxado”. Não sei se pela própria vontade, por convite insistente de um amigo, por incentivo de outro, mas voltou. Está na parada. Aqui, disputando. Ansioso, inseguro, ressabiado, repensa se deveria ter voltado… É isso?! Viajei?! Se for isso, fica ansioso não!!! Tudo acaba bem…
    Boa sorte na peleja… Para comemorar, não há nada como Periquita, vinho danado de bom! Faz bem na alegria e na tristeza…
    Abraços…

  42. Raione LP
    26 de janeiro de 2020

    Achei bem interessante a ideia de um conto que se arrepende de ter sido publicado, que gostaria de voltar ao anonimato e até à incompletude (um pouco como aquele filho que reclama que não pediu pra nascer). Mas a narração do conto capturando dedos para teclar e viajando pelo notebook até obter existência na internet não funcionou pra mim, soou um pouco pueril.

  43. fernanda caleffi barbetta
    25 de janeiro de 2020

    Olá, Rip, apesar de não ser uma ideia original usar o microconto para falar do próprio microconto (este é o terceiro com essa proposta) o seu texto é bom, gostei da forma como desenvolveu essa ideia. Esta parte: “pegou a laço dedos curiosos desavisados e arranjou um vislumbre de luz. Forçou passagem entre bytes, sinapses e cá está” ficou bem interessante, bem criativa.
    Em “O conto era novidade naquelas paragens, e ali ficou por um tempo”, tirar a vírgula.
    Abraço e boa sorte.

  44. alice castro
    25 de janeiro de 2020

    Me fez pensar nas interações nas redes sociais, onde de conto passamos a contas. E entre tantas outras, acabamos expostos a quem deve e a quem não… até que um dia pensamos ser possível voltarmos ao anonimato. Bem pensado. Curti.

  45. Fabiano Sorbara
    25 de janeiro de 2020

    Olá, Bubba! A impressão que tenho é que você não está confortável porque é acostumado a escrever texto maiores e o micro o tirou da zona de conforto. O microconto ficou bem legal, é leve e flui bem. Não tenha medo do julgamento, encare como uma possibilidade de aprendizado e crescimento.
    Desejo boa sorte no desafio. Abraços.

  46. Fabio Monteiro
    25 de janeiro de 2020

    Gostei muito da imagem escolhida e do titulo usado. Pobre conto, está a espera. Ficou lançado no vacuo de ser o melhor ou pelo menos estar entre. Bos sorte no desafio.

  47. Fernando Cyrino
    25 de janeiro de 2020

    Olá, Buba, que você descanse em paz! Legal essa sua proposta, aqui consolidada, de me apresentar no desafio do Entrecontos esse seu meta micro conto. Gostei da narrativa que flui legal, bem construída que está. Na verdade, Buba, você não precisa ter medo do julgamento. Seu conto será bem avaliado, eis que ficou bacana. Parabéns, pela criatividade, ousadia e coragem em enviar a sua história. Meu abraço.

  48. Andreza Araujo
    24 de janeiro de 2020

    Hmmm… Um microconto sobre um microconto, haha. Interessante. As palavras inciais são belas, criando inúmeras metáforas. Logo no começo, parece que o conto não conseguia nascer porque o notebook estava ocupado em outras coisas (episódios e canções), o que eu interpretei como procrastinação, mas também pode ser apenas falta de inspiração do dono do notebook. Gosto de como ele – o conto – quer crescer, mas coube dentro do limite e nos fez suspirar. O tema é leve, não é do tipo impactante mas é memorável.

  49. Paulo Luís
    24 de janeiro de 2020

    Muito bem construído, criativo. O metamicroconto. Uma sacada genial, um achado da melhor qualidade. Com a “incompletude” fechando com chave de ouro essa dubiedade do fazer ou não fazer, eis a questão! Muito bom. Boa sorte para o improviso inteligente.

  50. Vitor De Lerbo
    24 de janeiro de 2020

    Leitura agradável, parece mais uma passagem do que um conto em si. Acho que faltou um quê a mais na metalinguagem para que o conto, agora arrependido de ter vindo à luz, pudesse ganhar ainda mais holofotes e figurar entre os primeiros ao final do certame.
    No todo, um texto bem escrito, que dialoga perfeitamente com o título.
    Boa sorte!

  51. Fheluany Nogueira
    23 de janeiro de 2020

    Opa! metalinguagem, ou metaEntreContos. Enviou o micro e se arrependeu? Por quê? Eu gostei: moderno, leve, terno, fácil de ler e entender, sintético, cadenciado.
    Resumindo: parabéns pelo trabalho. Sorte e abraço!

  52. drshadowshow
    23 de janeiro de 2020

    Achei bonitinho. Singelo, mas agradável de se ler. Me lembrou Manoel de Barros. Parabéns.

  53. Angelo Rodrigues
    23 de janeiro de 2020

    Conto cuja matéria é a própria indecisão do autor em levar adiante o que se propôs; mandar ou não um conto para análise aqui no EntreContos.
    Uma proposta legal, com bom desenvolvimento.
    Recomendaria algumas revisões de escrita, ressaltando as vírgulas, particularmente na primeira frase do segundo parágrafo.
    Arrependimento de o ter mandado para análise. Veremos o resultado.
    Boa sorte.+

  54. Rodrigo Fernando Salomone
    23 de janeiro de 2020

    Belo conto, mostrando através do próprio conto as dúvidas e anseios que nos movem e nos cercam quando iniciamos no mundo da arte. Me senti representado, rsrs. Parabéns e boa sorte.

  55. Emanuel Maurin
    23 de janeiro de 2020

    É preciso coragem pra escrever o que pensa, que tem medo de ser julgado não escreve o que tem vontade. Cara, dane-se o julgamento do mundo, da internet ou seja lá de quem for. Bem, achei legal a narrativa do seu conto e sua criatividade. Boa sorte.

  56. leandrociccarelli2
    22 de janeiro de 2020

    Não senti empatia pelo tema. O início e o desenvolvimento estão bem estruturados, apesar de manter o tom monótono. O maior problema é o final, pois se apresenta óbvio já que a temática foi anunciada pelo próprio título.

  57. Augusto Schroeder Brock
    22 de janeiro de 2020

    Olá!
    Dos quatro meta-contos que li até agora é o que mais agradou. Porém acho uma fórmula pouco criativa para um concurso como este.

  58. Nilo Paraná
    22 de janeiro de 2020

    angustias de um conto. divertido, diferente. eficiente. não me apaixonei, mas gostei.

  59. Jorge Miranda
    22 de janeiro de 2020

    Esse conto precisa saber que ele está muito bem escrito e que não tem que se arrepender de ter emergido do oceano do bytes. Ele precisa saber que ao emergir ele ganhou uma forma consistente e que impressiona a quem o lê. Parabéns!!

  60. Anônimo
    22 de janeiro de 2020

    É gostoso de ler seu conto, tá bem escrito e tem uma pegada de modernidade. Boa sorte.

  61. Cilas Medi
    21 de janeiro de 2020

    Um conto dizendo que o conto fica escondido por medo da não aprovação.
    O autor(a) soube – mesmo sendo clichê o assunto de escrever sobre a escrita – dos seus temores e até horrores, completar com delicadeza, misturando entre os bytes por um tempo (considero seu interior, representado pelo computador) e o tornando vivo.
    E agora, não tem volta, outros encontros virão a tona, mais e mais completos.
    Parabéns!
    Sorte!

  62. Nelson Freiria
    21 de janeiro de 2020

    Que bizarrice, no bom sentido, é claro.
    O conto tem uma criatividade muito bacana, ainda que não original de certa forma, pois estamos falando do ato da escrita, ainda que quem nos conte sobre isso seja o próprio conto escrito, como se ele ganhasse vida. Mas ao mesmo tempo parece revelar a frustração do autor, que desconhecemos. É inevitável essa ligação entre autor e conto, logo um está a nos dizer do outro. Achei uma maneira muito inteligente de dizer mta coisa, como procrastinação (posso estar extrapolando), dificuldade de concentração x o desejo de criar, inspiração e quebra de expectativa. Acho que todo escritor ou mesmo aspirante a escritor, já passou por isso.

  63. Valéria Vianna
    21 de janeiro de 2020

    Muito criativo da parte do autor personificar o conto. Vê-lo em sua luta para conseguir espaço entre bytes e sinapses. Sua saga de conquista e, depois, seu desejo de anonimato. Brincou legal com a temática. Congratulações.

  64. Givago Domingues Thimoti
    20 de janeiro de 2020

    Um microconto metalinguistico e que se refere ao próprio desafio. Interessantíssimo, sem dúvida alguma. É um texto que exala um fortissímo cheiro de esforço, com uma vontade de ousar e impressionar, desde ao título até o final do conto.
    Parabéns

  65. Luiza Moura
    20 de janeiro de 2020

    Adorei o título! Temática também bem atual, simples e interessante.

  66. Gustavo Araujo
    20 de janeiro de 2020

    Interessante e muito bem escrito este meta-conto. Brinca com essa nossa sempre presente insegurança de expor ao mundo nossas criações. Gostei do jogo de palavras, da sinceridade e da maneira como foi arrematado, com a sensação de que ainda falta algo (sempre falta) e com o desejo de, talvez, esconder-se.

    Fiquei aqui pensando no seu pseudônimo – o Rip Bubba. Uma homenagem ao Forrest Gump? No que isso se relaciona com o conto? Dá o que pensar. De todo modo, parabéns pela criatividade e pela técnica. Boa sorte no desafio.

  67. Gio Gomes
    20 de janeiro de 2020

    Micro-meta-conto. Ficou grandiloquente ao mesmo tempo em que se reveste de casualidade. Gigas, internet e bytes versus inveja, curiosidade e vislumbres.

    A relação com o mundo virtual é marca da contemporaneidade. Entendi que ao final a retração venceu, mas senti falta de um “punch”, porque começou promissor e foi minguando.

  68. angst447
    19 de janeiro de 2020

    Metalinguagem ganhando espaço aqui, na criação do conto, o conto como personagem, já querendo voltar para o anonimato, sem ser julgado. Recurso ousado e arriscado, mas que decerto conquistará vários leitores. Boa sorte!

  69. Bia Machado
    19 de janeiro de 2020

    Olá, tudo bem? Gostei de ler seu meta-conto. Fala para o conto em questão que ele é interessante pela construção. Ou, ao meu gosto, um tantinho exagerado no adjetivo, só um pouquinho, mas tá bom. Boa sorte pra ele, não tem do que se arrepender, rs. Obrigada!

  70. Eder Capobianco
    19 de janeiro de 2020

    Um meta-conto……….o conto é personagem, o conto é espaço, o conto é enredo………talvez ele seja até narrador e tempo…………o conto sendo conto………..questionando o conto………contrapondo o conto………é muito conto!………é tanto conto que é escritor………hehaehaheha………….parabéns!

  71. jetonon
    19 de janeiro de 2020

    Gostei! Posso afirmar que li um macroconto indo além da imaginação. Parabéns!
    Boa sorte!

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Informação

Publicado às 19 de janeiro de 2020 por em Microcontos 2020 e marcado .