Chenille era uma adolescente que estudava magia na capital. Ela almejava por aceitação.
Devido a ser vegana, seus colegas apelidaram-na de lagarta. Então, a menina passou a
andar cabisbaixa.
Certo dia, caminhando pelos jardins, viu uma lagarta e franziu o nariz:
“É com isso que eles me comparam?”
O inseto moveu-se e ela seguiu-o. Ele escalou uma planta violeta e teceu um casulo ao
redor de si.
Depois de alguns dias, a jovem viu uma fada de asas iridescentes romper o casulo e voar.
Desse momento em diante, Chenille passou a andar de cabeça erguida.
A leitura me deu uma sensação de leveza e força que permaneceu comigo.