A história de James McMurphy, empresário petrolífero renomado que certo dia acorda transformado em albatroz, tornando-se irreconhecido pela esposa e pelos filhos, embarcando, então, numa jornada para encontrar o Velho Sábio, figura envolta em mistério, supostamente capaz de conversar com animais e forte candidato a ajudá-lo a recuperar família, fortuna e respeito dos pares, com quem arquiteta um plano para fazer riqueza auxiliados por Peter Leroy – ex-braço-direito, ex-amigo pessoal e gênio da matemática especialista em contagem de cartas -, de quem havia se afastado por uma briga e a quem agora precisa abrir o coração com o intuito de convencê-lo a um último trabalho: usar o dinheiro de um cassino para recuperar a Corporação McMurphy, ao mesmo tempo dando um jeito de voltar ao normal (ou ao menos mudar para um animal mais confortável); tudo isso em uma história comovente, eletrizante e, por que não dizer, repleta de reflexões acerca de identidade, direitos dos animais, proteção ao meio ambiente, o lado perverso da humanidade e a banalidade do mal, além de referências sutis a Kafka, Ovídio e Virginia Woolf (Spielberg)

– Chefe – disse Leroy, suando antes de entrar no cassino – acho que isso pode ser considerado trapaça. Mas vai que dá certo?
Diferente de todos os outros.
Olá, autor(a), tudo bem?
Apostou alto, hein? Criativo(a), você é, sem dúvida. Ou será apenas um(a) rebelde sem causa? Chamar a atenção foi o objetivo? Alcançou com louvor. Parabéns.
No entanto, devo analisar e avaliar o microconto em si. Quanto ao aspecto gramatical, está tudo bem. Nada escapou a sua revisão, mas eu colocaria uma vírgula após “Chefe”, já que é um vocativo. Você pode alegar que usou o travessão para isso… e eu posso até aceitar esse argumento. Alguém deve cismar com esse mesmo travessão e dizer que foi obra de IA… Ignore!
Em relação ao título, não vou me ater a essas questões técnicas. Fiquei cansada e confusa só de ler uma vez. Ousado, disruptivo, mas dentro das regras propostas pelo desafio.
Parabéns pela participação e boa sorte na classificação final.
Hilário, valeu por aproveitar as brechas do sistema. Me lembrou as histórias em quadrinho de Calvin e Hobbes. Se tivesse classificação por originalidade, teria nota 10.
A história funciona muito bem; mas ultrapassa o limite de palavras exigido.
Não Willian. A história não ultrapassa, são apenas 21 palavras. O título é grande. É uma brecha do sistema, por isso a maioria dos concursos inclui o título na contagem de palavras ou caracteres.