EntreContos

Detox Literário.

Um homem feliz (M. A. Thompson)

Chegariam mais tarde hoje. 

Há os que preferiram não arriscar.

Entre os que liam alguns resolveram ir mais cedo para casa.

“Cornélio morreu” estampava a capa de todos os jornais.

O mundo perdia mais um inconformado com a natureza promíscua da mulher.

A terra removida voltou e lacrou seu destino para sempre.

Jogaram pás de cal.

A esposa do primo agrediu a viúva enquanto o caixão era levado.

No velório uma confusão.

Não suportou a decepção e se matou.

Ao chegar em casa flagrou a esposa na cama com o primo.

Era um homem feliz.

177 comentários em “Um homem feliz (M. A. Thompson)

  1. iolandinhapinheiro
    2 de fevereiro de 2020

    Foi um dos meus micros preferidos, abraços e escreva sempre.

    • PauLINDO de Jesus
      2 de fevereiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. 🙂

  2. Daniel Reis
    1 de fevereiro de 2020

    Na primeira leitura, já saquei a ideia da leitura reversa e gostei. Inclusive, peço que você, autor, dê uma olhadinha no conto Irreversível, aqui no Entrecontos, no qual utilizei aproximadamente a mesma premissa, não com tanto humor. Parabéns e sucesso neste certame!

    • PauLINDO de Jesus
      1 de fevereiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero e pode ter certeza de que vou olhar sim, pois após essa experiência surgiu a vontade de me aventurar em um texto melhor estruturado, tornando mais atraente a história lida na ordem natural.

  3. Tom Lima
    1 de fevereiro de 2020

    Parece que o conto está de trás pra frente, o que gera um efeito interessante. O corno que se mata por desgosto, a cidade que prefere não saber. Mas o corno se chamar Cornélio tira o meu tesão. Parece aqueles nomes da Rowling, que já mostram as características do personagem. Fora isso, tem sua beleza.
    Abraços.

    • PauLINDO de Jesus
      1 de fevereiro de 2020

      Grato por seu comentário duplicado e sincero e peço desculpas se o nome-de-corno-clichê duplamente o desagradou, mas foi o que melhor encontrei para representar a categoria. A frase “Cornélio Morreu” é a minha preferida e quem sabe um dia não esteja em dois quadros no meu escritório. 🙂 🙂

  4. Tom Lima
    1 de fevereiro de 2020

    Parece que o conto está de trás pra frente, o que gera um efeito interessante. Me lembra um filme, Memento, se não me engano, onde o protagonista tem um problema de memória, e o filme é todo contado em cenas curtas que retrocedem cada vez mais no tempo.
    O corno que se mata por desgosto, a cidade que prefere não saber. Mas o corno se chamar Cornélio tira o meu tesão. Parece aqueles nomes da Rowling, que já mostram as características do personagem. Fora isso, tem sua beleza.
    Abraços.

    • PauLINDO de Jesus
      1 de fevereiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero e peço desculpas se o nome-de-corno-clichê desagradou, mas foi o que melhor encontrei para representar a categoria. A frase “Cornélio Morreu” é a minha preferida e quem sabe um dia não esteja em um quadro, no meu escritório. 🙂

  5. Ana Maria Monteiro
    1 de fevereiro de 2020

    Olá, Paulindo. Você escreveu essa história de trás para a frente sabendo que os comentários seriam abertos, imagino, pois de outra forma poucos iriam perceber. Ainda que possa ser lida nos dois sentidos, o natural (de início até ao fim) não tem grande lógica sequencial. O certo é que o segundo só arrebata pelo final (que é o início). Notei um cunho machista (você até pode ser mulher, as mulheres conseguem ser mais machistas que os homens, afinal são elas quem os educa) na frase da natureza promíscua da mulher, que tanto pode ser interpretada para aquela mulher, quanto para a mulher em sentido global. Teria apreciado mais se tem sido uma mulher a morrer após apanhar o marido na cama com a prima. Opinião minha e vale o que vale.Parabéns e boa sorte no desafio.

    • PauLINDO de Jesus
      1 de fevereiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero e embora não nos conheçamos saiba desde já que respeito muito a sua opinião. E realmente concordo que o comentário é machista, mas por outro lado a tal “natureza promíscua” no entendimento desse escriba se aplica a toda raça humana. No sentido da mistura, de ter mais de um parceiro durante a vida. A promiscuidade vem dessa interpretação pessoal. De que as pessoas se envolvem em várias relações no curso de suas vidas. Se são três por semana ou três por centenário, é detalhe. Claro que é uma visão particular, com a qual, acredito, a maioria não concorda.

      Em relação a decisão de experimentar o conto invertido sabendo que os comentários seriam abertos, não foi bem assim. Na verdade eu até preferiria os comentários fechados e as pessoas comentando no final: “Há! Dava para ler de baixo para cima também”. 🙂

  6. M. A. Thompson
    1 de fevereiro de 2020

    É um microconto que ousou no formato e deixou a desejar na execução. Melhor sorte da próxima vez.

    • PauLINDO de Jesus
      1 de fevereiro de 2020

      Tudo bem. Nos vemos no inferno.

  7. Gustavo Azure
    31 de janeiro de 2020

    A primeiro momento parece um pouco confuso, mas é possível montar um cenário de tudo que é narrado, até que chega no final as coisas ficam meio mal encaixadas. Pelo formato do texto, entendi que seria possível lê-lo em uma outra sequência, mas para mim não ficou claro qual seria. Soube nos comentários e li outra vez. A leitura inversa funciona muito mais que a leitura convencional. Talvez isso não seja muito positivo. Parabéns pela coragem em ousar, boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      1 de fevereiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. Como já respondi para outros comentaristas foi uma experiência e tende a melhorar. Nos vemos no inferno.

  8. Givago Domingues Thimoti
    30 de janeiro de 2020

    Olha, gostei do conto! Ousou, errou, quebrou a cara com alguns, mas foi feliz comigo. Talvez fosse bom tentar achar um jeito de contar essa história de tal jeito que de cima para baixo como debaixo para cima funcione.

    Lembrou-me da música Vacilão…

    Sabe qual é?

    Enfim, parabéns!!

    • PauLINDO de Jesus
      31 de janeiro de 2020

      Grato por seus comentários sinceros Dr. Givago. Espero fazer melhor da próxima vez.

  9. Gustavo Araujo
    29 de janeiro de 2020

    Graças aos comentários abertos ficou mais fácil entender a proposta. Funciona bem de baixo para cima, mas não de cima para baixo. Seria mais bacana se funcionasse tanto num sentido como no outro, só que com ideias diferentes, quem sabe antagônicas. De qualquer forma, é um trabalho criativo e, por que não dizer, corajoso, já que a leitura inicial não se mostra compreensível. Parabenizo o autor e desejo boa sorte no desafio.

    • PauLINDO de Jesus
      30 de janeiro de 2020

      Grato por seus comentários sinceros. Foi uma decisão tomada em cima da hora a partir de um conto pronto para ser enviado. É uma técnica que gostei e devo aprimorar e testar em outra ocasião, provavelmente não aqui para não sugerir a autoria.

  10. Andreza Araujo
    29 de janeiro de 2020

    A história parecia não fazer muito sentido numa primeira leitura, como se tivesse sido narrada de trás de pra frente até a gente entender o que houve de fato. A sacada genial do texto é exatamente isso, o modo de contar, pois tudo flui melhor se lido do final pro começo (a estrutura do conto ajudou bastante nisso!). Contudo, a história em si não cativa. Mas a forma de contar foi excelente, achei criativo. Boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      30 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. Confesso que gostei da história e concordo que a execução deixou a desejar. Quem sabe no próximo? 🙂

  11. Gio Gomes
    29 de janeiro de 2020

    Isso deve ter dado um trabalho… rsrs Achei muito bem feito, no sentido de engenhoso. Parabéns!

    • PauLINDO de Jesus
      30 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. Não deu tanto trabalho como aparenta, acho que conseguir identificar a técnica, mas nesse a execução foi bastante criticada. Nos vemos no próximo. 🙂

  12. Amanda Gomez
    28 de janeiro de 2020

    Olá,
    Realmente seria uma leitura se não fosse os comentários abertos. Estou no modo desespero de leitura então tempo pra essas análises e ler comentários não está na minha lista. Mas que bom que eu dei uma respirada e resolvi entender o que os outros haviam entendido rsrs
    O enredo é simples, um causo…uma.historia comum no mundo dos causos. O que muda tudo aqui é a forma, um artificio interessante, não é original mas sabendo usar fica muito bom, fisga o leitor mesmo que ele não queria.
    Parabéns pelo risco de um monte de comentários de ” não entendi nada” é agradeça ao primeiro que entendeu rsrs
    Boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      30 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. Se as duas histórias fossem executadas a perfeição, no final eu gostaria muito de rir da cara de quem só leu uma. 🙂

  13. Wallace Ferreira Anselmo
    28 de janeiro de 2020

    Quando li pela primeira vez achei misógino, porém ao ler de baixo para cima eu pude perceber a criatividade velada, eu achei um golpe de gênio sua escrita, eu nunca tinha pensado em escrever assim antes, Obrigado.

    • PauLINDO de Jesus
      30 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. Agora já pode pensar em experimentar esse tipo de texto também. 🙂

  14. Catarina Cunha
    28 de janeiro de 2020

    Uma tragédia do cotidiano contada em forma de manchetes de jornais.
    Elementos fundamentais do microconto:
    Técnica — ótima – exímio trabalho de controle de vocabulário e trama.
    Impacto — muito bom – 99% pela técnica.
    Trama — muito boa – ao inverter a ordem de leitura criou uma relação de causa e consequência subliminar. A inteligência está no aprimoramento da simplicidade.
    Objetividade — ótima – cada frase tem sua existência singular, indispensável e evolutiva.

    • PauLINDO de Jesus
      30 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero, nem sei se mereço tanto, mas você sabe o que fala. Bjs e boa sorte no Desafio. 🙂

  15. Sarah S Nascimento
    28 de janeiro de 2020

    Olá, seu microconto é difícil de compreender. Precisei reler alguns trechos para entender o sentido das palavras.
    Nas primeiras duas frases, não fica claro de quem o microconto está falando, de quem leu a notícia da morte do Cornélio, ou do próprio Cornélio. O trecho sobre a confusão no velório também é confuso.
    Por fim, a última afirmação diz respeito ao primo, ou ao Cornélio antes de encontrar a esposa traindo ele?
    São muitas questões e poucas respostas.
    Ainda assim, parabéns pelo esforço e pela tentativa.
    Não posso deixar de abrir um parênteses aqui, li alguns comentários de meus colegas e percebi qual era a maneira certa de ler o microconto.
    Não retiro o que eu disse antes, pois foram minhas impressões antes de saber o jeito correto de ler. Mas agora que entendi qual foi a sua proposta, bem original de sua parte. Só diria para tomar mais cuidado com isso.
    Talvez nem todos entendessem de imediato e isso te prejudicasse, mas é apenas minha opinião, por favor, não quero jamais criticar seu trabalho, boa sorte.

    • PauLINDO de Jesus
      30 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. Na verdade não há uma forma de ler. Acredito que todo texto deve ser lido como o leitor julgar melhor: de cima para baixo, de baixo para cima, da direita para esquerda, da esquerda para direita, aleatoriamente. Ninguém vai para o inferno por não respeitar a convenção da ordem da leitura ocidental. 🙂

  16. Fil Felix
    27 de janeiro de 2020

    Boa tarde! Numa primeira lida eu não entendi muita coisa e criei algumas interpretações, como visões de diferentes personagens em relação à traição. Depois, com a ajuda dos comentários, fui ler ao contrário e entendi que é uma história linear. Não sei se teve alguma intenção que não consegui entender pra ter feito a inversão, mas acho que ficaria mais prático se lido na ordem cronológica. Menos confusão e mais compreensão da ideia do conto, que retoma temas clássicos da nossa literatura, como a traição, os barracos familiares, o uso do jornal pra espalhar medo e notícias erradas, algo bem a lá Nelson Rodrigues, que abusou de tudo isso (e que curto muito).

    • PauLINDO de Jesus
      28 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. Por absoluta incompetência desse escriba a versão direta não ficou tão boa quanto a invertida. Eu deveria ter lido Clarice Lispector antes, mas no próximo melhora. (será?) kkkkkkk

  17. Cicero G Lopes
    27 de janeiro de 2020

    O truque aqui foi contar a história do fim para o começo. Grande sacada! O medo de uma traição parece ser uma paixão nacional!

    • PauLINDO de Jesus
      27 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero e acredito que Nelson Rodrigues concordaria com você. 🙂

  18. Raione LP
    26 de janeiro de 2020

    À primeira vista, não consegui encontrar justificativa (interna, orgânica, por assim dizer) para a opção de narrar a história ao avesso. Na primeira leitura, fiquei confuso, a estrutura parecia desconjuntada. Apenas a dupla menção ao primo sugeria a leitura no sentido inverso, mas acho que essa organização poderia muito bem ter passado despercebida (lendo apenas de cima pra baixo, seria possível, com boa vontade, supor a história de homem que, diante da morte do vulgo Cornélio, se sente feliz por não levar a sério demais a traição da esposa? — mesmo assim, pareceria uma narrativa canhestra demais). Concordo que se trata de um causo ou piada de corno, que funcionaria se contado de modo mais convencional (pra além do efeito cômico, o fato de que alguns chegariam mais tarde pra não arriscar é uma espécie de paradoxo da conduta humana que poderia receber um tratamento tchekhoviano, por exemplo).

    • PauLINDO de Jesus
      26 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. Embora eu não tenha sequer pensando nesse tratamento tchekhoviano foi exatamente o que tentei fazer ao expor a diversidade do comportamento humano quando exposto a mesma situação.

  19. Bia Machado
    25 de janeiro de 2020

    Olá, tudo bem? De cima para baixo não vi sentido, já que primeiro jogam a pá de cal, depois vem o velório? Se não fosse a ajuda dos comentários, talvez eu não tivesse entendido lhufas, nem pensado em ler de traz para a frente, aliás… Achei o conto escrito em um ritmo “rápido”, como se o narrador estivesse contando a coisa toda correndo. Boa sorte e obrigada.

    • PauLINDO de Jesus
      26 de janeiro de 2020

      Pior que narrou correndo mesmo, afinal, precisa dizer tudo em poucas palavras. Fica com Deux.

    • Bia Machado
      29 de janeiro de 2020

      Corrigindo: ler de trás para a frente.

    • Bia Machado
      29 de janeiro de 2020

      Corrigindo: de trás para frente.

      • Bia Machado
        29 de janeiro de 2020

        Pode apagar um desses, por favor.

  20. Vanilla
    25 de janeiro de 2020

    Esse texto lido em ambos os lados foi muito legal de ler. De verdade, eu gostei muito do jeito que a história é contada e há uma fluidez diferente que me cativa. Tome um pouco de cuidado com as frases que utiliza porque, um microconto já é cauteloso com todas as suas palavras, o seu texto em formato quase poético tem uma preocupação com isso ainda mais forte. Mesmo assim, gostei muito de ler, foi uma bela experiência, parabéns!

    • PauLINDO de Jesus
      26 de janeiro de 2020

      Não ficou claro se “esse cuidado com as palavras” ao qual se refere tem a ver com o politicamente incorreto do texto, mas se for, lamento, pois, como já respondi a outro dublê de censor, minhas personagens serão quem elas quiserem ser, não refletindo necessariamente o posicionamento do autor.

  21. Eder Capobianco
    25 de janeiro de 2020

    Sei lá………..”O mundo perdia mais um inconformado com a natureza promíscua da mulher.” me causou um certo repúdio para com o narrador, que não conseguiu se reverter com nenhum tipo de leitura………..não vou adentrar a seara dos significados e possíveis leituras da frase, que acabou com qualquer vestígio de simpatia ou tom cômico e satírico que se formava………..

    • PauLINDO de Jesus
      26 de janeiro de 2020

      O que causou um certo repúdio é esta tentativa infantil de censurar minha personagem. Podem fazer pressão, mas meus personagens sempre serão quem eles quiserem: machistas, racistas, nazistas, homofóbicos e o escambau, o que não necessariamente retrata a posição do autor. Em relação a natureza promíscua, a raça humana é promíscua por natureza, não é só a mulher não. Deve estar confundindo promiscuidade com desonestidade ou algo do tipo. Muito preconceituoso este seu comentário.

      • Eder Capobianco
        26 de janeiro de 2020

        Censura não, pode publicar, concorrer, sem problemas…………sim, seus personagens são o que você quiser e não necessariamente retratam a posição do autor…………não vi nada de preconceituoso no meu comentário…………não entendi porque confundiria promiscuidade com desonestidade………..continuo achando que a frase foi mal colocada e desnecessária………….

  22. Ana Carolina Machado
    24 de janeiro de 2020

    Oiiii. Um microconto sobre uma traição em que o desgosto resultou em morte. É interessante como o texto dá para ser lido de baixo para frente assim como no sentido normal. É interessante também como antes de saber ele era um homem feliz, o que deixa subentendido que se ele não tivesse sabido ainda estaria vivo. Parabéns pelo texto e boa sorte no desafio!

    • PauLINDO de Jesus
      26 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. Esta foi minha primeira incursão em um conto invertido. Farei melhor da próxima vez.

  23. Thata Pereira
    24 de janeiro de 2020

    Achei a ideia ousada. A decepção ao ler o final do conto foi grande, mas bati o olho em um comentário que disse para ler de trás para frente. Funcionou, o conto ganhou forma e sentido. Ficou até bastante interessante. Só queria que o sentido normal também fizesse sentido, para que o impacto negativo não ocorresse.

    Boa sorte!!

    • PauLINDO de Jesus
      26 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. Esta foi minha primeira incursão em um conto invertido. Farei melhor da próxima vez.

  24. Marília Marques Ramos
    24 de janeiro de 2020

    Falta conexão entre as frases e uma possível sinalização de que o texto deveria ser lido de baixo para cima. Procure o texto neste estilo da Lispector. Boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      24 de janeiro de 2020

      Ou você é o usuário lialaz ou você o plagiou descaradamente. kkkkk

  25. lialaz
    23 de janeiro de 2020

    Faltou conectar melhor as ideias. Li 2 vezes e depois li de forma inversa, então melhorou um pouco. Tente ler o texto inverso da Clarice Lispector, pode te inspirar! Boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      24 de janeiro de 2020

      Olá lialaz. Eu tinha certeza de que alguém já havia escrito um texto que pudesse ser lido nas duas direções, só não sabia que era a Clarice. Grato pela indicação.

  26. Andrei Oliveira
    22 de janeiro de 2020

    No fim é uma piada de corno, se contarmos que o gatilho cômico usual de uma piada foi substituído por um enigma na forma – que mais se adequa a um poema – do “conto”. Poderia ser facilmente algo que um senhor de meia idade (vulgo Boomer) compartilharia em um bem conhecido aplicativo de mensagens.
    Não digo que não gostei, achei até divertido, mas se levarmos em conta o quão o tema já foi malhado e tolhido chegamos à conclusão de que apesar da originalidade da forma, não a algo mais batido do que a ideia do “lavou tá novo”.

    • PauLINDO de Jesus
      23 de janeiro de 2020

      Discordo, pois Nelson Rodrigues se cria em cima desse tema até hoje. Além do mais trago o mérito da questão filosófica entre saber ou não saber, eis a questão. Grato por seu comentário sincero.

  27. Pedro Gomes
    22 de janeiro de 2020

    Não funciona. Talvez seja original – ou não – mas é apenas um enigma sem propósito.

    • PauLINDO de Jesus
      23 de janeiro de 2020

      Sem propósito é seu comentário que veio do nada e vai para lugar nenhum. Entre os que participei este foi o Entrecontos com o maior número de comentários. Isso deveria ser bom, mas infelizmente a qualidade deixou muito a desejar, pois a maioria nada acrescentou a obra ou a escrita do autor; resumem-se a “gostei” e “não gostei” com análises rasas ou teses descabidas.
      Não que se esperasse análises fundamentadas e profissionais, mas o mínimo de pistas que oriente sobre o que podemos fazer para melhorar. Olhar o branco e dizer “não gostei” só porque é branco é um comentário inócuo. Não vale a o tempo da leitura. A verdadeira contribuição aparece quando o “não gostei” vem acompanhado de “por que suja muito”.
      O seu comentário por exemplo, você o considera útil ou perdi meu tempo lendo o que você escreveu?
      Não precisa responder, é uma pergunta retórica.
      Talvez a quantidade de comentários que os participantes tenham que fazer os leve a comentar de qualquer jeito para que possam ir para o próximo e acabar logo com isso.
      De qualquer forma agradeço seu tempo por ter lido meu conto. E se houver algo útil que possa aproveitar, certamente eu o farei.
      Encerro esta réplica desejando a mim mesmo melhor sorte (com os comentaristas) da próxima vez.
      Fica com Deux. Nos vemos no inferno. 🙂

  28. Davenir Viganon
    21 de janeiro de 2020

    Conto sobre traição que só faz sentido se lido do fim ao início. O conto podia ser fantástico se fizesse sentido nas duas mãos, mas como só faz sentido invertido e para agravar, não tem nenhuma pista no conto acabou ficando enigmático demais.

    • PauLINDO de Jesus
      23 de janeiro de 2020

      Não creio que você acharia o conto “fantástico” se fizesse sentido nas duas mãos. Me cheira a falácia, até porque faz sentido nas duas mãos sim, quem não conseguir ler, paciência.

  29. Anderson Góes
    21 de janeiro de 2020

    Apesar de não entender o final lendo de forma linear, ao reler invertido fez todo o sentido e achei tão criativo e divertido que fiquei pensando como não tive uma ideia tão boa como a sua?! Parabéns mano…

    • PauLINDO de Jesus
      23 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero.

  30. Rubem Cabral
    21 de janeiro de 2020

    Olá, Paulindo.

    Então, achei interessante a estrutura do conto, feito de frases soltas. Há um tantinho por acertar, feito em “No velório uma confusão”. A ilustração ficou muito boa!

    Boa sorte no desafio!

    • PauLINDO de Jesus
      23 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero. Em relação a frase destacada, você preferia uma vírgula ali? Eu preferi não.

  31. Rodrigo Fernando Salomone
    21 de janeiro de 2020

    Cara, adorei a estrutura do seu conto, mas confesso que, como a maioria aqui, só descobri depois de ver os comentários, Também achei que o Cornélio não deveria se matar por tão pouco, kkkk. Parabéns e boa sorte.

    • PauLINDO de Jesus
      23 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero.

  32. Marisa Déa
    21 de janeiro de 2020

    Bem estruturado enquanto conto, mas lembrou-me das histórias desses programas de televisão que só colhem desgraças para trazer ao público.
    Desculpe, não me agradou. Faltou sutileza, no meu entender.

    • PauLINDO de Jesus
      23 de janeiro de 2020

      Sei não, parece que você tem algum problema com gente traída. Aceita que dói menos. Grato por seu comentário sincero.

  33. Matheus Pacheco
    20 de janeiro de 2020

    História da vida de muita gente, talvez até da minha… mas eu espero que não. Eu achei muito legal o conto, talvez seja errado eu falar isso mas, ligeiramente humorado e dialoga com muita gente (kkkk).
    Um ótimo conto.
    Um abraço.

    • PauLINDO de Jesus
      23 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero.

  34. Neuceli Silva
    20 de janeiro de 2020

    A literatura é isso: dar liberdade às palavras. Isso você o fez com maestria. Gostei do seu conto. Para mim, o texto precisa surpreender e o seu, atingiu o objetivo.

    • PauLINDO de Jesus
      23 de janeiro de 2020

      Grato por seu comentário sincero.

  35. Rozemar Messias
    20 de janeiro de 2020

    Gostei da proposta inversa, o conto é criativo e inovador. O tema é tratado com humor e as frases curtas, deixam espaço para interpretações. Parabens!

    • PauLINDO de Jesus
      21 de janeiro de 2020

      Muito agradecido. Meu Ego então, ficou enorme, assustador até. kkkkk Bjs. Fica com Deux.

  36. Vitor De Lerbo
    20 de janeiro de 2020

    A ideia foi boa e arrojada – ponto pela coragem ao fazer isso num desafio em que a maioria dos leitores/autores espera captar tudo o que o conto oferece à primeira ou segunda leitura.
    Porém, o conto na ordem de cima pra baixo ficou confusa mesmo – o que não é de todo mal, já que cada microconto se propõe a contar uma história, e o seu realiza isso, de baixo pra cima. Mas divulgar o seu intuito de que deveriam haver duas histórias pode ter diminuído suas chances de uma boa colocação.
    De qualquer forma, parece ter havido mais atenção à forma do que ao conteúdo; a história em si, mesmo a de baixo pra cima, é um pouco atropelada; em poucas linhas temos adultério, suicídio, velório, briga e enterro, o que não nos dá tempo de saborear cada um dos fatos.
    Valeu xará, boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      21 de janeiro de 2020

      Atropelou mesmo, hein? Vou perder pontos na carteira. 😦 Fica com Deux. 🙂 kkkkk

  37. Áureo Poente
    20 de janeiro de 2020

    Acho que não sou tão inteligente quanto gostaria de pensar que sou, ou como alguns participantes se julgam (a julgar pelos seus comentários depreciativos que fazem nos micro contos dos outros), mas precisei ler os comentários para saber que se tratava de um texto invertido. Apesar de não entender o final lendo de forma linear, ao reler invertido fez todo o sentido e achei tão criativo e ao mesmo tempo que fui transportado para algo que me lembrou o humor cearense e politicamente incorreto deles, gostei imensamente do seu micro conto… Parabéns e desculpe do desabafo sobre os “grandes escritores” aqui presentes e seus comentários!

    • PauLINDO de Jesus
      21 de janeiro de 2020

      Tamô junto irmão. E você vai pro céu. Eu queria ir também, mas não tem mais vaga. kkkkk Abçs.

  38. Vil Verdict
    20 de janeiro de 2020

    Atrevida sua proposta de leitura. E, daí, para o perigoso, é um pulo, amigo. A estrutura textual leva a uma apreensão de busca de sentido que acaba roubando o prazer do texto, ao meu ver. A ideia do conto é boa. Mas merecia uma narrativa (ousada, sim, por que não?) casadinha com a ideia.

    • PauLINDO de Jesus
      21 de janeiro de 2020

      Faltou ousadia é? Talkey. kkkkkk

  39. Augusto Schroeder Brock
    20 de janeiro de 2020

    Olá!
    Artimanhas de escrita são arriscadas, e geralmente ficam melhores quando utilizadas com algum objetivo narrativo. Neste caso não compreendi o porquê de só inverter a ordem do texto. A ideia de ambiguidade é muito legal, porém difícil, pois precisa ser muito trabalhada. Confesso que não funcionou comigo o texto invertido. Mas tanto pelo seu pseudônimo como pela ideia de trazer uma história popular e bem humorada, deixo meus parabéns.

    • PauLINDO de Jesus
      21 de janeiro de 2020

      Não funcionou contigo não é? Tá ok então. Grato pelos elogios. kkkkkk

  40. Pedro Paulo
    20 de janeiro de 2020

    Felizmente, os comentários são abertos, pois aí entendi o recurso da escrita inversa, pois as primeiras linhas ainda deixam a leitura mais ou menos coerente. É quando chega a figura do primo que as coisas ficam confusas. E, portanto, é aí que o leitor começa a se questionar o que está ocorrendo e ou é esperto o suficiente para sacar a pretensão do autor, ou recorre aos comentários, como eu. Desta feita, posso dizer que o experimento é interessante, mas que não produz um efeito maior do que uma leve surpresa, a se desdobrar em uma releitura um pouco impaciente ou em congratulações ao autor. Abstenho-me de dizer qual foi minha reação. O que avalio como principal método do conto não é a sua forma, mas o talento ao construir uma história coesa a partir de frases, com desdobramentos lógicos entre uma e outra, o microconto sempre em curso, claro o contraste entre o início o fim: era um homem feliz até não ser mais homem nenhum.

    Boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      21 de janeiro de 2020

      Fala Paulo, meu xará. Quem bom que gostou. No próximo espero fazer melhor. Fica com Deux. kkkkkk

    • PauLINDO de Jesus
      21 de janeiro de 2020

      Oi Pedro. Obrigado por seus sinceros comentários. Espero poder usá-los em um próximo desafio.

  41. Maria Alice Zocchio
    20 de janeiro de 2020

    Concordo com os comentários que falam sobre frases soltas. Só fui compreender quando li do fim para o começo. É curioso, mas parece mais um enigma do que um conto.

    • PauLINDO de Jesus
      21 de janeiro de 2020

      Amplie sua percepção minha xará. Tem um conto dentro do conto, ok? O inferno nos espera. Fica com Deux. kkkkkkk

  42. Fabio D'Oliveira
    20 de janeiro de 2020

    Olá, Paulindo!

    Vou ser sincero: o conto não me pareceu tão bem trabalhado quanto você acredita que ficou. Na leitura normal, de cima pra baixo, não faz muito sentido, parece, inclusive, que algumas frases estão soltas. A história realmente acontece na leitura invertida.

    Não são dois contos. É um conto invertido.

    Se fossem dois contos de fato, que talvez se complementassem, seria algo bem legal.

    Outra coisa que me incomodou foi a falta de pistas de que o conto era invertido. Tive que ler umas três vezes para entender que a história acontecia no sentido contrário. Poderia até ser no pseudônimo, como “Invertido”, ou colocar um trecho indicando algo como: “Muitas coisas só fazem sentido quando vemos de trás pra frente”. Nota-se claramente que seu microconto sairia muito prejudicado se não fossem os comentários abertos, pois muitos perceberam somente depois de ler as análises alheias.

    O tema também não cativa, infelizmente. Muito desgastado.

    Enfim, é isso aí!

    Parabéns pela ousadia e boa sorte no desafio!

    • PauLINDO de Jesus
      21 de janeiro de 2020

      Fala Fabio. Qual é a boa? Não sei de onde você tirou a ideia de que eu achei o conto tão bem trabalhado. kkkkk Na verdade foi minha primeira incursão nesse formato e estou adorando ver onde isso vai dar. kkkk Fica com Deux meu xará, nos vemos no inferno. kkkkk

      • Fabio D'Oliveira
        21 de janeiro de 2020

        Aproveita a experiência e faça certo da próxima vez, gente boa!

    • PauLINDO de Jesus
      21 de janeiro de 2020

      Sei se consigo fazer certo não. kkkkk É mais fácil fazer errado. Vou deixar para você fazer certo, deixa eu errado mesmo que é assim que eu gosto. kkkkk

      • Fabio D'Oliveira
        21 de janeiro de 2020

        Ih, tá falando com a pessoa errada, xará, haha.

  43. Fheluany Nogueira
    20 de janeiro de 2020

    Traição e morte é um bom tema. Leitura inversa é um bom recurso. O texto conseguiu bastante atenção. A simplicidade é só aparente, tem muito trabalho aí. A surpresa final, da leitura de trás para frente, a meu ver, esclarece demais, não deixa espaço para a imaginação do leitor. Parabéns pela participação! Sucesso. Abraço.

    • PauLINDO de Jesus
      21 de janeiro de 2020

      E aí Fheluany? Espero ter pronunciado seu nome corretamente. kkkkkk Foi minha primeira experiência com texto invertido. Que bom que gostou e obrigado pela parabenização. O céu te espera, pena que eu não vou. kkkkk Bjs.

  44. Fernanda Caleffi Barbetta
    20 de janeiro de 2020

    Olá, Paulindo, muito criativo o pseudônimo rsrs. Achei a ideia de colocar o conto de trás para frente interessante, nunca tinha lido um assim e só percebi na terceira lida. O problema é que para ter efeito realmente interessante, a história de frente para trás também deveria fazer sentido, o que, para mim, não fez. Na ordem natural ficou confuso, frases soltas. Gostei do final ou seria o começo?…na dúvida, melhor chegar mais tarde em casa kkkk, ótimo isso. Boa sorte no desafio.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Fernanda. Minha xará. LINDO é por parte de mãe. kkkkk Eu realmente queria ter conseguido fazer as duas histórias serem fluídas, mas por outro lado, se não fosse por minha incompetência com a primeira, talvez ninguém procurasse a segunda. kkkkk Fica com Deux. Nos vemos no inferno. kkkk Bjs.

  45. Claudio Alves
    20 de janeiro de 2020

    Bem criativo o estilo empregado para contar a história do homem que era feliz e não sabia, ou melhor, porque não sabia. Boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Obrigado Claudio, meu xará. kkkkk Nos vemos no inferno.

  46. Angelo Rodrigues
    20 de janeiro de 2020

    Caro autor, no desafio “Experimental”, vimos esse tipo de construção em algumas oportunidades. Não tenho nada contra que textos sejam escritos assim ou assado, mas não tenho grande interesse quando o autor busca privilegiar a forma e essa tende a prejudicar o conteúdo.
    Para construção de textos enrola-desenrola, como este, há a imediata necessidade de que se construa a partir de frases não recursivas, onde ideias não derivam em direção a outras ideias, mas se fecham na necessidade de se submeterem mais à construção arquitetônica do texto que à ideia literária.
    Fico imaginando o porquê de não se pegar a ideia, a simples ideia, e transformá-la em um texto corrente, de imediata compreensão.
    Bem, mas isso é somente uma consideração pessoal.
    Boa sorte.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Angelo. Meu xará. kkkkk O Entrecontos é ótimo para o experimentalismo, mas infelizmente nesta primeira tentativa o conto subindo ficou melhor que outro. Fica com Deux. kkkk Nos vemos no inferno. Grato pelos comentários pertinentes.

  47. Evandro Furtado
    20 de janeiro de 2020

    Sem dúvidas a ideia do conto duplo é genial. De certa forma, o(a) autor(a) entrega dois contos em um, o que magnifica sua avaliação. Confesso no entanto, que lendo o conto de cima para baixo, há um sentimento de não continuidade que afeta um pouco a transição para a segunda leitura de baixo para cima.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Evandro. Meu xará. kkkkk Eu tentei fazer os dois contos serem perfeitos, mas PER feito só de US. Fica com Deux. kkkk

  48. Alice Castro
    20 de janeiro de 2020

    Curti demais ao ler os comentários e descobrir o sentido do conto ser inversos… parabéns!

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Alice. Que bom que gostou. Domingo que vem tem mais. Um beijo do gordo. kkkkkk

  49. Jowilton Amaral da Costa
    20 de janeiro de 2020

    Na leitura óbvia, de cima para baixo, o conto é um emaranhado de frases que pouco ou nada se conectam. De baixo para cima é que a história faz sentido. Mas só descobri isso lendo os comentários. Achei arriscado pra caramba criar um micro conto desta forma, e foi o que rendeu algum valor ao texto, porque a história em si é bem clichê. Boa sorte no desafio.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Jowilton. O que eu queria mesmo era chegar mais cedo em casa. Na verdade o que eu queria mesmo era que as duas histórias fizessem sentido e embora me iluda achando que a primeira teve algum, pelo seu comentário parece que não. kkkkkk Seu estraga prazeres. Nos vemos no inferno, viu? kkkkk Fica com Deux.

  50. Fernando Cyrino
    20 de janeiro de 2020

    Ei, Paulindo de Jesus, Confesso que achei bem estranho falar com um cara com este nome, bem como também senti dificuldades com o nome do nosso herói: Cornélio é batido demais. Sim, achei que um conto numa estrutura bacana, experimental e como vamos pelo lado óbvio de ler do começo para o fim, a gente se sente enganado. Na verdade, o corno é o leitor… Só que eu acho que não deveria cair na obviedade de um Cornélio nessa nossa cultura brasileira onde ele é usado diariamente. Bem, mas se trata apenas de uma opinião (eita, mas não é que eu estou aqui exatamente para dar a minha opinião, para fazer a minha avaliação?). Achei muito bacana e mesmo bem criativa a construção da sua história com as duas entradas dentro dela e me enganando. Ficou mesmo, no meu modo de pensar, mais interessante quando lida do final para o início. Bacana isto. Você demonstra possuir domínio do idioma, tem uma boa afinidade com a língua portuguesa, legal também isto. A saída pelo humor nesses casos é sempre rica, mas lhe conto, Paulindo, que, mesmo gostando bastante da sua narrativa, eu senti falta de algo (ainda) mais intenso, mais forte na história e que me pegasse verdadeiramente pelo braço e me abraçasse ao texto. Parabéns, amigo, pela sua criatividade e conto, mas Cornélio está muito batido e Paulindo não funcionou (pelo menos) pra mim. Abraços de paz.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Fernando. PauLINDO é porque minha mãe queria que meu nome fosse Lindalvo e meu pai queria que eu chamasse Paulo, então juntaram tudo e deu no que deu. Jesus é o nome do pedreiro que fez nossa casa. kkkkk Fica com Deux. Obrigado pelos comentários, só incentivam.

  51. Marco Aurélio Saraiva
    20 de janeiro de 2020

    Entendi o objetivo mas achei o conto “meia boca”. É difícil criticar um microconto, não é? Tão pouco material para se trabalhar. Então o que eu tento levar em conta é: fez-me sorrir? Fez-me pensar? Surpreendeu-me? Fez-me sentir alguma coisa diferente?

    Pensando desta forma, este conto foi só uma leitura no dia. Não é ruim, não é bom.

    Escrita: Boa.

    Conto: Médio.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Marco Aurélio. kkkkk Você quer rir da desgraça dos outros é? Faz isso não. Fica com Deux você também. Nos vemos no inferno. kkkkk

  52. drshadowshow
    20 de janeiro de 2020

    Só entendei a brincadeira depois de ler os comentários. Irreverente. A questão da infidelidade é mais fácil de digerir quando levada para o humor. Interessante.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala drshadowshow. O legal é que ele levou tanto na brincadeira que se suicidou. kkkkk Sem falar na briga no cemitério. Esse povo gosta de brincar, hein!? kkkkkkk Nos vemos no inferno. Fica com Deux. 🙂

  53. Sabrina Dalbelo
    19 de janeiro de 2020

    Olá!
    A ideia é muito boa, tanto a história como a estratégia de escrever um conto cujo sentido está do fim para o início.
    Sei que não é uma regra, mas para mim teria muito mais efeito se o conto fizesse mais sentido do início para o fim também.
    Quanto à história em si, ele tem um humor ácido em boa dose e o nome do peronagem traído, piegas intencionalmente, cai bem.
    Um abraço!

    Obs.: a flexão do verbo ler nessa frase: “Entre os que liam alguns resolveram ir mais cedo para casa.” talvez tenha um sentido que tu não quisesse.
    Será que não seria: “Entre os que leram alguns resolveram ir mais cedo para casa.” ?

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Sabrina. Mesmo nome da minha prima, que é bruxa. kkkkkk Fiquei com essa dúvida de flexionar no perfeito ou no imperfeito. Com sua dica soaria melhor sim. Fica para a revisão. kkkkk Fica com Deux, Nos vermos no inferno. Bjs. kkkkkk

      • Sabrina Dalbelo
        20 de janeiro de 2020

        Kkkkkk
        Adorei!

  54. Rafael Carvalho
    19 de janeiro de 2020

    De início achei o texto confuso, lendo os comentários entendi a proposta de ler o texto do fim para o meio também. Gostei mais da ideia em si do que da execução dela do texto. Talvez seja por não estar acostumado com essa estrutura, se não fosse pelos comentários deixaria o conto sem perceber o principal fator inerente a ele. Talvez você devesse deixar o texto principal – entenda aqui o de cima para baixo – um pouco mais claro.
    Boa sorte aí, abraço

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Grato Rafael. E como eu poderia deixar o texto “principal” mais claro??? Ajuda aí, ô! kkkkkk Nos vemos no inferno. Fica com Deux. 😉

  55. Jorge Miranda
    19 de janeiro de 2020

    Muito interessante você ter escrito um texto que pode ser lido de baixo para cima. Ao ler percebi na hora a disposição texto (havia lido ago assim uma vez). O texto tem algo de divertido, mas confesso que não gostei do trecho “natureza promíscua da mulher”. Boa sorte no desafio.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Jorge. Meu xará. A personagem quis escrever isso, o que eu posso fazer? kkkkkk Nos vemos no inferno. Fique com Deux. kkkkkk

  56. Angela Cristina
    19 de janeiro de 2020

    Olá!
    Inicialmente, achei o texto confuso, principalmente da metade para o fim. Infelizmente, só percebi a brincadeira após a leitura dos comentários. Boa ideia.
    Achei o uso da expressão “pá de cal”, muito boa, possibilitando a compreensão nos dois sentidos, e muito ruim o uso da palavra promíscua, considerando que a traição só ocorreu só por culpa da mulher.
    Parabéns pela proposta.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      E aí Angela? Que bom que entendeu o conto, mas te garanto que são dois. Quanto a traição, teve uma mulher traída também, não é? Só que foi mais esperta e não se matou. kkkkkk Fica com Deux.

  57. Nelson Freiria
    19 de janeiro de 2020

    A maneira de estruturar foi o melhor característica do micro conto, que também consegue trazer humor dentro de um tema tão batido. Eu não levo em consideração a imagem para a votação, mas tenho que dizer que ela não podia ter sido melhor selecionada, apesar de ser extremamente reveladora do enredo (além de revelar que Cornélio é do Espírito Santo).
    Acredito que dava para fazer o micro conto ter o mesmo efeito sem a tal da “natureza promíscua da mulher”, que na minha opinião não acrescentou muita coisa a história.
    O encerramento (ou seria início?) ficou muito bom, pois sai daquele caso individual e passa a abranger todos os cornos.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Grato por suas palavras Nelson. A frase mais criticada do conto saiu da personagem. Tenho nada a ver com isso não, embora concorde que somos todos promíscuos. kkkk Fica com Deux.

  58. Elisa Ribeiro
    19 de janeiro de 2020

    Micro dois em um. Mas só o de ponta-cabeça funcionou comigo. Li umas três vezes com estranheza, na quarta li de baixo para cima e entendi a história. O grande mérito aqui está nessa brincadeira com a linguagem. Gostei da imagem. Parabéns! Abraço.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Obrigado Elisa. Foi o primeiro nesse estilo, quem sabe consigo acertar a mão no próximo? 😉 Fica com Deux.

  59. brunafrancielle
    19 de janeiro de 2020

    Até entendi o que vc quis fazer, mas acho que não teve sucesso.
    De baixo pra cima até faz sentido.
    Mas o mesmo não ocorre de cima pra baixo. Nem forçando muito. Na minha opinião, precisa reformular isto. Não é algo fácil de dar certo.
    A ideia foi legal, mas a execução deixou a desejar, infelizmente.
    Gostei da imagem do conto.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      E aí brunafrancielle? Como é que resolve isso então? kkkkkk O inferno manda lembranças. Fica com Deux. Bjs. kkkkkk

  60. Emanuel Maurin
    19 de janeiro de 2020

    Interessante sua trama, principalmente porque pode ler debaixo para cima. É bem contada e engraçada, parabéns.
    Gostei.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      É isso mesmo daí. kkkk

  61. jetonon
    19 de janeiro de 2020

    Histórias de cormo são bem engraçadas. Diria até que se o escritor utilizasse de versos em cordel seria muito mais interessante. O mais legal é que estão presentes nos dias atuais como nunca. Lá nas suas origens era ato de estrebuchar, mas aqui é até engraçado. Vejam o cara até gostou? Talvez o primo tenha ficado com a parte ruim.
    Parabéns!

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala jetonon. Como estão as coisas por aí? Cordel é para cordelista. kkkkk

  62. Fabio
    19 de janeiro de 2020

    Por que optou pela escrita com frases que lembram a leitura de um poema? Foi intencional?
    Bom, o fato é que não ficou claro se tivemos vários mortos no mesmo texto.

    Boa Sorte no desafio

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      E aí Fabio? Na boa? Grato pelos comentários. Você é que decide quantos morreram e ainda vão morrer. kkkkkk O texto é do autor, mas a imaginação é de quem lê. Fica com Deux. Nos vemos no inferno. kkkkkk

  63. Carlos Vieira
    19 de janeiro de 2020

    Ei, o que a minha identidade está fazendo aí? Kkk. Originalidade na exposição da narrativa. Frases curtas, penso até que poderiam ser chamadas (ou highlights) independentes, até na ordem de exposição, de um jornal. O sujeito de que falam aparece como um objeto de exposição, sem ter inclusive muita voz para expressar seu real sentimento. Ao final, ainda taxado, sem muita preocupação, como um homem feliz.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Feliz é o homem que sabe quando tem que chegar mais tarde em casa. kkkk Fica com Deux. Nos vemos no inferno depois. 🙂

  64. Regina Ruth Rincon Caires
    19 de janeiro de 2020

    Rapaz, que pseudônimo danado! Você sabe que se eu atendesse este cabra num serviço público, pode acreditar que eu cairia na gargalhada ao ler o nome dele. É muito sinistro!

    Quanto ao texto, é um trabalho primoroso na sua construção. Escrita que pode ser lida do início ao fim e vice-versa, não é trabalho simples. Exige muito cuidado, muita técnica.

    “A natureza promíscua da mulher” – quero comentar aqui que este não é o pensamento do autor. Isto foi colocado para alicerçar a descrição dos princípios, dos valores carregados pelo marido. Cornélio comete suicídio exatamente porque acredita que o comportamento da esposa tem natureza promíscua. Se não pensasse assim, não se mataria. Esta frase colocada no texto não é reprovável, é o pensamento do suicida que está sendo mostrado, apenas mostra a realidade do sentimento do Cornélio: “O mundo perdia mais um INCONFORMADO COM A NATUREZA PROMÍSCUA DA MULHER.”. E quantas pessoas pensam assim. Ainda vai levar um bom tempo para que tudo mude. Até mesmo em relação ao homem…

    Parabéns, Paulindo de Jesus! (misericórdia…)

    Boa sorte no desafio!

    Abraços…

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Que satisfação ler os comentários da nossa querida Regina. Obrigado de coração. Eu só não sabia que ao decidir trocar o h pelo d no pseudônimo iria causar tanta frisson. kkkkk Quanto a frase mais criticada do texto a personagem pensa exatamente assim, já o autor (ou seria autora? 😉 ) acha que promíscua é a raça humana inteira. kkkkkk

  65. Andre Brizola
    19 de janeiro de 2020

    Olá, de Jesus! Vale participar com dois contos? Devo analisar qual dos dois? O que começa em cima? Vou considerar a forma mais lógica e vir de baixo para cima. O primeiro ponto é se arriscar demais com uma frase contendo “natureza promíscua da mulher”. Sei (ou espero) que a intenção não é ofender, ainda mais em um conto de 99 palavras; mas também sei que isso pode ofender. Não sei se eu teria ido nessa direção. O formato escolhido é o grande chamariz aqui. Nos força a ler e reler o conto diversas vezes antes de encontrar o real sentido. O lance é que depois de passar dessa fase, não encontrei no enredo algo tão interessante. É como um presente daquelas com várias caixas dentro de outras caixas, sabe? Só que quando abrimos a última caixa o presente é um par de meias. Perdão por não ter gostado. É isso! Boa sorte no desafio!

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      E aí André? Como vai a Neuzinha? Manda um abraço meu para ela. Então você achou meu conta Matryoshka, que na última boneca não tem nada? kkkkk A gente se vê no inferno. Fica com Deux. kkkkk

  66. Fabiano Sorbara
    19 de janeiro de 2020

    Olá, Paulinho! Um micro de tragédia e comédia lado a lado. A narrativa é gostosa de se ler. Ele é simples, mas funciona como texto. O que me desagradou foi a expressão “a natureza promíscua da mulher”, hoje já não cabe pensar que a mulher realizar seus desejos e fantasia é ser promíscua.
    Desejo boa sorte no desafio. Abraços.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Fabiano. Na boa? Então, a personagem quis expressar essa frase né? O que eu poderia fazer? Censurá-lo? kkkkk

  67. Luiz Eduardo Domingues
    19 de janeiro de 2020

    Acho que o grande mérito do conto é a maneira como ele foi escrita, com a possibilidade de se inverter a leitura, algo muito criativo. Quanto à história em si, de fato não apresenta nada de novo, e não é das minhas temáticas favoritas. Ainda assim, parabéns!

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      E aí Luiz? Nelson Rodrigues não gostou de saber que você também não gosta da obra dele. kkkkk Grato pelas palavras. Fica com Deux. 😉

  68. Paulo Luís
    19 de janeiro de 2020

    Um conto tragicômico? Mais para o cômico que para o trágico. Apesar desta fórmula de desenvolver uma narrativa com sentidos opostos, ou como no caso deste conto, onde o resultado é o mesmo, não seja inusitado, mas é sempre interessante e prazeroso de se ler. O desfecho com sua sutileza cômica enriqueceu ainda mais a historinha muito bem armada.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      E aí Paulo? Somos quase parentes né? Pelo menos pelo prefixo do nome. kkkkk Grato pelas palavras. Fica com Deus.

  69. Luiza Moura
    19 de janeiro de 2020

    Gostei da escolha da imagem (ri bastante antes mesmo de ler o texto)! Achei divertido também o texto, mas não gostei não gostei da utilização dos termos “natureza promíscua da mulher”.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      E aí Luiza? Na boa? Manda um abraço para o Wagner. A raça humana é promíscua, não é só a mulher não. kkkkkk

  70. Carolina Langoni
    19 de janeiro de 2020

    Dá para ler de trás para frente e de frente para trás :v
    Criativo e trágico o seu texto. As frases separadas dão um suspense. Mas podia melhorar umas partes.
    Foi uma boa experiência a leitura :DD

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Carolina. Pior que podia melhorar mesmo. Fica para o próximo. Bjs.

  71. Nilo Paraná
    19 de janeiro de 2020

    Bem criativo, gostei. Mais pela inversão da sequencia do que pelo próprio conto. Inovaçóes são sempre bem vindas. Ponto para o Paulindo.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Nilo. O Egito mandou lembranças. 🙂 Obrigado pelas observações,

  72. Nilo Paraná
    19 de janeiro de 2020

    Bem criativo, gostei. Mais pela inversão do que pelo próprio conto. Inovaçóes são sempre bem vindas. Ponto para o Paulindo.

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Fala Nilo. O Egito mandou lembranças. 🙂 Obrigado pelas observações,

  73. Priscila Pereira
    19 de janeiro de 2020

    Cara, seu micro se beneficiou muito dos comentários abertos, nunca ia imaginar que se lê de baixo pra cima sozinha… Boa sacada! 😉
    Então, eu gostei! Bem pensado e com uma pitada de humor negro e ironia. Ahh e responder aos comentários é show! 😍
    Parabéns e boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      20 de janeiro de 2020

      Obrigado Priscila. E caso esteja participando, boa sorte para você também. (Gostei da pose no perfil) rs rs

  74. antoniosbatista
    19 de janeiro de 2020

    A não ser a diferença da história invertida, ( me lembrei do Engrenagens Inversivas, do Gustavo Araújo) o conto não me impressionou. O tema não é novo, existem muitas histórias sobre o Cornélio da Silva. Mas, a boa ideia e a criatividade se destacam no autor. Bem escrito e estruturado, mas o tema foi fraco, pelo menos pra mim.

    • PauLINDO de Jesus
      19 de janeiro de 2020

      Fala antonio. Na boa por aí? Tema fraco? Não seria a história fraca? Porque tema… kkkkkk Qual é o tema afinal? 😉

      • antoniosbatista
        19 de janeiro de 2020

        Tema do corno.

  75. Ana Sabina
    19 de janeiro de 2020

    Lendo de baixo para cima é muito interessante, mas só descobri isso indo ler os comentários.

    • PauLINDO de Jesus
      19 de janeiro de 2020

      Fala Ana. Que bom que descobriu o conto oculto no conto. kkkkk Bjs.

  76. Sandra Teixeira
    19 de janeiro de 2020

    É criativo, porém só conseguir entender melhor depois que li de baixo para cima graças aos comentários. Quem sabe sou eu (rsrs) Boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      19 de janeiro de 2020

      Fala Sandra. Obrigado pelos comentários. São dois contos, um indo e outro voltando. kkkkkk

  77. renatarothstein1
    19 de janeiro de 2020

    Cornélio era feliz e não sabia. Ao ser libertado de seu cativeiro de mansidão não suporta, dá um fim na própria vida, e pior (todo castigo pra corpo é pouco), todos descobrem a razão de seu ato tresloucado.
    A mulher apanhou? Bateu?
    Enfim. Vão -se os homens, ficam as lições : cheguem mais tarde em casa.
    Ou não.
    Achei interessante seu conto. Quem nunca foi corno que atire o primeiro chifre.

    • renatarothstein1
      19 de janeiro de 2020

      Correção : *corno
      Corretor de celular merece. Só erra.

    • PauLINDO de Jesus
      19 de janeiro de 2020

      Oi Renata. Latino mandou lembranças: “Renata ingrata, trocou meu amor por uma ilusão”. Bjs. E obrigado por seus comentários e o tempo dedicado a leitura. 🙂

  78. leandrociccarelli2
    19 de janeiro de 2020

    A ilustração é engraçada e curiosa, e o início da narrativa te estiga, comecei a ler e não sabia onde iria parar. Só mudaria o final, achei previsível. Boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      19 de janeiro de 2020

      Fala leandrociccarelli. Mudaria qual dos dois finais? 🙂

  79. angst447
    19 de janeiro de 2020

    Ah, tá, tem que ler debaixo pra cima… aí tem sentido. Coitado do Cornélio, era um homem feliz que perdeu a inocência de uma ora pra outra e não aguentou. Temos aqui uma história completa, com até uma reflexão sobre a escolha de ser um ignorante feliz (corno manso) ou um consciente infeliz. Boa sorte!

    • PauLINDO de Jesus
      19 de janeiro de 2020

      Fala angst447. Estragaram a surpresa, não foi? Esse Medi é phd. kkkkkk Mas é isso aí. Os homens tem que decidir o tipo de corno que querem ser. kkkkkkk

      • Anônimo
        19 de janeiro de 2020

        Faltou um acento no têm. kkkkk

  80. PauLINDO de Jesus
    19 de janeiro de 2020

    Fala Meldi. Ops, foi mal. Mas você não vai ligar para isso, né? Trocou meu nome também. É PAULINDO. Lindo por parte de mãe. rs rs Quanto ao comentário, surpreendentemente, apesar de a pressa em comentar o meu leu da maneira correta. Pena que não entendeu o relato do último dia de um homem que era feliz. Grato por suas observações e se der para aproveitar alguma coisa eu aviso. Fica com Deus companheiro. O inferno será generoso com você. kkkkkkk

    • PauLINDO de Jesus
      19 de janeiro de 2020

      Faltou uma vírgula após “o meu”, mas não liguem para isso não. kkkkkk

  81. Anorkinda Neide
    19 de janeiro de 2020

    veja como eu amo comentarios abertos, nao fosse, eu nao leria de baixo para cima…kkk (me crucifiquem)
    mas mesmo lendo no modo normal :p eu havia entendido, mas realmente fica até bonito o texto, de baixo para cima.
    Realmente, é bom chegar em casa mais cedo, ou não..dependendo da estrutura emocional do cabra…
    Parabens, autor(a)

    • PauLINDO de Jesus
      19 de janeiro de 2020

      Fala Neide. Anorkinda é um nome estranho hein? Já te disseram? Obrigado pelos comentários. Que pena que você precisou de ajuda para ler. 😦 Mas é assim mesmo. 🙂 Tem texto que é só para os iniciados. E você? Prefere chegar em casa mais cedo ou mais tarde? Diz aí. kkkkkkk

  82. Luciana Merley
    19 de janeiro de 2020

    Olá. Achei o pseudônimo terrível kk mas cada um tem o seu né?
    Tive muito trabalho, li 5 vezes e continuei não entendendo muito. Alguém mais morreu além do primeiro defunto do jornal? Frases soltas, sem conexão, e uma leitura pedregosa.
    Um abraço.

    • PauLINDO de Jesus
      19 de janeiro de 2020

      Fala Merley. Esse autor é um sacana e inverteu a coisa toda. Beijão. E bota a foto aí no perfil. Bjs. kkkkkkk

  83. Cilas Medi
    19 de janeiro de 2020

    Frases soltas, somente. Compreendi melhor quando li de baixo para cima, mas o critério permaneceu o mesmo. Se você, Paulinho de Jesus tentou ser irônico ou cômico, não se deu bem com a minha leitura. Boa sorte!

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Publicado às 19 de janeiro de 2020 por em Microcontos 2020 e marcado .