EntreContos

Detox Literário.

Nostalgia Delirante do Presente, Passado e Futuro (Rodrigo Avelino)

contagem-do-tempoUma noite após a semana de trabalho árduo asseio-me, visto meu traje (camiseta sem estampa, calça jeans e jaqueta de couro) e sigo para a rotina de beber uns drinks em algum bar que tenha um som interessante e boa bebida.

Normalmente vou a pé, acendo um cigarro e caminho vendo a cena urbana. Chega a um momento de torna-se um ritual, um compromisso que me concentra e às vezes me contraria de tal forma que continuo e sigo esta mística. Mas certa noite algo espetacular aconteceu. De fato envolveu minha mente, meu espírito e meu coração. As ruas mudaram o cenário, as pessoas mudaram suas vestes, ouvia as pessoas falarem e era de certo modo um novo sotaque e a forma de conversarem era à parte do que eu estava acostumado. E vejam quem eu encontro? Ele mesmo – John Fante – ou seria Arturo Bandini? Apresso meus passos para não perdê-lo de vista, pois virara uma rua qualquer. Finalmente consegui alcança-lo. Puxo seus ombros e o cumprimento: “Olá John, és realmente John Fante? O homem com os traços de Arturo responde enfaticamente: “Sim, sou eu o próprio”. O que deseja da minha pessoa”? John pergunta. E lhe respondo com uma cara nada convencional, mas sim assustada: “Onde estou”? John responde de uma forma suave: “Quero ficar tão bêbado quanto você meu rapaz”. E fiz uma segunda pergunta a John: “Que ano nós estamos”? – “1933 e está sendo um ano muito ruim a todos meu caro”.

John desaparece subitamente e me encontro em outro local, outra circunstância com outras pessoas, praticamente uma metamorfose no tempo que me levou a um quarto onde havia duas pessoas na cama. Os dois levantaram de forma assustada. A mulher era grande e extremamente gorda, aproximadamente uns 135Kg. O homem estava transando com a gorda, e ela dizia: “Vai Hank, mete Chinaski”. Mas ao me verem pararam a transa. E o homem já sendo um senhor me perguntou: “O que vossa senhoria idiota deseja aqui, não vê que estamos trepando?” Fiquei atônito e respondi de uma forma simples e caótica: “Eu apenas apareci”. Olha garoto era pra eu te dar umas bofetadas na cara, mas gostei da sua atitude em fazer isso, “apenas aparecer”, meus cumprimentos meu nome é Hank, mas pode me chamar também de Bukowisk. “Vamos sente-se”. “Vou me servi uma dose de Scotch, mas bebo com água, e você também irá beber”. Ao sentarmos na cama e vendo a obesa nua lhe disse: “Não ligue para a pergunta que vou fazer apenas responda, por favor: “Que ano nós estamos”“?
Hank respondeu: “Estamos em alguma coisa dos anos 80 guri”. “E por que um cara com uma roupa engraçada e fora de moda veio fazer aqui no meu quarto, atrapalhando este momento único da minha vida”? Hank me perguntou desta forma. Antes de responder dei o gole no Scotch com água, desceu de forma áspera e suave ao mesmo tempo, quando abaixei minha cabeça, desapareço novamente na minha metamorfose e me deparo em outro lugar.

É uma floresta com uma mata densa e vejo uma cena incomum para uma floresta. Um homem com uma conta gotas inserindo isso nas suas veias e exclamava bravamente: “Oh que Junk inacreditável esse que senti agora”! Aproximei-me deste ser humano que tinha um olhar altamente observador e penetrante tão forte quanto uma rocha vendo a tudo e a todos. Logo se interessou por mim. E ele disse: “Doçura ainda tem um pouco de Junk aceita um pouco bem adentro da sua veia”? Falou assim apontando para agulha em sua mão. Com um olhar perplexo e pensando em toda a minha viagem ao tempo lhe respondi: “Não meu nobre, minha cabeça está rodando em uma velocidade anormal, fico agradecido”. Ok, garoto mas não esqueça meu nome
Burroughs, William Burroughs”.

Novamente entro em outro transe. Minha mente sumia no tempo espaço. E não conseguia mais perceber a altura, largura e profundidade de absolutamente nada. Ficava nesse funil extrínseco. Que se juntava a minha alma. E não tinha outra alternativa a não ser me entregar. A sensação no início parecia ser muito exaltante para meu coração, no começo de tudo. No entanto, a cada nova viagem eu parecia me adaptar e tentava desfrutar de cada segundo, cada minuto, cada quilômetro, cada légua dessa viagem. A viagem der repente para. A localização agora tem uma cena de um pub. Um som muito peculiar e sombrio vem ao meus ouvidos que atinge meus pensamentos mais puros. Um cartaz está na parede dizia: “John Coltrane especial hoje 05 de maio de 1955”. A cada término de música aplausos e mais aplausos. Alguns gritavam de gozo: “Viva, viva John ‘Train’ Coltrane”! E a cada nova melodia soava em tons de notas ásperas de seu grandioso sax tenor. Abalou todo o ambiente. E o calor das bebidas fazia com que o Jazz aprofundasse nas raízes dos corações de cada espectador. A música realmente acalmou meu espírito flagelado neste momento. Sem falar que na hora da música “Psalm” me vi obrigado a tomar uma dose cowboy de um bom Uísque. Como não tinha dinheiro da época, convenci uma dama que bebia Uísque com limão a me doar um pouco do seu. Ao passo que terminava a música ‘Resolution’ fui transportado novamente para outra cena, sim uma outra dimensão.

Já estava ficando completamente bêbado destas viagens translucidas. Mas aí que começam as verdadeiras emoções neste estado ébrio e sem controle, exceto de minhas próprias ações dentro da viagem. Desta vez paro em uma casa com muita umidade tanto nas paredes quanto no chão. Me deparo com um homem e uma
mulher estranha. É uma casa não exposta ao sol. Com um ar tenebroso. Umidade nas paredes, chão e teto permeiam todo o ambiente. O homem se assusta com minha presença. O cara que vejo está com o rosto completamente esmurrado. O clima do fator tempo não era tão diferente da época em que não vivia. E aparecer assim do nada para uma pessoa não é de se estranhar que um diálogo comece:

“Olá”. Disse ao cara sentado dando um tchau com as mãos e com uma voz tremula. O cara pergunta como resposta: “Quem é você”? Respondi-lhe: “Me chamo Arnold”. “O que veio fazer aqui”? Respondi a ele: “Ainda estou tentando descobrir, quem sabe pode me ajudar”. Perguntei ao cara qual seu nome. Ele respondeu: “Meu nome é Jack, mas estão me chamando na cidade de Tyler Durden”. Meio veio a minha mente por que a confusão da duplicidade de nomes. Esse cara parecia ser bem sinistro. Pergunteilhe por que estava naquela casa sombria. Ele respondeu: “Estou com um objetivo a ser cumprido”. Quero que Deus me odeie, não quero que Ele sinta indiferença por mim. Que odeie com unhas e dentes. Eu faço sabonete com gordura humana e tenho um Clube da luta num subsolo de um bar. Vê esses hematomas em meu rosto? São o fruto do meu Clube da Luta. Onde eu bebo, me extravaso, detono uns na porrada e eles o mesmo comigo. “Mas sou muito respeitado pelo o clube e outras incorporações secretas”. “Mas já que é tão sério e a primeira vez que me vê, e apareço de forma súbita, por que está me falando estas coisas”? Perguntei-lhe com um tom despretensioso e ao mesmo tempo sagaz. Ele respondeu assim: “Meu jovem, te confesso que a vida é dura, morrer é foda, viver é mais complicado ainda. Vivemos numa época que não está acontecendo tanta coisa interessante como a Segunda Guerra, Era da depressão Econômica. Desta forma o Clube da Luta ele é um bem necessário pra quem quer sair desse “ópio” que as pessoas criaram pra si. Estou três semanas sem dormir e preciso de um amigo. Rezei a Deus agora que ele aparecesse e aconteceu. Você apareceu bem na hora, por isso lhe confessei tudo que havia em meu coração. Só espero que não saia falando por aí como um idiota qualquer”. Respondi pra ele de forma franca e serena: “Fique tranquilo, o que aconteceu aqui, morreu aqui e nem terá missa de 7° dia”.

Outra vez sumo no meu túnel nas entre linhas do espaço tempo. E surjo num local completamente diferente da minha época e de todos os lugares no qual eu havia aparecido. Corri a uma banca de jornal e me informava a data: 16 de agosto de 2069. Nesse interim encontrei uma jovem senhora. Chamava-se Aline Chunk. Com uma pele macia. Olhos cintilantes e com muita luz. Ela narrava para um grupo de amigos a história de um homem que vagueava pelo o tempo sem respeitar o espaço. Era um homem comum que vestia uma camiseta sem estampa, calça jeans e jaqueta de couro. E a cada viagem do tempo mais e mais olhares convictos para seu conto. Muitas perguntas foram feitas sobre a origem, personalidade deste homem. Só que a situação ficara sem controle e com uma intensidade além das veias artérias ao ponto de explodir o espírito e alma.

“Ufa”! Acordei da metamorfose, do transe do tempo. Continuei a minha caminhada vendo a cena urbana. Dirigindo-me a algum bar ou pub, para ouvir minha boa música, tomar minhas bebidas favoritas, quem sabe até encontrar minha pessoa especial e única e ficar extremamente louco para esperar um novo dia para eu ir ao encontro disso tudo de novo, nesta nostalgia do presente, do passado e do futuro.

25 comentários em “Nostalgia Delirante do Presente, Passado e Futuro (Rodrigo Avelino)

  1. Bia Machado
    29 de outubro de 2013
    Avatar de Bia Machado

    Gostei do texto, mas não pude aproveitá-lo da forma como poderia, de tanto que me liguei nessas partes que precisam de revisão, e são muitas partes! Achei engraçado, sim, mas perdeu força diante da falta de revisão.

  2. Juliano Gadêlha
    26 de outubro de 2013
    Avatar de Juliano Gadêlha

    A leitura é muito prejudicada por diversos erros de pontuação e até no emprego de algumas expressões. Isso acaba cansando o leitor. Quanto ao enredo, é mais um “Meia-noite em Paris” revisitado. Não gosto muito desses encontros com figuras épicas sem muito propósito. Seria um tema muito interessante se houvesse um mínimo de nexo nessa viagem toda. Outra coisa que me incomodou foi o encerramento do conto, uma transcrição do título, o que me pareceu forçado. Revise bem seus textos, procure escrever com mais clareza, e busque temas mais diferentes. Sem dúvida você atingirá um resultado melhor.

  3. fernandoabreude88
    24 de outubro de 2013
    Avatar de fernandoabreude88

    Achei o texto mal construído em algumas partes e magistral em outras, como a supracitada entrada do cara no boteco dos negões jazzeiros. O encontro com escritores carece de desenvolvimento, pesquisa.

  4. Andrey Coutinho
    23 de outubro de 2013
    Avatar de Daryen

    Curti bastante a ideia, mas acho que poderiam ser empregados maiores esforços no desenvolvimento. Como já dito, a composição de algumas das cenas é hilária, mas a escrita está carecendo de uma boa polida. Não abandone essa história, ela merece ser editada e repaginada. Adoro os personagens históricos e fictícios citados no texto, portanto muito me agradaria uma versão mais investida dessa conto.

  5. Gina Eugênia Girão
    23 de outubro de 2013
    Avatar de Gina Eugênia Girão

    Falhas na digitação, ortografia e gramática me espantam – aqui não literalmente porque me senti obrigada pela ética a ler o texto, para obter mais parâmetros de escolha. No entanto, a ideia é interessante, embora exposta de forma muito confusa. O estilo da escrita também não me agradou – mas estilo é particular, né?

  6. Sérgio Ferrari
    23 de outubro de 2013
    Avatar de Sérgio Ferrari

    Ah, tá de sacanagem, até aqui foi o conto com maior erros de ortografia e pontuação. Pela data de entrega, faltou capricho e sobrou afobação. Tbm achei as reações dos personagens durante os encontros, coisa pouco elaborada. E no começo algo crucial:

    “…um novo sotaque e a forma de conversarem era à parte do que eu estava acostumado” acostumadO

    “E lhe respondo com uma cara nada convencional, mas sim assustada”:
    assustadA

    Poderia ser um erro de digitação, mas hummm… logo no começo, ficou feio, parece que o autor(a) estava mesmo na pira. Arnold ou Arnolda ?

  7. bellatrizfernandes
    22 de outubro de 2013
    Avatar de isabellafernandes

    Achei denso, pesado e muito confuso. Porque ele viajou tanto assim? Ficou tão inexplicado quanto Meia Noite em Paris e sem as GRANDES faces da história.

  8. Elton Menezes
    22 de outubro de 2013
    Avatar de Elton Menezes

    Sobre a história… Achei simplista demais. Não existe um cerne, uma busca ou uma aventura. É apenas um homem que, de tão rotineiro, só se deixa surpreender em sonhos feitos de memórias que nem viveu. A idéia não é ruim, mas foge um pouco ao tema e não envolve. Porque simplesmente você lê: não tem ninguém por quem torcer.
    Sobre a técnica… REVISÃO. O texto está cheio de erros de digitação e peca em dois pontos-chave. Primeiro, a estrutura é péssima! Diálogos intercalados dentro de um parágrafo só existem em pensamentos. Segundo, a repetição e a lentidão abusam. Você no início fala em rotina e cotidiano três vezes. Fala duas vezes que interrompeu o sexo do casal. Enfim… Foi prolixo sem ser lírico. E ficou chato.
    Sobre o título… Grande como o texto. Nostalgia Delirante bastaria, mas já entrega que tudo não passa de sonho. Ou seja: repense!

  9. José Geraldo Gouvêa
    20 de outubro de 2013
    Avatar de José Geraldo Gouvêa

    O texto começa com um monte de erros de pontuação, que tornam a leitura truncada e difícil. Mas aos poucos fui vencendo isso. A história em si é muito boa, lembra algo “O Número da Besta”, do Heinlein (talvez o leitor não tenha ideia do tamanho do elogio). O problema que afeta este conto é a inverossimilhança. Não me refiro à inverossimilhança do tempo, isso é praticamente um fato dado para as histórias de viagem no tempo. Refiro-me à inverossimilhança das reações dos personagens. O momento em que o personagem chega à cena em que o homem está transando com a gorda e logo a seguir os dois estão de camaradagem tomando um scotch foi totalmente broxante para mim, pois não há nenhum sentido nessa ordem de fatos. Nem mesmo em um universo onírico as pessoas se limitariam a reagir assim. E a gorda lá, coitada, deitada de pernas abertas esperando o seu amante terminar de tomar whisky, pelado, com um idiota que apareceu do nada.

    Fiquei foi com vontade de roubar esta história e escrevê-la do meu jeito…

  10. Claudia Roberta Angst (C.R.Angst)
    17 de outubro de 2013
    Avatar de Claudia Roberta Angst (C.R.Angst)

    Conto divertido, gostoso de ler. Talvez pudesse condensar um pouco o número de encontros, mas ficou bem interessante essa ideia de esbarrar com personagens diferentes. Então, em 2069 ainda teremos bancas de jornal? rs

  11. Frank
    15 de outubro de 2013
    Avatar de Frank

    Alguma coisa na forma de escrever não me agradou muito, mas o conto é realmente muito louco e engraçado. Também achei uma pena a falta de uma “coluna vertebral” que conectasse as histórias e não desse simplesmente a ideia de uma “viagem”. Muito bacana!

  12. janaina alcantara
    14 de outubro de 2013
    Avatar de janaina alcantara

    Arnold, sempre com uma criatividade imensa ao escrever. Realmente viajamos legal em seu texto tentando imaginar todas as cenas. O texto pediu um desfecho mais mirabolante, mas, continue assim, você é muito criativo.

  13. Martha Angelo
    12 de outubro de 2013
    Avatar de Martha Angelo

    Bacana, criativo, interessante, inusitado, só não curti as explicações como “novamente, entrei em transe” etc… seria mais coerente, manter a loucura espontânea dos encontros, na minha opinião. É um texto que merece uma maior elaboração, mas apresenta grande potencial, a ideia é ótima.

  14. Gilnei Nepomuceno
    11 de outubro de 2013
    Avatar de Gilnei Nepomuceno

    O conto me levou a um tempo em que fui surpreendido em uma foda a céu aberto, no leito de um rio (rsrsrsrsrsrsrs). Me pareceu um coletivo de minicontos, cada um com sua história particular, onde o autor se colocou como um personagem a mais se inserindo na história e narrando os fatos. Trata-se, no meu entendimento, de noites mal dormidas devido à insônia.

  15. Rodrigues Araujo
    11 de outubro de 2013
    Avatar de Rodrigues Araujo

    Não tem como não rir de um viajante do tempo abobalhado invadindo uma foda do Bukowski com uma gorda. O cara ainda criou um Buk romântico, “momento único na minha vida”. Enfim, o cara “apenas aparecer” no meio dessa sujeira toda foi bacana. O texto precisa de muita revisão e organização, algumas passagens chegam a irritar o leitor. Obviamente que a história é um clichê, mas é um clichê bom, que diverte com humor. Acho que com muitas mudanças, principalmente na estrutura das frases, daria um boa narrativa de ficção científica com um ar meio pulp. Mas é necessário muito trabalho, ainda.

    • Rodrigues Araujo
      11 de outubro de 2013
      Avatar de Rodrigues Araujo

      Observação. O conto, quando entra na parte do John Coltrane, fica extremamente envolvente e parece ter uma escrita melhor.

  16. mportonet
    10 de outubro de 2013
    Avatar de mportonet

    A premissa é fantástica. As interações com personalidades históricas dão um puta conto. Mas me pareceu confuso e um pouco raso, talvez se focasse em uma ou duas personalidades complementares (ou não) pudesse se aprofundar e criar uma trama que fizesse a “liga”.

    Vale a leitura.

  17. Thais Lemes Pereira (@ThataLPereira)
    10 de outubro de 2013
    Avatar de Thais Lemes Pereira (@ThataLPereira)

    Gostei muito dos dois últimos parágrafos. No restante do conto, fiquei perdida nas falas. Talvez pelas aspas que não estou muito acostumada, mas creio que deva tomar mais cuidado com elas e a pontuação quando são usadas. A leitura poderia ser melhor.

  18. rubemcabral
    10 de outubro de 2013
    Avatar de rubemcabral

    Achei o conto mediano. O narrador é convicente neste lance meio beat e os possíveis encontros com Burroughs, Bukowiski e outros seriam um ponto de partida para um texto com grande potencial. Neste aspecto simpatizei com a história.

    No entanto, penso que o enredo simplista comprometeu. O narrador passeia, resultante de algum delírio narco-alcóolico, e é quase só.

    Também achei que o texto precisa de revisão, pois além de alguns erros de digitação há certa mistura entre falas das personagens e a narração (feito na conversa com o Tyler, cheque as “” dos diálogos, por exemplo).

  19. Fernanda M.
    9 de outubro de 2013
    Avatar de Fernanda M.

    Achei maravilhoso. Enquanto lia, me coloquei no lugar do personagem principal e a cada nova surpresa podia sentir meus pelos eriçando.
    A criatividade, os fatos que permaneceram bem verídicos e outros fatores, dão a sensação de que está realmente acontecendo, indiferentemente de serem fictícios ou não.
    Muito bom, está realmente de parabéns.

  20. Ricardo
    9 de outubro de 2013
    Avatar de Ricardo

    Talvez depois de umas eu consiga ver de forma diferente este conto que, sóbrio, manteve minha sobriedade. Mas, acho que não é o conto… Sou eu.
    😉

  21. Gustavo Araujo
    9 de outubro de 2013
    Avatar de Gustavo Araujo

    Gostei dos encontros. Bacana mesmo. Quem nunca se imaginou conhecendo seus ídolos de juventude, quer da literatura, da música, do cinema? Personagens fictícios ou reais, tanto faz. Bem escrito, bem descrito. No entanto, creio que faltou um motivo, uma linha mestra que ligasse os encontros e que desse sentido à viagem. Como diria meu amigo Diogo Bernadelli, o conto lembra uma casa com várias janelas: é possível ver as cenas dentro de cada cômodo, mas não existe qualquer interação além do testemunho silencioso. Também acho que o conto seria mais interessante se o protagonista encontrasse as personalidades em momentos que pudéssemos reconhecer – algo como encontrar D. Pedro I no exato momento do grito no Ipiranga – e não em situações mundanas. Mas curti bastante o encontro com Tyler Durden – embora não se deva falar do Clube da Luta – a cena retratada foi bastante fiel à personalidade dele. O que temos, então são bons fragmentos de contos, sem ligações, contudo. Haverá quem aprecie, estou certo. Mas, para mim, faltou um ponto em comum entre eles.

  22. selma
    9 de outubro de 2013
    Avatar de selma

    sem graça, sem expressão, muitos nomes e pouco efeito.

  23. Ines Montenegro
    9 de outubro de 2013
    Avatar de Ines Montenegro

    Nao se entende o objectivo do enrendo, nem a razao de ser de todos estes encontros.

  24. Gabiru Branco
    9 de outubro de 2013
    Avatar de Gabiru Branco

    Realmente é viajante mesmo! Seria foda mesmo encontrar com todos eles e beber com eles.

E Então? O que achou?

Informação

Publicado às 9 de outubro de 2013 por em Viagem no Tempo e marcado .