EntreContos

Detox Literário.

Convivência com Terráqueos (ckrz325)

 

AVISO DA MODERAÇÃO: A pedido do autor, esse conto não está mais participando do certame. Assim, sua leitura não é mais obrigatória.

 

– Torre de controle, informo que este será a última volta. A chuva está aumentando. Câmbio.

– Entendido. Estamos preparando o solo para o seu pouso. Câmbio.

– Torre, torre?

– Torre.

– Avistei algo estranho. Uma aeronave de formato estranho. Câmbio.

– Piloto, nada foi visto na tela do radar.

– Peço permissão para me aproximar. Câmbio.

– Permissão concedida.

O piloto aproximou-se do objeto. Voltou a falar com a torre de controle:

– Confirmado, objeto não identificado sobrevoando a região. Câmbio.

– Deve ser um balão meteorológico. Ou um balão de festa junina.

– Acredito que não seja. O formato e o movimento que ele faz são diferentes de tudo que eu já vi.

– Como assim? Dê mais informações sobre o que você está vendo. Câmbio.

– O formato é triangular. Para ser mais preciso, é uma pirâmide. Com luzes ao redor, essas luzes piscam de forma harmônica.

O operador da torre de controle o interrompeu no meio da descrição. – E o movimento da nave, como esse objeto se movimenta? Câmbio.

– O movimento é em forma de Z. As vezes lento, e outras vezes é veloz. Câmbio.

– “ Está de sacanagem”- Os operadores da torre murmuram.

Ele colocou a mão sobre o microfone. Para não ser ouvido pelo piloto. E então falou com o outro operador da torre:

– Esse maluco está de sacanagem.

– E se for verdade.

– Fala sério. Sabe de uma coisa, vou mandar ele abater esse troço.

– Enlouqueceu?

– Se for verdade, teremos prova, e se for mentira, ele inventará uma desculpa.

– Para isso nós temos o radar. E tu viu que não apareceu nada.

Ele retirou a mão do microfone e prosseguiu:

– A ordem é abater o objeto.

– Confirma a ordem? –

Ele fixa a mira no triângulo de luz e espera a ordem de confirmação.

– Confirmado. – Olha para o companheiro de turno, sorri de forma debochada.

Os misseis atravessaram algo que estava antes do objeto, algo invisível, uma proteção. A proteção trincou como vidro e depois desmanchou no ar. O objeto continuou lá; a chuva aumentou e depois de alguns segundos o objeto explodiu como bola de chiclete.

 

Um grupo de cientistas foi até o lugar aonde caiu a espaçonave alienígena. Todos vestidos com roupas para proteger de uma suposta radiação, macacão com material plástico na cor amarela, máscaras e luvas. Eles olharam para a frente e visualizaram aquela enorme cratera. No meio, um objeto em forma de octaedro. O estranho é que não havia nenhum objeto a mais. Apenas uma gosma verde espalhada na cratera, e nas árvores próximas a ela.

O grupo se aproximou do objeto que estava no centro da cratera. Dois dos cientistas levavam ferramentas. Um deles carregava uma caixa acrílica, e o outro carregava um braço mecânico. Com o braço mecâncio o cientista pegou o octaedro alienígena e carregou em direção a caixa, quando aconteceu o acidente. A mão biônica  abriu, e o artefato de forma brusca caiu no solo. O contato com o chão causou um som agudo, quase que ensurdecedor. O cientista com a ferramenta robótica deu um passo para trás, o objeto gerou um holograma. Nesse holograma era visto uma sequência de caracteres desconhecidos; uma mensagem, esses caracteres mudavam de posição enumeras vezes. Depois de minutos o holograma desapareceu.

O exército brasileiro encaminhou o objeto estranho para a NASA  com o objetivo de traduzirem os caracteres que foram gerados pelo holograma. A instituição norte-americana contratou os melhores linguistas do mundo para resolverem aquela charada.

Depois de dez anos eles conseguiram a tradução. O  conteúdo daquele documento não foi assustador, mas bizarro.

O documento foi entregue para o exército brasileiro traduzido para o português.

( tradução livre)

Diário de viagem. Cientista Ckrz325, morador do planeta krz35.

Objetivo desse diário é descrever a minha convivência com terráqueos. Essa convivência durara duas semanas (contagem humana), no ano de 1983 ( data humana), na cidade X ( não será citado o nome da cidade). O relato da minha convivência com eles será repassado aos meus superiores, e com isso auxiliaremos os Humanos para que não se auto destruam.

Meu primeiro passo foi contatar um dos moradores da cidade. Esse contato ocorreu de forma psíquica. Nessa mensagem mental, relatei ao “humano” ( preservar o nome) que visitaria o seu planeta na data específica ( uma semana depois ( contagem humana)). As primeiras mensagens foram ignorados, pois o humano não acreditou na mensagem pois acreditava que estava sonhando ou delirando. Depois de várias tentativas ele teve consciência que era real.

Na mensagem eu falava para que os moradores da cidade viessem ao local do pouso, para isso o “humano” deveria relatar esse fato as autoridades, as quais repassariam para o resto da população. Assim como no caso da comunicação psíquico, os demais humanos ignoraram a mensagem. Nesse momento tive que intervir.,“ falei” para o humano que eu mandaria alguns sinais no céu que comprovariam a minha chegada.

Marquei um local para que as autoridades observassem o meu sinal. Então sobrevoei o local; enquanto sobrevoava a minha nave emitia luzes, essa ação convenceu-os que a mensagem era real.

Para que o fato da minha visita não se espalhasse para outras cidades, eu criei um campo invisível ao redor do municipio. Esse campo fazia com que quem saísse da cidade esquecesse do fato que estava ocorrendo naquele local. E toda as informações via telefone, e de qualquer tipo fossem corrompidas. Isso fez com que ninguém, além das pessoas da cidade, saberiam da minha visita. Fiz isso com o objetivo de não comprometer a minha experiência.

Todas as filmagens, gravações, textos referentes a minha chegada, que serão realizadas pelos moradores locais e que ficaram na cidade serão criptografados após a minha saída. Farei isso com o objetivo de não causar euforias futuras.

Na data combinada sobrevoei a região, havia centenas de pessoas. Um grupo vestindo  uniformes e com instrumentos musicai, os humanos chamam de banda marcial. Veículos médicos e militares, lancherias ambulantes havia também.

Pousei. Quando abro a porta frontal para sair da nave, a massa de pessoas se aproxima. Saio pela porta e vejo no rosto dessas pessoas o espanto em ver pela primeira vez um ser de outro planeta. Um extraterrestre, como gostam de chamar.

Tentei ler a mente dos habitantes, de algumas pessoas eu consegui, mas de outras não. Naquele momento eu verifiquei que essa habilidade falhava. De todas as mentes que eu conseguia ler a mais interessante foi a de uma criança que descrevia a mim. Descrevia com uma linguagem frenética.

“ Ele é uma água viva. Cabeça e tentáculos, ele flutua , quase transparente, com detalhes azuis ”.

Aproximei-me do grupo de autoridades da cidade. Todos estavam em um palco enfeitado com bandeiras, laços e fitas. Enquanto eu me deslocava até o local percebi que a banda marcial tocava músicas divertidas. Havia lá a autoridade policial, militares condecorados, prefeito, outros políticos e esposas. Todos com roupas e atos pomposos.

O prefeito da cidade venho em minha direção segurando um objeto em mãos. Alcançou a outra mão para mim. Uma forma de comprimento. Respondi com um dos meus quinze tentáculos. Achei estranho que esse humano não olhava para mim quando fazia esse gesto, ele olhava para o publico e sorria.

– Cidadãos da cidade X, recebemos com muita alegria o visitante do espaço. Que seja boa a estadia em nosso município. Em prova de amizade eu entrego a esse visitante a chave da cidade.

Guardei aquele objeto com muito carinho.E o discurso durou muito mais que essas palavras. A cada pausa do discurso a população aplaudia.

Depois disso eu fui levado para o melhor hotel da cidade, alimento, pessoas auxiliando, mas não me alimento da comida humana. Nada daquilo foi útil para mim.

No dia seguinte eu fui convidado para desfilar em carro aberto junto as autoridades. Por onde passamos o púbico abanava, assoviava, aplaudia. Em certo momento eu senti que estava perdendo o foco da experiência, mas depois percebi que tudo aquilo era importante para as pesquisas.

Naquela noite fui convidado para participar de um evento festivo com um grupo de pessoas que tinha um poder aquisitivo maior que as demais,  além de estarem lá o grupo de autoridades. As ações dos habitantes dividiam-se em berber, dançar e contar vantagens sobre seus feitos pessoais.

Enquanto eles se divertiam e se distraiam eu comecei a ler a mente de todos que eu conseguia e percebi que algumas delas não eram favoráveis a minha presença. Um grupo deles que estavam reunido no lado inverso do salão olhavam em minha direção e apontavam. Seus pensamentos estavam carregados de ódio e presumiam as minhas intenções.

Os pensamentos eram:

“ Ele está aqui para preparar terreno para uma invasão; Essa criatura não veio do espaço e sim do inferno, ele não é um alienígena; É um demônio; Vai destruir todos nós; Temos que expulsá-lo daqui, mas se fizermos isso ele trará ajuda; Temos que matá-lo, destruí-lo. Volte para o inferno demônio, donde você não deveria ter saído; Isso é um ser abominável que devorara nossas almas”.

Flutuei pelo salão, procurei o “humano” de forma a me proteger. Temia alguma ação agressiva desse grupo de pessoas. Pois , se eu tivesse que me proteger, eu poderia destruir todo aquele local, mas não era  por esse motivo que vim a terra. Eu vim tentar salvá-los deles mesmos.

– “humano” eu preciso de uma ajuda. Eu tenho que sair daqui agora, pois ha um grupo que nem é a favor da minha presença nessa cidade. E se eles agirem de forma agressiva contra mim, serei obrigado a me proteger. E isso atrapalhará os resultados para os meus estudos. – O “humano” não disse nada, e nem respondeu. Abriu uma porta lateral e saímos.

Os cinco dias seguintes foram cheios, havia eventos em todos órgãos sociais, colégios, empresas, outros desfiles pela cidade. Nesses eventos eu era acompanhado pelo prefeito. Lia em sua mente o objetivo disso, ele só queria uma forma de levar vantagem. A ideia era usar esse evento como ponto para a reeleição. Depois variava, em dias que havia eventos, e dias que eu era esquecido. O “humano” passava o tempo todo junto a mim, isso era bom para meus estudos. Anotava tudo que ele fazia e pensava. Duas coisas me preocupavam, as pessoas que eram contra a minha presença aqui, e a minha leitura de mentes falhar,  se os dois fatores acontecessem juntos, isso seria desastroso.

Certo dia, durante um dos desfiles, começou a chover, chuva torrencial, cada gota de chuva que pegava em minha pele era doloroso, água queimava a mim, como ácido caindo sobre a pele de humanos. Nesse momento eu fui obrigado a acionar a capsula protetora. Frágil, mas para gotas de águas ela era suficiente.

Não imaginava  que a minha fragilidade seria usada contra mim. Naquele dia eu esperei até que a chuva passasse, depois desativei a proteção e tudo parecia continuar normalmente.

Dias depois eu fui atacado por um grupo de pessoas. Eu e o “humano” estávamos retornando para o hotel quando senti em minhas costas uma batida e um ardume. Olhei para a direção da onde vinha, o grupo estava municiado com bexigas cheias de  água. Arremessaram outras, acionei a capsula ao redor de mim.

Não consegui ler a mente deles, por esse motivo  fui surpreendido. Esperei até cansarem, ou, até que alguém intervesse. Mas não foi isso que aconteceu. Alguns deles começaram a atirar pedras. A capsula que me protegia começou a se romper. Poucos segundos depois a capsula foi destruída.

Bexigas e pedras vinham de todas as direçõe e ninguém interferia, minha pele derretendo. Precisava fazer algo; Antes de sair do meu planeta eu tive uma conversa com os superiores, prometi a eles que não usaria armas, mas  insistiram para que trouxesse só por precaução.

Fui obrigado a usar. Levantei o tentáculo que possuía a arma em direção ao grupo, disparei. Ecoou o estrondo do laser e  depois silêncio. Todos se afastaram. Acertei uma mulher que estava a frente do grupo no momento em que ela atiraria outra bexiga. Ela explodiu e seus pedaços ficaram pendurados nos demais manifestantes.

Esse evento destruiu todas as possibilidades de continuar com as experiências. Depois disso, o caos. Toda a população da cidade estava contra a minha presença, fui cercado pelo efetivo militar local .O discurso do prefeito mudo,  antes era de boas vindas, agora me expulsando. Ele deu a mim vinte e quatro horas para sair da cidade, fiz isso em menos tempo.

Decolei, sobrevoei a cidade pela última vez. Fechei o campo que protegia as informações da cidade, com isso todo mundo daquele local esqueceu o que havia acontecido.

Quando estava entrando na última camada da atmosfera, antes de chegar ao espaço, percebi que estava sendo seguido por uma aeronave humana.

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Sobre Fabio Baptista

5 comentários em “Convivência com Terráqueos (ckrz325)

  1. Wilson Barros
    30 de agosto de 2018

    O começo é bom, um incidente com um OVNI, embora eu ache pouco provável que operadores e pilotos ajam de forma tão irresponsável assim. A história se desenvolve razoavelmente bem, a história não deixa de ter seus pontos de interesse. Alguns pontos demonstram a criatividade do autor, como:
    1) O prefeito querer usar o alienígena para a reeleição, algo meio surreal
    2) A água ser como um ácido para o alienígena
    3) O ET ser atacado com bexigas de água, de um humor sardônico
    Claro que há falhas, sendo a principal que uma experiência assim espalhar-se-ia pelo mundo inteiro, e a impressão que dá é que tudo está sendo feito no maior sigilo do mundo. Para mim o maior mérito aqui é o interesse que o autor, evidentemente um iniciante, tem em escrever. Isso só pode ser estimulado, e todo mundo começa assim. Aqui vejo, pelos motivos que já falei, um escritor talentoso que precisa lapidar-se. Algumas observações:
    a) A linguagem escrita é bem diferente da falada. Quando falamos, há um diálogo, gestos explicativos, interação com o receptor. Quando alguém lê, o movimento é um só. Portanto, é necessário cuidar da descrição e coesão, para facilitar o entendimento imediato e não cansar o leitor. Por exemplo, uma frase como “Os mísseis atravessaram algo que estava antes do objeto, algo invisível, uma proteção. A proteção trincou como vidro e depois desmanchou no ar.” fica muito arrastada. Poderia ser “Os mísseis acertaram um escudo invisível em frente ao objeto. A proteção trincou e desmanchou-se no ar, como vidro.” Em outros pontos do conto nota-se muito isso. O autor escreve de um modo muito parecido com o que falamos. O que torna difícil a compreensão, que também é prejudicada por erros gramaticais.
    b) A trama do conto precisa ser circular, tem que haver um fechamento, e aqui tudo me pareceu meio solto.
    c) Continue escrevendo e lendo, que em breve sentirá significativas melhoras.

  2. Sarah Nascimento
    30 de agosto de 2018

    Olá! Mais uma história que se passa no Brasil! Achei isso muito legal! Interessante também a sua descrição do alienígena e de como ele agia com os seres humanos.
    Uma coisa que achei muito legal foi esse campo invisível ao redor da cidade que fazia as pessoas se esquecerem dele.
    O conto tem alguns erros de digitação, mas nada que atrapalhe tanto a leitura.
    Para mim não ficou claro de que forma o alienígena ajudaria a humanidade. Ele pretendia fazer algo ainda nessa missão ou em uma próxima?
    Eu fiquei com muita pena do alien no episódio do ataque com as bexigas de água e pedras. Fiquei com raiva das pessoas que fizeram isso com ele e achei triste que a proteção dele não pudesse durar tanto.
    Minha única dica seria quanto aos erros de digitação. E eu gostaria que aquele humano que ajudou o alien a sair do salão de festas tivesse sido nomeado. Mas não é uma coisa tão importante, talvez não ter citado o nome foi intencional.
    Parabéns pela história!

  3. Pedro Paulo
    30 de agosto de 2018

    Antes de começar, esclarecerei alguns dos critérios a partir dos quais estarei avaliando, ainda que a nota não vá estar totalmente definida antes do desafio. Avaliarei o conto a partir do domínio da língua portuguesa, da estruturação da narrativa, da adequação ao tema e, enfim, mas não menos importante, da criatividade. Vê-se que são critérios interligados. Vamos lá!

    A verdadeira trama do conto se encontra na interação do alienígena com a cidade em que se estaciona. É o relato de um cientista o qual justifica sua viagem por uma necessidade de “salvar” os seres humanos. A premissa dá mais de uma oportunidade para se seguir, mas acredito que esse potencial não foi realmente aproveitado no enredo. Apesar de sua missão, o alienígena passa um tempo considerável na presença dos humanos apenas se surpreendendo com suas posturas, que espelham o comportamento comum de uma cidadezinha, a figura do prefeito e a implícita pouca movimentação representativas do cenário. Fez pensar no possível motivo pelo qual não teria realizado um estudo prévio do lugar em que aterrissaria, fragilizando a sua posição como “salvador” ou “pesquisador”, em outras palavras dando certa inconsistência à personagem.

    Desse modo, outro fator que comento é que poderia ter economizado no começo, fazendo o diálogo inicial da descoberta da nave parecer um tanto quanto desnecessário e mesmo nesse trecho algumas coisas não soaram naturais, como quando a Torre simplesmente ordena o lançamento de um míssil como maneira de deboche. Talvez seja inocência minha imaginar que isso não aconteceria, mas pareceu destoante do tom militar com o qual se iniciou o conto (e o próprio relato do alienígena, central à história, também destoou desse início). Achei interessante a ideia do conto ser na verdade um relato do próprio extraterrestre, mas acredito que poderia ter introduzido esse formato de outra maneira, como, por exemplo (e essa é só uma possibilidade), narrando o final do trabalho da equipe de linguistas encarregados da tradução, confrontando as impressões de cada um sobre o relato.

    Enfim, penso que ao descrever tanto a convivência do protagonista, não chegou a desenrolar a premissa de uma maneira que envolvesse o leitor, deixando o conto um pouco insosso. Outra coisa para qual alerto é que há erros gramaticais diversos, especialmente de concordância nominal e verbal: “minha convivência com eles será repassadO aos meus superiores”; “as primeiras mensagens foram ignoradOs”; e há outros casos parecidos.

    Boa sorte!

  4. Nilza Amaral
    30 de agosto de 2018

    Que pena, começou muito bem , diálogos dinâmicos, suspense, curiosidade do leitor. Porem, aconteceu o pecado de quem escreve contos longos. As narrativas perdem o conteúdo, a história se infantiliza e o interesse do leitor cai, o estilo se perde. Cuidado com as concordâncias verbais e o vocabulário ineficiente. Mas tem potencial.Continue.Lembre-se que em contos o melhor é a síntese

  5. Alessandro Diniz
    29 de agosto de 2018

    oi, ckrz325! Seu texto tem ingredientes para uma boa estória, mas vc escreve ainda de forma muito amadora. Os diálogos na primeira parte poderiam ser melhores, mais realistas na forma como piloto e controladores se comunicam, não passou credibilidade. Mas são fáceis de seguir, não me perdi em nenhuma das falas. Essa parte ficou estranha: “O objeto continuou lá; a chuva aumentou e depois de alguns segundos o objeto explodiu como bola de chiclete.”. A parte da chuva ficou deslocada, sem nexo. Depois dessa parte a narrativa corre de forma grosseira, inclusive na parte do diário. Vc poderia ter separado o o texto do diário em dias sequenciais e melhorado a apresentação dos eventos em cada um deles. precisa melhorar o português. Quando tiver dúvida sobre palavras,consulte, como comprimento e cumprimento. Aqui também ficou estranho: “Por onde passamos o púbico abanava,”, vc usou abanar em vez de acenar. Errou o verbo intervir aqui: “até que alguém intervesse.” É intervisse.O português nem é o maior problema. Vc tem que focar em aprender a escrever profissionalmente. Algumas peculiaridades humanas que vc descreveu foram certeiras, mas vc viajou aqui: “Não imaginava que a minha fragilidade seria usada contra mim.”. É ilógico, pois ele deveria conhecer os humanos, afinal, ele sabia que acabaríamos por destruir-nos e se utilizar do ponto fraco dele seria óbvio. Espero que as dicas te ajudem a se desenvolver como escritor. Até mais!

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Informação

Publicado em 29 de agosto de 2018 por em Contos Off-Desafio.